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Teremos uma nova crise a lá Lehman Brothers? EFEITO DOMINÓ IS COMING!



Pipoqueiro

Bam-bam-bam
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A probabilidade é que a china salve.(o contrário vai ser o inesperado). Mas isso não anula os investimentos ruins. É o equivalente a uma economia sustentar uma piramide no meio do amazonas.

As pessoas se focam demais na crise, que é só o efeito final da bolha, e não no desperdício de cimento, tijolos, aço, durante o processo; Se existe uma bolha, os efeitos negativos já ocorreram. Agora é saber se eles vão querer uma correção de curto prazo ou um vão conseguir um soft-land (prejudicar o pib de longo prazo segurando esses imóveis e construtoras)
 

Sgt. Kowalski

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Autoridades chinesas pedem a governos locais que se preparem para colapso da Evergrande


As autoridades chinesas estão pedindo aos governos locais que se preparem para um possível colapso do grupo Evergrande. A informação foi divulgada pelo Wall Street Journal na quinta-feira (21), citando autoridades familiarizadas com as discussões.

O aviso sobre o risco de falência foi interpretado como "preparação para a possível tempestade". A avaliação de especialistas é que Pequim não estaria inclinada a salvar a Evergrande, já que iria contra seu objetivo de buscar uma maior responsabilidade financeira por parte dos agentes no setor imobiliário.

Os governos locais teriam, então, a tarefa de prevenir distúrbios e mitigar o efeito cascata sobre os compradores de casas e a economia em geral, disseram as autoridades.

Ainda assim, a reportagem também aponta que o governo chinês deve oferecer algum tipo de apoio para o trabalho de reestruturação dos débitos do conglomerado.

A Evergrande, segunda maior incorporadora imobiliária da China, tem buscado alternativas para pagar juros de títulos em dólar. Parte deles vencia nesta quinta, outros na próxima semana. Todos entrarão em default se a Evergrande não liquidar os juros dentro de 30 dias a partir das datas de pagamento programadas.

Os investidores temem que uma queda da Evergrande possa se espalhar para os credores, incluindo bancos na China e no exterior.

Segundo a Bloomberg, em meio às pressões para conter o risco de contágio aos mercados de uma eventual quebra da gigante imobiliária Evergrande, o Banco do Povo da China (PBoC, o BC chinês) injetou US$ 17 bilhões (R$ 89,9 bilhões) no sistema financeiro local, o maior volume aportado desde o fim de janeiro.

A reportagem diz que, antes da injeção desta quinta, a autoridade monetária já havia ofertado liquidez aos mercados por três sessões consecutivas nos dias anteriores, o que, na visão dos investidores, representa uma sinalização de que o governo local tem trabalhado para acalmar os ânimos na região.

A Bloomberg diz ainda que a expectativa no mercado é a de que o governo chinês também anuncie medidas de relaxamento na liquidez exigida dos bancos por questões regulatórias.

No cenário de informações desencontradas, ações de incorporadas negociadas na Bolsa de Hong Kong chegaram a subir cerca de 18% na sessão, com apostas entre os agentes de que a Evergrande conseguirá evitar uma reestruturação desordenada de sua dívida, após uma de suas subsidiárias negociar o pagamento de juros sobre bonds emitidos em Renminbi, a moeda chinesa.
 

Insane Metal

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Autoridades chinesas pedem a governos locais que se preparem para colapso da Evergrande


As autoridades chinesas estão pedindo aos governos locais que se preparem para um possível colapso do grupo Evergrande. A informação foi divulgada pelo Wall Street Journal na quinta-feira (21), citando autoridades familiarizadas com as discussões.

O aviso sobre o risco de falência foi interpretado como "preparação para a possível tempestade". A avaliação de especialistas é que Pequim não estaria inclinada a salvar a Evergrande, já que iria contra seu objetivo de buscar uma maior responsabilidade financeira por parte dos agentes no setor imobiliário.

Os governos locais teriam, então, a tarefa de prevenir distúrbios e mitigar o efeito cascata sobre os compradores de casas e a economia em geral, disseram as autoridades.

Ainda assim, a reportagem também aponta que o governo chinês deve oferecer algum tipo de apoio para o trabalho de reestruturação dos débitos do conglomerado.

