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Valkyria Chronicles I/II/III/IV + Valkyria Revolution

Razzee

Habitué da casa
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#1

Valkyria Chronicles
Valkyria of the Battlefield -Gallian Chronicles-




Datas de lançamento: 24/04/2008 (JP), 04/11/2008 (NA)
Gêneros: JRPG, Estratégia
Plataformas: PlayStation 3/4, PC, Switch
Distribuidor/desenvolvedor: SEGA
Idiomas (voz): Japonês, Inglês
Idiomas (texto): Japonês, Inglês, Espanhol (não-oficial)
O jogo se passa em uma versão ficcional da Europa, em 1935. Por conta de sua abundância do minério Ragnite, o qual pode ser refinado para um poderoso combustível, a nação neutra de Gallia se encontra sob ataque da Aliança Imperial do Leste Europeu, que atualmente está em guerra contra a Federação. Os jogadores tomam controle do esquadrão da mílicia de Gallia, dedicada a repelir a invasão.

No ano de 1935 E.C., o continente Europa é dominado por dois superpoderes. A Aliança Imperial Autocrática do Leste Europeu ao leste e uma comunidade de democracias espontaneamente aliadas conhecida como Federação Atlântica ao oeste. As economias de ambos os poderes dependem de um precioso minério multi-propósitos chamado Ragnite. A crescente escassez do recurso leva o Império a declarar guerra à Federação, provocando a Segunda Guerra Europeia. O Império usa de sua superioridade militar para rapidamente colocar a Federação na defensiva. Encorajado pelo seu progresso e momento, o Império decide invadir o neutro Principado de Gallia a fim de apoderar-se de seus ricos depósitos de Ragnite.
Quando as forças Imperiais lançam um ataque sobre a cidade fronteiriça Bruhl, Welkin Gunther, filho do último herói nacional de Gallia, General Belgen Gunther, é forçado a lutar por sua vida ao lado da capitã da guarnição da cidade, Alicia Melchiott. Junto da irmã adotada de Welkin, Isara, e fazendo uso de um tanque protótipo de Belgen da primeira guerra, o Edelweiss, eles escapam para a capital de Gallia, Randgriz, e subsequentemente afiliam-se à milícia do país. A Welkin é assignado o título de tenente e ele assume comando do recém-formado Esquadrão 7, com Alicia atuando como sua oficial não-comissionada. Inicialmente, membros do esquadrão questionam as qualificações de Welkin devido à sua falta de experiência em combate; no entanto, ele rapidamente adquire a confiança e lealdade do esquadrão com sua genialidade tática.


  • Feito por um time composto por desenvolvedores de Skies of Arcadia (os personagens Aika, Vyse e Fina aparecem nos dois jogos);
  • Surpreendente trilha sonora composta por Hitoshi Sakimoto;
  • CANVAS: uma engine gráfica única que produz imagens de tirar o fôlego que se parecem com pinturas em aquarela em movimento;

  • Gameplay único, combinando elementos dos gêneros TBS, RPG, RTS e TPS;

  • Fantasia inspirada pela Europa de 1930, tendo algumas questões raramente consideradas em jogos;
  • Dupla opção de áudio (pode-se escolher entre inglês e japonês);
  • Personalização: mais de 100 personagens personalizáveis permitem que os jogadores criem uma variedade de pelotões para atender às necessidades de cada batalha.






Valkyria Chronicles II
Valkyria of the Battlefield 2: Gallian Royal Military Academy




Datas de lançamento: 21/01/2010 (JP), 31/08/2010 (NA)
Gêneros: JRPG, Estratégia
Plataformas: PlayStation Portable/Vita/Vita TV
Distribuidor/desenvolvedor: SEGA
Idiomas (texto/voz): Japonês, Inglês
Situada dois anos após os eventos de Valkyria Chronicles, a história gira em torno de uma guerra civil dentro de uma pequena nação Europeia, Gallia. Um grupo rebelde formado por aristocratas insatisfeitos, soldados e cidadãos afins que se autodenominam o Exército Revolucionário de Gallia levanta-se em armas para realizar uma campanha de limpeza étnica contra os cidadãos de Gallia com a descendência Darcsen. No entanto, como a intensa luta contra o Império deixou o exército regular de Gallia em um estado crítico, inicialmente há pouco a se fazer para impedir que a insurreição ganhe impulso. As leis que impedem a formação de uma milícia nacional para combater os indivíduos rebeldes forçam o governo a colocar os cadetes da academia militar na linha de frente para combater e derrotar as forças do GRA.

