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TÓPICO OFICIAL DO PRESIDENTE DA REPÚBLICA JAIR MESSIAS BOLSONARO

Qual será a moeda nova agora com Bolsonaro?

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Trump

Bam-bam-bam
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Pra dar apavoro no STF só se uma turba entrar lá dentro. qualquer coisa diferente disso será motivos de riso entre Gilmar e Toffoli enquanto tomam um Pinot Noir de 2000 reais pago pelos contribuintes.
Eles já estão se preparando para isso.

STF vai comprar kit com armadura e capacete para se proteger de manifestações

Edital de licitação foi aberto no início do mês no valor de R$ 69,6 mil

BRASÍLIA – Em meio a críticas contra sua atuação, o Supremo Tribunal Federal ( STF ) abriu licitação para comprar equipamentos para se proteger de eventuais manifestações e ataques físicos . Edital publicado no último dia 2 na página da Corte na internet anuncia a compra de “kit antimotim para controle de distúrbio civil”. O kit será composto de “armadura de proteção corporal completa (membros e tórax), capacete e escudo”. O valor estimado a ser gasto é de R$ 69.612,60.

A avaliação das propostas de preço apresentadas pelas empresas interessadas está marcada para a próxima segunda-feira, por meio eletrônico. Há preocupação com ataques vindos de objetos pontiagudos ou pesados – e até chamas provocadas por coquetéis Molotov.


Espero que tenha levado o fantasma da CPMF junto!

 
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mfalan

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CPMF derruba secretário da Receita

Ministro Paulo Guedes decidiu demitir Marcos Cintra pela rejeição à proposta de reforma tributária, que inclui a criação de um novo tributo sobre pagamentos

José Fucs, enviado especial, e Adriana Fernandes, O Estado de S.Paulo


11 de setembro de 2019 | 15h27

BRASÍLIA - O ministro da Economia, Paulo Guedes, demitiu nesta quarta-feira o secretário da Receita Federal, Marcos Cintra, pela rejeição do Congresso à proposta de reforma tributária, que inclui a criação de um novo tributo nos moldes da extinta CPMF.

Segundo apurou o Estado, a permanência do secretário se tornou insustentável, diante das reações negativas do Congresso à antecipação da proposta de criação da contribuição sobre pagamentos (CP), com alíquotas de 0,2% e 0,4%, pelo secretário-adjunto da Receita, Marcelo Silva.
Guedes já tinha avisado a interlocutores que se Cintra não viabilizasse a criação do novo imposto não teria condições de ser o negociador da reforma tributária em nome do governo.


Marcos Cintra
O secretário especial da Receita Federal, Marcos Cintra Foto: HÉLVIO ROMERO / ESTADÃO
A proposta de reforma tributária do governo sequer foi apresentada oficialmente. Ainda assim, tornou-se alvo de discórdia em todas as frentes – um sinal de que o encaminhamento da questão pelo ministério da Economia tem sido no mínimo mal planejado e conduzido de forma confusa.
Revelada em doses homeopáticas desde a campanha eleitoral por Guedes, por Cintra e por seu assistente Marcelo de Souza Silva, a proposta oficial já sofreu tanto vai e vem e já provocou tantos ruídos e até agora, dentro e fora do governo, na base aliada e na oposição, que já é difícil prever o seu destino no momento, qualquer que seja sua versão final.
A demora em enviar o projeto já levou o governo a perder o protagonismo do debate. Enquanto o governo levava a sua proposta em banho-maria, refinando-a aqui e ali, o Senado e a Câmara dos Deputados saíram na frente, com a apresentação de duas PECs (Propostas de Emenda Constitucional) diferentes.
Uma delas foi patrocinada pelo senador David Alcolumbre, presidente do Senado, com base na proposta do deputado Luiz Carlos Hauly (PSDB-PR) e já aprovada pela Comissão Especial da Câmara e aguardando votação em plenário. A outra, apresentada pelo deputado Baleia Rossi (MDB-SP), com base na proposta do economista Bernard Appy, do Centro de Cidadania Fiscal (CCiF), já foi aprovada na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) e está em discussão agora na comissão especial.

MINISTÉRIO CONFIRMA

O Ministério da Economia divulgou nota, há pouco, confirmando que Cintra deixou o govenro. No lugar dele assume interinamente José de Assis Ferraz Neto.
O ministério ainda informou que que não há um projeto de reforma tributária finalizado. "A equipe econômica trabalha na formulação de um novo regime tributário para corrigir distorções, simplificar normas, reduzir custos, aliviar a carga tributária sobre as famílias e desonerar a folha de pagamento", diz a nota. Segundo o órgão, a proposta somente será divulgada depois do aval de Guedes e do presidente Jair Bolsonaro.


https://economia.estadao.com.br/noticias/geral,cpmf-derruba-secretario-da-receita,70003006239
 
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Dr. Pregos

Ei mãe, 500 pontos!
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CPMF derruba secretário da Receita

Ministro Paulo Guedes decidiu demitir Marcos Cintra pela rejeição à proposta de reforma tributária, que inclui a criação de um novo tributo sobre pagamentos

José Fucs, enviado especial, e Adriana Fernandes, O Estado de S.Paulo


11 de setembro de 2019 | 15h27

BRASÍLIA - O ministro da Economia, Paulo Guedes, demitiu nesta quarta-feira o secretário da Receita Federal, Marcos Cintra, pela rejeição do Congresso à proposta de reforma tributária, que inclui a criação de um novo tributo nos moldes da extinta CPMF.

