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[Trabalhadores do mundo, uni-vos!...a Direita]Pesquisas da Universidade de Zurique e Harvard mostram guinada da Direita na classe trabalhadora.

Arkham Ferreira

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Historicamente ligada á esquerda,Classe Trabalhadora rejeita as pautas "progressistas" e o anacrônico discurso de luta de classes,Voltando-se para a Direita.


Tendência mundial: a classe operária deu uma guinada à direita

Gazeta do Povo[16/08/2019] [19:00]


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Esquerda diz que a direita é elitista. Mas números mostram tendência diferente. Classes mais baixas tendem a serem mais conservadoras e votar na direita.| Foto: Pixabay

Uma das críticas da esquerda sobre a direita é que ela seria um movimento das elites, mas os números mostram uma tendência diferente: levantamentos mostram que as classes mais baixas tendem a serem mais conservadoras e votar na direita. E essa proporção se mostra presente nos resultados de eleições recentes.

Na Áustria, o peso do voto das classes mais pobres teve influência decisiva em uma das disputas mais acirradas da Europa: embora o presidente Alexander Van der Bellen, do partido Verde, de centro-esquerda, tenha sido eleito com 50,2% dos votos, do outro lado da disputa, o candidato de direita, Norbert Hofer, do Partido da Liberdade, teve 49,8% dos votos. O Partido da Liberdade recebeu 86% dos votos da classe operária. No primeiro turno das eleições, a centro-esquerda obteve apenas 10% desse grupo demográfico, em comparação com 72% da direita.

O mesmo cenário acontece, desde a década de 1990, em países como Suíça, França, Bélgica e Noruega. Um estudo publicado pela revista International Political Science Review indica que esses países passam por processo de fortalecimento da direita com apoio popular, principalmente de classes mais baixas, que estão insatisfeitas com os rumos da democracia e se identificam com ideais de proteção da identidade nacional.

No Brasil, a eleição do presidente Jair Bolsonaro (PSL), após quatro mandatos do Partido dos Trabalhadores (PT), é um reflexo da guinada à direita das classes populares: Bolsonaro teve 57,7 milhões de votos (55,1% dos votos válidos) e conseguiu captar um sentimento popular de rejeição ao “progressismo” da esquerda – associado a pautas como a defesa do direito ao aborto e a defesa da teoria de que os gêneros masculino e feminino são construções sociais e não imposições da natureza (a chamada ideologia de gênero).

Necessidades atendidas
Para a esquerda, as classes sociais mais baixas que escolhem a direita estariam votando contra os próprios interesses — segundo eles, interesses que seriam, claro, defendidos pela esquerda.

"Uma das maiores descobertas da psicologia social é que as pessoas encontram maneiras de acreditar naquilo em que querem acreditar. E a esquerda realmente quer acreditar nesta hipótese equivocada. Ela os absolve da culpa e os protege da necessidade de olhar no espelho ou descobrir o que eles representam no século XXI", diz Jonathan Haidt, professor de psicologia na Stern School of Business da Universidade de Nova York e o autor de The Righteous Mind: Why Good People are Divided by Politics and Religion (“A mente justa: por que boas pessoas são divididas por política e religião”, em tradução livre).

Haidt afirma ainda que a psicologia moral enxerga a política em nível nacional como algo que a unifica por meio de valores morais. "É mais sobre uma visão moral que unifica uma nação em prol do crescimento do que para o interesse próprio ou políticas específicas", afirma.

A perspectiva de Haidt é confirmada por um estudo recente publicado pela revista acadêmica Global Dialogue. O levantamento mostra que o crescimento de partidos de direita está ligado não apenas a políticas econômicas para os pobres, mas principalmente porque suas ações respondem a várias necessidades e valores das classes sociais, como dignidade e reconhecimento da classe trabalhadora, criticando o consumo ilimitado das antigas "elites" às custas do governo.

"Na maioria dos países, a direita tende a ver isso com mais clareza do que a esquerda. Nos Estados Unidos, os republicanos fizeram o árduo trabalho de elaborar sua visão moral na década de 1970, e Ronald Reagan foi seu eloquente porta-voz. Patriotismo, ordem social, fortalecimento da família, responsabilidade pessoal e livre iniciativa. Esses são valores, não programas governamentais", afirma Haidt.

