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TÓPICO OFICIAL DO PRESIDENTE DA REPÚBLICA JAIR MESSIAS BOLSONARO

Qual será a moeda nova agora com Bolsonaro?

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edikaoz

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Basicamente, estão distorcendo a notícia como se AGORA, os EUA tivessem abandonado Bolsonaro. Mas a internet não deixa dúvidas, hehehe...

Quais são os fatos? EUA e Brasil fazem aproximação visando acordos comerciais. EUA prometem apoio ao Brasil para entrada na OCDE. Planejamento aponta início das tratativas para 2020. Esqueci de alguma coisa?
 


quid

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PERDA DE APOIO DOS EUA PARA INGRESSO EM OCDE MOSTRA FRAGILIDADE DE ALIANÇA TRUMP-BOLSONARO
A administração norte-americana indicou a Argentina e a Romênia como países prioritários em sua comunicação oficial ao secretariado da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico
10/10/2019 - 13:02 / Atualizado em 10/10/2019 - 17:16
O presidente Jair Bolsonaro recebe os cumprimentos de Donald Trump na Assembleia Geral das Nações Unidas Foto: Alan Santos/PR
O presidente Jair Bolsonaro recebe os cumprimentos de Donald Trump na Assembleia Geral das Nações Unidas Foto: Alan Santos/PR
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Quando o Brasil encaminhou o seu pedido de acessão à Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), ainda no governo do presidente Michel Temer, a avaliação que se fazia era que o processo seria longo e complexo. Havia consenso no governo e entre outros atores do setor privado que se tratava de um passo importante para o aperfeiçoamento das políticas públicas e para criar ambiente mais próspero aos negócios, aos investimentos e ao aumento da competitividade da economia e do sistema produtivo nacional.


