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TÓPICO OFICIAL DO PRESIDENTE DA REPÚBLICA JAIR MESSIAS BOLSONARO

Qual será a moeda nova agora com Bolsonaro?

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ChaosRaptor

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Podiam tirar AQUELAS MERDAS dali de manaus e jogar no NE, que possui uma area mais estavel para isso.
 


Ayatollah Khomeini

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Que tristeza para eles.

As vítimas da sociedade estão sendo oprimidas.

Além disso as ações mais rígidas do governo devem estar afetando os fornecedores do Projaquistão.
Cara, até a receita federal está batendo recode de apreensão de drogas, um amigo que é maconheiro vive reclamando do bolsonaro e que o preço está subindo. :kkk




Quando vem com "eu vou lhe responder com outra pergunta" eu já sei que é arregão desonesto.
 
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Cafetão Chinês

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O presidente do Instituto Mises deu uma entrevista na Folha que puta que pariu. Não leiam aquela merda.
Diz aí exatamente onde está o erro na entrevista que eu não encontrei? Voltar com CPMF é uma ideia bem merda mesmo.

A organização do roubo
A pior ideia de Marcos Cintra, espécie de Suplicy do imposto único, é a volta da CPMF

Após o martírio da reforma da Previdência, a bola da vez é a reforma tributária. O tema dos impostos é controverso para um liberal consistente. Há de pronto uma objeção de ordem moral. Afinal, em sua essência o ato da taxação não difere moralmente do roubo, pois representa a subtração da propriedade de um indivíduo sem seu consentimento.
O sujeito que objetar ao pagamento do imposto é implacavelmente perseguido por meio de cartas, processos, penhoras e confiscos. Assim como um ladrão nem sempre exibe a arma para que nos submetamos à demanda de lhe passar a carteira, analogamente o imposto representa agressão sobre inocentes.
A questão de como financiar os serviços essenciais a uma sociedade justa, ordeira e próspera sem apelar para a coerção sistemática é relevante, mas de natureza distinta. A opção adotada hoje em dia é a coerção de todos pelo Estado para financiar os gastos considerados necessários pelos políticos, mas não é obrigatório que seja assim no futuro: nada impede que um serviço de interesse público possa vir a ser pago voluntariamente.
O secretário da Receita Federal, Marcos Cintra, durante entrevista em seu gabinete em Brasília (DF) - Pedro Ladeira-25.abr.2019/Folhapress
É assim no mercado, onde votamos com o bolso e a cada compra asseguramos que o valor desembolsado vale a pena. Todavia, no caso de um serviço público, não há essa garantia: o que pagamos não volta em serviços.

Não surpreende, portanto, que nos últimos anos a dívida do setor público tenha crescido em dez pontos percentuais do PIB ao se bancarem empresários amigos, inchaço do funcionalismo, venda de caminhões com taxas de 2% ao ano e sobretudo a seguridade social insustentável.
Não há, portanto, como discutir uma reforma tributária sem também discutir a diminuição dos gastos do governo.
Mas como taxar? Uns defendem o foco na renda, outros no consumo, mas isso é irrelevante porque o estrago do imposto é universal. Quem tem a obrigação legal de pagar não é quem sofre a incidência do imposto na vida real. Este é em geral o assalariado.
Há inúmeras propostas em discussão no momento. Pelo lado positivo, as propostas endereçam aberrações tais como o custo burocrático de apuração, a insegurança jurídica derivada das ambiguidades e a complexidade de mais de 80 impostos, taxas e contribuições, com alíquotas e bases distintas.
No entanto, em geral as propostas se ocupam em manter ou aumentar a receita de cada nível da Federação. Os proponentes pesam cada alteração levando em conta o impacto na arrecadação e a coibição da competição entre estados e municípios.

