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[Tópico Oficial PrOgresSistas e Patriotas] Ciro Gomes Presidente 2018 [Contra Bancos e Rentistas]

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$delúbio$

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somente Ciro Gomes tem a capacidade de aplicar as reformas necessárias, mas não será fácil, ele virá com referendos e plebiscitos para tentar emplacar reformas
Chavez fez mesmo na Venezuela e deu 'çupersserto'
 

Beren_

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Camilo é cria do Ciro/Cid e continua sua agenda de governo, quem comprou toda dívida do Ceará fazendo ajustes fiscais foi o Ciro Gomes.

Abraço, se informe.

Enviado de meu XT1068 usando Tapatalk
O cara me posta um "rank random de competitividade do estados" e em outro topico questiona rank de liberdade economica da heritage, que é usado no mundo todo por economistas e investidores.

Só faltou falar que Lula que fez o plano real e Ciro Gomes que idealizou.huahuaha

Mano eu to rindo demais. De onde surgiu isso?
 

Noctua

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É claro. FOI GÓPI!

Enviado de meu Moto G Play usando Tapatalk
Hur Dur no Brasil não tem justiça pa bandidu mais eu não ligo pra justiça quandu mim convéim HUR DUR
Chavez fez mesmo na Venezuela e deu 'çupersserto'
Bela comparação, você é genial férinha, agora reforma tributária num podxi mexu cus bancu e cus rentixta du bein.

Abraça o pato então, paga esse imposto abusivo e não reclama.
 

Noctua

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O cara me posta um "rank random de competitividade do estados" e em outro topico questiona rank de liberdade economica da heritage, que é usado no mundo todo por economistas e investidores.

Só faltou falar que Lula que fez o plano real e Ciro Gomes que idealizou.huahuaha

Mano eu to rindo demais. De onde surgiu isso?
Não é ranking, é o fato de que o estado do Ceará é um dos únicos com estabilidade fiscal, busque a fonte que quiser Beren, contrarie essa evidência, mas traga fontes.

Quem idealizou o plano real foi a equipe de Itamar Franco com Ciro Gomes viabilizando o mesmo politicamente.

Beijos me liga, mais tarde tem balada.
 

$delúbio$

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os eleitores do Ciro são idênticos ao ídolo. Diria até clones...
 


Beren_

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Ciro Gomes não é "rentista".

Ele quer apenas IMPULSIONAR a economia em áreas "ESTRATÉGICAS" subsidiando o JUROS...

Entenda por impulsionar, dar dinheiro, estratégicas "amigos" e JUROS, dinheiro do povo.

Afinal, o que é que é o rentismo?
Capítulo retirado do livro de Eammon Butler, disponível aqui.

Como muitas das cruciais introspecções da teoria da Escolha Pública, a ideia de “rentismo” 1 foi esboçada, em primeiro lugar, em 1967 por Gordon Tullock, embora a frase em si tenha sido cunhada por Anne Krueger alguns anos mais tarde


Portugal enfrenta rentismo no sector energético. Fonte: Diário Económico

A maior das pessoas pensa numa renda como um pagamento feito a um dono de uma terra ou de outros recursos – sem o dono ter necessariamente que trabalhar para tal. Os economistas têm uma definição mais técnica, que define uma renda económica como o retorno que excede os níveis normais em concorrência; mas a linha de pensamento comum, de certa forma, sumariza a essência do “rentismo”.

Em situações de mercado, um fornecedor que não enfrente concorrência, por exemplo, o único merceeiro da aldeia – pode cobrar preços mais altos (e fornecer um serviço pior) do que um que a enfrente. Mas esses altos lucros atraem a atenção de outros potenciais merceeiros, que estão livres de abrir um loja e competir com o original. O resultado de tal concorrência é que o antigo monopolista tem que cortar nos preços e melhorar os serviços para se manter no negócio.

Nas situações políticas, as coisas são bem diferentes. As oportunidades de fazer lucros em excesso só ocorrem quando as autoridades políticas as criam, tornando difícil ou impossível a novos entrantes no mercado aparecerem e concorrerem. Um bom exemplo é a regulação dos táxis de Nova Iorque, que limitaram fortemente o seu número para 13.000 – que é menos de metade dos que operavam mesmo durante os anos da Grande Depressão. Como a nova concorrência é tornada fora-da-lei, os taxistas fazem mais dinheiro e os nova-iorquinos pagam mais e esperam mais tempo por táxis, do que normalmente fariam. Uma licença de táxi em Nova Iorque mudou recentemente de mãos por 1 milhão de dólares, assim ilustrando o tamanho das rendas que estão agora a ser protegidas.

Normalmente, os governos atribuem a si mesmos monopólios através da provisão de serviços como a educação e correios. Nos tempos antigos, os monarcas atribuíam à sua corte e aos seus amigos monopólios explícitos de bens como sabão, velas, amido, papel e vinho doce. As coisas hoje em dia são mais subtis, mas o licenciamento governamental de profissões (tais como contabilistas, dentistas e mesmo cabeleireiros e manicures), juntamente com quotas e taxas sobre bens importados e normas de planeamento para o uso de terra, servem para reduzir e atrofiar a concorrência, providenciando lucros monopolistas – “rendas” – aos vários grupos preferidos.

O engodo do rentismo

O “rentismo” é a tentativa de grupos particulares de persuadir o governo a atribuir-lhes esse tipo de monopólios valiosos ou privilégios legais. Se o seu “rentismo” for bem-sucedido, tais benefícios podem acrescentar uma transferência substancial de riqueza do público geral para esses grupos privilegiados.

Tullock notou que os potenciais ganhos de um “rentismo” bem-sucedido são, de facto, tão substanciais que faz todo o sentido para os grupos perderem bastante tempo, esforço e dinheiro em tentar capturá-los. Pode valer milhares de milhões à indústria automóvel se, por exemplo, conseguirem persuadir os legisladores a impor taxas ou quotas sobre as importações de carros estrangeiros. Não deve, pois, ser surpresa que estejam dispostos a gastar milhões ao fazer “lobby” para conseguirem precisamente esse resultado.

Mas como Tullock reparou, todo esta dispendiosa actividade de “lobby” é improdutiva e uma pura perda para a economia. O tempo, esforço, dinheiro, aptidões e actividades empreendedoras de muitas pessoas talentosas são aqui desperdiçadas. A actividade “rentista” não produz nada de valor para a comunidade. Tudo o que faz é determinar que privilégios monopolistas serão atribuídos aos grupos de interesse.

