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TÓPICO OFICIAL do Pacote de Maldades da Dilmãe[+piu piu monstro][+Titanic]

Coffinator

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Correto, como o outro tópico foi fechado e este era o tópico oficial das cagadas do governo, reabre-se agora o tópico para continuar as postagens e não poluir mais o VT. MAS PRIMEIRO... NOSSO MASCOTE:

pLve5Xr.jpg


E as notícias de hoje:

BC deve subir juro para 12,25% ao ano, maior nível em três anos e meio

Essa é a previsão da maior parte dos economistas do mercado financeiro.


Decisão sobre a taxa de juros será anunciada na noite desta quarta-feira.



selic-nova-versao11.75.jpg

O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central se reúne nesta quarta-feira (21) e deve subir novamente a taxa básica de juros da economia brasileira (Selic), segundo a expectativa dos economistas do mercado financeiro. A decisão sobre a taxa sairá na noite desta quarta.

A previsão da maior parte dos analistas dos bancos é de um aumento de 0,5 ponto percentual, a mesma intensidade da alta promovida em dezembro do ano passado, o que elevaria os juros de 11,75% para 12,25% ao ano. Se confirmada, será a maior taxa básica desde meados de 2011, ou seja, em três anos e meio.

O Banco Central vem subindo os juros, de forma ininterrupta, desde outubro do ano passado, quando a taxa Selic estava em 11% ao ano. Desde então, já foram promovidas duas altas na Selic. Se um novo aumento acontecer nesta quarta-feira, será o terceiro consecutivo.
saiba mais
Metas de inflação
Pelo sistema de metas de inflação vigente na economia brasileira, o BC tem de calibrar os juros para atingir objetivos pré-determinados. Com taxas mais altas, a instituição tenta controlar o crédito e o consumo e, assim, segurar a inflação.

Para 2015 e 2016, a meta central de inflação é de 4,5%, mas o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que serve de referência, pode oscilar entre 2,5% e 6,5% sem que a meta seja formalmente descumprida.
Nos últimos cinco anos, porém, a inflação ficou bem distante da meta central de 4,5%, e mais próxima do teto de 6,5% do sistema de metas brasileiro. Em 2010, 2011, 2012, 2013 e 2014, respectivamente, a inflação somou 5,91%, 6,50%, 5,84%, 5,91% e 6,41%.
inflacao.jpg

Alexandre Tombini, presidente do Banco Central, informou, no fim do ano passado, que a inflação deve retomar a trajetória de convergência para a meta central "ao longo de 2015". Segundo ele, o "horizonte de convergência" com o qual o BC trabalha "se estende até o final de 2016".

O objetivo do BC, portanto, é entregar a inflação na meta central de 4,5% somente no ano que vem. Antes de retomar a trajetória de convergência para a meta durante 2015, a inflação acumulada em 12 meses tende a "permanecer elevada", informou ele em dezembro.

O mercado financeiro, porém, segue incrédulo. De acordo com estimativas coletadas pelo próprio Banco Central na semana passada, com mais de 100 instituições financeiras, a inflação deve somar 6,67% neste ano (acima do teto de 6,5% do sistema de metas brasileiro), 5,7% em 2016, 5,5% em 2017 e 5,2% em 2018 – não atingindo, portanto, a meta central de 4,5% até o fim do segundo mandato da presidente Dilma Rousseff.
Ajuste fiscal, inflação e recessão
Para o economista da Gradual Investimentos, André Perfeito, há sinais claros de que há uma "desaceleração muito forte" na economia brasileira, o que pode jogar o país, novamente, em uma recessão neste ano (dois trimestres seguidos de queda do PIB) – conforme já foi registrado em 2014. Ele avaliou que uma recessão, em 2015, é "bem provável".

"Por isso, estou achando que vai vir uma alta menor nos juros, de 0,25 ponto percentual [para 12% ao ano]. A gente teve no final do ano passado produção industrial caindo 0,7%, e o IBC-Br [prévia do PIB feita pelo BC] zero. E o Caged [Cadastro de Empregados e Desempregados do Ministério do Trabalho] mostrando destruição de vagas em termos líquidos. A desaceleração da economia já aponta para o efeito desejado da alta da taxa de juros, que é bater nos preços livres [não controlados pelo governo]", avaliou Perfeito.

