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TÓPICO OFICIAL DO PRESIDENTE DA REPÚBLICA JAIR MESSIAS BOLSONARO

Qual será a moeda nova agora com Bolsonaro?

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Quem tiver twitter e quiser mais infos do governo, siga o perfil do Planalto. Postam muita coisa.

 

x-eteano

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Provavelmente o comportamento do cara é incompatível com a forma de gestão que idealizam, demite 17 e contrata 20? Tem algo errado nessa história e ir tentar falar com o Bolsonaro aparenta algo mais estranho, pelo jeito não foi o Ernesto que indicou esse cara. Vamos ver as cenas do próximo capítulo.
Onde fala que ele contratou vinte?
 

Ayatollah Khomeini

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Concordo. Ou reforma resolvendo o deficit, ou não reforma.

Fazer uma meia-reforma que sequer amplia o prazo ou reduz o estrago quando a bomba explodir não ajuda em nada.

A reforma é o destino do Bolsonaro: quanto maior for a reforma, mais rico e bem sucedido ele entregará o país.

Apenas um relato: minha vó era filha de militar. Recebeu R$10k até o final de sua vida. Agora a minha tia-avó recebe a parte da minha vó e dela junto. Em que lugar do mundo existe esse tipo de coisa? Tem que reformar a parte dos militares sim.

Mas isso vem da época em que as pensões de militarem eram gerida apenas pelos militares, não?

Pelo que eu me lembro muitos fundos eram assim, aí o governo resolver "gerir" :ksafado e deu no que deu, onde deu roubaram e onde não deu deixaram quase falidos.

Da uma olhada em quantos fundos o governo petista roubou, só que ver a M que vai dar e em quem esses doentes que foram roubados por eles vão culpar.
 

x-eteano

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Demissão de presidente da Apex cria mal-estar entre Planalto e Itamaraty
Aliados interpretaram gesto de chanceler como sobreposição à vontade de Bolsonaro


10.jan.2019 às 14h03 Atualizado: 10.jan.2019 às 16h29

Talita FernandesThais Bilenky
BRASÍLIA

O anúncio feito pelo chanceler Ernesto Araújo de que o presidente da Apex (Agência de Promoção de Exportações do Brasil), Alecxandro Carreiro, havia pedido demissão do cargo criou um mal-estar entre o Palácio do Planalto e o Itamaraty.
O anúncio da saída ocorreu sete dias depois da indicação de Carreiro para a presidência da agência, representando a primeira baixa do governo Jair Bolsonaro.
O ex-presidente da Apex, Alecxandro Carreiro - Apex/Divulgação
De acordo com relatos feitos à Folha por pessoas próximas ao assunto, Araújo anunciou a demissão pelas redes sociais antes de ter consultado o presidente Jair Bolsonaro sobre o tema, que é quem tem o poder de nomear ou exonerar as indicações para o comando da Apex.

A saída de Alex, como Carreiro é conhecido, foi anunciada pelo Twitter de Araújo às 20h40 da noite de quarta-feira (9): "O Sr. Alex Carreiro pediu-me o encerramento de suas funções como Presidente da APEX. Agradeço sua importante contribuição na transição e no início do governo. Levei ao PR Bolsonaro o nome do embaixador Mario Vilalva, com ampla experiência em promoção de exportações, para Pres. da APEX", escreveu o chanceler.
Segundo pessoas próximas, minutos antes, Araújo havia enviado uma mensagem para Alex, comunicando que divulgaria sua saída, e que adotaria uma versão pública que se tratava de uma demissão a pedido. Ele ouviu como resposta uma negativa do indicado para a agência, que reiterou que não concordava e não havia solicitado sua saída e ele próprio resolveu procurar o presidente para tratar do assunto.
O episódio irritou aliados de Bolsonaro, que viram no gesto de Araújo uma sobreposição à vontade do próprio presidente. O nome de Alex foi levado ao presidente como uma indicação conjunta, feita por deputados do PSL e endossada por um de seus filhos, o senador eleito Flávio Bolsonaro (PSL-RJ).
Um desentendimento entre o escolhido para comandar a Apex e a empresária Letícia Catelani é apontado como o estopim para o anúncio da demissão. Letícia, que foi secretária-geral do PSL, foi indicada por Araújo para uma diretoria da agência.
De acordo com relatos ouvidos pela Folha, ela e Alex se desentenderam em público.
Depois de ter sida expulsa do PSL em setembro do ano passado, Catelani se reaproximou do governo ao tornar-se uma espécie de braço direito de Araújo.
Ainda durante a transição, ela passou a andar com o chanceler e trabalhar como uma espécie de assessora. Pessoas próximas ao ministro reclamaram que ela começou a blindá-lo, controlando todo o acesso a ele.
Internamente, Carreiro reclamou da postura de Araújo, que indicou para as duas diretorias da agência pessoas de sua confiança, Catelani e Marcio Coimbra, sem consultá-lo antes.