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inRead invented by Teads
No governo Bolsonaro, a expectativa ganhou contornos de euforia. Durante a visita do presidente a Washington, o líder americano expressou a sua intenção de apoiar a postulação brasileira de acessão à OCDE. Dava-se como certo que o Brasil havia sido alçado ao patamar de parceiro estratégico e, nesse sentido, passaria a ocupar posição de destaque na lista de prioridades da Casa Branca. Ledo engano, ao menos por ora.
Recentemente, o Secretário-Geral da OCDE, José Ángel Gurría , solicitou aos países membros a indicação de dois países preferenciais para futuras adesões. Apesar da promessa feita ao presidente brasileiro, a administração Trump indicou a Argentina e a Romênia como países prioritários em sua comunicação oficial ao secretariado da OCDE.
Como observador, é possível derivar algumas conclusões desse processo. Primeiro, o suposto “alinhamento” da administração Bolsonaro aos EUA ainda não é decodificado, em Washington, como esforço suficiente para o Brasil substituir nem mesmo a Argentina no hall de prioridades do governo Trump. O Brasil segue sendo visto como um concorrente econômico-comercial e, em algumas searas, como competidor direto dos EUA.
Esse episódio demonstra que o presidente americano ainda não se sentiu seduzido por Bolsonaro e por seu núcleo ideológico seja na prática ou na retórica — apesar de todas as juras e concessões já feitas até aqui. Os mais afoitos, em seu afã de agradar Trump, dirão que é preciso paciência e que os ganhos virão, inclusive por meio de um incerto acordo de livre-comércio que, ao que tudo indica, a administração americana não vê como alternativa de curto prazo. Sabe-se que o ímpeto livre-cambista não é bem o que caracteriza os responsáveis pela política comercial dos Estados Unidos.
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A designação do Brasil como aliado preferencial extra-OTAN e até mesmo a aludida simpatia pela pretensão do Brasil de ingressar na OCDE são, no fundo, movimentos táticos de custo zero para Washington — apenas a ampliação da cota de importação de etanol americano em 25%, feita a toque de caixa pelo ministério da economia, já pagou mais que os vagos gestos simbólicos. Esse tipo de concessão, assim como a disposição de abrir mão do tratamento especial e diferenciado na OMC, não deveria ser condição para criar uma vaga boa-vontade, mas alavanca para obter resultados mais concretos e palpáveis.
Corremos o risco de trocar concessões reais, com custos que podem ser contabilizados, por ouro de tolo. Pagamos com a moeda de reserva, o dólar, mas ficamos com dinheiro do jogo “Banco Imobiliário”. Esse padrão de relacionamento, é bom que as nossas autoridades se deem conta, não é sustentável no mundo real da política, em que interesses econômicos e comerciais dão as cartas. Sem ganhos reais, a estratégia está fadada a terminar em retumbante fracasso. E não há juras de amor eterno, retórica de valores compartilhados e compromissos altissonantes de promoção das liberdades que possam resolver essa equação.
Apesar do cenário eleitoral apontar a clara volta do kirchnerismo ao poder, Washington, mesmo assim, decidiu confiar sua preferência à Argentina. Trata-se de um movimento estratégico bem calculado e perspicaz. De olho na animosidade entre o governo Bolsonaro e Alberto Fernández, possível mandatário do país, o gesto americano consiste em manter Buenos Aires mais próxima da Casa Branca do que do Palácio do Planalto. Assim, pode extrair vantagens de ambos os países.
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Por outro lado, os franceses são categoricamente contra — se não abertamente, ao menos nos bastidores — ao ingresso do Brasil na OCDE. O efeito colateral do embate direto com o presidente francês já pode ser mensurado em prejuízo concreto aos interesses estratégicos do Brasil. Há, ainda, outros países europeus que se opõem ao ingresso brasileiro, como os Países Baixos, em virtude de controvérsias envolvendo o Porto de Suape, em Pernambuco. Outros talvez tenham objeções que ainda não são conhecidas, mas o fato é que basta um país para paralisar o processo de acessão de um novo membro na organização.
Sem o apoio real dos países mais influentes da organização nada avançará. O cenário que se desenha é que nos próximos anos, ou ao menos até 2022, o processo de acessão estará imobilizado. É verdade que Trump deu uma mãozinha a Bolsonaro no G7, ainda que os franceses jurem que não estavam tramando nenhuma sanção ao Brasil. Mais uma vez, o gesto do nosso “parceiro estratégico” teve custo baixíssimo, acostumado que está o líder americano a comprar brigas muito mais sérias quando quer defender seu próprio interesse.
A guinada que se pretende impor no padrão das relações entre o Brasil e os Estados Unidos não deveria se distanciar da permanente busca do equilíbrio. Nada contra a aproximação com os EUA, que é mais do que bem-vinda, mas os próximos passos ou o suposto “alinhamento” precisam ser recalculados por Brasília. Gestos de certo simbolismo político não resolvem os problemas mais prementes do país e, especialmente, do cidadão brasileiro — seja por inexperiência ou por imaturidade, tais gestos podem, no máximo, lustrar o ego de alguns integrantes da Esplanada.
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A política externa não pode ser embasada em ideais imaginários e nem em amores platônicos. É preciso estar amparada numa matriz real de interesses e com ganhos concretos.
 

Wayne Gretzky

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O mais bizarro é que o Trump sabe que as chances de reeleição do Macri são baixas e mesmo assim apostou nos peronistas ao invés dos gadistas.

A Cristina tem o que o Jair não tem, talquei. Vai ter que voltar o romance com o Hélio Negão.
 

Ronin Ogun

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O DF tem certa tradição em eleger parlamentares lixo. Elegemos apenas oito, e geralmente são oito pedaços de bosta.

O único que está prestando, pelo menos por enquanto, é a Bia Kicis.
Teve aquela família toda envolvida em trapalhadas...sempre esqueço o nome.
É ruim dar usar "corrupto brasília" no Google para lembrar de nome de gente sacana.
Tem um monte.
 

quid

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O mais bizarro é que o Trump sabe que as chances de reeleição do Macri são baixas e mesmo assim apostou nos peronistas ao invés dos gadistas.

A Cristina tem o que o Jair não tem, talquei. Vai ter que voltar o romance com o Hélio Negão.
Como o trecho do texto que coloquei em negrito:

Apesar do cenário eleitoral apontar a clara volta do kirchnerismo ao poder, Washington, mesmo assim, decidiu confiar sua preferência à Argentina. Trata-se de um movimento estratégico bem calculado e perspicaz. De olho na animosidade entre o governo Bolsonaro e Alberto Fernández, possível mandatário do país, o gesto americano consiste em manter Buenos Aires mais próxima da Casa Branca do que do Palácio do Planalto. Assim, pode extrair vantagens de ambos os países.

