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Tópico dos desabafos - Desabafe sobre o que quiser.

Evergrey

Lenda da internet
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Ela fazia sim terapia. Era incluído no plano de saúde dela. Mas tivemos que cortar momentaneamente pq quando minha avó faleceu, tivemos que custear as coisas do funeral (E como a minha família não é nem um pouco unida, ninguém ofereceu ajuda pra nada).

Quando isso aconteceu nossa verba ficou muito balançada... Vamos começar a voltar a encaixar certas coisas agora a partir de junho... Mas eu já estou de olho numa terapia popular como vc me falou.

Moramos em Nova Iguaçu, no RJ. Aqui não tem muito isso em lugares físicos (Até deve ter, mas não sei onde... E conhecendo como são as coisas aqui na baixada, deve ser bem escasso onde tiver) mas eu sei de atendimento online popular, que até acho melhor de certa forma, pq ela pode encaixar melhor no horário de trabalho dela.


Já estamos vendo isso para tentar retornar a partir de junho ou julho... O mais breve possível.
Boa.

Caso precisarem de ajuda, pode me enviar uma mensagem privada.
 

Duque87

Bam-bam-bam
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Sim é só generalização sim, cara eu estou na sociedade, eu transito, esse relato é comum, para mim isso é disfuncional, prefiro como meus avós viviam, respeito e hierarquia

Você pode tentar esquivar, mas você é dominado também pela sua mulher, toda uma geração vive assim
Você tira conclusões sobre a vida inteira de uma pessoa com base em um relato de cinco linhas, sobre um caso isolado de pessoas passando por um dia ruim.

Na sua cabeça, esposa = homem mandado, filho = vida ruim, responsabilidade = fracasso, eu sinceramente não vejo as coisas dessa forma, você não tem a mínima ideia de como é a minha vida, nem da vida de ninguém aqui.

Mas o que mais me chama a atenção é que você parece sentir necessidade de transformar qualquer situação em uma tentativa de humilhar alguém que nem conhece, de diminuir os outros, e não é a primeira vez que vejo você fazendo isso por aqui, e assim como você julga os outros, também é julgado.

De qualquer forma, já entendi sua opinião, não concordo com ela e não tenho interesse nesse tipo de conversa.

Desejo a você que viva sempre perto de pessoas como você, que te tratem da mesma forma que você trata os outros e que te ofereçam exatamente aquilo que você também oferece.
 

proximus-one

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Você tira conclusões sobre a vida inteira de uma pessoa com base em um relato de cinco linhas, sobre um caso isolado de pessoas passando por um dia ruim.

Na sua cabeça, esposa = homem mandado, filho = vida ruim, responsabilidade = fracasso, eu sinceramente não vejo as coisas dessa forma, você não tem a mínima ideia de como é a minha vida, nem da vida de ninguém aqui.

Mas o que mais me chama a atenção é que você parece sentir necessidade de transformar qualquer situação em uma tentativa de humilhar alguém que nem conhece, de diminuir os outros, e não é a primeira vez que vejo você fazendo isso por aqui, e assim como você julga os outros, também é julgado.

De qualquer forma, já entendi sua opinião, não concordo com ela e não tenho interesse nesse tipo de conversa.

Desejo a você que viva sempre perto de pessoas como você, que te tratem da mesma forma que você trata os outros e que te ofereçam exatamente aquilo que você também oferece.
Anotado, Dècio. :klol
 

geist

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Eu sou estranho mesmo.

Todo mundo querendo comprar carro, moto...

E eu querendo comprar um sarcófago com entrada usb.

Tem modelo mais exótico.

1111-31.jpg


Mas receio não ter entrada USB, teria que usar um adaptador...

1662467571.ag863-large_4.jpg
 


Bat Esponja

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Sabem, minha esposa trabalha em loja, 6x1... A vaga por si só já é cansativa e os seres humanos que trabalham na loja as vezes deixam a rotina ainda mais caótica....

Minha esposa é autista grau 1 de suporte... Um dia desses uma mulher colega de trabalho da minha esposa DO NADA falou pro cliente que minha esposa (que estava atendendo) era autista e que não sabia pq ela estava trabalhando ali e que ela devia estar em casa ganhando auxílio. Que minha esposa era chata. O motivo? Minha esposa pediu para a tal colega ir pegar um produto no estoque, sendo que o trabalho dela ENVOLVE PEDIR pq ela não tem a permissão de ficar indo ao estoque da loja... As pessoas não gostam de ficar indo ao estoque SENDO QUE É O TRABALHO DELAS atender os pedidos. Minha esposa é alguém que já tem ansiedade, toma remédio para isso. Nesse dia minha esposa ficou muito mal, se sentiu humilhada na frente do cliente, e ela é alguém que evita confronto.



Desde então ela tem tido crises de ansiedade, dificuldade pra dormir... Tem tomado remédio Pra poder dormir, começou há dois dias.

Hoje fomos no médico e a doutora achou melhor ela dar um tempinho no trabalho para não correr o risco desse quadro piorar, deu 3 dias pra ela descansar em casa. Mandamos o comunicado para a supervisão, nem responderam.

Ela ficou com aquele sentimento de "estar fazendo algo errado", pq ela nunca colocou tantos dias assim de atestado. Na verdade minha esposa mal falta ao trabalho, mesmo quando está mal, pq tem medo de ser demitida.

E até eu mesmo fiquei com esse sentimento, pq sempre fui muito assíduo em trabalho, nunca gostei de faltar, mesmo estando mal.

Mas aí eu tento pensar pelo lado de que ela realmente estava precisando de um tempo, vinha chorando com frequência por conta da própria rotina intensa de loja e das pessoas que trabalham lá. E que também se ela chegar no auge da exaustão, a empresa não vai fazer um porr@ nenhuma pra ajudar em nada se ela tiver um negócio na cabeça.

Mas eu ainda não consegui um emprego, só minha esposa está trabalhando, aquele medo do chefe "decidir fazer corte" justo com minha esposa é fod@. Mesmo que não aconteça nada, sempre bate medo de ser um desses chefes malucos que vc não pode nem ir no médico cuidar da saúde.

A organização e clima organizacional dessa loja que ela trabalha já é uma m****... E obviamente isso parte de cima, que caga e anda pro que acontece na loja...


Enfim, queria só desabafar mesmo. É foda parar pra cuidar da saúde e AINDA ASSIM sentir que tá errado. Não queria que ela sentisse isso.

Em ambientes tóxicos, como no trabalho dela, as regras são todas invertidas mesmo, infelizmente.
 

