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TÓPICO OFICIAL DO PRESIDENTE DA REPÚBLICA JAIR MESSIAS BOLSONARO

Qual será a moeda nova agora com Bolsonaro?

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Godot

Bam-bam-bam
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Bugiga

Habitué da casa
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Indústria nacional só sai lixo
É CCE, é Tec Toy
SÓ PORCARIA
NEM DEVIA EXISTIR ESSE MONTE DE MERDA
Brasil nunca produziu UM eletrônico que presta
Gradiente, nos anos 80 e 90, produzia eletrônicos de qualidade.

Mas, realmente, não é com protecionismo tosco pra preservar a Zona Franca que vão desenvolver uma indústria de eletrônicos por aqui.
 


edineilopes

Retrogamer
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Que acabe a porra da zona franca de manaus
Que se foda porra
Brasil tem que aceitar que não é pra produzir eletrônico aqui
Não dá
Não consegue
Deixa pra quem sabe
Deixa pra quem consegue
"No cenário mais pessimista, a lei pode eliminar 500 empregos diretos e indiretos "

É tudo ridículo na matéria. Com um argumento bosta desse criticar uma decisão nacional que pode beneficiar toda uma indústria.,
Sendo que esses "indiretos" maroto aí pode ser uma mera estimativa e com a má vontade podem ter puxado ao máximo o número "para cima" - e isso no cenário mais pessimista possível.

Como tem gente comentando, se governo Bolsonaro resolver o problema da dengue, vai aparecer doido defendendo o mosquito.
500 empregos diretos e indiretos. PUTA QUE O PARIU.
Um site de tecnologia reclamando de redução de imposto em videogames. Sem o que falar, conseguem escrever uma merda dessa e tem coragem de publicar. O estrago que o PT fez (e esquerdistas similares se fingindo de oposição) foi muito grande e vai levar muito tempo para limpar.
 
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Trump

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O Minicastle fez um Papo Sério sobre a redução dos impostos sobre games.

Tem duas propostas nesse caso,

A redução do IPI


E a PEC.


 

Ataru

Bam-bam-bam
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Que acabe a porra da zona franca de manaus
Que se foda porra
Brasil tem que aceitar que não é pra produzir eletrônico aqui
Não dá
Não consegue
Deixa pra quem sabe
Deixa pra quem consegue
Isso me lembrou uma discussão que o Guedes teve, salvo engano, com a Globo News.

Eles afirmaram que a nova política tributária prejudicaria a Zona Franca de Manaus. Daí o Guedes falou mais ou menos que o Brasil inteiro iria virar uma grande "zona franca". Os tais economistas da Comu News ficaram horrorizados com isso e enfatizaram que isso prejudicaria a Zona Franca.

Tipo, que se foda o Brasil. O que importa é apenas aquele pequeno fragmento de terra beneficiado pela política.
 

Ayatollah Khomeini

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Que tristeza para eles.

As vítimas da sociedade estão sendo oprimidas.

Além disso as ações mais rígidas do governo devem estar afetando os fornecedores do Projaquistão.
Cara, até a receita federal está batendo recode de apreensão de drogas, um amigo que é maconheiro vive reclamando do bolsonaro e que o preço está subindo. :kkk




Quando vem com "eu vou lhe responder com outra pergunta" eu já sei que é arregão desonesto.
 
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Cafetão Chinês

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O presidente do Instituto Mises deu uma entrevista na Folha que puta que pariu. Não leiam aquela merda.
Diz aí exatamente onde está o erro na entrevista que eu não encontrei? Voltar com CPMF é uma ideia bem merda mesmo.

A organização do roubo
A pior ideia de Marcos Cintra, espécie de Suplicy do imposto único, é a volta da CPMF

