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constatine

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Essas denúncias públicas de estupro deveriam ter pena equivalente à do crime do estupro. Claramente não sofreu nenhuma sanção, no máximo teve que pagar indenização pífia.

E se ela tivesse sucesso nessa acusação... Como é que fica a imagem dele daqui para frente... E tudo que ele teve que aturar de ameaças e injurias no decorrer dos anos desde que esse processo tramitava... E o psicológico do sujeito?
 
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constatine

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O santuário animal espanhol que viralizou após separar os galos para que as galinhas não sejam violadas
86732
Um coletivo espanhol chamado Almas Veganas, que se define como "antiespecista, transfeminista e libertário", tornou-se viral nas redes sociais depois de um vídeo no qual dois de seus membros afirmam que, no abrigo de animais que criaram -o qual chamam de santuário animal- separaram as galinhas dos galos para evitar que elas fossem violadas. O reboliço nas redes sociais foi considerável, e a maioria dos comentários do vídeo consiste em zombaria.

As jovens ativistas explicaram que tentam dar "uma vida decente" aos animais que vêm de fazendas onde foram exploradas anteriormente, e vários meios de comunicação espanhóis ecoaram a história em todo o país.

Dado o escopo que o conteúdo do vídeo estava tendo e a intensidade de feedback negativo que gerou, os membros do santuário deletaram o vídeo (mostrado acima) e decidiram gravar um segundo vídeo, no qual denunciam novamente as condições de superlotação às quais estão sujeitos galinhas em granjas -conhecidas como "verdadeiros campos de concentração"- e nas quais afirmam que "comer ovos gera a exploração de galinhas desde o nascimento até a morte".


- "Nem as galinhas nem os animais deste planeta são um recurso ou um produto", diz uma das protagonistas, que acusa o sistema econômico capitalista de normalizar o consumo de animais para fins alimentares e ter como única prioridade o benefício econômico, mesmo quando isso é alcançado "à custa da coisificação, da escravidão e do assassinato de milhões de animais todos os dias".
https://www.mdig.com.br/index.php?itemid=47352&fbclid=IwAR2mmSBt7xKLKSvf5BnMXVVi16zoFtno8rJ-RqiQisDSKorm-4RCKFD6AGg
 

alucardlv1313

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O santuário animal espanhol que viralizou após separar os galos para que as galinhas não sejam violadas
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Um coletivo espanhol chamado Almas Veganas, que se define como "antiespecista, transfeminista e libertário", tornou-se viral nas redes sociais depois de um vídeo no qual dois de seus membros afirmam que, no abrigo de animais que criaram -o qual chamam de santuário animal- separaram as galinhas dos galos para evitar que elas fossem violadas. O reboliço nas redes sociais foi considerável, e a maioria dos comentários do vídeo consiste em zombaria.

As jovens ativistas explicaram que tentam dar "uma vida decente" aos animais que vêm de fazendas onde foram exploradas anteriormente, e vários meios de comunicação espanhóis ecoaram a história em todo o país.

Dado o escopo que o conteúdo do vídeo estava tendo e a intensidade de feedback negativo que gerou, os membros do santuário deletaram o vídeo (mostrado acima) e decidiram gravar um segundo vídeo, no qual denunciam novamente as condições de superlotação às quais estão sujeitos galinhas em granjas -conhecidas como "verdadeiros campos de concentração"- e nas quais afirmam que "comer ovos gera a exploração de galinhas desde o nascimento até a morte".


- "Nem as galinhas nem os animais deste planeta são um recurso ou um produto", diz uma das protagonistas, que acusa o sistema econômico capitalista de normalizar o consumo de animais para fins alimentares e ter como única prioridade o benefício econômico, mesmo quando isso é alcançado "à custa da coisificação, da escravidão e do assassinato de milhões de animais todos os dias".
https://www.mdig.com.br/index.php?itemid=47352&fbclid=IwAR2mmSBt7xKLKSvf5BnMXVVi16zoFtno8rJ-RqiQisDSKorm-4RCKFD6AGg
Dá pra ver q são "super saudáveis", a da esquerda se alguém respirar muito forte perto dela mata :coolface
 

Dr. Pregos

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O santuário animal espanhol que viralizou após separar os galos para que as galinhas não sejam violadas
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Um coletivo espanhol chamado Almas Veganas, que se define como "antiespecista, transfeminista e libertário", tornou-se viral nas redes sociais depois de um vídeo no qual dois de seus membros afirmam que, no abrigo de animais que criaram -o qual chamam de santuário animal- separaram as galinhas dos galos para evitar que elas fossem violadas. O reboliço nas redes sociais foi considerável, e a maioria dos comentários do vídeo consiste em zombaria.

