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TÓPICO OFICIAL DO PRESIDENTE DA REPÚBLICA JAIR MESSIAS BOLSONARO

Qual será a moeda nova agora com Bolsonaro?

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constatine

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Porque o advogado já voltou atrás nas palavras dele.
Diz que foi mal interpretado, escolheu palavras erradas e que ouve edição no vídeo.
E ainda jogaram no colo do presidente.


Vídeo: advogado de Adélio Bispo fala sobre quem o paga
Presidente Jair Bolsonaro publicou um vídeo em sua página do Twitter, no qual advogado de Adélio Bispo diz que é pago por emissoras de TV
https://odia.ig.com.br/brasil/2019/06/5652521-video--advogado-de-adelio-bispo-fala-sobre-quem-o-paga.html



Advogado de Adélio nega que emissoras paguem honorários
https://www.oantagonista.com/brasil/advogado-de-adelio-nega-que-emissoras-paguem-honorarios/
 


meninoneymar

Ser evoluído
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E se o governo já estava raqueado na crise que culminou com a saída de Bebiano? Os vazamentos continuaram, inclusive os celulares ligavam sozinho pra jornalistas.
 


Ataru

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O BRASIL NÃO É PARA AMADORES MESMO, O PAÍS FALINDO E A CORJA PENSANDO NA REELEIÇÃO, A DEMOCRACIA BRASILEIRA É UMA COMÉDIA.
Nesse ponto os vagabundos são os governadores, sobretudo os do Nordeste. Ficam fazendo campanha contra a reforma, mas daí ficam putinhos de ficar de fora dela.
 

*Splash*

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Justiça retoma contingenciamento de verbas na educação
O TRF-1 acaba de decidir retomar o contingenciamento de verbas no MEC, que havia sido cancelado por decisão da Justiça Federal na Bahia na última sexta, informa a Época.

Em decisão liminar, o desembargador Carlos Moreira Alves argumentou com o princípio da impessoalidade.
Segundo Alves, uma vez que o contingenciamento também atingiu outros ministérios, feriria o princípio constitucional cancelar os cortes apenas na educação.


fonte
 

abcdario

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Nesse ponto os vagabundos são os governadores, sobretudo os do Nordeste. Ficam fazendo campanha contra a reforma, mas daí ficam putinhos de ficar de fora dela.
Agora só resta ver e aguardar se irão conseguir por meio de emenda incluir os estados, só resta torcer, 850 bilhões de economia é melhor do que nada mas na minha humilde opinião tinha que ser 1 trilhão mesmo.
 

Violonista

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Agora só resta ver e aguardar se irão conseguir por meio de emenda incluir os estados, só resta torcer, 850 bilhões de economia é melhor do que nada mas na minha humilde opinião tinha que ser 1 trilhão mesmo.
Concordo

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Nesse ponto os vagabundos são os governadores, sobretudo os do Nordeste. Ficam fazendo campanha contra a reforma, mas daí ficam putinhos de ficar de fora dela.
É mais um jogo de empurra que qualquer coisa.

Estados e municípios podem fazer sua própria reforma, não tem nada que impeça isso, é só querer. Mas não querem. Preferem jogar a responsabilidade/culpa para os deputados... Que a reforma é importante, tirando os dementes do PT, todos concordam.

O ideal era incluir tudo nessa mesmo, já matava isso agora.
 

Malaquias Duro

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O BRASIL NÃO É PARA AMADORES MESMO, O PAÍS FALINDO E A CORJA PENSANDO NA REELEIÇÃO, A DEMOCRACIA BRASILEIRA É UMA COMÉDIA.
É pra deixar os governadores do Nordeste fora da reforma.

Criticam o governo, mas querem a reforma sem se desgastarem. Hipócritas. Eles que se fodam com suas assembléias e seus servidores.
 

Violonista

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É pra deixar os governadores do Nordeste fora da reforma.

Criticam o governo, mas querem a reforma sem se desgastarem. Hipócritas. Eles que se fodam com suas assembléias e seus servidores.
e tem como? Tipo incluir apenas alguns estados

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Malaquias Duro

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Ideal é todo mundo entrar no pacote.

Mas esses governadores do Nordeste e prefeitos socialistas parecem comunista filhinho de papai. Chama o pai de burguês, mas quer que o papai resolva seus problemas.

Quando o papai paga suas contas, continuam dizendo que o pai é porco capitalista.

Querem o dinheiro da reforma, querem o Bolsonaro e deputados resolvendo o problema feito gente adulta, mas não querem largar o discurso antireforma.
 