O economista disse ainda que o ajuste nas contas públicas promovido pela nova equipe econômica, com alta de tributos sobre combustíveis, automóveis, operações de crédito e importados, além da contenção de gastos por meio da limitação de benefícios previdencários e trabalhistas, contribui para diminuir a demanda agregada no futuro – mas também repercutem na inflação no curto prazo.

"A política fiscalista que eles estão fazendo, eu não sou a favor deste ponto. Vai afundar de vez a economia brasileira. Estou prevendo contração de 0,3% para o PIB de 2015. E vai bater na inflação. Estou trabalhando com 6,40% para este ano. Não acho que passa o teto [de 6,5%] porque a atividade [econômica] está afundando. Não adianta nada ter contas fiscais em ordem e demanda no lugar errado. Os empresários investem porque tem demanda na economia", concluiu ele.

O ministro da Fazenda, Joaquim Levy, disse nesta segunda-feira (19) que o ajuste das contas públicas "têm por objetivo aumentar a confiança da economia, a disposição das pessoas e dos investidores em tomarem risco, e dos empresários em começarem a tentar novas coisas". Ele acrescentou ainda, na ocasião, que as medidas tendem a baixar a curva de juros de longo prazo, que serve de base para captação dos bancos.
 

tortinhas10

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O piu piu aí parece o Roger cantor.

Sobre o tópico, sei lá, é uma guerra de egos que quem perde é o Brasil, o povo.

Eu espero que não tenha gente torcendo para dar m**** e poder zoar o amiguinho, porque aí seria muita criancice.
 

NobodyEven

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Moderadores, por favor não fechem esse topico como o outro... Queremos conversar sobre as bostas do governo atual.
 

fbr

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Mais tarde vou olhar com calma o que temos de novo de notícias, mas algo me diz que não vai ser coisa muito boa não...

O piu piu aí parece o Roger cantor.

Sobre o tópico, sei lá, é uma guerra de egos que quem perde é o Brasil, o povo.

Eu espero que não tenha gente torcendo para dar m**** e poder zoar o amiguinho, porque aí seria muita criancice.
Concordo sobre a guerra de egos, mas nesse caso aí quem começou a brincadeira e que criou o monstro foi o OP do tópico anterior com sua apelação homofóbica.
 

overoad

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Seria bom colocar um link para o outro tópico no primeiro post, para que se possa ter um parâmetro de quão grande já está a m**** feira.
E, tortinhas10... não é necessário torcer pra m**** ficar cada vez maior. A m**** ficar cada vez maior é consequência natural e inevitável.
 


rbregalda

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Pq fecharam? Triste cara... Só porque o cara na sua cegueira partidária falou muita abobrinha?
 

Coffinator

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FMI: Brasil crescerá menos que América Latina em 2015 e 2016
As projeções do FMI para o Brasil estão em linha com as de economistas consultados na pesquisa Focus do Banco Central

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Em relação a 2014, o FMI estima que o Brasil cresceu apenas 0,1% ante 0,3% projetados em outubro
Foto: Yuri Gripas / Reuters
O Brasil crescerá menos de um quarto do que a América Latina e Caribe neste ano, e sua recuperação não será das melhores em 2016, informou o Fundo Monetário Internacional (FMI) nesta terça-feira.
Em atualização do seu relatório "Perspectiva Econômica Global", o FMI reduziu com força a projeção para a expansão do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro em 2015 em 1,1% percentual, a apenas 0,3%. O Fundo vê alguma recuperação no ano que vem, mas ainda assim também diminuiu suas contas para crescimento econômico a 1,5%, contra 2,2% anteriormente.

Para a América Latina e Caribe, as estimativas também foram reduzidas, mas ainda assim a perspectiva é de que a região cresça 1,3% em 2015 e 2,3% em 2016, 0,9% e 0,5% a menos que a projeção anterior.

