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Tópico oficial [VALE TUDO] Coronavirus - COVID-19: +41.5 milhões de casos, +1,135 milhão mortes (mundial): +155 mil mortes (Brasil)

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toad02

Ei mãe, 500 pontos!
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Porra, pessoa com sintoma tinha que ter noção e não ir trabalhar, isso é foda!

Foda que no brasil a gente desenvolve o costume de ter q ta morrendo pra nao ir trabalhar porque se não toma esporro do chefe.
Se tiver sintomas leves e faltar por suspeita de covid o chefe vai pedir atestado/exame etc.
Por isso esse tipo de coisa acontece.

Quem ta em posição de liderança nesse caso deveria deixar claro pros funcionários que em caso de qualquer suspeita, FIQUEM EM CASA
 


ptsousa

Moderador
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Foda que no brasil a gente desenvolve o costume de ter q ta morrendo pra nao ir trabalhar porque se não toma esporro do chefe.
Se tiver sintomas leves e faltar por suspeita de covid o chefe vai pedir atestado/exame etc.
Por isso esse tipo de coisa acontece.

Quem ta em posição de liderança nesse caso deveria deixar claro pros funcionários que em caso de qualquer suspeita, FIQUEM EM CASA

Exato.

E, se alguém do núcleo familiar (leia-se: pessoas que dividem a casa contigo) estiver também com sintomas, fica em casa e testa todo mundo.
 

Gulf

F1 King
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Foda que no brasil a gente desenvolve o costume de ter q ta morrendo pra nao ir trabalhar porque se não toma esporro do chefe.
Se tiver sintomas leves e faltar por suspeita de covid o chefe vai pedir atestado/exame etc.
Por isso esse tipo de coisa acontece.

Quem ta em posição de liderança nesse caso deveria deixar claro pros funcionários que em caso de qualquer suspeita, FIQUEM EM CASA
Porra, isso é muito verdade. Cultural até.
Esses dias estava com cólicas intestinais fodidas me contorcendo todo e mesmo assim vim trabalhar com receio de esporro. Nem preciso dizer que minha produtividade foi praticamente nula e fiquei só enrolando, né?
 

Adam Sandler

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Infelizmente estou contaminado. Meus sintomas são muito leves e espero voltar logo ao trabalho. Outros colegas não tiveram a mesma sorte e estão com sintomas como dores muito fortes pelo corpo, cefaleia, tosse e falta de ar.

Qual foi o seu vacilo?
 

Sgt. Kowalski

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Brasil já tem mais de 1% da população infectada por coronavírus


Após mais de quatro meses de pandemia no País, 1% da população brasileira já está oficialmente infectada pelo novo coronavírus. Ontem o Brasil registrou 1.293 novas mortes e mais 65.339 casos confirmados de infecção em 24 horas, segundo dados do levantamento realizado por Estadão, G1, O Globo, Extra, Folha e UOL. Nos últimos sete dias, o Brasil registrou uma média diária de 1.052 óbitos.

Da população de mais de 211 milhões, conforme o IBGE, 2.231.871 foram infectados pela covid-19. Isso representa 1,05% de contaminação. Apesar disso, o País testa pouco a população, ou seja, os números podem ser muito maiores que os registrados. Como o Estadão já mostrou, o Brasil só atingiu 20% da capacidade de exames prevista para o período de pico. Além de distribuir menos testes do que o projetado, o governo Jair Bolsonaro também tem feito entregas de kits incompletos, sem um dos reagentes essenciais para processar as amostras.

Em alguns locais, como São Paulo e Rio, só faz o teste quem está internado com quadro mais grave e sintomas da doença. Mesmo quem consegue fazer o teste precisa esperar dias, às vezes mais de uma semana, para saber se está com covid-19.

Essa marca de ter 1% da população infectada não é exclusividade do Brasil. Nações como San Marino, Catar, Estados Unidos, Kuwait, Chile, Peru, Omã, Panamá, Bahrein, Armênia e Andorra também já registram mais de 1% de sua população contaminada pelo novo coronavírus, conforme as informações do site Worldometers. Isso sem contar Guiana Francesa e Mayotte, que são departamentos franceses.

Além de estar nesse pequeno grupo de alta incidência da covid-19 em sua população, o Brasil é o segundo país com mais casos da doença no mundo. Só perde para os Estados Unidos, que somam 3.941.741 de contaminações confirmadas, de acordo com dados da Universidade Johns Hopkins. O terceiro país mais afetado é a Índia, com 1.193.078 casos. Os três juntos são responsáveis por quase metade de todos os casos registrados no mundo. No dia 16 de julho, o País alcançou a marca de 2 milhões de casos de covid-19 e em menos de 6 dias foram mais de 207 mil novas infecções.

O Estado de São Paulo, que desde o início da pandemia é o epicentro da doença, contribuiu para o alto número de casos ontem com mais 16.777 infecções registradas em 24 horas. Há 439.446 pessoas com a covid-19 no Estado, que computou mais 361 mortes, chegando a um total 20.532 óbitos. Em números absolutos, São Paulo continua liderando o ranking nacional de mortes e casos confirmados da doença.

O Rio de Janeiro vem na sequência da lista de Estados mais afetados, com 150 mortes registradas por covid-19 e 3.502 novos casos da doença no período de 24 horas. Agora são 12.443 mortes e 148.623 casos no total. Em todas as regiões brasileiras, exceto a Norte, houve recorde de casos ontem.
 

Sgt. Kowalski

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Postando aqui, pq tem sites "alinhados a um determinado político" difundindo medo na população.


Estão usando fetos abortados pra fazer vacina do COVID-19?

Carlos Cardoso


Ontem nas interwebs um site sensacionalista se saiu com essa “denúncia”, aonde pobres fetos abortados inocentes seriam usados como matéria-prima da vacina contra o Coronavírus.

Os comentários, claro, se tornaram a fossa séptica de sempre da internet conspiracionista.


Vocês sabem, o 5G é usado para espalhar Coronavírus, que por sua vez será “curado” com uma vacina repleta de microchips criados por Bill Gates, mas como as forças Illuminati são extremamente malvadas, o Conglomerado Farmacêutico Internacional e seus líderes sionistas usarão FETOS ABORTADOS para produzir a tal vacina, afinal nada melhor do que matar dois coelhos com uma cajadada só, se um deles for uma pobre criancinha.
Desse delírio esquizofrênico todo, por pura estatística em uma coisa eles mais ou menos acertaram. Há fetos abortados envolvidos na pesquisa do Coronga, mas adivinhe: Eles estão envolvidos em tudo, fetos são mais insidiosos que a maçonaria, e se você já tomou algum remédio de verdade (você não, homeopatia) agradeça aos fetos.
Para entender isso, precisamos entender como pesquisa laboratorial é feita.
Cientistas detestam variáveis, pois correlação não implica causalidade. Um exemplo: Eu tenho 10 pacientes com Coronga, dou Cloroquina E Capim Canela pra eles, 9 se recuperam. Perfeito, mas quem curou o Coronga? Foi a combinação que funcionou, só Cloroquina ou Só Capim Canela? Pra determinar isso precisarei testar os compostos isolados.