Ataru

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É mais um jogo de empurra que qualquer coisa.

Estados e municípios podem fazer sua própria reforma, não tem nada que impeça isso, é só querer. Mas não querem. Preferem jogar a responsabilidade/culpa para os deputados... Que a reforma é importante, tirando os dementes do PT, todos concordam.

O ideal era incluir tudo nessa mesmo, já matava isso agora.
Eu ainda acho que eles vão ser incluídos. É só uma questão agora desses governadores se articularem a favor da previdência, e não ficar nesse joguinho desonesto com medo de perder a popularidade. Os governadores e prefeitos DEVERIAM ser os maiores interessados na aprovação dessa reforma.
 

billpower

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Criticam o governo, mas querem a reforma sem se desgastarem. Hipócritas. Eles que se fodam com suas assembléias e seus servidores.
Até porque estes vagabundos reelegeram todos estes governadores, apoiando indiscriminadamente mesmo como arrocho salarial de anos, à exemplo daqui da Bahia. Chega a ser patético cara os vagabundos estão há cerca de 10 anos sem aumento algum de salário, nem reposição está sendo dada, sempre com desculpa da LRF, mas não deixam de apoiar o governo, nem greve fazem, no Município, que passou a adotar a mesma postura há cerca de 2 anos, a cada 3 meses tem uma greve. É para dizer o que de um Estado com vagabundos desse tipo?
 

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Eu ainda acho que eles vão ser incluídos. É só uma questão agora desses governadores se articularem a favor da previdência, e não ficar nesse joguinho desonesto com medo de perder a popularidade. Os governadores e prefeitos DEVERIAM ser os maiores interessados na aprovação dessa reforma.
Diria que, novamente, tirando os dementes do PT que ficam fazendo jogo duplo, eles estão sim interessados.
É só acompanhar as reuniões recentes de governadores, praticamente unanimidade à favor, e os prefeitos, até semana passada, estavam querendo ir ao STF para serem incluídos.

O problema são os deputados. Governadores não controlam as bancadas federais.
Mas sendo deputados que são, se colocarem na mesa uma opção em que eles se blindem de "culpa". Aprovam dando risada.
 

Malaquias Duro

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Até porque estes vagabundos reelegeram todos estes governadores, apoiando indiscriminadamente mesmo como arrocho salarial de anos, à exemplo daqui da Bahia. Chega a ser patético cara os vagabundos estão há cerca de 10 anos sem aumento algum de salário, nem reposição está sendo dada, sempre com desculpa da LRF, mas não deixam de apoiar o governo, nem greve fazem, no Município, que passou a adotar a mesma postura há cerca de 2 anos, a cada 3 meses tem uma greve. É para dizer o que de um Estado com vagabundos desse tipo?
Quem vende a alma pro Diabo tem que aceitar uns anos a menos de vida.

Quando começar o atraso no pagamento dos salários, se os governos ficarem fora da reforma, serão os primeiros prejudicados.

E não poderão reclamar de Bolsonaro.
 

billpower

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Comentários?


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Não tem o que comentar. Esperado de um país corrupto e com mentalidade socialista, em que o Estado deve gerir tudo da vida das pessoas. Isso daí é o mesmo que libertar as pessoas de mais uma tutela estatal de como administrarem o seu dinheiro, tratá-las como adultos prontos para assumirem os encargos de suas decisões, mas isso é uma das coisas que mais se choca com toda a lógica esquerdista, não existe consequências para erros, apenas condescendência e transferência de culpa. É assim com o criminoso que vira vítima da sociedade, com o trabalhador eternamente oprimido pelo empresário capitalista malvadão, com as mulheres sempre em posição desvantajosa frente aos homens.

Imagina um INSS enxuto, responsável exatamente por aquilo que cada um contribuiu e não fazendo malabarismos contábeis para encobrir privilégios e desvios? O que os políticos iriam fazer juntamente com seus eternos cabideiros? Cara, ainda tem gente que consegue apontar falta de idoneidade na políticas macro que este governo vem tentando. Não dá. Por isso já deixei um pouco de lado tudo isso vou ficar acompanhando e torcendo pelo melhor que puder ser feito, mas infelizmente será muito longe da transformação necessária, não por causa do governo, mas pelo próprio povo ainda muito cativo da mão do Estado, como um pássaro que vê a gaiola aberta, mas não voa para a liberdade.:kcry
 
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Max pierre

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Lembro desse Glenn no programa da jovem pan com o Caio Coppola, se fazendo de vítima, falando que sofreu difamação, etc. Coitadinho, inventaram algo que ele não era. Agora mostrou a verdadeira face.
 