As jovens ativistas explicaram que tentam dar "uma vida decente" aos animais que vêm de fazendas onde foram exploradas anteriormente, e vários meios de comunicação espanhóis ecoaram a história em todo o país.

Dado o escopo que o conteúdo do vídeo estava tendo e a intensidade de feedback negativo que gerou, os membros do santuário deletaram o vídeo (mostrado acima) e decidiram gravar um segundo vídeo, no qual denunciam novamente as condições de superlotação às quais estão sujeitos galinhas em granjas -conhecidas como "verdadeiros campos de concentração"- e nas quais afirmam que "comer ovos gera a exploração de galinhas desde o nascimento até a morte".


- "Nem as galinhas nem os animais deste planeta são um recurso ou um produto", diz uma das protagonistas, que acusa o sistema econômico capitalista de normalizar o consumo de animais para fins alimentares e ter como única prioridade o benefício econômico, mesmo quando isso é alcançado "à custa da coisificação, da escravidão e do assassinato de milhões de animais todos os dias".
https://www.mdig.com.br/index.php?itemid=47352&fbclid=IwAR2mmSBt7xKLKSvf5BnMXVVi16zoFtno8rJ-RqiQisDSKorm-4RCKFD6AGg
 

Bloodstained

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Um coletivo espanhol chamado Almas Veganas, que se define como "antiespecista, transfeminista e libertário", tornou-se viral nas redes sociais depois de um vídeo no qual dois de seus membros afirmam que, no abrigo de animais que criaram -o qual chamam de santuário animal- separaram as galinhas dos galos para evitar que elas fossem violadas. O reboliço nas redes sociais foi considerável, e a maioria dos comentários do vídeo consiste em zombaria.

As jovens ativistas explicaram que tentam dar "uma vida decente" aos animais que vêm de fazendas onde foram exploradas anteriormente, e vários meios de comunicação espanhóis ecoaram a história em todo o país.

Dado o escopo que o conteúdo do vídeo estava tendo e a intensidade de feedback negativo que gerou, os membros do santuário deletaram o vídeo (mostrado acima) e decidiram gravar um segundo vídeo, no qual denunciam novamente as condições de superlotação às quais estão sujeitos galinhas em granjas -conhecidas como "verdadeiros campos de concentração"- e nas quais afirmam que "comer ovos gera a exploração de galinhas desde o nascimento até a morte".


- "Nem as galinhas nem os animais deste planeta são um recurso ou um produto", diz uma das protagonistas, que acusa o sistema econômico capitalista de normalizar o consumo de animais para fins alimentares e ter como única prioridade o benefício econômico, mesmo quando isso é alcançado "à custa da coisificação, da escravidão e do assassinato de milhões de animais todos os dias".
https://www.mdig.com.br/index.php?itemid=47352&fbclid=IwAR2mmSBt7xKLKSvf5BnMXVVi16zoFtno8rJ-RqiQisDSKorm-4RCKFD6AGg
Sinto pena das galinhas. .......... Me refiro às aves emplumadas, é claro. :viraolho:klol
 

Darth_Tyranus

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O santuário animal espanhol que viralizou após separar os galos para que as galinhas não sejam violadas
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Um coletivo espanhol chamado Almas Veganas, que se define como "antiespecista, transfeminista e libertário", tornou-se viral nas redes sociais depois de um vídeo no qual dois de seus membros afirmam que, no abrigo de animais que criaram -o qual chamam de santuário animal- separaram as galinhas dos galos para evitar que elas fossem violadas. O reboliço nas redes sociais foi considerável, e a maioria dos comentários do vídeo consiste em zombaria.

As jovens ativistas explicaram que tentam dar "uma vida decente" aos animais que vêm de fazendas onde foram exploradas anteriormente, e vários meios de comunicação espanhóis ecoaram a história em todo o país.

