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TÓPICO OFICIAL DO PRESIDENTE DA REPÚBLICA JAIR MESSIAS BOLSONARO

Qual será a moeda nova agora com Bolsonaro?

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Cafetão Chinês

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O jornalismo isentu ataca novamente.

Enquanto alguns outros veículos noticiam que a Sony reduziu o preço do PlayStation 4 como resposta à redução de impostos sobre a categoria, feita pelo governo...

O Estadão noticia o mesmo fato com a seguinte manchete:

Sony deixa de fabricar o PlayStation 4 no Brasil após redução de imposto

Juro, isto está em letras garrafais como capa da notícia. Aí quando você entra no link, encontra o subtítulo informando a redução do preço.

Detalhe para trecho da matéria:

"Na manhã desta terça-feira, 27, a assessoria da Sony procurou a reportagem do Estado e informou que já não fabrica o videogame no País desde 2017. A notícia, porém, só foi divulgada agora."


É tanta desonestidade e jogo sujo que tem que denunciar, porra.

Espalhem isso, joguem no Twitter, façam barulho.

NO LINK URL FALA DE REDUÇÃO DE PREÇO, MAS O TÍTULO DO LINK NO GOOGLE E NA MANCHETE DO ESTADÃO, TANTO NO PC COMO NO CELULAR ESTÁ SENDO PANFLETADO COM O TITULO ENGANOSO QUE APONTEI ACIMA.

Basta digitar no Google o mesmo título, isso se você já não recebeu pelo celular essa chamada falsa e criminosa. Fake news total.
Acabei de discutir com um esquerdopata sobre essa notícia.
O que ele disse foi que a Sony parou de fabricar o PS4 aqui devido a diminuição dos impostos. E que não adiantou de nada baixar os impostos pois gerou "desemprego".
Ignorando claro, que os custos com impostos para fabricar aqui são altos e a Sony provavelmente sairia de qualquer forma.
E que é isso que na verdade espanta as indústrias.

Eles conseguem ser completamente desonestos. Temos que destruir casa narrativa dessa gente. A mentira não pode prevalecer.
 
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Ayatollah Khomeini

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cara, se a gente parar pra pensar nesse valor de 80 milhoes, em termos de brasil, eh uma mindingaria do c***lho. dois c-130 custam uns 30 milhoes, o brasil tem 2 bilhoes de fundo eleitoral, a lava jato numa porrada repatria 800 milhoes, 300 milhoes.....
entao chega um cara de fora, diz que vai te dar o dinheiro pra consertar a vidraça, mas que quer por isso saber a hora que tu chega, que sai, com quem anda e escolher sua roupa. tem que recusar essa grana, com certeza, com diplomacia e educaçao, mas tem que deixar clara a soberania e mandar o recado.

Enviado de meu SM-G532M usando o Tapatalk
Esse valor é por ano, não paga nem o custo com o gef a tropa de elite ibama que só tem 13 agentes que estão de braços cruzados desde o início do ano.
 

Illidan

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O jornalismo isentu ataca novamente.

Enquanto alguns outros veículos noticiam que a Sony reduziu o preço do PlayStation 4 como resposta à redução de impostos sobre a categoria, feita pelo governo...

O Estadão noticia o mesmo fato com a seguinte manchete:

Sony deixa de fabricar o PlayStation 4 no Brasil após redução de imposto

Juro, isto está em letras garrafais como capa da notícia. Aí quando você entra no link, encontra o subtítulo informando a redução do preço.

Detalhe para trecho da matéria:

"Na manhã desta terça-feira, 27, a assessoria da Sony procurou a reportagem do Estado e informou que já não fabrica o videogame no País desde 2017. A notícia, porém, só foi divulgada agora."


É tanta desonestidade e jogo sujo que tem que denunciar, porra.

Espalhem isso, joguem no Twitter, façam barulho.

NO LINK URL FALA DE REDUÇÃO DE PREÇO, MAS O TÍTULO DO LINK NO GOOGLE E NA MANCHETE DO ESTADÃO, TANTO NO PC COMO NO CELULAR ESTÁ SENDO PANFLETADO COM O TITULO ENGANOSO QUE APONTEI ACIMA.