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Ou seja, interesses, só interesses, somente bucéfalos levam política externa sob radicalismo ideológico.
 


xDoom

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PERDA DE APOIO DOS EUA PARA INGRESSO EM OCDE MOSTRA FRAGILIDADE DE ALIANÇA TRUMP-BOLSONARO
A administração norte-americana indicou a Argentina e a Romênia como países prioritários em sua comunicação oficial ao secretariado da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico
10/10/2019 - 13:02 / Atualizado em 10/10/2019 - 17:16
O presidente Jair Bolsonaro recebe os cumprimentos de Donald Trump na Assembleia Geral das Nações Unidas Foto: Alan Santos/PR
O presidente Jair Bolsonaro recebe os cumprimentos de Donald Trump na Assembleia Geral das Nações Unidas Foto: Alan Santos/PR
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Quando o Brasil encaminhou o seu pedido de acessão à Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), ainda no governo do presidente Michel Temer, a avaliação que se fazia era que o processo seria longo e complexo. Havia consenso no governo e entre outros atores do setor privado que se tratava de um passo importante para o aperfeiçoamento das políticas públicas e para criar ambiente mais próspero aos negócios, aos investimentos e ao aumento da competitividade da economia e do sistema produtivo nacional.


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No governo Bolsonaro, a expectativa ganhou contornos de euforia. Durante a visita do presidente a Washington, o líder americano expressou a sua intenção de apoiar a postulação brasileira de acessão à OCDE. Dava-se como certo que o Brasil havia sido alçado ao patamar de parceiro estratégico e, nesse sentido, passaria a ocupar posição de destaque na lista de prioridades da Casa Branca. Ledo engano, ao menos por ora.
Recentemente, o Secretário-Geral da OCDE, José Ángel Gurría , solicitou aos países membros a indicação de dois países preferenciais para futuras adesões. Apesar da promessa feita ao presidente brasileiro, a administração Trump indicou a Argentina e a Romênia como países prioritários em sua comunicação oficial ao secretariado da OCDE.
Como observador, é possível derivar algumas conclusões desse processo. Primeiro, o suposto “alinhamento” da administração Bolsonaro aos EUA ainda não é decodificado, em Washington, como esforço suficiente para o Brasil substituir nem mesmo a Argentina no hall de prioridades do governo Trump. O Brasil segue sendo visto como um concorrente econômico-comercial e, em algumas searas, como competidor direto dos EUA.
Esse episódio demonstra que o presidente americano ainda não se sentiu seduzido por Bolsonaro e por seu núcleo ideológico seja na prática ou na retórica — apesar de todas as juras e concessões já feitas até aqui. Os mais afoitos, em seu afã de agradar Trump, dirão que é preciso paciência e que os ganhos virão, inclusive por meio de um incerto acordo de livre-comércio que, ao que tudo indica, a administração americana não vê como alternativa de curto prazo. Sabe-se que o ímpeto livre-cambista não é bem o que caracteriza os responsáveis pela política comercial dos Estados Unidos.
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A designação do Brasil como aliado preferencial extra-OTAN e até mesmo a aludida simpatia pela pretensão do Brasil de ingressar na OCDE são, no fundo, movimentos táticos de custo zero para Washington — apenas a ampliação da cota de importação de etanol americano em 25%, feita a toque de caixa pelo ministério da economia, já pagou mais que os vagos gestos simbólicos. Esse tipo de concessão, assim como a disposição de abrir mão do tratamento especial e diferenciado na OMC, não deveria ser condição para criar uma vaga boa-vontade, mas alavanca para obter resultados mais concretos e palpáveis.
Corremos o risco de trocar concessões reais, com custos que podem ser contabilizados, por ouro de tolo. Pagamos com a moeda de reserva, o dólar, mas ficamos com dinheiro do jogo “Banco Imobiliário”. Esse padrão de relacionamento, é bom que as nossas autoridades se deem conta, não é sustentável no mundo real da política, em que interesses econômicos e comerciais dão as cartas. Sem ganhos reais, a estratégia está fadada a terminar em retumbante fracasso. E não há juras de amor eterno, retórica de valores compartilhados e compromissos altissonantes de promoção das liberdades que possam resolver essa equação.
Apesar do cenário eleitoral apontar a clara volta do kirchnerismo ao poder, Washington, mesmo assim, decidiu confiar sua preferência à Argentina. Trata-se de um movimento estratégico bem calculado e perspicaz. De olho na animosidade entre o governo Bolsonaro e Alberto Fernández, possível mandatário do país, o gesto americano consiste em manter Buenos Aires mais próxima da Casa Branca do que do Palácio do Planalto. Assim, pode extrair vantagens de ambos os países.
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Por outro lado, os franceses são categoricamente contra — se não abertamente, ao menos nos bastidores — ao ingresso do Brasil na OCDE. O efeito colateral do embate direto com o presidente francês já pode ser mensurado em prejuízo concreto aos interesses estratégicos do Brasil. Há, ainda, outros países europeus que se opõem ao ingresso brasileiro, como os Países Baixos, em virtude de controvérsias envolvendo o Porto de Suape, em Pernambuco. Outros talvez tenham objeções que ainda não são conhecidas, mas o fato é que basta um país para paralisar o processo de acessão de um novo membro na organização.
Sem o apoio real dos países mais influentes da organização nada avançará. O cenário que se desenha é que nos próximos anos, ou ao menos até 2022, o processo de acessão estará imobilizado. É verdade que Trump deu uma mãozinha a Bolsonaro no G7, ainda que os franceses jurem que não estavam tramando nenhuma sanção ao Brasil. Mais uma vez, o gesto do nosso “parceiro estratégico” teve custo baixíssimo, acostumado que está o líder americano a comprar brigas muito mais sérias quando quer defender seu próprio interesse.
A guinada que se pretende impor no padrão das relações entre o Brasil e os Estados Unidos não deveria se distanciar da permanente busca do equilíbrio. Nada contra a aproximação com os EUA, que é mais do que bem-vinda, mas os próximos passos ou o suposto “alinhamento” precisam ser recalculados por Brasília. Gestos de certo simbolismo político não resolvem os problemas mais prementes do país e, especialmente, do cidadão brasileiro — seja por inexperiência ou por imaturidade, tais gestos podem, no máximo, lustrar o ego de alguns integrantes da Esplanada.
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A política externa não pode ser embasada em ideais imaginários e nem em amores platônicos. É preciso estar amparada numa matriz real de interesses e com ganhos concretos.
Não houve perda de apoio algum, trazer texto de jornalixo que inventa coisas não vai alterar isso