Dado o escopo que o conteúdo do vídeo estava tendo e a intensidade de feedback negativo que gerou, os membros do santuário deletaram o vídeo (mostrado acima) e decidiram gravar um segundo vídeo, no qual denunciam novamente as condições de superlotação às quais estão sujeitos galinhas em granjas -conhecidas como "verdadeiros campos de concentração"- e nas quais afirmam que "comer ovos gera a exploração de galinhas desde o nascimento até a morte".


- "Nem as galinhas nem os animais deste planeta são um recurso ou um produto", diz uma das protagonistas, que acusa o sistema econômico capitalista de normalizar o consumo de animais para fins alimentares e ter como única prioridade o benefício econômico, mesmo quando isso é alcançado "à custa da coisificação, da escravidão e do assassinato de milhões de animais todos os dias".
https://www.mdig.com.br/index.php?itemid=47352&fbclid=IwAR2mmSBt7xKLKSvf5BnMXVVi16zoFtno8rJ-RqiQisDSKorm-4RCKFD6AGg
Olha a cara dessas mulheres.

Já criaram teia na bucet@.
 

Blind Kenshin

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Isso é uma coisa que eu D-U-V-I-D-O que qualquer feminista faça.

Elas odeiam o cristianismo, mas dão uma passada de pano imensa para o islamismo (que tem respeito zero por elas). Coerência? Passa longe...
A questão não é coerência, mas fornecer arma politica para o adversário, neste caso a tal "extrema direita" (tudo que não é social democracia é extrema direita). A maioria dessas feministas tem algum "esquerdo macho" ou outra feminista (principalmente) que já "abusou" dela, mas elas ficam em silêncio em nome da ideologia. Essa cumplicidade é um padrão/norma. Foi o caso quando Haddad era prefeito de SP e começou a expulsar mendigos das calçadas/ praças e foi acusado de eugenista por um membro do PSOL, os petistas foram em peso atacar dizendo que ele estava fornecendo armas para o inimigo e que ele devia entender a "situação", ou seja, passar pano. Oportunidade essa que os petistas não deixariam passar se fosse um inimigo (perceba bem... inimigo, a esquerda sempre tem inimigos e não adversários).

Eu lembro que entrei em discussão com uma feminista. Ela sempre culpa o cristianismo quando é o caso, caso contrário ela culpa a "religião". Ela nunca diz judaísmo, pois será acusada de antissemitismo. Nunca diz islamismo, pois será acusada de islamofobia. São todas armas retoricas criadas para silenciar seu adversário com rótulos. E os covardes sempre aceitam essa regra. Aiiiinnn olha ele, ele é intolerante.

Nesse debate ela acusou o monoteísmo Abraâmico... perceba que ela não diz judaísmo ou islã de forma direta. Então ela falou e defendeu o budismo (ela é um desses jovens místicos) que esse tipo de coisa não existe (intolerância), então eu mostrei movimentos extremistas do budismo tocando o terror em quem não é budista na Asia. Ela mudou o discurso em 180º em apenas 5 minutos e disse que a culpa não é da religião, "mas das pessoas".:lolwtf


O pessoal fica perdendo tempo se explicando que não é racista, machista, homofóbico... Já perdeu o debate, pois você entrou na regra do inimigo de ficar apenas na defensiva. Esse é um dos erros do liberalismo-conservador. Querer mostrar que os verdadeiros racistas, machistas e homofóbicos são da esquerda. Eles cagam e ando pra isso, pois a moral deles é completamente elástica e situacional. Coloque uma coisa na cabeça, politica é poder e somente poder! O resto é resto. A esquerda quer poder, a direita quer muuu "livre mercado" para as grandes corporações e bancos que apoiam e patrocinam todas as causas progressistas da esquerda. O "capitalismo malvadão" é um cafetão.
 
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constatine

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Curtinhas: prefeita de Melbourne quer banir octagon girls do UFC 243: "Hora de seguir adiante"
Pressão de grupos políticos e feministas já impediu uso de ring girls em luta de boxe este ano
87815

O UFC 243, programado para 5 de outubro em Melbourne, na Austrália, pode acontecer sem algumas das suas personagens mais marcantes: as octagon girls. Grupos políticos e feministas vêm protestando contra o uso de mulheres seminuas na promoção de eventos esportivos, e a prefeita da cidade, Sally Capp, apóia a proibição das ring girls.