A observação de Tullock que os grupos “rentistas” irão gastar – ou em termos da comunidade como um todo, desperdiçar – recursos enormes em tentar inclinar a legislação em seu favor apareceu como um rude golpe para as ideias da “economia de bem-estar” vindas do “mainstream” da profissão económica. Eles acreditavam que as escolhas colectivas poderiam corrigir “falhas de mercado” e promover o bem-estar geral; mas pensaram pouco nos processos de decisão colectiva no mundo real e assumiram que a política seria feita por funcionários públicos iluminados, de forma racional no interesse comum. A introspecção de Tullock tornou claro, no entanto, que longe do processo de política pública ser superior ao mercado, o “rentismo” distorce massivamente as decisões públicas e, consequentemente, distorce os mercados e reduz a concorrência de formas que beneficiam certos grupos, mas que prejudicam substancialmente a comunidade geral.

Custos e distorções

São muitas as formas como o “rentismo” impõe custos sobre as outras pessoas. Suponha, por exemplo, que uma indústria de alta tecnologia faça “lobby” bem-sucedido por benefícios fiscais sobre investigação e desenvolvimento. A ideia pode ser apresentada como uma forma de manter o país na liderança tecnológica, estimulando o desenvolvimento de novos produtos de alta tecnologia que pessoas noutros países quererão comprar. E pode, de facto, ter algum desse efeito.

Mas, da mesma forma, pode tornar apenas mais barato às empresas fazer a investigação que fariam de qualquer forma. Os benefícios fiscais também distorcem o sistema fiscal, atraindo recursos e desenvolvimento e afastando-os de outros lugares – lugares onde esses recursos poderiam eventualmente ser usados de forma mais produtiva. A expectativa de impostos mais baixos também induz as empresas a classificar como “investigação e desenvolvimento”, actividades que na verdade não o são, apenas para conseguirem os benefícios.
Entretanto, o facto de o Tesouro não estar a recolher receitas dessas actividades, significa que, para manter os seus níveis de despesa, o governo terá que conseguir dinheiro noutros sítios. Os impostos de outras pessoas terão, então, que aumentar. E isto não é apenas mau para elas: taxas mais altas de impostos também encorajam mais pessoas a (legamente) evitar ou (ilegalmente) evadirem-se aos impostos. E quanto mais altas as taxas de imposto, mais as pessoas irão lutar por “brechas” e concessões fiscais especiais para eles próprios. Se forem bem-sucedidos, isso distorce ainda mais a actividade económica, tirando recursos dos serviços ao consumidor para a evasão fiscal, repetindo – de novo – o mesmo ciclo.

Ocorrem problemas semelhantes quando grupos pressionam de forma bem-sucedida para subsídios – digamos, para a produção de biocombustível. De novo, isso traz mais actividade económica à produção de biocombustível. A procura adicional por cereais que podem ser transformados em combustível aumenta o seu preço, e o preço da comida sobe, aumentando os custos de vida, que afecta mais duramente os mais pobres. Mais uma vez os custos são dispersos e opacos; e os benefícios concentrados em grupos de interesse particulares com proveitos bem definidos.

Ou, mais uma vez, os grupos podem procurar beneficiar-se a si próprios através do sistema do Estado Social. Se, por exemplo, há subsídios para famílias de rendimentos de baixo nível, aqueles imediatamente acima desse nível podem ficar bem melhores se lutarem para aumentar esse nível. Outros podem querer ficar pior – ou aparentar estar pior do que realmente estão – para se qualificarem.
Contar os custos

Como o prémio Nobel da Economia Milton Friedman notou, construir uma fábrica provavelmente acrescenta à riqueza pública: comprar uma “medalhão” de um táxi de Nova Iorque, não. E quanto maior o tamanho do sector público, ou quão mais complicadas as estruturas fiscais e regulatórias, maiores as oportunidades para o “rentismo” e maior se torna então esta perda potencial.

Empresas, indivíduos e grupos provavelmente estão preparados para investir quase tanto no “rentismo”, quanto o valor da renda que conseguirão se forem bem-sucedidos. O “rentismo” tem um custo que retira recursos de outras partes da economia – envolvendo frequentemente pessoas articuladas, educadas e produtivas. Como resultado deste custo, assim como da perda de bem-estar económico do “rentismo” bem-sucedido, o custo total da actividade pode crescer até ser enorme. Um estudo do início dos anos 2000, estimou a despesa dos grupos de interesse norte-americanos em “rentismo”, em vários milhares de milhões de dólares. E outra coisa que se junta à conta é que o “rentismo” é um jogo, que pode ou não ter retorno: e como muitos jogadores, os “rentistas” na verdade acabam a gastar mais no esforço do que conseguem de volta, mesmo quando são bem-sucedidos.

O custo financeiro que o “rentismo” impõe no resto do público tem também outro efeito corrosivo. Se as pessoas se apercebem de que os seus ganhos, poupanças e capital ganhos com o suor do seu trabalho, podem ser-lhes arrancados (em impostos ou serviços monopolistas) por rentistas, estarão menos dispostas a trabalhar duro e poupar. Investirão menos na criação de riqueza, as empresas ficarão esfomeadas por financiamento, a produção será menor e, mais uma vez, o bem-estar geral ficará pior.

Custos Políticos

O “rentismo” também corrompe o processo político. A expectativa de extrair grandes benefícios através do “rentismo” encoraja grupos a trocarem votos e apoio de forma a que isso aconteça.

O profundo interesse que os “rentistas” têm nas concessões que os irão beneficiar, e o tempo e energia que estão preparados em investir para as capturar, ajuda a explicar porque é que o “lobby” é uma indústria tão grande e porque é que os políticos acabam a atribuir tantos monopólios, regulações e concessões. Também explica porque é que tais privilégios tendem a manter-se muito depois de ser perfeitamente óbvio que são inapropriados e ineficientes, e que é precisa uma reforma.

Quanto maior o poder do Estado, mais oportunidades há para “rentismo” e maior é o poder dos políticos, enquanto os grupos de interesse lhes fazem “lobby” em troca de favores. Os políticos ganham, não só pelo status que vem com o poder de garantir privilégios a “rentistas” que lhes fazem “lobby”, mas também pela sua capacidade de ameaçar os outros com regras adversas. Ocasionalmente este poder conduz a uma total corrupção, com os políticos e funcionários a atribuir privilégios especiais a grupos de interesse particulares em troca de dinheiro ou favores pessoais, e a colocar obstáculos legais no caminho daqueles que não os apoiam.

Os enormes ganhos potenciais do “rentismo”, tanto para “rentistas” como para políticos, e o desequilíbrio entre o interesse concentrado da minoria que ganha e a impotência da maioria do público, podem fazer-nos pensar porque é que o “rentismo” não se tornou endémico nos sistemas democráticos. Infelizmente, a evidência é que provavelmente se tornou.
 

Noctua

Veterano
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Ciro Gomes não é "rentista".