Segundo apurou o Estado, a permanência do secretário se tornou insustentável, diante das reações negativas do Congresso à antecipação da proposta de criação da contribuição sobre pagamentos (CP), com alíquotas de 0,2% e 0,4%, pelo secretário-adjunto da Receita, Marcelo Silva.
Guedes já tinha avisado a interlocutores que se Cintra não viabilizasse a criação do novo imposto não teria condições de ser o negociador da reforma tributária em nome do governo.


Marcos Cintra
O secretário especial da Receita Federal, Marcos Cintra Foto: HÉLVIO ROMERO / ESTADÃO
A proposta de reforma tributária do governo sequer foi apresentada oficialmente. Ainda assim, tornou-se alvo de discórdia em todas as frentes – um sinal de que o encaminhamento da questão pelo ministério da Economia tem sido no mínimo mal planejado e conduzido de forma confusa.
Revelada em doses homeopáticas desde a campanha eleitoral por Guedes, por Cintra e por seu assistente Marcelo de Souza Silva, a proposta oficial já sofreu tanto vai e vem e já provocou tantos ruídos e até agora, dentro e fora do governo, na base aliada e na oposição, que já é difícil prever o seu destino no momento, qualquer que seja sua versão final.
A demora em enviar o projeto já levou o governo a perder o protagonismo do debate. Enquanto o governo levava a sua proposta em banho-maria, refinando-a aqui e ali, o Senado e a Câmara dos Deputados saíram na frente, com a apresentação de duas PECs (Propostas de Emenda Constitucional) diferentes.
Uma delas foi patrocinada pelo senador David Alcolumbre, presidente do Senado, com base na proposta do deputado Luiz Carlos Hauly (PSDB-PR) e já aprovada pela Comissão Especial da Câmara e aguardando votação em plenário. A outra, apresentada pelo deputado Baleia Rossi (MDB-SP), com base na proposta do economista Bernard Appy, do Centro de Cidadania Fiscal (CCiF), já foi aprovada na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) e está em discussão agora na comissão especial.

MINISTÉRIO CONFIRMA

O Ministério da Economia divulgou nota, há pouco, confirmando que Cintra deixou o govenro. No lugar dele assume interinamente José de Assis Ferraz Neto.
O ministério ainda informou que que não há um projeto de reforma tributária finalizado. "A equipe econômica trabalha na formulação de um novo regime tributário para corrigir distorções, simplificar normas, reduzir custos, aliviar a carga tributária sobre as famílias e desonerar a folha de pagamento", diz a nota. Segundo o órgão, a proposta somente será divulgada depois do aval de Guedes e do presidente Jair Bolsonaro.


https://economia.estadao.com.br/noticias/geral,cpmf-derruba-secretario-da-receita,70003006239
 

Ayatollah Khomeini

Bam-bam-bam
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:klol:klol:klol

Primeiro-ministro dissolve Parlamento e convoca eleições no Canadá
SEPTEMBER 11, 2019


Justin Trudeau

Toronto — O primeiro-ministro do Canadá, Justin Trudeau, dissolveu nesta quarta-feira, 11, o Parlamento e convocou eleições gerais para o próximo 21 de outubro, em momento que as pesquisas mostram empate entre o Partido Liberal e o Partido Conservador, de oposição.

Trudeau se esteve hoje na residência oficial da governadora-geral do país, Julie Payette, que exerce a chefia de Estado em representação a rainha Elizabeth, para solicitar a dissolução da Câmara dos Deputados.
 

Lord_Revan

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Geeeente, mas o Governo não flopou? Não é tudo culpa do fraquejada? Num tem acordo?
Como assim sem CPMF? Como vou poder ficar escandaloso e com o cu flamejante com notícias assim?
Chamada da Folha e dos ANTAs
.
"GOVERNO RECUA NA CPMF E BOLSONARO MANDA GUEDES DEMITIR CINTRA"
.
Logo em baixo
.
"PAULO GUEDES AMEAÇA DEIXAR O GOVERNO APÓS DESENTENDIMENTOS SOBRE A CPMF DIZEM FONTES DO GOVERNO"
.
 