Repita comigo: Correlação não implica causalidade.
Aí você tem variáveis como idade dos pacientes, sexo, estado de saúde, peso, etc.
Nas fases iniciais é preciso testar os compostos em ambientes extremamente controlados e estáveis, consistentes. Isso costuma ser feito usando culturas de células, que podem ser humanas, animais e até vegetais dependendo do estudo.
Não é qualquer célula que serve pra isso, a maioria das células não gostam de se reproduzir a Bangu, sorte sua, senão aquela meia escondida debaixo do colchão já teria desenvolvido sistemas políticos.

Células de mamíferos tendem a ter vida limitada, e quando você clona uma delas, seus telômeros, porções do DNA que indicam a idade da bi***nha são clonados juntos, você acaba com o dobro de células velhas.
Para fazer pesquisas que durem anos você precisa de um suprimento consistente de células idênticas, que gostem de se multiplicar, vivam bem em ambiente in vitro e sejam resistentes.
Dois tipos de células se destacam nessas qualidades: Células fetais e células cancerosas, ambas vivem momentos de frenesi multiplicatório, gerando um Surubão de Noronha numa placa de petri.

Não se anime, Surubão na Placa de Petri não é essa Coca-Cola toda, nem vai pro XVideos.
Claro, mesmo nessas condições é difícil achar linhagens de células ideais, quando dão muita sorte conseguem identificar uma mutação aonde a célula se multiplica sem afetar seus telômeros, criando uma linhagem considerada “imortal”, essas células podem ser clonadas indefinidamente, e uma das linhagens mais conhecidas é a HeLa, batizada com o nome de Henrietta Lacks, uma mulher negra de 31 anos que morreu de câncer no útero.

Henrietta Lacks. Tecnicamente, ela é Imortal.
Amostras foram obtidas de seu tumor, e elas se mostraram extremamente resistentes. Henrietta havia morrido mas seu tumor continuava vivo, geração após geração. Até hoje essas células são usadas no mundo todo para pesquisar drogas e tratamentos, Henrietta nunca soube, mas é responsável por salvar centenas de milhares, talvez milhões de vidas.
Uma outra fonte de células para culturas é tecido de fetos, abortados ou natimortos, por ser bem mais simples induzir mitose nesses tecidos. Mesmo assim não é todo feto que serve. Na tal “denúncia” dizem que estão usando uma cultura chamada HEK 293, que é extremamente interessante, criada em 1973 por Graham left Leiden, da Universidade McMaster, no Canadá.
HEK vem da sigla em inglês pra Célula Renal Embrionária. A linhagem foi obtida de um feto abortado na Holanda, em 1973. O cientista então contaminou as células com um adenovírus, que reescreveram o DNA delas, profundamente.

HEK 293. Obviamente um pobre feto abortando chorando, e o nome do feto, Albert Einstein.
A cultura HEK 293 (sim, foi o 293º experimento de Leiden com aquelas células) apresenta 64 cromossomas, ao contrário dos 46 de um humano normal. Essas células possuem quatro cópias do cromossoma 17 e do 22, e nada menos que três cromossomas X, o que pra maioria dos críticos de uso de tecidos fetais em ciência nem as classifica mais como gente.
A HEK não tem nada de especial, existem centenas de outras culturas celulares usadas em laboratório, como a MRC-5, 3T3, A549, JRUKAT, OK, PTK2, Vero, etc. Algumas são humanas obtidas de adultos, algumas animais, outras fetais.
Essas culturas não são usadas em “vacinas contra o Coronavírus”, elas são usadas literalmente em tudo. Não existe pesquisa em microbiologia, genética, farmacologia sem uso de culturas de células, tudo é testado e desenvolvido com elas.
Inclusive a amada Cloroquina.
Uma simples busca no Google Scholar retorna 208 mil artigos com a HEK 293, 36500 com a MRC-5 e 475 mil com a A549.
O que todas essas culturas têm em comum? São antigas. Não há nenhuma fábrica triturando toneladas de fetos abortados para produzir mais células. Vejamos a data de criação de algumas dessas culturas:
  • A549 –Criada em 1972 a partir de células de um adenocarcinoma de um homem adulto de 58 anos.
  • HEK 293 – Criada em 1973 de tecido renal de um feto abortado, provavelmente feminino
  • 3T3 – Criada em 1962 a partir de tecido embrionário de rato albino suíço
  • MRC-5 – Criada em 1966 de tecido pulmonar de um feto abortado de 14 semanas
  • JURKAT – Criada no final dos anos 1970 a partir de sangue de um garoto de 14 anos (presumivelmente não abortado) com leucemia
Ou seja: Todas essas culturas celulares, algumas com mais de 50 anos de idade são exatamente isso, células reproduzidas em laboratório. Dizer que pesquisar vacinas com essas culturas é “usar fetos abortados” é o mesmo que denunciar um navio Viking por “desmatamento”
Ah, mas e a produção?
Que bom que você perguntou. Produção de vacinas é complicado mesmo. Hoje em dia 90% são produzidas usando ovos de galinha (ouviram, vegans? Nada de se vacinar!), uma técnica que leva muito tempo e produz uma ou duas doses por ovo.
Existem estudos e projetos-piloto usando produção celular, aonde caldos de cultura com células de mamíferos, humanas ou não, dependendo do vírus, das técnicas e das particularidades de cada vacina. Alguns vírus se dão bem em qualquer lugar, outros só se multiplicam em células específicas.

Ah sim, Pepsi também não é adoçada com fetos, até pq eles são amarguinhos. Dizem.
Dada a necessidade de uma produção rápida, provavelmente quem puder vai optar pela produção usando células, ao invés de ovos (que tecnicamente também são células, ok) e isso vai salvar milhares, talvez milhões de vidas.
Há quem tenha tempo pra uma grande discussão ética, questionando se é válido fazer pesquisa usando tecido embrionário, alguns comparam com a Alemanha Nazista, outros correm para criar sites histéricos vendendo a ideia de que há um grande moedor de carne ligado a tubulações vindas de clínicas de aborto, mas sinceramente?

Retards, retards everywhere
Pra qualquer um que diante de uma doença como o Coronavírus, tendo a possibilidade de uma vacina eficaz em grande escala e que ainda assim se melindra por causa de células de um feto que morreu 47 anos atrás, só tenho uma sugestão:
Não tome a vacina, champs. Aliás não tome nenhuma vacina nem use nenhum medicamento comercial, só assim você honrará e respeitará o fetinho que diz tanto se importar. Darwin aprova.
Fontes:
 


fVilaça

Bam-bam-bam
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Ele pelo menos estava se dando ao trabalho de permanecer o tempo todo de máscara?


Ele estava de máscara o tempo todo, problema era questão de banheiro e tudo mais, todo mundo usava o banheiro masculino normalmente, e o cara também.

Psicológico é foda, ontem quando fiquei sabendo disso, e o cara sentava perto de mim, eu fiquei com dor de cabeça, até nariz entupido.

