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Análise de Ghost Recon: Future Soldier

ragecom

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Tom Clancy's Ghost Recon: Future Soldier é um TPS tático de 2012. Ele foi desenvolvido pelos estúdios de Paris e Bucareste da Ubisoft, tendo sido publicado pela própria Ubisoft pra PS3, XBox 360 e Windows. Como o nome sugere, essa é uma pegada futurista na série Ghost Recon. O jogo foi dirigido por Jean-Marc Geffroy. Antes de Future Soldier, ele tem mais créditos como produtor, tendo atuado em jogos como Rayman Origins e Driver: San Francisco. Geffroy retornaria série Ghost Recon como um dos diretores em Wildlands. Outro nome importante é o de Éric Couzian, que já tinha trabalhado Might & Magic: Heroes VI. Ele também viria a dirigir Wildlands e Breakpoint.

Cronologicamente, não é tão fácil situar a história de Future Soldier dentro dos demais Ghost Recons. Pelo que eu posso observar, o jogo, no máximo, se passa pouco tempo antes ou pouco tempo depois de Ghost Recon Wildlands, porque lá, Kozak é referenciado por nome, num diálogo dizendo que ele tinha se separado da esposa. Esse trecho de conversa mostra, pelo menos, que durante os acontecimentos de Wildlands, Kozak já era adulto no mínimo, e já tava envolvido com os Ghosts, só que em outra equipe. Voltando a Future Soldier: a primeira missão mostra uma ação da equipe ghost Predator na Nicarágua. A missão era interceptar traficantes de armas, mas dá tudo errado porque tinha uma bomba no comboio e todo o esquadrão Predator morre. Assim, o Major Scott Mitchell envia uma nova equipe de ghosts pra Bolívia, onde acredita-se que o traficante Gabriel Paez tenha informações sobre essa bomba. Você joga com John Kozak, que é integrante num time de quatro num esquadrão ghost: a equipe Hunter. Esses ghosts são tu, Ghost Leader, Pepper e 30K. Prendendo Paez, o jogo prossegue com uma sequência de missões para rastreamento da bomba, o que revela todo um esquema de desestabilização internacional. Essas missões se passam em vários locais diferentes como a Nigéria, Paquistão e Rússia. É uma história bem legal e convincente. Não espera-se menos de um enredo inspirado na obra de Tom Clancy, que por sinal, tá creditado como um dos autores. Ele ainda era vivo quando o jogo foi lançado, mas eu não encontrei uma confirmação em lugar nenhum se realmente ele meteu o dedo no script. Richard Dansky e David Neiss são dois dos outros quatro escritores do jogo, e são os que tem mais experiência. Dansky, por exemplo, já tinha escrito em Rainbow Six 3: Raven Shield e Splinter Cell: Double Agent, e também criaria parte dos roteiros de The Division 1 e 2. Uma curiosidade: se quando eu falei de Scott Mitchell, ativou alguma memória no seu cérebro, mesmo tu nunca tendo jogado Future Soldier, é porque ele é um personagem recorrente. Ele é o protagonista em Ghost Recon 2 e é referenciado em vários jogos da franquia. Nas outras continuidades dos trabalhos inspirados na obra literária de Tom Clancy, Scott Mitchell também tem aparições ou menções em EndWar e HAWX.
 
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