A última carta que Avan Hardins recebeu de seu irmão fez menção a uma informação confidencial que ajudaria a garantir o futuro de Gallia. No entanto, a rebelião tomou conta em Gallia e Avan logo foi informado por Hubert Brixham, um instrutor em Lanseal, que Leon teria sido declarado morto em batalha. Avan se recusa a acreditar nisto e demandou conhecer os detalhes sobre a missão de Leon, mas Hubert foi incapaz de revelar mais informações. Indiferente, Avan se matricula em Lanseal com a esperança de seguir os passos do irmão e descobrir a verdade.
Durante o exame de admissão, Avan conhece Cosette Coalhearth, uma aspirante a médica, e Zeri, um Darcsen. Observando a rivalidade rapidamente desenvolvida entre Avan e Zeri, os três são colocados na mesma unidade. Os testes de Avan revelaram que ele poderia se adequar a qualquer uma das classes de combate e a ele foi dada a opção de alternar entre elas de acordo com a situação. Eles também o colocaram na Classe G, considerada pelo resto do corpo estudantil como um grupo de desajeitados e preguiçosos. Cosette e Zeri se juntaram a ele e não levou-se muito até serem confrontados por Juliana Everhart, representante da Classe A. Juliana fez pouco uso de seu tempo depreciando os novos cadetes e, embora surpresa pela relação de Avan com Leon, permaneceu indiferente. Enquanto discutiam, Avan é indicado como representante da Classe G por Cosette. Como nenhum outro estudante desejava assumir a responsabilidade, Avan não teve escolha além de aceitar.

  • Nova classe básica: Armored Tech;
  • A introdução de classes avançadas como AT Sniper, Gunner, Commando, Mauler, Fencer, entre outros;
  • Modo multi-player e cooperativo.








Valkyria Chronicles III
Valkyria of the Battlefield 3: Unrecorded Chronicles




Datas de lançamentos: 27/01/2011 (JP), 23/11/2011 (JP-E2)
Gêneros: JRPG, Estratégia
Plataformas: PlayStation Portable/Vita/Vita TV
Desenvolvedores: SEGA, Media.Vision
Distribuidor: SEGA
Idioma (voz): Japonês
Idiomas (texto): Japonês, Inglês (não-oficial)

Ocorrendo no mesmo período do primeiro jogo, Valkyria Chronicles III é uma história paralela que segue as proezas de um indesejado e castigado esquadrão do Exército de Gallia, durante a invasão imperial de 1935. Ordenados pelo exército de Gallia para executar as missões mais perigosas que o Exército e a Milícia não vão fazer, eles estão sempre preparados para a tarefa, exemplificado por seu lema, Altaha Abilia ("Sempre Pronto").

Kurt Irvin graduou-se como um dos melhores alunos da Academia Militar Lanseal Royal não muito antes da incursão Imperial sobre Gallia que ocorreu em 1935. Durante os primeiros estágios da invasão, Kurt lidera um esquadrão do Exército, desempenhando bem no campo de batalha sob comando direto do Major General Carl Isler. Por uma razão não clara, no entanto, Kurt é informado que ele foi acusado de traição. Sendo sua única opção alternativa a sua própria execução, Kurt é transferido para servir como o novo comandante do Esquadrão 422, o qual o líder anterior fora morto em um recente conflito. Enquanto inicialmente obtém pouco respeito da maioria de seus novos subordinados, ao longo dos seguintes meses suas habilidades de liderança transformam Nameless em uma força mais unida e coesiva. Contra unidades medianas do Império, o esquadrão rapidamente alcança uma série de vitórias, mas é consistentemente surpreendido ou superado pelo esquadrão de forças especiais Calamity Raven. O encontro face-a-face com seu líder, Dahau, inspira uma espécie de rivalidade dentro dele, ao ponto de derrotar Calamity Raven não ser apenas questão de proteger seus colegas, mas também um desafio a si mesmo superar as estratégias de Dahau.

SEGA revelou em meados de 2011 que, devido ao número de vendas decepcionante de Valkyria Chronicles II no ocidente, não há planos para lançar o terceiro jogo da franquia nos territórios US/EU, levando a uma campanha liderada por fãs. Um grupo de tradução de fãs lançou um patch de tradução de Inglês não-oficial para a versão Extra Edition do jogo em 25 de dezembro de 2013.
Em maio de 2016 a empresa fez uma pesquisa referente à opinião dos jogadores sobre a franquia, incluindo o interesse por novos ports/localização dos jogos para o ocidente.