Basta digitar no Google o mesmo título, isso se você já não recebeu pelo celular essa chamada falsa e criminosa. Fake news total.
E tem nego que defende com unhas e dentes ainda essa cambada.
A empresa tem que se dar o trabalho de correr atrás de quem publicou essa bosta para retratação.
Foi a mesma coisa com o Telegram.
 


Ayatollah Khomeini

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Quando teve o desastre de brumadinho, Israel prontamente acenou ajuda ao Brasil, pois Bolsonaro colocou como promessa de campanha passar a embaixada para Jerusalém.
Porém, Bolsonaro não cumpriu o combinado e todos perceberam que Israel sentiu isso, e agora no desastre dos incêndios da Amazônia, Israel nem se manifestou.
Cara, você falou novamente, veja o vídeo abaixo.

Da boca dele.

Na verdade é pior, porque ele quer que o presidente da França peça desculpas. :kkk
 
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arqueiro182

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O Prof. Ricardo Felício tem Doutorado, dá aula na USP e ele foi perseguido!

O salário dele era de 10.000R$ (que é um salário de docente com Doutorado na USP) o salário dele foi reduzido pra 1.500R$... depois pra 0,00R$ :facepalm um verdadeiro absurdo a perseguição que acontece a aqueles que não se enquadram na agenda deles. Cortaram o salário do cara.

Esquerdista são os que mais perseguem.

Isso um professor que sofreu perseguição, agora imagina aluno.
 

Sgt. Kowalski

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Denúncias contra Maia não abalam o Ibovespa
Principal índice da bolsa mostra força nesta terça-feira

27 ago 2019, 13h12

A piora na cena política tem adicionado um novo elemento de tensão aos mercados, embora o Ibovespa esteja em ritmo de recuperação nesta terça-feira (27), seguindo a trégua no exterior. As denúncias da véspera contra o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, não impediram o índice de avançar com força nesta sessão.

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Mercado já sabia faz tempo que o Presuntinho não vale meio pão com bacon.
 

nEstle

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O Prof. Ricardo Felício tem Doutorado, dá aula na USP e ele foi perseguido!

O salário dele era de 10.000R$ (que é um salário de docente com Doutorado na USP) o salário dele foi reduzido pra 1.500R$... depois pra 0,00R$ :facepalm um verdadeiro absurdo a perseguição que acontece a aqueles que não se enquadram na agenda deles. Cortaram o salário do cara.

Esquerdista são os que mais perseguem.

Isso um professor que sofreu perseguição, agora imagina aluno.
O que esses caras do clima fazem nao é ciência, isso é uma seita seguindo dogmas. Se eles mesmo afirmam que não tem indícios concretos que a mudança climática é influenciada pelo homem, apenas suposições e opiniões de especialistas, porque atacar de maneira tão baixa alguém com teses contrárias às suas? Se suas opiniões são tão fundamentadas, porque se incomodam tanto com alguém que as questiona? Absurdo completo isso.
 

♈he Øne

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Denúncias contra Maia não abalam o Ibovespa
Principal índice da bolsa mostra força nesta terça-feira

27 ago 2019, 13h12

A piora na cena política tem adicionado um novo elemento de tensão aos mercados, embora o Ibovespa esteja em ritmo de recuperação nesta terça-feira (27), seguindo a trégua no exterior. As denúncias da véspera contra o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, não impediram o índice de avançar com força nesta sessão.

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Mercado já sabia faz tempo que o Presuntinho não vale meio pão com bacon.
Eu acho que é porque sabe que vai ser difícil ele cair. Pelo menor enquanto tiver na presidência da câmara.
 

Maladino

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O que esses caras do clima fazem nao é ciência, isso é uma seita seguindo dogmas. Se eles mesmo afirmam que não tem indícios concretos que a mudança climática é influenciada pelo homem, apenas suposições e opiniões de especialistas, porque atacar de maneira tão baixa alguém com teses contrárias às suas? Se suas opiniões são tão fundamentadas, porque se incomodam tanto com alguém que as questiona? Absurdo completo isso.
O problema é que entre a ciência como ideal e a sua aplicação/desenvolvimento no mundo real existe um elemento humano que pode ou não atrapalhar, e, nas universidades, o elemento é a academia.

