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vape é coisas de geração Z?

Senhor Catástrofe

Bam-bam-bam
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meu deus quase comprei um vape

algum de vcs, noobs, usam essa m****?

tem um jeito de usar isso pra ficar chapado sem usar drogas ilicitas?

ps: nunca fumei nem singarro
 


PocketCrocodile

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azideia garai

R.7dad911a91da37d666e3bf0b18b36ab5
 


nettboxBR

Bam-bam-bam
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Nem Derby tem mais. Agora virou Kent.

:klol
Agora o negócio são os paraguaios Eight e Gift. Acabou o glamour
Serio isso? Igual o Carlton que virou Dunhill? Nao sabia dessa do Kent, estão acabando com a historia do cigarro


E para o criador do tópico: Não compre se vc não fumava cigarro, pode virar um vicio desnecessário

Mas se mesmo assim quiser comprar, recomendo o Xros e use apenas NIc salt, escolhe os de 35mg de nicotina que ja é mais do que suficiente. Nao vai ficar chapado mas vai dar aquela queda de pressão igual o cigarro
 

antonioli

O Exterminador de confusões
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Serio isso? Igual o Carlton que virou Dunhill? Nao sabia dessa do Kent, estão acabando com a historia do cigarro


E para o criador do tópico: Não compre se vc não fumava cigarro, pode virar um vicio desnecessário

Mas se mesmo assim quiser comprar, recomendo o Xros e use apenas NIc salt, escolhe os de 35mg de nicotina que ja é mais do que suficiente. Nao vai ficar chapado mas vai dar aquela queda de pressão igual o cigarro
O Kent não só substituiu o Derby como o Free também :klolz

Parece que mataram o Hollywood e virou Lucky Strike também.
 

geist

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Na minha época coisa de fresco era isso aqui:

5062203_2.jpg



Quando estou afim, compro solto ou uma carteira de Ritz/Dunhill.
 

geist

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Serio isso? Igual o Carlton que virou Dunhill? Nao sabia dessa do Kent, estão acabando com a historia do cigarro


E para o criador do tópico: Não compre se vc não fumava cigarro, pode virar um vicio desnecessário

Mas se mesmo assim quiser comprar, recomendo o Xros e use apenas NIc salt, escolhe os de 35mg de nicotina que ja é mais do que suficiente. Nao vai ficar chapado mas vai dar aquela queda de pressão igual o cigarro
O Kent não só substituiu o Derby como o Free também :klolz

Parece que mataram o Hollywood e virou Lucky Strike também.

A Souza Cruz (hoje BAT - British American Tobacco) internacionalizou as marcas.
Pude fazer um trabalho sobre a empresa (e um pouco do mercado de cigarros no Brasil) e entender melhor esse meio.

Infelizmente, graças ao Estado, a comercialização de cigarro contrabandeado só cresce, sem contrapartida em impostos.
Outra coisa interessante: se fala tanto da indústria tabagista, mas o que ela paga em impostos SOZINHA sustentaria com sobras o tratamento em hospital de ponta TODOS os consumidores de seus produtos (ainda que nem tudo dê para correlacionar ao fumo como causa). Porém, os impostos NÃO são vinculados ao SUS (vejam só que coisa... :viraolho).
 
Ultima Edição:

nettboxBR

Bam-bam-bam
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O Kent não só substituiu o Derby como o Free também :klolz

Parece que mataram o Hollywood e virou Lucky Strike também.
Essa do Lucky eu nao sabia tb, desde que vi cigarro na minha frente ja existia o Lucky e eu jurava que o Hollywood existia junto

Ainda existe o BRABO Covair? Eu tinha um pedreiro que só usava essa porcaria hahaha

A Souza Cruz (hoje BAT - British American Tobacco) internacionalizou as marcas.
Pude fazer um trabalho sobre a empresa (e um pouco do mercado de cigarros no Brasil) e entender melhor esse meio.
legal ein, nao sabia dessa. Depois conta mais desse trabalho ai pra gente, sempre bom entender um mercado como esse, as vezes nao faz diferença diretamente no que a gente trabalha mas já te abre os olhos pra muita coisa de outros mercados
 

nettboxBR

Bam-bam-bam
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A Souza Cruz (hoje BAT - British American Tobacco) internacionalizou as marcas.
Pude fazer um trabalho sobre a empresa (e um pouco do mercado de cigarros no Brasil) e entender melhor esse meio.

