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The Boys [+Garth Ennis]



Tarvos

Bam-bam-bam
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Terminei esses dias, acho que vou ver mais uma vez. Só não entendi direito uma coisa no final.
O Brutus é corno mesmo ou ela foi estuprada pelo Pátria? Fiquei com a impressão do coitado ser chifrudo :klingua
A chance de ter um filho com o melhor macho do planeta ativou os instintos mais primitivos da muié.

:klol:klol:klol
 

antonioli

O Exterminador de nicknames
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Fiquei com pena do Butcher. O mundo desabou por inteiro no final em cima dele.

Série bem bacana, carece um pouco de ação e espero que desenvolvam um pouco melhor Maeve e Black Noir na próxima temporada.

Para mim Doom Patrol ainda é a série mais foda de heróis que assisti mas é bom ver que estão buscando fórmulas diferentes e trazendo qualidade.
 

Corticóide

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Episódio 6 e 7 foi osso pra assistir, conversa infinita, enquanto alguns super estão fazendo porra nenhuma. A série é boa, mas dizer que é a melhor do tipo, aí é forcar a barra.

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bonuskun

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Acabei de assistir o ep final, fazia tempo que uma série me mantia preso em frente a tv, puta série foda! Porém, devia ter mais cenas de ação (apesar desse não ser o foco).
 


Denrock

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a série em sí é boa, bem divertida, MAS..... .... infelizmente também foi contaminada com lacração :facepalm

especialmente aquele episódio 5 foi um nojo total (e totalmente desnecessário pra história principal da série) . Um episódio inteiro pra falar mal dos cristãos, ridicularizar eles, chamar de homofóbicos intolerantes, criticar patriotismo, fazer uma puta militância GLBT, etc. O personagem Ezekiel nem existe nos quadrinhos alias.

mas fora isso é bem foda, a idéia em sí de uma liga da justiça feita de "filhos da puta" já é bem legal (apesar de já existir coisas semelhantes), bem violento, personagens legais, momentos engraçados, etc . Tambem acaba sendo uma baita critica ao universo de "cultura pop" e "cinema de superheroi" que vivemos hoje.


e sim, o Homelander é a alma da série, puta ator foda!
sempre dou risada com ele em cena :klol (e só de imaginar a série sem ele, a série morre)



.
 

Corticóide

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Até agora estou procurando os 7 que disseram que eram todos mal intencionados, o único fdp da história foi o homelander, os outros não passaram de figurantes que não sabiam o que fazer em cena.

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Haagenti

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a série em sí é boa, bem divertida, MAS..... .... infelizmente também foi contaminada com lacração :facepalm

especialmente aquele episódio 5 foi um nojo total (e totalmente desnecessário pra história principal da série) . Um episódio inteiro pra falar mal dos cristãos, ridicularizar eles, chamar de homofóbicos intolerantes, criticar patriotismo, fazer uma puta militância GLBT, etc. O personagem Ezekiel nem existe nos quadrinhos alias.

mas fora isso é bem foda, a idéia em sí de uma liga da justiça feita de "filhos da puta" já é bem legal (apesar de já existir coisas semelhantes), bem violento, personagens legais, momentos engraçados, etc . Tambem acaba sendo uma baita critica ao universo de "cultura pop" e "cinema de superheroi" que vivemos hoje.


e sim, o Homelander é a alma da série, puta ator foda!
sempre dou risada com ele em cena :klol (e só de imaginar a série sem ele, a série morre)



.
lacração? cara, a história em si é uma paródia com críticas a idealização de pessoas com super poderes
só estendem o tema para religião
 

Denrock

Bam-bam-bam
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lacração? cara, a história em si é uma paródia com críticas a idealização de pessoas com super poderes
só estendem o tema para religião
assiste o episódio 5 de novo

episódio inteiro atacando cristãos, mostrando os cartazes de "straight", de "família tradicional", etc como se fosse uma coisa horrível , e simplesmente inventaram pra série aquele personagem Ezekiel que é um "pregador gospel" mas é um gay enrustido, etc

não é que estenderam o tema pra religião, nenhuma outra religião foi criticada, foi especificamente contra cristãos, e pró LGBT.
 