Catelani, particularmente, causou desconforto, tendo tido desentendimentos com Carreiro e outros funcionários, inclusive com a esposa do chefe de gabinete de Onyx Lorenzoni, ministro-chefe da Casa Civil.
Carreiro foi ao Planalto na manhã desta quinta-feira (10), mas não foi recebido por Bolsonaro. Segundo pessoas próximas, ele deve fazer ainda nesta quinta nova tentativa de conversa.

Bolsonaro ainda não se manifestou sobre o assunto, e o silêncio do presidente amplia o sentimento de incerteza sobre o comando de Alex.

Apesar do imbróglio, Carreiro deu expediente na Apex. Mesmo aliados na agência consideram sua permanência inviável, ainda que argumentem que não compete ao chanceler e sim ao presidente da República sua exoneração.

Aliados do até agora presidente da Apex afirmam que sua indicação para o cargo partiu do próprio Bolsonaro. Carreiro foi presidente do Patriotas no Distrito Federal, partido que primeiro ofereceu legenda a Bolsonaro para disputar a presidência.

https://www1.folha.uol.com.br/mundo/2019/01/demissao-de-presidente-da-apex-cria-mal-estar-entre-planalto-e-itamaraty.shtml


Frotaço dando a real mesmo de férias:

 


x-eteano

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Acho que na confirmação da Globo.
Aqui diz que ia substituir por concursados... Bom então agora é guerra de narrativas...

Letícia Confusão
SALVARBrasil 10.01.19 14:20
Por Renan Ramalho


Pivô da demissão de Alex Carreiro da Apex, Letícia Catelani, escolhida pelo chanceler Ernesto Araújo como nova diretora de Negócios, quer manter na estrutura do órgão cargos comissionados, preenchidos por indicação política, que vinham sendo eliminados.
Até o momento, Alex Carreiro, demitido ontem por Araújo, já havia dispensado 18 comissionados e estava prestes a exonerar outros 26, para substitui-los por concursados.

Além de econômica — cada concursado começa com salário de R$ 7 mil, enquanto um comissionado ganha em média R$ 19 mil — a medida foi exigida pelo Ministério Público do Trabalho, que considera ilegal a existência de cargos comissionados de nível técnico.
Antes mesmo de assumir como diretora na Apex, Letícia teria exigido de Alex que interrompesse as dispensas, segundo fontes ouvidas por O Antagonista. A entrada dela no órgão desagradou funcionários concursados ou aprovados que estão prestes a assumir.
No ano passado, Letícia foi afastada da secretaria-geral do PSL após bater de frente com o então presidente do partido, Gustavo Bebianno, hoje ministro de Jair Bolsonaro. Ela também foi expulsa da Executiva Nacional.


https://www.oantagonista.com/brasil/leticia-confusao/
 

Gyromaki

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Lembram de quando uma vez criaram um tópico aqui no fórum afirmando que o Sensacionalista era claramente de esquerda e falaram que o OP estava sendo paranóico? Então…

 

Leon Powalski

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Demissão de presidente da Apex cria mal-estar entre Planalto e Itamaraty
Aliados interpretaram gesto de chanceler como sobreposição à vontade de Bolsonaro


10.jan.2019 às 14h03 Atualizado: 10.jan.2019 às 16h29

Talita FernandesThais Bilenky
BRASÍLIA

O anúncio feito pelo chanceler Ernesto Araújo de que o presidente da Apex (Agência de Promoção de Exportações do Brasil), Alecxandro Carreiro, havia pedido demissão do cargo criou um mal-estar entre o Palácio do Planalto e o Itamaraty.
O anúncio da saída ocorreu sete dias depois da indicação de Carreiro para a presidência da agência, representando a primeira baixa do governo Jair Bolsonaro.
O ex-presidente da Apex, Alecxandro Carreiro - Apex/Divulgação
De acordo com relatos feitos à Folha por pessoas próximas ao assunto, Araújo anunciou a demissão pelas redes sociais antes de ter consultado o presidente Jair Bolsonaro sobre o tema, que é quem tem o poder de nomear ou exonerar as indicações para o comando da Apex.