A ideia geral é unificar tributos e centralizar a arrecadação no nível federal ou em um comitê em que o governo federal tenha voz forte. É fazer com que serviços paguem mais. É aumentar a base de arrecadação. É eliminar toda e qualquer isenção de impostos.
Todo imposto gera distorção alocativa e impede a neutralidade. A isenção fiscal tem natureza distinta do subsídio. A primeira, ao eliminar impostos, torna a alocação de recursos mais eficiente ao se aproximar do cenário de melhor alocação. A segunda, ao tirar de Pedro para dar a Paulo, prejudica a todos, menos Paulo.
Algumas exceções do sistema atual existem para acomodar justas diminuições de carga para certas atividades. A isenção de alguns impostos para micro e pequenas empresas que empregam 50% da mão de obra brasileira é um privilégio? Não me parece o caso.
A pior ideia do secretário Marcos Cintra, que é uma espécie de Suplicy do imposto único, é a volta da CPMF. Espero que essa ideia siga "blowing in the wind".

Helio Beltrão
 
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Illidan

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Esse cara está com essa ideia ainda ?
Bobo ele não é. Tem algo por trás disso ai. Se for para aumentar a regulação e poder da receita fiscal, não me surpreenderia. Eu não duvido de nada.
Pessoal vai voltar a guardar dinheiro em casa. Caramba ...
 

_alef_

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Diz aí exatamente onde está o erro na entrevista que eu não encontrei? Voltar com CPMF é uma ideia bem merda mesmo.
Falou besteira na parte técnica e não na ideológica ou histórica se assim preferir.
Imposto e roubo é uma questão ética e não economica.
EDIT: defendeu a zona franca de manaus indiretamente com o negócio de isenção fiscal, falou da questão boba sobre imposto é roubo.
" Uns defendem o foco na renda, outros no consumo, mas isso é irrelevante porque o estrago do imposto é universal. "
UATI?
Aonde que está a tributação que é o problema e não a tributação em si.

A unica coisa que presta é que meteu pau na reforma do Cintra.
 
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quid

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O Minicastle fez um Papo Sério sobre a redução dos impostos sobre games.

Tem duas propostas nesse caso,

A redução do IPI


E a PEC.


Isso nao pode ser por MP?
 

Darth_Tyranus

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"No cenário mais pessimista, a lei pode eliminar 500 empregos diretos e indiretos "

É tudo ridículo na matéria. Com um argumento bosta desse criticar uma decisão nacional que pode beneficiar toda uma indústria.,
Sendo que esses "indiretos" maroto aí pode ser uma mera estimativa e com a má vontade podem ter puxado ao máximo o número "para cima" - e isso no cenário mais pessimista possível.

Como tem gente comentando, se governo Bolsonaro resolver o problema da dengue, vai aparecer doido defendendo o mosquito.
Um site de tecnologia reclamando de redução de imposto em videogames. Sem o que falar, conseguem escrever uma merda dessa e tem coragem de publicar. O estrago que o PT fez (e esquerdistas similares se fingindo de oposição) foi muito grande e vai levar muito tempo para limpar.
Tem algum site bom para acompanhar notícias de videogames? Esse Voxel não tem mais condições, todo mundo que era bom caiu fora há tempos, e a redação atual é totalmente esquerdista. A IGN é outra porcaria, ainda pior.
 

Coffinator

Mil pontos, LOL!
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Maia escala Fraga para projeto sobre armas
SALVARBrasil 14.08.19 16:17

Rodrigo Maia escalou o ex-deputado Alberto Fraga para ajudar a elaborar um texto sobre posse e porte de armas a ser votado nas próximas semanas, informa Igor Gadelha na Crusoé. Coronel da reserva da PM do DF, Fraga também é filiado ao DEM e um dos integrantes do partido mais próximos de Jair Bolsonaro.
+++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++

Vamos ver o que vem por aí, não dá pra saber ainda.
 

Tauron

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Vamos falar sobre uma tática esquerdista que será bastante utilizada esse ano, a tática da validação internacional de teses petistas por jornalismo de opinião.

O departamento de agitação e propaganda do PT solta as seguintes notícias:

New York Times: Bolsonaro está liquidando com direito à oposição e liberdade de expressão
Artigo publicado no The New York Times afirma que o Brasil vive uma escalada autoritária em que o governo Jair Bolsonaro considera que "o jornalismo é um ofício criminoso e os políticos e ativistas que o criticam são considerados inimigos do Estado"


Brasil vive “ditadura sutil”, aponta artigo do New York Times

A tática é fazer essas notícias(propaganda petista) entrarem na grande imprensa brasileira com o selo e o peso do The New York Times.