Ele quer apenas IMPULSIONAR a economia em áreas "ESTRATÉGICAS" subsidiando o JUROS...

Entenda por impulsionar, dar dinheiro, estratégicas "amigos" e JUROS, dinheiro do povo.

Afinal, o que é que é o rentismo?
Capítulo retirado do livro de Eammon Butler, disponível aqui.

Como muitas das cruciais introspecções da teoria da Escolha Pública, a ideia de “rentismo” 1 foi esboçada, em primeiro lugar, em 1967 por Gordon Tullock, embora a frase em si tenha sido cunhada por Anne Krueger alguns anos mais tarde


Portugal enfrenta rentismo no sector energético. Fonte: Diário Económico

A maior das pessoas pensa numa renda como um pagamento feito a um dono de uma terra ou de outros recursos – sem o dono ter necessariamente que trabalhar para tal. Os economistas têm uma definição mais técnica, que define uma renda económica como o retorno que excede os níveis normais em concorrência; mas a linha de pensamento comum, de certa forma, sumariza a essência do “rentismo”.

Em situações de mercado, um fornecedor que não enfrente concorrência, por exemplo, o único merceeiro da aldeia – pode cobrar preços mais altos (e fornecer um serviço pior) do que um que a enfrente. Mas esses altos lucros atraem a atenção de outros potenciais merceeiros, que estão livres de abrir um loja e competir com o original. O resultado de tal concorrência é que o antigo monopolista tem que cortar nos preços e melhorar os serviços para se manter no negócio.

Nas situações políticas, as coisas são bem diferentes. As oportunidades de fazer lucros em excesso só ocorrem quando as autoridades políticas as criam, tornando difícil ou impossível a novos entrantes no mercado aparecerem e concorrerem. Um bom exemplo é a regulação dos táxis de Nova Iorque, que limitaram fortemente o seu número para 13.000 – que é menos de metade dos que operavam mesmo durante os anos da Grande Depressão. Como a nova concorrência é tornada fora-da-lei, os taxistas fazem mais dinheiro e os nova-iorquinos pagam mais e esperam mais tempo por táxis, do que normalmente fariam. Uma licença de táxi em Nova Iorque mudou recentemente de mãos por 1 milhão de dólares, assim ilustrando o tamanho das rendas que estão agora a ser protegidas.

Normalmente, os governos atribuem a si mesmos monopólios através da provisão de serviços como a educação e correios. Nos tempos antigos, os monarcas atribuíam à sua corte e aos seus amigos monopólios explícitos de bens como sabão, velas, amido, papel e vinho doce. As coisas hoje em dia são mais subtis, mas o licenciamento governamental de profissões (tais como contabilistas, dentistas e mesmo cabeleireiros e manicures), juntamente com quotas e taxas sobre bens importados e normas de planeamento para o uso de terra, servem para reduzir e atrofiar a concorrência, providenciando lucros monopolistas – “rendas” – aos vários grupos preferidos.

O engodo do rentismo

O “rentismo” é a tentativa de grupos particulares de persuadir o governo a atribuir-lhes esse tipo de monopólios valiosos ou privilégios legais. Se o seu “rentismo” for bem-sucedido, tais benefícios podem acrescentar uma transferência substancial de riqueza do público geral para esses grupos privilegiados.

Tullock notou que os potenciais ganhos de um “rentismo” bem-sucedido são, de facto, tão substanciais que faz todo o sentido para os grupos perderem bastante tempo, esforço e dinheiro em tentar capturá-los. Pode valer milhares de milhões à indústria automóvel se, por exemplo, conseguirem persuadir os legisladores a impor taxas ou quotas sobre as importações de carros estrangeiros. Não deve, pois, ser surpresa que estejam dispostos a gastar milhões ao fazer “lobby” para conseguirem precisamente esse resultado.

Mas como Tullock reparou, todo esta dispendiosa actividade de “lobby” é improdutiva e uma pura perda para a economia. O tempo, esforço, dinheiro, aptidões e actividades empreendedoras de muitas pessoas talentosas são aqui desperdiçadas. A actividade “rentista” não produz nada de valor para a comunidade. Tudo o que faz é determinar que privilégios monopolistas serão atribuídos aos grupos de interesse.

A observação de Tullock que os grupos “rentistas” irão gastar – ou em termos da comunidade como um todo, desperdiçar – recursos enormes em tentar inclinar a legislação em seu favor apareceu como um rude golpe para as ideias da “economia de bem-estar” vindas do “mainstream” da profissão económica. Eles acreditavam que as escolhas colectivas poderiam corrigir “falhas de mercado” e promover o bem-estar geral; mas pensaram pouco nos processos de decisão colectiva no mundo real e assumiram que a política seria feita por funcionários públicos iluminados, de forma racional no interesse comum. A introspecção de Tullock tornou claro, no entanto, que longe do processo de política pública ser superior ao mercado, o “rentismo” distorce massivamente as decisões públicas e, consequentemente, distorce os mercados e reduz a concorrência de formas que beneficiam certos grupos, mas que prejudicam substancialmente a comunidade geral.

Custos e distorções

São muitas as formas como o “rentismo” impõe custos sobre as outras pessoas. Suponha, por exemplo, que uma indústria de alta tecnologia faça “lobby” bem-sucedido por benefícios fiscais sobre investigação e desenvolvimento. A ideia pode ser apresentada como uma forma de manter o país na liderança tecnológica, estimulando o desenvolvimento de novos produtos de alta tecnologia que pessoas noutros países quererão comprar. E pode, de facto, ter algum desse efeito.

Mas, da mesma forma, pode tornar apenas mais barato às empresas fazer a investigação que fariam de qualquer forma. Os benefícios fiscais também distorcem o sistema fiscal, atraindo recursos e desenvolvimento e afastando-os de outros lugares – lugares onde esses recursos poderiam eventualmente ser usados de forma mais produtiva. A expectativa de impostos mais baixos também induz as empresas a classificar como “investigação e desenvolvimento”, actividades que na verdade não o são, apenas para conseguirem os benefícios.
Entretanto, o facto de o Tesouro não estar a recolher receitas dessas actividades, significa que, para manter os seus níveis de despesa, o governo terá que conseguir dinheiro noutros sítios. Os impostos de outras pessoas terão, então, que aumentar. E isto não é apenas mau para elas: taxas mais altas de impostos também encorajam mais pessoas a (legamente) evitar ou (ilegalmente) evadirem-se aos impostos. E quanto mais altas as taxas de imposto, mais as pessoas irão lutar por “brechas” e concessões fiscais especiais para eles próprios. Se forem bem-sucedidos, isso distorce ainda mais a actividade económica, tirando recursos dos serviços ao consumidor para a evasão fiscal, repetindo – de novo – o mesmo ciclo.