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mfalan

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Como o trecho do texto que coloquei em negrito:

Apesar do cenário eleitoral apontar a clara volta do kirchnerismo ao poder, Washington, mesmo assim, decidiu confiar sua preferência à Argentina. Trata-se de um movimento estratégico bem calculado e perspicaz. De olho na animosidade entre o governo Bolsonaro e Alberto Fernández, possível mandatário do país, o gesto americano consiste em manter Buenos Aires mais próxima da Casa Branca do que do Palácio do Planalto. Assim, pode extrair vantagens de ambos os países.

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Ou seja, interesses, só interesses, somente bucéfalos levam política externa sob radicalismo ideológico.
Xadrez 4D!
 

mfalan

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Embora o Congresso não ajude muito com coisas como a Lei de Abuso de Autoridade, que possuem a tendência de atrapalhar, a entrada do Brasil na OCDE continua dentro do cronograma normal pelo que me lembre.

No final é isso, não adianta o Bolso chupar as bolas do Trump dizendo "I love you" ou mandar o Dudu Surfistinha que a fila não vai mudar de ordem.
 

Wayne Gretzky

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Como o trecho do texto que coloquei em negrito:

Apesar do cenário eleitoral apontar a clara volta do kirchnerismo ao poder, Washington, mesmo assim, decidiu confiar sua preferência à Argentina. Trata-se de um movimento estratégico bem calculado e perspicaz. De olho na animosidade entre o governo Bolsonaro e Alberto Fernández, possível mandatário do país, o gesto americano consiste em manter Buenos Aires mais próxima da Casa Branca do que do Palácio do Planalto. Assim, pode extrair vantagens de ambos os países.