  • Os três protagonistas principais têm um Special Power único durante a batalha usando uma pool separada dos Command Points, conhecida como SP ("Special Points");
  • O campo de batalha multi-instâncias de VC2 está de volta. Até 9 unidades podem ser usadas ao mesmo tempo, com o máximo de 5 por instância, um aumento de 6 e 5, respectivamente, comparado a VC2;
  • As unidades resgatadas por aliados agora precisam esperar apenas um turno (comparado a 2 de VC2), antes de retornar à batalha. Também não há penalidade que o impede de usar unidades que foram hospitalizadas. Supoe-se que esta limitação foi removida devido à escassez de membros no esquadrão;
  • Apesar de ainda não ser possível salvar durante a batalha, agora há mais de um slot.
Extra Edition (E2)
  • O jogo apresenta novos episódios e missões DLC pré-embaladas;
  • Os novos episódios incluem a ending da Imca, a missão da Carisa e um episódio protagonizado por Kurt e Gusurg;
  • As DLCs embaladas incluem: Kurt Irving's First Battle, The Secret of Her Powers, No.1 is Restless e Penalty Mission: The Barricaded Harbour.









Valkyria Revolution
Valkyria of the Azure Revolution




Datas de lançamento: 19/01/2017 (JP), 27/06/2017 (WW)
Gêneros: JRPG, Musou
Plataformas: PlayStation 4/Vita/Vita TV, Xbox One
Desenvolvedor: Media.Vision
Distribuidores: SEGA (JP/NA), Deep Silver (EU)
Idiomas (texto/voz): Japonês, Inglês
O Reino de Jutland está sob um bloqueio econômico por conta do Império Ruz, limitando seu abastecimento de ragnite e potencial de pesquisa. Os "Cinco Traidores" tomam vantagem da agressão do Império e levaram Jutland para a guerra contra o Império. No entanto, os Traidores têm um segredo, uma meta secundária... descobrir a localização de Maria Schmeichel e buscar vingança contra aqueles que se atreveram a sequestrá-la anos atrás. Inclui-se em seu planos de vingança eliminar todos os principais comandantes do Império que orquestraram a queima do orfanato (assassinando seus amigos órfãos dentro) que era o lar dos Cinco Traidores muitos anos atrás. A questão do jogo é determinar se os Traidores foram heróis que salvaram Jutland, ou manipuladores que influenciaram Jutland a uma guerra sangrenta por motivos pessoais.

Prólogo

Com a ascensão da alquimia e o desenvolvimento de tecnologia de mana, Europa passou por súbitas inovações industrializadas que a história viria a conhecer como "Azure Revolution".
A descoberta de ragnite mudou o mundo.
Infelizmente, a raridade deste misterioso minério azul desencadeou um recente desejo por guerra.

Um Período de Imperialismo
A Guerra da Libertação: uma invasão bárbara?
1853 EC, um século após a Azure Revolution. O Reino de Jutland, uma pequena nação na Europa, retalia contra a opressão econômica do Império Ruzi invadindo um de seus postos avançados. Cem anos após a Guerra da Libertação, o "Círculo dos Cinco", que instigaram este conflito, são conhecidos por historiadores como os vingativos Traidores.
É uma fábula que não pode ser contada sem traição.

O Reino de Jutland

Uma constitucional monarquia ao sul da Europa. É a amada pátria dos personagens principais nesta história. Apesar de sua rica história e recursos abundantes, é pobre em reservas de ragnite comparada a nações maiores. Em 1852 EC, o Bloqueio BRFH foi imposto sobre a população de Jutland pelas principais potências da Europa. Ruz embargou quaisquer e todas as importações de ragnite, alastrando a pobreza por todo o reino. Sem mana para prover suas fábricas ou trazer energia à população, até mesmo Elsinore, a cidade-capital, imergiu em escuridão.

O Círculo dos Cinco
O "Círculo dos Cinco", que incitaram o Reino de Jutland a declarar guerra ao Império Ruzi, foram marcados como Traidores. Antes que sua luta por vingança viesse a ser conhecida como a Guerra da Libertação, os Cinco Traidores eram simples órfãos procurando por respostas no decorrer de uma tragédia. Ao espalhar seus consideráveis talentos para as áreas política, econômica, de mídia e militar de Jutland, o Círculo dos Cinco conduziu um pequeno reino a desafiar um poderoso império.