Tendência global
Já uma pesquisa desenvolvida na Universidade de Zurique afirma que a presença das classes trabalhadora é predominante na direita. A explicação é que essas camadas sociais sofreram um declínio relativo nas últimas décadas, tornando-as receptivas a propostas de direita. [7]

O estudo é baseado em dados levantados em treze países da Europa Ocidental, seis dos quais apresentam partidos de direita relevantes. O crescimento desses partidos entre as classes populares, de acordo com a pesquisa, deve-se tanto a queixas econômicas quanto visões culturais do mundo. “Ambos estão relacionados aos processos de modernização e globalização, que têm um componente cultural e também econômico”, explica Simon Bornschier, autor do estudo e diretor de pesquisa no Instituto de Ciência Política na Universidade de Zurique.

“Em particular, a dupla transformação do espaço político resultou em uma nova divisão cultural que desempenha um papel fundamental na explicação do apelo da extrema direita populista à classe trabalhadora. As preferências ao longo dessa divisão são estruturadas pela educação e pelas experiências dos indivíduos”, acrescenta.

Da mesma forma, um estudo da Universidade Harvard analisou os discursos políticos do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, durante a campanha eleitoral de 2016 e constatou que foi fortemente sustentado por apelos aos desejos das classes populares. O levantamento, que analisou 73 discursos formais feitos por Trump durante a campanha eleitoral, aponta que sua retórica política abordou a preocupação das classes trabalhadoras com sua posição declinante no mercado de trabalho e mostrou preocupação em elevar o status moral desse grupo.

“Trump conseguiu apelar para a busca dos americanos brancos da classe trabalhadora por reconhecimento”, diz Michèle Lamont, professora de Sociologia na Universidade Harvard e autora do estudo.

Segundo ela, Trump conquistou as classes populares com uma linguagem “autêntica” e contra o politicamente correto e dessa forma agiu como um agente influente que soube explorar as fronteiras que já existiam entre os americanos da classe trabalhadora.

Por outro lado, a aproximação das classes populares para a direita também pode ser impulsionada pela própria esquerda: o discurso acadêmico de luta de classes não dialoga com o trabalhador, que enxerga nele ideias que fazem mais sentido para a sua realidade: o voto, para qualquer um dos lados, se resume a liberdade de pensamento.


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Goris

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Caramba, cara, a matéria é bem interessante porque agora tem pesquisa mostrando o que a gente sabe há tempos:

A Esquerda está tão fechada em sua bolha anti-críticas que não sabe nada da classe a qual diz servir, tampouco busca responder a seus anseios, preferindo defender o traficante que tem poder de vida e morte na comunidade (e se abusa desse poder) a defender a lei e ordem, através da polícia.

Prefere o trabalhador cheio de direitos e desempregado a empregado e sustentando a família.

Eu já fui de esquerda, mas sempre tive um pensamento crítico quanto a algumas bandeiras...

Pobre catolico, catolico nao praticante, evangélico, pentecostal e cia não quer (ou não liga) pra aborto, não quer liberação dss drogas bem 'direiti' das pessoas usarem na rua. Não querem leis especiais pra mulheres, gays e trans - preferem uma lei justa e igual pra todos, mas que funcione pra todos - nem querem ver a avó presa porque o neto engravidou uma menina e não paga pensão.

É muito PROJAC e pouca Rocinha na hora desse povo decidir o que outros querem
 

Mokvwap

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Não existe vácuo de poder. A esquerda abandonou a base e se focou exclusivamente na elite, nas classes falantes - universitários, professores e artistas. O resultado é a elite gourmet da bolha do cu e maconha querendo dizer para as pessoas comuns com o que elas deveriam se preocupar.

Você tem aqueles políticos manjados do PSOL que vivem passeando nas Apple Stores dos Estados Unidos e da Europa querendo posar de defensor do trabalhador.


Você tem aqueles artistas milionários que vivem numa redoma de diamante fazendo discursos absurdamente hipócritas - tipo a Taís Araújo falando que deseja um Brasil livre de racismo para o filho dela poder entrar num ônibus sem ser confundido com um bandido (sendo que na época o salário mais merchans dela rendiam uns 7 milhões por mês e a família dela só sai no trânsito de carro blindado e comboio de seguranças particulares) e a Fernanda Torres fazendo um discurso parecido mas literalmente uma semana depois ser flagrada numa praia americana bebendo Piña Colada enquanto duas babás negras vestidas de governanta olhavam os filhos dela;

Você tem o professor doutor de umanas de Federal ganhando de 15 mil pra cima e andando de Range Rover falando dos males do capitalismo para uma classe de filhinhos de papai com síndrome de bastião das virtudes que só passam perto de favela pra comprar droga e reclamam que a polícia é truculenta e que o Brasil prende muito. Aliás, esse segundo grupo é bem presente aqui na OS. Quem não lembra, nas eleições de 2014, daqueles users que estavam votando no PT direto da Europa porque o Brasil nunca foi tão bom quanto no governo petista? Do Farrokh Bulsara, petista de carteirinha que posava de defensor do proletariado enquanto estava lá mamando na Ancine? Dos guerrilheiros comunistas de iPhone?