Spacehead

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Galera caga muita regra sobre relacionamento, na época dos avós (os que controlam os outros com um olhar) se viesse um homem com todas essas teorias do que fazer ia ser considerado um grande esquisito com tendência homoafetivas.



De todo modo, sextou ainda bem, fechando a semana bem cansado por aqui, e a expectativa é que semana que vem seja bem tranquila...
 

Zaϲh

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Sextou.
Sextou com uma vontade violenta de foder. Foder pra valer. Foder de esgoelar. Foder de me acabar em gozo e purpurina.

Visualizar anexo 506763

Daqui pouco tempo estarei com a nega véia. Não vejo a hora! :kluv :kfeliz
Ué, mas você já casou? Você disse que só ia dar um trato na macaca depois de casar.
Ou você desistiu dessa ideia?
 

Paerish

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Repito o que eu sempre digo nesse fórum à 10 anos: Red Pill, Black Pill, Purple Pill (aprendi hj essa), MGTOW e outros estrumes parecidos são movimentos criados por pessoas que colocam a culpa dos seus insucessos na vida em tudo, menos nelas próprias, além de serem incapazes de assumir suas responsabilidades e tratarem de resolver suas vidas sem encherem o saco da dos outros. Nem adianta argumentar com quem pensa assim, melhor deixar eles falarem pra paredes e brigarem com as pessoas iguais à eles do sexo oposto que são as feministas extremistas.
Boa tarde à todos. Há braços!
 

geist

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Repito o que eu sempre digo nesse fórum à 10 anos: Red Pill, Black Pill, Purple Pill (aprendi hj essa), MGTOW e outros estrumes parecidos são movimentos criados por pessoas que colocam a culpa dos seus insucessos na vida em tudo, menos nelas próprias, além de serem incapazes de assumir suas responsabilidades e tratarem de resolver suas vidas sem encherem o saco da dos outros. Nem adianta argumentar com quem pensa assim, melhor deixar eles falarem pra paredes e brigarem com as pessoas iguais à eles do sexo oposto que são as feministas extremistas.
Boa tarde à todos. Há braços!

O mais triste é que o tempo não volta. É irrecuperável.
Quando eu me separei, comecei a ter um monte de reforço negativo sobre as mulheres. Se a pessoa não for bem centrada e mergulhar na bolha, ninguém mais presta e ela vai morrer sozinha e frustrada, igual acontece com muitas feministas.

Junto com várias verdades, vem a manipulação, viés, ideologia, conveniência, um monte de coisa misturada.
Foi muito útil aprender e entender a mulher moderna e todo o ecossistema que lhe dá suporte e põe no traseiro dos homens. É bom pra ficar esperto.

Só que, apesar disso, tem muita gente boa ainda por aí.

"Ain, mas é viver com uma arma apontada pra cabeça".
Sim, a começar pelo Estado, que já tá começando a pegar no pé de homem e mulher solteira mundo afora. O mundo não pode lhe blindar dos riscos, mas oferece muitas oportunidades.
Além do mais, tem meios de se blindar. Bitcoin, por exemplo. Morar de aluguel, igual eu vou fazer. Ou simplesmente ser pobre (vai dividir só os boletos).

É ruim entrar em um relacionamento já contando que vai dar errado ou com um individualismo monstruoso.
Enfim... eu me arrependo por ter demorado a sair pro mundo novamente. Já deveria ter tido pelo menos 2 filhos e ter minha família Doriana.

Quando a gente menos percebe, já temos mais passado do que futuro... :ktriste2
 

de acordo

Ei mãe, 500 pontos!
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Repito o que eu sempre digo nesse fórum à 10 anos: Red Pill, Black Pill, Purple Pill (aprendi hj essa), MGTOW e outros estrumes parecidos são movimentos criados por pessoas que colocam a culpa dos seus insucessos na vida em tudo, menos nelas próprias, além de serem incapazes de assumir suas responsabilidades e tratarem de resolver suas vidas sem encherem o saco da dos outros. Nem adianta argumentar com quem pensa assim, melhor deixar eles falarem pra paredes e brigarem com as pessoas iguais à eles do sexo oposto que são as feministas extremistas.
Boa tarde à todos. Há braços!
Como você vivia de choro todo santo dia sobre não conseguir uma mulher por aqui e fazendo disso praticamente seu único objetivo de vida, vivia ignorando o que os outros te davam como dicas e só bem recente que anda melhor, que bom que encontrou a luz também. :klingua
 
Ultima Edição:

Paerish

Ei mãe, 500 pontos!
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Como você vivia de choro todo santo dia sobre não conseguir uma mulher por aqui e fazendo disso praticamente seu único objetivo de vida, vivia ignorando o que os outros te davam como dicas e só bem recente que anda melhor, que bom que encontrou a luz também. :klingua

Então, por mais que eu ainda reclame eventualmente por aqui da minha inexistente vida amorosa, sempre deixei claro que a culpa dela ser assim é minha. Meu erro foi que, assim como eu faço com meus amigos e com a minha família, eu tentava expor tudo isso pra que alguém me ajudasse sendo que só eu posso me ajudar.
E muitas vezes eu acabava não seguindo os conselhos que vcs me davam por aqui por teimosia, medo, ansiedade, por querer que as coisas dessem certo logo de cara sendo que muitas vezes leva tempo... Enfim, eu poderia ter resolvido isso antes se lá trás eu tivesse focado na minha carreira, não parado com a terapia, não me levasse tanto a sério e me colocado em mais situações sociais e entendesse que é um processo longo e que não preciso estar em uma corrida contra o tempo pra conquistar alguém e ter um emprego melhor.
Tô aprendendo agora e não digo que não vou ter mais meus momentos de lamentação, mas eu vou procurar evitar e focar no que realmente importa e entender que faz parte.
 

Leite Condensado

Bam-bam-bam
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Jogando Resident Evil Revelations 2, cheguei em uma parte onde tinha algumas coisas a explorar no cenário anterior, mas após cruzar uma portinha para ver o que tinha adiante o jogo me impede de voltar e pegar o que ficou pelo caminho. Não tive dúvida, fechei, deletei o jogo e o save, isso é totalmente inaceitável.
 

Leite Condensado

Bam-bam-bam
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Jogando Resident Evil Revelations 2, cheguei em uma parte onde tinha algumas coisas a explorar no cenário anterior, mas após cruzar uma portinha para ver o que tinha adiante o jogo me impede de voltar e pegar o que ficou pelo caminho. Não tive dúvida, fechei, deletei o jogo e o save, isso é totalmente inaceitável.
Reinstalei o jogo e vou jogar, eu tava gostando dele. Era papo de uma hora de save, vou iniciar novamente. Resident Evil de modo geral é um jogo que uma segunda gameplay é muito prazerosa.
 