Onde está a malandragem dessa tática?

O tal artigo foi publicado na coluna de opinião da versão em espanhol do jornal por um tal BRUNO BIMBI.

Então temos a primeira malandragem, não é uma reportagem do The New York Times, mas sim um artigo de opinião publicado por um dos colunistas do jornal.

E agora a parte final da malandragem, quem é o senhor Bruno Bimbi?
Bem... Bruno Bimbi é jornalista, doutor em Letras/Estudos da Linguagem (PUC-Rio), ativista gay e integrante da executiva estadual do PSOL-RJ.

Ou seja, trata-se de um artigo escrito por um comunista brasileiro, filiado e integrante da executiva do PSOL que foi publicado no The New York Times.


Evento da esquerda brasileira com Bruno Bimbi.


Jean Wyllys faz propaganda do livro escrito por Bruno Bimbi.


Bruno Bimbi.


E essa é a tática de tentar dar validação internacional a teses petistas/psolistas por meio não de reportagens dos respectivos jornais internacionais, mas por meio de artigos de opinião publicados em "jornais internacionais" que na verdade são escritos por militantes comunistas brasileiros, o militante escreve o artigo, o jornal internacional pública na coluna de opinião, e o departamento de agitação e propaganda do PT sai espalhando nos 4 ventos que A IMPRENSA INTERNACIONAL está criticando Bolsonaro, quando na verdade foi um psolento safado e brasileiro que escreveu a coluna de opinião.
 
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Adam Sandler

Ei mãe, 500 pontos!
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Maia escala Fraga para projeto sobre armas
SALVARBrasil 14.08.19 16:17

Rodrigo Maia escalou o ex-deputado Alberto Fraga para ajudar a elaborar um texto sobre posse e porte de armas a ser votado nas próximas semanas, informa Igor Gadelha na Crusoé. Coronel da reserva da PM do DF, Fraga também é filiado ao DEM e um dos integrantes do partido mais próximos de Jair Bolsonaro.
+++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++

Vamos ver o que vem por aí, não dá pra saber ainda.

A questão é ter posse ou porte apenas com treinamento e avaliação psicológica, volte e meia aparece notícia de uns casos de pessoas que nunca deveriam ter posse pelo perfil.
 

Sgt. Kowalski

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Governo estima 3,7 milhões de novos empregos em dez anos com MP da Liberdade Econômica



BRASÍLIA - O governo calcula que a Medida Provisória da Liberdade Econômica, cujo texto-base foi aprovado na noite de terça-feira no plenário da Câmara, permitirá a geração de 3,7 milhões de novos empregos em um prazo de até dez anos. O número, já antecipado pelo Estadão/Broadcast no início de julho, faz parte de um estudo da Secretaria de Política Econômica do Ministério da Economia e foi reiterado hoje pelo secretário especial de Desburocratização, Gestão e Governo Digital, Paulo Uebel.
Segundo ele, também em um prazo de dez anos, a medida provisória permitirá um acréscimo de 7% ao Produto Interno Bruto (PIB). “Isso é um crescimento muito expressivo. Em 2019, por exemplo, o PIB poderia dobrar, se as mudanças pudessem ser introduzidas no início do ano”, afirmou Uebel a jornalistas na saída do Ministério da Economia, após reunião com o ministro Paulo Guedes e uma série de representantes do setor empresarial.
Ministério da Economia
MP da Liberdade Econômica reduz burocracia para startups e microempresas Foto: Ernesto Rodrigues / Estadão