ChaosRaptor

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Nesse ponto os vagabundos são os governadores, sobretudo os do Nordeste. Ficam fazendo campanha contra a reforma, mas daí ficam putinhos de ficar de fora dela.
Cara é so olhar fatima, a coturno vive andando por ai desajeitada para parecer que é "pobre e do povo" sendo que ela tem uma fortuna guardada e gasta ela com os fanatismos politicos do PTido
 

johnwolque

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Nenhum. Mas governador que é a favor da reforma não vai pagar de hipócrita.

Já os que criticam vão se contradizer.
por um lado seria ruim excluir os estados e municípios pois a economia será menor

por outro irá expor toda a cara e pau e hipocrisia dos partidos de esquerda que governam os estados do nordeste

e sim .até o PT sabe que tem que ser feita a reforma ,tirando um ou dois malucos como a maria do rosario ,estão é boicotando por que querem que o governo se foda junto com o pais pra voltarem ao poder ,,tomá no cú,no fundo querem a reforma mas não querem arcar com o custo politico ,

repito ,por um lado seria legal ver um governador petista sendo obrigado a fazer sua própria reforma
 
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ssj4ac

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Parece que a galera que errou a vida toda e falou que bolsonaro não sabe articular.... errou mais uma vez

Comissão do Senado aprova projeto que derruba decreto de armas de Bolsonaro
Decisão ainda precisa passar pelo plenário e pela Câmara; votação deve ocorrer ainda nesta quarta-feira


BRASÍLIA — A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) doSenado aprovou nesta quarta-feira a derrubada dos decretos do presidente Jair Bolsonaro que flexibilizaram o porte de armas,com o argumento de que Bolsonaro extrapolou suas funções ao editá-los. Na semana passada, a CCJ já havia demonstrado que o resultado poderia ser desfavorável ao governo . Para ter validade, a decisão ainda precisa passar pelo plenário, o que deve ocorrer ainda nesta quarta, e pela Câmara dos Deputados.


A CCJ analisou conjuntamente sete projetos de decretos legislativos (PDLs) que pedem a revogação dos decretos. O relator, Marcos do Val (PPS-ES), foi contrário aos projetos e defendeu sua manutenção. Seu relatório, no entanto, foi rejeitado por 15 votos a 9. No seu lugar, foi aprovado simbolicamente um voto em separado apresentado por Veneziano Vital do Rêgo (PSB-PB).

Ainda nesta quarta-feira, a CCJ incluiu na pauta, de última hora, um projeto que tipifica o crime de abuso de autoridade. A discussão sobre o tema acontece em meio à crise provocada pela divulgação da suposta troca de mensagens entre o ministro Sergio Moro e o procurador Deltan Dallagnol.

Prevendo a derrota na questão relativa às armas, Marcos do Val tentou sensibilizar os senadores com uma história pessoal: ele relatou que sua irmã sofreu ameaças de morte recentemente e que, por isso, está pedindo a flexibilização das regras.

— É a única maneira que ela está encontrando de garantir a vida dela. A segurança pública não tem condição de estar em todos os lugares em todos o momentos. Minha irmã nunca tocou em arma na vida dela. Depois dessa ameaçava, ela está se preparando. Não é o que ela queria, mas é a oportunidade que ela está tendo, por esse decreto, de proteger a vida dela. Eu peço para vocês, por favor, não tirem esse direito dela.


Diversos senadores ressaltaram que não estavam debatendo a flexibilização ou não do porte de armas, mas sim a maneira pela qual ela foi feita, ou seja, por meio de decreto. Espiridião Amin (PP-SC), por exemplo, votou pela derrubada do decreto, mas defendeu que o Legislativo debata essa questão em breve.

— Voto por considerar que este decreto exorbita, reconhecendo que será muito apropriado que o Legislativo trate desde assunto na forma constitucional e legal devida.

Mesmo na discussão do mérito, houve discordância sobre os efeitos do decreto. Para o senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ), ele é necessário porque a política desarmamentista falhou em evitar homicídios.

— O que mais em impressiona é como parece que estamos vivendo em um paraíso de segurança pública. Estou vendo os senadores defendendo um modelo falido. O Brasil é recordista mundial por homicídio cometido por arma de fogo. Por causa dessa política desarmamentista.

Já Alessandro Vieira (PPS-ES) ressaltou a possibilidade da flexibilização facilitar o desvio de armas e munição.