- É 2019, nós realmente ainda precisamos ter mulheres seminuas andando no meio de um ringue de lutas entre os rounds? Grid girls não fazem mais parte da Fórmula 1, "walk-on girls" não são mais parte do dardo profissional... Certamente, é hora de seguir adiante - disse a prefeita ao jornal australiano "The Herald Sun", de acordo com transcrição do site "MMA Mania".

A cidade já conseguiu barrar a presença das ring girls num evento de boxe no último dia 31 de agosto, com a luta entre Jeff Horn e Michael Zerafa. Os promotores, em resposta, colocaram homens para carregarem as placas, sob o título de "gerentes de progresso da luta".


O UFC ainda não se manifestou sobre a potencial proibição. A MotoGP pretende manter as "Paddock Girls" no seu GP da Ilha Phillip, nas proximidades de Melbourne.
https://sportv.globo.com/site/combate/noticia/curtinhas-prefeita-de-melbourne-quer-banir-octagon-girls-do-ufc-243-hora-de-seguir-adiante.ghtml





O que acho disso? O mesmo que acho dos Europeus. Quero mais que se foda!
Construíam a cama de pregos, agora deita nela.


Obrigado prefeita, por tirar emprego das mulheres e dar essas vagas aos homens.
87816
 
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Dr. Pregos

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Curtinhas: prefeita de Melbourne quer banir octagon girls do UFC 243: "Hora de seguir adiante"
Pressão de grupos políticos e feministas já impediu uso de ring girls em luta de boxe este ano
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O UFC 243, programado para 5 de outubro em Melbourne, na Austrália, pode acontecer sem algumas das suas personagens mais marcantes: as octagon girls. Grupos políticos e feministas vêm protestando contra o uso de mulheres seminuas na promoção de eventos esportivos, e a prefeita da cidade, Sally Capp, apóia a proibição das ring girls.

- É 2019, nós realmente ainda precisamos ter mulheres seminuas andando no meio de um ringue de lutas entre os rounds? Grid girls não fazem mais parte da Fórmula 1, "walk-on girls" não são mais parte do dardo profissional... Certamente, é hora de seguir adiante - disse a prefeita ao jornal australiano "The Herald Sun", de acordo com transcrição do site "MMA Mania".

A cidade já conseguiu barrar a presença das ring girls num evento de boxe no último dia 31 de agosto, com a luta entre Jeff Horn e Michael Zerafa. Os promotores, em resposta, colocaram homens para carregarem as placas, sob o título de "gerentes de progresso da luta".


O UFC ainda não se manifestou sobre a potencial proibição. A MotoGP pretende manter as "Paddock Girls" no seu GP da Ilha Phillip, nas proximidades de Melbourne.
https://sportv.globo.com/site/combate/noticia/curtinhas-prefeita-de-melbourne-quer-banir-octagon-girls-do-ufc-243-hora-de-seguir-adiante.ghtml





O que acho disso? O mesmo que acho dos Europeus. Quero mais que se foda!
Construíam a cama de pregos, agora deita nela.


Obrigado prefeita, por tirar emprego das mulheres e dar essas vagas aos homens.
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Adoro essas notícias...daí daqui uns dias vão colocar traps:

 

Bloodstained

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Curtinhas: prefeita de Melbourne quer banir octagon girls do UFC 243: "Hora de seguir adiante"
Pressão de grupos políticos e feministas já impediu uso de ring girls em luta de boxe este ano

- É 2019, nós realmente ainda precisamos ter mulheres seminuas andando no meio de um ringue de lutas entre os rounds?
Claro que precisamos. Que raio de pergunta é essa? :kclassic

E, apenas para variar, as maiores vítimas do femimiminismo são as mulheres munidas de bom senso. Me pergunto quanto tempo vai demorar para que elas comecem a combater o femimiminismo com unhas e dentes. Afinal, é um problema que foi criado por mulheres e que terá que ser resolvido por mulheres. :kclassic
 

constatine

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'SUGAR DADDIES' PATROCINARAM MAIS DE 150 MIL JOVENS EM REDE DE RELACIONAMENTO
Usuária de plataforma conta com ajuda financeira para pagar faculdade: 'Não encontrei o cara certo, mas conheci pessoas generosas'
87817
Raikia Zaira, de 22 anos, do Mato Grosso do Sul, está em busca de um novo "sugar daddy" Foto: Reprodução/Instagram

"Gosto de homens mais velhos. Além disso, preciso de ajuda: trabalho e pago meus estudos. Fica pesado fazer tudo", diz Raikia Zaira, de 22 anos. Moradora de Campo Grande, em Mato Grosso do Sul, ela está em busca de patrocínio para pagar suas contas pessoais. A contrapartida seria estabelecer um relacionamento com o colaborador.