Em relação a 2014, o FMI estima que o Brasil cresceu apenas 0,1% ante 0,3% projetados em outubro.

Petroleo e inflação
Segundo o FMI, os preços menores do petróleo - que perdeu metade de seu valor desde junho - e de outros produtos vão impactar exportadores emergentes de commodities, como é o caso do Brasil, principalmente sobre o comércio e a receita real.

Ainda assim, em "muitas economias emergentes, o espaço de política macroeconômica para sustentar o crescimento permanece limitada. Mas em algumas, os preços menores do petróleo vão aliviar a pressão inflacionária e vulnerabilidades externas, permitindo assim aos bancos centrais não elevarem a taxa de juros ou elevá-las mais gradualmente", completou o FMI.

O Brasil vem enfrentando o difícil quadro de inflação elevada, que levou o Banco Central a iniciar novo ciclo de aperto monetário em outubro passado, mas com baixo crescimento e falta de confiança dos agentes econômicos diante do frágil quadro fiscal do país.

Por isso, a nova equipe econômica da presidente Dilma Rousseff já anunciou algumas medidas para tentar colocar as contas públicas em ordem.

As projeções do FMI para o Brasil estão em linha com os economistas consultados na pesquisa Focus do Banco Central, que veem expansão de 0,12% em 2014, 0,38% neste ano e 1,80% em 2016.

Emergentes
As perspectivas para o Brasil também ficam bem aquém daquelas para os mercados emergentes e economias em desenvolvimento, mesmo com contração prevista para a Rússia neste ano e no próximo.

Para essas economias como um todo, o FMI vê expansão de 4,3% e 4,7% em 2015 e 2016, 0,6% e 0,5% respectivamente a menos do que em outubro.

Entre os fatores que o Fundo cita como determinantes para essa redução, estão o menor crescimento na China, projetado em 6,8% neste ano contra 7,1% anteriormente. Para 2016 a perspectiva caiu a 6,3% contra 6,8%.

"O crescimento do investimento na China desacelerou no terceiro trimestre de 2014, e os principais indicadores apontam que vão continuar diminuindo", informou o FMI. "A desaceleração do crescimento chinês também produzirá efeitos regionais significativos, o que explica, em parte, as revisões em baixa do crescimento para grande parte das economias emergentes da Ásia", acrescentou o FMI.

O FMI também cita o cenário mais fraco na Rússia, cujas reduções nas estimativas foram ainda mais drásticas, refletindo o impacto dos preços mais baixos do petróleo e das tensões geopolíticas.

Para 2015, a expectativa de crescimento econômico caiu 3,5 pontos percentuais chegando à contração de 3%, e para 2016 a redução foi de 2,5 pontos para contração de 1%.

O FMI também piorou seu cenário para a economia global, prevendo expansão de 3,5% e 3,7% em 2015 e 2016, respectivamente. Em ambos os cados, as contas foram reduzidas em 0,3%.
 

bruhpeanut

Habitué da casa
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Esse negócio de querer zuar o amiguinho acontece e muito, já vi...

o Que eu não entendo até hoje é: Como pode alguém ser partidário? De qualquer partido??

Cada um tem que ver o que é melhor para o local que vive, e a mesma idéia ela não serve pra sempre, mudanças devem ser sempre analisadas porque normalmente vem para ajudar...
 

100 FISTS

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Fecharam o outro tópico ??

Qual o motivo ??? O Brasil melhorou de repente, o criador do tópico estava certo , a bovespa chegou lá ????
 