Ayatollah Khomeini

Bam-bam-bam
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Wayne Gretzky

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Cintra não caiu pelo projeto em si da nova cpmf, ele caiu por não conseguir convencer os parlamentares a aprovar a futura cpmf em uma futura votação.
ele caiu pq dedurou todo o esquema da nova CPMF do Guedes.

essa caguetagem não poderia ter acontecido, fodeu os planos do governo e salvou o rabo do povo.

e ainda tem gente batendo palmas para o Guedes. :facepalm
 

Ayatollah Khomeini

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ele caiu pq dedurou todo o esquema da nova CPMF do Guedes.

essa caguetagem não poderia ter acontecido, fodeu os planos do governo e salvou o rabo do povo.

e ainda tem gente batendo palmas para o Guedes. :facepalm


19/09/2018

Bolsonaro (PSL) rebate a afirmação de seu guru econômico: " Ignorem essas notícias mal intencionadas dizendo que pretendermos recriar a CPMF. Não procede. Querem criar pânico pois estão em pânico com nossa chance de vitória. Ninguém aguenta mais impostos, temos consciência disso", escreve nas redes sociais.

De 1995 a 2019: Conheça o vaivém da CPMF
21/09/2018

Mensagem do candidato à Presidência do PSL destaca que o parlamentar votou pela revogação da CPMF na Câmara: "Votei pela revogação da CPMF na Câmara dos Deputados e nunca cogitei sua volta. Nossa equipe econômica sempre descartou qualquer aumento de impostos. Quem espalha isso é mentiroso e irresponsável. Livre mercado e menos impostos é o meu lema na economia!"

04/10/2018

Pela primeira vez, o então candidato cita Paulo Guedes ao falar do tema. "Olha só, o presidente serei eu, tratei desse assunto com ele [Guedes], ele falou que foi um ato falho. Ele quer diminuir a quantidade de impostos, agregando tudo num novo nome, pessoal fala em IVA, imposto de valor agregado, ele escorregou nessa palavra", disse em entrevista à Rádio Jornal, de Pernambuco. "Não admitiremos a volta da CPMF, é um imposto ingrato, que incide em cascata e não é justo. Não existirá a CPMF, assim como será mantido todos os direitos sociais, entre eles o décimo terceiro. Então teremos um ministro sim, mas acima dele teremos um comandante e esse comandante chama-se Jair Bolsonaro".

05/11/2018

O economista Marcos Cintra é indicado para compor a equipe de transição de Jair Bolsonaro, mas quase perde o cargo no mesmo dia, quando publica artigo sobre o tema da CPMF. “Esse cara já foi deputado e está lá na equipe de transição. Já falei com ele para não falar aquilo que não tiver acertado com o [Paulo] Guedes e comigo. Parece que certas pessoas não podem ver uma lâmpada que se comportam como mariposa. A decisão que eu tomei, quem criticar qualquer um de nós publicamente, eu corto a cabeça”.

08/08/2019

Já no comando da Receita Federal, Marcos Cintra fala para uma plateia de economistas que a volta de um tributo semelhante à CPMF é um dos pilares da reforma tributária do governo. O presidente Jair Bolsonaro (PSL) nega. "Já falei que não existe CPMF. O que ele [Marcos Cintra, Secretário da Receita] quer mexer, é tudo proposta. Não vai depois dizer lá na frente que eu recuei. Tudo é proposta. [Sobre] CPMF que eu posso falar: não [haverá]."

22/08/2019

O ministro da Economia e o secretário da Receita Federal afirmam que a CPMF pode ser usada como substituta à contribuição patronal de 20% para o INSS e aumentar a geração de emprego. No mesmo dia, Bolsonaro, pela primeira vez, admite que o tributo pode voltar: "Vou ouvir a opinião dele [Guedes]. Se desburocratizar muita coisa, diminuir esse cipoal de impostos, essa burocracia enorme, eu estou disposto a conversar. Não pretendo, falei que não pretendo recriar a CPMF. O que ele complementou? A sociedade que tome decisão a esse respeito. Ele pode falar, vou botar 0,10% na CPMF e em consequência acabo com tais e tais impostos. Não sei. Por isso que eu evito falar com vocês, vocês falam que eu recuo.”

31/08/2019

O presidente afirma que o imposto sobre transações financeiras tem carimbo negativo e não passa no Congresso. “Estive com a equipe [econômica] e falei que a ideia não dá, é um imposto muito carimbado já.”

03/09/2019

Em entrevista exclusiva à Folha, Bolsonaro afirma que a recriação de um imposto nos moldes da antiga CPMF deve ser condicionada a alguma compensação para a população. "Já falei para o Guedes: para ter nova CPMF, tem que ter uma compensação para as pessoas. Se não, ele vai tomar porrada até de mim." Afirmou ainda que a proposta de reforma vai se concentrar em impostos federais. "O Cintra (Marcos Cintra, secretário especial da Receita Federal) às vezes levanta a cabeça, mas eu vou lá e dou uma nele."
 

Chimpanú

Supra-sumo
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O Cintra já estava tentando se equilibrar por um bom tempo.

Ao que parece o STF odeia ele; os funcionários odeiam ele; e o Guedes está puto com ele.

Ele sempre manifestou idéias ultrajantes sobre tributação também. Mata-se dois coelhos com uma cajadada.
 
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