Para alcançar seu objetivo, Raikia recorreu a um tipo de site de encontros centrado na figura do chamado “sugar daddy”. O termo em inglês, formado pela junção das palavras "açucar" e "papai", é utilizado para denominar homens mais velhos que bancam despesas de mulheres mais jovens como retribuição do que se define em linhas gerais pelos sites especializados como “relacionamento”.

Segundo um levantamento produzido pela Universo Sugar, uma das plataformas desse segmento, 155 mil jovens, entre homens e mulheres, recebem ou já receberam auxílio-financeiro por intermédio desse tipo de site no Brasil.

O patrocínio em troca de uma relação pessoal também desperta um questionamento: esse tipo de acordo poderia ser classificado como prostituição?

“O relacionamento sugar não se caracteriza apenas como uma troca financeira por sexo, o que seria prostituição. É uma relação em que ambas as partes fazem as regras de como será o relacionamento, assim como qualquer outro”, diz Marcelo Santoro, integrante da Comissão de Direito da Família, da Ordem de Advogados do Rio (OAB-RJ).

“Pensam que é prostituição por causa do dinheiro. Mas o relacionamento com suggar daddy não tem sexo em primeiro lugar nem é uma troca. Tudo acontece como em um encontro”, diz Zaira, que compara a relação a um casamento em que, por exemplo, "a mulher fica em casa e o marido trabalha".

Estudante de medicina veterinária, ela já recebeu ajuda de custos para pagar aluguel e faculdade. O relacionamento mais sério foi com um homem de 46 anos e se estendeu por três meses. “Ainda não encontrei o cara certo. Mas conheci pessoas bem generosas”, diz ela.

"ERA UMA RELAÇÃO IGUAL A NAMORO"
Outra jovem universitária, de 20 anos e que preferiu não se identificar, define a experiência nesse tipo de encontro: “Era uma relação igual a namoro. Ele falava em namorar em troca de uma ajuda financeira e mimos. Topei na hora. Combinei que ele pagaria meu pré-vestibular e me daria uma mesadinha”, diz a jovem, que mora em Porto Alegre.

O site MeuPatrocínio, outra plataforma do mesmo segmento, diz ter 2 milhões de cadastros e indica um perfil de seus usuários: entre as mulheres inscritas, 76% cursam faculdade.

Ambos os sites afirmam não aceitar práticas de prostituição dentro das plataformas. No entanto, o controle em relação a isso diminui quando a conversa passa a ser direta entre os usuários, reconheceu Anne Viana, diretora de comunicação do Universo Sugar.

“Os usuários podem denunciar perfis que não estejam adequados às normas do site. Nós avaliamos e podemos suspender essas contas. Porém, há casos de pessoas que fazem dos patrocínios uma moeda de troca. Por exemplo, daddy que oferece um presente ou que deposita certo valor para que a baby mande uma foto de tal forma, ou faça tal coisa. Nós não podemos controlar a conversa das pessoas.”

Um advogado paranaense de 50 anos, que preferiu não se identificar, mencionou duas experiências como sugar daddy de parceiros homens: “Quando não há interesse em namoro ou companhia, e a relação se restringe ao aspecto físico, é prostituição. Mas neste tipo de site o universo é muito amplo, vai desde o cara que simplesmente quer uma companhia para sair a outro com interesse puramente sexual. E há ainda aqueles, onde eu me enquadro, que querem algo emocional e sentimental”.
https://epoca.globo.com/sociedade/sugar-daddies-patrocinaram-mais-de-150-mil-jovens-em-rede-de-relacionamento-23941208





Sem contar que o Instagram virou um grande book rosa.
O que feminista vão falar sobre isso?

150 você pega dessas por uma noite no Tinder.
 