Enfim, a esquerda deixou a base, e aí aconteceram duas coisas: a população deixou de se identificar com a classe falante, e pelo menos aqui no Brasil, uma influência conservadora (por mais questionável que isso seja objetivamente) que ocupou o vácuo foram as igrejas evangélicas.

Edit: conforme o @doriga corrigiu, não era a Juliana Paes, era a Taís Araújo.
 
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Tauron

Bam-bam-bam
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A melhor coisa que aconteceu na história para a direita foi a esquerda ter adotado as pautas identitárias/progressistas da escola de Frankfurt, poucas pautas geram mais repulsa no ser humano de classe média que ideologia de gênero e militância gay, feminista e racialista etc... pura masturbação ideológica de adolescente maconheiro de humanas sem absolutamente nenhuma relação com o dia a dia das classes trabalhadoras, e como a esquerda domina a cultura e os meios de comunicação eles vão enfiando essas pautas detestáveis cada vez mais goela abaixo da população, como se essas demências fossem os assuntos mais importantes do planeta e a população segue retaliando elegendo Trumps, Bolsonaros, Salvinis etc... e a eles resta chorar no banho.

Que continuem... cada vez que vejo um demente esquerdista vir defendendo pauta identitária/progressista vibro de felicidade, já penso nos memes e nas fake news que serão criadas e utilizadas como armas eleitorais para destroçá-los mais uma vez em 2022, em 2026 etc...
 

Mokvwap

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A melhor coisa que aconteceu na história para a direita foi a esquerda ter adotado as pautas identitárias/progressistas da escola de Frankfurt, poucas pautas geram mais repulsa no ser humano de classe média que ideologia de gênero e militância gay, feminista e racialista etc... pura masturbação ideológica de adolescente maconheiro de humanas sem absolutamente nenhuma relação com o dia a dia das classes trabalhadoras, e como a esquerda domina a cultura e os meios de comunicação eles vão enfiando essas pautas detestáveis cada vez mais goela abaixo da população, como se essas demências fossem os assuntos mais importantes do planeta e a população segue retaliando elegendo Trumps, Bolsonaros, Salvinis etc... e a eles resta chorar no banho.

Que continuem... cada vez que vejo um demente esquerdista vir defendendo pauta identitária/progressista vibro de felicidade, já penso nos memes e nas fake news que serão criadas e utilizadas como armas eleitorais para destroçá-los mais uma vez em 2022, em 2026 etc...
Tão bom quanto o fato dessas pautas serem muito repulsivas ao brasileiro médio é a postura magnânima que as pessoas que defendem essas pautas costumam adotar. Não só o cara te propõe coisas absurdas, mas ele ainda se diz melhor do que você por propor essas coisas absurdas. Gera ojeriza tanto da pauta como da pessoa que a defende.
 

Mokvwap

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Quer ver como a esquerda usa um discurso que ficou preso num passado que não existe mais? Pergunte para um telequitual metido a comunista o que é o proletário, esse termo que essa gente tanto ama. O que significa fazer parte dessa classe tão oprimida.

Pergunte se ele se vê como um proletário.

Pergunte pra ele o que significa ser um burguês. É tão ridículo, eles estão tão empolados na sua bolha de cu que se você perguntar o que é ser rico, ele já vai chutar lá em cima e falar em donos de empreiteiras. Ele SABE que é tão privilegiado que pra se dizer pequeno, tem que apontar pros titãs.
 
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doriga

Habitué da casa
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Não existe vácuo de poder. A esquerda abandonou a base e se focou exclusivamente na elite, nas classes falantes - universitários, professores e artistas. O resultado é a elite gourmet da bolha do cu e maconha querendo dizer para as pessoas comuns com o que elas deveriam se preocupar.

Você tem aqueles políticos manjados do PSOL que vivem passeando nas Apple Stores dos Estados Unidos e da Europa querendo posar de defensor do trabalhador.