Fiz o exame deu negativo, hoje estou 100% normal kkkkkk
 

Hitmanbadass

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Empresa promete vacina anti-covid para o mundo todo a preço de custo

Com bom desempenho nas primeiras etapas clínicas, a biofarmacêutica AstraZeneca, que incluiu o Brasil em seus testes, pretende entregar seu produto, sem lucro, antes do fim do ano. Pfizer, Merck e Moderna não vão abrir mão dos ganhos

CB Correio Braziliense
postado em 22/07/2020 06:00


Pesquisador no laboratório do Imperial College School of Medicine, em Londres, trabalha na imunização: celeridade(foto: Tolga Akmen/AFP)
Pesquisador no laboratório do Imperial College School of Medicine, em Londres, trabalha na imunização: celeridade (foto: Tolga Akmen/AFP)


Com resultados encorajadores nas etapas preliminares, a futura vacina contra a covid-19 desenvolvida pela Universidade de Oxford, em parceria com a AstraZeneca, deverá ser entregue “antes do fim do ano”, estimou, ontem, Pascal Soriot, diretor-geral da biofarmacêutica anglo-sueca. De acordo com ele, a empresa está disposta a abrir mão de ganhos financeiros, ao contrário da Pfizer e da Moderna, que também estão em fase avançada de pesquisas. A vacina britânica está sendo testada no Brasil.

“Nosso objetivo é fornecer a vacina para o mundo inteiro. Temos uma meta que também é fazer isso sem lucro, ou seja, entregaremos a vacina a preço de custo em todo o mundo”, disse Pascal Soriot. Segundo o dirigente da AstraZeneca, o valor desse ônus deve ficar em torno de 2,5 euros por unidade, o equivalente a R$ 14,92. O grupo americano Johnson & Johnson espera fazer o mesmo.

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Os laboratórios norte-americanos Pfizer, Merck e Moderna, no entanto, não vão abrir mão de seus lucros. Durante audiência, ontem, no Congresso dos Estados Unidos, as três empresas ressaltaram que, se conseguirem obter uma vacina contra o novo coronavírus, não vão comercializá-la a preço de custo.

Subsídios

Várias empresas receberam subsídios de centenas de milhões de dólares dos governos americano e de outros países, porém, esses acordos nem sempre limitam o preço máximo das doses de imunização.

A Moderna desenvolveu uma das vacinas experimentais mais avançadas, cujos testes de fase três terão início na próxima semana com 30 mil voluntários. A companhia de biotecnologia recebeu US$ 483 milhões (R$ 2,4 bilhões) do governo dos EUA para o financiamento de pesquisa e desenvolvimento, mas, segundo o presidente Stephen Hoge, não há contrato de fornecimento para o país.

Julie Gerberding, da Merck, disse que o laboratório não terá uma vacina pronta pelo menos até 2021 e que também não fechou acordo para entregar aos EUA. De acordo com John Young, da Pfizer, o preço da vacina da fabricante será avaliado e levará em conta a atual emergência global de saúde.

Financiada pela Casa Branca em US$ 456 milhões (R$ 2,3 bilhões), a Johnson & Johnson, informou que o preço de mais de um bilhão de doses não vai gerar lucro durante a fase de emergência.

Enquanto isso, a AstraZeneca assinou um contrato de US$ 1,2 bilhão (R$ 6,2 bilhões) com a agência Barda, do governo norte-americano. Eles preveem a provisão de 300 milhões de doses a preço de custo. A União Europeia assinou acordo semelhante em junho.

Os primeiros testes clínicos da vacina AstraZeneca produziram uma resposta imune significativa e provaram ser seguros para os pacientes. A eficácia deve ser estabelecida em um estudo de fase 3, com um número muito maior de participantes, antes de considerar sua comercialização em larga escala.

“Nossa esperança é ter resultados (para a fase 3) no outono (no Hemisfério Norte). Então, achamos que estaremos em condições de administrar a vacina até o fim do ano, no mais tardar”, disse Pascal Soriot. “Trabalhamos de acordo com os reguladores, trocamos dados diários para que a avaliação seja feita rapidamente. Fabricamos ao mesmo tempo em que fazemos testes clínicos, o que economiza tempo”, acrescentou.

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Segundo o diretor-geral da AstraZeneca, o grupo começou a produzir vacinas em muitas regiões para que “estejam disponíveis a serem usadas se os resultados clínicos forem positivos”. Outro projeto de imunização, realizado na cidade chinesa de Wuhan, por pesquisadores de várias agências, produziu resultados encorajadores durante os ensaios clínicos preliminares. Essa vacina também está sendo testada no Brasil, inclusive, em Brasília.

Encontrar uma fórmula para combater o Sars-CoV-2 tornou-se um desafio para os cientistas. Muitos laboratórios ao redor do mundo participam de uma corrida contra o tempo para desenvolvê-la. No total, há 250 substâncias sendo pesquisadas, incluindo 23 na fase clínica (testadas em seres humanos).
Minha cunhada trabalha na área de importação de lá, na planta da Raposo Tavares.
 

Xaropinho

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OLHA O QUE FALEI PORRA!
Estudo identifica 6 'tipos' de covid-19 que produzem sintomas diferentes
Os 6 grupos de sintomas
  1. "Gripe" sem febre: enxaqueca, perda de olfato, dor muscular, tosse, dor de garganta, dor no peito, sem febre.
  2. "Gripe" com febre: enxaqueca, perda de olfato, tosse, dor de garganta, rouquidão, febre, perda de apetite.
  3. Gastrointestinal: enxaqueca, perda de olfato, perda de apetite, diarreia, dor de garganta, dor no peito, sem tosse.
  4. Grave nível um (fadiga): enxaqueca, perda de olfato, tosse, febre, rouquidão, dor no peito, fadiga.
  5. Grave nível dois (confusão): enxaqueca, perda de olfato, perda de apetite, tosse, febre, rouquidão, dor de garganta, dor no peito, fadiga, confusão, dor muscular.
  6. Grave nível três (abdominal e respiratório): enxaqueca, perda de olfato, perda de apetite, tosse, febre, rouquidão, dor de garganta, dor no peito, fadiga, confusão, dor muscular, dificuldade respiratória, diarreia, dor abdominal.
No meu caso eu entraria no grupo 5 e o cara que estava conversando no hospital no grupo 1.
Seria muita coincidencia algumas pessoas terem somente alguns sintomas e outras terem somente outros tipos.
 

Adam Sandler

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Bom a infecção tem por resultado uma conduta, nela está inserido quem se contamina e depois passa para uma outra pessoa. Tem o grupo de risco que muitas vezes não precisa sair e se expor a possibilidade de pegar ou deixam parentes se aproximarem pela questão afetiva.
Tirando o grupo de risco que se isola vejo quem coloca em risco eles.
O comportamento é determinante no número de infecções e mortes, se as pessoas assumem os riscos de sair para ir num boteco, num restaurante confraternizar de quem é a culpa? Se depois dos riscos vai visitar pais ou avós, ou qualquer um que seja do grupo de risco. Mesmo que more junto o distanciamento é necessário, falar o mínimo necessário a uma distância de segurança...
Essa situação só pra expõe o reflexo social que não converge com a mídia ou posts em rede social.
 