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'SUGAR DADDIES' PATROCINARAM MAIS DE 150 MIL JOVENS EM REDE DE RELACIONAMENTO
Usuária de plataforma conta com ajuda financeira para pagar faculdade: 'Não encontrei o cara certo, mas conheci pessoas generosas'
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Raikia Zaira, de 22 anos, do Mato Grosso do Sul, está em busca de um novo "sugar daddy" Foto: Reprodução/Instagram

"Gosto de homens mais velhos. Além disso, preciso de ajuda: trabalho e pago meus estudos. Fica pesado fazer tudo", diz Raikia Zaira, de 22 anos. Moradora de Campo Grande, em Mato Grosso do Sul, ela está em busca de patrocínio para pagar suas contas pessoais. A contrapartida seria estabelecer um relacionamento com o colaborador.

Para alcançar seu objetivo, Raikia recorreu a um tipo de site de encontros centrado na figura do chamado “sugar daddy”. O termo em inglês, formado pela junção das palavras "açucar" e "papai", é utilizado para denominar homens mais velhos que bancam despesas de mulheres mais jovens como retribuição do que se define em linhas gerais pelos sites especializados como “relacionamento”.

Segundo um levantamento produzido pela Universo Sugar, uma das plataformas desse segmento, 155 mil jovens, entre homens e mulheres, recebem ou já receberam auxílio-financeiro por intermédio desse tipo de site no Brasil.

O patrocínio em troca de uma relação pessoal também desperta um questionamento: esse tipo de acordo poderia ser classificado como prostituição?

“O relacionamento sugar não se caracteriza apenas como uma troca financeira por sexo, o que seria prostituição. É uma relação em que ambas as partes fazem as regras de como será o relacionamento, assim como qualquer outro”, diz Marcelo Santoro, integrante da Comissão de Direito da Família, da Ordem de Advogados do Rio (OAB-RJ).

“Pensam que é prostituição por causa do dinheiro. Mas o relacionamento com suggar daddy não tem sexo em primeiro lugar nem é uma troca. Tudo acontece como em um encontro”, diz Zaira, que compara a relação a um casamento em que, por exemplo, "a mulher fica em casa e o marido trabalha".

Estudante de medicina veterinária, ela já recebeu ajuda de custos para pagar aluguel e faculdade. O relacionamento mais sério foi com um homem de 46 anos e se estendeu por três meses. “Ainda não encontrei o cara certo. Mas conheci pessoas bem generosas”, diz ela.

"ERA UMA RELAÇÃO IGUAL A NAMORO"
Outra jovem universitária, de 20 anos e que preferiu não se identificar, define a experiência nesse tipo de encontro: “Era uma relação igual a namoro. Ele falava em namorar em troca de uma ajuda financeira e mimos. Topei na hora. Combinei que ele pagaria meu pré-vestibular e me daria uma mesadinha”, diz a jovem, que mora em Porto Alegre.

O site MeuPatrocínio, outra plataforma do mesmo segmento, diz ter 2 milhões de cadastros e indica um perfil de seus usuários: entre as mulheres inscritas, 76% cursam faculdade.

Ambos os sites afirmam não aceitar práticas de prostituição dentro das plataformas. No entanto, o controle em relação a isso diminui quando a conversa passa a ser direta entre os usuários, reconheceu Anne Viana, diretora de comunicação do Universo Sugar.

“Os usuários podem denunciar perfis que não estejam adequados às normas do site. Nós avaliamos e podemos suspender essas contas. Porém, há casos de pessoas que fazem dos patrocínios uma moeda de troca. Por exemplo, daddy que oferece um presente ou que deposita certo valor para que a baby mande uma foto de tal forma, ou faça tal coisa. Nós não podemos controlar a conversa das pessoas.”

Um advogado paranaense de 50 anos, que preferiu não se identificar, mencionou duas experiências como sugar daddy de parceiros homens: “Quando não há interesse em namoro ou companhia, e a relação se restringe ao aspecto físico, é prostituição. Mas neste tipo de site o universo é muito amplo, vai desde o cara que simplesmente quer uma companhia para sair a outro com interesse puramente sexual. E há ainda aqueles, onde eu me enquadro, que querem algo emocional e sentimental”.
https://epoca.globo.com/sociedade/sugar-daddies-patrocinaram-mais-de-150-mil-jovens-em-rede-de-relacionamento-23941208





Sem contar que o Instagram virou um grande book rosa.
O que feminista vão falar sobre isso?

150 você pega dessas por uma noite no Tinder.
Mano que epidemia de velhos manginas.
 

