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Pan Americano 2019 - Lima, Peru

RedKnight

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QUADRO FINAL DE MEDALHAS:
POSPAÍSOPBTOTAL
1Estados Unidos1208885293
2Brasil554571171
3México373663136
4Canadá356453152
5Cuba33273898
6Argentina323534101
7Colômbia28233384
8Chile13191850
9Peru1172139
10República Dominicana10131740
11Equador1071431
12Venezuela9151943
13Jamaica66719
14Porto Rico551424
15El Salvador3014
16Guatemala29819
17Trinidad e Tobago28313
18Uruguai1449
19Paraguai1315
20Bolívia1225
21Granada1102
22Costa Rica1045
23Santa Lúcia1012
24Barbados1001
25Ilhas Virgens Britânicas1001
26Antígua e Barbuda0123
27Honduras0112
28Panamá0044
29Nicarágua0033
30Aruba0011
31Bahamas0011
32Belize0000
33Bermudas0000
34Dominica0000
35Guiana0000
36Haiti0000
37Ilhas Cayman0000
38Ilhas Virgens Americanas0000
39São Cristovão e Névis0000
40São Vicente e Granadinas0000
41Suriname0000


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Alucina, Peru! “Despacito”, 28 climas, batatas, incas: Pan de Lima abre esta noite com diversidade
 
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LuffyKurosaki

Bam-bam-bam
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Nem estava sabendo que ia ter Pan agora.

Aliás liguei a tv aqui e está passando patinação feminina
 
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Filha de Steve Jobs vai competir no hipismo do Pan Lima 2019
Caçula de um dos maiores ícones da tecnologia, Eve Jobs, de 21 anos, irá participar pela primeira vez de uma competição de nível continental


A paixão de Eve Jobs não são os computadores, mas sim os cavalos


A paixão de Eve Jobs não são os computadores, mas sim os cavalos

A norte-americana Eve Jobs, 21, é a filha caçula de Steve Jobs, o criador da Apple, que morreu em outubro de 2011 de câncer no pâncreas. Com um sobrenome bem conhecido, a jovem é um rosto novo nos esportes.

O Pan Lima 2019 será a primeira competição de nível continental que a herdeira da Apple irá participar. Eve estreia no dia 6 de agosto e vai competir na modalidade de salto individual de hipismo pelos Estados Unidos.

Considerada como a “princesa da Apple”, Eve era uma das apostas de Steve Jobs para lhe suceder na gigante da tecnologia. Mas, assim como seus outros dois irmãos mais velhos, a jovem seguiu um caminho diferente. Atualmente, concilia a vida de atleta com a de estudante da Universidade de Stanford, na Califórnia, a mesma em que seus pais, Steve e Laurene Powell Jobs, se conheceram.


Segundo já publicado na imprensa, a mãe dos filhos de Steve Jobs alegou que o pai era ausente e focava muito no trabalho. Eve, por exemplo, nasceu no mesmo ano em que seu pai criou o iMac, em 1998, considerado um marco da empresa.

Mas Laurence apoiou a paixão da filha pelos cavalos. Para incentivá-la no esporte, comprou um centro hípico na Flórida por 15 milhões de euro (cerca de R$ 63 milhões), além de comprar uma enorme casa de campo, que contém um estábulo que pode suportar até 20 cavalos e circuitos de saltos.

Em suas redes sociais, Eve faz questão de compartilhar momentos em competições e fotos com seu cavalo.

Na conta pessoal do Instagram, por exemplo, a jovem compartilhou um vídeo na última terça-feira (23) com o anúncio da sua preparação para o Pan Lima


*:keehk:keehk:keehk:keehk:keehk:keehk
 


Novalgina

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Melhor coisa que aconteceu pro PAN foi a Record comprar os direitos de transmissão e enfiar a transmissão no cu.

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Melhor coisa que aconteceu pro PAN foi a Record comprar os direitos de transmissão e enfiar a transmissão no cu.

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Record é uma merda pra essas coisas, lembro de uma olimpiada que ela adquiriu exclusividade na transmissão da tv aberta, fez altas matérias mostrando histórias das olimpiadas e o caramba, quando chegou no evento ela praticamente só transmitiu os jogos de futebol e volei. Pense numa bosta grande, isso é que eu chamo de jogar um investimento no lixo, rsrs :klol
 

RedKnight

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Fim de brigas políticas, união com técnicos, e Falavigna: a revolução do taekwondo brasileiro
Modalidade é uma das mais fortes do Pan, com medalhistas olímpicos e Mundiais de vários países, e Brasil sai com dois ouros e total de sete pódios



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Fim de brigas políticas, união com técnicos, e Falavigna: a revolução do taekwondo brasileiro

Abelardo Mendes Jr/Rededoesporte

O taekwondo brasileiro mudou de patamar nos últimos anos. De coadjuvante com conquistas pontuais, a seleção passou a ter uma das melhores equipes do planeta. Isso foi mostrado no Campeonato Mundial, disputado em maio, em que o país conquistou cinco medalhas, e confirmado nos Jogos Pan-Americanos, com sete pódios em oito possíveis.
+ Confira o quadro de medalhas dos Jogos Pan-Americanos
Um dos esportes mais fortes dos Jogos Pan-Americanos é o taekwondo. É uma modalidade em que todos os países levam suas principais equipes, inclusive Estados Unidos e Canadá, e que conta com diversos medalhistas olímpicos, mundiais e nas principais competições do Circuito. Então o resultado tem que ser valorizado.