Eu não gosto do Ricardo Felício e não é nem pela opinião climatológica dele (Apesar de nesse lado negacionista no Brasil eu acho o Molion pré-despirocada alguém muito mais interessante) , e sim que ele fala uma besteiras meio fodas de vez em quando (Tipo aquele papo m**** que se limpar a Amazônia ela volta em pouco tempo) ou de ficar discutindo semântica besta as vezes (Odeio discussão semântica) e depois, ao invés de dar um embasamento real quando contestado (E não por um bosta como eu, mas mesmo por pessoas da mesma área ou áreas relevantes), acaba tentando sair por umas tangentes irrelevantes.

Mas eu acho que represaria acadêmica só deveria surgir em justificativa da função acadêmica dele (ou seja, dele fazer m**** como professor). Não pela visão/vertente científica dele.

Por mim seria interessante exigir justificativas de quem toma esse tipo de decisão... Eu nem sabia que era possível reduzir salário de professor universitário.
 

jonasdorock

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Ultimamente tenho pensado na estratégia da mídia contra o Bolsonaro, de tentar queimar o filme do cara com falácias, manipulações e criação de narrativas... nós aqui pensamos que isso pode causar problemas para o Bolsonaro, mas pude ver que o tiro está saindo pela culatra.
Hoje eu vejo pessoas simples, daquelas que nem sabe o que é twitter e se informa apenas pela televisão, questionando se realmente está acontecendo tudo isso com a Amazônia, isentando o presidente de culpa, já que esse alvoroço todo não existia na época petista.
54 milhões de pessoas votaram no Bolsonaro, e a mídia só está atraindo mais pessoas a ficar do lado dele com essas invenções.
 

Sgt. Kowalski

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Sob pressão por incêndios na Amazônia, Bolsonaro defende exploração de terras indígenas

BRASÍLIA - Convocada para discutir incêndios na Amazônia e transmitida pelas redes sociais, a reunião com governadores da região nesta terça-feira, 27, serviu para o presidente Jair Bolsonaro reiterar a defesa da exploração econômica de terras indígenas e de áreas de preservação, o que ele tem feito desde a campanha eleitoral de 2018, além de criticar políticas ambientais de gestões anteriores.
Bolsonaro disse que o encontro mostrou ao mundo "onde chegamos com essa política ambiental, que não foi usada de forma racional". Ele perguntou, ao final da fala de cada governador, quanto do território do seu Estado estava "inviabilizado" por terras protegidas. Segundo Bolsonaro, muitas das reservas indígenas "têm aspecto estratégico que alguém programou". A reunião com o Consórcio Interestadual da Amazônia Legal ainda uma divisão entre os governadores da região, seis deles mais alinhados politicamente Palácio do Planalto, e outros três não.
"Índio não faz lobby e consegue ter 14% do território nacional demarcado", declarou Bolsonaro. O presidente listou pedidos de demarcação que estariam sobre a sua mesa. Ele afirmou que a ideia do governo é rejeitar, mas que a decisão será feita em diálogo com os chefes dos Executivos estaduais. Os governadores do Amazonas, Acre, Roraima, Rondônia e Tocantins concordaram com Bolsonaro no sentido de que é preciso haver formas de estimular a produção nessas terras.
Conforme Bolsonaro, há uma pressão internacional para demarcar terras indígenas e quilombolas no Brasil. "Se eu demarcar agora, pode ter certeza que o fogo acaba em cinco minutos", afirmou ele. Segundo a Fundação Nacional do Índio (Funai), o País tem 462 terras indígenas no Brasil, 54% delas na Região Norte. O Brasil tem cerca de 300 povos indígenas.
Bolsonaro rebate Macron mais uma vez

