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Tópico da Crise de Energia 2021 [2022?]

Sgt. Kowalski

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Nível do reservatório da hidrelétrica de Ilha Solteira cai para 1% da capacidade


Segundo a ONS, operação em hidrelétricas com valores inferiores a 10% requer atenção; mesmo com nível baixo, não há previsão para suspensão dos trabalhos na usina.


Estiagem provocou queda no nível do rio em Ilha Solteira (SP) — Foto: Jewison Cabral/TV TEM


Estiagem provocou queda no nível do rio em Ilha Solteira (SP) — Foto: Jewison Cabral/TV TEM

O nível do reservatório da Usina Hidrelétrica de Ilha Solteira (SP) caiu para 1,45% da capacidade, de acordo com dados do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) desta segunda-feira (13). Apesar do baixo nível, não há previsão para que as operações sejam suspensas na unidade.

A usina, construída no Rio Paraná, é a maior do Estado de São Paulo e a terceira maior em operação do Brasil. De acordo com a empresa CTG Brasil, responsável pelas operações da usina, a potência instalada é de 3.444 megawatts, com 20 unidades geradoras. A barragem tem 5.605 metros de comprimento, com reservatório de 1.195 quilômetros quadrados de extensão.

Conforme o ONS, a operação de hidrelétricas com nível de armazenamento em torno de 10% é tecnicamente viável, e com valores inferiores a 10% requer atenção, como solicitações mecânicas a que as máquinas são submetidas.

Estiagem provocou queda no nível do rio em Ilha Solteira (SP) — Foto: Jewison Cabral/TV TEM

No mesmo período do ano passado, o nível do reservatório da hidrelétrica de Ilha Solteira estava em 65%. Já em agosto deste ano, o nível estava em 36%. No começo deste mês, caiu para 10%.


Mais situação crítica


Na Usina Hidrelétrica de Três Irmãos, em Pereira Barreto (SP), também no noroeste paulista, a situação não é diferente. O nível da usina é crítico, com 6,17% da capacidade registrado nesta segunda-feira.

Em agosto deste ano, o índice de armazenamento era de 39%. No ano passado, no mesmo período, o nível da represa estava em 62%.

Estiagem fez nível do rio em Pereira Barreto (SP) diminuir e mudar cenário de prainha — Foto: Jewison Cabral/TV TEM

A unidade de Três Irmãos foi instalada na bacia do rio Tietê, a 28 quilômetros da foz, em Pereira Barreto. A potência instalada da usina é de 807,5 megawatts, com cinco unidades geradoras.

As usinas de Ilha Solteira e de Três Irmãos fazem parte do principal conjunto de hidrelétricas das regiões Sudeste e Centro-Oeste do Brasil, que concentram 70% de toda a água armazenada no país.

Nível do reservatório da hidrelétrica de Ilha Solteira chega a 1% da capacidade


Nível do reservatório da hidrelétrica de Ilha Solteira chega a 1% da capacidade

Para os especialistas, os baixos níveis de armazenamento das usinas do noroeste paulista são preocupantes e há risco de apagão.

“Vários especialistas têm se manifestado que nós devemos passar setembro, outubro e até mesmo novembro com uma atenção muito forte para evitar a ocorrência desses apagões. É possível que a partir de novembro, com o início da estação chuvosa, tenha uma melhoria da situação dos reservatórios, mas vai com certeza depender das condições do verão”, explica Luiz Barata Ferreira, consultor do Instituto Clima e Sociedade.
 


Resu Anera

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O Distrito Federal passou por uma crise hídrica que levou 2 anos pra ser sanada. Embora a crise afetasse o abastecimento de água, e não a geração de energia (porque não existe usina hidrelétrica no DF), o tratamento pode ser mimetizado a nível federal pra sanar essa crise hídrica nacional.

Observando agora no site da Adasa, dá pra ver que hoje, no final do período de estiagem no DF (hoje completam 90 dias sem chuva) o nível dos reservatórios ainda está bastante satisfatório:
DESCOBERTO - 68,9%
SANTA MARIA-TORTO - 88,3%

Pra um lugar que há três anos os reservatórios tinham atingido o volume morto nessa época, é notório que as ações tomadas foram efetivas.

Superada a crise hídrica, Descoberto verteu novamente

Dois anos e oito meses depois, o Reservatório do Descoberto verteu novamente. Isso ocorre quando o nível de água armazenada supera a capacidade de reserva do manancial.