Infelizmente, graças ao Estado, a comercialização de cigarro contrabandeado só cresce, sem contrapartida em impostos.
Outra coisa interessante: se fala tanto da indústria tabagista, mas o que ela paga em impostos SOZINHA sustentaria com sobras o tratamento em hospital de ponta TODOS os consumidores de seus produtos (ainda que nem tudo dê para correlacionar ao fumo como causa). Porém, os impostos NÃO são vinculados ao SUS (vejam só que coisa... :viraolho).
Agora que vi teu edit, tem algum artigo publicado sobre isso? Nao estou duvidando de vc, é apenas pra defender o ponto com provas quando eu for passar essa informação pra frente

Cigarro é 90% imposto eu acho, tenho certeza que paga sim o tratamento
 

Baneman

Discípulo de São Jorge
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Agora que vi teu edit, tem algum artigo publicado sobre isso? Nao estou duvidando de vc, é apenas pra defender o ponto com provas quando eu for passar essa informação pra frente

Cigarro é 90% imposto eu acho, tenho certeza que paga sim o tratamento
Cara, é um assunto polêmico.
Mas acho que a arrecadação de impostos não é suficiente pra cobrir os gastos não, é de difícil mensuração pq não necessariamente câncer de pulmão = fumante.
Mas vou procurar alguns dados a respeito e posto depois.

Enviado de meu SM-G9600 usando o Tapatalk
 

Bisnaga Louca

Bam-bam-bam
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Só sei que meu cigarro principal agora é o rothmans international, que dizem que eu deveria chamar de hilton.

mas porra, todo cigarro tá com o nome errado hoje em dia :klolz
 

nettboxBR

Bam-bam-bam
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Cara, é um assunto polêmico.
Mas acho que a arrecadação de impostos não é suficiente pra cobrir os gastos não, é de difícil mensuração pq não necessariamente câncer de pulmão = fumante.
Mas vou procurar alguns dados a respeito e posto depois.

Enviado de meu SM-G9600 usando o Tapatalk
Eu sei que são tratamentos extremamente caros, medicina no Brasil é cara demais

Mas ele citou cobrir tratamento dos seus consumidores, tenho amigos que fumam 1 carteira por dia(as vezes até mais), isso num ano da bastante coisa. Imagina nos tantos anos que a pessoa fuma até aparecer algo... É uma grana absurda

Mas também estou no aguardo dos dados pra poder repassar a informação pra frente
 

geist

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Só sei que meu cigarro principal agora é o rothmans international, que dizem que eu deveria chamar de hilton.

mas porra, todo cigarro tá com o nome errado hoje em dia :klolz

Bom também.
Mas eu prefiro Ritz porque lembro de meu pai. Infelizmente não tem sido fácil encontrar e eu só fumo na rua (meio escondido). Minha família não sabe.
 

johnhartigan

Bam-bam-bam
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Eu comprei um pra tentar parar de fumar, parece estranho né, vantagem é que dois duas baforadas e largo do lado, cigarro tinha que fumar até o final, está ajudando parece, mas quando bebo compro uma carteira de paiero e descamba tudo.
 

Senhor Catástrofe

Bam-bam-bam
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galera fumante, eu sou anti tabaco, criei esse tópico pq tava bem louco, mas prometo evitar de fazer isso novamente e ficar só no tópico dos bebados



recomendo ouvir esse episódio do scicast, fala, inclusive, dos riscos dos vapes

quão chapado vc tava qnd fez esse tópico?

muito, pra ter ideia minhas mãos tão dormentes até agora kkkk

Nem Derby tem mais

magalzão chora


E para o criador do tópico: Não compre se vc não fumava cigarro, pode virar um vicio desnecessário

não vou comprar, era pira de bebado kkkk

odeio fumaça
 

nettboxBR

Bam-bam-bam
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galera fumante, eu sou anti tabaco, criei esse tópico pq tava bem louco, mas prometo evitar de fazer isso novamente e ficar só no tópico dos bebados



recomendo ouvir esse episódio do scicast, fala, inclusive, dos riscos dos vapes



muito, pra ter ideia minhas mãos tão dormentes até agora kkkk



magalzão chora




não vou comprar, era pira de bebado kkkk

odeio fumaça

:kkk

Não sabia que tinha tópico dos bêbados aqui
 

geist

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Essa do Lucky eu nao sabia tb, desde que vi cigarro na minha frente ja existia o Lucky e eu jurava que o Hollywood existia junto