O impacto previsto pelo governo será consequência do processo de desburocratização de uma série de atividades econômicas. “A MP facilita a abertura e o fechamento de empresas”, citou o secretário. “Estabelecimentos de baixo risco não dependerão mais de alvará, de licença”, acrescentou, lembrando que a espera por alguns documentos, atualmente, chega a durar seis meses.
Para Uebel, é difícil mensurar o impacto de curto prazo da MP, mas já há sinais positivos. “Justamente porque os micro e pequenos empreendedores, que são a maior parte dos serviços no Brasil, com atividades de baixo risco, contarão com um efeito imediato. Eles não precisarão mais esperar por um alvará, uma autorização, para começar uma atividade de costureira, um pequeno comércio de rua, uma atividade de sapateiro”, disse o secretário “Isso daí faz muita diferença na vida das pessoas.”
Uebel destacou ainda a possibilidade, trazida na nova lei, de as empresas promoverem a digitalização de documentos. Além disso, defendeu a criação de uma “imunidade tributária” para a inovação, o que tornaria o Brasil mais próximo das regras adotadas pelos membros da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). Com a harmonização de regras, segundo ele, o Brasil poderá fazer parte da OCDE em breve.
Destaques da MP da Liberdade Econômica

Aprovada no plenário da Câmara por 345 votos a favor e 76 contrários, a MP da Liberdade Econômica passará ainda pela votação de destaques hoje. De acordo com Uebel, a expectativa do governo é de que não haja alterações do texto-base aprovado. “O texto foi muito mais debatido, mais consensual, os pontos polêmicos foram retirados. Então, isso criou condições para que os destaques sejam rejeitados”, afirmou.
Entre os acordos feitos na tramitação do texto, está o da retirada de questões ligadas aos caminhoneiros e à tabela do frete. Uebel afirmou que, por não estar 100% relacionado à matéria da MP, o assunto será tratado em um projeto à parte.
O secretário também afirmou que foram mantidos no texto da MP “pouquíssimos pontos” relacionados à legislação trabalhista. “Apenas a questão do trabalho aos domingos e a questão do (controle de) ponto, pela exceção. Os demais itens foram retirados, para que eles sejam debatidos também em um projeto de lei específico sobre este assunto”, disse.
 

Bugiga

Habitué da casa
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O que o meu sindicato diz sobre a MP da Liberdade Econômica (não nestas palavras):

"É a volta da escravidão, pois os bancários agora serão obrigados a trabalhar aos finais de semana..."

É brabo...
 

Crystal

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Governo estima 3,7 milhões de novos empregos em dez anos com MP da Liberdade Econômica



BRASÍLIA - O governo calcula que a Medida Provisória da Liberdade Econômica, cujo texto-base foi aprovado na noite de terça-feira no plenário da Câmara, permitirá a geração de 3,7 milhões de novos empregos em um prazo de até dez anos. O número, já antecipado pelo Estadão/Broadcast no início de julho, faz parte de um estudo da Secretaria de Política Econômica do Ministério da Economia e foi reiterado hoje pelo secretário especial de Desburocratização, Gestão e Governo Digital, Paulo Uebel.
Segundo ele, também em um prazo de dez anos, a medida provisória permitirá um acréscimo de 7% ao Produto Interno Bruto (PIB). “Isso é um crescimento muito expressivo. Em 2019, por exemplo, o PIB poderia dobrar, se as mudanças pudessem ser introduzidas no início do ano”, afirmou Uebel a jornalistas na saída do Ministério da Economia, após reunião com o ministro Paulo Guedes e uma série de representantes do setor empresarial.
Ministério da Economia
MP da Liberdade Econômica reduz burocracia para startups e microempresas Foto: Ernesto Rodrigues / Estadão

O impacto previsto pelo governo será consequência do processo de desburocratização de uma série de atividades econômicas. “A MP facilita a abertura e o fechamento de empresas”, citou o secretário. “Estabelecimentos de baixo risco não dependerão mais de alvará, de licença”, acrescentou, lembrando que a espera por alguns documentos, atualmente, chega a durar seis meses.
Para Uebel, é difícil mensurar o impacto de curto prazo da MP, mas já há sinais positivos. “Justamente porque os micro e pequenos empreendedores, que são a maior parte dos serviços no Brasil, com atividades de baixo risco, contarão com um efeito imediato. Eles não precisarão mais esperar por um alvará, uma autorização, para começar uma atividade de costureira, um pequeno comércio de rua, uma atividade de sapateiro”, disse o secretário “Isso daí faz muita diferença na vida das pessoas.”
Uebel destacou ainda a possibilidade, trazida na nova lei, de as empresas promoverem a digitalização de documentos. Além disso, defendeu a criação de uma “imunidade tributária” para a inovação, o que tornaria o Brasil mais próximo das regras adotadas pelos membros da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). Com a harmonização de regras, segundo ele, o Brasil poderá fazer parte da OCDE em breve.
Destaques da MP da Liberdade Econômica