Ocorrem problemas semelhantes quando grupos pressionam de forma bem-sucedida para subsídios – digamos, para a produção de biocombustível. De novo, isso traz mais actividade económica à produção de biocombustível. A procura adicional por cereais que podem ser transformados em combustível aumenta o seu preço, e o preço da comida sobe, aumentando os custos de vida, que afecta mais duramente os mais pobres. Mais uma vez os custos são dispersos e opacos; e os benefícios concentrados em grupos de interesse particulares com proveitos bem definidos.

Ou, mais uma vez, os grupos podem procurar beneficiar-se a si próprios através do sistema do Estado Social. Se, por exemplo, há subsídios para famílias de rendimentos de baixo nível, aqueles imediatamente acima desse nível podem ficar bem melhores se lutarem para aumentar esse nível. Outros podem querer ficar pior – ou aparentar estar pior do que realmente estão – para se qualificarem.
Contar os custos

Como o prémio Nobel da Economia Milton Friedman notou, construir uma fábrica provavelmente acrescenta à riqueza pública: comprar uma “medalhão” de um táxi de Nova Iorque, não. E quanto maior o tamanho do sector público, ou quão mais complicadas as estruturas fiscais e regulatórias, maiores as oportunidades para o “rentismo” e maior se torna então esta perda potencial.

Empresas, indivíduos e grupos provavelmente estão preparados para investir quase tanto no “rentismo”, quanto o valor da renda que conseguirão se forem bem-sucedidos. O “rentismo” tem um custo que retira recursos de outras partes da economia – envolvendo frequentemente pessoas articuladas, educadas e produtivas. Como resultado deste custo, assim como da perda de bem-estar económico do “rentismo” bem-sucedido, o custo total da actividade pode crescer até ser enorme. Um estudo do início dos anos 2000, estimou a despesa dos grupos de interesse norte-americanos em “rentismo”, em vários milhares de milhões de dólares. E outra coisa que se junta à conta é que o “rentismo” é um jogo, que pode ou não ter retorno: e como muitos jogadores, os “rentistas” na verdade acabam a gastar mais no esforço do que conseguem de volta, mesmo quando são bem-sucedidos.

O custo financeiro que o “rentismo” impõe no resto do público tem também outro efeito corrosivo. Se as pessoas se apercebem de que os seus ganhos, poupanças e capital ganhos com o suor do seu trabalho, podem ser-lhes arrancados (em impostos ou serviços monopolistas) por rentistas, estarão menos dispostas a trabalhar duro e poupar. Investirão menos na criação de riqueza, as empresas ficarão esfomeadas por financiamento, a produção será menor e, mais uma vez, o bem-estar geral ficará pior.

Custos Políticos

O “rentismo” também corrompe o processo político. A expectativa de extrair grandes benefícios através do “rentismo” encoraja grupos a trocarem votos e apoio de forma a que isso aconteça.

O profundo interesse que os “rentistas” têm nas concessões que os irão beneficiar, e o tempo e energia que estão preparados em investir para as capturar, ajuda a explicar porque é que o “lobby” é uma indústria tão grande e porque é que os políticos acabam a atribuir tantos monopólios, regulações e concessões. Também explica porque é que tais privilégios tendem a manter-se muito depois de ser perfeitamente óbvio que são inapropriados e ineficientes, e que é precisa uma reforma.

Quanto maior o poder do Estado, mais oportunidades há para “rentismo” e maior é o poder dos políticos, enquanto os grupos de interesse lhes fazem “lobby” em troca de favores. Os políticos ganham, não só pelo status que vem com o poder de garantir privilégios a “rentistas” que lhes fazem “lobby”, mas também pela sua capacidade de ameaçar os outros com regras adversas. Ocasionalmente este poder conduz a uma total corrupção, com os políticos e funcionários a atribuir privilégios especiais a grupos de interesse particulares em troca de dinheiro ou favores pessoais, e a colocar obstáculos legais no caminho daqueles que não os apoiam.

Os enormes ganhos potenciais do “rentismo”, tanto para “rentistas” como para políticos, e o desequilíbrio entre o interesse concentrado da minoria que ganha e a impotência da maioria do público, podem fazer-nos pensar porque é que o “rentismo” não se tornou endémico nos sistemas democráticos. Infelizmente, a evidência é que provavelmente se tornou.
Roberto Mangabeira Unger: “Precisamos romper com o condomínio de rentismos”
De volta à parceria com Ciro Gomes, o ex-ministro diz que a distribuição de benefícios patrocinada pelo PT se esgotou e prega um projeto voltado para os “batalhadores” emergentes
GUILHERME EVELIN
21/01/2016 - 08h00 - Atualizado 21/01/2016 08h00
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Mangabeira Unger, ex-ministro da Secretaria de Assuntos Estratégicos (Foto: Ruy Baron/Valor /Folhapress)

Em setembro de 2015, o filósofo Roberto Mangabeira Unger, alegando problemas de saúde na família, pediu demissão do cargo de ministro de Assuntos Estratégicos do governo Dilma Rousseff e voltou para os Estados Unidos e para seu cargo de professor na Universidade Harvard. Mangabeira não desistiu, porém, de influenciar os rumos da política nacional. Voltou a se filiar ao PDTpara se engajar no projeto de uma nova candidatura presidencial do ex-governador e ex-ministro Ciro Gomes, a quem já assessorou em duas tentativas anteriores, em 1998 e 2002, de chegar ao Palácio do Planalto. Mangabeira acredita que o esgotamento do ciclo “nacional-consumista”, como ele batiza o modelo de desenvolvimento patrocinado pelo PT, abre espaços para novas alternativas políticas.

ÉPOCA – Por que o senhor resolveu voltar ao PDT?
Roberto Mangabeira Unger
– Por duas razões. A razão maior é a determinação de trabalhar por um projeto de poder que possa servir ao ideário de uma alternativa nacional. Eu colaboro há muitos anos com Ciro Gomes. Vejo na candidatura presidencial dele um caminho para este projeto e nós estamos convencidos de que o PDT, um partido no qual militei por muitos anos, é a melhor base partidária para isso. Há uma razão menor, porém importante para essa mudança, que tem a ver com a situação do PMDB, partido em que eu estava. Vejo que a causa produtivista, os interesses do trabalho e da produção, e os emergentes como sua base social mais importante estão há muito tempo órfãos de um agente político. E tinha a ideia de que o PMDB, com sua base municipal, poderia desempenhar essa tarefa. Mas perdi a parada. O documento que o partido lançou, Uma ponte para o futuro, não tem uma palavra sobre educação, desigualdade e os interesses da economia real, da produção e do trabalho. É um documento quase exclusivamente preocupado e comprometido com o fiscalismo financista. E aí não era possível continuar no partido diante dessa definição programática contundente.