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Ou seja, interesses, só interesses, somente bucéfalos levam política externa sob radicalismo ideológico.
Ainda mais pq o Jair já declarou apoio total para o Macri na reeleição e tem total desprezo dos peronistas. Ou seja, o Brasil ficará sem apoio do futuro governo argentino que tudo indica terá o apoio do Trump. Agora se entrar um Sanders da vida, o clã Bolsonaro não vai conseguir nem visto de turista pra visitar a Disney.

Só sobrou o Orban para o Bolsonaro puxar o saco e fazer declaração de amor.
 

quid

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Ainda mais pq o Jair já declarou apoio total para o Macri na reeleição e tem total desprezo dos peronistas. Ou seja, o Brasil ficará sem apoio do futuro governo argentino que tudo indica terá o apoio do Trump. Agora se entrar um Sanders da vida, o clã Bolsonaro não vai conseguir nem visto de turista pra visitar a Disney.

Só sobrou o Orban para o Bolsonaro puxar o saco e fazer declaração de amor.
Se o Trump perde ano que vem o Brasil vira totalmente um pária internacional.
 

Simpato Amasaki

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Ainda mais pq o Jair já declarou apoio total para o Macri na reeleição e tem total desprezo dos peronistas. Ou seja, o Brasil ficará sem apoio do futuro governo argentino que tudo indica terá o apoio do Trump. Agora se entrar um Sanders da vida, o clã Bolsonaro não vai conseguir nem visto de turista pra visitar a Disney.

Só sobrou o Orban para o Bolsonaro puxar o saco e fazer declaração de amor.
Cheguei ao meu limite.
Não da mais pra mim.
 

Warrior.of.Ice

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Ainda mais pq o Jair já declarou apoio total para o Macri na reeleição e tem total desprezo dos peronistas. Ou seja, o Brasil ficará sem apoio do futuro governo argentino que tudo indica terá o apoio do Trump. Agora se entrar um Sanders da vida, o clã Bolsonaro não vai conseguir nem visto de turista pra visitar a Disney.

Só sobrou o Orban para o Bolsonaro puxar o saco e fazer declaração de amor.
Bozo e seu ministro olavete de relações exteriores são excelentes, você que não enxerga.

A cada apoio que ele perde, cria-se uma realidade alternativa onde tudo deu certo. Ele venceu a briga com a França e eles pediram desculpas, a Alemanha e a Noruega pediram desculpas tbm e vão fornecer US$ 1 bilhão por ano para salvar a Amazônia, a China reconheceu o Brasil como o maior e melhor parceiro comercial, os elogios aos ditadores da américa latina renderam mais popularidade ao Brasil nesses países, os EUA valorizam tanto a relação com o Brasil que agora todos os brasileiros podem ir pra lá livremente e vice-versa (tudo graças às excelentes negociações do nosso lendário embaixador, o Eduardo Bolsonaro).

Infelizmente a realidade que a gente vive é a que nada disso dá certo. Mas vc sabe pq isso acontece, não sabe? É pq vc fica torcendo contra! Vc ri das notícias quando o governo faz cagada, aí fica atraindo coisa ruim.
 

Wayne Gretzky

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Se o Trump perde ano que vem o Brasil vira totalmente um pária internacional.
A solução será o Jair virar o Gandhi e soltar uma nuke na terra plana do Olavo.

"Fim de jogo, taolquei? ninguém quer brincar comigo no recreio, vou acabar com a porra toda."
 

Tauron

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A necessidade de organização da direita na sociedade civil é justamente pra alcançar objetivos como esse, a esquerdista travestida de professora quis doutrinar, os pais perceberam, foram pra cima, a escola recuou e anulou o panfleto psolista maquiado de prova de português.

Very well played...