guiracer

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lacração? cara, a história em si é uma paródia com críticas a idealização de pessoas com super poderes
só estendem o tema para religião
Só estenderem o tema para criticar o cristianismo, queria ver o estúdio ter bolas para criticar o islamismo que mata homossexuais e mulheres indiscriminadamente até os dias de hoje.
Episódio 5 foi lacroso sim, mas como eu tinha dito anteriormente, não tirou o brilho da série, e já vi lacrações mais pesadas de engolir, a série em si lacra mas dá uma balanceada depois, o próprio Butcher cuspiu quanto à fé (o personagem tem seus motivos para odiar Deus), mas o MM põe ele no lugar falando que todos devem respeitar a fé dos outros.
 
Ultima Edição:

Corticóide

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a série em sí é boa, bem divertida, MAS..... .... infelizmente também foi contaminada com lacração :facepalm

especialmente aquele episódio 5 foi um nojo total (e totalmente desnecessário pra história principal da série) . Um episódio inteiro pra falar mal dos cristãos, ridicularizar eles, chamar de homofóbicos intolerantes, criticar patriotismo, fazer uma puta militância GLBT, etc. O personagem Ezekiel nem existe nos quadrinhos alias.

mas fora isso é bem foda, a idéia em sí de uma liga da justiça feita de "filhos da puta" já é bem legal (apesar de já existir coisas semelhantes), bem violento, personagens legais, momentos engraçados, etc . Tambem acaba sendo uma baita critica ao universo de "cultura pop" e "cinema de superheroi" que vivemos hoje.


e sim, o Homelander é a alma da série, puta ator foda!
sempre dou risada com ele em cena :klol (e só de imaginar a série sem ele, a série morre)



.
Será que foi por isso que não desenvolveram a série do jeito que deveria ser? Usaram pano de fundo os heróis pra não deixar focar tanto no assunto principal?
 

Knives

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assiste o episódio 5 de novo

episódio inteiro atacando cristãos, mostrando os cartazes de "straight", de "família tradicional", etc como se fosse uma coisa horrível , e simplesmente inventaram pra série aquele personagem Ezekiel que é um "pregador gospel" mas é um gay enrustido, etc

não é que estenderam o tema pra religião, nenhuma outra religião foi criticada, foi especificamente contra cristãos, e pró LGBT.
Olha, considerando que a série se passa em uma sociedade cristã, achei bem aceitável a forma que fizeram.

Imagina como teria que ser o roteiro pra ser claro que se aplica a várias religiões... Muita enrolação pra ganho quase zero.
 

ValenS

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assiste o episódio 5 de novo

episódio inteiro atacando cristãos, mostrando os cartazes de "straight", de "família tradicional", etc como se fosse uma coisa horrível , e simplesmente inventaram pra série aquele personagem Ezekiel que é um "pregador gospel" mas é um gay enrustido, etc

não é que estenderam o tema pra religião, nenhuma outra religião foi criticada, foi especificamente contra cristãos, e pró LGBT.
Acho que o episódio 5 foi uma crítica nesse lado merchandising/capitalista/hipócrita que existe atualmente na comunidade protestante/evangélica como um todo. A série na verdade é uma grande sátira recheada de críticas.

PS: já fui protestante/evangélico praticante e hoje me considero apenas cristão

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Shinigami Slash

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assiste o episódio 5 de novo

episódio inteiro atacando cristãos, mostrando os cartazes de "straight", de "família tradicional", etc como se fosse uma coisa horrível , e simplesmente inventaram pra série aquele personagem Ezekiel que é um "pregador gospel" mas é um gay enrustido, etc

não é que estenderam o tema pra religião, nenhuma outra religião foi criticada, foi especificamente contra cristãos, e pró LGBT.
Não sei qual é o problema, muitos desses produtos de mídia (seriados e filmes) imitam a realidade... Só pra citar em nível de Brasil Valdomiro Santiago, Edir Macedo grandes hipócritas (na questão financeira) e provavelmente ladrões se vc fizer um esforço, consegue traçar um paralelo com o Ezekiel. Marco Faliciano provavelmente é enrustido aqui vc consegue traçar um paralelo com o gay enrustido em Ezekiel, normal, são coisas da vida real que estão reproduzidas na série, vc passou uma noção de como isso fosse irreal, improvável.