A saída de Alex, como Carreiro é conhecido, foi anunciada pelo Twitter de Araújo às 20h40 da noite de quarta-feira (9): "O Sr. Alex Carreiro pediu-me o encerramento de suas funções como Presidente da APEX. Agradeço sua importante contribuição na transição e no início do governo. Levei ao PR Bolsonaro o nome do embaixador Mario Vilalva, com ampla experiência em promoção de exportações, para Pres. da APEX", escreveu o chanceler.
Segundo pessoas próximas, minutos antes, Araújo havia enviado uma mensagem para Alex, comunicando que divulgaria sua saída, e que adotaria uma versão pública que se tratava de uma demissão a pedido. Ele ouviu como resposta uma negativa do indicado para a agência, que reiterou que não concordava e não havia solicitado sua saída e ele próprio resolveu procurar o presidente para tratar do assunto.
O episódio irritou aliados de Bolsonaro, que viram no gesto de Araújo uma sobreposição à vontade do próprio presidente. O nome de Alex foi levado ao presidente como uma indicação conjunta, feita por deputados do PSL e endossada por um de seus filhos, o senador eleito Flávio Bolsonaro (PSL-RJ).
Um desentendimento entre o escolhido para comandar a Apex e a empresária Letícia Catelani é apontado como o estopim para o anúncio da demissão. Letícia, que foi secretária-geral do PSL, foi indicada por Araújo para uma diretoria da agência.
De acordo com relatos ouvidos pela Folha, ela e Alex se desentenderam em público.
Depois de ter sida expulsa do PSL em setembro do ano passado, Catelani se reaproximou do governo ao tornar-se uma espécie de braço direito de Araújo.
Ainda durante a transição, ela passou a andar com o chanceler e trabalhar como uma espécie de assessora. Pessoas próximas ao ministro reclamaram que ela começou a blindá-lo, controlando todo o acesso a ele.
Internamente, Carreiro reclamou da postura de Araújo, que indicou para as duas diretorias da agência pessoas de sua confiança, Catelani e Marcio Coimbra, sem consultá-lo antes.

Catelani, particularmente, causou desconforto, tendo tido desentendimentos com Carreiro e outros funcionários, inclusive com a esposa do chefe de gabinete de Onyx Lorenzoni, ministro-chefe da Casa Civil.
Carreiro foi ao Planalto na manhã desta quinta-feira (10), mas não foi recebido por Bolsonaro. Segundo pessoas próximas, ele deve fazer ainda nesta quinta nova tentativa de conversa.

Bolsonaro ainda não se manifestou sobre o assunto, e o silêncio do presidente amplia o sentimento de incerteza sobre o comando de Alex.

Apesar do imbróglio, Carreiro deu expediente na Apex. Mesmo aliados na agência consideram sua permanência inviável, ainda que argumentem que não compete ao chanceler e sim ao presidente da República sua exoneração.

Aliados do até agora presidente da Apex afirmam que sua indicação para o cargo partiu do próprio Bolsonaro. Carreiro foi presidente do Patriotas no Distrito Federal, partido que primeiro ofereceu legenda a Bolsonaro para disputar a presidência.

https://www1.folha.uol.com.br/mundo/2019/01/demissao-de-presidente-da-apex-cria-mal-estar-entre-planalto-e-itamaraty.shtml


Frotaço dando a real mesmo de férias:

Bicho, esse Araújo tá pensando que é quem pra sair decidindo as coisas assim, sem consulta? Ou ele virou o novo presidente e eu não tô sabendo?? Tá bom de resolver logo essas falhas de comunicação e organização entre esses ministros, por que caso contrário, só vai acabar sobrando pro Jair... é nesse momento que, mais do que nunca, esse pessoal tem que ficar unido.
 

Adam Sandler

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Bicho, esse Araújo tá pensando que é quem pra sair decidindo as coisas assim, sem consulta? Ou ele virou o novo presidente e eu não tô sabendo?? Tá bom de resolver logo essas falhas de comunicação e organização entre esses ministros, por que caso contrário, só vai acabar sobrando pro Jair... é nesse momento que, mais do que nunca, esse pessoal tem que ficar unido.
Não é da área dele?
 

Coffinator

Mil pontos, LOL!
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BOLSONARO NÃO VAI IMPEDIR FUSÃO DA EMBRAER COM A BOEING
Brasil 10.01.19 19:16
A Secretaria de Comunicação da Presidência informa que Jair Bolsonaro não vai impedir a fusão da Embraer com a Boeing. Em nota, a Secom diz que “a proposta final preserva a soberania e os interesses nacionais”. “Diante disso, não será exercido o poder de veto (Golden Share) ao negócio.” Na semana passada, o presidente insinuou que poderia rever o acordo com a Boeing, fazendo despencar as ações da companhia brasileira. Leiam a nota completa:
“Em reunião realizada hoje com o Exmo. Sr. Presidente Jair Bolsonaro, com os Ministros da Defesa, do GSI, das Relações Exteriores, da Ciência e Tecnologia, Inovações e Comunicações; e representantes do Ministério da Economia e dos Comandos da Marinha, do Exército e da Aeronáutica foram apresentados os termos das tratativas entre EMBRAER (privatizada desde 1994) e BOEING. O Presidente foi informado de que foram avaliados minuciosamente os diversos cenários, e que a proposta final preserva a soberania e os interesses nacionais. Diante disso, não será exercido o poder de veto (Golden Share) ao negócio.”
+++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++
Ótimo, mercado financeiro sobe amanhã de novo.
 