Vanargand
Oficialmente conhecido como o Esquadrão Anti-Valkyria, esta unidade de elite foi formada para combater a Ceifadora de Ruz. Recrutados pela sua aptidão com ragnite, eles estavam entre os melhores alquimistas em Jutland. A pequena quantidade de ragnite que Jutland pôde poupar foi usada para forjar o armamento de mana. Esta tecnologia de mana deu a Vanargand o gume que precisava para se opor às numerosas hordas do Exército Ruz. Quando o Exército de Jutland foi confrontado por armamentos alquímicos, tanques com incomensurável poder destrutivo, Vanargand sozinha prostrou-se entre esses motores de cerco movidos a mana e os cidadãos de Jutland que juraram proteger.

Sistema
  • GOUACHE, estética inspirada em pintura - O sistema gráfico "GOUACHE", desenvolvido especialmente para este jogo, ilustra as comoventes batalhas e épica estória de uma forma artística, permitindo que uma palheta de cores única renderize os visuais em vívidos detalhes.
  • Armas alquímicas - Os armamentos de mana equipados por Vanargand, os heróis desta fábula, podem ser melhorados com ragnite.
  • Feitiços customizados - A palheta de batalha permite a você usar alquimia ao equipar ragnite. Cada tipo de ragnite possui um feitiço elemental associado a ele.
  • Melhorias de armas - Ragnite pode ser utilizado para desbloquear as árvores de habilidades para cada arma de mana do esquadrão, concedendo impulsos aos status e outras melhorias.
  • Obtendo Ragnite - Ragnite pode ser obtido a partir de inimigos abatidos, recompensas de missões, ou lojas. Ragnites droppados possuem diferentes ranks e habilidades adicionais associadas a eles. Ragnite também pode ser obtido ao trocar estilhaços de ragnite menores por um tipo aleatório de ragnite. Alguns tipos de ragnite apenas podem ser obtidos através de troca.
  • Otimize e coordene classes - Seus parceiros de esquadrão pertencem a uma das quatro classes disponíveis, cada uma com capacidades únicas. Alinhar a composição de seu time de acordo com a missão é a chave para a vitória.








Valkyria Chronicles IV
Valkyria of the Battlefield 4: Eastern Front




Datas de lançamento: 21/03/2018 (JP), 25/09/2018 (WW)
Gêneros: JRPG, Estratégia
Plataformas: PlayStation 4, Xbox One, Switch, PC
Desenvolvedor: SEGA
Distribuidores: Atlus (NA), SEGA (EU/JP)
Idiomas (voz): Japonês, Inglês
Idiomas (texto): Japonês, Inglês, Chinês, Coreano, Francês, Italiano, Alemão, Espanhol
É o ano 1935 EC...

O continente Europa está envolto nas chamas da Segunda Guerra Europeia entre a Federação Atlântica e a Aliança Imperial Autocrática do Oriente. Embora a Federação não meça esforços valentemente contra as forças do Império, a implacável máquina militar imperial ameaça consumi-los. Com a vitória escapando de seu alcance, a Federação executa a Operação Cruz do Norte: uma última tentativa de capturar a capital imperial e impor um fim à guerra.

O comandante Claude Wallace e seus leais amigos de infância no Esquadrão E são enviados para lutar pelo sucesso da desesperada operação, mas eles terão que suportar severos e arrepiantes elementos, ondas de soldados imperiais, e a aterrorizante Valkyria... e desvendar uma grave e terrífica verdade.

  • Uma história vinda de um tempo de guerra - Valkyria Chronicles 4 ocorre no mesmo período do Valkyria Chronicles original, mas se concentra em um elenco completamente novo de personagens principais. Os jogadores assumirão o impaciente, jovem comandante Claude Wallace, a extraordinária Riley Miller, especialista em engenharia e armas pesadas, o violento Darcsen Raz, a inexpressiva e furtiva franco-atiradora Kai Schulen, e outros mais. Juntos, eles irão experienciar as dolorosas realidades da guerra. Os laços de amizade do Esquadrão E sobreviverão ao campo de batalha congelado?
  • O sistema de batalha "BLiTZ" da próxima geração - O sistema de batalhas parte estratégia baseada em turnos, parte RPG e parte TPS em tempo real "BLiTZ" retorna ao campo. Os novos recursos incluem uma nova classe explosiva chamada Granadeiro, numerosas opções ofensivas/defensivas de apoio (navio de guerra), a oportunidade para uma unidade executar uma ação Last Stand antes da morte, e mais. Além disso, lute contra a ameaça imperial com mais unidades e mapas em maior escala jamais vistos.
  • CANVAS Aesthetics - O consolidado estilo visual desenhado à mão está de volta e revisado para a mais nova geração. Inspirado pelas composições de aquarela, a engine gráfica CANVAS mescla elementos visuais da realidade e imaginação para criar um expressivo mundo cheio de coloridas emoções. Assista à jornada do Esquadrão E que se desdobra como uma pintura interativa!
  • O retorno de um lendário compositor - O ilustre Hitoshi Sakimoto, compositor original de Valkyria Chronicles e incontáveis outras emocionantes épicas, retorna para prover uma extensa trilha sonora orquestral para o jogo.


