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Tópico Oficial da Bipolaridade do dólar [Frustre-se aqui]

Sgt. Kowalski

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Dólar passa a subir e bate R$ 4,15, de olho nas relações entre EUA e China

Após abrir em queda, o dólar voltou a ser negociado em alta nesta segunda-feira (26), com a cautela ainda pautado com os mercados, com os investidores de olho nos desdobramentos da guerra comercial após o presidente norte-americano, Donald Trump, amenizar o discurso em relação à disputa com a China.
Às 14h10, a moeda do norte-americana subia 0,49%, a R$ 4,1454, renovando máximas que não eram atingidas desde setembro do ano passado. Na máxima até o momento chegou a R$ 4,1579. Veja mais cotações.

Na sexta-feira, o dólar encerrou a sessão em alta de 1,13%, vendida a R$ 4,1250 – maior valor desde 19 de setembro do ano passado (R$ 4,1267). Na parcial do mês, o dólar já acumula um salto de 8,03%. No ano, a valorização ante o real é de 6,47%.

Os Estados Unidos e a China buscaram nesta segunda-feira aliviar as tensões sobre a guerra comercial nesta segunda-feira, com Pequim pedindo calma e o presidente norte-americano, Donald Trump, prevendo um acordo depois que os mercados recuaram em resposta a novas tarifas de ambos os países.

Trump disse acreditar que a China quer fazer um acordo comercial depois de ter entrado em contato com autoridades comerciais dos EUA durante a noite para dizer que quer voltar à mesa de negociações. Quando perguntado se poderia adiar as tarifas planejadas para os produtos chineses, respondeu: "Tudo é possível".

Trump acena com negociação em guerra comercial com a China


Trump acena com negociação em guerra comercial com a China

A tensão entre as duas maiores economias do mundo se intensificou na sexta-feira, com ambos os lados adotando mais tarifas sobre as exportações um do outro. Trump anunciou uma taxa adicional sobre cerca de US$ 550 bilhões de produtos chineses, horas depois de a China divulgar tarifas retaliatórias sobre US$ 75 bilhões em mercadorias dos EUA.

Para Camila Abdelmalack, economista-chefe da CM Capital Markets, o sentimento de cautela permanece de pano de fundo, já que o cenário de mudanças bruscas de posicionamento de ambos os lados já se mostrou comum.

"Esse evento vai influenciar o mercado por um prazo indefinido, então sempre vai ter uma cautela. Por agora, está tudo tranquilo, mas amanhã as coisas podem mudar", disse à Reuters.
 


Sgt. Kowalski

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BC atua com leilão à vista e dólar zera após chegar a R$ 4,19; Ibovespa ameniza alta



ações índices bolsa mercado


SÃO PAULO - O Ibovespa registrava forte alta nesta terça-feira (27), mas ameniza fortemente os ganhos. O índice chegou a subir 1,58% na máxima do dia acompanhando o desempenho positivo das bolsas lá fora (com alta de cerca de 1% das bolsas americanas) permitindo uma melhor performance por aqui embora o noticiário político seja conturbado.

Porém, não conseguiu sustentar os ganhos e, às 13h31 (horário de Brasília), registrava alta de 0,12%, a 96.545 pontos.
No exterior, os mercados se animam após o Conselho de Estado da China anunciar que está considerando mitigar e até remover as restrições às importações de automóveis para impulsionar o consumo interno. Os chineses ainda disseram que facilitarão o crédito para compras de veículos com energia limpa e eletrodomésticos inteligentes. Por aqui, a bolsa local ainda sofre com a falta do investidor externo, que já retirou R$ 21 bilhões apesar do ânimo com as reformas (veja mais clicando aqui).

Já o dólar comercial, que chegou a saltar R$ 4,19 (alta de 1,25%) após dados dos EUA e a fala de Roberto Campos Neto, presidente do Banco Central, sinalizando que a autoridade monetária não iria intervir no mercado, passou a zerar rapidamente as altas.
A moeda norte-americana refletia o aumento da confiança do consumidor nos Estados Unidos, que subiu para 135,1 pontos em agosto, ante a expectativa de 129 pontos pelo consenso Bloomberg. O índice de manufatura do Federal Reserve de Richmond também veio positivo. Com isso, caem as expectativas de uma recessão nos EUA, o que por sua vez dá força à política cautelosa do Fed, que não dá sinais de querer cortar juros para estimular a economia do país. O resultado dessa relação é que os títulos do Tesouro norte-americano, considerados os ativos mais seguros do mundo, mantém suas rentabilidades no patamar atual, diminuindo a atratividade de ações de empresas de países emergentes.