A Evergrande, segunda maior incorporadora imobiliária da China, tem buscado alternativas para pagar juros de títulos em dólar. Parte deles vencia nesta quinta, outros na próxima semana. Todos entrarão em default se a Evergrande não liquidar os juros dentro de 30 dias a partir das datas de pagamento programadas.

Os investidores temem que uma queda da Evergrande possa se espalhar para os credores, incluindo bancos na China e no exterior.

Segundo a Bloomberg, em meio às pressões para conter o risco de contágio aos mercados de uma eventual quebra da gigante imobiliária Evergrande, o Banco do Povo da China (PBoC, o BC chinês) injetou US$ 17 bilhões (R$ 89,9 bilhões) no sistema financeiro local, o maior volume aportado desde o fim de janeiro.

A reportagem diz que, antes da injeção desta quinta, a autoridade monetária já havia ofertado liquidez aos mercados por três sessões consecutivas nos dias anteriores, o que, na visão dos investidores, representa uma sinalização de que o governo local tem trabalhado para acalmar os ânimos na região.

A Bloomberg diz ainda que a expectativa no mercado é a de que o governo chinês também anuncie medidas de relaxamento na liquidez exigida dos bancos por questões regulatórias.

No cenário de informações desencontradas, ações de incorporadas negociadas na Bolsa de Hong Kong chegaram a subir cerca de 18% na sessão, com apostas entre os agentes de que a Evergrande conseguirá evitar uma reestruturação desordenada de sua dívida, após uma de suas subsidiárias negociar o pagamento de juros sobre bonds emitidos em Renminbi, a moeda chinesa.
put* m**** então ferrou mesmo!!
 


Sgt. Kowalski

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China injeta R$ 82 bi no sistema financeiro, de olho em Evergrande

O Banco do Povo da China (PBoC, o BC chinês) injetou mais de R$ 82 bilhões (quase US$ 15,5 bilhões) em recursos no sistema financeiro chinês através de operações de recompra reversa de 14 dias nesta segunda-feira (27).
A movimentação é mais uma tentativa de manter a liquidez do sistema bancário em meio a preocupações com as dificuldades financeiras da gigante do setor imobiliário chinês Evergrande.

Somente neste mês de setembro, o PBoC intensificou as injeções de capital diante de crescentes sinais de insolvência da Evergrande. Na quinta-feira (23), uma subsidiária da empresa falhou em honrar o pagamento de juros sobre bônus externos.
Desde a semana passada, circulam relatos de que o governo chinês irá reestruturar a Evergrande e estatizá-la. A gigante do mercado imobiliário fez bolsas de valores de todo o mundo desabarem na semana passada após evidenciar a possibilidade de não arcar com mais de R$ 1,6 trilhão (US$ 300 bilhões) de suas dívidas.
 

nando3d

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Tapa aqui, descobre ali. Agora é a crise energética que pode dar problemas.

 

nando3d

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Crise energética é o próximo choque econômico depois da Evergrande

A China pode estar mergulhando de cabeça em um choque de fornecimento de energia que pode atingir duramente a maior economia da Ásia no momento em que a crise de Evergrande envia ondas de choque por meio de seu sistema financeiro.

A repressão ao consumo de energia está sendo impulsionada pela crescente demanda por eletricidade e pelo aumento dos preços do carvão e do gás, bem como pelas metas rígidas de Pequim para reduzir as emissões. Ele está chegando primeiro às gigantescas indústrias manufatureiras do país: de fundições de alumínio a produtores de têxteis e plantas de processamento de soja, as fábricas estão recebendo ordens para conter a atividade ou - em alguns casos - fechadas por completo.

Quase metade das regiões da China não cumpriram as metas de consumo de energia estabelecidas por Pequim e agora estão sob pressão para restringir o uso de energia. Entre os mais afetados estão Jiangsu, Zhejiang e Guangdong - um trio de potências industriais que respondem por quase um terço da economia chinesa.

“Com a atenção do mercado agora focada em Evergrande e nas restrições sem precedentes de Pequim no setor imobiliário, outro grande choque do lado da oferta pode ter sido subestimado ou mesmo perdido”, alertaram analistas da Nomura Holding Inc., incluindo Ting Lu, em nota, prevendo a economia da China vai encolher neste trimestre.