Colégio em BH anula prova com texto crítico de Duvivier a governo Bolsonaro
Segundo diretor, teste contrariava regras porque coluna não estava acompanhada de outro texto contraditório

10.out.2019 às 18h38
Fernanda Canofre
BELO HORIZONTE

Os grupos de WhatsApp de alunos, ex-alunos e pais do Colégio Loyola, um dos mais tradicionais de Belo Horizonte, passaram a quarta-feira (9) discutindo uma prova de português do 2º ano do ensino médio. Nesta quinta, a discussão virou nacional e chegou aos tópicos mais comentados nas redes sociais.
O motivo foi o conteúdo da prova: o texto “Único jeito de não ficar triste é ficar puto”, do ator e escritor Gregorio Duvivier, publicado na Folha, no dia 28 de agosto. A escola decidiu anular a prova.
Pedindo licença para “cometer um pouco de autoajuda”, Duvivier aborda, de forma irônica, políticas do governo de Jair Bolsonaro (PSL) e o momento atual do país. Ele encerra questionando: “Quanto da sua tristeza você conseguiu converter em ódio? Quanto do seu ódio você conseguiu converter em ação?”.

As questões relacionadas ao texto perguntavam sobre progressão temática em expressões usadas pelo autor, anáforas e interpretação da crônica. O teste trazia outro artigo, do cientista político Mathias Alencastro, falando das participações de Bolsonaro e da ativista Greta Thunberg na ONU, também publicado na Folha.

Prova aplicada no Colégio Loyola
Prova aplicada no Colégio Loyola - Reprodução/Facebook

O incômodo, porém, foi gerado pelo texto de Duvivier. Uma mãe ouvida pela reportagem disse que não foi contra a prova, mas contra o artigo que considerou “inconveniente” por “ensejar ódio, violência”.
“Lançar mão de um texto que é, sem sombra de dúvidas, polêmico, haja visto a repercussão causada, só faz desviar a atenção que se deve ter com o ensino da língua para um assunto de cunho político que nada tem a ver com a matéria”, diz um pai que preferiu não se identificar.
Nas redes sociais, um perfil que se identifica como sendo do movimento Escola Sem Partido compartilhou uma foto da prova dizendo: “Se o professor usa esse texto em uma prova, imaginem o que ele não fala durante as aulas”.
Alguns pais chegaram a enviar emails à direção da escola reclamando da prova, mas, segundo o diretor acadêmico, Carlos Freitas, não foi a pressão deles que levou à decisão de anulá-la. O colégio pertence à Companhia de Jesus e tem 2.600 alunos.
Freitas explica que a decisão foi baseada em um documento da instituição que serve de parâmetro para orientar as atividades e a forma de abordar temas em salas de aula.

As provas do colégio passam pelo crivo de pelo menos dois professores antes de chegar aos alunos. Na avaliação do diretor, desta vez, houve um equívoco por terem deixado passar o material que falhava em não trazer um contraditório ao texto de Duvivier.
“Essa prova de maneira alguma seria anulada se tivéssemos ali um outro texto, botando outra visão do assunto. O critério foi esse, de permitir que tenhamos as várias visões de determinado assunto, para a gente não entrar nessa onda que está posta aí de visões de uma lente única”, explica ele.
Um grupo de alunos e ex-alunos entregou à direção, na manhã desta quinta, uma nota de repúdio à decisão da escola e às críticas sendo feitas à professora responsável nas redes sociais. O documento reuniu 460 assinaturas.
Escrito por duas alunas, Beatriz Castello Branco Miranda, 18, e Manoela Araújo Vilas Boas, 17, o texto lembra do ensino praticado na escola e diz que os críticos estão mal informados e que o artigo não visa doutrinação dos estudantes ou propagação de ideologia, porque é condizente com o que foi abordado na disciplina.

“Ao longo de vários anos que eu estudei no Loyola, a gente teve textos tanto de esquerda, quanto de direita em provas, sempre muito coerentes com a situação do país. Em nenhum momento aconteceu de censurarem ou barrarem uma prova por causa de ideologia política. Foi a primeira vez”, diz Beatriz, que hoje é aluna de medicina da UFMG.
A manifestação dos alunos foi discutida em um grupo chamado Jovens Pensadores, conta ela, formado na escola e que tem encontros semanais dentro do Loyola. O grupo é integrado por alunos e ex-alunos, alinhados tanto à esquerda quanto à direita.
Victor Luís Gama de Assis, 17, aluno do 3º ano do ensino médio, se identifica como liberal e também assinou a nota. Ele conta que, sendo da área de exatas, aprendeu a gostar de língua portuguesa por causa das aulas da professora que fez a prova polêmica.