Zefiris Metherlence

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Dor no lado esquerda da boca. Deve ser dente. Pelo visto vou ter que sair de casa na próxima semana para ir no dentista, já que essas coisas não costumam curar sozinhas.

De todo modo, me lembrando que 1 século atrás teve um general chinês que sentiu dor no dente e foi no dentista, que o arrancou. Dias depois morreu devido as sequelas.
Bem, para morrer basta estar vivo, e dentistas de 100 anos atrás não deviam ser muito diferentes de torturadores da idade média :kpensa
 

City Hunter

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Minha saga com moderador de apetite e treino:

Aqui na minha cidade começou a esfriar essa semana. Faz um ventinho frio mas o sol é de praia. Para nadar no clube eu preciso deixar meu casaco atoalhado na beira da piscina, risos...tem semanas nas quais eu consigo nadar todos os dias (e são semanas cavalares de cansaço). Mas, em média, vou 2-3 vezes na semana.

Meu treino funcional é PESADO. Treinador me coloca com cargas bastante pesadas (eu as aguento, mas entendo que não são exatamente fáceis). Vou os 5 dias úteis da semana.

Nessa 5ª feira o treino de pernas foi mais pesado do que dei conta. De 12 repetições exigidas consegui fazer 3-4 repetições de cada exercício. Lombar pegou nesse dia! :ksnif Tanto 5ª quanto 6ª botei 2 comprimidos de Dorflex para dentro e dormi com adesivos de ibuprofeno espalhados pelo corpo.

O cansaço físico é tamanho a ponto d'eu dormir de 10 a 12 horas por dia. Por sorte estou em teletrabalho e faço contorcionismo para realizar minhas entregas no trabalho. Às vezes sinto culpa por não estudar para novo concurso ou mesmo doutorado. Mas esse processo com meu corpo tem exigido dedicação, tempo e paciência...

Terei pesagem na 6ª feira. Vejamos como estou indo - mas é nítida a redução de cintura.

O moderador deu uma reprogramada em meu cérebro. Antes eu tomava de 2 a 4 iogurtes/dia; e whey protein era um treco que voava! 3 potes de 2 kg cada mal duravam 1 mês. Hoje...tem iogurte vencido na minha geladeira. Às vezes fico 2-3 dias sem nem lembrar que iogurte existe. Whey eu pego meio scoop e ponho para dentro apenas por recomendação do nutricionista - por mim eu retirava totalmente da alimentação, não desce! Tenho um pote de granola que está prestes a completar 2 meses e meio...

Fruta? Eu me forço a comer 1 porção ao dia. Mas aqui em casa minha mãe compra 3 mamões e 3 mangas - eu não dou conta do volume de alimentos comprados cá para casa.

Industrializados ainda me dão enxaqueca. Mas isso não é na mesma hora que ponho o alimento na boca. Dá 5 minutos e tchum! Vem aquela dor de cabeça chata! Na 5a feira eu comi chocolate e amanheci com enxaqueca. Estou na luta para equilibrar gosto x benefício na minha alimentação.
 

Metal God

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Minha saga com moderador de apetite e treino:

Aqui na minha cidade começou a esfriar essa semana. Faz um ventinho frio mas o sol é de praia. Para nadar no clube eu preciso deixar meu casaco atoalhado na beira da piscina, risos...tem semanas nas quais eu consigo nadar todos os dias (e são semanas cavalares de cansaço). Mas, em média, vou 2-3 vezes na semana.

Meu treino funcional é PESADO. Treinador me coloca com cargas bastante pesadas (eu as aguento, mas entendo que não são exatamente fáceis). Vou os 5 dias úteis da semana.

Nessa 5ª feira o treino de pernas foi mais pesado do que dei conta. De 12 repetições exigidas consegui fazer 3-4 repetições de cada exercício. Lombar pegou nesse dia! :ksnif Tanto 5ª quanto 6ª botei 2 comprimidos de Dorflex para dentro e dormi com adesivos de ibuprofeno espalhados pelo corpo.

O cansaço físico é tamanho a ponto d'eu dormir de 10 a 12 horas por dia. Por sorte estou em teletrabalho e faço contorcionismo para realizar minhas entregas no trabalho. Às vezes sinto culpa por não estudar para novo concurso ou mesmo doutorado. Mas esse processo com meu corpo tem exigido dedicação, tempo e paciência...

Terei pesagem na 6ª feira. Vejamos como estou indo - mas é nítida a redução de cintura.

O moderador deu uma reprogramada em meu cérebro. Antes eu tomava de 2 a 4 iogurtes/dia; e whey protein era um treco que voava! 3 potes de 2 kg cada mal duravam 1 mês. Hoje...tem iogurte vencido na minha geladeira. Às vezes fico 2-3 dias sem nem lembrar que iogurte existe. Whey eu pego meio scoop e ponho para dentro apenas por recomendação do nutricionista - por mim eu retirava totalmente da alimentação, não desce! Tenho um pote de granola que está prestes a completar 2 meses e meio...

Fruta? Eu me forço a comer 1 porção ao dia. Mas aqui em casa minha mãe compra 3 mamões e 3 mangas - eu não dou conta do volume de alimentos comprados cá para casa.

Industrializados ainda me dão enxaqueca. Mas isso não é na mesma hora que ponho o alimento na boca. Dá 5 minutos e tchum! Vem aquela dor de cabeça chata! Na 5a feira eu comi chocolate e amanheci com enxaqueca. Estou na luta para equilibrar gosto x benefício na minha alimentação.
Que vida sofrida. Credo. Pra que isso?
 

City Hunter

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Que vida sofrida. Credo. Pra que isso?

Eu fiz mestrado entre 2018 e 2020. Antes do mestrado eu corria diariamente. Ainda tive uma fase de ir à pé pro trabalho (33 minutos cada trecho de ida e volta, fora a saída para o almoço); de ir ao SESI próximo do trabalho e encarar 2-3 aulas de funcional, mais natação e musculação.

Atualmente eu não faço 1/3 das atividades físicas que eu encarava 8-10 anos atrás.

Realizar pesquisa é uma atividade depressora: a gente fica muito tempo sentado lendo e escrevendo, os momentos de ansiedade são frequentes. Pois há o envio da dissertação para orientador ler - e nem sempre sabemos para qual direção ir com o texto.