Ainda existe o BRABO Covair? Eu tinha um pedreiro que só usava essa porcaria hahaha


legal ein, nao sabia dessa. Depois conta mais desse trabalho ai pra gente, sempre bom entender um mercado como esse, as vezes nao faz diferença diretamente no que a gente trabalha mas já te abre os olhos pra muita coisa de outros mercados


Quanto à estrutura do mercado brasileiro de cigarros, são dados:


    • Há 15 fabricantes de cigarros autorizados no Brasil, o que caracteriza um oligopólio. Na prática, porém, a situação está mais próxima do duopólio, com quase 99% do mercado sendo disputado entre a Souza Cruz (Grupo BAT) e a Philip Morris (Grupo Altria);

    • Alguns fabricantes também estão autorizados a importar, totalizando 10 empresas que realizam esse serviço;

    • O oligopólio é diferenciado, visto que os produtos, embora semelhantes, não são idênticos;

    • Há barreiras legais que dificultam a entrada de novas empresas no mercado;

    • Há um oligopsônio, como no caso do fumo, cujo preço é determinado pelos demandantes, o que dificulta a entrada no mercado para novos compradores;

    • O número de consumidores hoje no Brasil é de cerca de 22 milhões de pessoas, pouco mais de 10% da população. Apesar das campanhas antifumo, esse número tende a aumentar, seguindo estimativa mundial da Organização das Nações Unidas – ONU, em 2050 haverá de 1,5 a 2,2 bilhões de fumantes no mundo. Trata-se de um considerável crescimento, visto que hoje o número está próximo de 1 bilhão de fumantes;

    • O preço mínimo do maço de cigarros, estabelecido pelo Governo, é de R$ 5,00 e a tributação sobre o produto chega a pouco mais de 80% sobre esse valor;

    • O governo utiliza o montante arrecadado com previdência social, saúde e seguro-desemprego, sem vinculação, ou seja, nem todo imposto arrecadado é destinado à saúde pública, podendo ser remanejado para outras finalidades.
Quanto ao câmbio, taxa básica de juros e outros fatores macroeconômicos:


    • O câmbio impacta diretamente as atividades da empresa, visto que grande parte de sua produção de fumo e cigarros é exportada;

    • A taxa básica de juros também influencia nas vendas, já que seu aumento pode significar maior dificuldade no acesso ao crédito por ela própria e pelos compradores;

    • A concorrência desleal manifesta pelo mercado ilegal de cigarros (contrabandeados principalmente do Paraguai) não pode ser ignorada e já é estimada em 29% do volume consumido. A situação socioeconômica brasileira impacta nesse índice, agravando o quadro. Isso afeta a demanda pelo preço e a queda da renda também é favorável ao comércio ilegal;

    • O Brasil é uma das maiores economias do mundo e o maior produtor, consumidor e exportador de cigarros da América Latina;
Considerando esses fatores, a redução da quantidade demandada advém de políticas públicas antitabagistas e do aumento forçado de preço, seja estabelecendo um preço mínimo, seja com o aumento dos tributos. Essa questão é particularmente sensível levando-se em conta que alguns especialistas consideram o tabaco como uma “porta de entrada” a outras substâncias prejudiciais, principalmente entre adolescentes, mais sensíveis ao preço dos cigarros. Ou seja, a situação deixa de ser meramente econômica e se torna também social.
O grupo depreendeu que essa situação força o preço e a quantidade de equilíbrio dos cigarros a se estabelecer em um patamar diferente do que se houvesse um mercado livre. Outro ponto é que o cigarro pode ser considerado um produto necessário a quem fuma, devido ao vício. Por isso tende a ter demanda inelástica, apesar da diferentes marcas de cigarro à venda, o usuário se apega a uma com característico sabor, ou seja, a demanda do produto é afetada pelo vício que ele inerentemente provoca, contrabalanceada pela contrapropaganda e leis restritivas de consumo.