JaSeFoiODiscoVoador

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OLHA O QUE FALEI PORRA!
Estudo identifica 6 'tipos' de covid-19 que produzem sintomas diferentes
Os 6 grupos de sintomas
  1. "Gripe" sem febre: enxaqueca, perda de olfato, dor muscular, tosse, dor de garganta, dor no peito, sem febre.
  2. "Gripe" com febre: enxaqueca, perda de olfato, tosse, dor de garganta, rouquidão, febre, perda de apetite.
  3. Gastrointestinal: enxaqueca, perda de olfato, perda de apetite, diarreia, dor de garganta, dor no peito, sem tosse.
  4. Grave nível um (fadiga): enxaqueca, perda de olfato, tosse, febre, rouquidão, dor no peito, fadiga.
  5. Grave nível dois (confusão): enxaqueca, perda de olfato, perda de apetite, tosse, febre, rouquidão, dor de garganta, dor no peito, fadiga, confusão, dor muscular.
  6. Grave nível três (abdominal e respiratório): enxaqueca, perda de olfato, perda de apetite, tosse, febre, rouquidão, dor de garganta, dor no peito, fadiga, confusão, dor muscular, dificuldade respiratória, diarreia, dor abdominal.
No meu caso eu entraria no grupo 5 e o cara que estava conversando no hospital no grupo 1.
Seria muita coincidencia algumas pessoas terem somente alguns sintomas e outras terem somente outros tipos.
Com a sorte que eu tenho eu iria direto pro nível 8.
 

Eyer05

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Cidadezinha da minha mae em SC bateu 200 casos ontem. Nem sabia que tinha 200 pessoas la.

Negocio ta indo pro interior mesmo.

Se bem que o parana todo tambem ta um inferno.


Eu trabalho em hospital e ja achei umas 5 ou 6 vezes que peguei o virus...Minha prova final sempre é minha esposa que tem problemas pulmonares, enquanto ela tiver bem, sinal que nao to.
 

VanHalenBR

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Parece que a alta de São Paulo são casos acumulados no processamento de dados... o que é bom pois significa que não teve essa alta toda (mas também a queda foi um pouco menor nos dias anteriores)


Falha em sistema de ministério faz saltar nº de casos de covid-19 em SP
Recorde de 16.777 confirmações das últimas 24 horas deve-se a represamento provocado por instabilidade no E-SUS, informa secretaria

Uma instabilidade técnica no sistema de notificação de casos leves de covid-19 - o E-SUS do Ministério da Saúde- dificultou a inserção de dados realizada pelos municípios, provocando um acúmulo e, em seguida, um salto no número de casos registrados no estado de São Paulo, informou a Secretaria de Estado de Saúde nesta quarta-feira (22).

Nas últimas 24 horas, o estado de São Paulo registrou 16.777 casos confirmados de covid-19. No dia 18 de julho, pela mesma razão, o estado chegou a contabilizar mais de 19 mil casos em um único dia.

O maior número de casos registrados no período de 24 horas no estado, portanto, ainda é do dia 2 de julho, com total de 12.244 confirmações.

"Os dados [desta quarta] não significam um crescimento na velocidade da transmissão do coronavírus no Estado de SP, já que o acumulado de novos casos dos últimos sete dias apresentam queda de 10% comparado com os dados dos sete dias anteriores", declara o órgão.

Casos e mortes

O estado soma 439.446 casos confirmados do novo coronavírus, com 299.647 pessoas recuperadas, sendo 60.866 curadas após internação. Até este momento, o estado registra 20.532 mortes por covid-19 [a doença provocada pelo novo coronavírus], sendo 361 delas contabilizadas nas últimas 24 horas.

Há 5.416 pessoas internadas em UTIs (Unidades de Terapia Intensiva) de todo o estado em casos confirmados ou suspeitos da doença, além de 8.055 pessoas internadas em enfermarias. A taxa de ocupação de leitos de UTI no estado está em torno de 66,5%, enquanto na Grande São Paulo gira em torno de 64%.
 

SirSerius

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Morre quarto integrante de família que testou positivo para Covid-19 na Serra do RS

Casal Solon Gonçalves Padilha e Leonor Alano Padilha, e o filho, Odilon Alano Padilha, morreram na semana passada, num intervalo de três dias. Segundo familiares, 12 pessoas foram contaminadas.

Por RBS TV
23/07/2020 13h09 Atualizado há 2 horas

Família reunida em comemoração — Foto: Arquivo pessoal

Família reunida em comemoração — Foto: Arquivo pessoal

Morreu na noite de quarta-feira (22), o quarto integrante de uma família da Serra do Rio Grande do Sul, em decorrência da Covid-19. A divulgação do nome não foi autorizada. Segundo familiares, 12 pessoas foram contaminadas pelo vírus.
O homem de 64 anos estava internado no Hospital de Vacaria desde o dia 11 de julho.
Os pais dele, Solon Gonçalves Padilha, de 88 anos, e Leonor Alano Padilha, de 84, e um dos irmãos, Odilon Alano Padilha, de 58 anos, morreram na semana passada, num intervalo de três dias.
Segundo a Secretaria da Saúde de São José dos Ausentes, um outro membro da família segue internado em estado grave no Hospital de Gramado. Ele também é filho do casal de idosos.

12 testaram positivo

Segundo a psicóloga Aline Padilha, neta do casal, 12 pessoas da família testaram positivo para a doença. "Alguns já tiveram e não têm mais transmissão. Outros foram hospitalizados, mas receberam alta", elenca.
A família realizava um revezamento desde o início da pandemia para o cuidado com os idosos, que moravam em uma propriedade rural a cerca de 50 km do centro de São José dos Ausentes. "Todo 'finde' era um filho responsável por vir, para fazer a lida de campo, do gado", diz Aline.

Aline ressalta que a família não realizou nenhuma reunião recentemente. "Muitas pessoas estão falando que todos se reuniram no aniversário do meu avô, mas isso não é verdade. A última ocasião em que eles estiveram juntos, apenas com os filhos, foi no Dia das Mães", garante.
A prefeitura de São José dos Ausentes, onde a família morava, decretou luto oficial de três dias, a partir desta quinta-feira (23), pela morte dos quatro familiares. No decreto, a prefeitura diz:
"Considerando os preciosos trabalhos dedicados ao município de São José dos Ausentes no decorrer de suas vidas, como cidadãos de bem, trabalhadores, professor; Considerando o estado de consternação geral da comunidade Ausentina e o sentimento de solidariedade, dor e saudade que emerge pela perda de familiares respeitáveis e de ilibadas condutas; Considerando, finalmente, que é dever do Poder Público de São José dos Ausentes, render justas homenagens àqueles que com o seu trabalho, seu exemplo e sua dedicação, contribuíram para o bem-estar da coletividade."

Leonor e Solon morreram com três dias de diferença — Foto: Arquivo pessoal

Leonor e Solon morreram com três dias de diferença — Foto: Arquivo pessoal

https://g1.globo.com/rs/rio-grande-...u-positivo-para-covid-19-na-serra-do-rs.ghtml
 

Resu Anera

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Estou com alguns sintomas leves, que me classificariam como grupo 1, pela tabela que postaram acima. Tive contato duas vezes nessa última semana com alguém que está confirmado e sintomático. Fiz o exame do swab agora à tarde, e agora é aguardar o resultado...