x-eteano

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Bicho, esse Araújo tá pensando que é quem pra sair decidindo as coisas assim, sem consulta? Ou ele virou o novo presidente e eu não tô sabendo?? Tá bom de resolver logo essas falhas de comunicação e organização entre esses ministros, por que caso contrário, só vai acabar sobrando pro Jair... é nesse momento que, mais do que nunca, esse pessoal tem que ficar unido.

Essa demissão fede, tipo o cara demitiu comissionados, que é um direito dele, e pode até ter substituído por gente dele, que é direito dele repito e é mandado embora por isso? E o Araujo ainda solta que ele pediu demissão, soltam a história que ele não falava inglês (desejável pro cargo mas nunca um impeditivo). Fedendo muito essa demissão.

Cuidado capitão!
 

Leon Powalski

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Não é da área dele?
Uma coisa é ser da área dele, outra é sair fazendo o que ele fez aí da forma que bem entender... Até onde eu sei, não é assim que a banda toca não. Tem que haver uma conversa com o Presidente, chegar num acordo pra depois decidir se demite ou não. Bicho, é como eu disse, tudo tem que ser planejado, de acordo comum, mas o que tô vendo é discussões entre filiados ao PSL, Vice endoidando e agora isso... Se isso continuar, não será a esquerda que vai fragilizar o mandato do Bolsonaro não.
 

Adam Sandler

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Essa demissão fede, tipo o cara demitiu comissionados, que é um direito dele, e pode até ter substituído por gente dele, que é direito dele repito e é mandado embora por isso? E o Araujo ainda solta que ele pediu demissão, soltam a história que ele não falava inglês (desejável pro cargo mas nunca um impeditivo). Fedendo muito essa demissão.

Cuidado capitão!
Se o Bolsonaro concretizou a saída dele quem tava errado era esse sujeito. Ainda tem boato de que ele tinha alguma ligação com o filho do Bolsonaro, tá certo que a mídia não é confiável.
Na melhor das hipóteses ele foi apressado demais, imagine você dono de uma empresa e demitir todos os representantes sem o devido conhecimento do que eles faziam.
 

x-eteano

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Se o Bolsonaro concretizou a saída dele quem tava errado era esse sujeito. Ainda tem boato de que ele tinha alguma ligação com o filho do Bolsonaro, tá certo que a mídia não é confiável.
Na melhor das hipóteses ele foi apressado demais, imagine você dono de uma empresa e demitir todos os representantes sem o devido conhecimento do que eles faziam.
O que é pior agora, demitir um segundo escalão ou um ministro? O capitão não é idiota.

 

Adam Sandler

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O que é pior agora, demitir um segundo escalão ou um ministro? O capitão não é idiota.

Eu já vejo as entrelinhas, muito do que vemos é cortina de fumaça, esse cara deve ter sido indicado por alguém ligado ao Bolso, teve alguma confusão e deu nisso. Recente um cara que cuidava de uma conta no YouTube que postava vídeos e fazia lives foi chamado para trabalhar, no fim pelo que lembro ele era ligado a eles já. Parei de acreditar no acaso...
Eu torço para que o Brasil melhore, só que o pé atrás sempre vai existir.
 

Oh Dae-su

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O que é pior agora, demitir um segundo escalão ou um ministro? O capitão não é idiota.

Um cara que vai num setor e demite todo mundo não tem a menor noção do que ta fazendo, na boa....até o Onyx balançou quando fez isso, basta ver como ele ta pianinho agora, a confusão dos decretos da semana passada foi por causa disso.
 

x-eteano

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Eu já vejo as entrelinhas, muito do que vemos é cortina de fumaça, esse cara deve ter sido indicado por alguém ligado ao Bolso, teve alguma confusão e deu nisso. Recente um cara que cuidava de uma conta no YouTube que postava vídeos e fazia lives foi chamado para trabalhar, no fim pelo que lembro ele era ligado a eles já. Parei de acreditar no acaso...
Eu torço para que o Brasil melhore, só que o pé atrás sempre vai existir.
O problema é que tipo de confusão resultou nisso e a mentirada do chanceler falando que o cara pediu pra sair e espalhando boato de ele não falar inglês sendo a causa, destruir reputação é coisa de canalha, queria demitir demitisse sem mentiras e por motivos fale em diferenças profissionais se não quer detalhar que foi por causa de cargos comissionados.