O presidente do Brasil ainda rebateu novamente declarações do presidente da França, Emmanuel Macron. Bolsonaro disse que a proposta de internacionalização da floresta é uma "realidade na cabeça dele" e pediu união para garantir a soberania brasileira.
A crítica de Bolsonaro foi acompanhada pelo ministro do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), Augusto Heleno, que chamou a posição do francês de “molecagem”. O governador do Pará, Helder Barbalho (MDB), reagiu às falas e afirmou que “estamos dando muita importância para este tipo de comentário” e que “temos de cuidar do nosso país e tocar a vida”.
Mais cedo, Bolsonaro havia dito que pode reconsiderar a ajuda emergencial de R$ 83 milhões oferecida pelo G-7, o grupo de países mais ricos do mundo, caso Macron retire "insultos" contra ele. Na reunião com governadores, Bolsonaro disse ter posição contrária a "um presidente do G-7", mas não a todo o grupo. Os governadores do Pará e do Maranhão, Flávio Dino (PC do B), fizeram as defesas mais firmes sobre aceitar recurso oferecidos pelo G-7.
O discurso do presidente foi apoiado por aliados, como o governador de Roraima, Antonio Denarium (PSL). Ele afirmou que o Estado tem sido penalizado nos últimos 30 anos por políticas indigenistas e ambientais. Disse ainda que 95% da vegetação nativa de Roraima está preservada, mas pediu ajuda ao governo federal para conseguir fiscalizar e combater ações ilegais.
"É difícil fazer fiscalização sem saber quem é o verdadeiro dono da terra. Temos de fazer o ordenamento territorial do nosso Estado e temos de aprender a separar os bons dos ruins. Hoje o Ibama chega e multa todo mundo sem direito de defesa", disse Denarium. O governador pediu ainda que a União ajude na formação de brigadistas locais.
Bolsonaro perguntou a Denarium sobre os motivos que levaram às demarcações. "É fruto de uma política indigenista", respondeu o governador. "Roraima não é porção de terra mais rica do Brasil, mas do mundo. E as terras indígenas e as ONGs estão concentradas justamente nessas áreas", afirmou.
O presidente disse que até quinta-feira, 29, o governo deve apresentar medidas em resposta aos pedidos dos governadores. Bolsonaro não deixou claro se a proposta seria apenas para combater incêndios ou se avançará sobre mudanças na legislação ambiental, incluindo exploração de terras indígenas.
Na reunião, o governador do Pará ainda pediu uma posição mais clara do ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, sobre uso de recursos do Fundo Amazônia. Segundo ele, o ministro mostrou na conversa de hoje uma versão mais branda sobre o fundo do que vinha sendo propagada pelo governo, que defendia não usar mais os recursos. “Se a lógica do ministério sobre o Fundo é, por um lado, saber o que foi feito, por outro, rever o critério de prioridades, isso tudo é muito diferente do que dizer não queremos mais usar o recurso”, disse Helder.
Além disso, Bolsonaro afirmou que há uma pressão internacional para demarcação de terras indígenas e quilombolas no Brasil. "O presidente, no entanto, não apresentou provas da suposta influência estrangeira nos incêndios. Bolsonaro afirmou que a destinação de terras para estes fins e também a criação de parques nacionais está levando o País à "insolvência" e que os recursos do Fundo Amazônia "têm um preço".

O presidente contou que a "indústria da demarcação de terras" ocorreu logo após o governo Sarney, na década de 90, e citou como principal ação da época o estabelecimento das terras dos ianomâmis pelo governo Collor. Elas ocupam hoje áreas do Amazonas e de Roraima.
"É um absurdo o que falam a nosso respeito. Até porque o Amazonas é o Estado que tem menos focos [de incêndio], até pela umidade, condições climáticas. Tem mais em outros Estados onde o agronegócio e a pecuária chegou sem transgredir. Perguntei ontem para quem trata desse assunto aqui que uma fogueira de São João é detectada pelo satélite como foco de incêndio" disse, para, na sequência, o ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, explicar que os satélites identificam as fogueiras como foco de calor. "Isso, foco de calor. Então até isso usam. O que fazem não é contra eu (sic), é contra o Brasil", disse.