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Edival Marques, o Netinho, nos Jogos Pan-Americanos Lima 2019 — Foto: REUTERS/Susana Vera

Edival Marques, o Netinho, nos Jogos Pan-Americanos Lima 2019 — Foto: REUTERS/Susana Vera
Por muitos anos, a Confederação Brasileira de Taekwondo (CBTkd) viveu em crise com os principais atletas e técnicos do país. Toda competição internacional era um "parto" para formar o time, pois alguns atletas, muitas vezes com razão, se sentiam injustiçados. Hoje, com uma nova gestão, em sintonia com o Comitê Olímpico do Brasil (COB), isso mudou.
Sob o comando de Natália Falavigna, medalhista olímpica em Pequim 2008 e hoje coordenadora da modalidade, o taekwondo brasileiro sofreu uma revolução. Com um trabalho forte em conjunto com o COB, e finalmente encerrando discussões com alguns dos melhores treinadores do país, casos dos irmãos Clayton e Reginaldo, de São Caetano, os resultados apareceram.

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Natalia Falavigna — Foto: Divulgação/CBTkd

Natalia Falavigna — Foto: Divulgação/CBTkd
E como apareceram. As cinco medalhas no Campeonato Mundial fizeram com que o país ficasse atrás somente da Coreia do Sul e China no quesito total de pódios. Agora, nos Jogos Pan-Americanos, sete medalhas em oito possíveis. Dois ouros.
Não podemos esquecer também do trabalho feito em Rio Claro, interior de São Paulo, com Carmem carolina (primeira atleta olímpica do brasil) e Nicolas Pigozzi, que comandam Edival Pontes e Talisca.
O foco agora é conseguir o maior número de vagas para Tóquio 2020. Como são apenas 16 atletas por categoria, a classificação é bem difícil de ser conquistada, mesmo para aqueles que foram ao pódio nas principais competições. Os cinco primeiros colocados do ranking mundial se garantem diretamente na Olimpíada, mas pela pontuação atual, nenhum atleta do país estaria nesta lista.

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Maicon Andrade - Taekwondo — Foto: REUTERS/Susana Vera

Maicon Andrade - Taekwondo — Foto: REUTERS/Susana Vera
Assim, o objetivo do país seria a vaga pelo Pré-olímpico continental de 2020 ou pelo título do Grand Slam, uma das principais competições da temporada, marcada para dezembro.
São três anos de um trabalho muito bem feito, ainda que com alguns equívocos naturais, e que, unidos com a presença constante de atletas no Circuito, ligação forte entre técnicos, e um aumento considerável do nível técnico, físico e psicológico dos atletas, levou o taekwondo a esses resultados. O foco está em Tóquio, e o desafio é gigantesco.
 

RedKnight

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As dores e lesões de Caio e Nory rumo à dobradinha histórica da ginástica no Pan de Lima
Após operar o tornozelo esquerdo, campeão do individual geral supera etapas da recuperação para estar no Pan. Prata, Nory descobriu um problema crônico no joelho pouco antes



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As dores e lesões de Caio e Nory rumo à dobradinha histórica da ginástica no Pan de Lima

Ricardo Bufolin / CBG

Era 9 de maio, e Caio Souza dava entrada no hospital para passar por uma cirurgia no tornozelo esquerdo. Não sabe explicar até hoje os detalhes técnicos, mas começava ali a correr contra o tempo. Em pouco mais de dois meses, teve dúvidas, mas se recuperou a tempo de fazer história. Na noite de segunda-feira, em Lima, o ginasta conquistou o ouro na disputa do individual geral. Ao seu lado, Arthur Nory completou a dobradinha brasileira ao levar a prata. Os dois cravaram seus nomes como os primeiros do país a conquistar uma medalha na prova nos Jogos Pan-Americanos.
Até a noite de segunda, o próprio Caio era quem tinha chegado mais perto do feito. Em 2015, em Toronto, ficou em quarto lugar, a poucos décimos do pódio. Quatro anos depois, porém, foi além.
- Do início ao fim, não podemos pensar no resultado. Precisamos pensar aparelho por aparelho, elemento por elemento. Eu vim muito focado para isso. Eu saí do Brasil e avisei: “Eu vou fazer história nesse Pan”. E eu consegui. A gente conseguiu. Não uma, mas duas medalhas. No lugar mais alto do pódio. Então eu acho que o trabalho em conjunto foi feito da melhor forma possível.