Mais tarde, acelerando a alta, Campos Neto disse em audiência pública na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado Federal que a recente desvalorização da taxa de câmbio está dentro do padrão normal.
Porém, minutos depois, o BC anunciou leilão de dólar à vista imediato, sem ser conjugado com swap reverso (que equivale à compra de dólar no mercado futuro). Com isso, a divisa avançava 0,07% a R$ 4,1416 na compra e a R$ 4,1425 na venda, enquanto o dólar futuro para setembro tinha leve queda de 0,12% a R$ 4,148.
No mercado de juros futuros, o DI para janeiro de 2021 subia 13 pontos-base a 5,66%, ao passo que o DI para janeiro de 2023 subia 17 pontos-base, a 6,77%.
Queda da véspera
Vale destacar que ontem, no after-market, o Ibovespa Futuro fechou em queda de 2,48%, enquanto o índice à vista teve baixa de 1,27%. O que provocou a queda mais forte do índice futuro no after-market de ontem foi a notícia do jornal O Estado de S.Paulo de que um relatório conclusivo da Polícia Federal atribuiu ao presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), os crimes de corrupção passiva, lavagem de dinheiro e caixa dois no âmbito das investigações que envolvem a delação da Odebrecht.
Na planilha de propinas da empreiteira, o deputado é identificado como "Botafogo" e teria recebido R$ 350 mil nas eleições de 2010 e 2014. O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Luiz Edson Fachin, deu 15 dias para a Procuradoria-Geral da República (PGR) decidir se oferece ou não a denúncia.
Maia é o principal credor das reformas no Congresso, sendo visto no mercado como o responsável pela aprovação com folga da Previdência na Câmara dos Deputados. Sua queda contrataria bastante incerteza no cenário político atual.
Junto às notícias sobre o presidente da Câmara, houve a deterioração da avaliação do governo do presidente Jair Bolsonaro, cuja percepção negativa saltou de 19% em fevereiro para 39% este mês, enquanto a desaprovação subiu de 28,2% para 53,7%, apontou pesquisa da CNT/MDA.
 


Vim do Futuro

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Garantiram a insegurança jurídica no país mas a culpa é do dólar bipolar?
Extrato de pastomortadelol isentilpropano tá foda, viu?
Falo nada. Só observo a isentolândia.

OnTopic: este final de ano vai ser de pressão de alta. Mas acho que em Janeiro e Fevereiro deve retornar para uns 4,00.
Isso se não houver uma guerra mundial ou cataclismo até lá.
 

Adam Sandler

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Falo nada. Só observo a isentolândia.

OnTopic: este final de ano vai ser de pressão de alta. Mas acho que em Janeiro e Fevereiro deve retornar para uns 4,00.
Isso se não houver uma guerra mundial ou cataclismo até lá.
Difícil, o estabilishment está jogando contra o Brasil.
 

Bisnaga Louca

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Comprei meu monitor hoje mesmo antes de subir os preços

agora só falta todo o resto do PC, rarararar fodeu
 

ktulu

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Fecharam o tópico do @Geo bem na hora que eu estava escrevendo a resposta.

Dólar em 2002= R$3,95. Corrigindo pela inflação fica R$12,18. Falta muito pra máxima histórica.

E ainda diz que trabalha com exatas. Imagina os cálculos que faz se for verdade.
 

Seeker2611

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Fecharam o tópico do @Geo bem na hora que eu estava escrevendo a resposta.

Dólar em 2002= R$3,95. Corrigindo pela inflação fica R$12,18. Falta muito pra máxima histórica.

E ainda diz que trabalha com exatas. Imagina os cálculos que faz se for verdade.
Precisa corrigir a inflação da moeda americana também, e mesmo assim ainda daria um taxa de cambio bem acima da que se vê nessa marca nominal de R$ 4,20.
 

Vim do Futuro

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Fecharam o tópico do @Geo bem na hora que eu estava escrevendo a resposta.

Dólar em 2002= R$3,95. Corrigindo pela inflação fica R$12,18. Falta muito pra máxima histórica.

E ainda diz que trabalha com exatas. Imagina os cálculos que faz se for verdade.
Precisa corrigir a inflação da moeda americana também, e mesmo assim ainda daria um taxa de cambio bem acima da que se vê nessa marca nominal de R$ 4,20.
O Seeker tá certo, precisa computar a inflação americana. Mas o Ktulu tá perto do valor ajustado. Eu chutaria que seria uns 10,00.
 

ktulu

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Precisa corrigir a inflação da moeda americana também, e mesmo assim ainda daria um taxa de cambio bem acima da que se vê nessa marca nominal de R$ 4,20.
Boa, tinha esquecido!

A inflação americana foi de 43% nesse mesmo período, então o dólar estaria em R$8,51.
 

Gamer King

O Soberano
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Segundo uma matéria do UOL a alta de 2002 corresponde a R$ 10,81 hoje.

Então realmente está longe do recorde, mas justamente pela inflação acumulada do real nós nunca mais veremos 1 dólar a menos de 2 reais, acho que nem abaixo de 3 fica mais.

Triste pra nós como consumidores, mas vai ouvir os economistas eles falam que é ótimo isso, quanto mais o real cai mais satisfeitos eles ficam, até parece que só existe exportador no Brasil.
 

johnhartigan

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Por um lado bom, por outro ruim, a vida continua, essa guerra EUA vs China mais nossa instabilidade jurídica são um prato cheio.
 
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