Claude Speed

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Usuária de plataforma conta com ajuda financeira para pagar faculdade: 'Não encontrei o cara certo, mas conheci pessoas generosas'
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Raikia Zaira, de 22 anos, do Mato Grosso do Sul, está em busca de um novo "sugar daddy" Foto: Reprodução/Instagram

"Gosto de homens mais velhos. Além disso, preciso de ajuda: trabalho e pago meus estudos. Fica pesado fazer tudo", diz Raikia Zaira, de 22 anos. Moradora de Campo Grande, em Mato Grosso do Sul, ela está em busca de patrocínio para pagar suas contas pessoais. A contrapartida seria estabelecer um relacionamento com o colaborador.

Para alcançar seu objetivo, Raikia recorreu a um tipo de site de encontros centrado na figura do chamado “sugar daddy”. O termo em inglês, formado pela junção das palavras "açucar" e "papai", é utilizado para denominar homens mais velhos que bancam despesas de mulheres mais jovens como retribuição do que se define em linhas gerais pelos sites especializados como “relacionamento”.

Segundo um levantamento produzido pela Universo Sugar, uma das plataformas desse segmento, 155 mil jovens, entre homens e mulheres, recebem ou já receberam auxílio-financeiro por intermédio desse tipo de site no Brasil.

O patrocínio em troca de uma relação pessoal também desperta um questionamento: esse tipo de acordo poderia ser classificado como prostituição?

“O relacionamento sugar não se caracteriza apenas como uma troca financeira por sexo, o que seria prostituição. É uma relação em que ambas as partes fazem as regras de como será o relacionamento, assim como qualquer outro”, diz Marcelo Santoro, integrante da Comissão de Direito da Família, da Ordem de Advogados do Rio (OAB-RJ).

“Pensam que é prostituição por causa do dinheiro. Mas o relacionamento com suggar daddy não tem sexo em primeiro lugar nem é uma troca. Tudo acontece como em um encontro”, diz Zaira, que compara a relação a um casamento em que, por exemplo, "a mulher fica em casa e o marido trabalha".

Estudante de medicina veterinária, ela já recebeu ajuda de custos para pagar aluguel e faculdade. O relacionamento mais sério foi com um homem de 46 anos e se estendeu por três meses. “Ainda não encontrei o cara certo. Mas conheci pessoas bem generosas”, diz ela.

"ERA UMA RELAÇÃO IGUAL A NAMORO"
Outra jovem universitária, de 20 anos e que preferiu não se identificar, define a experiência nesse tipo de encontro: “Era uma relação igual a namoro. Ele falava em namorar em troca de uma ajuda financeira e mimos. Topei na hora. Combinei que ele pagaria meu pré-vestibular e me daria uma mesadinha”, diz a jovem, que mora em Porto Alegre.

O site MeuPatrocínio, outra plataforma do mesmo segmento, diz ter 2 milhões de cadastros e indica um perfil de seus usuários: entre as mulheres inscritas, 76% cursam faculdade.

Ambos os sites afirmam não aceitar práticas de prostituição dentro das plataformas. No entanto, o controle em relação a isso diminui quando a conversa passa a ser direta entre os usuários, reconheceu Anne Viana, diretora de comunicação do Universo Sugar.

“Os usuários podem denunciar perfis que não estejam adequados às normas do site. Nós avaliamos e podemos suspender essas contas. Porém, há casos de pessoas que fazem dos patrocínios uma moeda de troca. Por exemplo, daddy que oferece um presente ou que deposita certo valor para que a baby mande uma foto de tal forma, ou faça tal coisa. Nós não podemos controlar a conversa das pessoas.”

Um advogado paranaense de 50 anos, que preferiu não se identificar, mencionou duas experiências como sugar daddy de parceiros homens: “Quando não há interesse em namoro ou companhia, e a relação se restringe ao aspecto físico, é prostituição. Mas neste tipo de site o universo é muito amplo, vai desde o cara que simplesmente quer uma companhia para sair a outro com interesse puramente sexual. E há ainda aqueles, onde eu me enquadro, que querem algo emocional e sentimental”.
https://epoca.globo.com/sociedade/sugar-daddies-patrocinaram-mais-de-150-mil-jovens-em-rede-de-relacionamento-23941208





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Patriarcado malvadão.
 