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Caio Souza e Arthur Nory fazem dobradinha no Pan de Lima — Foto: Ricardo Bufolin / Panamerica Press / CBG

Caio Souza e Arthur Nory fazem dobradinha no Pan de Lima — Foto: Ricardo Bufolin / Panamerica Press / CBG
Caio e Nory são praticamente inseparáveis. O primeiro, como faz questão de ressaltar, é nove dias mais velho que o amigo – os dois têm 25 anos. No caminho até a prata, o segundo também teve seus percalços. Pouco antes do Pan, Nory descobriu que sofre de condromalácia, um desgaste crônico na cartilagem do joelho. O problema não tem cura. Por isso, precisou aprender a lidar com a dor e a viver cada detalhe de suas séries com intensidade.
- Essa medalha estava engasgada. A última vez competi seis aparelhos foi na Olimpíada. É uma competição puxada. Eu chorei no canto com meu técnico no fim. Havia uma incerteza se eu viria ao Pan por causa do meu joelho. Depois que descobrimos o problema, uma força-tarefa foi feita. O Caio também teve esse problema na cirurgia. Foi toda uma preparação. A cada série que a gente acertava, era um desabafo. Ficamos sabendo qual seria a equipe na quinta e viajamos no sábado. Foi uma coisa muito intensa. Estamos bem unidos, treinamos bastante para estar aqui. E somos emoção. Vibramos a cada série certa, choramos a cada erro. Esse é o espírito. Nós nos conhecemos muito bem, sabemos o que o outro precisa ouvir, o que o outro precisa de ajuda. É o trabalho em equipe.
Os dois ainda têm chances de voltar ao pódio em Lima. Caio ainda disputa duas finais, nas argolas, nesta terça, e nas paralelas, na quarta. Nory vai buscar o ouro no solo, também nesta terça, na barra fixa e também nas paralelas.
  • Final é final. Não temos como mensurar isso (chances de medalhas). Temos de fazer nosso trabalho – afirmou Caio.
  • O nosso principal objetivo eram as finais. Deu para mostrar o quanto somos unidos. Isso faz toda a diferença. Quando um apoia o outro, o resultado sai – completou Nory.
O ouro por equipes do domingo e a dobradinha inédita do individual geral desta segunda-feira reafirma o crescimento da equipe masculina do Brasil. Sétima colocado no Mundial do ano passado, o Brasil vai buscar no Mundial de Stuttgart uma das nove vagas para a Olimpíada de Tóquio 2020 - China, Rússia e Japão já estão garantidos. Cada vez mais o Brasil ganha moral, algo importante em um esporte com toques de subjetividade como a ginástica artística.
 

RedKnight

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Milena Titoneli fecha campanha histórica do Brasil com medalha de ouro no taekwondo
Ícaro Martins leva a prata, Maicon Andrade e Raiany Fidelis ficam com o bronze, e Brasil fecha o Pan com sete medalhas na modalidade; Milena é a primeira brasileira campeã



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Milena Titoneli fecha campanha histórica do Brasil com medalha de ouro no taekwondo

REUTERS/Susana Vera

O Brasil fechou a sua melhor campanha na história do taekwondo em Jogos Pan-Americanos com a medalha de ouro de Milena Titoneli na categoria até 67 Kg. De quebra, a lutadora de 20 anos foi a primeira mulher do país a ser campeã da modalidade em Jogos Pan-Americanos. Nesta segunda-feira, os brasileiros conquistaram quatro medalhas. Além do título de Milena, Ícaro Martins (-80 Kg) perdeu na final e ficou com a prata, e Maicon Andrade (+80 Kg) e Raiany Fidelis (+67Kg) levaram o bronze. Assim, o Brasil termina com sete medalhas no taekwondo em Lima: dois ouros, duas pratas e três bronzes.
>>> Acompanhe os Jogos Pan-Americanos Lima 2019 <<<
>>> Veja o quadro de medalhas dos Jogos Pan-Americanos Lima 2019 <<<
++ Em final emocionante, Netinho Marques vira no fim e conquista o ouro no taekwondo
- Eu nem consigo parar de chorar. Eu já pensava muito nisso, mas quando acontece, é inexplicável. Foi uma luta muito difícil (a final) porque era contra uma das favoritas. Mas foi muito gratificante. É indescritível para mim. Eu sempre sonhei com isso e consegui realizar. Graças aos meus treinadores que estão ali diariamente comigo, pegando cada adversário e fazer um treino cada vez melhor em cima delas para eu encaixar meu jogo no delas. É algo que eu já esperava, mas a ficha ainda não caiu. Mas ainda não acabaram as minhas metas. Quero chegar nas Olimpíadas e repetir esse feito, se eu for escolhida para representar o país. Está escrito num papel no meu quarto em cima da cama e eu leio todo dia: "Eu vou para as Olimpíadas e vou ser o ouro" - comemorou Milena, emocionada, após o título.