Governadores

Aliado de Bolsonaro, o governador de Roraima, Antonio Denarium, afirmou que o Estado tem sido penalizado nos últimos 30 anos por políticas indigenistas e ambientais. Ele disse ainda que 95% da vegetação nativa de Roraima está preservada, mas pediu ajuda ao governo federal para conseguir fiscalizar e combater ações ilegais.
"É difícil fazer fiscalização sem saber quem é o verdadeiro dono da terra. Temos que fazer o ordenamento territorial do nosso Estado e temos que aprender a separar os bons dos ruins. Hoje o Ibama chega e multa todo mundo sem direito de defesa", disse Denarium. O governador pediu ainda que a União ajude na formação de brigadistas locais.
Bolsonaro questionou Denarium sobre os motivos que levaram às demarcações de terras indígenas em seu Estado. O governador respondeu que isso é "fruto de uma política indigenista". "Roraima não é porção de terra mais rica do Brasil, mas do mundo. E as terras indígenas e as ONGs estão concentradas justamente nessas áreas", disse.
Na conversa com os gestores estaduais, o presidente tem perguntado quanto do território de cada Estado está "inviabilizado" por terras protegidas e disse que muitas das reservas indígenas "têm aspecto estratégico que alguém programou". Após cada fala, Bolsonaro ainda citou pedidos de demarcação de terras nas regiões e disse que, se concretizados, podem inviabilizar o desenvolvimento do local.
"Índio não faz lobby e consegue ter 14% do território nacional demarcado", disse Bolsonaro. Ele disse que existem hoje 498 novos pedidos de demarcação de terras indígenas no Ministério da Justiça. "Estamos mostrando para o mundo aonde estamos chegando com essa política ambiental que não foi usada de forma racional", disse.
O ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni (DEM), ficou responsável por conversar com os governadores da Amazônia Legal sobre propostas levantadas na reunião desta terça-feira, 27, entre eles e o presidente Jair Bolsonaro (PSL).
A informação foi dada pelo governador do Pará, Helder Barbalho (MDB), após a reunião. A assessoria de Onyx disse que não há cronograma definido para as conversas. O governo sinalizou que pretende enviar ao Congresso propostas para alterar a legislação sobre exploração econômica em áreas demarcadas da região.
A ideia é que o ministro da Casa Civil faça reuniões separadas com governadores da ala leste e oeste da Amazônia Legal. A divisão seria por causa dos comandos militares que atuam na região (da Amazônia e o do Norte), explicou o governador do Amapá, Waldez Góes (PDT), que preside o Fórum de Governadores da Amazônia em 2019.
 

mfalan

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Raoni, queridinho da França, quer depor Bolsonaro
SALVARBrasil 27.08.19 15:56


O líder indígena Raoni, apoiado pela ONG francesa Planète Amazone, pediu na última sexta a deposição de Jair Bolsonaro, relata Duda Teixeira na Crusoé.
“O Bolsonaro está fazendo coisa ruim. A gente tem que tirar ele logo. Acho que o presidente da França e outras forças internacionais podem fazer pressão para o povo brasileiro e o Congresso tirar o Bolsonaro”, disse, em entrevista na Alemanha.


Leia a reportagem:




https://www.oantagonista.com/brasil/raoni-queridinho-da-franca-quer-depor-bolsonaro/
 

T.Chico

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Raoni, queridinho da França, quer depor Bolsonaro
SALVARBrasil 27.08.19 15:56


O líder indígena Raoni, apoiado pela ONG francesa Planète Amazone, pediu na última sexta a deposição de Jair Bolsonaro, relata Duda Teixeira na Crusoé.
“O Bolsonaro está fazendo coisa ruim. A gente tem que tirar ele logo. Acho que o presidente da França e outras forças internacionais podem fazer pressão para o povo brasileiro e o Congresso tirar o Bolsonaro”, disse, em entrevista na Alemanha.


Leia a reportagem:




https://www.oantagonista.com/brasil/raoni-queridinho-da-franca-quer-depor-bolsonaro/
Vai receber muito apoio do povo brasileiro índio sem vergonha.
 