O médico me receitou azitromicina, xarope pra tosse e dipirona se tiver febre (ainda não tive). Desses, só vou tomar a azitromicina porque já tenho em casa e provavelmente vai vencer se não usar agora e tomarei dipirona se a febre aparecer. Se tivesse que comprar a AZT não tomaria, porque os sintomas estão bem leves mesmo.
 

Xenoblade

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Ele estava de máscara o tempo todo, problema era questão de banheiro e tudo mais, todo mundo usava o banheiro masculino normalmente, e o cara também.

Psicológico é foda, ontem quando fiquei sabendo disso, e o cara sentava perto de mim, eu fiquei com dor de cabeça, até nariz entupido.

Fiz o exame deu negativo, hoje estou 100% normal kkkkkk

Bom demais que o exame deu negativo. Agora é manter distância do colega, caso ele ainda apareça na empresa. rs
 

Sgt. Kowalski

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Novo coronavírus entrou no Brasil de formas distintas, diz estudo genômico



23 de julho de 2020 | 16h01

RIO - O novo coronavírus entrou no Brasil de forma distinta pelo menos cem vezes — na maioria, vindo da Europa. A maior parte dessas introduções foi identificada nas capitais com maior incidência de voos internacionais como São Paulo, Minas Gerais, Ceará e Rio de Janeiro.

Apenas uma pequena parcela dessas introduções, no entanto, resultou nas linhagens que se dispersaram por transmissão comunitária no País.

Um novo estudo revela que 76% dos vírus detectados até o final de abril se dividem em três grandes grupos que foram introduzidos entre o final de fevereiro e o início de março e se espalharam rapidamente pelo País antes que as medidas de controle de mobilidade fossem iniciadas. Os resultados foram obtidos por uma força-tarefa composta por pesquisadores de 15 instituições brasileiras (em conjunto com instituições britânicas), que realizaram o sequenciamento de 427 genomas do novo coronavírus, o Sars-CoV-2, de 21 Estados do País.

O estudo foi publicado na revista científica Science, nesta quinta-feira, 23, com amostras colhidas de pacientes que testaram positivo para o novo coronavírus entre os meses de março e abril em 85 municípios. Trata-se do maior estudo de vigilância genômica da covid-19 na América Latina. Nesse estudo, os pesquisadores combinaram dados genômicos de Sars-CoV-2 com dados epidemiológicos e de mobilidade humana para investigar a transmissão do vírus em diferentes escalas e o impacto das medidas de intervenção não farmacêuticas (INFs) no controle da epidemia no País.

Os resultados demostram que as INFs, como fechamento das escolas e comércio no final de março, embora insuficientes, ajudaram a reduzir a taxa de transmissão do vírus, que foi estimada no início do período em superior à 3 para valores entre 1 e 1,6 tanto em São Paulo quanto no Rio de Janeiro. As amostras foram sequenciadas e processadas no Laboratório de Bioinformática do Laboratório Nacional de Computação Científica LNCC/MCTI, coordenado por Ana Tereza Vasconcelos.
 

Paiva :)

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Brasileiro é foda, mas realmente acredito que, no advento de um só coro contra o vírus, de alerta para diretrizes como uso de máscara, distanciamento social, etc., a situação daqui poderia ser diferente.

Exemplo para reforçar isso é a campanha pela faixa de pedestre que fizeram no Distrito Federal, onde moro, nos anos 90. Brasília é uma cidade de vias largas e rápidas, com distância enorme entre bairros. O tipo de cidade construída pensada na necessidade de automóveis. Acontecia acidente pra caramba aqui por conta dessas características. Encheram a cidade de fiscalizadores eletrônicos de velocidade, fato que mudou pouquíssimo o cenário. Aí o Governo do DF resolveu arregaçar as mangas.

Era propaganda de 10 em 10 minutos na televisão ensinando sobre o gesto de pedido de passagem de pedestres nas faixas, aulas educativas em colégios, ronda do Detran para multar quem não parasse nas faixas, policiais em diversos pontos da cidade parando o trânsito toda vez que aparecia um pedestre querendo atravessar, publicidade em pontos de ônibus, etc. O Distrito Federal foi bombardeado por todas as vias possíveis de que existia um limite de velocidade a ser respeitado, e que a prioridade em faixas era sempre dos pedestres.

E essa “cultura” fixou. Um dos principais comentários que escuto de pessoas de fora é justamente o estranhamento pelo trânsito parar toda vez que uma pessoa pede passagem. É o tipo de coisa que perpetua até hoje, e é aplicado pelas mais diferenças classes sociais. Então esse argumento de que “ah, brasileiro não tem jeito” é meio furada. Mas precisamos de uma diretriz.

Vi umas duas páginas atrás um user falando que “se a mídia já ensina sobre a Covid, o Governo não precisa fazer nada’. Assim, quanto mais fontes reafirmarem esse tipo de coisa, melhor, né? Mas esse não foi o papel do Governo Brasileiro - o da simples omissão. Cada semana que se passou, mídia, cientistas ou seja lá quem for dizia A, e aparecia alguém do Governo pra dizer B. Num momento difícil de pandemia, em que a economia desaba, gente pra caramba morre, nossa liberdade sofre com diversas limitações, é óbvio que muitas pessoas encontrarão conforto em palavras de “nem é tudo isso”, “existe um medicamento que cura tudo”, “os dados de óbitos foram manipulados”, etc. E pensar que boa parte das fontes de absurdos bizarros como esses são justamente da mais alta cúpula política brasileira é difícil de compreender.

Em qualquer mídia social, o que não falta é gente reverberando esse tipo de pensamento. Eu mesmo acabei amizade com um colega da faculdade, cara bem inteligente, engenheiro formado na Universidade de Brasília, que tirava do cu as justificativas mais absurdas possíveis para manter rotina por igual de antigamente em pleno pico de pandemia. Até escutar essa m**** de “tem mais chances de você se infectar ficando em casa do que saindo” eu escutei dele, uma pessoa com quem passei tardes e tardes estudando Cálculo 1, 2, 3, Eletromagnetismo, e a porra toda.

É muito difícil não imaginar que essas vozes dissonantes não atrapalharam na conduta geral das pessoas. É muito difícil imaginar que não estaríamos melhores se tivéssemos uma conduta rígida desde o começo sobre o que fazer e como fazer.
 

SirSerius

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Enfermeiros e técnicos terceirizados da Saúde do RJ entram em greve; funcionários fazem manifestação

Eles contam que, em alguns casos, atraso do pagamento é de quatro meses. Sindicato informou que 50% da categoria está paralisada em algumas unidades.

Por Diego Haidar, RJ1
23/07/2020 13h21 Atualizado há 48 minutos

Funcionários terceirizados da saúde do estado entram em grave


Funcionários terceirizados da saúde do estado entram em grave

Enfermeiros e técnicos de enfermagem entraram em greve nesta quinta-feira (23) no Rio após acumularem meses de salários atrasados. Pela manhã, houve protesto dos funcionários de unidades de saúde administradas por organizações sociais.
“O governador não é sensível com a luta dos trabalhadores, o secretario de Saúde também não, a Secretaria de Saúde não tem se empenhado para resolver a questão do salário, do pagamento desses trabalhadores, então não chega a alternativa a não ser decretar uma greve, foi o último recurso que se arrumou”, disse a enfermeira Mônica Armada.
“A gente está iniciando uma greve com 50% dos trabalhadores trabalhando. Outros 50% na greve, com escala de revezamento e essa greve é por tempo indeterminado, a gente só volta quando os salários de todos os trabalhadores forem pagos”, completou a representante do sindicato dos enfermeiros Mônica Armada.
Eles contam que, em alguns casos, a demora para sair o pagamento é de quatro meses.
Veja as unidades em que os grevistas prestam serviço

  • Hospital da Mulher;
  • Hospital da Mãe, em Saracuruna;
  • Hospital de Anchieta (HTO);
  • Hospital Carlos Chagas;
  • UPA São Pedro da Aldeia;
  • Samu;
  • Hospitais de Campanha.