Na manhã desta quinta-feira (27), a barragem atingiu 100% da capacidade: 1.030,02 metros acima do nível do mar.

Ao atingir o volume máximo, o Descoberto volta a abastecer a Candangolândia, o Núcleo Bandeirante e partes de Águas Claras e do Park Way (das Quadras 1 a 5), segundo informou a Companhia de Saneamento Ambiental do Distrito Federal (Caesb).

Em decorrência da crise hídrica, essas regiões administrativas eram atendidas por meio de transferência do Sistema Torto-Santa Maria para o Descoberto. A vazão era de 230 litros por segundo, mesma proporção a ser incorporada na captação direta do manancial em Brazlândia.

A Caesb trabalha também com a previsão de retorno de abastecimento do Guará pelo Descoberto em janeiro. Segundo o presidente da companhia, Maurício Luduvice, “essa flexibilidade hoje existente no sistema, bem como a sua capacidade de produzir mais água, foi o principal fator de suspensão do racionamento, em junho deste ano, e da superação completa da crise hídrica”.

O reservatório tinha superado a capacidade máxima de armazenamento em abril de 2016 e em maio de 2015. Desde então, a alteração do ciclo hidrológico do Distrito Federal fez com que o território enfrentasse e superasse a maior crise hídrica da história.

Para isso, foi preciso tomar medidas como racionar o consumo, fazer valer o uso consciente da água e investir em novas fontes de captação dos recursos hídricos.

Para garantir o abastecimento de água para consumo humano, o Executivo local adotou uma série de medidas de contenção de uso.

Foi necessário instituir, em 16 de janeiro de 2017, o racionamento nas regiões administrativas abastecidas pelo Reservatório do Descoberto. Em 21 de fevereiro do mesmo ano, as áreas abastecidas pelo Santa Maria também aderiram ao rodízio.

Somente em 14 de junho deste ano, a medida foi suspensa, após o DF sair da crise hídrica.

Ainda para enfrentamento da situação, reduziu-se a vazão de retirada de água nos Reservatórios do Descoberto e de Santa Maria. Em seguida, a Agência Reguladora de Águas, Energia e Saneamento do Distrito Federal (Adasa) determinou a restrição de dias e horários para a retirada de água por produtores rurais irrigantes.

Por outro lado, o governo investiu em obras para reforçar o abastecimento de água.

As intervenções foram:


O uso consciente de água na produção rural foi estimulado por meio de capacitações oferecidas pela Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Distrito Federal (Emater-DF). A equipe técnica da empresa orientou os produtores a adotarem os sistemas de microaspersão e de gotejamento para reduzir as perdas na irrigação.

Órgãos públicos também aderiram a práticas sustentáveis, como a Companhia do Metropolitano (Metrô-DF), que diminuiu o consumo em 49%.
 
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Zefiris Metherlence

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Alguns rios no RS, como Jacuí e Jaguarão, estão com cheia devido as chuvas recentes. E para os próximos 7 dias devem ocorrer novos eventos de chuva significativa para esse estado e SC.
Para a região Sudeste que precisa de água para ontem? Ainda sem sinais de chuva relevante para o futuro próximo. A maioria dos modelos de computador indicam a permanência da Oscilação Antártica em sua fase positiva até o final do mês. Se algo mudar, só no próximo mês.
 

johnhartigan

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O que eu peço é o seguinte, e se não tivesse pandemia, sabe aonde a gente estaria? No escuro nesse momento. Independente do governo esse país sempre foi um lixo para geração de energia mesmo tendo uma put* capacidade, vão inventar de dar moral pra índio, ambientalista e o c***lho.
Vou nem falar que uns 50% da água deve ser desperdiçada até chegar na casa das pessoas.
 

Zefiris Metherlence

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  • Energy Prices in Europe Hit Records After Wind Stops Blowing
  • Heavy reliance on wind power, coupled with a shortage of natural gas, has led to a spike in energy prices

Os russos devem estar felizes por vender gás para os europeus com preços altos, já que a energia eólica mais uma vez demonstra suas fraquezas.
 


carlos222

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Isso de energia solar e eólica é uma furada, só vale a pena em algumas circunstancias.

Já era para ter uma usina nuclear em cada esquina desse país.
 

Setzer1

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Eólica, assim como hidro.
Costumam ter meses de alta e de baixa.

Na Europa o período de ventos fortes é no Inverno. O que ajuda a aliviar a pressão no consumo de gás e carvão que são redirecionados pro aquecimento das casas.
E costuma ser +fraco no verão.