Monogo

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Ultimamente tenho pensado na estratégia da mídia contra o Bolsonaro, de tentar queimar o filme do cara com falácias, manipulações e criação de narrativas... nós aqui pensamos que isso pode causar problemas para o Bolsonaro, mas pude ver que o tiro está saindo pela culatra.
Hoje eu vejo pessoas simples, daquelas que nem sabe o que é twitter e se informa apenas pela televisão, questionando se realmente está acontecendo tudo isso com a Amazônia, isentando o presidente de culpa, já que esse alvoroço todo não existia na época petista.
54 milhões de pessoas votaram no Bolsonaro, e a mídia só está atraindo mais pessoas a ficar do lado dele com essas invenções.
Depois de ver uma noticia de 2017 sendo requentada como atual, da pra perceber isso.

E a noticia que falo é da Sony ter parado de produzir PS4, dando a ideia que a motivação foi pela baixa de impostos no setor.
 

Tauron

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Enquanto Bolsonaro perde tempo insultando a avó do Macron, o Homem-Brinquedo faz seus movimentos...

Doria aproveita fritura feita por Bolsonaro e tenta atrair Moro
Aliados de tucano defendem que ele oferte a vice em 2022 para o ministro mudar a SP




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27.ago.2019 às 15h24
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Igor Gielow
SÃO PAULO
O ministro Sergio Moro (Justiça e Segurança Pública) é o novo alvo do governador João Doria (PSDB-SP), que busca aproveitar-se da crise entre o ex-juiz símbolo da Operação Lava Jato e o chefe, o presidente Jair Bolsonaro (PSL).

Doria e Moro conversam no evento em que o ministro ganhou a Ordem do Ipiranga
Doria e Moro conversam no evento em que o ministro ganhou a Ordem do Ipiranga - Eduardo Knapp - 28.jun.2019/Folhapress
Para aliados do tucano, a vice-presidência numa chapa encabeçada por Doria em 2022 pode ser a isca para fisgar o ministro à sua equipe, quebrar um alicerce do bolsonarismo e formar o que os mais empolgados chamam de "dupla matadora".

Doria não fez convite formal ao ministro, mas diversos recados vêm sendo dados por interlocutores comuns dos dois. Nesta terça (27), o governador falou a repórteres sobre o assunto após um evento em São Paulo, dando a deixa mais explícita até aqui.

"Quem não gostaria?", perguntou, ao ser questionado se gostaria de Moro em sua equipe. "Foi um grande juiz, é um grande ministro. Não há convite, há admiração", disse o tucano, relembrando a parceria com o Ministério da Justiça na remoção de 25 líderes do Primeiro Comando da Capital de São Paulo.

A saída é vista pela área de segurança do estado como responsável por alguns dos bons números que a gestão Doria vem apresentando de redução de criminalidade nestes primeiros meses do governo.

O governador vem se movimentando acentuadamente para tentar diferenciar-se de Bolsonaro, após ter sido eleito em 2018 com uma ajuda fundamental da campanha conjunta "BolsoDoria" no segundo turno contra Márcio França (PSB).

Desde que assumiu o governo e começou a enfrentar todo tipo de desgaste, a maioria autoinfligido segundo avaliação corrente nos partidos de centro, Bolsonaro viu refluir de sua base de apoio o eleitorado de centro e centro-direita que havia votado nele amparado nos discursos anticorrupção e antipetista.

O presidente ainda tem confortáveis um terço do eleitorado, mas eles parecem hoje divididos entre os bolsonaristas radicais e aqueles elementos antiestablishment, a contar com a avaliação de pesquisas qualitativas de partidos. O antipetismo é mais espraiado pelos diversos grupos que apoiaram Bolsonaro, mas aí Doria sempre esteve bem colocado.

É o voto anticorrupção, fortemente atrelado à ação da Lava Jato desde 2014 que Moro simbolizou, está na praça. Não só ele: o próprio ministro vem sofrendo uma campanha diária de humilhações por parte do presidente, que lhe retirou um aliado à frente do antigo Coaf (que foi exinto para renascer sob as asas do Banco Central) e passou a semana passada inteira dizendo que poderia trocar o diretor da Polícia Federal quando quisesse.