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Milena Titoneli, ouro, taekwondo, Pan — Foto: REUTERS/Susana Vera

Milena Titoneli, ouro, taekwondo, Pan — Foto: REUTERS/Susana Vera
Bronze no Mundial em maio, Milena chegou aos Jogos Pan-Americanos como uma das favoritas. Mas a brasileira não teve vida fácil. Logo na primeira luta, venceu por apenas um ponto a colombiana Katherine Dumar: 9 a 8. Na semifinal, Milena conseguiu ter mais controle sobre a luta e derrotou a cubana Arlettys Acosta por 10 a 5.
Na final, a brasileira enfrentou a americana Paige McPherson. A luta começou muito estudada e com poucos golpes certeiros. O primeiro ponto da final veio apenas no fim do segundo round, que acabou empatado em 1 a 1. Nos últimos dois minutos, a americana começou melhor e foi para cima, abrindo vantagem. Mas a brasileira reagiu e empatou a luta em 6 a 6. O técnico brasileiro pediu a revisão do VAR, o que colocou Milena em vantagem após punir a colombiana. Atrás no placar, McPherson foi para cima e conseguiu acertar um golpe, mas o contra-ataque da brasileira também entrou, garantindo a medalha de ouro para Milena: 9 a 8.

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Equipe brasileira de taekwondo exibe as sete medalhas conquistas nos Jogos Pan-Americanos Lima 2019 — Foto: Renato Aoki | Além do Kiai

Equipe brasileira de taekwondo exibe as sete medalhas conquistas nos Jogos Pan-Americanos Lima 2019 — Foto: Renato Aoki | Além do Kiai
Ícaro Martins abriu a campanha com uma luta dura contra o porto-riquenho Elvis Barbosa. E o brasileiro levou a melhor numa luta agressiva: 21 a 17. Nas semifinais, mais uma luta bastante disputada. Mas Ícaro novamente levou a melhor, dessa vez, contra o dominicano Moises Hernandes: 8 a 7. Na disputa pelo ouro, Miguel Angel e Ícaro fizeram um primeiro round equilibrado. Mas na reta final do segundo round e início do terceiro, o colombiano abriu vantagem e chegou a ter 15 a 7 a seu favor no placar. O brasileiro foi para cima para tentar encostar no placar, mas os contra-golpes de Miguel Angel também encaixam. No final, vitória do colombiano e prata para Ícaro Martins.
- Queria um pouquinho mais. Estou feliz com o desempenho que eu venho tendo nos últimos eventos. Mas quando a gente chega numa final, sempre quer trazer o ouro para casa. Infelizmente, não deu. Mas estamos levando mais uma medalha para o Brasil, e uma prata em Jogos Pan-Americanos não é de se jogar fora. Podia ter ganhado o ouro, mas saio feliz. Vai ter pirata no pódio, é minha marca.

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Ícaro Martins conquista a prata nos Jogos Pan-Americanos Lima 2019 — Foto: REUTERS/Susana Vera

Ícaro Martins conquista a prata nos Jogos Pan-Americanos Lima 2019 — Foto: REUTERS/Susana Vera
Bronze no Mundial e nos Jogos Olímpicos Rio 2016, Maicon Andrade completou a tríplice com o terceiro lugar em Lima. O brasileiro começou atropelando Stuart Achly Gi Smit, de Aruba, por 19 a 6 na primeira rodada. Nas quartas, mais uma vez Maicon dominou e a vítima da vez foi o canadense Jorda Stewart. Depois, o canadense se impôs contra o brasileiro, tirando-o da disputa pelo ouro com a derrota por 9 a 4. Mas Maicon ainda tinha a disputa pelo bronze pela frente, e o brasileiro não se abateu e venceu com autoridade o equatoriano Jesus Perea por 15 a 4.
- Só faltava essa. Agora tenho todas as medalhas de todas as competições. Lutei bastante pra representar bem o Brasil. Deixei tudo em quadra. Foi no detalhe que eu perdi na semifinal. Mas tentei voltar com a cabeça para o lugar para conquistar a medalha de bronze. É uma guerra. Você tem que estar preparado pra tudo. Uma hora você vai ganhar, uma hora você vai perder. É muito triste para um atleta perder a semifinal e ter que voltar para o terceiro lugar. Eu tive um minuto, um minuto e meio para lamentar e voltar com a cabeça no lugar. Mas no final deu tudo certo - comemorou Maicon após o ouro.
+ Isaquias Queiroz fatura o ouro no C1 1000m no Pan de Lima 2019 e repete título de Toronto
+ Brasil leva o ouro em estreia da prova de revezamento misto do triatlo nos Jogos Pan-Americanos
Raiany Fidelis não deu chances para a haitiana na primeira luta e venceu por 18 a 3. Na sequência, fez luta muito equilibrada do início ao fim com a dominicana Katherine Rodrigues, mas avançou para a semifinal com a vitória por margem mínima: 12 a 11. Na semifinal, a brasileira não conseguiu fazer jogo duro e foi derrotada pela colombiana Gloria Mosquera. Na disputa do bronze, Raiany dominou e não tomou um ponto sequer e teve vitória tranquila sobre a venezuelana Carolina Fernandéz.
A melhor campanha do Brasil no taekwondo havia sido nos Jogos do Rio, em 2007, quando conquistou um ouro, duas pratas e um bronze. Antes de Lima 2019, os brasileiros haviam conquistado dois ouros, quatro pratas e oito bronzes, somando 14 medalhas. Agora, são quatro ouros, seis pratas e 11 bronzes.