— O desordenamento que está sendo promovido pelo decreto, a desregulamentação excessiva, a concessão de calibres absurdos, quantidade de munição absurdas, ele só ajuda ao fabricante de arma e ao criminoso.


https://oglobo.globo.com/brasil/comissao-do-senado-aprova-projeto-que-derruba-decreto-de-armas-de-bolsonaro-23734402
 
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ChaosRaptor

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apostam quanto que essa correria do centrão para derrubar isso, é pór conta do medo da populção se armar e ir pra cima deles?
 

Violonista

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abcdario

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A cada dia que passa olho a política de forma mais reducionista.

Cansado de fingir democracia.
A NOSSA DEMOCRACIA É UM ESPETÁCULO DANTESCO, para ser sincero prefiro uma ditadura liberal como a do Pinochet ou um governo ditadorial como o que teve na Coréia do Sul até os anos 80 do que este regime que aqui vivemos hoje.
 

Ares1521

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Tava filosofando esses tempos, e a maneira mais efetiva para acabar com o centrão seria o fim do voto obrigatório.
Por mais que isso seria o correto, existe a possibilidade de aumentar a esquerdada, pois o pessoal centro-liberal já tem uma enorme tendência de nem ir votar, mas TODO socialista vai votar!

Final das contas acho que discutir isso a fundo é tapar sol com peneira, existe vários sistemas de votação que são muito melhores do que o atual, mas mesmo em um sistema perfeito, se votarem em zé-ruela fdp do caralho vai dar merda da mesma forma, o caminho é utilizar de internet para mostrar para todo mundo o nível de parasitagem dos cornos.
 

Sgt. Kowalski

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Governo sofre tripla derrota: na Câmara, no Senado e no Supremo

Decreto de armas, extinção de órgãos colegiados e reforma da Previdência ficam ameaçadas após derrotas desta quarta

Redação - O Estado de S.Paulo

12 de junho de 2019 | 17h44

BRASÍLIA - O presidente Jair Bolsonaro viu três de suas principais medidas neste início de governo ameaçadas nesta quarta-feira, 12. No Senado, a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) aprovou projetos para derrubar o decreto de armas.

Enquanto isso, no Supremo Tribunal Federal (STF), a maioria dos ministros (nove) decidiu suspender ao menos parte do decreto do governo Bolsonaro que prevê a extinção de órgãos colegiados como conselhos, da administração pública federal - o julgamento será retomado nesta quinta-feira, 13.

Também saiu perdendo na proposta da reforma da Previdência. O relator da PEC na Câmara, deputado Samuel Moreira (PSDB-SP), retirou Estados e municípios do seu relatório, o que reduz a economia prevista pelo Ministro da Economia, Paulo Guedes.

Decreto de armas

A CCJ rejeitou um relatório favorável ao decreto das armas assinado pelo presidente nesta quarta. Parlamentares contrários queriam levar o tema para plenário no mesmo dia, calculando que havia votos para impor uma derrota ao governo. Após acordo, no entanto, a análise ficou para a próxima terça-feira, 18.

O prazo dá mais tempo para o governo buscar votos, já que a votação na CCJ sinalizou ambiente para cancelar o decreto presidencial. Depois do Senado, os projetos ainda precisam passar pela Câmara.

Em maio, o presidente Jair Bolsonaro assinou um decreto facilitando o porte de armas de fogo para uma série de 19 categorias, entre elas políticos, caminhoneiros e moradores de área rural. Leia o novo decreto na íntegra.



Decreto prevê que políticos da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos municípios terão porteFoto: Tiago Queiroz/Estadão

Reforma da Previdência

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), afirmou que o relatório da reforma da Previdência não vai incluir as regras para o funcionalismo público de Estados e municípios. O texto deve ser apresentado na quinta-feira, 13. "Mas temos até julho para construir acordo para que eles sejam reincluídos", disse.

Segundo ele, hoje não há votos para que o relator mantenha em seu texto o sistema de capitalização, como previsto pelo ministro da Economia, Paulo Guedes. Maia sinalizou, no entanto, que esse tema ainda deve ser debatido e não está totalmente descartado.


Pela proposta enviada ao Congresso, as novas regras para os servidores públicos federais também valeriam para Estados e municípios – no caso de policiais militares e bombeiros, as exigências seriam atreladas às das Forças Armadas. Isso representa um alívio de R$ 330 bilhões em dez anos para os Estados e de R$ 170,8 bilhões para os municípios. / COLABORARAM CAMILA TURTELLI, MARIANA HAUBERT, IDIANA TOMAZELLI E DANIEL WETERMAN
 
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