Agora apenas eólica estar em um mês historicamente fraco somado a um ano abaixo da média histórica não explica por si só o preço da energia na Europa.

Gás subiu 170% em boa parte porque o mercado asiático comprou quase todo o gás liquefeito do mundo.
Carvão tb subiu de preço também puxado pela Ásia.


Mundialmente apesar das usinas de energia terem sido construídas e preparadas para esse "restart" mundial da produção.
As minas de extração de carvão, gás, etc não conseguem acompanhar com o apertar de 1 botão. E é isso que esta pressionando o preço da energia.
E levará meses pra essas minas voltarem a produção total.

Isso também está afetando o Brasil tornando nossas termoelétricas, que já são caras, em absurdamente caras.
 
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Sgt. Kowalski

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Governo pede novos estudos sobre horário de verão



Apesar de crescente pressão de setores econômicos, o MME (Ministério de Minas e Energia) avalia que a volta do horário de verão teria impacto limitado no consumo de eletricidade do país e não ajudaria a enfrentar a crise energética atual.
Ainda assim, afirma que pediu novos estudos ao ONS (Operador Nacional do Sistema Elétrico) para avaliar a questão "à luz da atual conjuntura de escassez hídrica", em meio a pressões de setores econômicos pelo retorno do programa extinto em 2019 pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido).
"A contribuição do horário de verão é limitada, tendo em vista que, nos últimos anos, houve mudanças no hábito de consumo de energia da população, deslocando o maior consumo diário de energia para o período diurno", diz o ministério, em nota.
"Assim, no momento, o MME não identificou que a aplicação do horário de verão traga benefícios para redução da demanda", continua, frisando que pediu que o ONS "reexaminasse a questão". O operador disse que não comentaria o tema.
Setores como o de turismo, serviços e shoppings centers vêm pressionando o governo pelo retorno do programa. Além da possibilidade de economizar energia, eles seriam beneficiados com o aumento da circulação de pessoas no início da noite.
Nesta segunda-feira (13), o pleito ganhou apoio também do ICS (Instituto Clima e Sociedade), Idec (Instituto de Defesa do Consumidor) e IEI (sigla para Iniciativa Energética Internacional), que consideram que o governo precisa lançar mão de todas as medidas de economia possíveis.
"O ganho é pequeno, mas nesse momento precisamos contar megawatt por megawatt", disse o ex-diretor do ONS Luiz Eduardo Barata, em mesa redonda com jornalistas para apresentar estudo sobre programas de eficiência energética.
A opinião é compartilhada pela ABCE (Associação Brasileira das Companhias de Energia Elétrica). "Por mais que nao faça grandes diferenças, poupar é sempre bom", diz o diretor-presidente da entidade, Alexei Vivan.
Ele ressalta que o país está gerando toda a sua capacidade térmica, o que vem pressionando as tarifas de energia já em 2021 e com tendência de pressão sobre 2022 também. Segundo projeção do Idec, o horário de verão economizaria entre 2% e 3% do consumo no início da noite.
O deslocamento do horário de maior consumo para o início da tarde a partir da popularização dos aparelhos de ar condicionado reduziu o impacto do horário de verão no sistema, o que acabou sendo uma das justificativas para a sua extinção.
Para o governo, a menor economia não justificava o transtorno provocado a trabalhadores que precisam acordar cedo e tomar o transporte público com o céu ainda escuro. "Não fazia sentido em um momento de tranquilidade no setor elétrico, mas agora qualquer economia é bem vinda", frisa Vivan.
Na segunda-feira (13), Barata lembrou que o próprio ONS foi contrário ao fim do horário de verão, mas prevaleceu o argumento de que a economia não compensava os transtornos.
 

Zefiris Metherlence

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No momento há chuva forte e trovoadas na divisa do PR com SC.
Mas as caracteristicas são de frente quente, não de frente fria. Então isso aí não deve ir em direção a SP, e sim do RS no decorrer do dia.
Possivelmente haverá granizo em alguns lugares.
 

Resu Anera

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Amanhã é meu aniversário, e minha mãe conta que a uma coisa marcante do dia que nasci, em 1992, é que fazia uma tempestade de dar medo. Sim, eu sou Resu Anera Stormborn :kcool
Enfim, só contei isso pra dizer que não tem o menor sinal de chuva aqui, e até onde o horizonte permite ver, por causa da fumaça, não tem nuvem à vista.
 