Um cara que vai num setor e demite todo mundo não tem a menor noção do que ta fazendo, na boa....até o Onyx balançou quando fez isso, basta ver como ele ta pianinho agora, a confusão dos decretos da semana passada foi por causa disso.
Balançou só porque disse que ia despetizar a Casa Civil? Só se você acredita da Falha de São Paulo.
 

batoko

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Demissão de presidente da Apex cria mal-estar entre Planalto e Itamaraty
Aliados interpretaram gesto de chanceler como sobreposição à vontade de Bolsonaro


10.jan.2019 às 14h03 Atualizado: 10.jan.2019 às 16h29

Talita FernandesThais Bilenky
BRASÍLIA

O anúncio feito pelo chanceler Ernesto Araújo de que o presidente da Apex (Agência de Promoção de Exportações do Brasil), Alecxandro Carreiro, havia pedido demissão do cargo criou um mal-estar entre o Palácio do Planalto e o Itamaraty.
O anúncio da saída ocorreu sete dias depois da indicação de Carreiro para a presidência da agência, representando a primeira baixa do governo Jair Bolsonaro.
O ex-presidente da Apex, Alecxandro Carreiro - Apex/Divulgação
De acordo com relatos feitos à Folha por pessoas próximas ao assunto, Araújo anunciou a demissão pelas redes sociais antes de ter consultado o presidente Jair Bolsonaro sobre o tema, que é quem tem o poder de nomear ou exonerar as indicações para o comando da Apex.

A saída de Alex, como Carreiro é conhecido, foi anunciada pelo Twitter de Araújo às 20h40 da noite de quarta-feira (9): "O Sr. Alex Carreiro pediu-me o encerramento de suas funções como Presidente da APEX. Agradeço sua importante contribuição na transição e no início do governo. Levei ao PR Bolsonaro o nome do embaixador Mario Vilalva, com ampla experiência em promoção de exportações, para Pres. da APEX", escreveu o chanceler.
Segundo pessoas próximas, minutos antes, Araújo havia enviado uma mensagem para Alex, comunicando que divulgaria sua saída, e que adotaria uma versão pública que se tratava de uma demissão a pedido. Ele ouviu como resposta uma negativa do indicado para a agência, que reiterou que não concordava e não havia solicitado sua saída e ele próprio resolveu procurar o presidente para tratar do assunto.
O episódio irritou aliados de Bolsonaro, que viram no gesto de Araújo uma sobreposição à vontade do próprio presidente. O nome de Alex foi levado ao presidente como uma indicação conjunta, feita por deputados do PSL e endossada por um de seus filhos, o senador eleito Flávio Bolsonaro (PSL-RJ).
Um desentendimento entre o escolhido para comandar a Apex e a empresária Letícia Catelani é apontado como o estopim para o anúncio da demissão. Letícia, que foi secretária-geral do PSL, foi indicada por Araújo para uma diretoria da agência.
De acordo com relatos ouvidos pela Folha, ela e Alex se desentenderam em público.
Depois de ter sida expulsa do PSL em setembro do ano passado, Catelani se reaproximou do governo ao tornar-se uma espécie de braço direito de Araújo.
Ainda durante a transição, ela passou a andar com o chanceler e trabalhar como uma espécie de assessora. Pessoas próximas ao ministro reclamaram que ela começou a blindá-lo, controlando todo o acesso a ele.
Internamente, Carreiro reclamou da postura de Araújo, que indicou para as duas diretorias da agência pessoas de sua confiança, Catelani e Marcio Coimbra, sem consultá-lo antes.

Catelani, particularmente, causou desconforto, tendo tido desentendimentos com Carreiro e outros funcionários, inclusive com a esposa do chefe de gabinete de Onyx Lorenzoni, ministro-chefe da Casa Civil.
Carreiro foi ao Planalto na manhã desta quinta-feira (10), mas não foi recebido por Bolsonaro. Segundo pessoas próximas, ele deve fazer ainda nesta quinta nova tentativa de conversa.

Bolsonaro ainda não se manifestou sobre o assunto, e o silêncio do presidente amplia o sentimento de incerteza sobre o comando de Alex.

Apesar do imbróglio, Carreiro deu expediente na Apex. Mesmo aliados na agência consideram sua permanência inviável, ainda que argumentem que não compete ao chanceler e sim ao presidente da República sua exoneração.