Sobre a religião cristã, os EUA é um país cristão então... Acho que vc é cristão e não soube "não se importar" com isso

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Meia-Noite

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Esse episódio 5 foi só um mais explícito. A série como um todo apresenta uma visão típica democrata nova-iorquina, com toda a sua ironia, crítica e sarcasmo.

O próprio Homelander com sua capa bandeira e ombreira águia, que tanto louvaram por aqui, é uma representação clara dos EUA na visão democrata. Um país que abusa de sua força, que intimida seus aliados, que manipula seu povo e mídia, que cria e destrói seus inimigos enquanto massacra também inocentes.
 

EgonRunner

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Esse episódio 5 foi só um mais explícito. A série como um todo apresenta uma visão típica democrata nova-iorquina, com toda a sua ironia, crítica e sarcasmo.

O próprio Homelander com sua capa bandeira e ombreira águia, que tanto louvaram por aqui, é uma representação clara dos EUA na visão democrata. Um país que abusa de sua força, que intimida seus aliados, que manipula seu povo e mídia, que cria e destrói seus inimigos enquanto massacra também inocentes.
essa interpretação está errada colega.
diferente como em outros filmes em que vemos a bandeira americana como símbolo de poder (que é o caso mais comum e está na linha do que vc escreveu), aqui por ser uma obra britânica, a visão é outra, é uma crítica tanto da democracia americana (pax americana) quanto da própria cultura pop de super-heróis.
o que Garth Ennis quis mostrar é que o uso exagerado da bandeira representa a banalização deste símbolo, a perda do significado do que ela representa.
isso vem exemplificado nessa página:


85626
 

DoMorro

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essa interpretação está errada colega.
diferente como em outros filmes em que vemos a bandeira americana como símbolo de poder (que é o caso mais comum e está na linha do que vc escreveu), aqui por ser uma obra britânica, a visão é outra, é uma crítica tanto da democracia americana (pax americana) quanto da própria cultura pop de super-heróis.
o que Garth Ennis quis mostrar é que o uso exagerado da bandeira representa a banalização deste símbolo, a perda do significado do que ela representa.
isso vem exemplificado nessa página:


Visualizar anexo 85626
Já até sei qual HQ vou ler depois que terminar de ler Do Inferno do Allan Moore.
 

Meia-Noite

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essa interpretação está errada colega.
diferente como em outros filmes em que vemos a bandeira americana como símbolo de poder (que é o caso mais comum e está na linha do que vc escreveu), aqui por ser uma obra britânica, a visão é outra, é uma crítica tanto da democracia americana (pax americana) quanto da própria cultura pop de super-heróis.
o que Garth Ennis quis mostrar é que o uso exagerado da bandeira representa a banalização deste símbolo, a perda do significado do que ela representa.
isso vem exemplificado nessa página:


Visualizar anexo 85626
Writer Garth Ennis and artist Darick Robertson’s The Boys comic is a dark, biting satire of American politics and society as a whole. We meet many bad “supers” in The Boys, but Ennis’ most terrifying creation by far is Homelander, an inverted mix of Superman and Captain America. Homelander is a commentary about the dangers of extreme nationalism and hate, and in Eric Kripke’s Amazon adaptation, the analogy to Trump and his most vitriolic supporters couldn’t be clearer or more relevant.

The Boys is in many ways a morality tale, and Homelander has always been a not-so-subtle allusion to the toxicity of white supremacy mixed with patriotism. In the comics, the corporation Vought creates Homelander by taking genetic material from another super, the WWII Nazi Stormfront, whose name derives from the Internet’s first Neo-Nazi website. A member of the Hilter Youth, Stormfront was virulently racist, and in The Boys universe, he’s the one who destroyed the levees during Hurricane Katrina, all to flood New Orleans in the name of ethnic cleansing. He’s so abhorrent that company scientist Dr. Vogelbaum recommends that Vought destroy him. Instead, Vought experiments on him and makes him Homelander’s “father,” meaning Homelander’s propensity for bigotry is quite literally built into his DNA.