Quanto aos fatores microeconômicos, se destacam:
  • A Souza Cruz detém seis das dez marcas mais vendidas de cigarros no Brasil;
  • O lucro líquido da empresa em 2014 foi de R$ 1,714 bilhão;
  • A Souza Cruz conta com cerca de 6.500 colaboradores diretos e 240.000 indiretos;
  • Em 2014 foram comercializados pela empresa 108,6 mil toneladas de tabaco no mercado externo, contribuindo para o Brasil manter sua posição de líder mundial na exportação do produto;
  • A produção anual atual de cigarros pela companhia é de 90 bilhões de unidades, aproximadamente;
- A empresa possui mais de 78% de participação (market share) no mercado formal e mais de 60% de participação no mercado total de cigarros industrializados.

...


A Empresa Junto aos stakeholders:
  • A empresa opera em todo o país, junto a mais de 300 mil varejistas, espalhados por 5 mil municípios e uma rede de centenas de transportadoras, a maior entre todas as empresas do grupo British American Tobacco;
  • Em 2014 a Souza Cruz levou renda para 80% das cidades brasileiras e pagou mais de 10 bilhões de reais em impostos;
  • O número de famílias produtoras de fumo é da ordem de 144 mil em 2016, na região sul. A fumicultura traz boa rentabilidade aos produtores sulistas, com média de preço de 9,96 por quilo, sendo que mil pés rendem de 150 a 240 quilos, dependendo do clima e da variedade plantada. A empresa atua em todas as etapas da cadeia produtiva do setor e mantém parceria técnico-comercial com milhares de produtores;
  • A Souza Cruz está entre as 10 maiores contribuintes de tributos do país;
  • O produto deve obedecer a rigoroso padrão de qualidade, não apenas por aspectos legais, mas pelo apurado sentido do consumidor a alterações de sabor;
  • Há certo conflito moral e ético velado, pela oferta de produto maléfico à saúde e a relação da empresa com o consumidor. Apesar dela não esconder isso, tenta salientar os aspectos positivos do produto e de sua atuação no país.

Só pra contextualizar, o valor pago em impostos diretos foi 10% de TODO o orçamento do SUS em 2014.
O trabalho é de 2016, tem muito conteúdo ainda precisando ser melhor analisado, fiquei com isso guardado para talvez colocar em um livro (muito incentivado por um colega), mas não mexi mais desde então...
 

marunogalicia1987

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fumava 2 maços por dia, agora só vape. vantagem é que não fica fedendo e não fode o fôlego, fora que não incomoda os outros (pelo menos no meu núcleo). caguei se é coisa de millenium ou coisa assim, isso só tem relevância na internet. muita gente que inventou de fumar maconha nisso ae teve morte instantânea
 

Ex-peão louco

Mad Spy
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Quanto à estrutura do mercado brasileiro de cigarros, são dados:


    • Há 15 fabricantes de cigarros autorizados no Brasil, o que caracteriza um oligopólio. Na prática, porém, a situação está mais próxima do duopólio, com quase 99% do mercado sendo disputado entre a Souza Cruz (Grupo BAT) e a Philip Morris (Grupo Altria);
    • Alguns fabricantes também estão autorizados a importar, totalizando 10 empresas que realizam esse serviço;
    • O oligopólio é diferenciado, visto que os produtos, embora semelhantes, não são idênticos;
    • Há barreiras legais que dificultam a entrada de novas empresas no mercado;
    • Há um oligopsônio, como no caso do fumo, cujo preço é determinado pelos demandantes, o que dificulta a entrada no mercado para novos compradores;
    • O número de consumidores hoje no Brasil é de cerca de 22 milhões de pessoas, pouco mais de 10% da população. Apesar das campanhas antifumo, esse número tende a aumentar, seguindo estimativa mundial da Organização das Nações Unidas – ONU, em 2050 haverá de 1,5 a 2,2 bilhões de fumantes no mundo. Trata-se de um considerável crescimento, visto que hoje o número está próximo de 1 bilhão de fumantes;
    • O preço mínimo do maço de cigarros, estabelecido pelo Governo, é de R$ 5,00 e a tributação sobre o produto chega a pouco mais de 80% sobre esse valor;
    • O governo utiliza o montante arrecadado com previdência social, saúde e seguro-desemprego, sem vinculação, ou seja, nem todo imposto arrecadado é destinado à saúde pública, podendo ser remanejado para outras finalidades.
Quanto ao câmbio, taxa básica de juros e outros fatores macroeconômicos:


    • O câmbio impacta diretamente as atividades da empresa, visto que grande parte de sua produção de fumo e cigarros é exportada;
    • A taxa básica de juros também influencia nas vendas, já que seu aumento pode significar maior dificuldade no acesso ao crédito por ela própria e pelos compradores;
    • A concorrência desleal manifesta pelo mercado ilegal de cigarros (contrabandeados principalmente do Paraguai) não pode ser ignorada e já é estimada em 29% do volume consumido. A situação socioeconômica brasileira impacta nesse índice, agravando o quadro. Isso afeta a demanda pelo preço e a queda da renda também é favorável ao comércio ilegal;
    • O Brasil é uma das maiores economias do mundo e o maior produtor, consumidor e exportador de cigarros da América Latina;
Considerando esses fatores, a redução da quantidade demandada advém de políticas públicas antitabagistas e do aumento forçado de preço, seja estabelecendo um preço mínimo, seja com o aumento dos tributos. Essa questão é particularmente sensível levando-se em conta que alguns especialistas consideram o tabaco como uma “porta de entrada” a outras substâncias prejudiciais, principalmente entre adolescentes, mais sensíveis ao preço dos cigarros. Ou seja, a situação deixa de ser meramente econômica e se torna também social.
O grupo depreendeu que essa situação força o preço e a quantidade de equilíbrio dos cigarros a se estabelecer em um patamar diferente do que se houvesse um mercado livre. Outro ponto é que o cigarro pode ser considerado um produto necessário a quem fuma, devido ao vício. Por isso tende a ter demanda inelástica, apesar da diferentes marcas de cigarro à venda, o usuário se apega a uma com característico sabor, ou seja, a demanda do produto é afetada pelo vício que ele inerentemente provoca, contrabalanceada pela contrapropaganda e leis restritivas de consumo.

Quanto aos fatores microeconômicos, se destacam:
  • A Souza Cruz detém seis das dez marcas mais vendidas de cigarros no Brasil;
  • O lucro líquido da empresa em 2014 foi de R$ 1,714 bilhão;
  • A Souza Cruz conta com cerca de 6.500 colaboradores diretos e 240.000 indiretos;
  • Em 2014 foram comercializados pela empresa 108,6 mil toneladas de tabaco no mercado externo, contribuindo para o Brasil manter sua posição de líder mundial na exportação do produto;
  • A produção anual atual de cigarros pela companhia é de 90 bilhões de unidades, aproximadamente;
- A empresa possui mais de 78% de participação (market share) no mercado formal e mais de 60% de participação no mercado total de cigarros industrializados.

...


A Empresa Junto aos stakeholders:
  • A empresa opera em todo o país, junto a mais de 300 mil varejistas, espalhados por 5 mil municípios e uma rede de centenas de transportadoras, a maior entre todas as empresas do grupo British American Tobacco;
  • Em 2014 a Souza Cruz levou renda para 80% das cidades brasileiras e pagou mais de 10 bilhões de reais em impostos;
  • O número de famílias produtoras de fumo é da ordem de 144 mil em 2016, na região sul. A fumicultura traz boa rentabilidade aos produtores sulistas, com média de preço de 9,96 por quilo, sendo que mil pés rendem de 150 a 240 quilos, dependendo do clima e da variedade plantada. A empresa atua em todas as etapas da cadeia produtiva do setor e mantém parceria técnico-comercial com milhares de produtores;
  • A Souza Cruz está entre as 10 maiores contribuintes de tributos do país;
  • O produto deve obedecer a rigoroso padrão de qualidade, não apenas por aspectos legais, mas pelo apurado sentido do consumidor a alterações de sabor;
  • Há certo conflito moral e ético velado, pela oferta de produto maléfico à saúde e a relação da empresa com o consumidor. Apesar dela não esconder isso, tenta salientar os aspectos positivos do produto e de sua atuação no país.

Só pra contextualizar, o valor pago em impostos diretos foi 10% de TODO o orçamento do SUS em 2014.
O trabalho é de 2016, tem muito conteúdo ainda precisando ser melhor analisado, fiquei com isso guardado para talvez colocar em um livro (muito incentivado por um colega), mas não mexi mais desde então...

Bom trabalho pra um lobista.
:coolface
Mas sério, vc trabalha pra Souza Cruz?
 

proximus-one

Bam-bam-bam
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Quem fuma engata a ré no kibe. Só para (re)lembrá-los.

Fikem cu deus aí parças!!
 
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