 
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#3
Série maravilhosa. Espero que remasterizem o 2 e o 3 (e finalmente tragam o melhor deles de forma oficial pro Ocidente). To com o Revolution aqui mas nem comecei ainda, quero ver se é o que pregam ou se exageraram (o que quase sempre acontece).

VC 3 >> 2 > 1 (sim, polêmico, mas gosto pra caramba do 2).
 

Wein

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#4
Muito bom tópico.

Terminei VC 1 e 2, preciso jogar o 3 qualquer dia desses.

O 1º é maravilhoso, enredo, personagens, sistema de batalha, jogo bem acima da média, o 2º já achei meio tedioso em algumas partes e também bastante repetitivo, o sistema de classes foi boa adição no entanto.

Revolutions planejo passar bem longe.
 

Léo Stanbuck

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#5
Considero Valkyria Chronicles o melhor jogo do PS3 que joguei. Único, com ótimo storytelling, jogabilidade magistral, trilha sonora linda. Para mim é um dos grandes clássicos dos ultimos anos.

O Valkyria Chronicles 2 é ótimo, joguei e apreciei cada minuto. Um pouco repetitivo, mas quando comecei a dar uma enjoada eu já estava no final.

O 3 ainda não joguei, mas penso em fazer esse ou ano que vem, já que o backlog é gigante.

Quanto aos outros dois, pretendo jogar no PS4 mesmo, só que ainda nem tenho o console.

Quando leio pessoas falando que a SEGA não faz mais coisa boa chega a dar um embrulho no meu estomago. Este é, junto com Phantasy Star, a melhor série da SEGA na minha opinião.

No mais, bom tópico. O OP tem tudo para ser muito bom para o fórum.
 


teo77

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#11
Parabéns pelo tópico op. Eu mesmo tinha ficado perdido com os jogos e não sabia da existência do 2 e do 3. Backlog, aí vamos nós.

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Ultima Weapon

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#12
Lembrando que o patch não oficial pra Valkyria 3 Extra Edition contempla todo o jogo base e tudo o que envolve o gameplay dos dlc's, em japonês só fica a história dos vários dlc's pagos (os não inclusos no pack da Extra Edition) porém dá pra jogá-los (e assim desbloquear todos os itens e personagens adicionais) sem dificuldade alguma.
A obra-prima da franquia e não boto fé que algum dia exista uma tradução oficial.

Acho melhor jogar os games em sequência. O primeiro game apesar de conter os maiores mapas da trilogia tem menos recursos de combate do que o 2, que por sua vez foi superado pelo terceiro tanto nessa quantidade de opções em batalha quanto na maior variedade e tamanho de mapas.
Em história todos correm paralelamente mas por conta das interações raras com as equipes dos outros jogos faz mais sentido 1->2->3. O enredo do 2 acho fraco (bastante foco nos personagens, história ficou em segundo plano), o do 1 é muito bom e do 3 excelente.

Revolution ainda não adquiri, tenho boa expectativa apesar de parecer bem limitado tecnicamente.
 
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#14
Aliás, essa data de lançamento de Valkyria Chronicles 4 está certa? Uma dia depois de Yakuza 6?
Assim fico falido, dona Sega!
 

Mr.Do

Bam-bam-bam
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#16
@Razzee , Parabéns pelo excelente tópico para este game absurdamente lindo!
Além de contar com uma arte primorosa, tem uma jogabilidade legal, e uma história bem instigante.
Parabéns mesmo!
Precisamos de mais tópicos assim.
 
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#17
Lindos jogos quererem tópicos dignos. Parabéns pela iniciativa. Mal posso esperar para jogar o 4.