As campanhas dos brasileiros

Milena Titoneli (-67 Kg)
9
x 8 Katherine Dumar
10 x 5 Arlettys Acosta
Ícaro Martins (-80 Kg)
21
x 17 Elvis Barbosa
8 x 7 Moises Hernandez
17 x 19 Miguel Angel Trejos
Maicon Andrade (+80 Kg)
19
x 6 Stuart Achly Gi Smit
14 x 4 Jordan Stewart
4 x 9 Jonathan Healy
15 x 4 Jesus Perea
Raiany Fidelis (+67 Kg)
18
x 3 Aniya Louissaint
12 x 11 Katherine Rodrigues
10 x 23 Gloria Mosquera
7 x 0 Carolina Fernandez
 

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Recuperada de lesão, Ingrid Oliveira chega a Lima para os Jogos Pan-Americanos
Depois de realizar tratamento para curar um edema ósseo no punho esquerdo, saltadora de 23 anos foi retirada do Mundial de Esportes Aquáticos da Coreia do Sul por precaução



Ingrid Oliveira já está em Lima para a disputa dos Jogos Pan-Americanos. Esperança de medalha do Brasil nos saltos ornamentais, a carioca de 23 anos vinha realizando tratamento intensivo para curar um edema ósseo no punho esquerdo. Por conta da lesão, Ingrid foi retirada do Mundial de Esportes Aquáticos da Coreia do Sul, há duas semanas.
+O quadro de medalhas do Pan de Lima

A lesão incomodava a saltadora brasileira há quatro meses. Ela já chegou machucada em Gwangju e, mesmo assim, participou da plataforma de 10m mista, ao lado de Isaac Souza. A execução dos saltos agravou a condição. A atleta contou que, em duas quedas, a força da água fez com que a mão se chocasse com a cabeça, piorando as dores.
Além do Pan,Ingrid tem em mente outro foco, para daqui a alguns meses. Como não disputou as eliminatórias da plataforma de 10m em Gwangju, a saltadora não pôde pleitear uma das 12 vagas diretas - para as 12 finalistas da prova - que a competição coreana distribuiu para a Olimpíada de Tóquio.
Agora a carioca terá nova chance de carimbar sua vaga para os Jogos em fevereiro, quando acontece a Copa do Mundo/Pré-Olímpico, justamente na capital japonesa. O torneio define as atletas classificadas para o megaevento esportivo.

*Vai só competir ou vai rolar safadeza denovo? :ksafado:klol
 

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Brasil leva o ouro em estreia da prova de revezamento misto do triatlo nos Jogos Pan-Americanos
Luisa Baptista, Vittoria Lopes, Manoel Messias e Kauê Willy levaram a quarta medalha do triatlo no Peru; é o segundo ouro e quarta medalha na modalidade nesta edição do Pan de Lima



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Brasil leva o ouro em estreia da prova de revezamento misto do triatlo nos Jogos Pan-Americanos

Alexandre Loureiro/COB

Para fechar o triatlo com medalha de ouro. A equipe brasileira venceu a prova de revezamento misto, a última da modalidade nos Jogos Pan-Americanos de Lima 2019, nesta segunda-feira (26). Luisa Baptista, Vittoria Lopes, Manoel Messias e Kauê Willy brilharam e conseguiram o melhor tempo da prova (1h20m31s), garantindo a quinta medalha do país na competição.

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Equipe de triatlo do Brasil comemora o ouro no Pan de Lima — Foto: Alexandre Loureiro/COB

Equipe de triatlo do Brasil comemora o ouro no Pan de Lima — Foto: Alexandre Loureiro/COB
Foi a estreia da categoria mista na competição. A primeira aparição do esporte foi em 1995, na Argentina. Luisa já tinha sido ouro no individual feminino, e Vittoria ficou com a prata. No masculino, Manoel Messias ficou com a prata no individual. A categoria mista encerra as competições da modalidade nesta edição.
+ Confira o quadro de medalhas da competição
+ Isaquias é ouro no C1 1000

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Time se abraça após a conquista inédita — Foto: Alexandre Loureiro/COB

Time se abraça após a conquista inédita — Foto: Alexandre Loureiro/COB

A prova

Luisa abriu a prova nos 300m de natação e foi a primeira a sair do mar. A mexicana Perez liderava a prova em sua primeira etapa. No ciclismo, o equilíbrio predominou, e as atletas seguiram coladas no pelotão.
A brasileira se destacou na corrida, passou a liderar, com Canadá e Colômbia logo atrás. Kauê Willy foi então para a água e foi momentaneamente ultrapassado, entregando em segundo lugar para Vittoria. Ela não se rendeu, conseguiu alcançar a líder canadense e fez a ultrapassagem na volta única do ciclismo. Depois disso, o Brasil seguiu na liderança.