Fiz um pacto comigo mesmo. Eu permiti a mim mesmo comer tudo o que eu quisesse enquanto estivesse em atividade de pesquisa. Como forma de recompensa por estar em um momento de incerteza e dificuldades. Assim que terminasse o mestrado eu teria um aumento de salário suficiente para contratar um personal trainer.

Só que veio a pandemia na semana seguinte à da qualificação. Passei por alguns perrengues maiores (fui viajar para Santa Catarina e tive que voltar de emergência com o decreto da pandemia; mãe com leucemia em casa, etc).

Mesmo treinando em casa durante a pandemia eu tive o desequilíbrio alimentar + falta de acesso a uma piscina para nadar ou mesmo rua para andar.

Outra coisa que nenhum pesquisador assume: sem amparo de medicação para dormir, maconha, moderador de apetite, todo mundo dá uma pirada. E essas piradas geram consequências de longo prazo. Particularmente eu passei a dormir às 3:30 da manhã todos os dias. E isso DETONA qualquer organismo; gera resistência a insulina; facilita enormemente o ganho de peso e dificulta o emagrecimento…

Eu ganhei 13 quilos com o mestrado. Com o fim das restrições da pandemia eu fui viver um pouco: viajei para a Itália e 2x ao Japão.

Eu não sou o tipo do turista que passa fome! Passei em frente a uma vitrine e tem comida bonita, eu como! Há, ainda, a fantasia de que a comida no Japão é low carb e ultra saudável. Não, não é. Toda e qualquer comida lá leva arroz (seja cozido, seja farinha).

Só que nessa história toda eu pulei de 83 kg para 118 kg. São 35 kg, moço…eu saí de sobrepeso para obesidade grau 2. Apresento um quadro de esteatose hepática que, se não for revertida por meio do emagrecimento, corro o risco de desenvolver…cirrose hepática. Já pensou que m**** desenvolver cirrose sem nunca ter bebido alcool na vida? Pois é…

Isso também gera questões nada práticas no dia a dia. Tipo, calção para usar dentro de casa. Comprei XXG essa semana. Fica apertado. Tenho um armário entupido de camisetas lindas que comprei no Japão - quase nenhuma entra. Comprei 1 camiseta baggy em Seoul que fica justa em mim. Eu estou fora de uma média e preciso voltar a me enquadrar em um padrão para viver com alguma qualidade.

Fora que não sou exatamente menino: 44 anos de idade e caminhando em direção à 3ª idade. Eu preciso me preparar para uma nova fase de vida que vai exigir um bocado do meu organismo. Preciso ser um idoso funcional. Por isso meu ritmo atual de treino e dieta.

Não é questão de vaidade, de virar gostoso de grindr. É questão de sobrevivência. Com o atual corpo eu não teria condições de encarar um eventual doutorado sem entrar em obesidade mórbida. Estudar para concurso também me geraria uma situação de desgaste emocional que não seria positiva. Talvez eu passasse em novo cargo público. Mas a que custo? Eu teria condições físicas de exercer novo cargo? Até onde vejo, neste momento, eu tomaria posse e, não muito tempo depois, acabaria saindo de licença para tratamento da própria saúde.

Pra ficar ainda mais gostoso.

Pelos relatos eu acho que ele está pegando pesado. Mas o importante é manter a consistência.
Parece que o corpo acostuma com o peso quando mantemos por >2 anos.

Own, seu gostoso! Senta aqui no colinho do titio para um carinho, vai!

Mas, sim, você tem razão: é super difícil baixar peso após ele estacionar em determinado patamar.

Eu nunca antes na minha vida tinha batido os 90 kg. Quando comecei a sair de casa após a pandemia cheguei a 105 kg. Mesmo indo diariamente para a academia eu GANHEI PESO. Pois meu organismo desregulou quanto à questão de saciedade. Meu ciclo circadiano também virou uma bagunça. E o treino em academia de rede, lotada, com dona Maria ocupando equipamento para fazer pose para selfies não tem o mesmo efeito de um treino sério feito com um personal trainer ao lado.

Outra coisa que ninguém fala rasgadamente: “ah, eu consigo fazer jejum intermitente de 36 horas” ou “ai, não consigo comer industrializado pois eu passo mal”. A pessoa que pronuncia uma frase dessas está entupindo o próprio rabo de moderador de apetite. Hoje, se eu quiser, fico 12-18 horas sem comer tranquilamente. Mas sem o moderador…no momento eu não me garanto.
 
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geist

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Eu fiz mestrado entre 2018 e 2020. Antes do mestrado eu corria diariamente. Ainda tive uma fase de ir à pé pro trabalho (33 minutos cada trecho de ida e volta, fora a saída para o almoço); de ir ao SESI próximo do trabalho e encarar 2-3 aulas de funcional, mais natação e musculação.

Atualmente eu não faço 1/3 das atividades físicas que eu encarava 8-10 anos atrás.

Realizar pesquisa é uma atividade depressora: a gente fica muito tempo sentado lendo e escrevendo, os momentos de ansiedade são frequentes. Pois há o envio da dissertação para orientador ler - e nem sempre sabemos para qual direção ir com o texto.

Fiz um pacto comigo mesmo. Eu permiti a mim mesmo comer tudo o que eu quisesse enquanto estivesse em atividade de pesquisa. Como forma de recompensa por estar em um momento de incerteza e dificuldades. Assim que terminasse o mestrado eu teria um aumento de salário suficiente para contratar um personal trainer.

Só que veio a pandemia na semana seguinte à da qualificação. Passei por alguns perrengues maiores (fui viajar para Santa Catarina e tive que voltar de emergência com o decreto da pandemia; mãe com leucemia em casa, etc).

Mesmo treinando em casa durante a pandemia eu tive o desequilíbrio alimentar + falta de acesso a uma piscina para nadar ou mesmo rua para andar.

Outra coisa que nenhum pesquisador assume: sem amparo de medicação para dormir, maconha, moderador de apetite, todo mundo dá uma pirada. E essas piradas geram consequências de longo prazo. Particularmente eu passei a dormir às 3:30 da manhã todos os dias. E isso DETONA qualquer organismo; gera resistência a insulina; facilita enormemente o ganho de peso e dificulta o emagrecimento…

Eu ganhei 13 quilos com o mestrado. Com o fim das restrições da pandemia eu fui viver um pouco: viajei para a Itália e 2x ao Japão.

Eu não sou o tipo do turista que passa fome! Passei em frente a uma vitrine e tem comida bonita, eu como! Há, ainda, a fantasia de que a comida no Japão é low carb e ultra saudável. Não, não é. Toda e qualquer comida lá leva arroz (seja cozido, seja farinha).