Aliados do até agora presidente da Apex afirmam que sua indicação para o cargo partiu do próprio Bolsonaro. Carreiro foi presidente do Patriotas no Distrito Federal, partido que primeiro ofereceu legenda a Bolsonaro para disputar a presidência.

https://www1.folha.uol.com.br/mundo/2019/01/demissao-de-presidente-da-apex-cria-mal-estar-entre-planalto-e-itamaraty.shtml


Frotaço dando a real mesmo de férias:

Não sei não viu....
Tô achando que essa tal "Catel" será a nossa versão braZileira da Monica Chupinsky (No sentido de abalar a Administração do Presidente ).
O Deputado Frota já deixou o alerta ligado, e ele não é de errar, a Joyce Canhota que o diga.


 

x-eteano

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Não sei não viu.... Tô achando que essa tal "Catel" será a nossa versão braZileira da Monica Chupinski.
O Deputado Frota já deixou o alerta ligado, e ele não é de errar, a Joyce Canhota que o diga.


O Frota de férias mas já soltou a real causa da confusão.
Mas eu comia essa daí!:ksafado
 

x-eteano

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Letícia Catelani vai ganhar 43,6 mil reais na Apex
SALVARBrasil 10.01.19 18:18

Como Diretora de Negócios da Agência Brasileira de Promoção das Exportações (Apex), Letícia Catelani vai embolsar R$ 43,6 mil.
Nos bastidores do MRE, dizem que Ernesto Araújo lhe ofereceu, durante a transição, a chefia de gabinete, mas ela não aceitou o salário de R$ 20 mil.


Letícia é apontada por funcionários e colegas do PSL como responsável pela confusão envolvendo a demissão de Alex Carreiro, que (ainda) preside a agência.


https://www.oantagonista.com/brasil/leticia-catelani-vai-ganhar-436-mil-reais-na-apex/

Tá comendo, tenho certeza!

Esse caso me fede a manginisse...:klol
 

Adam Sandler

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Letícia Catelani vai ganhar 43,6 mil reais na Apex
SALVARBrasil 10.01.19 18:18

Como Diretora de Negócios da Agência Brasileira de Promoção das Exportações (Apex), Letícia Catelani vai embolsar R$ 43,6 mil.
Nos bastidores do MRE, dizem que Ernesto Araújo lhe ofereceu, durante a transição, a chefia de gabinete, mas ela não aceitou o salário de R$ 20 mil.


Letícia é apontada por funcionários e colegas do PSL como responsável pela confusão envolvendo a demissão de Alex Carreiro, que (ainda) preside a agência.


https://www.oantagonista.com/brasil/leticia-catelani-vai-ganhar-436-mil-reais-na-apex/

Tá comendo, tenho certeza!

Esse caso me fede a manginisse...:klol
Essa mulher parece que tava ligada a campanha do Bolsonaro, procure vídeos dela no YouTube.
No YouTube é Catel.

https://epoca.globo.com/politica/noticia/2018/07/pecuarista-advogado-vendedor-de-picole-conheca-rede-de-empresarios-que-se-mobiliza-brasil-afora-pela-candidatura-de-jair-bolsonaro.html
 

batoko

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Onde fala que ele contratou vinte?
https://oglobo.globo.com/economia/apos-disputa-pela-presidencia-da-apex-bolsonaro-confirma-demissao-se-reune-com-novo-presidente-23362139

"Ele demitiu 17 funcionários e nomeou 11 e já tinha acertado a contratação de outros dez. Substituiu responsáveis por várias gerências estratégicas como as de investimentos, finanças, jurídicas e auditorias por pessoas de fora da agência. Esses são os departamentos que cuidam dos recursos para a promoção das exportações brasileiras no exterior."
 

constatine

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:brbr:brbr:brbr Fizeram essa mesma palhaçada durante as eleições, depois e após a posse. Esses moleques são foda.
FDP não sabe fazer a porra de um telefonema? Parece barraqueira tretando no Facebook por causa de homem.

pqp :facepalm:facepalm:facepalm:facepalm:facepalm
 
Ultima Edição:

Oh Dae-su

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O problema é que tipo de confusão resultou nisso e a mentirada do chanceler falando que o cara pediu pra sair e espalhando boato de ele não falar inglês sendo a causa, destruir reputação é coisa de canalha, queria demitir demitisse sem mentiras e por motivos fale em diferenças profissionais se não quer detalhar que foi por causa de cargos comissionados.



Balançou só porque disse que ia despetizar a Casa Civil? Só se você acredita da Falha de São Paulo.
Não, pq tava se bicando com o Guedes e pq a confusão dos decretos foi pq ele tirou todo mundo da casa civil e obviamente quem entrou fez bagunça, mas nem é culpa da pessoa.
 

ptsousa

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Só lembrando que a APEX é mantida com dinheiro privado do Sistema S, então os valores ao menos não são pagos diretamente pela União



*falo diretamente porque, né? Brasil-il :klolz
 

Oh Dae-su

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Letícia Catelani vai ganhar 43,6 mil reais na Apex
SALVARBrasil 10.01.19 18:18

Como Diretora de Negócios da Agência Brasileira de Promoção das Exportações (Apex), Letícia Catelani vai embolsar R$ 43,6 mil.
Nos bastidores do MRE, dizem que Ernesto Araújo lhe ofereceu, durante a transição, a chefia de gabinete, mas ela não aceitou o salário de R$ 20 mil.