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Brasil é ouro no revezamento misto do triatlo nos Jogos Pan-Americanos Peru 2019 — Foto: Alexandre Loureiro/COB

Brasil é ouro no revezamento misto do triatlo nos Jogos Pan-Americanos Peru 2019 — Foto: Alexandre Loureiro/COB
Manoel Messias abriu quase 30s de vantagem no final da prova para garantir o segundo ouro do Brasil na modalidade nesta edição dos Jogos Pan-Americanos.
 

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Isaquias Queiroz fatura o ouro no C1 1000m no Pan de Lima 2019 e repete título de Toronto
Depois de levar a medalha de ouro no Canadá há quatro anos, brasileiro vence a mesma prova no Peru. Vagner Souta fica com o bronze no K1 1000m, assim como Ana Paula Vergutz no K1 1500m



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Isaquias Queiroz com o ouro na prova C1 1000m na canoagem velocidade nos Jogos Pan-Americanos — Foto: Gabriel Fricke

Isaquias Queiroz com o ouro na prova C1 1000m na canoagem velocidade nos Jogos Pan-Americanos — Foto: Gabriel Fricke

Isaquias Queiroz garantiu nesta segunda-feira a medalha de ouro na categoria C1 1000m e repetiu o feito de Toronto 2015, quando conquistou o título na mesma prova. O tempo do brasileiro foi de 3m47s631, seguido pelo cubano Fernando Jorge (3m48s574) e pelo canadense Drew Hodges (3m58s454).
- A prova foi boa, acho que demorei para sair um pouquinho, depois fui para frente e nos 500m o cubano chegou, só que ele achou que podia se dar melhor na prova e começou a subir o ritmo igual a um louco. Mantive ali controlando meio bico atrás, e faltando quase 300m comecei a subir um pouco, e ele começou a sentir o cansaço e parou. Acredito que parou porque olhei e rapidamente ficou para trás, e depois controlei a prova e fui um pouco mais devagar, quer dizer, bem devagar para não mostrar o que tenho ainda, vou deixar guardado para o Mundial. Não quero que ninguém fique vendo como posso ir - disse Isaquias logo depois da vitória. A reportagem do GloboEsporte.com apurou que tinha um observador da seleção alemã de olho em Isaquias.
CONFIRA O QUADRO DE MEDALHAS DO PAN DE LIMA 2019
O brasileiro liderou a prova desde o início, virando os primeiros 500m na liderança com o tempo de 1m49s093. O cubano Fernando Jorge também já aparecia em segundo lugar na metade da prova, seguido pelo canadense Drew Hodges.

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Isaquias Queiroz venceu disputa particular com cubano na final do C1 1000m — Foto: Fábio Canhete / Canoagem Brasileira

Isaquias Queiroz venceu disputa particular com cubano na final do C1 1000m — Foto: Fábio Canhete / Canoagem Brasileira
Dono de duas pratas e um bronze nos Jogos Olímpicos, Isaquias Queiroz conquistou sua quarta medalhas nos Jogos Pan-Americanos. Em sua primeira participação, em Toronto 2015, o atleta baiano já tinha conquista duas medalhas de ouro - C1 1000m e C1 200m e uma prata - no C2 1000m. Depois do ouro em Lima, Isaquias admitiu que ainda lamentava o ocorrido com o companheiro Erlon de Souza no C2 1000m - que ainda passa por exames em Lima. E ainda voltou para a água depois da prova para treinar.
- Estou animado, não vou falar que estou feliz, mas estou animado com a medalha. Queria sair mais feliz ainda em relação ao que a gente tinha feito de programação, mas é esporte, às vezes a gente ganha, às vezes a gente perde, às vezes tem uma decepção muito grande. Mas agora é voltar para o Brasil e se concentrar para o Mundial. Faltam cinco semanas para o Mundial e o foco total é pelo menos garantir a vaga para o Brasil nos Jogos Olímpicos (de Tóquio 2020), e depois trabalhar muito mais focado.

*Esse cara é fera
 

thebigkratos

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Recuperada de lesão, Ingrid Oliveira chega a Lima para os Jogos Pan-Americanos
Depois de realizar tratamento para curar um edema ósseo no punho esquerdo, saltadora de 23 anos foi retirada do Mundial de Esportes Aquáticos da Coreia do Sul por precaução



Ingrid Oliveira já está em Lima para a disputa dos Jogos Pan-Americanos. Esperança de medalha do Brasil nos saltos ornamentais, a carioca de 23 anos vinha realizando tratamento intensivo para curar um edema ósseo no punho esquerdo. Por conta da lesão, Ingrid foi retirada do Mundial de Esportes Aquáticos da Coreia do Sul, há duas semanas.
+O quadro de medalhas do Pan de Lima