Após o martírio da reforma da Previdência, a bola da vez é a reforma tributária. O tema dos impostos é controverso para um liberal consistente. Há de pronto uma objeção de ordem moral. Afinal, em sua essência o ato da taxação não difere moralmente do roubo, pois representa a subtração da propriedade de um indivíduo sem seu consentimento.
O sujeito que objetar ao pagamento do imposto é implacavelmente perseguido por meio de cartas, processos, penhoras e confiscos. Assim como um ladrão nem sempre exibe a arma para que nos submetamos à demanda de lhe passar a carteira, analogamente o imposto representa agressão sobre inocentes.
A questão de como financiar os serviços essenciais a uma sociedade justa, ordeira e próspera sem apelar para a coerção sistemática é relevante, mas de natureza distinta. A opção adotada hoje em dia é a coerção de todos pelo Estado para financiar os gastos considerados necessários pelos políticos, mas não é obrigatório que seja assim no futuro: nada impede que um serviço de interesse público possa vir a ser pago voluntariamente.
O secretário da Receita Federal, Marcos Cintra, durante entrevista em seu gabinete em Brasília (DF) - Pedro Ladeira-25.abr.2019/Folhapress
É assim no mercado, onde votamos com o bolso e a cada compra asseguramos que o valor desembolsado vale a pena. Todavia, no caso de um serviço público, não há essa garantia: o que pagamos não volta em serviços.

Não surpreende, portanto, que nos últimos anos a dívida do setor público tenha crescido em dez pontos percentuais do PIB ao se bancarem empresários amigos, inchaço do funcionalismo, venda de caminhões com taxas de 2% ao ano e sobretudo a seguridade social insustentável.
Não há, portanto, como discutir uma reforma tributária sem também discutir a diminuição dos gastos do governo.
Mas como taxar? Uns defendem o foco na renda, outros no consumo, mas isso é irrelevante porque o estrago do imposto é universal. Quem tem a obrigação legal de pagar não é quem sofre a incidência do imposto na vida real. Este é em geral o assalariado.
Há inúmeras propostas em discussão no momento. Pelo lado positivo, as propostas endereçam aberrações tais como o custo burocrático de apuração, a insegurança jurídica derivada das ambiguidades e a complexidade de mais de 80 impostos, taxas e contribuições, com alíquotas e bases distintas.
No entanto, em geral as propostas se ocupam em manter ou aumentar a receita de cada nível da Federação. Os proponentes pesam cada alteração levando em conta o impacto na arrecadação e a coibição da competição entre estados e municípios.

A ideia geral é unificar tributos e centralizar a arrecadação no nível federal ou em um comitê em que o governo federal tenha voz forte. É fazer com que serviços paguem mais. É aumentar a base de arrecadação. É eliminar toda e qualquer isenção de impostos.
Todo imposto gera distorção alocativa e impede a neutralidade. A isenção fiscal tem natureza distinta do subsídio. A primeira, ao eliminar impostos, torna a alocação de recursos mais eficiente ao se aproximar do cenário de melhor alocação. A segunda, ao tirar de Pedro para dar a Paulo, prejudica a todos, menos Paulo.
Algumas exceções do sistema atual existem para acomodar justas diminuições de carga para certas atividades. A isenção de alguns impostos para micro e pequenas empresas que empregam 50% da mão de obra brasileira é um privilégio? Não me parece o caso.
A pior ideia do secretário Marcos Cintra, que é uma espécie de Suplicy do imposto único, é a volta da CPMF. Espero que essa ideia siga "blowing in the wind".

Helio Beltrão
 
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Illidan

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Esse cara está com essa ideia ainda ?
Bobo ele não é. Tem algo por trás disso ai. Se for para aumentar a regulação e poder da receita fiscal, não me surpreenderia. Eu não duvido de nada.
Pessoal vai voltar a guardar dinheiro em casa. Caramba ...
 

_alef_

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Diz aí exatamente onde está o erro na entrevista que eu não encontrei? Voltar com CPMF é uma ideia bem merda mesmo.
Falou besteira na parte técnica e não na ideológica ou histórica se assim preferir.
Imposto e roubo é uma questão ética e não economica.
EDIT: defendeu a zona franca de manaus indiretamente com o negócio de isenção fiscal, falou da questão boba sobre imposto é roubo.
" Uns defendem o foco na renda, outros no consumo, mas isso é irrelevante porque o estrago do imposto é universal. "
UATI?
Aonde que está a tributação que é o problema e não a tributação em si.

A unica coisa que presta é que meteu pau na reforma do Cintra.
 
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quid

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O Minicastle fez um Papo Sério sobre a redução dos impostos sobre games.

Tem duas propostas nesse caso,

A redução do IPI


E a PEC.


Isso nao pode ser por MP?
 
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