Letícia é apontada por funcionários e colegas do PSL como responsável pela confusão envolvendo a demissão de Alex Carreiro, que (ainda) preside a agência.


https://www.oantagonista.com/brasil/leticia-catelani-vai-ganhar-436-mil-reais-na-apex/

Tá comendo, tenho certeza!

Esse caso me fede a manginisse...:klol
Porra, me desculpem...mas nessa ai to com o Ernesto, essa ai vale qualquer demissão, cueca tem varios.
 

x-eteano

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Já era conhecida na na época de campanha ano passado:

Racha no partido de Bolsonaro leva à expulsão de secretária-geral do PSL em São Paulo
Saída de Letícia Catel, em disputa com o presidente do PSL, Gustavo Bebianno, deve desmontar diretório paulista do partido a duas semanas das eleições.
publicado 26 de Setembro de 2018, 10:15 a.m.

Severino Motta

Repórter do BuzzFeed News, Brasil

O PSL expulsou do cargo de secretária-geral do partido em São Paulo a empresária Letícia Catel, integrante do núcleo duro da campanha de Jair Bolsonaro à Presidência.
Letícia é próxima da família Bolsonaro e nos últimos anos possuía livre acesso ao presidenciável.


Instagram: @leticiacatel

Letícia também foi destituída do diretório nacional e da Executiva Nacional da sigla, o que deve levar outros membros da ala paulista do partido a abandonarem seus postos.



Instagram Letícia Catel
Eduardo Bolsonaro, Jair, Joice Hasselmann, Letícia Catel e Flávio Bolsonaro




Para além do trabalho político e de organização interna da sigla, Letícia mantém presença constante em redes sociais, onde defende de maneira ferrenha as bandeiras do bolsonarismo e, por vezes, posta fotos em que empunha armas – e falando que armas valem mais que feministas "mostrando os peitos na rua".
Foi ela quem protagonizou uma discussão com a jornalista Christina Lemos, da TV Record, após fotografar o celular da repórter acusando-a de perseguição ao candidato Bolsonaro.



Christina Lemos@ChristinaLemos

https://twitter.com/ChristinaLemos/status/1030032556043980800

Caros, eis o vídeo sem edição, gravado após entrevista com Bolsonaro, por Letícia Catel, Sec Geral do PSL/SP e colaboradora voluntária, após tentar fotografar mensagens de meu celular. A conta q trazia a versão editada foi apagada, inviabilizando a leitura do meu tweet inicial.

583

8:04 AM - Aug 16, 2018

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Ela também esteve recentemente no programa "Pânico", da Jovem Pan. Nele, ao comentar a tentativa de assassinato de Bolsonaro, disse que hoje é mais seguro vestir uma camisa do comunista Che Guevara do que apoiar o candidato do PSL.
Sua expulsão dos cargos no PSL, no entanto, está muito mais ligada às desavenças internas com o presidente em exercício do partido, Gustavo Bebianno, do que com suas postagens em redes sociais ou aparições na mídia.
Por um lado, Bebianno comanda com mão de ferro o partido. Fez a negociação das candidaturas e ameaça adversários, como revelou o BuzzFeed News. Também foi acusado pelo príncipe Luiz Philip de Orleans e Bragança, filiado ao partido, de agir "como um agiota", de acordo com a revista Crusoé.
Por outro lado, Letícia Catel, que vem de uma família com negócios no ramo da metalurgia, goza de boa situação financeira e, sem precisar de cargos político-partidários para sobreviver, abraçou como voluntária as bandeiras da direita e delas fez sua luta política nos últimos anos.


Essa situação lhe dá liberdade e não exige que ela bata continência a caciques partidários que controlam os recursos do PSL.
Isso, no entanto, acabou transformando-a numa espécie de para-raio dos insatisfeitos com a condução do partido por Bebianno e seu braço direito, o vice-presidente em exercício do PSL, Gulliem Lemos.
Sempre que insatisfações surgiam nos Estados, segundo pessoas próximas a Letícia, muitos recorriam a ela para reclamar das negociações.
Nessa toada, as desavenças com Bebianno não foram poucas.