Pseudim

Doutrinador Escandinavo
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Antes que alguém chegue na minha frente, quero ter a honra de colocar essa imagem logo na primeira página:

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100 FISTS

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VEJAM A PÉROLA DO BRASIL247



DIRCEU ALERTA: "CAMINHAMOS PARA UMA RECESSÃO"

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Texto publicado nesta terça (20) no blog do ex-ministro José Dirceu, condenado na Ação Penal 470, faz uma série de críticas sobre a forma como o governo da presidente Dilma Rousseff e sua equipe vêm conduzindo a reforma econômica; ontem, o ministro Joaquim Levy anunciou algumas medidas do governo que devem aumentar a arrecadação em R$ 20 bilhões; para Dirceu, o país caminha para uma recessão; "O aumento de impostos e dos juros são apenas consequências, desdobramentos da busca de um superavit de 1,2% do PIB este ano. Caminhamos assim – conscientemente, espero, por parte do governo – para uma recessão com todas as suas implicações sociais e políticas", diz; ele também cobra explicações sobre "como o país voltará a crescer"

20 DE JANEIRO DE 2015 ÀS 20:16

247 - Texto publicado nesta terça-feira (20) no blog de José Dirceu faz uma série de críticas sobre a forma como o governo da presidente Dilma Rousseff e sua equipe vêm conduzindo a reforma econômica. Para o petista, o país caminha para uma recessão – com implicações políticas e sociais.
"O aumento de impostos e dos juros são apenas consequências, desdobramentos da busca de um superavit de 1,2% do PIB este ano. A elevação dos juros visa derrubar a demanda e vem casada com o aumento do IOF – Imposto sobre Operações Financeiras para os empréstimos às pessoas físicas. Aí, também refreando o consumo. Caminhamos assim – conscientemente, espero, por parte do governo – para uma recessão com todas as suas implicações sociais e políticas. Fica evidente, empiricamente, pela prática, que o aumento dos juros não refreou a inflação cujas causas estão fora do alcance da politica monetária do Banco Central (BC), mas nos preços administrados, serviços e alimentos.
Ele também cobra explicações. "Como o país voltará a crescer?", questiona.
Leia abaixo o texto na íntegra:
Caminhamos para uma recessão. Com o governo consciente disso, esperamos
Que 2ª feira! Calor, aumento de impostos num pacotaço anunciado pelo ministro da Fazenda, de juros e queda de energia em importantes cidades do país causada pela onda de calor inédita no pais…Ontem nem parecia uma 2ª feira, estava mais para uma 6ª feira 13. Só noticias ruins.
O aumento de impostos e dos juros são apenas consequências, desdobramentos da busca de um superavit de 1,2% do PIB este ano. A elevação dos juros visa derrubar a demanda e vem casada com o aumento do IOF – Imposto sobre Operações Financeiras para os empréstimos às pessoas físicas. Aí, também refreando o consumo.
Caminhamos assim – conscientemente, espero, por parte do governo – para uma recessão com todas as suas implicações sociais e políticas. Fica evidente, empiricamente, pela prática, que o aumento dos juros não refreou a inflação cujas causas estão fora do alcance da politica monetária do Banco Central (BC), mas nos preços administrados, serviços e alimentos.
Quando a inflação cair…se cair…
Assim, quando a inflação cair – se cair… – será pela queda violenta da demanda e não pela alta dos juros. O que espanta é o silêncio de nossas autoridades sobre os efeitos da atual taxa Selic de 11,75% – o sonho de consumo do mercado financeiro -e sobre o serviço da divida interna de R$ 250 bi ao ano, ou o correspondente a 6% do PIB nacional. É a maior concentração de renda do mundo no período de um ano e para uma minoria detentora dos títulos públicos de nossa divida interna.
Como a arrecadação cairá com a recessão é preciso de novo que nossas autoridades expliquem como farão o superávit e manterão os investimentos públicos e os gastos sociais. Têm de explicar: como o pais voltará a crescer?
Fora o fato que as autoridades da área econômica diariamente criticam abertamente os bancos públicos e seu papel de vanguarda no financiamento subsidiado (porque necessário) de nossa indústria, agricultura, infraestrutura social e econômica. A pergunta que não cala é: quem os substituirá, quem continuará a desempenhar esse papel dos bancos oficiais?
Semana começa com muita apreensão sobre os rumos do país
Sobre o efeito maléfico e daninho dos juros altos na valorização do real e nas contas externas também nada, nem uma palavra… Nossa indústria que se vire. A semana começa, assim, com muita apreensão pelos caminhos do país. Mas podem ter certeza, com muita festa no mercado financeiro e nas redações de nossa mídia.
Mesmo que haja algum choro e ranger de dentes pelo aumento dos impostos, no fundo dirão, melhor assim que uma reforma tributária que taxe os ricos, o patrimônio e a renda, as fortunas e heranças e os fantásticos lucros financeiros. Isso, talvez, explique o silêncio dos responsáveis pela política econômica e pelo governo sobre a volta da CPMF ou de algum outro imposto ou tributo equivalente e que cumpra seu papel.