ÉPOCA – Por que o senhor acha que a candidatura do Ciro Gomes, que já disputou e perdeu duas eleições presidenciais, teria agora chances de decolar?
Mangabeira Unger
– Apoiei o Brizola em duas candidaturas presidenciais e o PDT apoiou o Ciro Gomes nas duas candidaturas presidenciais dele. Então isso aí não é uma invenção recente, é uma trajetória que vem há muito tempo. Esta será nossa quinta tentativa. A Bíblia Sagrada diz que precisa ter sete (risos). O primeiro requisito em política é tenacidade. Além disso, a crise múltipla que vivemos é uma oportunidade extraordinária para o avanço de uma alternativa. O Brasil precisa de outro rumo.

ÉPOCA – Qual é seu diagnóstico da crise?
Mangabeira Unger
– Estamos vindo de um período histórico em que as bases de desenvolvimento do Brasil foram a popularização do consumo de um lado – uma espécie de nacional-¬consumismo – e a produção e exportação de commodities, de produtos primários pouco transformados, de outro lado. A agropecuária e a mineração pagaram a conta do consumo. Nesse período do nacional-consumismo, construímos no Brasil uma espécie de condomínio de rentismos. A massa pobre embaixo recebe o dinheiro das transferências sociais – essas, sim, justificadas, porque resgatam as pessoas da pobreza extrema. No meio, as corporações da classe média recebem suas prebendas. Em cima, os ricaços são beneficiários dos juros da dívida pública e do crédito subsidiado dos bancos públicos. E todo mundo fica satisfeito, aplacado, cooptado. As circunstâncias do mundo viraram e inviabilizaram a continuação desse modelo. Nós precisamos agora de outra estratégia.

>>Marcos Lisboa: "No Brasil, o privilégio é a norma"

ÉPOCA – Qual seria essa estratégia?
Mangabeira Unger
– Essa lógica de cooptação, paga pela riqueza natural, mata o país e não faz o essencial, que é providenciar instrumentos para o dinamismo brasileiro. Agora, precisamos de uma lógica de empoderamento. O grande atributo do nosso país é sua extraordinária resiliência, uma vitalidade assombrosa. E nossa tragédia histórica é negar instrumentos à maioria dos brasileiros para transformar essa vitalidade em ação construtiva. Qual é o ator mais importante no Brasil hoje? É uma pequena burguesia empreendedora mestiça que está surgindo no Brasil profundo. Andei o país todo, Estado por Estado, e essa pequena burguesia empreendedora, que nós chamamos de emergentes, é apenas a linha de frente. Atrás dela, vem uma multidão de trabalhadores ainda pobres, porém já convertidos a uma cultura de autoajuda e iniciativa. Chamamos de batalhadores, porque são pessoas que trabalham dia e noite. Às vezes, têm dois ou três empregos. Não acreditam em política e em partidos políticos, não têm instrumento político. Mas eles, os emergentes, já estão no comando do imaginário popular e são a vanguarda do povo brasileiro. O projeto que eu estou defendendo é um projeto para eles, baseado em oportunidades econômicas e capacitações educacionais e que não pode ser operado dentro dos limites de nosso nacional-consumismo. Exige algo diferente: a democratização do lado da oferta, e não apenas da demanda. Uma grande diferença entre democratizar a oferta e democratizar a demanda é que a democratização da demanda se pode fazer só com dinheiro, enquanto a democratização da oferta exige reorganização, inovação institucional.

ÉPOCA – E como se faz essa democratização da oferta?
Mangabeira Unger
– A preliminar é resolver a situação fiscal do Estado. E aí há uma convergência com a pseudo-ortodoxia que campeia no Brasil, o fiscalismo financista. Há um imperativo preliminar de realismo fiscal, mas esse imperativo tem de ser entendido e abraçado à luz de dois princípios. O primeiro princípio é uma visão de seu objetivo. O objetivo não é ganhar a confiança financeira, submeter a definição de nosso rumo aos interesses e aos preconceitos do rentismo financeiro. O objetivo é o oposto. O objetivo é assegurar que o governo e o país não dependam da confiança financeira para avançar. E a realização desse objetivo é mais importante que a gastança pública como meio de recuperar a economia, esse keynesianismo vulgar que praticamos no Brasil. O segundo princípio é que o realismo fiscal não se pode efetivar apenas focando os 10% do Orçamento que são gastos discricionários. Esse é o debate que temos tido no Brasil. Aí não há ajuste. O ajuste só pode ser realizado se tratarmos dos mais de 90% do Orçamento do Estado que são gastos obrigatórios.

ÉPOCA – Se o senhor concorda que a questão fiscal é urgente e precisa ser resolvida, por que é tão crítico do documento do PMDB?
Mangabeira Unger –
Há muitos pontos de contato ali, mas o silêncio sobre as bases de uma estratégia de desenvolvimento muda completamente o sentido daquelas afirmações. Não é só que o documento seja incompleto. É que, na falta do mais importante, aqueles compromissos com o saneamento fiscal ganham um significado completamente diferente. Uma coisa é julgar que a rearrumação fiscal por si só gera confiança financeira, a confiança financeira produz investimento e o investimento traz crescimento. Isso é uma condição necessária, porém muito longe de ser suficiente. É apenas a porta de entrada de um novo projeto de país, mas não é o projeto de país. Defendo, por exemplo, há muitos anos, uma reforma da Previdência com a fixação de uma idade mínima para a aposentadoria. A repactuação do condomínio de rentismos implica sacrifício para o país. Mas o sacrifício só será legitimado e, portanto, só será aceito e executado se ele for visto como a contraparte de um projeto de democratização de oportunidades. O país não aceitará o sacrifício em troca de nada, só porque é do agrado dos bancos ou do rentismo financeiro disciplinar fiscalmente o Estado. O acerto fiscal tem de ser entendido no bojo de um projeto maior, que interesse à maioria. Na falta disso, esse acerto fiscal necessário será desmoralizado e diminuído como de fato vem acontecendo.

>>Leia outras entrevistas

ÉPOCA – O PDT faz parte do governo Dilma. O partido não vai abrir mão da candidatura própria para apoiar o PT em 2018, como fez em outras campanhas presidenciais?
Mangabeira Unger –
Isso não deve ocorrer e não ocorrerá.