Você tem aqueles artistas milionários que vivem numa redoma de diamante fazendo discursos absurdamente hipócritas - tipo a Juliana Paes falando que deseja um Brasil livre de racismo para o filho dela poder entrar num ônibus sem ser confundido com um bandido (sendo que na época o salário mais merchans dela rendiam uns 7 milhões por mês e a família dela só sai no trânsito de carro blindado e comboio de seguranças particulares) e a Fernanda Torres fazendo um discurso parecido mas literalmente uma semana depois ser flagrada numa praia americana bebendo Piña Colada enquanto duas babás negras vestidas de governanta olhavam os filhos dela;

Você tem o professor doutor de umanas de Federal ganhando de 15 mil pra cima e andando de Range Rover falando dos males do capitalismo para uma classe de filhinhos de papai com síndrome de bastião das virtudes que só passam perto de favela pra comprar droga e reclamam que a polícia é truculenta e que o Brasil prende muito. Aliás, esse segundo grupo é bem presente aqui na OS. Quem não lembra, nas eleições de 2014, daqueles users que estavam votando no PT direto da Europa porque o Brasil nunca foi tão bom quanto no governo petista? Do Farrokh Bulsara, petista de carteirinha que posava de defensor do proletariado enquanto estava lá mamando na Ancine? Dos guerrilheiros comunistas de iPhone?

Enfim, a esquerda deixou a base, e aí aconteceram duas coisas: a população deixou de se identificar com a classe falante, e pelo menos aqui no Brasil, uma influência conservadora (por mais questionável que isso seja objetivamente) que ocupou o vácuo foram as igrejas evangélicas.
Não era a Taís Araújo não, hein?
 

Baralho

Bam-bam-bam
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Pequeno wall text.

Tal viés a direita, é um caminho natural. Pois após agentes de formação de opinião e mobilização política profissional (leia-se universitários e sindicatos/partidos esquerdistas) atingirem o governo (2002), reivindicando pautas (simpáticas a priori, como redução de desigualdade em país pobre, como o Brasil), tem como passo seguinte a permanência no poder.

Não por acaso, a grande maioria dos países socialistas, após esse passo revolucionário, declinavam em ditaduras, super-Estado e empobrecimento exatamente daqueles que diziam defender (tem tópico até sobre um desses países, ao norte de Roraima, onde hoje o salário-mínimo equivale a fortuna de R$12,00).

No Brasil, o passo de perpetuação no poder, encontrou uma policia investigativa e um judiciário atentos (operação LJ, e antes, o Mensalão), que redundou em empobrecimento do país, recessão, desemprego, e impeachment de sua representante de ocasião, e na eleição seguinte, a direita, pra variar, é buscada de onde estiver (mesmo sem fazer campanha no guia eleitoral praticamente) pra tentar salvar o país.

Mas diferente das outras 'direitas' (imperial unionista e ditadura militar estatizante), essa é a primeira vez que um governo (que não seria de esquerda, logicamente) direitista defente as liberdades econômicas, o enxugamento do Estado, a ortodoxia dos orçamentos públicos e os direitos civis em sua plenitude (com resistência de congresso, grande mídia e STF)

Não é um governo perfeito, mas corresponde exatamente aos anseios de uma 'classe' trabalhadora, de ser respeitada, de não ser menosprezada como uma classe média a ser extorquida pra bancar o DF. Que mal dorme, pega ônibus lotado todo dia, saindo cedo pro serviço, chegando tarde, sem bolsas ou privilégios, as vezes até se endividando com empréstimos pra fazer o orçamento caber no soldo, sem sequer poder contar com serviços públicos, escolas decentes, após pagar tantos impostos, tirados do pouco que se ganhou no mês (sem direito a auxílios e gratificações das chamadas autoridades federais).

É, um anseio de ser respeitado, ter suas tradições familiares e crenças cristãs respeitadas, seu labor respeitado, seu direito a não bancar mais tantos desmandos com o dinheiro dos impostos sendo considerados seriamente, como não vem sendo há muito tempo. Se é um governo de direita conservador que fez isso, foi mera consequência, natural, tal como uma pedra lançada ao mar, afundar no oceano.

Em outros países é um ciclo, nos Eua e países europeus (não todos) já enriquecidos, podem ter muitos pontos em comum, mas tem outros bem diferentes, na AL e no Brasil, talvez seja um ciclo também, se está no início, ou será mais duradouro, o tempo vai dizer.
 

Arkham Ferreira

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meu pau inchado alado latejante né... :kclassic:kclassic
Acho que você não entendeu:
Não quis dizer que os pobres seguem a esquerda por alguma convicção ideológica,é sim que criou-se através da História,a imagem da esquerda como "defensora dos pobres",dos "oprimidos" que luta contra o "capitalismo explorador da classe operária" e tal.
 

Arkham Ferreira

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Em 2017, O PT encomendou uma pesquisa para saber como pensava os moradores da periferia.
E obtiveram um resultado semelhante com esse aí.
Curioso que eles não usaram esses dados na eleição.

 

Monogo

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Tb...

O discurso é pré-histórico e totalmente desconexo da realidade, vindo praticamente de quem nunca trabalhou na vida.

Meio óbvio a aversão.
 
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