Homelander and Queen Maeve in Amazon's The Boys

It’s also right there in his name: “homelander” is a reference to the post-9/11 period in the United States, during which time the Department of Homeland Security was founded. American foreign policy was defined by a heightened suspicion of non-Americans—in particular people of Middle Eastern descent—which resulted in an uptick of hate crimes. The meaning behind Homelander’s name is even more potent now than when Ennis created it in 2006; as a result of Trump’s crackdowns on immigration, debates are currently raging about whether the DHS and its various agencies (which includes the highly maligned ICE) should now be abolished. As a result of Trump’s exclusionary rhetoric, hate crimes have also been on the rise to match post-9/11 levels. This all feeds back into who Homelander is and what he represents for present day audiences: a more hateful society, where those who fall outside of the white, Christian, conservative establishment are regarded as unwelcome.

Homelander’s retrograde viewpoints and almost limitless power, coupled with his belief that he should be able to do whatever he wants, is what makes him such a scary figure. In the show, Homelander says he embraces a sort of “John Wayne frontier justice,” demonstrating a contempt for due process. (The reference also has a dual meaning: Wayne is a right-wing icon, even openly declaring in one 1971 Playboy profile that he supports white supremacy.) When Homelander attends the evangelical Christian rally after the 9/11-esque plane crash (which he purposely let happen), he invokes real-life conservative talking points by linking religion to the need for more military action, to raucous applause:

“I believe that what God wants me to do is get on over there, find the filthy bastards that masterminded this, and introduce them to a little thing called God’s judgment! Sounds like the American thing to do! But no. Apparently, I got to wait for Congress to say it’s okay. I say I answer to a higher law. Is it not my God-given purpose to protect the United States of America? Psalm 58:10! The righteous shall rejoice when he sees the vengeance and he will bathe his feet in the blood of the wicked!”
While it can be argued that both Superman and Captain America dole out their own form of justice separate from the law, the context is important. Superman and Captain America are understood to be heroes for all people, regardless of ethnicity or religion, and we know they are the kind of men who would subvert their own needs for the greater good. They represent the best of what America could be. Real-life politics tell us that’s the opposite of who Homelander is. From his proudly donning the American flag to his unnerving grimace-of-a-smile, Homelander was never meant to be a comforting figure. He’s a villain, and his actions in the final episode of The Boys cement the idea that his brand of “patriotism” comes at the grave cost of radicalizing some while hurting many, many others.


Homelander is, to put it bluntly, like Trump in a cape. He won’t stop with his dangerous rhetoric or actions, because why should he? He’s in the highest position of power, with deep government and corporate ties, and he believes that no one can check him. The end of season shows us just how hard it will be for Butcher and his team to completely root out Homelander, and by extension, every toxic thing he represents.

The Boys is a grave mirror of our own reality, but hopefully by series’ end, it will be the stuff of pure, wish-fulfilling fiction.


https://nerdist.com/article/the-boys-homelander-america-hero-trump/

Uma adaptação com referências bem óbvias. Qualquer um que conheça um pouco da cultura e política americana vai perceber claramente qual é visão de quem fez a SÉRIE.
 

Adam Sandler

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Writer Garth Ennis and artist Darick Robertson’s The Boys comic is a dark, biting satire of American politics and society as a whole. We meet many bad “supers” in The Boys, but Ennis’ most terrifying creation by far is Homelander, an inverted mix of Superman and Captain America. Homelander is a commentary about the dangers of extreme nationalism and hate, and in Eric Kripke’s Amazon adaptation, the analogy to Trump and his most vitriolic supporters couldn’t be clearer or more relevant.

The Boys is in many ways a morality tale, and Homelander has always been a not-so-subtle allusion to the toxicity of white supremacy mixed with patriotism. In the comics, the corporation Vought creates Homelander by taking genetic material from another super, the WWII Nazi Stormfront, whose name derives from the Internet’s first Neo-Nazi website. A member of the Hilter Youth, Stormfront was virulently racist, and in The Boys universe, he’s the one who destroyed the levees during Hurricane Katrina, all to flood New Orleans in the name of ethnic cleansing. He’s so abhorrent that company scientist Dr. Vogelbaum recommends that Vought destroy him. Instead, Vought experiments on him and makes him Homelander’s “father,” meaning Homelander’s propensity for bigotry is quite literally built into his DNA.