O agravamento da crise de energia na China - talvez ofuscado pela atenção sobre se Evergrande vai dar um calote em suas dívidas gigantescas - reflete o fornecimento de energia extremamente apertado em todo o mundo que já viu o caos engolfar os mercados na Europa. A recuperação econômica dos bloqueios da Covid impulsionou a demanda das famílias e empresas, pois o menor investimento de mineradoras e perfuradores restringe a produção.

Mas a crise de energia da China é parcialmente causada por ela mesma, já que o presidente Xi Jinping tenta garantir céu azul nas Olimpíadas de Inverno em Pequim em fevereiro próximo e mostrar à comunidade internacional que ele está falando sério sobre a descarbonização da economia.

A economia corre o risco de uma grave escassez de carvão e gás - usados para aquecer residências e fábricas de energia - neste inverno. Teve que racionar energia nos meses mais frios antes, mas nunca teve que fazer isso com os preços globais desses combustíveis nos níveis que estão agora.

Há sinais de que a crise de energia está começando a afetar as residências e também os negócios, com a província de Guandong exortando os moradores a usar luz natural e limitar o uso de ar-condicionado, após o corte de energia em algumas fábricas.

Preços disparando

Os contratos futuros de carvão térmico da China subiram no mês passado, batendo recordes repetidamente, já que as preocupações com a segurança da mina e a poluição restringem a produção doméstica, enquanto ela continua a proibir os embarques do principal fornecedor, a Austrália. Enquanto isso, os preços do gás natural da Europa para a Ásia subiram para altas sazonais, à medida que os países tentam superar os outros por ofertas que se esgotam rapidamente.

Em picos de energia no inverno anterior na China, muitos recorreram a geradores a diesel para suprir a escassez de energia da rede elétrica. Este ano, o perigo é que as políticas governamentais limitaram ainda mais o potencial da indústria de energia de aumentar a produção para atender ao aumento da demanda, disse Zeng Hao, especialista-chefe da consultoria Shanxi Jinzheng Energy.

A Yunnan Aluminium Co. , uma produtora de US $ 9 bilhões do metal usado em tudo, de carros a latas de refrigerante, reduziu a produção devido à pressão de Pequim. O choque também está sendo sentido no gigante setor de alimentos da China. Os britadores de soja , que processam a colheita em óleos comestíveis e ração animal, foram obrigados a fechar esta semana na cidade de Tianjin.

De acordo com Nikkei, fornecedores da Apple Inc. e Tesla Inc. interromperam a produção em algumas de suas fábricas na China no domingo. As instalações da Foxconn em Longhua, Guanlan, Taiyuan e Zhengzhou - o maior complexo de fabricação de iPhone do mundo - não foram afetadas pelas restrições de fornecimento de energia, disse o relatório.

Várias empresas menores também estão começando a informar à bolsa de valores que receberam ordens de conter ou interromper a atividade. Embora possam ser negligenciados por grandes investidores estrangeiros que não cobrem essas empresas, o resultado final pode ser uma escassez de tudo, desde têxteis a componentes eletrônicos, que podem complicar as cadeias de suprimentos e consumir os lucros de uma série de empresas multinacionais.

Em Jiangsu, uma província perto de Xangai com uma economia quase tão grande quanto a do Canadá, siderúrgicas fecharam e algumas cidades estão apagando as luzes das ruas. Na vizinha Zhejiang, cerca de 160 empresas com uso intensivo de energia, incluindo empresas têxteis, foram fechadas. Enquanto em Liaoning, no extremo norte, 14 cidades ordenaram cortes de energia de emergência que foram atribuídos em parte aos preços do carvão em alta.

“As restrições de energia vão se espalhar e impactar os mercados globais”, disse Lu da Nomura. “Muito em breve os mercados globais sentirão o aperto de uma escassez de oferta de têxteis, brinquedos e peças de máquinas.”

Os cortes são uma nova ameaça para uma economia que enfrenta múltiplas pressões após uma recuperação em forma de V no ano passado. E, como acontece com os cortes de energia na Europa, o aperto representa um desafio para os formuladores de políticas: como perseguir objetivos ambientais sem prejudicar as economias ainda frágeis. Pequim tem como meta um crescimento de 6% para o ano inteiro, após uma expansão de 12,7% no primeiro semestre.