Aliados de Letícia no partido, falando na condição de anonimato para evitar o clima de perseguição que está instaurado na legenda, citaram, por exemplo, um episódio em que a colega tentou criar um grupo em aplicativos de mensagens para unificar os diversos diretórios regionais do PSL.
A ideia era manter uma comunicação centralizada em que cada Estado pudesse saber o que acontecia no outro, quem era quem em cada localidade e ter informações sobre alianças e sobre como recursos eram gastos, por exemplo.
O projeto, no entanto, foi derrubado por Bebianno nos primeiros dias em que começou a funcionar. Como presidente em exercício do partido, ele quis manter discretas cada uma de suas tratativas nos diferentes Estados.
Outro caso se deu quando parte do PSL tentou expulsar a candidata a deputada federal Joice Hasselmann da sigla.
Bebianno queria que Letícia fosse nomeada como representante do Conselho de Ética para o serviço, algo que ela se negou a fazer e ainda contou a trama para Jair Bolsonaro. O presidenciável barrou a expulsão.
Mais recentemente, Letícia criticou o plano de transferência de Bolsonaro de Juiz de Fora (MG) para São Paulo após a tentativa de assassinato.
Bebianno queria levar o presidenciável ao hospital Sírio-Libanês já pensando até mesmo em seduzir o médico Roberto Kalil para ser um futuro cargo de ministro da Saúde no caso de uma vitória do candidato do PSL. Bolsonaro, que considera o Sírio o "hospital dos petistas", preferiu ir para o hospital Albert Einstein.



Ainda segundo pessoas que convivem com Letícia, ela também chamou a atenção da família Bolsonaro, de forma crítica, sobre a arrecadação de recursos que o ruralista Nabhan Garcia (que se autointitula futuro ministro da Agricultura) estava organizando via WhatsApp com empresários sob pretexto de viabilizar o deslocamento do candidato entre Minas e São Paulo.
Fase 2
Em meio à confusão no PSL e à tentativa de assassinato, Bebianno viu o que até então era seu maior poder dentro da estrutura da campanha – o controle da agenda de Bolsonaro – se esvair.
Nisso, imediatamente tomou duas ações. Passou a querer controlar a agenda do candidato a vice na chapa, general Mourão (PRTB).
A ação causou profunda irritação no presidente do PRTB, Levy Fidelix. A inimizade entre os dois tornou-se tamanha que pessoas da campanha dizem num encontro entre eles são altas as chances de chegarem às vias de fato.
Além disso, Bebianno assumiu outra função que lhe garantiria poder no núcleo duro do bolsonarismo: transformou-se numa espécie de porteiro do hospital Albert Einstein quando o assunto eram as visitas ao presidenciável.
Fora os familiares, era Bebianno quem decidia – e ainda o decide – quem pode ou não visitar Bolsonaro.
Chegou a barrar militantes e até mesmo um médico que no dia anterior estava com o Bolsonaro em sua sala de recuperação.
Quem não tivesse o aval de Bebianno nem mesmo na cafeteria do hospital conseguia chegar.
A "nova função" deve ter tomado o tempo do presidente em exercício do PSL, que é advogado e coordena a estratégia jurídica da campanha de Bolsonaro – o partido nem sequer enviou um advogado para atuar como assistente de acusação na investigação que apura a tentativa de assassinato do candidato.
Com a expulsão de Letícia de todos os cargos dentro do partido, pelo menos outros cinco integrantes do diretório paulista do PSL também devem deixar seus postos.
De acordo com um deles, ouvido pelo BuzzFeed News, apesar da frustração com a expulsão de Letícia Catel e da demonstração de poder do grupo de Bebianno, a ideia não é sair atirando.
Segundo ele, Letícia lhe disse que vai seguir como uma militante pró-Bolsonaro, o que ele e os demais integrantes que devem deixar o diretório também devem fazer.
“Não queremos prejudicar o projeto neste momento”, comentou.




Há no PSL quem defenda que o partido volte atrás e reconduza Letícia a seus cargos. Para isso, ela dependeria de Bebianno no plano nacional e do deputado Major Olímpio no caso paulista, uma vez que ele é o presidente do diretório regional. Mas, a depender do major, isso aparentemente não deve acontecer.
Quando a expulsão de Catel ainda era tratada como sigilo até mesmo para pessoas com certa importância no partido, foi Olímpio quem confirmou ao BuzzFeed News a destituição da militante dos cargos partidários.
Segundo ele, ela não fará falta e há outros mais preparados que Catel para o posto.
Outro lado
Procurada na manhã de hoje, antes da publicação desta reportagem, a assessoria do PSL não respondeu aos questionamentos da reportagem.
Também procurada nesta manhã, a ex-secretária-geral do PSL de São Paulo, Letícia Catel, não quis comentar a publicação.


https://www.buzzfeed.com/br/severinomotta/racha-partido-bolsonaro-expulsao-leticia-catel
 
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