Sgt. Kowalski

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Sgt. Kowalski

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Bolsonaro pode recuar com horário de verão como fez com o STF, diz defensor da mudança


O grupo de empresários do setor de turismo que, há quase três meses, lançou o movimento para pedir a volta do horário de verão se surpreendeu com a dimensão que o assunto tomou.
Depois de ver crescer o apoio de entidades representantes de restaurantes, shoppings, setor elétrico e até de defesa dos consumidores, o próximo passo é levar o debate para a população, segundo Fabio Aguayo, diretor da CNTur, que iniciou a pressão sobre o governo, conforme o Painel S.A. antecipou em junho.
Aguayo diz ter percebido que o horário de verão está entre os temas que dividem a polarizada sociedade brasileira e que um termômetro disso aparece nas redes sociais. Portanto, vai lançar um novo esforço na tentativa de chamar para a causa os apoiadores de Bolsonaro, que segundo Aguayo, são os maiores opositores.
"Uma das discussões mais apaixonadas nas redes sociais é o horário de verão. Os bolsonaristas entram em uma coisa surreal. E quem não é, também. Muitos bolsonaristas são contra porque o Bolsonaro é contra. Mas eu já consegui reverter bastante", diz.
Ele afirma que o presidente pode voltar atrás, assim como fez na semana passada, na crise com o STF (Supremo Tribunal Federal), quando divulgou a nota de recuo dizendo não ter tido a intenção de atacar os outros Poderes nas manifestações do 7 de Setembro.
"Eu entendo que o Bento Albuquerque, o nosso ministro de Minas e Energia, é teimoso também. Ele pegou o espírito do Bolsonaro e não quer recuar. Mas não é questão de umbigo e vaidade. É uma questão nacional", diz Aguayo.
A extinção do horário de verão, que veio por meio de um decreto ainda em abril de 2019, foi uma das primeiras medidas tomadas por Bolsonaro em seu governo. O presidente sempre reclamou da mudança no relógio, defendendo que ela não gerava economia de energia.
Quando tomou a decisão no inicio do mandato, Bolsonaro também apostava que a produtividade do trabalhador brasileiro aumentaria, porque, segundo ele, o horário de verão afetava o relógio biológico da população.
O Ministério de Minas e Energia avalia que a volta do horário de verão tem impacto limitado no consumo de eletricidade e não ajudaria a enfrentar a atual crise energética. A pasta chegou a negar oficialmente o pedido, mas agora está solicitando novos estudos ao ONS (Operador Nacional do Sistema Elétrico).
"O próximo passo é massificar. Agora, temos que sair do campo da política e das entidades. Agora é o povo entender", afirma Aguayo, que diz estar convidando entidades de diferentes estados para abrir uma nova campanha com justificativas a favor do horário de verão.
A argumentação é que a volta da mudança no relógio promove economia de energia e favorece a circulação de consumidores em atividades como turismo e restaurantes no início da noite, o que pode ajudar os negócios a se reerguer do baque da pandemia.
 

Akita

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No momento há chuva forte e trovoadas na divisa do PR com SC.
Mas as caracteristicas são de frente quente, não de frente fria. Então isso aí não deve ir em direção a SP, e sim do RS no decorrer do dia.
Possivelmente haverá granizo em alguns lugares.
Está tipo ar condicionado em SP.
 

Sgt. Kowalski

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Represas de hidrelétricas do Sudeste e Centro-Oeste já operam abaixo do nível do pré-apagão

Sem chuvas e com alta do consumo de energia elétrica, o nível dos reservatórios do Sudeste/Centro-Oeste alcançou o menor patamar, pelo menos, desde a crise de 2001, quando ocorreu o maior racionamento da história do Brasil. Em 2000, ano que precedeu o apagão, as represas estavam com 20,8% do armazenamento e, em 2001, já com programa de redução compulsória de energia, em 21,76%. Neste ano, até dia 15 de setembro, último dado do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), o nível era de 18,23%.

Esse porcentual deve continuar em queda até novembro, quando pode romper a barreira de 10% – o que representa um desafio e um risco maior para a operação do sistema. No mercado, a combinação entre o consumo e a baixa dos reservatórios já levanta dúvidas se o governo conseguirá equilibrar oferta e demanda de energia para evitar um racionamento, mesmo que pequeno, da ordem de 5%.
 