“Os legisladores parecem estar dispostos a aceitar um crescimento mais lento no restante deste ano para cumprir a meta de emissões de carbono”, disse Larry Hu, chefe de economia da China no Macquarie Group. “A meta de PIB de mais de 6% é facilmente alcançável, mas as metas de emissões não são fáceis de atingir devido ao crescimento robusto no primeiro semestre.”

 

Sgt. Kowalski

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Evergrande perde prazo de pagamento, e alguns investidores recebem valor parcial
A chinesa Evergrande deixou de pagar os juros de títulos offshore cujo prazo venceu na véspera, disseram dois detentores de títulos, na segunda vez em uma semana que deixou de honrar obrigações. Entretanto, a empresa fez um pagamento parcial a alguns investidores domésticos nesta quinta-feira (30).
A incorporadora, que tem uma dívida de US$ 305 bilhões, deveria ter pago na quarta-feira (29) juros de US$ 47,5 milhões sobre seu título em dólares de março de 2024, após ter perdido o prazo para pagar US$ 83,5 milhões em cupons na quinta-feira passada (23).

Com passivos que equivalem a 2% do Produto Interno Bruto (PIB) da China, a Evergrande gerou temores de que seus problemas possam se espalhar pelo sistema financeiro e repercutir em todo o mundo, embora as preocupações tenham diminuído após o banco central local prometer proteger os interesses dos mutuários.
Alguns detentores de bônus “offshore” da Evergrande não receberam o pagamento de juros nem qualquer comunicação até o final de quarta-feira, disseram pessoas a par do assunto, que não quiseram ser identificadas devido à delicadeza da questão.
Um porta-voz de Evergrande não fez comentários imediatos. A Reuters não foi capaz de determinar se a Evergrande disse aos investidores o que planeja fazer em relação ao cupom vencido.
A abordagem da incorporadora em relação aos investidores internacionais, no entanto, contrasta com a maneira como a empresa está gerenciando seus passivos “onshore”.
A Evergrande disse nesta quinta-feira que sua unidade de gestão de fortunas fez um reembolso de 10% dos produtos de gestão de fortunas, que são em grande parte de propriedade de investidores domésticos, com vencimento em 30 de setembro.
O pagamento foi feito e os fundos relevantes foram emitidos para as contas dos investidores, disse a Evergrande em um aviso em seu site. A empresa não especificou quanto dinheiro foi pago.
A empresa, que tem quase US$ 20 bilhões em dívida offshore, enfrenta prazos para pagamentos de cupom denominados em dólar totalizando US$ 162,4 milhões no próximo mês.
 

City Hunter

Bam-bam-bam
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Se protejam embaixo da cama que a b*sta vai voar pra todo lado
Faço acompanhamento financeiro com um analista CFD. Quando começamos o trabalho, há 6 meses, ele me sugeriu ter menos de 12% da minha grana em ações no Brasil; triplicar minhas ações nos EUA e ter reserva financeira de 39% (minha idade). Quase mandei-o pastar. Ainda mais que 95% da minha grana estava em renda variável, sendo 100% desse valor em ações brasileiras.

Hoje tenho 76% do meu dinheiro em dólar, só 24% em ações brasileiras ou no banco (o dinheiro do “put* que pariu”). Quando vi que meus etfs estavam deixando de render 10% para zerar ganhos ou chegar no negativo, vendi parte deles e fiz caixa em dólares (o equivalente a 21% do meu dinheiro). E hoje vejo como fiz bem ao contratar um orientador financeiro! Desenvolvi um controle maior sobre meus investimentos, diversifiquei minha grana (nunca tinha pensado em comprar criptomoedas ou ter tanto dinheiro no exterior).

Há pelo menos umas 3 semanas que vejo as cotações de alguns etfs ligados ao s&p caindo devagarinho, caindo, caindo…mercado apreensivo! Ninguém sabe que m**** vai dar esse treco da evergreen. Estou esperando uma eventual crise financeira mundial para COMPRAR ações e etfs a preços mais baratos.

Claro que ninguém deseja uma crise financeira mundial. Ninguém quer inflação generalizada. Mas, dado o cenário, me organizei para aproveitar oportunidades de melhorar meus investimentos para aposentadoria.
 