A lesão incomodava a saltadora brasileira há quatro meses. Ela já chegou machucada em Gwangju e, mesmo assim, participou da plataforma de 10m mista, ao lado de Isaac Souza. A execução dos saltos agravou a condição. A atleta contou que, em duas quedas, a força da água fez com que a mão se chocasse com a cabeça, piorando as dores.
Além do Pan,Ingrid tem em mente outro foco, para daqui a alguns meses. Como não disputou as eliminatórias da plataforma de 10m em Gwangju, a saltadora não pôde pleitear uma das 12 vagas diretas - para as 12 finalistas da prova - que a competição coreana distribuiu para a Olimpíada de Tóquio.
Agora a carioca terá nova chance de carimbar sua vaga para os Jogos em fevereiro, quando acontece a Copa do Mundo/Pré-Olímpico, justamente na capital japonesa. O torneio define as atletas classificadas para o megaevento esportivo.

*Vai só competir ou vai rolar safadeza denovo? :ksafado:klol
ainda ta com aquele traseirao monstro?
 

Wayne Gretzky

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Pan é aquela competição que o Brasil fica em terceiro lugar colado nos universitários dos EUA e do Canadá e nas Olimpíadas passa vergonha.
 

RedKnight

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É HEXA! Brasil bate a Argentina, mantém hegemonia e conquista vaga para a Olimpíada de Tóquio
Seleção feminina de handebol bate a Argentina pela quarta vez em cinco finais de Pan e chega ao sexto título consecutivo no torneio. Ouro em Lima garante o Brasil nos Jogos Olímpicos 2020s



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É HEXA! Brasil bate a Argentina, mantém hegemonia e conquista vaga para a Olimpíada de Tóquio


*Essas meninas são feras :kluv

Fernando Reis sobra diante dos rivais e fatura o tricampeonato do Pan no levantamento de peso
Mesmo sem estar na sua melhor forma, por conta de uma cirurgia no joelho no fim do ano passado, brasileiro leva o ouro com um total erguido de 420kg. Cubano fica com a prata



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Fernando Reis sobra diante dos rivais e fatura o tricampeonato do Pan no levantamento de peso


*Monstro :kcopa
 

LCS

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Que player sem vergonha esse do R7 hein. Só trava essa bosta, mesmo em 480p, e não é minha conexão que é ruim não, aqui é sempre 1 de ping.
 

RedKnight

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È bem fuleiro esse player deles, ontem eu tava assistindo o handebol e o audio e o vídeo era todo momento ficando fora de sincronia, ficava normal daqui a pouco tava desincronizado denovo.
 

danitokaawa

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Brasil NÃO MERECIA esse segundo lugar.Da mesma forma que não merecia a Copa América.A situação da Argentina É MUITO PIOR que o do Brasil.E de varios outros paises também, como o México, afundado na violência do narcotráfico.
Na minha humilde opinião, o Brasil esta ganhando TANTA MEDALHA DE OURO, que deveria tirar TODO o patrocinio de todos os esportes. para a Olimpiada.
 
Ultima Edição:

RedKnight

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Brasil fecha Pan com recorde de medalhas e vice-liderança no quadro que não vinha há 56 anos
Mesmo com menos atletas que nas últimas três edições, delegação conquista o maior número de medalhas na história, quebra o recorde de ouros, e termina atrás apenas dos Estados Unidos
11/08/2019 17h23 Atualizado há um dia


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Brasil fecha Pan com recorde de medalhas e vice-liderança no quadro que não vinha há 56 anos

Jonne Roriz/COB

Barba, cabelo e bigode. A delegação brasileira conquistou, nos Jogos Pan-Americanos de Lima, no Peru, encerrados neste domingo, os três maiores objetivos que poderiam ser atingidos: quebrou o recorde de medalhas de ouro, levando 55, três a mais que no Pan de 2007, no Rio de Janeiro, foi ao pódio como jamais havia feito, 171, 14 vezes a mais do que a marca anterior, e encerrou o evento em segundo no quadro geral, atrás apenas dos Estados Unidos, repetindo o ocorrido em 1963, no Pan de São Paulo. Portanto, o Brasil fechou com 55 ouros, 45 pratas e 71 bronzes.
Confira o quadro de medalhas dos Jogos Pan-Americanos

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Natação brasileira obteve o melhor resultado da história em Jogos Pan-Americanos — Foto: Wander Roberto/COB

Natação brasileira obteve o melhor resultado da história em Jogos Pan-Americanos — Foto: Wander Roberto/COB
O Comitê Olímpico do Brasil (COB) não tinha colocado uma meta em número de medalhas ou de pódios, nem posição no quadro. Para a entidade que comanda o esporte no país, o importante era a conquista de vagas olímpicas e a melhora do desempenho da maioria dos esporte com relação a Toronto 2015. O país garantiu, pelo Pan, um lugar na Olimpíada no handebol, hipismo, tiro com arco, tênis de mesa, tênis, pentatlo e vela, mas acabou sucumbindo no handebol masculino e no tiro esportivo.
Outro recorde interessante atingido pelo Brasil foi o de número de modalidades que foi ao pódio. O Brasil conquistou medalha em 41, mais que os 40 do Rio 2007. Nos títulos, foram 22 modalidades com ouros, repetindo as 22 de 2007. Com menos de 500 atletas, delegação foi a menor desde 2003, o Brasil se destacou muito mais em esportes individuais do que nos coletivos.