Só que nessa história toda eu pulei de 83 kg para 118 kg. São 35 kg, moço…eu saí de sobrepeso para obesidade grau 2. Apresento um quadro de esteatose hepática que, se não for revertida por meio do emagrecimento, corro o risco de desenvolver…cirrose hepática. Já pensou que m**** desenvolver cirrose sem nunca ter bebido alcool na vida? Pois é…

Isso também gera questões nada práticas no dia a dia. Tipo, calção para usar dentro de casa. Comprei XXG essa semana. Fica apertado. Tenho um armário entupido de camisetas lindas que comprei no Japão - quase nenhuma entra. Comprei 1 camiseta baggy em Seoul que fica justa em mim. Eu estou fora de uma média e preciso voltar a me enquadrar em um padrão para viver com alguma qualidade.

Fora que não sou exatamente menino: 44 anos de idade e caminhando em direção à 3ª idade. Eu preciso me preparar para uma nova fase de vida que vai exigir um bocado do meu organismo. Preciso ser um idoso funcional. Por isso meu ritmo atual de treino e dieta.

Não é questão de vaidade, de virar gostoso de grindr. É questão de sobrevivência. Com o atual corpo eu não teria condições de encarar um eventual doutorado sem entrar em obesidade mórbida. Estudar para concurso também me geraria uma situação de desgaste emocional que não seria positiva. Talvez eu passasse em novo cargo público. Mas a que custo? Eu teria condições físicas de exercer novo cargo? Até onde vejo, neste momento, eu tomaria posse e, não muito tempo depois, acabaria saindo de licença para tratamento da própria saúde.



Own, seu gostoso! Senta aqui no colinho do titio para um carinho, vai!

Mas, sim, você tem razão: é super difícil baixar peso após ele estacionar em determinado patamar.

Eu nunca antes na minha vida tinha batido os 90 kg. Quando comecei a sair de casa após a pandemia cheguei a 105 kg. Mesmo indo diariamente para a academia eu GANHEI PESO. Pois meu organismo desregulou quanto à questão de saciedade. Meu ciclo circadiano também virou uma bagunça. E o treino em academia de rede, lotada, com dona Maria ocupando equipamento para fazer pose para selfies não tem o mesmo efeito de um treino sério feito com um personal trainer ao lado.

Outra coisa que ninguém fala rasgadamente: “ah, eu consigo fazer jejum intermitente de 36 horas” ou “ai, não consigo comer industrializado pois eu passo mal”. A pessoa que pronuncia uma frase dessas está entupindo o próprio rabo de moderador de apetite. Hoje, se eu quiser, fico 12-18 horas sem comer tranquilamente. Mas sem o moderador…no momento eu não me garanto.

Me identifico com muito do que escreveu.
Eu passei por isso, mas por razões diferentes. No meu caso foi um casamento falido, com reiteradas traições, mudança de religião, divórcio, perda familiar...
Veio a pandemia, redução de salário, incerteza, dívidas, sedentarismo, insônia...

A pior companheira esteve presente em todo esse tempo: ansiedade. Se não for bem tratada, a ansiedade leva à problemas físicos e psicológicos severos e, por vezes, irreversíveis.

Talvez você se cobra muito academicamente. Não precisa ser assim.
Pelo relato, parece já estar num patamar tranquilo. É concursado federal, tem seus benefícios, estabilidade, plano de aposentadoria diferenciado. Consegue fazer suas viagens de tempos em tempos, bancar coisas que a minoria da minoria consegue... não sei o meio social em que vive, talvez seja de alto nível e perceba alguma dificuldade em acompanhá-los, mas a que custo? Tem batalhas que a gente ganha, mas sem sabor de vitória, porque o custo foi extremamente elevado e deixou sequelas.

Claro que é bom ganhar mais, conquistar mais, a ambição move as pessoas, mas se não for bem dosada, vai levar à destruição. A começar pela frustração.
Não estou falando pra desistir e ficar no nível da mediocridade, só para ir com calma e calcular o custo-benefício disso tudo. Talvez outro concurso primeiro, antes do doutorado, no seu caso.

Eu passei um bom tempo me conhecendo primeiro, reconhecendo os gatilhos (já calejado pelos da enxaqueca) e a partir disso comecei a traçar um plano sustentável para reduzir o peso. Já tinha feito a dieta cetogênica e deu certo, perdi 30kg em coisa de 6 meses, mas ela é insustentável para quem tem o mínimo de vida social, fora que a médio/longo prazo pode ser maléfica para a saúde.

Aí mudei a abordagem para a mais racional e realista possível. Primeiro: atividade física é como dormir e comer. TEM que fazer parte da vida regular do ser humano.
Não só por questão calórica, mas pela manutenção de um bom metabolismo e condicionamento. A atividade física vai atuar favoravelmente onde muita gente sofre com a ansiedade e que arregaça com a saúde: o sono. É matar 2, 3 coelhos com uma cajadada só.
Optei por algo menos agressivo por causa da minha idade. Caminhada e musculação. Nada de sobrecarga, nada de loucura, o foco é regularidade, consistência.

Me acertei espiritualmente também. As coisas finalmente começaram a se organizar na minha vida, a começar pelo meu interior.
Com a ansiedade mais controlada voltei a estudar, finalizei a segunda graduação e agora cursando a terceira (meu perfil é mais horizontal e interdisciplinar mesmo), sempre me apeteceu mais o generalismo que a especialização.

Voltando à dieta, hoje eu não passo vontade de NADA, graças a Deus. Eu como tudo o que eu quero, mas não em quantidade e regularidade irracional. Irracional porque quando isso acontece é a compulsão prevalecendo. Eu como uma put* de uma fatia de pudim no sábado. Vou comer de novo depois de uns 2 meses. Tenho umas 2 ou 3 mil calorias semanais para torrar com o que eu quiser (tomando cuidado com o pico glicêmico e horário). É tranquilo. Eu não almoço e janto. Ou é um ou é outro. Se janto, normalmente é cedo. Se é tarde eu durmo mais tarde ainda. Não faço restrição de nenhum grupo alimentar. Todos são importantes. Não condeno o pão, o ovo, o leite, o açúcar, a carne vermelha... tem dado certo assim.

Turistar sem aproveitar a culinária local é desperdício pra mim. Em compensação eu ando bastante. Gosto de conhecer a pé as cidades que visito. Até no RJ eu fiz isso. Da Catedral Metropolitana até o fim da praia do Flamengo. Ida e volta. Deu uns 10km no calor do RJ.