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Sgt. Kowalski

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Grupo imobiliário chinês Evergrande suspende operações na Bolsa de Hong Kong


O grupo imobiliário chinês Evergrande, que enfrenta grandes dificuldades, suspendeu hoje as operações na Bolsa de Hong Kong sem apresentar um motivo.
As ações da empresa registraram queda de quase 80% desde o início do ano, com o grupo à beira de um colapso por uma dívida gigantesca.

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"A negociação de ações do Grupo China Evergrande será interrompida", afirmou um comunicado da Bolsa. "Assim, o comércio de todos os produtos relacionados com a empresa será suspenso ao mesmo tempo".
As ações da empresa de veículos elétricos do grupo, que na semana passada desistiu de entrar na Bolsa de Xangai, não foram suspensas mas operavam em queda de 6% nas primeiras negociações.
Executivos da empresa lutam contra uma crise que provocou uma dívida de mais de 300 bilhões de dólares, o que gera temores de contágio na economia chinesa, que alguns acreditam que poderia afetar o resto do planeta.
A empresa anunciou na semana passada que venderia suas ações por 1,5 bilhão de dólares em um banco regional chinês para levantar capital, enquanto tenta pagar os juros aos proprietários de seus títulos.
As autoridades chinesas pediram aos governos locais que se preparem para um possível colapso da Evergrande, segundo informações da imprensa estatal, o que sugere que é pouco provável uma intervenção do governo para resgatar o gigante do setor imobiliário.
A empresa contratou especialistas, como a empresa de serviços financeiro Houlihan Lokey, que aconselhou a reestruturação do Lehman Brothers quando o banco faliu durante a crise financeira mundial de 2008, ao tentar evitar um colapso.
Agências reguladoras da China também enviaram uma equipe de assessores financeiros para avaliar a empresa, de acordo com a imprensa oficial.
O grupo concordou em setembro em pagar juros sobre um título local, mas não há indicações sobre o pagamento de duas notas offshore, embora exista um período de carência de 30 dias antes de ser considerado inadimplente.
"A primeira obrigação será assegurar que as pessoas que compraram casas recebam o que adquiriram", disse Bruce Richards, presidente da Marathon Asset Management. "No fim da lista de prioridades estão os proprietários de títulos offshore".
A falta de liquidez provocou irritação pública e protestos diante dos prédios da Evergrande na China, com investidores e fornecedores exigindo seu dinheiro.
O grupo admitiu que enfrenta "desafios sem precedentes" e advertiu que pode não ter condições de cumprir seus compromissos.
O mercado imobiliário chinês enfrenta um rigoroso escrutínio nos últimos meses, com base nas novas medidas do governo para evitar a especulação no setor e conter o endividamento.
 

Paerish

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Eh amigo... A China vai quebrar e nós vamos juntos abraçadinhos pro buraco.
 

Sgt. Kowalski

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China toma medidas para proteger Evergrande, mas não salvá-la
Bandeiras da China ao vento
(Shutterstock)
(Bloomberg) – Com a China Evergrande Group cada vez mais perto de uma reestruturação, o governo de Pequim intensifica esforços para limitar o impacto, sinalizando que está disposto a apoiar incorporadoras com as contas em ordem, proprietários de imóveis e o mercado imobiliário às custas de credores de títulos globais.

Na semana passada, reguladores financeiros pediram que grandes bancos do país flexibilizem o crédito para compradores de imóveis e apoiem o setor imobiliário. Autoridades chinesas também compraram parte da participação da Evergrande em um banco em dificuldades para limitar o contágio.

Enquanto isso, o banco central injetou 790 bilhões de yuans (US$ 123 bilhões) no sistema financeiro em 10 dias para aumentar a liquidez.

As medidas destacam que a China fará tudo o que puder para proteger e isolar a Evergrande, mas mostra pouco interesse em um resgate direto da incorporadora que há semanas agita os mercados globais. Não é um bom sinal para credores de títulos – tanto na China continental quanto no exterior – à espera de algum tipo de resgate do governo chinês.