Isso é verdade, mas do jeito que vem sendo colocada a atitude de Bolsonaro indica a pura e simples fritura de Moro. Motivos: o prestígio ainda associado ao ex-juiz, que o presidente considera a antessala para uma candidatura presidencial dissidente em 2022, e as investigações que Moro não coibiu acerca dos elos entre a família do mandatário e milicianos no Rio.

Isso levou, como a Folha relatou, a uma discussão acalorada entre ambos recentemente e ao esfriamento público, quase diário, da relação dos dois. Segundo um líder partidário com acesso a Moro, o ex-juiz reclama que trouxe prestígio ao governo, mas só ganhou críticas de volta.

Moro foi o grande trunfo apresentado por Bolsonaro durante a transição de governo, que até então só tinha como nome reconhecido o economista Paulo Guedes, que viria a ser o chefe da área. Ao aceitar ser ministro, o juiz que colocou Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na cadeia ganhou imediatamente a acusação de ter orientado seu trabalho para remover um adversário central de Bolsonaro em 2018, ganhando a cadeira em troca.

Veja fotos da manifestação de apoio a Sergio Moro em São Paulo
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Moro nega isso, mas sua situação ficou mais delicada com as revelações do site The Intercept sobre mensagens trocadas entre ele e procuradores da Lava Jato, que alguns integrantes do Supremo Tribunal Federal julgam indicar direcionamento do julgamento de Lula e em outros procedimentos.

Para Doria, isso é irrelevante. Ele já concedeu uma medalha a Moro e fez elogios públicos a ele quando o escândalo do Intercept veio à tona. Agora, estende o tapete do Palácio dos Bandeirantes a ele, não sem causar a pergunta óbvia: estaria convidando para sua casa um potencial adversário em 2022?

Aí entra na equação a sugestão da oferta da vice. Moro sofreu desgaste nos últimos meses, embora retenha popularidade alta. Um operador político de Doria em Brasília afirma que o governador está ciente disso, mas considera que a disputa presidencial está tão distante que o bônus de retirar o símbolo anticorrupção do governo é bem maior que o eventual ônus lá na frente.

Para deixar o governo, Moro já teria até uma desculpa: a falta de resposta de Guedes a seu pedido para ampliação orçamentária do ministério em 2020.

Restaria saber onde encaixá-lo em São Paulo, dado que no estado a pasta da Justiça é lateral e a da Segurança Pública, central, mas cujo titular, o general da reserva João Camilo Pires de Campos, tem tido o trabalho bem avaliado.

A fusão de ambas as secretarias deixaria o militar sem teto, o que obrigaria a outras acomodações. Parece algo menor, contudo, dado o tamanho do gol político que roubar Moro de Bolsonaro teria.

Em seu esforço de diferenciação do presidente, Doria já o criticou abertamente em diversos episódios recentes, buscando qualificar Bolsonaro como alguém dado a posições mais extremas. O faz com luvas de pelicas, contudo.

Na semana retrasada, aproveitou a expulsão do deputado federal Alexandre Frota do PSL-SP para filiá-lo, não sem contestação judicial da velha guarda tucana, ao PSDB. O caso ainda pode ter novos capítulos, e Doria sofreu um revés interno ao não conseguir ver o deputado Aécio Neves (MG) expulso da sigla na semana passada.

Doria também é muito próximo de Joice Hasselmann (PSL-SP), líder do governo Bolsonaro no Congresso. Para muitos de seus aliados, ele apoiará informalmente a deputada se ela quiser ser candidata a prefeita paulistana no ano que vem, ainda que oficialmente dará suporte à postulação de Bruno Covas (PSDB) à reeleição.

No sempre convulsionado PSL, a líder é acusada por colegas de fazer jogo duplo. Ela, por sua vez, nega e afirmou recentemente que Moro tem apoio do governo para permanecer no cargo —apesar do bombardeio quase diário de Bolsonaro.
 