Você citou a perda temporária de roupas. Eu já passei por isso também e foi chato. Tinha um guarda-roupas com peças que nem cheguei a conseguir usar. Aumentava minha ansiedade e, se deixar correr frouxo, sem freio, vai perdendo, perdendo, se alargando, e o destino fatalmente se tornam as lojas plus size. Uma pessoa que poderia estar no G, vai para o GG, XG, XXG, G1, G2, G3... a coisa vai de mal a pior e muitos jogam a toalha e se entregam para o que não as julga e acolhem no prazer solitário, que é a comida, sedentarismo e isolamento.

É importante para o ser humano se olhar no espelho e gostar do que vê. Não se trata de vaidade. O autocuidado também é qualidade de vida.
Eu fiquei muito feliz quando pude voltar a colocar uma camisa por dentro da calça sem parecer um balão amarrado pelo meio, a voltar a usar camisetas sem parecer um lençol enfiado na cabeça, a usar calças com mais folga. Eu já sou naturalmente coxudo e isso me incomodava bastante na época da obesidade.

Pra finalizar o wall, o jejum intermitente ajuda muito no controle do peso e ansiedade, mas só recomendo umas 3x na semana, de 12 a 16 horas, caso a pessoa não faça atividades físicas muito intensas.
Eu também quero chegar na terceira idade condicionado e com alguma densidade muscular e óssea. O que mais derruba (literalmente muitas vezes) os velhos, é a falta disso.

Sucesso aí na sua luta. Já deu tudo certo. Daqui pro final do ano vai estar mais lindo e pleno para curtir o próximo verão! :kpaixao

Até o final desse ano eu quero fazer alguns meses de natação pra tentar alargar um pouco as costas. Pro homem é feio ter os ombros estreitos, principalmente se tiver uma caixa d'água de responsa em cima. Também quero ver se consigo começar a ir atrás de uma cirurgia para remover varizes e vasinhos das pernas e pés. Vou dar uma recauchutada no visual pelas roupas também, estou pensando ainda no novo estilo. Estou muito anacrônico.
Ah, vou também remover com laser os pelos do nariz, orelhas e pescoço. Quero ficar lisinho igual uma garrafinha de coca. :kfeliz
 

City Hunter

Mil pontos, LOL!
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Gordo tem que sofrer mesmo!
Noffa...! :viraolho

Você me fez lembrar do meu sofrimento enquanto tomava gelado de pistacchio olhando para o Coliseu...ou para meu sofrimento sem fim na pizzaria das 3 irmãs simpáticas na mesma rua, a Via Frangipane! E minha sofrência ao comer cornetto em MIlão, a partir do terraço do meu hotel que tinha vista pro Duomo? Hum...! Foi sufrido! :ksnif Não vou nem falar no café da manhã liberado nos jardins do Vaticano, ou na torta de framboesa dentro da Galleria Borghese, há poucos minutos de ver de perto as principais obras do Bernini...:ksnif

A aflição de tomar a casquinha da sorveteria Amorino enquanto batia perna pela Rua Augusta - não a paulista, mas a lisboeta - foi deveras triste...! E não me faça lembrar do suplício que foi ouvir um mendigo - ou, melhor, um clochard - vagando pelas vielas do Porto e me abordando em Francês com objetivo de me pedir uns trocados! "Pardon, monsieur, je parle pas de Français" - disse eu, me entupindo de pastéis de nata morninhos comprados na Manteigaria!

Também sofri comendo katsu-sandô fritinho na hora, quentinho, em Osaka! E as lágrimas que escorriam enquanto eu caía de boca num sorvetão bem pertinho da Sun Tower e da Torre de Tóquio? Sabe como é, foi um verdadeiro calvário adentrar em 2 símbolos de mangás famosos enquanto eu degustava um delicioso iogurte de Aloe Vera, hum...! :kcry

E as iguarias específicas de Okinawa? E a comida italiana no Saizeriya no mesmo shopping onde fica o Kitakyushu Manga Museum, bem pertinho de onde fica a mesa onde o Leiji Matsumoto desenhava? Sofri dum tanto ao comer mochi de queijo enquanto atravessava o túnel de estacionar bicicletas todo adesivado com os personagens do City Hunter na estação Central de Kokura...! :klol

Pode ter certeza de uma coisa: meu sofrimento passou LONGE de ser comendo marmita requentada. :kjoinha
Me identifico com muito do que escreveu.
Ô meu querido, toma um abraço virtual! :kpaixao

Super te entendo, apesar de não ter passado por metade das suas situações. Por mais que eu reclame, meu salário enquanto servidor público caía direitinho na minha conta durante a pandemia. Essa era uma questão que muitos dos meus colegas carregaram durante aquele momento - e, acredite: grande parte da coisa de ficar sentado, sentindo dores nos 2 lados do quadril, além das noites mal dormidas, veio de um sentimento de uma certa vergonha por estar em situação confortável enquanto uma pá de gente estava sem conseguir trabalhar direito.

Tanto eu como diversos membros da minha equipe passamos 10-12 horas trabalhando naquele período. Muitos de nós perdemos a noção do que era sábado, domingo, feriado...e isso adoeceu muitos de nós!

Hoje tenho teletrabalho por direito. E só de uns 2 anos para cá eu tenho conseguido separar com mais cautela o que é uma entrega de trabalho e o que é auto-cuidado para manter a mim mesmo enquanto um servidor público funcional.

Talvez você se cobra muito academicamente. Não precisa ser assim.
Pelo relato, parece já estar num patamar tranquilo. É concursado federal, tem seus benefícios, estabilidade, plano de aposentadoria diferenciado. Consegue fazer suas viagens de tempos em tempos, bancar coisas que a minoria da minoria consegue... não sei o meio social em que vive, talvez seja de alto nível e perceba alguma dificuldade em acompanhá-los, mas a que custo? Tem batalhas que a gente ganha, mas sem sabor de vitória, porque o custo foi extremamente elevado e deixou sequelas.
Pois é...na minha instituição de trabalho está para entrar um sistema chamado RSC (Reconhecimento de Saberes e Conhecimentos). Na prática, com minha atuação profissional (fiscalização de contratos, cursos para progressão de carreira, certificados de idiomas) eu conseguirei aumentar meu salário até um nível que, hoje, está bloqueado pela ausência de um diploma de doutor.

Caso eu permaneça em meu atual cargo, o doutorado perderá sentido. Porém, caso eu tome posse em outro cargo público, o doutorado me garantirá um aumento salarial. E será mais fácil de fazer um doutorado dentro da Universidade do que, sei lá, me deslocando de outra repartição pública até o campus.