Aprovada no plenário da Câmara por 345 votos a favor e 76 contrários, a MP da Liberdade Econômica passará ainda pela votação de destaques hoje. De acordo com Uebel, a expectativa do governo é de que não haja alterações do texto-base aprovado. “O texto foi muito mais debatido, mais consensual, os pontos polêmicos foram retirados. Então, isso criou condições para que os destaques sejam rejeitados”, afirmou.
Entre os acordos feitos na tramitação do texto, está o da retirada de questões ligadas aos caminhoneiros e à tabela do frete. Uebel afirmou que, por não estar 100% relacionado à matéria da MP, o assunto será tratado em um projeto à parte.
O secretário também afirmou que foram mantidos no texto da MP “pouquíssimos pontos” relacionados à legislação trabalhista. “Apenas a questão do trabalho aos domingos e a questão do (controle de) ponto, pela exceção. Os demais itens foram retirados, para que eles sejam debatidos também em um projeto de lei específico sobre este assunto”, disse.
Só acredito vendo;
Mas tomara que seja isso, quero muito outro emprego.
 

*Splash*

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PSL escolhe Filipe Barros para coordenar comissões
O deputado Filipe Barros (PSL-PR) foi escolhido o novo coordenador do PSL nas comissões, O coordenador é responsável por orientar as estratégias de atuação da bancada em cada uma das comissões nas quais a legenda tem representantes, função que era exercida por Alexandre Frota.

O deputado disse que sua missão será colocar ordem na casa: “Vamos criar estratégias, semanalmente, para análise e votação de projetos corriqueiros e importantes que tramitam na Casa. Ou seja, faremos algo que já deveria estar sendo feito. Mas o primeiro semestre foi de aprendizado para todo mundo.

Barros acrescentou que os deputados do partido do presidente têm suas pautas individuais, mas defendeu unidade no discurso. Delegado Waldir continua como líder do PSL na Câmara.


fonte
-

Frota exercia a função, rir não chorar.
Agora falta trocarem o Waldir, líder que só joga contra.
 

ptsousa

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Vamos falar sobre uma tática esquerdista que será bastante utilizada esse ano, a tática da validação internacional de teses petistas por jornalismo de opinião.

O departamento de agitação e propaganda do PT solta as seguintes notícias:

New York Times: Bolsonaro está liquidando com direito à oposição e liberdade de expressão
Artigo publicado no The New York Times afirma que o Brasil vive uma escalada autoritária em que o governo Jair Bolsonaro considera que "o jornalismo é um ofício criminoso e os políticos e ativistas que o criticam são considerados inimigos do Estado"


Brasil vive “ditadura sutil”, aponta artigo do New York Times

A tática é fazer essas notícias(propaganda petista) entrarem na grande imprensa brasileira com o selo e o peso do The New York Times.



Onde está a malandragem dessa tática?

O tal artigo foi publicado na coluna de opinião da versão em espanhol do jornal por um tal BRUNO BIMBI.

Então temos a primeira malandragem, não é uma reportagem do The New York Times, mas sim um artigo de opinião publicado por um dos colunistas do jornal.

E agora a parte final da malandragem, quem é o senhor Bruno Bimbi?
Bem... Bruno Bimbi é jornalista, doutor em Letras/Estudos da Linguagem (PUC-Rio), ativista gay e integrante da executiva estadual do PSOL-RJ.

Ou seja, trata-se de um artigo escrito por um comunista brasileiro, filiado e integrante da executiva do PSOL que foi publicado no The New York Times.


Evento da esquerda brasileira com Bruno Bimbi.


Jean Wyllys faz propaganda do livro escrito por Bruno Bimbi.


Bruno Bimbi.