Homelander and Queen Maeve in Amazon's The Boys's The Boys

It’s also right there in his name: “homelander” is a reference to the post-9/11 period in the United States, during which time the Department of Homeland Security was founded. American foreign policy was defined by a heightened suspicion of non-Americans—in particular people of Middle Eastern descent—which resulted in an uptick of hate crimes. The meaning behind Homelander’s name is even more potent now than when Ennis created it in 2006; as a result of Trump’s crackdowns on immigration, debates are currently raging about whether the DHS and its various agencies (which includes the highly maligned ICE) should now be abolished. As a result of Trump’s exclusionary rhetoric, hate crimes have also been on the rise to match post-9/11 levels. This all feeds back into who Homelander is and what he represents for present day audiences: a more hateful society, where those who fall outside of the white, Christian, conservative establishment are regarded as unwelcome.

Homelander’s retrograde viewpoints and almost limitless power, coupled with his belief that he should be able to do whatever he wants, is what makes him such a scary figure. In the show, Homelander says he embraces a sort of “John Wayne frontier justice,” demonstrating a contempt for due process. (The reference also has a dual meaning: Wayne is a right-wing icon, even openly declaring in one 1971 Playboy profile that he supports white supremacy.) When Homelander attends the evangelical Christian rally after the 9/11-esque plane crash (which he purposely let happen), he invokes real-life conservative talking points by linking religion to the need for more military action, to raucous applause:


While it can be argued that both Superman and Captain America dole out their own form of justice separate from the law, the context is important. Superman and Captain America are understood to be heroes for all people, regardless of ethnicity or religion, and we know they are the kind of men who would subvert their own needs for the greater good. They represent the best of what America could be. Real-life politics tell us that’s the opposite of who Homelander is. From his proudly donning the American flag to his unnerving grimace-of-a-smile, Homelander was never meant to be a comforting figure. He’s a villain, and his actions in the final episode of The Boys cement the idea that his brand of “patriotism” comes at the grave cost of radicalizing some while hurting many, many others.


Homelander is, to put it bluntly, like Trump in a cape. He won’t stop with his dangerous rhetoric or actions, because why should he? He’s in the highest position of power, with deep government and corporate ties, and he believes that no one can check him. The end of season shows us just how hard it will be for Butcher and his team to completely root out Homelander, and by extension, every toxic thing he represents.

The Boys is a grave mirror of our own reality, but hopefully by series’ end, it will be the stuff of pure, wish-fulfilling fiction.


https://nerdist.com/article/the-boys-homelander-america-hero-trump/

Uma adaptação com referências bem óbvias. Qualquer um que conheça um pouco da cultura e política americana vai perceber claramente qual é visão de quem fez a SÉRIE.
Adaptação é adaptação, você não precisa seguir a risca se não for pre estabelecido em contrato.
Alguns users ficam com raiva dos meus posts por observar que elementos acabam tirando o brilho de certo conteúdo, algumas vezes citam que é inspirado em uma obra literária, só que são coisas distintas.
American Gods por exemplo, a ideia básica é interessante, deuses que tem seus poderes baseados na popularidade deles, na prática enchem de linguiça que não tem uma linearidade para quem não tá ligado no livro, é mais ou menos o que dizia do conteúdo britânico, tentam puxar discussões e no fim só vemos persa de foco e uma certa perda de tato com a sensibilidade.
The Boys acabou surpreendendo pela falta de conteúdo de qualidade, a série é boa mas como disse ela navega na caricatura com tom de certa forma cômico, não precisa todos os personagens serem densos mas ter um nesse estilo seria uma quebra...
 