Eu sei que me cobro muito.


Eu passei um bom tempo me conhecendo primeiro, reconhecendo os gatilhos (já calejado pelos da enxaqueca) e a partir disso comecei a traçar um plano sustentável para reduzir o peso. Já tinha feito a dieta cetogênica e deu certo, perdi 30kg em coisa de 6 meses, mas ela é insustentável para quem tem o mínimo de vida social, fora que a médio/longo prazo pode ser maléfica para a saúde.
Não, tô fora de dietas malucas.

Eu como o que me dá vontade, estando ou não dentro da dieta prescrita pelo nutricionista. Todavia, o moderador de apetite limita minha fome, limita o volume de comida que eu consigo comer.

Aí mudei a abordagem para a mais racional e realista possível. Primeiro: atividade física é como dormir e comer. TEM que fazer parte da vida regular do ser humano.
Não só por questão calórica, mas pela manutenção de um bom metabolismo e condicionamento. A atividade física vai atuar favoravelmente onde muita gente sofre com a ansiedade e que arregaça com a saúde: o sono. É matar 2, 3 coelhos com uma cajadada só.
Exato!

Minha questão com a natação é nesse sentido: fazer cardio + pegar sol. São 2 coelhos com um caixa d'água só.

Como consequência da minha rotina de treino diário meu corpo tem pedido maior quantidade de repouso. Não tem rolado de acordar 6 da manhã para fazer cárdio. Acordo mais tarde um pouco, adianto parte do meu trabalho e vou para a piscina às 13:00.

Optei por algo menos agressivo por causa da minha idade. Caminhada e musculação. Nada de sobrecarga, nada de loucura, o foco é regularidade, consistência.
Foco, regularidade e consistência também tenho tido na atual fase de vida.

Meu treino tem foco em progressão de carga e buscar pegar a carga que eu realmente aguento.

Na academia de rede eu percebi que o tipo de movimento corporal é limitado. Tipo: agachamento livre com barra era coisa que poucos faziam. Todo treino era limitado às máquinas ali oferecidas. Minha academia atual tem outra pegada, outro tipo de exercício. É mais direcionada ao movimento funcional do corpo do que encarar peso de máquina.

Meu episódio com as dores no treino de perna 5ª passada nem foi consequência da carga de peso; mas do tipo de exercício.

Voltando à dieta, hoje eu não passo vontade de NADA, graças a Deus. Eu como tudo o que eu quero, mas não em quantidade e regularidade irracional. Irracional porque quando isso acontece é a compulsão prevalecendo. Eu como uma put* de uma fatia de pudim no sábado. Vou comer de novo depois de uns 2 meses.
Eu queria poder comer a put* fatia de pudim! Mas não rola no momento...chega num ponto que perde a graça.

Tenho me policiado na hora do almoço. Pois dá a sensação de saciedade e ainda tem carne no prato. Não dá para cortar ou pular uma refeição tão importante do dia.

Turistar sem aproveitar a culinária local é desperdício pra mim. Em compensação eu ando bastante. Gosto de conhecer a pé as cidades que visito. Até no RJ eu fiz isso. Da Catedral Metropolitana até o fim da praia do Flamengo. Ida e volta. Deu uns 10km no calor do RJ.
Eu tenho histórico aqui de 22 mil passos/dia dados no Japão.

Minhas viagens costumam ser feitas por mim, para viajar sozinho ou com meu irmão e sem apoio de guia/ônibus.

O que mata no Japão, por exemplo, é chegar no hotel e ter um kombini no térreo. E lá se vão 50 reais para comprar 2 tipos de sorvete, salgadinhos, chocolates, sanduíches, etc.
Você citou a perda temporária de roupas. Eu já passei por isso também e foi chato.
É MUITO chato! Dá desgosto. :ksnif

Mas é só uma fase. Vai passar em breve.

É importante para o ser humano se olhar no espelho e gostar do que vê. Não se trata de vaidade. O autocuidado também é qualidade de vida.
Eu me acho gostoso. Sou super fordo! Não chego a ser um personagem do Gengorô Tagame ou do Jiraya, mas tenho proporções que me agradam. Só preciso reduzir cintura e aumentar ombros para chegar onde quero chegar.

Sucesso aí na sua luta. Já deu tudo certo. Daqui pro final do ano vai estar mais lindo e pleno para curtir o próximo verão! :kpaixao
E de sunga branca! :klolwtf:klolwtf:klolwtf:klolwtf:klolwtf:klolwtf
 

Shinobi4OS

Ex-doador
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Noffa...! :viraolho

Você me fez lembrar do meu sofrimento enquanto tomava gelado de pistacchio olhando para o Coliseu...ou para meu sofrimento sem fim na pizzaria das 3 irmãs simpáticas na mesma rua, a Via Frangipane! E minha sofrência ao comer cornetto em MIlão, a partir do terraço do meu hotel que tinha vista pro Duomo? Hum...! Foi sufrido! :ksnif Não vou nem falar no café da manhã liberado nos jardins do Vaticano, ou na torta de framboesa dentro da Galleria Borghese, há poucos minutos de ver de perto as principais obras do Bernini...:ksnif

A aflição de tomar a casquinha da sorveteria Amorino enquanto batia perna pela Rua Augusta - não a paulista, mas a lisboeta - foi deveras triste...! E não me faça lembrar do suplício que foi ouvir um mendigo - ou, melhor, um clochard - vagando pelas vielas do Porto e me abordando em Francês com objetivo de me pedir uns trocados! "Pardon, monsieur, je parle pas de Français" - disse eu, me entupindo de pastéis de nata morninhos comprados na Manteigaria!

Também sofri comendo katsu-sandô fritinho na hora, quentinho, em Osaka! E as lágrimas que escorriam enquanto eu caía de boca num sorvetão bem pertinho da Sun Tower e da Torre de Tóquio? Sabe como é, foi um verdadeiro calvário adentrar em 2 símbolos de mangás famosos enquanto eu degustava um delicioso iogurte de Aloe Vera, hum...! :kcry

E as iguarias específicas de Okinawa? E a comida italiana no Saizeriya no mesmo shopping onde fica o Kitakyushu Manga Museum, bem pertinho de onde fica a mesa onde o Leiji Matsumoto desenhava? Sofri dum tanto ao comer mochi de queijo enquanto atravessava o túnel de estacionar bicicletas todo adesivado com os personagens do City Hunter na estação Central de Kokura...! :klol

Pode ter certeza de uma coisa: meu sofrimento passou LONGE de ser comendo marmita requentada. :kjoinha

Ô meu querido, toma um abraço virtual! :kpaixao

Super te entendo, apesar de não ter passado por metade das suas situações. Por mais que eu reclame, meu salário enquanto servidor público caía direitinho na minha conta durante a pandemia. Essa era uma questão que muitos dos meus colegas carregaram durante aquele momento - e, acredite: grande parte da coisa de ficar sentado, sentindo dores nos 2 lados do quadril, além das noites mal dormidas, veio de um sentimento de uma certa vergonha por estar em situação confortável enquanto uma pá de gente estava sem conseguir trabalhar direito.