E essa é a tática de tentar dar validação internacional a teses petistas/psolistas por meio não de reportagens dos respectivos jornais internacionais, mas por meio de artigos de opinião publicados em "jornais internacionais" que na verdade são escritos por militantes comunistas brasileiros, o militante escreve o artigo, o jornal internacional pública na coluna de opinião, e o departamento de agitação e propaganda do PT sai espalhando nos 4 ventos que A IMPRENSA INTERNACIONAL está criticando Bolsonaro, quando na verdade foi um psolento safado e brasileiro que escreveu a coluna de opinião.
Fazem isso há tempos.

Como eu já falei algumas vezes: a esquerda é profissional enquanto o arremedo de direita que existe no Brasil é um bando de chimpanzé com metralhadora.
 

Tauron

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Fazem isso há tempos.

Como eu já falei algumas vezes: a esquerda é profissional enquanto o arremedo de direita que existe no Brasil é um bando de chimpanzé com metralhadora.
É uma das rotinas da esquerda alinskyana, nunca deixe seu inimigo descansar.

É verdade, nossa direita é ainda bastante simiesca, lhes falta conhecimento teórico, arcabouço filosófico e conhecimento aprofundado da mentalidade esquerdista e suas estratégias, mas devagarinho e com jeitinho nós vamos educando eles... eu já abri os olhos de tanta gente pro que a esquerda é... mas tanta gente...
 

Cafetão Chinês

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Falou besteira na parte técnica e não na ideológica ou histórica se assim preferir.
Imposto e roubo é uma questão ética e não economica.
EDIT: defendeu a zona franca de manaus indiretamente com o negócio de isenção fiscal, falou da questão boba sobre imposto é roubo.
" Uns defendem o foco na renda, outros no consumo, mas isso é irrelevante porque o estrago do imposto é universal. "
UATI?
Aonde que está a tributação que é o problema e não a tributação em si.

A unica coisa que presta é que meteu pau na reforma do Cintra.
Esqueça a parte ética. Até porque o Beltrão é minarquista.
O foco do artigo é a critica a volta da CPMF.
E sim, ele está certo, não existe cobrança de imposto sem consequências econômicas como você acredita. Economia é a ciência da escassez, quer bater de frente a lógica, boa sorte.
Isso deveria ser o pensamento padrão, e não a exceção.

Sobre a isenção, é óbvio que está falando da realidade como é agora. Qualquer isenção é benéfica. Mais dinheiro nas mãos da iniciativa privada, que é quem produz e gera renda, e menos nas mãos do estado.
Quanto menor for a cobrança de impostos, mais benéfica ao setor privado. Por uma questão lógica.
Mas claro, ele defende um corte generalizado como ideal.
 
Ultima Edição:

Fernando Collor

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É uma das rotinas da esquerda alinskyana, nunca deixe seu inimigo descansar.

É verdade, nossa direita é ainda bastante simiesca, lhes falta conhecimento teórico, arcabouço filosófico e conhecimento aprofundado da mentalidade esquerdista e suas estratégias, mas devagarinho e com jeitinho nós vamos educando eles... eu já abri os olhos de tanta gente pro que a esquerda é... mas tanta gente...
 

Cafetão Chinês

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Fazem isso há tempos.

Como eu já falei algumas vezes: a esquerda é profissional enquanto o arremedo de direita que existe no Brasil é um bando de chimpanzé com metralhadora.
Nossa direita a até alguns anos se resumia a gatos pingados como Carlos Lacerda, Nelson Rodrigues e Roberto Campos.
Os militares só tinham conhecimento dentro das doutrinas positivistas que seguiam, e portanto, eram presa fácil para a narrativa da esquerda.

A vantagem é que temos a razão e a lógica do nosso lado. Um direitista bem instruído consegue fazer um estrago intelectual muito grande em uma boa parte da esquerda.
Roberto Campos mesmo humilhou bastante a manada vermelha que fazia parte da intelligentsia em sua época.
A desvantagem, é que um direitista mal instruído, serve tanto de presa fácil para a esquerda, quanto de validação a muitos dos seus ideais profanos. Pois eles já tem a cartilha bem montada e organizada.
 
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