http://www.brasil247.com/pt/247/brasil/167241/Dirceu-alerta-caminhamos-para-uma-recessão.htm



:kkk:kkk:kkk:kkk:kkk:kkk:kkk:kkk:kkk:kkk:kkk:kkk:kkk:kkk
 

bolO

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QUE SE FODA A CRIANCICE !!!!!!
Eu quero mais é que se exploda.... Avisado foi, agora que sofram o que tiverem que sofrer....


Eu disse em algum tópico desses da vida aí, se eu tiver que me fuder junto, sem problemas... Mas a sensação de "eu avisei" é muito, mas MUITO mais gratificante... :kjoinha
BEM FEITO PRA QUEM VOTOU NO PT !!!!!!!!
Que chorem lágrimas de sangue agora... Que se rasguem, que enfiem os dedos no cu e se rasguem por inteiro.
 

xDoom

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Post reservado para no intervalo eu citar a palavra dos videntes do outro tópico.
 

sonicflood

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hahaha boa...não podemos deixar cair esse episodio! mas preparem-se para os reports!!!
 

fbr

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Sugiro o pessoal esquecer um pouco o piu piu (sei que é difícil hue) e se concentrar no propósito do tópico, que é noticiar as cagadas do governo. Esqueçam o OP do outro, os PTzistas etc. porque se não, não fechar esse aqui também.
 

Mc Lovin

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Ótima ideia. A melhor parte é que não teremos dificuldades em manter esse tópico atualizado: a cada dia a coisa piora mais.
 

Coffinator

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Em evento em São Paulo, o Santander fez previsões nada otimistas para os rumos da economia brasileira em 2015. Para o economista-chefe do Santander Brasil Asset Management, Ricardo Denadai, o crescimento do PIB brasileiro este ano será nulo, enquanto o IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) acelerará para um aumento de 7% ao ano, acima do teto da meta do governo, de 6,5%.

O maior risco à atividade econômica, para Denadai, é o racionamento de energia, que tem sido visto como cada vez mais provável pelo mercado depois do "apagão" de segunda-feira, muito embora o ministro de Minas e Energia, Eduardo Braga, tenha atribuído a falta de energia em "problemas técnicos".

Apesar disso, nem tudo é tragédia no horizonte econômico brasileiro. Para ele, apesar das dificuldades, o País não perderá o grau de investimento em 2015, que a velocidade de medidas do governo, como o anúncio de novos impostos pelo ministro da Fazenda, Joaquim Levy, na segunda, é uma surpresa positiva. Além disso, ele ainda afirmou que o Brasil sinaliza menor intervenção cambial em 2015.

Infomoney
 

Blue Falcon

Bam-bam-bam
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Nobre iniciativa, Coffinator.

Para não ficar repetitivo, preencham as lacunas:

O ______ está quase __.

A ______ já recuperou tudo o que ______.

Onde ______ os _________ do fim?
 

milh0use

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Coffinator, fica a sugestão para o nome do tópico: [Tópico Oficial] Pacote de Maldades/Piu Piu Monstro by Dilma & PT
 

_BigBoss_

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Fecharam o original NÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÕOOOOOOOOOOOOOOOOOOO!!!