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Equipe de Judô do Brasil no Pan — Foto: Pedro Ramos/ rededoesporte.gov.br

Equipe de Judô do Brasil no Pan — Foto: Pedro Ramos/ rededoesporte.gov.br
O carro chefe do Brasil foi, pela quarta vez seguida, a natação. Da piscina de Lima vieram 10 medalhas de ouro, e um total de 30 medalhas. A vela, sempre tão tradicional no país, conquistou cinco títulos em onze possíveis, em um aproveitamento espetacular. Atletismo e ginástica(artística e rítmica), com seis e cinco douradas respectivamente, superaram o resultado ruim de Toronto 2015 e voltaram a colocar o país como potência no continente.

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Equipe de triatlo do Brasil comemora o ouro no Pan de Lima — Foto: Alexandre Loureiro/COB

Equipe de triatlo do Brasil comemora o ouro no Pan de Lima — Foto: Alexandre Loureiro/COB
+ Confira aqui a lista de medalhas do Brasil no Pan de Lima
O que não faltou para o Brasil foram feitos inéditos. Primeiro título no badminton e nas águas abertas, primeiro ouro feminino no boxe, patinação, taekwondo e triatlo, primeira dobradinha do individual geral da ginástica, primeiro pódio nos saltos ornamentais sincronizado...Até a pelota basca conseguiu o bronze que nunca tinha conquistado.

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Ygor Coelho Badminton final Pan Lima 2019 — Foto: Alexandre Loureiro/COB

Ygor Coelho Badminton final Pan Lima 2019 — Foto: Alexandre Loureiro/COB
Mas também teve a manutenção de hegemonias históricas. O handebol feminino conquistou o hexa-campeonato e a ginástica rítmica, apesar de alguns erros, conseguiu trazer um ouro também pela sexta vez seguida. O revezamento 4x100m da natação manteve a tradição de não perder a prova: a última derrota foi em 1995, no Pan de Mar del Plata.
Nos Pans de 2007, no Rio de Janeiro, e de 2011, em Guadalajara, no México, a briga pela segunda posição foi com Cuba, com os caribenhos levando a melhor com uma grande quantidade de ouros nos últimos dias. Em Toronto 2015, não teve muito jeito: o Canadá ficou em segundo lugar com grande tranquilidade. Para Lima 2019, o Brasil demorou alguns dias para deixar o México para trás e, nos últimos dias, segurou o ímpeto do Canadá, para se consolidar no segundo posto do quadro.

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Milena Titoneli ouro taekwondo Pan de Lima — Foto: Abelardo Mendes Jr/ rededoesporte.gov.br

Milena Titoneli ouro taekwondo Pan de Lima — Foto: Abelardo Mendes Jr/ rededoesporte.gov.br
Os Estados Unidos mantiveram a hegemonia. Pela 16ª vez em 18 Pans ficaram na frente do quadro de medalhas. Foram, ao todo, 117 ouros, 87 pratas e 83 bronzes, totalizando 287 pódios e a primeira posição no ranking.
O próximo passo agora é a Olimpíada de Tóquio 2020, que tem início no dia 24 de julho. O Comitê Olímpico do Brasil (COB) opta por não falar em metas de medalha ou posição no quadro de medalhas, mas é claro que há um objetivo plausível para os Jogos: superar os 19 pódios conquistados na Rio 2016. E, com a inclusão de surfe e skate no programa de provas, a chance é clara.
 

Baralho

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Estados Unidos ''B'' na verdade, de novo, em primeiro no quadro de medalhas.

Impressionante como é um país bom em vários esportes e tamanha disparidade para os demais, são potência nas Olímpiadas de Verão e de Inverno (nesse disputam o topo com Noruega, é o ranking mais concorrido) também.

Menções honrosas ao Brasil está no seu lugar esperado (finalmente) em jogos Panamericanos e numa ascendente importante, dado que teve delegação menor que Guadalajara e Toronto.
 

Lacerda Yawara

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Estados Unidos ''B'' na verdade, de novo, em primeiro no quadro de medalhas.

Impressionante como é um país bom em vários esportes e tamanha disparidade para os demais, são potência nas Olímpiadas de Verão e de Inverno (nesse disputam o topo com Noruega, é o ranking mais concorrido) também.

Menções honrosas ao Brasil está no seu lugar esperado (finalmente) em jogos Panamericanos e numa ascendente importante, dado que teve delegação menor que Guadalajara e Toronto.
US B são usados nos campeonatos mundiais, panamericano acho que vai o time C mesmo.
 
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