Qordis

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'SUGAR DADDIES' PATROCINARAM MAIS DE 150 MIL JOVENS EM REDE DE RELACIONAMENTO
Usuária de plataforma conta com ajuda financeira para pagar faculdade: 'Não encontrei o cara certo, mas conheci pessoas generosas'
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Raikia Zaira, de 22 anos, do Mato Grosso do Sul, está em busca de um novo "sugar daddy" Foto: Reprodução/Instagram

"Gosto de homens mais velhos. Além disso, preciso de ajuda: trabalho e pago meus estudos. Fica pesado fazer tudo", diz Raikia Zaira, de 22 anos. Moradora de Campo Grande, em Mato Grosso do Sul, ela está em busca de patrocínio para pagar suas contas pessoais. A contrapartida seria estabelecer um relacionamento com o colaborador.

Para alcançar seu objetivo, Raikia recorreu a um tipo de site de encontros centrado na figura do chamado “sugar daddy”. O termo em inglês, formado pela junção das palavras "açucar" e "papai", é utilizado para denominar homens mais velhos que bancam despesas de mulheres mais jovens como retribuição do que se define em linhas gerais pelos sites especializados como “relacionamento”.

Segundo um levantamento produzido pela Universo Sugar, uma das plataformas desse segmento, 155 mil jovens, entre homens e mulheres, recebem ou já receberam auxílio-financeiro por intermédio desse tipo de site no Brasil.

O patrocínio em troca de uma relação pessoal também desperta um questionamento: esse tipo de acordo poderia ser classificado como prostituição?

“O relacionamento sugar não se caracteriza apenas como uma troca financeira por sexo, o que seria prostituição. É uma relação em que ambas as partes fazem as regras de como será o relacionamento, assim como qualquer outro”, diz Marcelo Santoro, integrante da Comissão de Direito da Família, da Ordem de Advogados do Rio (OAB-RJ).

“Pensam que é prostituição por causa do dinheiro. Mas o relacionamento com suggar daddy não tem sexo em primeiro lugar nem é uma troca. Tudo acontece como em um encontro”, diz Zaira, que compara a relação a um casamento em que, por exemplo, "a mulher fica em casa e o marido trabalha".

Estudante de medicina veterinária, ela já recebeu ajuda de custos para pagar aluguel e faculdade. O relacionamento mais sério foi com um homem de 46 anos e se estendeu por três meses. “Ainda não encontrei o cara certo. Mas conheci pessoas bem generosas”, diz ela.

"ERA UMA RELAÇÃO IGUAL A NAMORO"
Outra jovem universitária, de 20 anos e que preferiu não se identificar, define a experiência nesse tipo de encontro: “Era uma relação igual a namoro. Ele falava em namorar em troca de uma ajuda financeira e mimos. Topei na hora. Combinei que ele pagaria meu pré-vestibular e me daria uma mesadinha”, diz a jovem, que mora em Porto Alegre.

O site MeuPatrocínio, outra plataforma do mesmo segmento, diz ter 2 milhões de cadastros e indica um perfil de seus usuários: entre as mulheres inscritas, 76% cursam faculdade.

Ambos os sites afirmam não aceitar práticas de prostituição dentro das plataformas. No entanto, o controle em relação a isso diminui quando a conversa passa a ser direta entre os usuários, reconheceu Anne Viana, diretora de comunicação do Universo Sugar.

“Os usuários podem denunciar perfis que não estejam adequados às normas do site. Nós avaliamos e podemos suspender essas contas. Porém, há casos de pessoas que fazem dos patrocínios uma moeda de troca. Por exemplo, daddy que oferece um presente ou que deposita certo valor para que a baby mande uma foto de tal forma, ou faça tal coisa. Nós não podemos controlar a conversa das pessoas.”

Um advogado paranaense de 50 anos, que preferiu não se identificar, mencionou duas experiências como sugar daddy de parceiros homens: “Quando não há interesse em namoro ou companhia, e a relação se restringe ao aspecto físico, é prostituição. Mas neste tipo de site o universo é muito amplo, vai desde o cara que simplesmente quer uma companhia para sair a outro com interesse puramente sexual. E há ainda aqueles, onde eu me enquadro, que querem algo emocional e sentimental”.
https://epoca.globo.com/sociedade/sugar-daddies-patrocinaram-mais-de-150-mil-jovens-em-rede-de-relacionamento-23941208





Sem contar que o Instagram virou um grande book rosa.
O que feminista vão falar sobre isso?

150 você pega dessas por uma noite no Tinder.
É isso que chamam de empoderamento feminino?
 
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