“Eu concordo com a escola, eu entendo o fato de eles terem recuado com a prova, só fiquei muito incomodado com a magnitude que isso tomou. Porque acho que expôs muito a professora e com inverdades sendo faladas”, diz ele.
A professora, que trabalha há mais de dez anos na escola, é conhecida por incentivar debates e contraditório em sala de aula, segundo os alunos. Victor conta de uma aula recente em que ela apresentou vários pontos de vista e pediu que eles debatessem sobre a reforma da Previdência. A escola diz que ela não terá nenhuma punição.
Gregorio Duvivier se manifestou sobre a questão nas redes sociais na manhã desta quinta: "Sinto muito pelos professores e alunos da escola", disse ele, que também comentou a nota de repúdio dos alunos e ex-alunos.
 

Hobgoblin

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https://olhardigital.com.br/noticia/bolsonaro-dobra-cota-para-free-shops-para-ate-mil-dolares-por-pessoa/91431

Bolsonaro dobra cota para free shops para até mil dólares por pessoa
Roseli Andrion, editado por Cesar Schaeffer 10/10/2019 18h00

O decreto deve ser editado nos próximos dias e foi um pedido do presidente ao Ministro da Economia, Paulo Guedes
Deve ser editado nos próximos dias o decreto que dobra o limite atual para compras em free shops. Determinada pelo presidente Jair Bolsonaro ao ministro da Economia, Paulo Guedes, a mudança permite que brasileiros que voltam de viagens ao exterior gastem até US$ 1 mil por pessoa em lojas de aeroportos. Hoje, o limite de compras - por viajante - é de US$ 500.

O pedido de ampliação da cota é antigo, já que ela está em vigor desde 1991. Durante o governo de Michel Temer, a Associação Nacional das Empresas Administradoras de Aeroportos (Aneaa) pediu a revisão do valor, mas não foi atendida.

De acordo com a Aneaa, a retificação traria vantagens ao setor e possibilitaria a criação de cerca de milhares de empregos. Além disso, a ampliação da cota é defendida também pelo Ministério da Infraestrutura.

A notícia é boa também para quem volta do Paraguai. Os visitantes do país vizinho também poderão fazer mais compras: o limite vai passar de US$ 300 para US$ 500 por pessoa.
 

Sgt. Kowalski

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PEC CRIA CONSELHO PARA A VOLTA DO IMPOSTO SINDICAL


O deputado Marcelo Ramos assina uma PEC que abre caminho para a recriação do imposto sindical, ao propor a formação de um certo Conselho Nacional de Organização Sindical, composto por 6 representantes.


A pegadinha está no artigo segundo o qual caberá ao tal Conselho “deliberar sobre sistema de custeio e financiamento do sistema sindical”.


O Conselho esdrúxulo também estabeleceria “requisitos obrigatórios de representatividade, democracia, eleições, mandatos e de transparência que deverão constar nos estatutos das entidades sindicais em todos os níveis de organização sindical”. Ou seja, seria uma espécie de Soviete Supremo do sindicalismo, com poderes ilimitados, acima do Congresso.


O Antagonista sabe que tem vários dedos de Paulinho da Força na redação dessa pouca vergonha. E que Marcelo Ramos age em conjunto com Rodrigo Maia.


Leia o texto da PEC aqui.
Não largam o osso, PQP.
 

Wayne Gretzky

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Bozo e seu ministro olavete de relações exteriores são excelentes, você que não enxerga.

A cada apoio que ele perde, cria-se uma realidade alternativa onde tudo deu certo. Ele venceu a briga com a França e eles pediram desculpas, a Alemanha e a Noruega pediram desculpas tbm e vão fornecer US$ 1 bilhão por ano para salvar a Amazônia, a China reconheceu o Brasil como o maior e melhor parceiro comercial, os elogios aos ditadores da américa latina renderam mais popularidade ao Brasil nesses países, os EUA valorizam tanto a relação com o Brasil que agora todos os brasileiros podem ir pra lá livremente e vice-versa (tudo graças às excelentes negociações do nosso lendário embaixador, o Eduardo Bolsonaro).