“A primeira obrigação é garantir que os proprietários que compraram esses imóveis os recebam e que sejam compensados”, disse Bruce Richards, CEO da Marathon Asset Management, que começou a comprar dívida da Evergrande na semana passada. “No final da hierarquia estão os detentores de títulos offshore.”

Para a China, o risco de contágio supera em muito qualquer possível dano de um colapso isolado da Evergrande que, embora seja uma das maiores incorporadoras da China, responde por apenas 4% das vendas no país.

Uma corrida às empresas imobiliárias na sequência de um colapso da Evergrande ameaça desestabilizar um setor que responde por 29% da economia da China, segundo nova pesquisa de Ken Rogoff, economista da Universidade Harvard.

Ações de incorporadoras como Sunac China e Guangzhou R&F Properties despencaram, enquanto os rendimentos de seus títulos dispararam. Cerca de 12 empresas imobiliárias divulgaram o não pagamento de títulos no primeiro semestre, totalizando 19 bilhões de yuans, segundo a Moody’s Investors Service.

As negociações com as ações da Evergrande e de sua unidade de serviços imobiliários foram suspensas na Bolsa de Valores de Hong Kong, à espera do anúncio de uma “grande transação”, segundo comunicado regulatório da incorporadora na segunda-feira.

A Hopson Development planeja adquirir uma participação de 51% na unidade de serviços imobiliários da Evergrande, de acordo com a plataforma chinesa de notícias financeiras Cailian, que citou pessoas não identificadas.

A China também pode enfrentar uma reação dos 1,6 milhão de compradores de imóveis que depositaram entradas para apartamentos ainda não construídos pela Evergrande.

Concluir esses projetos ajudaria a evitar o tipo de tumulto provocado no mês passado por investidores de varejo que exigiam o pagamento de cerca de 40 bilhões de yuans em produtos de investimento de alto rendimento da Evergrande.

“Um default desordenado da Evergrande é improvável devido ao amplo risco que isso representa para uma grande parte da população chinesa”, disse Alejandra Grindal, economista-chefe da Ned Davis Research. “O governo provavelmente está menos preocupado com a reestruturação da dívida offshore.”

Enquanto isso, credores se preparam para um grande corte nos preços dos títulos no caso de qualquer reestruturação. A S&P disse na semana passada que espera uma “chance muito alta de default” da Evergrande, devido à situação de liquidez e US$ 300 bilhões em passivos totais.

A empresa provavelmente não efetuou dois pagamentos de cupons de títulos em dólar nas últimas duas semanas e enfrenta US$ 260 milhões de um título que vence na segunda-feira do qual é garantidora, vendido por uma empresa relacionada conhecida como Jumbo Fortune Enterprises.

Com o principal título offshore da Evergrande negociado a cerca de 27 centavos de dólar, investidores como a Marathon têm poucas perspectivas de serem ressarcidos. Por isso, apostam em ganhos com a reestruturação.

“Não sabemos qual é esse valor de recuperação, mas estamos chegando perto do ponto em que agora faz sentido” comprar, disse Richards em entrevista à Bloomberg Television.
 

_alef_

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Efeito dominó is coming

Mais três empresas se unem à Evergrande - Incapaz de cumprir as obrigações de dívida - Dívida total de quase meio trilhão de dólares enfrentando problemas de solvência na China



Faz semanas que informamos sobre as obrigações da dívida de Evergrande, que estavam ficando cada vez mais para trás.
Também informamos ontem, que em parte por causa da situação de Evergrande, que destaca os problemas financeiros da China, a economia chinesa está em crise.
Hoje podemos relatar que a situação Evergrande está se espalhando.
Uma empresa chamada Jumbo Fortune tinha uma nota de $ 260 milhões com vencimento em 3 de outubro de 2021, que ela diz ter sido apoiada pela Evergrande. No entanto, Evergrande aparentemente não registrou esse passivo em seus livros. Não temos nenhuma palavra de que isso ainda foi resolvido.

No início desta manhã, duas outras empresas do setor imobiliário da China foram identificadas em situações como a da Evergrande. Relatórios CNBC sobre Fantasia Holdings:

As agências de classificação rebaixaram os desenvolvedores chineses Fantasia Holdings e Sinic Holdings em relação aos riscos de suas situações de fluxo de caixa tenso.
Fantasia não reembolsou o valor principal de US $ 206 milhões de um título que venceu na segunda-feira, disse em um arquivamento na bolsa de Hong Kong ...