Operação

Também nesta quinta-feira (23), a polícia e Ministério Público prenderam 4 empresários em investigação sobre contratos do Iabas com a Prefeitura do Rio de Janeiro.

Segundo a força-tarefa, a antiga gestão do Iabas recebeu, entre os anos de 2009 e início de 2019 -- nas gestões de Eduardo Paes e Marcelo Crivella --, R$ 4,3 bilhões em recursos públicos, dos quais os R$ 6,5 milhões teriam sido desviados. O prefeito Marcelo Crivella afirmou que desqualificou e multou a OS.
Entre os presos estão Luis Eduardo Cruz, ex-controlador do Iabas, e a mulher dele, Simone Amaral da Silva Cruz. Eles foram pegos em Campinas (SP). O casal já havia sido preso em 2018.
A Iabas informou tratar-se de contratos antigos e que não tem mais vínculo com o município. A suspeita é que R$ 6,5 milhões tenham sido desviados em favor de ex-controlador da organização social que administra serviços de saúde.
Os dois sindicatos dizem que já tiveram várias reuniões com o antigo e com o novo secretário de saúde, mas não viram resultados.
“Nós tentamos a todo momento mediação tanto na esfera administrativa e judiciária. Tendo em vista que não fomos exitosos em nenhum dos lados, decidimos em assembleia conjunta declararmos a greve”, disse Luciano Pinheiro, presidente do Sindicato dos Técnicos de Enfermagem.
“Trabalhadores não podem pagar por erro admirativos do governo, os trabalhadores trabalharam e tem todo o direito de receber, isso fere a dignidade dos trabalhadores, isso não está certo”, completou Pinheiro.
A Tatiana Firmino é enfermeira do Samu, administrado pela empresa OZZ, e não recebeu o último salário. Ela contou que a situação para ela, que tem dois filhos pequenos, está muito difícil.
“Pelos meus filhos, eu queria muito que meu salário saísse, que os governantes tomassem providencia porque eu mesma tive Covid. Quase morri arriscando minha vida para salvar a do outro que eu nem conheço por amor ao que escolhi e eu não tive pagamento”, disse Tatiane.

O que dizem os citados

A secretaria de estado de Saúde disse que estava impedida pela Justiça de fazer novos repasses à OZZ, que administra os serviços do Samu, mas vai depositar em juízo R$ 10 milhões até esta sexta-feira (24) para quitar um mês da folha salarial.
A pasta também informou que o salário de junho dos funcionários dos hospitais de campanha do Maracanã e de São Gonçalo vai ser pago diretamente na conta corrente deles. Para os funcionários dos outros hospitais de campanha, a secretaria diz que o Iabas deve comprovar o cumprimento de carga horária para que o pagamento seja possível.
Sobre os salários dos funcionários do Hospital de Saracuruna, a secretaria disse que está tentando, na Justiça, uma forma de depositar os salários diretamente na conta dos trabalhadores, sem passar pelo Iabas.
A secretaria disse ainda que o pagamento de atrasados do HTO será feito ainda essa semana, que os salários do Hospital Anchieta contratados pela Fundação Saúde estão em dia.
A O.S., que administra os hospitais da Mãe e da Mulher, já recebeu a verba. Além disso, está sendo produzido um novo contrato para a UPA de São Pedro da Aldeia.


https://g1.globo.com/rj/rio-de-jane...m-greve-funcionarios-fazem-manifestacao.ghtml
 

Figulo

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Até escutar essa m**** de “tem mais chances de você se infectar ficando em casa do que saindo” eu escutei dele, uma pessoa com quem passei tardes e tardes estudando Cálculo 1, 2, 3, Eletromagnetismo, e a porra toda.


Tem bastante gente que se acha inteligente e até com nível superior espalhando essas imbecilidades. Só ver o fórum na época da entrevista do governador de Nova York ou mesmo recentemente com aquele estudo coreano lá...

Nego tem zero entendimento de ciência e não consegue nem perceber que não entende. Não é nem tipo: “não entendi isso daqui, quer dizer isso mesmo?”... é um monte de “certeza”.
É um bando de gente pouco inteligente falando um monte besteira sobre o que não entende como se fosse genialidade.

Dá até uma vergonha pelos caras, dá nervoso mesmo.

E o perfil tem cara de ser esse daí: analfabeto científico com diploma de curso superior que realmente se acha inteligente na internet.
 

VanHalenBR

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Mais um estudo chega a conclusão que a hidroxicloroquina não funciona no tratamento do Covid-19


Hidroxicloroquina não tem eficácia, diz maior estudo brasileiro sobre a droga
Coalizão de alguns dos principais hospitais do país diz que medicamento não funciona em pacientes leves ou moderados; estudo tem publicação internacional

O uso da hidroxicloroquina em pacientes com sintomas leves ou moderados de Covid-19 não promoveu melhoria na evolução clínica deles. A conclusão é de uma pesquisa feita pela coalizão formada pelos hospitais Albert Einstein, HCor, Sírio-Libanês. Moinhos de Vento, Oswaldo Cruz e Beneficência Portuguesa, pelo Brazilian Clinical Research Institute (BCRI) e pela Rede Brasileira de Pesquisa em Terapia Intensiva (BRICNet).

O estudo foi realizado com 665 pessoas (de 55 hospitais brasileiros) divididos, por sorteio, em três grupos: em um (217 pacientes), foram medicados com hidroxicloroquina e azitromicina. Em outro (221), receberam só a hidroxicloroquina. No terceiro (227), eles foram acompanhados apenas com suporte clínico —sem receber nenhuma das duas drogas.

O resultado dos três estratos foi semelhante: 15 dias depois, 69% do primeiro, 64% do segundo e 68% do terceiro já estavam em casa sem limitações respiratórias. O número de óbitos também foi parecido em todos eles: cerca de 3%, de acordo com a coalizão.

Seus resultados serão publicados no periódico New England Journal of Medicine nesta quinta (23).

Os pacientes avaliados variaram de casos em que o uso de oxigênio complementar não era necessário a quadros em que precisavam de oxigenação suplementar de, no máximo, quatro litros por minuto.

A pesquisa destaca dois pontos entre efeitos adversos.

Nos dois grupos tratados com hidroxicloroquina, foram mais frequentes alterações em exames de eletrocardiograma (aumento do intervalo QT, que representa maior risco para arritmias). Nesses dois casos também foram mais recorrentes alterações de exames que podem mostrar lesão hepática (aumento de enzimas TGO/TGP detectado no sangue).