Infelizmente a realidade que a gente vive é a que nada disso dá certo. Mas vc sabe pq isso acontece, não sabe? É pq vc fica torcendo contra! Vc ri das notícias quando o governo faz cagada, aí fica atraindo coisa ruim.
Eles não admitem que o Brasil foi RECUSADO para entrar na OCDE. Para eles é fake news. Utilizam o argumento que o apoio americano continua, como se isso fosse alguma espécie de consolo. Oras, o Brasil é um importante parceiro comercial dos EUA. Queriam que eles falassem que as portas estão fechadas e que nós somos a nova Coreia do Norte? Não existe prazo para a entrada de novos países no futuro, isso é balela. O fato é que o Brasil foi RECUSADO e foi trocado por um país que está no buraco e que não tem perspectivas nenhuma de melhora a longo prazo. É a mesma coisa da sua mulher te trocar por um vibrador usado de 5cm.

O absurdo é que essa galera bolsonarista vive em um loop de negação eterna, tudo tem uma justificativa. É igual quando morre um animal de estimação de uma criança e a mãe faz toda uma ginástica mental para consolar o filho.
 

kyubi64

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Eles não admitem que o Brasil foi RECUSADO para entrar na OCDE. Para eles é fake news. Utilizam o argumento que o apoio americano continua, como se isso fosse alguma espécie de consolo. Oras, o Brasil é um importante parceiro comercial dos EUA. Queriam que eles falassem que as portas estão fechadas e que nós somos a nova Coreia do Norte? Não existe prazo para a entrada de novos países no futuro, isso é balela. O fato é que o Brasil foi RECUSADO e foi trocado por um país que está no buraco e que não tem perspectivas nenhuma de melhora a longo prazo. É a mesma coisa da sua mulher te trocar por um vibrador usado de 5cm.

O absurdo é que essa galera bolsonarista vive em um loop de negação eterna, tudo tem uma justificativa. É igual quando morre um animal de estimação de uma criança e a mãe faz toda uma ginástica mental para consolar o filho.
Já foi desmentido isso ali em cima. As tratativas estão dentro do cronograma previsto. Por favor, mostre onde está a tal recusa, sendo que a própria embaixada americana declarou a manutenção do apoio.
 

Coffinator

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Eles não admitem que o Brasil foi RECUSADO para entrar na OCDE. Para eles é fake news. Utilizam o argumento que o apoio americano continua, como se isso fosse alguma espécie de consolo. Oras, o Brasil é um importante parceiro comercial dos EUA. Queriam que eles falassem que as portas estão fechadas e que nós somos a nova Coreia do Norte? Não existe prazo para a entrada de novos países no futuro, isso é balela. O fato é que o Brasil foi RECUSADO e foi trocado por um país que está no buraco e que não tem perspectivas nenhuma de melhora a longo prazo. É a mesma coisa da sua mulher te trocar por um vibrador usado de 5cm.

O absurdo é que essa galera bolsonarista vive em um loop de negação eterna, tudo tem uma justificativa. É igual quando morre um animal de estimação de uma criança e a mãe faz toda uma ginástica mental para consolar o filho.
 

Simpato Amasaki

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Brasil ainda precisa cumprir 171 requisitos para entrar na OCDE. Argentina, cumpre estes requisitos.

Requisitos para entrar na OCDE: reunião com secretário-adjunto

O ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, e o da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, estiveram nesta quinta-feira (10) com o secretário-geral adjunto da OCDE (Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico), Ludger Schuknecht. Apesar da negativa dos Estados Unidos para a entrada do Brasil no "clube dos países ricos", contrariando a promessa do presidente Donald Trump, Onyx diz que “nunca um país esteve tão adiantado para entrar na OCDE” e que já foram cumpridos pelo Brasil 82 requisitos para entrar na OCDE. Contudo, a recusa dos EUA tira do Brasil a possibilidade de obter benefícios indiretos na cena internacional – especialmente na economia.

O ministro da Casa Civil informa que há 253 requisitos exigidos, e - além dos já aprovados - 66 estão em análise. Ou seja, o Brasil ainda precisa cumprir 171 requisitos para entrar na OCDE. “O que a própria OCDE defende é um ritmo gradual para acessão de novos membros (e Argentina e Romênia encaminharam sua entrada antes que o Brasil”, escreveu Onyx no Twitter.

https://outline.com/U5JAz4
 
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