Oh Dae-su

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Adaptação é adaptação, você não precisa seguir a risca se não for pre estabelecido em contrato.
Alguns users ficam com raiva dos meus posts por observar que elementos acabam tirando o brilho de certo conteúdo, algumas vezes citam que é inspirado em uma obra literária, só que são coisas distintas.
American Gods por exemplo, a ideia básica é interessante, deuses que tem seus poderes baseados na popularidade deles, na prática enchem de linguiça que não tem uma linearidade para quem não tá ligado no livro, é mais ou menos o que dizia do conteúdo britânico, tentam puxar discussões e no fim só vemos persa de foco e uma certa perda de tato com a sensibilidade.
The Boys acabou surpreendendo pela falta de conteúdo de qualidade, a série é boa mas como disse ela navega na caricatura com tom de certa forma cômico, não precisa todos os personagens serem densos mas ter um nesse estilo seria uma quebra...
Não, é que tu é chato mesmo.:klingua

E só uma série de super heois...aja saco.
 

Denrock

Bam-bam-bam
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The Boys is in many ways a morality tale, and Homelander has always been a not-so-subtle allusion to the toxicity of white supremacy mixed with patriotism. In the comics, the corporation Vought creates Homelander by taking genetic material from another super, the WWII Nazi Stormfront, whose name derives from the Internet’s first Neo-Nazi website. A member of the Hilter Youth, Stormfront was virulently racist, and in The Boys universe, he’s the one who destroyed the levees during Hurricane Katrina, all to flood New Orleans in the name of ethnic cleansing. He’s so abhorrent that company scientist Dr. Vogelbaum recommends that Vought destroy him. Instead, Vought experiments on him and makes him Homelander’s “father,” meaning Homelander’s propensity for bigotry is quite literally built into his DNA.


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It’s also right there in his name: “homelander” is a reference to the post-9/11 period in the United States, during which time the Department of Homeland Security was founded. American foreign policy was defined by a heightened suspicion of non-Americans—in particular people of Middle Eastern descent—which resulted in an uptick of hate crimes. The meaning behind Homelander’s name is even more potent now than when Ennis created it in 2006; as a result of Trump’s crackdowns on immigration, debates are currently raging about whether the DHS and its various agencies (which includes the highly maligned ICE) should now be abolished. As a result of Trump’s exclusionary rhetoric, hate crimes have also been on the rise to match post-9/11 levels. This all feeds back into who Homelander is and what he represents for present day audiences: a more hateful society, where those who fall outside of the white, Christian, conservative establishment are regarded as unwelcome.

Homelander’s retrograde viewpoints and almost limitless power, coupled with his belief that he should be able to do whatever he wants, is what makes him such a scary figure. In the show, Homelander says he embraces a sort of “John Wayne frontier justice,” demonstrating a contempt for due process. (The reference also has a dual meaning: Wayne is a right-wing icon, even openly declaring in one 1971 Playboy profile that he supports white supremacy.) When Homelander attends the evangelical Christian rally after the 9/11-esque plane crash (which he purposely let happen), he invokes real-life conservative talking points by linking religion to the need for more military action, to raucous applause:


While it can be argued that both Superman and Captain America dole out their own form of justice separate from the law, the context is important. Superman and Captain America are understood to be heroes for all people, regardless of ethnicity or religion, and we know they are the kind of men who would subvert their own needs for the greater good. They represent the best of what America could be. Real-life politics tell us that’s the opposite of who Homelander is. From his proudly donning the American flag to his unnerving grimace-of-a-smile, Homelander was never meant to be a comforting figure. He’s a villain, and his actions in the final episode of The Boys cement the idea that his brand of “patriotism” comes at the grave cost of radicalizing some while hurting many, many others.


Homelander is, to put it bluntly, like Trump in a cape. He won’t stop with his dangerous rhetoric or actions, because why should he? He’s in the highest position of power, with deep government and corporate ties, and he believes that no one can check him. The end of season shows us just how hard it will be for Butcher and his team to completely root out Homelander, and by extension, every toxic thing he represents.