Não houve diferenças para outros efeitos colaterais, como arritmias, problemas hepáticos graves ou outros.

Essa etapa da pesquisa teve início no dia 29 de março, sendo que o último paciente foi incluído em 17 de maio —e o acompanhamento foi finalizado em 2 de junho. Os pacientes avaliados no estudo tinham idade em torno de 50 anos, foram admitidos até 48 horas antes do início da pesquisa e seus sintomas tiveram início até uma semana antes. Metade deles era do sexo masculino. De todos os avaliados, 40% eram hipertensos, 21% diabéticos e 17%, obesos.

O estudo contou com apoio da farmacêutica EMS, que forneceu os medicamentos, e foi aprovado pela Comissão Nacional de Ética em Pesquisa (Conep) e Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

“Nosso primeiro estudo demonstrou que o uso de hidroxicloroquina sozinha ou associada com azitromicina não melhorou a evolução clínica de pacientes hospitalizados com quadros leves a moderados de Covid-19", afirma Otávio Berwanger, diretor da Academic Research Organization do Hospital Israelita Albert Einstein e integrante da Coalizão Covid-19 Brasil.

"O trabalho em uníssono das instituições e dos pesquisadores foi fundamental para o sucesso da nossa iniciativa. Conseguimos mostrar ainda que é possível fazer pesquisa de qualidade no nosso país, mesmo no contexto de uma pandemia", diz Luciano César Azevedo, pesquisador e Superintendente do Sírio-Libanês Ensino e Pesquisa.

O diretor do Centro Internacional de Pesquisa do Hospital Alemão Oswaldo Cruz e também integrante da coalizão, Álvaro Avesum, aponta para os outros trabalhos do grupo atualmente em andamento. "O uso da hidroxicloroquina para avaliar eficácia e segurança em pacientes não hospitalizados está sendo avaliado. [Isso] avaliará se hidroxicloroquina é eficaz e segura para reduzir hospitalização e complicações da COVID-19", avalia ele.

A Coalizão Covid-19 mantém realiza atualmente outras oito pesquisas. Em uma deles, avalia o uso da hidroxicloroquina em pacientes com sintomas mais graves da doença. Em outras, acompanha a eficácia de fármacos como dexametasona, rivaroxabana, tocilizumab, atazanavir, daclatasvir, daclatasvir e sofosbuvir.
 

Ronin Ogun

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Mais um estudo chega a conclusão que a hidroxicloroquina não funciona no tratamento do Covid-19


Hidroxicloroquina não tem eficácia, diz maior estudo brasileiro sobre a droga
Coalizão de alguns dos principais hospitais do país diz que medicamento não funciona em pacientes leves ou moderados; estudo tem publicação internacional

O uso da hidroxicloroquina em pacientes com sintomas leves ou moderados de Covid-19 não promoveu melhoria na evolução clínica deles. A conclusão é de uma pesquisa feita pela coalizão formada pelos hospitais Albert Einstein, HCor, Sírio-Libanês. Moinhos de Vento, Oswaldo Cruz e Beneficência Portuguesa, pelo Brazilian Clinical Research Institute (BCRI) e pela Rede Brasileira de Pesquisa em Terapia Intensiva (BRICNet).

O estudo foi realizado com 665 pessoas (de 55 hospitais brasileiros) divididos, por sorteio, em três grupos: em um (217 pacientes), foram medicados com hidroxicloroquina e azitromicina. Em outro (221), receberam só a hidroxicloroquina. No terceiro (227), eles foram acompanhados apenas com suporte clínico —sem receber nenhuma das duas drogas.

O resultado dos três estratos foi semelhante: 15 dias depois, 69% do primeiro, 64% do segundo e 68% do terceiro já estavam em casa sem limitações respiratórias. O número de óbitos também foi parecido em todos eles: cerca de 3%, de acordo com a coalizão.

Seus resultados serão publicados no periódico New England Journal of Medicine nesta quinta (23).

Os pacientes avaliados variaram de casos em que o uso de oxigênio complementar não era necessário a quadros em que precisavam de oxigenação suplementar de, no máximo, quatro litros por minuto.

A pesquisa destaca dois pontos entre efeitos adversos.

Nos dois grupos tratados com hidroxicloroquina, foram mais frequentes alterações em exames de eletrocardiograma (aumento do intervalo QT, que representa maior risco para arritmias). Nesses dois casos também foram mais recorrentes alterações de exames que podem mostrar lesão hepática (aumento de enzimas TGO/TGP detectado no sangue).

Não houve diferenças para outros efeitos colaterais, como arritmias, problemas hepáticos graves ou outros.

Essa etapa da pesquisa teve início no dia 29 de março, sendo que o último paciente foi incluído em 17 de maio —e o acompanhamento foi finalizado em 2 de junho. Os pacientes avaliados no estudo tinham idade em torno de 50 anos, foram admitidos até 48 horas antes do início da pesquisa e seus sintomas tiveram início até uma semana antes. Metade deles era do sexo masculino. De todos os avaliados, 40% eram hipertensos, 21% diabéticos e 17%, obesos.

O estudo contou com apoio da farmacêutica EMS, que forneceu os medicamentos, e foi aprovado pela Comissão Nacional de Ética em Pesquisa (Conep) e Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

“Nosso primeiro estudo demonstrou que o uso de hidroxicloroquina sozinha ou associada com azitromicina não melhorou a evolução clínica de pacientes hospitalizados com quadros leves a moderados de Covid-19", afirma Otávio Berwanger, diretor da Academic Research Organization do Hospital Israelita Albert Einstein e integrante da Coalizão Covid-19 Brasil.

"O trabalho em uníssono das instituições e dos pesquisadores foi fundamental para o sucesso da nossa iniciativa. Conseguimos mostrar ainda que é possível fazer pesquisa de qualidade no nosso país, mesmo no contexto de uma pandemia", diz Luciano César Azevedo, pesquisador e Superintendente do Sírio-Libanês Ensino e Pesquisa.

O diretor do Centro Internacional de Pesquisa do Hospital Alemão Oswaldo Cruz e também integrante da coalizão, Álvaro Avesum, aponta para os outros trabalhos do grupo atualmente em andamento. "O uso da hidroxicloroquina para avaliar eficácia e segurança em pacientes não hospitalizados está sendo avaliado. [Isso] avaliará se hidroxicloroquina é eficaz e segura para reduzir hospitalização e complicações da COVID-19", avalia ele.

A Coalizão Covid-19 mantém realiza atualmente outras oito pesquisas. Em uma deles, avalia o uso da hidroxicloroquina em pacientes com sintomas mais graves da doença. Em outras, acompanha a eficácia de fármacos como dexametasona, rivaroxabana, tocilizumab, atazanavir, daclatasvir, daclatasvir e sofosbuvir.

Lendo os comentários das pessoas, a gente vê que realmente o país está fodido.
Galera é muito burra a ponto de amar um presidente de m**** acima de tudo.
 

Setzer1

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Brasileiro é foda, mas realmente acredito que, no advento de um só coro contra o vírus, de alerta para diretrizes como uso de máscara, distanciamento social, etc., a situação daqui poderia ser diferente.