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PC2

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Eis aqui o anunciante do fim marcando presença mais uma vez.
Eu cantei a pedra que iam fechar o tópico, não foi? :kkk
 

IX_Nine

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Cara, eu quase criei um clone do kresnik com o mesmo avatar só pra refazer o tópico, mas preferi aguardar.
 

antonioli

O Exterminador de confusões
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Vocês são muito cruéis. O dólar está em baixa hoje.
 

Damyen

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Tem que colocar o link do tópico original no primeiro post junto com um quote do primeiro post do tópico original.
 

Lord Rato

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Se continuarem assim vão acabar fechando denovo, parem de floodar.



















Stealth flood.
 

Duckdodgers

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DIRCEU ALERTA: "CAMINHAMOS PARA UMA RECESSÃO"

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Texto publicado nesta terça (20) no blog do ex-ministro José Dirceu, condenado na Ação Penal 470, faz uma série de críticas sobre a forma como o governo da presidente Dilma Rousseff e sua equipe vêm conduzindo a reforma econômica; ontem, o ministro Joaquim Levy anunciou algumas medidas do governo que devem aumentar a arrecadação em R$ 20 bilhões; para Dirceu, o país caminha para uma recessão; "O aumento de impostos e dos juros são apenas consequências, desdobramentos da busca de um superavit de 1,2% do PIB este ano. Caminhamos assim – conscientemente, espero, por parte do governo – para uma recessão com todas as suas implicações sociais e políticas", diz; ele também cobra explicações sobre "como o país voltará a crescer"

20 DE JANEIRO DE 2015 ÀS 20:16

247 - Texto publicado nesta terça-feira (20) no blog de José Dirceu faz uma série de críticas sobre a forma como o governo da presidente Dilma Rousseff e sua equipe vêm conduzindo a reforma econômica. Para o petista, o país caminha para uma recessão – com implicações políticas e sociais.
"O aumento de impostos e dos juros são apenas consequências, desdobramentos da busca de um superavit de 1,2% do PIB este ano. A elevação dos juros visa derrubar a demanda e vem casada com o aumento do IOF – Imposto sobre Operações Financeiras para os empréstimos às pessoas físicas. Aí, também refreando o consumo. Caminhamos assim – conscientemente, espero, por parte do governo – para uma recessão com todas as suas implicações sociais e políticas. Fica evidente, empiricamente, pela prática, que o aumento dos juros não refreou a inflação cujas causas estão fora do alcance da politica monetária do Banco Central (BC), mas nos preços administrados, serviços e alimentos.
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Caminhamos para uma recessão. Com o governo consciente disso, esperamos
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O aumento de impostos e dos juros são apenas consequências, desdobramentos da busca de um superavit de 1,2% do PIB este ano. A elevação dos juros visa derrubar a demanda e vem casada com o aumento do IOF – Imposto sobre Operações Financeiras para os empréstimos às pessoas físicas. Aí, também refreando o consumo.
Caminhamos assim – conscientemente, espero, por parte do governo – para uma recessão com todas as suas implicações sociais e políticas. Fica evidente, empiricamente, pela prática, que o aumento dos juros não refreou a inflação cujas causas estão fora do alcance da politica monetária do Banco Central (BC), mas nos preços administrados, serviços e alimentos.
Quando a inflação cair…se cair…
Assim, quando a inflação cair – se cair… – será pela queda violenta da demanda e não pela alta dos juros. O que espanta é o silêncio de nossas autoridades sobre os efeitos da atual taxa Selic de 11,75% – o sonho de consumo do mercado financeiro -e sobre o serviço da divida interna de R$ 250 bi ao ano, ou o correspondente a 6% do PIB nacional. É a maior concentração de renda do mundo no período de um ano e para uma minoria detentora dos títulos públicos de nossa divida interna.
Como a arrecadação cairá com a recessão é preciso de novo que nossas autoridades expliquem como farão o superávit e manterão os investimentos públicos e os gastos sociais. Têm de explicar: como o pais voltará a crescer?
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vc ve que o negocio ta ruim qd até os companheiro já largaram mão
 

AlefKSilver

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Avisando que vai ter racionamento de energia cedo ou tarde...

Favoritando para a posteridade
 
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