Grave Uypo

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Represas de hidrelétricas do Sudeste e Centro-Oeste já operam abaixo do nível do pré-apagão

Sem chuvas e com alta do consumo de energia elétrica, o nível dos reservatórios do Sudeste/Centro-Oeste alcançou o menor patamar, pelo menos, desde a crise de 2001, quando ocorreu o maior racionamento da história do Brasil. Em 2000, ano que precedeu o apagão, as represas estavam com 20,8% do armazenamento e, em 2001, já com programa de redução compulsória de energia, em 21,76%. Neste ano, até dia 15 de setembro, último dado do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), o nível era de 18,23%.

Esse porcentual deve continuar em queda até novembro, quando pode romper a barreira de 10% – o que representa um desafio e um risco maior para a operação do sistema. No mercado, a combinação entre o consumo e a baixa dos reservatórios já levanta dúvidas se o governo conseguirá equilibrar oferta e demanda de energia para evitar um racionamento, mesmo que pequeno, da ordem de 5%.
tem uma lagoa minha aqui que eu nunca vi seca, está uma tristeza olhar, deve estar com tipo 3% da capacidade normal. ta praticamente uma poça de lama.

se tiver apagão, eu ja to com um gerador de 3500kva aqui pra quebrar o galho.
 

Sgt. Kowalski

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"ain, de certo a culpa é do presidente né? Foi ele que não fez chover né?"


TCU aponta falhas do governo na crise hídrica e energética

Relatório do tribunal diz que faltam "previsibilidade" e "razoabilidade" nas medidas contra o racionamento



Reservatórios de hidrelétricas estão com nível abaixo dos registrados em 2001. Técnicos apontam falta de plano para combater escassez hídrica (foto: Euler Júnior/EM/D.A Press - 9/1/13 )
Um relatório do Tribunal de Contas da União (TCU) aponta que faltam “previsibilidade e razoabilidade” ao governo Jair Bolsonaro (sem partido) para administrar as crises hídricas e energéticas. O documento é um problema para o governo, que vem evitando ao máximo falar em racionamento de energia mesmo com os reservatórios hoje em um nível mais baixo do que no mesmo período em 2001, ano que ficou marcado por medidas duras para conter a demanda que derrubaram o crescimento econômico. Diante da gravidade do quadro, até mesmo o presidente já fez apelos para que os consumidores economizem.


No relatório, elaborado pela área técnica do TCU, os especialistas apontam que não há um plano definido pela Câmara de Regras Excepcionais para Gestão Hidroenergética (Creg) caso as chuvas demorem um pouco mais para chegar e a situação se complique. A Creg foi instituída em junho, via Medida Provisória. Vários ministros do governo, entre eles Paulo Guedes (Economia) e Bento Albuquerque (Minas e Energia), fazem parte da câmara. O TCU ainda vai analisar, em plenário, o relatório dos técnicos. Os ministros do tribunal podem, por exemplo, determinar medidas para aliviar a crise energética. As informações foram divulgadas pelo portal G1.

Críticas

Em agosto, o Estado de Minas ouviu ambientalistas que avaliaram a atuação da Creg como ruim para a administração da crise. Para eles, o comitê passou a regular a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), que deveria administrar a questão. “Esse comitê extraordinário de crise é de fato quem está tomando as decisões, com a agência reguladora significantemente neutralizada, bem como o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama)”, disse o presidente do Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio São Francisco (CBHFS), Anivaldo de Miranda Pinto.

O Brasil passa por uma dificuldade para produzir energia elétrica diante da falta de chuvas. Portanto, a principal fonte do país, formada pelas hidrelétricas, opera com capacidade inferior ao habitual. O problema também reflete no bolso do consumidor.

Sem a capacidade total das hidrelétricas, o governo precisa comprar energia das termelétricas, que cobram bem mais caro. Além disso, esse tipo de energia é bem mais poluente, já que vem a partir dos combustíveis fósseis. A crise energética fez a Aneel criar a bandeira da escassez hídrica, que aumentou o custo da conta de luz. A cobrança extra fez o valor de 100 kWh subir de R$ 9,49 para R$ 14,20.