… A precipitação de Fantasia, no entanto, seria menor em comparação com Evergrande.

Evergrande é a incorporadora imobiliária mais endividada do mundo, com passivos de US $ 300 bilhões, enquanto Fantasia tem passivos totais de 82,9 bilhões de yuans (US $ 12,8 bilhões), de acordo com seu relatório financeiro do primeiro semestre.


Sinic também está enfrentando problemas de solvência por CNBC :


A agência de classificação de [S & P] disse que o desenvolvedor chinês é provável padrão em seus US $ 246 milhões de títulos denominados em dólar no exterior devido outubro 18. Sinic subsidiárias locais 's já não conseguiu ganhar US $ 38,7 milhões em pagamentos de juros sobre dois onshore yuan denominados títulos que venciam em 18 de setembro, disse a S&P.
O Sinic tem um passivo total de US $ 14,2 bilhões, mostrou seu demonstrativo financeiro do primeiro semestre. As ações da incorporadora imobiliária chinesa foram suspensas desde 20 de setembro.
A dívida total das empresas acima chega a mais de US $ 400 bilhões ou quase meio trilhão de dólares e isso é apenas o começo.
 

Maladino

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Essas quebras aí é a bolha imobiliária chinesa estourando ou tem mais coisas por trás?

Tão caíndo igual os prédio feito de tofu lá. :keehk
 

nando3d

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Essas quebras aí é a bolha imobiliária chinesa estourando ou tem mais coisas por trás?

Tão caíndo igual os prédio feito de tofu lá. :keehk
Efeito dominó, porque uma empresa depende da outra, cada um tem dívidas das dívidas das dívidas.

Quando isso chegar a um banco, corra para as colinas.
 

_alef_

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Tava assistindo uma live sobre geopolítica e um reporter falou que a posição oficial da China é essa:

investidores chineses não perderão dinheiro
investidores estrangeiros pau no seu cu

Quem tem ainda já pode vender para perder o menor dinheiro possível.

Blackrock marcou uma reunião com a China para não perder a grana.

Ela que dita, tá com o pires na mão. Imagina o que a China irá pedir.
 

carlos222

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Tava assistindo uma live sobre geopolítica e um reporter falou que a posição oficial da China é essa:

investidores chineses não perderão dinheiro
investidores estrangeiros pau no seu cu

Quem tem ainda já pode vender para perder o menor dinheiro possível.
Tá certo eles. Quem investe na china tem mais é que se fuder msm
 

Yatahaze

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só sei que é muito difícil não vestir o chapéu de alumínio depois de ver essas crises recentes chinesas, ainda mais quando é só ela que sai por cima de um problema de ordem mundial que ela mesmo, intencionalmente ou não, criou.

comedores de cachorros, nojentos
 

_alef_

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só sei que é muito difícil não vestir o chapéu de alumínio depois de ver essas crises recentes chinesas, ainda mais quando é só ela que sai por cima de um problema de ordem mundial que ela mesmo, intencionalmente ou não, criou.

comedores de cachorros, nojentos
Pois é.
Dá a sensação que foi de propósito. Para a Blackrock ( literalmente, ela que dá as cartas no FED) ter que agendar uma reunião com a China, só mostra como o ocidente anda sem credibilidade alguma.
 

nando3d

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só sei que é muito difícil não vestir o chapéu de alumínio depois de ver essas crises recentes chinesas, ainda mais quando é só ela que sai por cima de um problema de ordem mundial que ela mesmo, intencionalmente ou não, criou.

comedores de cachorros, nojentos
Mais ou menos. A crise era algo que ia acontecer cedo ou tarde, porque planejamento central de governos socialistas tendem a falhar depois de um tempo.

Já a culpa de causar um problema mundial é toda do ocidente. A China é o que é hoje por financiamento do ocidente, eles apenas aproveitaram a onda, assim como o Japão antes, a Alemanha nazista. Resta sabe se vão se sustentar. Talvez a diferença para as experiências de Japão e Alemanha seja o fato da China ser maior e ter investido em algumas bases (econômica, militar, tecnológica, etc) para aguentar uma possível sacolejo do ocidente.
 
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