Noffa...!
Você me fez lembrar do meu sofrimento enquanto tomava gelado de pistacchio olhando para o Coliseu...ou para meu sofrimento sem fim na pizzaria das 3 irmãs simpáticas na mesma rua, a Via Frangipane! E minha sofrência ao comer cornetto em MIlão, a partir do terraço do meu hotel que tinha vista pro Duomo? Hum...! Foi sufrido!

Não vou nem falar no café da manhã liberado nos jardins do Vaticano, ou na torta de framboesa dentro da Galleria Borghese, há poucos minutos de ver de perto as principais obras do Bernini...
A aflição de tomar a casquinha da sorveteria Amorino enquanto batia perna pela Rua Augusta - não a paulista, mas a lisboeta - foi deveras triste...! E não me faça lembrar do suplício que foi ouvir um mendigo - ou, melhor, um clochard - vagando pelas vielas do Porto e me abordando em Francês com objetivo de me pedir uns trocados! "Pardon, monsieur, je parle pas de Français" - disse eu, me entupindo de pastéis de nata morninhos comprados na Manteigaria!
Também sofri comendo katsu-sandô fritinho na hora, quentinho, em Osaka! E as lágrimas que escorriam enquanto eu caía de boca num sorvetão bem pertinho da Sun Tower e da Torre de Tóquio? Sabe como é, foi um verdadeiro calvário adentrar em 2 símbolos de mangás famosos enquanto eu degustava um delicioso iogurte de Aloe Vera, hum...!
E as iguarias específicas de Okinawa? E a comida italiana no Saizeriya no mesmo shopping onde fica o Kitakyushu Manga Museum, bem pertinho de onde fica a mesa onde o Leiji Matsumoto desenhava? Sofri dum tanto ao comer mochi de queijo enquanto atravessava o túnel de estacionar bicicletas todo adesivado com os personagens do City Hunter na estação Central de Kokura...!
Pode ter certeza de uma coisa: meu sofrimento passou LONGE de ser comendo marmita requentada.
Ô meu querido, toma um abraço virtual!
Super te entendo, apesar de não ter passado por metade das suas situações. Por mais que eu reclame, meu salário enquanto servidor público caía direitinho na minha conta durante a pandemia. Essa era uma questão que muitos dos meus colegas carregaram durante aquele momento - e, acredite: grande parte da coisa de ficar sentado, sentindo dores nos 2 lados do quadril, além das noites mal dormidas, veio de um sentimento de uma certa vergonha por estar em situação confortável enquanto uma pá de gente estava sem conseguir trabalhar direito.
Tanto eu como diversos membros da minha equipe passamos 10-12 horas trabalhando naquele período. Muitos de nós perdemos a noção do que era sábado, domingo, feriado...e isso adoeceu muitos de nós!
Hoje tenho teletrabalho por direito. E só de uns 2 anos para cá eu tenho conseguido separar com mais cautela o que é uma entrega de trabalho e o que é auto-cuidado para manter a mim mesmo enquanto um servidor público funcional.
Pois é...na minha instituição de trabalho está para entrar um sistema chamado RSC (Reconhecimento de Saberes e Conhecimentos). Na prática, com minha atuação profissional (fiscalização de contratos, cursos para progressão de carreira, certificados de idiomas) eu conseguirei aumentar meu salário até um nível que, hoje, está bloqueado pela ausência de um diploma de doutor.
Caso eu permaneça em meu atual cargo, o doutorado perderá sentido. Porém, caso eu tome posse em outro cargo público, o doutorado me garantirá um aumento salarial. E será mais fácil de fazer um doutorado dentro da Universidade do que, sei lá, me deslocando de outra repartição pública até o campus.
Eu sei que me cobro muito.
Não, tô fora de dietas malucas.
Eu como o que me dá vontade, estando ou não dentro da dieta prescrita pelo nutricionista. Todavia, o moderador de apetite limita minha fome, limita o volume de comida que eu consigo comer.
Exato!
Minha questão com a natação é nesse sentido: fazer cardio + pegar sol. São 2 coelhos com um caixa d'água só.
Como consequência da minha rotina de treino diário meu corpo tem pedido maior quantidade de repouso. Não tem rolado de acordar 6 da manhã para fazer cárdio. Acordo mais tarde um pouco, adianto parte do meu trabalho e vou para a piscina às 13:00.
Foco, regularidade e consistência também tenho tido na atual fase de vida.
Meu treino tem foco em progressão de carga e buscar pegar a carga que eu realmente aguento.
Na academia de rede eu percebi que o tipo de movimento corporal é limitado. Tipo: agachamento livre com barra era coisa que poucos faziam. Todo treino era limitado às máquinas ali oferecidas. Minha academia atual tem outra pegada, outro tipo de exercício. É mais direcionada ao movimento funcional do corpo do que encarar peso de máquina.
Meu episódio com as dores no treino de perna 5ª passada nem foi consequência da carga de peso; mas do tipo de exercício.
Eu queria poder comer a put* fatia de pudim! Mas não rola no momento...chega num ponto que perde a graça.
Tenho me policiado na hora do almoço. Pois dá a sensação de saciedade e ainda tem carne no prato. Não dá para cortar ou pular uma refeição tão importante do dia.
Eu tenho histórico aqui de 22 mil passos/dia dados no Japão.
Minhas viagens costumam ser feitas por mim, para viajar sozinho ou com meu irmão e sem apoio de guia/ônibus.
O que mata no Japão, por exemplo, é chegar no hotel e ter um kombini no térreo. E lá se vão 50 reais para comprar 2 tipos de sorvete, salgadinhos, chocolates, sanduíches, etc.
É MUITO chato! Dá desgosto.
Mas é só uma fase. Vai passar em breve.
Eu me acho gostoso. Sou super fordo! Não chego a ser um personagem do Gengorô Tagame ou do Jiraya, mas tenho proporções que me agradam. Só preciso reduzir cintura e aumentar ombros para chegar onde quero chegar.
E de sunga branca!