The Boys is a grave mirror of our own reality, but hopefully by series’ end, it will be the stuff of pure, wish-fulfilling fiction.


https://nerdist.com/article/the-boys-homelander-america-hero-trump/

Uma adaptação com referências bem óbvias. Qualquer um que conheça um pouco da cultura e política americana vai perceber claramente qual é visão de quem fez a SÉRIE.
aí voce postou uma matéria toda escrita pelo jornal DEMOCRATA NY Times

então obviamente é uma explicação 100% enviesada para a ESQUERDA americana
 

Johnzim

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Mais um que fechou a série.
O ator que interpreta o Homelander de longe é uma das melhores coisas da série.
Nem digo nada sobre o Karl Urban, porque em filme de ação ele tá sempre ótimo. Mas o cara que faz o Homelander, porra, ele passa muita tensão.
A forma como ele muda o humor dele no avião é excelente, e a tensão que fica na cena da reunião dos 6, no sétimo episódio, quando ele descobre o grupo e ameaça a StarLight, porra, doidera total
 

MobiusRJ

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Episódio 6 e 7 foi osso pra assistir, conversa infinita, enquanto alguns super estão fazendo porra nenhuma. A série é boa, mas dizer que é a melhor do tipo, aí é forcar a barra.

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Até agora estou procurando os 7 que disseram que eram todos mal intencionados, o único fdp da história foi o homelander, os outros não passaram de figurantes que não sabiam o que fazer em cena.

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Será que foi por isso que não desenvolveram a série do jeito que deveria ser? Usaram pano de fundo os heróis pra não deixar focar tanto no assunto principal?


Já q ninguém te deu atenção!

Na próxima vez q estiver carente, não precisa hatear para ser do contra. Crie um "tópicos dos abraços" e o pessoal daqui te corresponderá!
 

Corticóide

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Já q ninguém te deu atenção!

Na próxima vez q estiver carente, não precisa hatear para ser do contra. Crie um "tópicos dos abraços" e o pessoal daqui te corresponderá!
Ainnn eu tô depressivo pq ninguém liga pra mim.
87719

Maluco, isso aqui não é face ou instagram não, se vc entra só pra ter atenção do seus amiguinhos, tenho nada a ver.
E se todo tópico de série só fosse pra babar o ovo, imagina a merda que seria. Fora isso, chora mais.
 

xxxnerozzz

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Estou vendo a série, o pessoal exagera nos elogios, um exemplo é cenas de ação e luta que são ruins, 500 cortes para uma cena de luta
 

Meia-Noite

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aí voce postou uma matéria toda escrita pelo jornal DEMOCRATA NY Times

então obviamente é uma explicação 100% enviesada para a ESQUERDA americana
Não entendi.

Primeiro porque a fonte da matéria é do site Nerdist, e que segundo o wikipedia está sediado na California e pertence a Legendary Entertainment.

Segundo, quem escreve uma matéria é uma PESSOA, não instituição. É muito mais válido examinar o histórico do autor do que a instituição.

Terceiro, é mais do que óbvio que a matéria tem uma leitura democrata da série, essa era justamente a minha intenção. Eu sequer tinha lido algo a respeito dessa série, só fui no google digitei "Homelander represents america" e peguei a primeira coisa que apareceu. Minha intenção era justamente mostrar que essa deveria ser uma interpretação comum de qualquer jovem democrata, já o propósito dos criadores era atacar certo valores americanos.
 

albanibr

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sobre as criticas ao cristianismo...modinha!!

quero ver polemizar com a religião da paz/amor!

a série é muito boa e pra mim serviu pra "desintoxicar" depois de tantos filmes da marvel...
 

End Of The Line

Bam-bam-bam
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sobre as criticas ao cristianismo...modinha!!

quero ver polemizar com a religião da paz/amor!
Garth Ennis faz isso desde de os anos 80 e olha que no trampo mais recende dele ele faz piada com muçulmano também.
Tamo falando que cara que já fez o Papa participar de uma orgia com freiras...
:klol
 

albanibr

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Garth Ennis faz isso desde de os anos 80 e olha que no trampo mais recende dele ele faz piada com muçulmano também.
Tamo falando que cara que já fez o Papa participar de uma orgia com freiras...
:klol
Isso eu sei...quero ver isso adaptado na TV
ta ficando chato criticas só ao cristianismo
Já pensou, pai escolhendo o marido de suas filhas com 12 anos, mulher submissa, explodir quem pensa diferente...

saudades do que a gente ainda não viveu :klol
 
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