ÉPOCA – O ciclo político do PT se esgotou?
Mangabeira Unger –
E o do PSDB. Escrevi há muitos anos um artigo cujo título era “A serpente de duas cabeças” – as duas cabeças são o PT e o PSDB. Em todos esses grandes partidos brasileiros, há uma maioria que não acredita em alternativas. Um celebrado político brasileiro disse que há um caminho no mundo e há duas maneiras de descrevê-lo. Ele dizia não acreditar em alternativas, mas na humanização do inevitável. Isso representa a rendição aos interesses dominantes. A tendência toda do PT e do ex-presidente Lula é, no máximo, buscar o meio-termo. Um ajuste que não implique uma descontinuidade da trajetória que seguiram até agora. Não me parece que eles estejam convencidos da necessidade de passar de maneira decisiva da distribuição de recursos para a distribuição de oportunidades.

VEM QUE VEM QUE VEM TIMÃO
 

Noctua

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Curioso o fato da EMBRAER, recomendo verem o vídeo sem preconceito.
Segue a palestra inteira pra quem desejar ver:

Recomendo realmente que vejam o vídeo e discutam sobre o que ele disse de maneira madura e discutam respeitosamente.

:kcopa
 

DanteSCO

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Curioso o fato da EMBRAER, recomendo verem o vídeo sem preconceito.
Segue a palestra inteira pra quem desejar ver:

Recomendo realmente que vejam o vídeo e discutam sobre o que ele disse de maneira madura e discutam respeitosamente.

:kcopa
Qual país liberal deu certo? É sério essa pergunta?

EUA, Chile, Singapura, Austrália, Hong Kong

Países que eram, em sua maioria, tão ou mais pobres que o Brasil hoje são os mais ricos do mundo, Hong Kong nos anos 60 era uma favela a céu aberto, mais pobre que a bananalandia, hoje tem uma renda per capita altíssima

O Correios, por exemplo, só da prejuízo, você acha que devemos ficar pagando do nosso bolso pra uma empresa existir, por que ela é ineficiente? Só levamos prejuízo, enquanto a classe política reinante - 2 mais cara do mundo, só perde pros EUA - continua em sua vida de realeza
Qual a proposta do Ciro Gomes pra essa vergonha?

Não confio no Ciro Gomes de forma alguma, desonesto, o cara é um mentiroso profissional, mente na cara dura, ainda tem gente que dá moral pra um mentiroso desses? Algumas pessoas gostam de ser enganadas mesmo, é igual mulher de malandro, quanto mais apanha mais gosta, 100 anos com um governo desenvolvimentista e os incautos não aprendem

É óbvio demais que ele vai aparelhar as estatais com amiguinho dele, em troca de apoio, e nós iremos continuar nos fodendo, como sempre foi, uma hora isso daqui desaba
 

Noctua

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Qual país liberal deu certo? É sério essa pergunta?

EUA, Chile, Singapura, Austrália, Hong Kong

Países que eram, em sua maioria, tão ou mais pobres que o Brasil hoje são os mais ricos do mundo, Hong Kong nos anos 60 era uma favela a céu aberto, mais pobre que a bananalandia, hoje tem uma renda per capita altíssima

O Correios, por exemplo, só da prejuízo, você acha que devemos ficar pagando do nosso bolso pra uma empresa existir, por que ela é ineficiente? Só levamos prejuízo, enquanto a classe política reinante - 2 mais cara do mundo, só perde pros EUA - continua em sua vida de realeza
Qual a proposta do Ciro Gomes pra essa vergonha?

Não confio no Ciro Gomes de forma alguma, desonesto, o cara é um mentiroso profissional, mente na cara dura, ainda tem gente que dá moral pra um mentiroso desses? Algumas pessoas gostam de ser enganadas mesmo, é igual mulher de malandro, quanto mais apanha mais gosta, 100 anos com um governo desenvolvimentista e os incautos não aprendem

É óbvio demais que ele vai aparelhar as estatais com amiguinho dele, em troca de apoio, e nós iremos continuar nos fodendo, como sempre foi, uma hora isso daqui desaba
Não viu o vídeo todo né cara? Já chegou metralhando besteira.

EUA é estado mínimo? É O MAIOR ESTADO DO MUNDO!

Você conhece os modelos de estado que citou? Hong Kong é o mais mínimo na lista mas é um LIXO para se viver, tem os apartamentos MAIS CAROS do mundo, é simplesmente um local aonde se estabelece negociatas entre China e Ocidente e vive praticamente disso.

Veja o vídeo todo antes de já sair disparando argumento furado.
 

tiagobronson

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Deixa esse tópico merda, sobre um politico merda, afundar igual as ideias merdas dele.

Não alimente o troll, rapaziada!
 

Omnissiah

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Minha única contribuição com esse tópico: anima uma aposta? Coroné Ciro não consegue nem 20% dos votos. Não to falando nem de 2o turno, ele não faz 21% nem a pau. Se ele fizer, cavo meu próprio permaban com um tópico suicida na área da moderação. Do contrário, o sr faz o mesmo, pode ser? Com a prerrogativa ainda de que eu posso ABAIXAR (nunca aumentar) esse valor conforme a eleição for passando. Bora?
 

DanteSCO

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Não viu o vídeo todo né cara? Já chegou metralhando besteira.

EUA é estado mínimo? É O MAIOR ESTADO DO MUNDO!

Você conhece os modelos de estado que citou? Hong Kong é o mais mínimo na lista mas é um LIXO para se viver, tem os apartamentos MAIS CAROS do mundo, é simplesmente um local aonde se estabelece negociatas entre China e Ocidente e vive praticamente disso.

Veja o vídeo todo antes de já sair disparando argumento furado.
Argumento furado quem dá aqui é você, não sabe de nada, mistura alhos com bugalhos é só fala besteira

Os EUA tinham um dos menores estados do mundo, foi exatamente nessa época que eles se desenvolveram, o estado cresceu depois

Hong Kong é mil vezes melhor de se morar que o Brasil, você quer imputar um problema geográfico, que não é tão grave assim, a economia do país, que loucura é essa?

Você que não tem ideia do que está falando, e Hong Kong mesmo sendo o país mais liberal do mundo ainda assim tem menos desigualdade que aqui

No mais, não vou responder mais nada, você mistura um monte de coisa nada a ver e começa a falar coisas sem o mínimo de sentido
 

Sgt. Kowalski

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Minha única contribuição com esse tópico: anima uma aposta? Coroné Ciro não consegue nem 20% dos votos. Não to falando nem de 2o turno, ele não faz 21% nem a pau. Se ele fizer, cavo meu próprio permaban com um tópico suicida na área da moderação. Do contrário, o sr faz o mesmo, pode ser? Com a prerrogativa ainda de que eu posso ABAIXAR (nunca aumentar) esse valor conforme a eleição for passando. Bora?
aqui temos uma pessoa convicta de suas idéias.
 