Exemplo para reforçar isso é a campanha pela faixa de pedestre que fizeram no Distrito Federal, onde moro, nos anos 90. Brasília é uma cidade de vias largas e rápidas, com distância enorme entre bairros. O tipo de cidade construída pensada na necessidade de automóveis. Acontecia acidente pra caramba aqui por conta dessas características. Encheram a cidade de fiscalizadores eletrônicos de velocidade, fato que mudou pouquíssimo o cenário. Aí o Governo do DF resolveu arregaçar as mangas.

Era propaganda de 10 em 10 minutos na televisão ensinando sobre o gesto de pedido de passagem de pedestres nas faixas, aulas educativas em colégios, ronda do Detran para multar quem não parasse nas faixas, policiais em diversos pontos da cidade parando o trânsito toda vez que aparecia um pedestre querendo atravessar, publicidade em pontos de ônibus, etc. O Distrito Federal foi bombardeado por todas as vias possíveis de que existia um limite de velocidade a ser respeitado, e que a prioridade em faixas era sempre dos pedestres.

E essa “cultura” fixou. Um dos principais comentários que escuto de pessoas de fora é justamente o estranhamento pelo trânsito parar toda vez que uma pessoa pede passagem. É o tipo de coisa que perpetua até hoje, e é aplicado pelas mais diferenças classes sociais. Então esse argumento de que “ah, brasileiro não tem jeito” é meio furada. Mas precisamos de uma diretriz.

Vi umas duas páginas atrás um user falando que “se a mídia já ensina sobre a Covid, o Governo não precisa fazer nada’. Assim, quanto mais fontes reafirmarem esse tipo de coisa, melhor, né? Mas esse não foi o papel do Governo Brasileiro - o da simples omissão. Cada semana que se passou, mídia, cientistas ou seja lá quem for dizia A, e aparecia alguém do Governo pra dizer B. Num momento difícil de pandemia, em que a economia desaba, gente pra caramba morre, nossa liberdade sofre com diversas limitações, é óbvio que muitas pessoas encontrarão conforto em palavras de “nem é tudo isso”, “existe um medicamento que cura tudo”, “os dados de óbitos foram manipulados”, etc. E pensar que boa parte das fontes de absurdos bizarros como esses são justamente da mais alta cúpula política brasileira é difícil de compreender.

Em qualquer mídia social, o que não falta é gente reverberando esse tipo de pensamento. Eu mesmo acabei amizade com um colega da faculdade, cara bem inteligente, engenheiro formado na Universidade de Brasília, que tirava do cu as justificativas mais absurdas possíveis para manter rotina por igual de antigamente em pleno pico de pandemia. Até escutar essa m**** de “tem mais chances de você se infectar ficando em casa do que saindo” eu escutei dele, uma pessoa com quem passei tardes e tardes estudando Cálculo 1, 2, 3, Eletromagnetismo, e a porra toda.

É muito difícil não imaginar que essas vozes dissonantes não atrapalharam na conduta geral das pessoas. É muito difícil imaginar que não estaríamos melhores se tivéssemos uma conduta rígida desde o começo sobre o que fazer e como fazer.

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Dathilot

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MEDICOS AJUDA URGENTE AQUI.

Infelizmente essa m**** chegou na minha família: minha irmã ta com esssa porra. Ela trabalha indo de hospital em hospital então não tinha como ser diferente. Ela fica na casa da minha mãe durante a semana, mas desde o início ela se isolou e praticamente não se cruza com meus pais.

Mas eu tive contato com ela ontem, dia que saiu o resultado. Ela ja sentia os sintomas desde 5a passada.

Eu tenho praticamente certeza que tive essa porra, meses atrás no MS. Dúvidas:

  1. Quero fazer o exame pra saber se eu ja tive. Vou pesquisar aqui em POA, mas ja disseram que tem um exame XX e exame YY. Qual o nome do mais certeiro?
  2. Quanto tempo espero pra fazer o exame e saber se to com essa m****? Qual o tipo de exame.
O pior é que não sei se por questão psisológica (provalemente sim) num estado semi paranoico, mas to sentindo meio que os sintomas, garganta escorrendo bem de leve e meio que um coceira BEM, mas BEM de leve um pouco acima da boca do estômago, como se tivesse iniciando uma vontade de tossir. Detalhe que o tempo aqui no RS ta uma m**** e sempre me ataco nessa época.

Torcer pra que fique tudo bem, to apavorado chapas. Minha irmã tem arritmia.
Consulta online e no site da Panvel vende e parcela acredito que independente da consulta em até 8x.
 

Giant Enemy Crab

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Definitivamente segunda onda.

Bateu recorde de infectados em Tokyo desde janeiro.
Sendo a primeira vez a passar dos 300 diarios.

15º dia seguido com mais de 100 por dia.


Mas, "apenas 59" pessoas estão internadas em estado grave,
mais de 6 meses desde o inicio da pandemia e agora se aproxima das 1000 mortes totais no Japão.
atualmente tem 992 pessoas vitimas da covid.


東京都 新たに366人感染確認 300人以上は初 新型コロナ
2020年7月23日 23時39分新型コロナウイルス
東京都は23日、都内で新たに366人が新型コロナウイルスに感染していることを確認したと発表しました。都内で一日の感染の確認が300人以上となるのは初めてです。
東京都は23日、都内で新たに10歳未満から90代までの男女合わせて366人が新型コロナウイルスに感染していることを確認したと発表しました。都内で一日の感染の確認が300人以上となるのは初めてで、これまでで最も多かった今月17日の293人を73人上回りました。また、100人以上となるのは15日連続です。

23日は、90代までのすべての年代で、22日より感染が確認された人が増えています。





日本国内の感染者数(NHKまとめ)
(7月24日午前0時時点の情報を表示/1日1回更新)

感染確認重症死亡退院
日本国内 ※2万8251人
前日比 +981人
59人992人
前日比 +2人
2万1035人
うちチャーター機14人
クルーズ船712人0人13人659人
 

Dathilot

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Sendo a primeira vez a passar dos 300 diarios.

15º dia seguido com mais de 100 por dia.


Mas, "apenas 59" pessoas estão internadas em estado grave,
mais de 6 meses desde o inicio da pandemia e agora se aproxima das 1000 mortes totais no Japão.
atualmente tem 992 pessoas vitimas da covid.


東京都 新たに366人感染確認 300人以上は初 新型コロナ
2020年7月23日 23時39分新型コロナウイルス
東京都は23日、都内で新たに366人が新型コロナウイルスに感染していることを確認したと発表しました。都内で一日の感染の確認が300人以上となるのは初めてです。
東京都は23日、都内で新たに10歳未満から90代までの男女合わせて366人が新型コロナウイルスに感染していることを確認したと発表しました。都内で一日の感染の確認が300人以上となるのは初めてで、これまでで最も多かった今月17日の293人を73人上回りました。また、100人以上となるのは15日連続です。

23日は、90代までのすべての年代で、22日より感染が確認された人が増えています。





日本国内の感染者数(NHKまとめ)
(7月24日午前0時時点の情報を表示/1日1回更新)

感染確認重症死亡退院
日本国内 ※2万8251人
前日比 +981人
59人992人
前日比 +2人
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クルーズ船712人0人13人659人
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