Tanto eu como diversos membros da minha equipe passamos 10-12 horas trabalhando naquele período. Muitos de nós perdemos a noção do que era sábado, domingo, feriado...e isso adoeceu muitos de nós!

Hoje tenho teletrabalho por direito. E só de uns 2 anos para cá eu tenho conseguido separar com mais cautela o que é uma entrega de trabalho e o que é auto-cuidado para manter a mim mesmo enquanto um servidor público funcional.


Pois é...na minha instituição de trabalho está para entrar um sistema chamado RSC (Reconhecimento de Saberes e Conhecimentos). Na prática, com minha atuação profissional (fiscalização de contratos, cursos para progressão de carreira, certificados de idiomas) eu conseguirei aumentar meu salário até um nível que, hoje, está bloqueado pela ausência de um diploma de doutor.

Caso eu permaneça em meu atual cargo, o doutorado perderá sentido. Porém, caso eu tome posse em outro cargo público, o doutorado me garantirá um aumento salarial. E será mais fácil de fazer um doutorado dentro da Universidade do que, sei lá, me deslocando de outra repartição pública até o campus.

Eu sei que me cobro muito.



Não, tô fora de dietas malucas.

Eu como o que me dá vontade, estando ou não dentro da dieta prescrita pelo nutricionista. Todavia, o moderador de apetite limita minha fome, limita o volume de comida que eu consigo comer.


Exato!

Minha questão com a natação é nesse sentido: fazer cardio + pegar sol. São 2 coelhos com um caixa d'água só.

Como consequência da minha rotina de treino diário meu corpo tem pedido maior quantidade de repouso. Não tem rolado de acordar 6 da manhã para fazer cárdio. Acordo mais tarde um pouco, adianto parte do meu trabalho e vou para a piscina às 13:00.


Foco, regularidade e consistência também tenho tido na atual fase de vida.

Meu treino tem foco em progressão de carga e buscar pegar a carga que eu realmente aguento.

Na academia de rede eu percebi que o tipo de movimento corporal é limitado. Tipo: agachamento livre com barra era coisa que poucos faziam. Todo treino era limitado às máquinas ali oferecidas. Minha academia atual tem outra pegada, outro tipo de exercício. É mais direcionada ao movimento funcional do corpo do que encarar peso de máquina.

Meu episódio com as dores no treino de perna 5ª passada nem foi consequência da carga de peso; mas do tipo de exercício.


Eu queria poder comer a put* fatia de pudim! Mas não rola no momento...chega num ponto que perde a graça.

Tenho me policiado na hora do almoço. Pois dá a sensação de saciedade e ainda tem carne no prato. Não dá para cortar ou pular uma refeição tão importante do dia.


Eu tenho histórico aqui de 22 mil passos/dia dados no Japão.

Minhas viagens costumam ser feitas por mim, para viajar sozinho ou com meu irmão e sem apoio de guia/ônibus.

O que mata no Japão, por exemplo, é chegar no hotel e ter um kombini no térreo. E lá se vão 50 reais para comprar 2 tipos de sorvete, salgadinhos, chocolates, sanduíches, etc.

É MUITO chato! Dá desgosto. :ksnif

Mas é só uma fase. Vai passar em breve.


Eu me acho gostoso. Sou super fordo! Não chego a ser um personagem do Gengorô Tagame ou do Jiraya, mas tenho proporções que me agradam. Só preciso reduzir cintura e aumentar ombros para chegar onde quero chegar.


E de sunga branca! :klolwtf:klolwtf:klolwtf:klolwtf:klolwtf:klolwtf
Ryca, mas continua gord@
 

Piga

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Ontem tava normal, sentado no sofá vendo série, aí deu vontade de mijar, quando levantei pra ir no banheiro senti as costas dá aquela fisgada e depois disso phodeu, tô aqui todo torto. Hoje passei praticamente o dia deitado num colchão fininho no chão pra endireitar a coluna. Isso é algo que tá ficando meio recorrente, do nada minhas costas dá uma travada. E olha que eu não pego peso nem nada.
 

HenriqueV5

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Ontem tava normal, sentado no sofá vendo série, aí deu vontade de mijar, quando levantei pra ir no banheiro senti as costas dá aquela fisgada e depois disso phodeu, tô aqui todo torto. Hoje passei praticamente o dia deitado num colchão fininho no chão pra endireitar a coluna. Isso é algo que tá ficando meio recorrente, do nada minhas costas dá uma travada. E olha que eu não pego peso nem nada.
Qual parte da coluna? Dependendo da pra resolver com fisioterapia e fortalecimento.
 

Metal God

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Ontem tava normal, sentado no sofá vendo série, aí deu vontade de mijar, quando levantei pra ir no banheiro senti as costas dá aquela fisgada e depois disso phodeu, tô aqui todo torto. Hoje passei praticamente o dia deitado num colchão fininho no chão pra endireitar a coluna. Isso é algo que tá ficando meio recorrente, do nada minhas costas dá uma travada. E olha que eu não pego peso nem nada.
Problema de DNA.
 

HenriqueV5

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Lombar. Perto do cocx. Sei que natação é um put* exercício bom pros meus problemas, mas meu sedentarismo não deixa.
Natação seria top mesmo.

Eu tive problemas nessa região e resolvi completamente depois que passei a dormir com dois travesseiros (um na cabeça e outro entre as pernas) e depois que comprei uma cadeira ergonômica.

Para aliviar na hora tem alguns exercícios fáceis:

• Superman: deitado no chão de bruços, faça o movimento do Superman como se tivesse voando. Estique-se e erga braços e pernas. Vai sentir a descompressão na região na hora.
• Superman 2: faça agora o mesmo movimento anterior só que com os braços apontando para os pés. Levante pés, braços e contraia os glúteos. Mantenha por uns 20s. Repita se necessário até sumir a dor.

Isso vai resolver no curto prazo, mas para o longo prazo vai ser preciso trabalhar o core, para isso é preciso fazer abdominais e exercícios como a natação.
 
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