Doutor Sono

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'Projeto do PT não é o meu', diz Ciro Gomes

Em evento em Minas Gerais, presidenciável do PDT disse que o Partido dos Trabalhadores 'não vai apoiar ninguém' e que os partidos de esquerda têm suas peculiaridades
Daiene Cardoso, O Estado de S.Paulo
16 Abril 2018 | 21h13

BRASÍLIA - Pré-candidato do PDT à Presidência da República, o ex-ministro Ciro Gomes (PDT) disse nesta segunda-feira, 16, não ter nenhuma expectativa de apoio do PT à sua candidatura e afirmou que não representa o Partido dos Trabalhadores na disputa presidencial.
“Estamos cansados de saber que o PT não apoiará ninguém”, declarou o presidenciável em evento na cidade de Nova Lima (MG). De olho no eleitorado de esquerda crítico ao PT, Ciro fez questão de marcar posição e disse que o projeto que defende é diferente para o País.

“O projeto do PT não é, definitivamente, o meu”, ressaltou. O ex-ministro do governo Lula disse que os partidos de esquerda têm suas peculiaridades, mas que diante da polarização acabam se unindo em algum momento. “A esquerda diz que ela só se une na cadeia, porque a tradição é um pouco essa”, completou.


Após sucessivas críticas, Ciro tem endurecido o discurso em público dizendo que 'não era obrigado' a estar no evento de Lula. Sua ausência não foi bem vista pelos petistas. Foto: André Dusek/Estadão

Ciro, que pediu autorização judicial para visitar o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva na prisão, enfatizou que não tratará de política com o petista e que pretende visitá-lo como “velho camarada de mais de 30 anos”. “Vou como amigo, não tratarei uma frase sobre política”, afirmou.
O encontro é visto como um gesto do pedetista em busca de uma reaproximação com os petistas, já que Ciro e a cúpula do PDT não estiveram no ato político em São Bernardo do Campo (SP) que antecedeu a rendição de Lula.

No entanto, Ciro faz questão de endurecer o discurso em público e diz que “não era obrigado” a estar no evento de Lula, já que estava em um compromisso pré-agendando no exterior. “Por que eu tinha de estar lá? Em nome de que eu tinha de estar lá? A quem estou devendo esse gesto?”, questionou.

O presidenciável lembrou que todos os partidos de esquerda estão mantendo suas pré-candidaturas e que ninguém está discutindo alianças no primeiro turno. Comparando a corrida presidencial à Fórmula 1, Ciro disse que os competidores ainda estão sendo testados para ver quem estará bem “no grid de largada”. “Está todo mundo no treino livre”, comentou.

Pesquisa

Segundo pesquisa Datafolha divulgada no último fim de semana, Luiz Inácio Lula da Silva continua liderando a corrida ao Palácio do Planalto mesmo preso. O petista aparece em três cenários e oscila entre 30% e 31%, na liderança, à frente do deputado Jair Bolsonaro (PSL), que varia entre 15% e 16%, e Marina Silva (Rede), com 10%.

No cenário com Lula, Joaquim Barbosa (PSB) aparece com 8%, Geraldo Alckmin (PSDB) com 6%, Ciro Gomes (PDT) com 5%, Alvaro Dias (Podemos) com 3%, Manuela D'Ávila (PCdoB) com 3%, Fernando Collor de Mello (PTC) com 1%, Rodrigo Maia (DEM) com 1%, Henrique Meirelles (MDB) com 1%, Flavio Rocha (PRB) com 1% e outros, como Paulo Rabello de Castro (PSC), não pontuaram.
Em todos os cenários sem o ex-presidente Lula, Ciro Gomes (PDT) alcança 9% das intenções de voto, empatado tecnicamente com Alckmin, que varia de 7% a 8%, e Barbosa, que oscila entre 9% e 10%.

Ao avaliar o “retrato do momento”, Ciro disse que não consegue visualizar Bolsonaro liderando pesquisa de intenção de voto por seu “despreparo” e sua “extensa boçalidade”. Ciro lembrou que uma parcela do eleitorado ainda aguarda a indicação do candidato apontado por Lula.


Para Ciro, os índices de Barbosa se devem à exposição do ex-presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) no julgamento do Mensalão e ao fato dele ter um perfil de alguém de fora da política. O pré-candidato do PDT considera que a perspectiva de votos no magistrado aposentado mostra o fim de um ciclo no País e a busca por novas lideranças.

O ex-ministro de Lula disse que resta saber se o pré-candidato Joaquim Barbosa terá consistência comprovada no decorrer da campanha eleitoral, uma vez que as candidaturas se tornarão competitivas a partir do atrito entre elas. “Todos nós teremos de nos expor à fricção”, observou o pedetista.

http://politica.estadao.com.br/noticias/eleicoes,projeto-do-pt-nao-e-o-meu-diz-ciro-gomes,70002271169
 

Noctua

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Argumento furado quem dá aqui é você, não sabe de nada, mistura alhos com bugalhos é só fala besteira

Os EUA tinham um dos menores estados do mundo, foi exatamente nessa época que eles se desenvolveram, o estado cresceu depois

Hong Kong é mil vezes melhor de se morar que o Brasil, você quer imputar um problema geográfico, que não é tão grave assim, a economia do país, que loucura é essa?

Você que não tem ideia do que está falando, e Hong Kong mesmo sendo o país mais liberal do mundo ainda assim tem menos desigualdade que aqui

No mais, não vou responder mais nada, você mistura um monte de coisa nada a ver e começa a falar coisas sem o mínimo de sentido
Cara que MENTIRA, cadê os fatos disso que tu está falando?! A maior parte das pesquisas farmacêuticas do MUNDO derivam do estado norte americano depois são concedidas ao capital nacional, o maior investimento em tecnologia bélica do MUNDO é do estado americano, procure quantas patentes o estado vende a iniciativa privada por ano e qual o percentual de patentes recorrentes do estado nos EUA! Você quem não sabe o que fala!

Período de maior crescimento dos EUA foi durante o pós guerra, com MUITO estado.

A economia de Hong Kong funciona majoritariamente, fala pra mim, e outra sabichão, Hong Kong é o país mais MISERÁVEL DA ÁSIA (tirando coreia do norte que não se tem dados).

Quer fontes?!
 

Noctua

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Minha única contribuição com esse tópico: anima uma aposta? Coroné Ciro não consegue nem 20% dos votos. Não to falando nem de 2o turno, ele não faz 21% nem a pau. Se ele fizer, cavo meu próprio permaban com um tópico suicida na área da moderação. Do contrário, o sr faz o mesmo, pode ser? Com a prerrogativa ainda de que eu posso ABAIXAR (nunca aumentar) esse valor conforme a eleição for passando. Bora?
Printado.
 

tiagobronson

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À vontade. Mas estou esperando sua resposta. Favor quotar de novo, e se topar a aposta, escrever de forma clara e objetiva que concorda com os termos da mesma. "Fechado" já basta.
Amigo, abre o olho pq esse tipo de gente é igual ao candidato que defende, não tem palavra. Tá toda hora mudando de opinião, "não era bem assim", dança conforme a música.