Ayatollah Khomeini

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MPF abre investigação para apurar construção ilegal de ponte na Floresta Nacional do Jamanxim, no PA
Ponte seria usada para escoar madeira explorada ilegalmente na reserva florestal.
Por Caio Maia e Gil Sóter, G1 PA — Belém
26/08/2019 18h30 Atualizado há 19 horas


O Ministério Público Federal (MPF) informou nesta segunda-feira (26) que abriu investigação inicial para apurar a construção da ponte irregular na Floresta Nacional do Jamanxim, sobre o rio de mesmo nome, no sudoeste do Pará. A ponte seria usada para escoar madeira extraída de forma ilegal da área de proteção ambiental. O governo do estado disse que não autorizou essa obra e que vai enviar equipe para fazer vistoria no local.

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Ponte é construída sem autorização sobre o rio Jamanxim, no Pará — Foto: Reprodução/TV Globo

Ponte é construída sem autorização sobre o rio Jamanxim, no Pará — Foto: Reprodução/TV Globo
A imagem foi mostrada em reportagem exibida pelo Fantástico, no domingo (25), durante sobrevoo na área para flagrar pontos de desmatamento na Amazônia. O rio Jamanxim passa pela Floresta Nacional do Jamanxim, a mais desmatada do Brasil, segundo os dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe).

De acordo com o MPF, foram pedidos esclarecimentos ao Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) sobre o assunto. O MPF quer saber quais providências o órgão tomou após a denúncia dos moradores. No entanto, o Ibama ainda não respondeu a solicitação. O G1 também entrou em contato com o instituto e aguarda posicionamento.
Além disso, o MPF informou que participou de reunião junto à Marinha, que registrou um auto de infração contra a obra por considerar que a construção pode inviabilizar a navegação no local. Ainda de acordo com o MPF, a Marinha também informou que considera irregular a construção da ponte porque não foram apresentadas as documentações corretas. Por conta disso, o MPF disse que a Marinha solicitou à Prefeitura de Itaituba o embargo da obra. O G1 entrou em contato com a Marinha e a Prefeitura e aguarda retorno.

Desmatamento e 10 mil focos de incêndios

O Pará é o estado com maior índice de desmatamento da Amazônia Legal, de acordo com Boletim do Desmatamento divulgado nesta quarta-feira (20) pelo Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon). Dos 2441 km² de área desmatada entre agosto de 2017 e maio de 2018, 852 km² foram no Pará. Em maio de 2018, 48% do total desmatado foi no Pará, seguido pelo Mato Grosso, com 29%; Amazonas, com 15%; Rondônia, com 7%; e Acre com 1%.
O Imazon alerta sobre derrubadas em áreas protegidas já que, em maio de 2018, 30% do desmatamento ocorreu em unidades de conservação e terras indígenas, onde regras para utilização do solo são mais rigorosas. No Pará, a destruição dessas áreas foi 52% do total desmatado em todo o estado. Na Floresta Nacional do Jamanxim, por exemplo, as derrubadas atingiram área equivalente a quatro mil campos de futebol.
A Força Nacional está no Pará para atuar no combate ao desmatamento e às queimadas na floresta. O estado registra 10 mil pontos de incêndio espalhados por áreas de florestas. O Pará é segundo estado que teve maior aumento no número de queimadas desde o início do ano, em comparação com o mesmo período do ano passado. Entre as nove cidades da Amazônia que registram mais casos, quatro são do Pará: São Félix do Xingu, Altamira, Novo Progresso e Itaituba.
Aproximadamente 90% dos pontos de incêndio e desmatamento se concentram em três municípios paraenses: Altamira, Novo Progresso e São Félix do Xingu, no eixo da rodovia BR-163 e da Transamazônica.

Incêndios são investigados pela PF

A Polícia Federal disse nesta segunda-feira (26), em nota, que mobilizou todas as superintendências e delegacias localizadas na Amazônia Legal para identificar e reprimir qualquer ação criminosa na esfera ambiental na floresta amazônica.
A Amazônia Legal abrange os sete estados da região Norte, e ainda Mato Grosso e Maranhão. As ações são realizadas no âmbito da Operação Verde Brasil. As unidades da corporação, diz a PF, estarão mobilizadas em tempo integral.
 
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