Joguei e me emocionei no valkyria chronicles 1. É uma obra única para o seu tempo e de todos os tempos que tenho lembrança, tanto que comprei o remaster para rejogar essa pérola. O VC2 eu estou bem longe e travado em uma missão insanamente difícil.
 

Léo Stanbuck

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#18
Lindos jogos quererem tópicos dignos. Parabéns pela iniciativa. Mal posso esperar para jogar o 4.

Joguei e me emocionei no valkyria chronicles 1. É uma obra única para o seu tempo e de todos os tempos que tenho lembrança, tanto que comprei o remaster para rejogar essa pérola. O VC2 eu estou bem longe e travado em uma missão insanamente difícil.
Opa, qual missão?

Se duvidar podemos ajudar com dicas.

Sempre digo que neste jogo sniper é deus, junto com aquela classe que ataca de perto.

Sniper mesmo é roubado demais.

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#19
Opa, qual missão?

Se duvidar podemos ajudar com dicas.

Sempre digo que neste jogo sniper é deus, junto com aquela classe que ataca de perto.

Sniper mesmo é roubado demais.

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Te digo mais tarde que eu trouxe para o trabalho o psp2k e ele está no GO. Eu até me humilhei em ver um vídeo no yt pra saber se estava fazendo algo errado. O carinha do vídeo estava bem mais poderoso que o meu, embora essa tenha sido a primeira missão que eu tive dificuldade extrema.
 

Léo Stanbuck

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#20
Te digo mais tarde que eu trouxe para o trabalho o psp2k e ele está no GO. Eu até me humilhei em ver um vídeo no yt pra saber se estava fazendo algo errado. O carinha do vídeo estava bem mais poderoso que o meu, embora essa tenha sido a primeira missão que eu tive dificuldade extrema.
Eu tava passando trabalho no jogo até aprendet a evoluir as classes. Depois disso a dificuldade sumiu. Mas eu não me importo de procurar ajuda quando preciso. Pra derrotar o ultimo chefe vi um faqs na caruda.

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#21
Eu tava passando trabalho no jogo até aprendet a evoluir as classes. Depois disso a dificuldade sumiu. Mas eu não me importo de procurar ajuda quando preciso. Pra derrotar o ultimo chefe vi um faqs na caruda.

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Eu não vejo problema em quem faz isso, acontece que eu sou do tempo das revistas. Informação apenas quando vinha na gamers ou perguntando para um amigo. Ver vídeos e saber exatamente o que fazer tira um pouco da graça do jogo IMO.
 
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#23
kkkkkkk
Um dos melhores que você jamais vai jogar. Fez meus olhos suarem em uma ocasião bem específica. Te recomendo fortemente comprar esse remaster e jogar sempre emprestar antes de terminá-lo. É um dos jogos que tenho muitos ciúmes até de emprestar, visto que a versão do ps3 dele é um tanto rara.
 

Link_1998

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#27
Hahah eu não sou mto ligado às coisas que a Sega fez no passado, nem ligo pra Sonic por ex, então tanto faz pra mim.
Só sei que amo Valkyria Chronicles, Yakuza e, porque não, Football Manager (publicado pela Sega :ksafado).
Valkyria Chronicles e Yakuza são séries fodásticas , a Sega parece ter os estúdios prontos só para cuidar delas.
 

Azeon

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#29
Vai rolar remaster ? Pra quais plataformas ?
Sempre quis dar uma chance para essa série mas acho que no PS3 só saiu o 3 algo assim, lembro que perdi o início.
 
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#31
Excelente tópico. O triste da franquia é que pegou sequências principais e lançou apenas nos portáteis, o que é uma pena. Por conta disso só joguei o primeiro e adorei. O II e o III eu vou ignorar por que é para portátil, mas o IV eu devo comprar.

O Valkyria Revolution é mais ou menos um sin-off, pois foge do padrão estratégia para algo meio musou. Eu não curto musou, mas devo pegar esse mesmo assim quando terminar de detonar alguns games do meu backlog.
 

Léo Stanbuck

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#34
Excelente tópico. O triste da franquia é que pegou sequências principais e lançou apenas nos portáteis, o que é uma pena. Por conta disso só joguei o primeiro e adorei. O II e o III eu vou ignorar por que é para portátil, mas o IV eu devo comprar.

O Valkyria Revolution é mais ou menos um sin-off, pois foge do padrão estratégia para algo meio musou. Eu não curto musou, mas devo pegar esse mesmo assim quando terminar de detonar alguns games do meu backlog.
Faz mal de deixar passar eles. São ótimos jogos.

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