Outro dia mesmo um merdola politico falou que se o lula fosse preso ele ia sair do BR, já sabemos qq aconteceu né.
 

Omnissiah

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Amigo, abre o olho pq esse tipo de gente é igual ao candidato que defende, não tem palavra. Tá toda hora mudando de opinião, "não era bem assim", dança conforme a música.

Outro dia mesmo um merdola politico falou que se o lula fosse preso ele ia sair do BR, já sabemos qq aconteceu né.
Por isso quero uma resposta clara e objetiva dele pra valer a aposta. Se não, quando chegar no fim do 1o turno e o Tiro fizer 11%, ele vai falar que nunca convordou com a aposta, apenas dosse que printou o post.

No mais, duvido que ele tenha culhões de aceitar algo tão simples sem começar a auto-felação que lhe é característica e falar 5 parágrafos sem dizer abaolutamente nada.

@Noctua, se estiver de acordo com os termos da aposta, quota de novo e reaponde "fechado", "concordo" ou similar.
 

Noctua

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Por isso quero uma resposta clara e objetiva dele pra valer a aposta. Se não, quando chegar no fim do 1o turno e o Tiro fizer 11%, ele vai falar que nunca convordou com a aposta, apenas dosse que printou o post.

No mais, duvido que ele tenha culhões de aceitar algo tão simples sem começar a auto-felação que lhe é característica e falar 5 parágrafos sem dizer abaolutamente nada.

@Noctua, se estiver de acordo com os termos da aposta, quota de novo e reaponde "fechado", "concordo" ou similar.
Fechado, mas eu tô achando pouco, quero mais 5 amiguinhos seus pra entrar na aposta, afinal sou minoria não é mesmo? Eu tô topando e estou confiante.

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komplicado

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Acho legal um tópico para cada candidato tal. Mas nessas eleições eu tô pensando mais assim, se o que era centro ou direita se revelou sendo a esquerda mais limpa durante todos estes anos, porque eu iria arriscar em alguém centro esquerda novamente? Dessa vez vou com alguém de direita. E se o povo da esquerda e mídia(esta que não é nada preocupada com o bem estar das pessoas e sim do que é melhor para um grupo apenas) tá batendo no Bolsonaro que é de direita, acho que já dá pra ter uma noção pelo menos que o caminho melhor é pela direita, seja Bolsonaro ou Amoedo.

Enfim continuo estudando e tentando entender essa zona, quanto mais você estuda mais vc vê que vc não sabe hahaha.
 

Noctua

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Acho legal um tópico para cada candidato tal. Mas nessas eleições eu tô pensando mais assim, se o que era centro ou direita se revelou sendo a esquerda mais limpa durante todos estes anos, porque eu iria arriscar em alguém centro esquerda novamente? Dessa vez vou com alguém de direita. E se o povo da esquerda e mídia(esta que não é nada preocupada com o bem estar das pessoas e sim do que é melhor para um grupo apenas) tá batendo no Bolsonaro que é de direita, acho que já dá pra ter uma noção pelo menos que o caminho melhor é pela direita, seja Bolsonaro ou Amoedo.

Enfim continuo estudando e tentando entender essa zona, quanto mais você estuda mais vc vê que vc não sabe hahaha.
Razões que a mídia bate em Bolsonaro são questões inerentes à posicionamentos sociais.

Quanto a políticas de mercado, Bolsonaro e Amoedo são candidatos de banqueiros.
 

ReInan

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Ciro Gomes lutará contra o mercado financeiro com seus 526 Terabytes de Encryption. Ultimamente, ele é o meu palhaço esquerdista favorito, adoro ver a burrice dele.

 

arthur the king

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Que porra e essa de aposta ? Tô com preguiça de voltar lá pra casa do Caralho caçar post

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Gaheris

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Ciro Gomes lutará contra o mercado financeiro com seus 526 Terabytes de Encryption. Ultimamente, ele é o meu palhaço esquerdista favorito, adoro ver a burrice dele.

hipérbole
substantivo feminino
  1. 1.
    estl ret ênfase expressiva resultante do exagero da significação linguística; auxese, exageração (p.ex.: morrer de medo, estourar de rir ).
  2. 2.
    geom curva em que é constante a diferença das distâncias de cada um dos seus pontos a dois pontos fixos ou focos.
Origem
⊙ ETIM gr. huperbolḗ,ês 'ação de lançar ou passar por baixo; excesso'
 

Noctua

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hipérbole
substantivo feminino
  1. 1.
    estl ret ênfase expressiva resultante do exagero da significação linguística; auxese, exageração (p.ex.: morrer de medo, estourar de rir ).
  2. 2.
    geom curva em que é constante a diferença das distâncias de cada um dos seus pontos a dois pontos fixos ou focos.
Origem
⊙ ETIM gr. huperbolḗ,ês 'ação de lançar ou passar por baixo; excesso'
Desiste, se essa galera não tem capacidade cognitiva de assimilar uma palestra do cara e fazer criticas descentes, imagina se isso ai não é pura desonestidade argumentativa.

Aliás, só trabalham sob desonestidade argumentativa, mas ainda acham que tem moral pra falar de petistas.
 

Ultima Weapon

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Bom tópico, não tinha visto. Depois percorro por cima pra angariar mais informações a respeito dele e acompanhar o choro.

Meu primeiro voto para a presidência, em 1998 aos 16 anos, foi dele. E convenci meu pai a votar nele também.
Não tenho certeza se em 2002 também fui nele, acho que foi o Garotinho (har har).

Hoje distante de ser o candidato dos meus sonhos mas não tenho dúvida que entre os mais cotados pra vencer se destaca, então caso não vá nele no primeiro turno tende a ganhar-me no segundo caso chegue lá.

Na expectativa pelos debates.
 
Ultima Edição:

ReInan

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hipérbole
substantivo feminino
  1. 1.
    estl ret ênfase expressiva resultante do exagero da significação linguística; auxese, exageração (p.ex.: morrer de medo, estourar de rir ).
  2. 2.
    geom curva em que é constante a diferença das distâncias de cada um dos seus pontos a dois pontos fixos ou focos.
Origem
⊙ ETIM gr. huperbolḗ,ês 'ação de lançar ou passar por baixo; excesso'
Disfarçar ignorância com hipérbole.
 

Noctua

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Entrevista coletiva, basicamente Ciro pretende colocar na internet todo projeto de governo até o início dos debates:


Também tange como irá fazer para conseguir passar todo projeto no congresso.

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