Reservatórios

Nas usinas hidreléricas do Centro-Oeste e Sudeste, que respondem por mais de 70% da capacidade de geração hidrelétrica, a situação é crítica. A falta de chuvas e o aumento do consumo com o reaquecimento da atividade econômica levaram os reservatórios ao menor patamar desde a crise vivida há 20 anos. Até quarta-feira, conforme dados do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), as usinas da região estão com 18,2% de armazenamento, contra 20,8% em setembro de 2000 e 21,8% em 2001, Algumas hidrelétricas estão com o nível de água abaixo de 12%, como são os casos de Água Vermelha, Marimbondo, Nova Ponte, Emborcação e Itumbiara. Juntas, elas representam um terço do volume de armazenamento do Sudeste/Centro-Oeste, hoje responsável por 70% do volume de todo o país.
 

geist

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Vocês acham que vale a pena investir em um gerador de energia? Estou preocupado (principalmente com a geladeira e ventilação) em caso de apagão. Tenho mãe idosa e que sofre com o calor.
Qual seria o melhor modelo? Gasolina ou Diesel? Com ou sem bateria? Esses geradores se deterioram rápido ou possuem uma boa vida útil?
 

johnhartigan

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Vocês acham que vale a pena investir em um gerador de energia? Estou preocupado (principalmente com a geladeira e ventilação) em caso de apagão. Tenho mãe idosa e que sofre com o calor.
Qual seria o melhor modelo? Gasolina ou Diesel? Com ou sem bateria? Esses geradores se deterioram rápido ou possuem uma boa vida útil?
Qualquer gerador, moto bomba ou etc o negócio é o seguinte, compra a gasolina e volta e meia tem que ligar pra fazer funcionar, coisa parada estraga mais que coisa funcionando.
 

Digoo

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Caras, minha conta sempre vem 180, 190, não passa disso, ontem fui ver, 312 reais.
312 Guedes.

3 pessoas, sem ar condicionado, sem usar energia em horário de pico.

Vou ter que fazer um gato, não vai ter jeito.
 

Sgt. Kowalski

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Caras, minha conta sempre vem 180, 190, não passa disso, ontem fui ver, 312 reais.
312 Guedes.

3 pessoas, sem ar condicionado, sem usar energia em horário de pico.

Vou ter que fazer um gato, não vai ter jeito.
Eu já tive conta nesse ano de 590 reais.
Já tô entorpecido pela trolha.
 

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ZS de São Paulo. Ontem a luz piscou (o suficiente pra resetar o aparelho da Net) umas três vezes. Sinal de apagão próximo?
 

king_hyperdyo

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Eu já tive conta nesse ano de 590 reais.
Já tô entorpecido pela trolha.
Quando começou a Bandeira Vermelho foi de 250, 350 e agora 450. (Detalhe o consumo não mudou nada se manteve)

Tinha dois relógios em casa e mandei tirar um por que estava desativado, vieram aqui e ofereceram a renda mínima :kpensa (Gato).


Estou seriamente pensando em colocar placa solar, o duro é o investimento.

Foda você ter que resolver o problema da m**** do Governo que não investe em nada.
 

Akita

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Esse governo é insano de mais, vai dar m****. O povo não vai baixar o consumo no aumento da energia enquanto eles não desligarem a torneira de crédito e auxílio. E a indústria vai produzir pra c***lho com o mundo todo sedento por consumo.
 

Setzer1

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Aqui a conta de luz só não subiu pq eu parei de usar meu aquecedor de 2000W com as temperaturas mais amenas.
Mais tb não desceu.... logo a conta que era pra reduzir uns 200 reais/mês não saiu do lugar.

E ainda nem chego a conta com a nova tarifa de racionamento....
 

Pimbaum

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Caraca... vendo esse tópico agora... Fiquei até com medo.

Já vi que demos sorte então, pq meus pais resolveram investir na Energia Solar. Uma bela bolada, 36 mil reais, mas em caso de apagão, racionamento, etc, pelo menos estariamos safos.
 

king_hyperdyo

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Caraca... vendo esse tópico agora... Fiquei até com medo.

Já vi que demos sorte então, pq meus pais resolveram investir na Energia Solar. Uma bela bolada, 36 mil reais, mas em caso de apagão, racionamento, etc, pelo menos estariamos safos.
Deve ter colocado mais de 10 Painéis.

Fiz um orçamento com 8 Painéis e deu um valor de 21k
 

nando3d

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A minha até que não aumentou tanto, mas minha economia foi zerada com o aumento das tarifas.

Em média vinha 180 reais. Em julho veio 200 reais (tava mais friiinho), agosto veio 210 (aí com o calorão, só banho frio), setembro foi 165 e agora em outubro virá 185 (30 reais de bandeira vermelha).
 

geist

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Terrível que se vier um apagão, será abrupto. Não vai dar nem tempo de "educar" a população.
E vai faltar água pra beber junto. :kduvida
 
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