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Qual foi o pior mangá físico que você já comprou?

Boris Herzog

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Aquele mangá que você compra ou comprava na banca do tiozinho e não tinha internet na hora pra pesquisar e saber que era uma bosta.

No meu caso aconteceu o seguinte, recentemente eu adquiri um exemplar do belíssimo Coin Laundry Lady, que basicamente conta a história de uma mina que mora dentro de uma lavanderia e ela tipo fica assustando quem passa por lá, ai começa aquele clichê de ela dar sustinho em quem deixa a roupa nessa lavanderia até conhecer os protagonistas e iniciar uma interação com eles, aquele humor meio no sense satirizando filmes de terror, até aí blz, tipo, eu não sou um grande fã de humor no sense, mas acho que até pra quem é, ficaria entediado lendo. Quando eu olhei pra isso na banca eu meio que no fundo acabei comprando pela premissa na sinopse ser extremamente diferente do padrão, então eu meio que comprei no foda-se.

No fundo é aquele mangá que tu compra esperando ser uma bosta pela sinopse mas pensa que no fundo no fundo ele vai te surpreender com uma estória FODA, tipo, podia ser uma versão mangá daquele humor negro do Excel saga pq n? Mas com certeza não foi o caso desse.

O Mangá que só tem 1 volume, o que eu já acho muito, não te prende a nenhum dos personagens nem a história (se é que existiu uma), basicamente fica o tempo todo fazendo piadinhas ingênuas naquele humor pastelão japonês, sem zueira, na pag 20 eu já tava cansado mentalmente lendo aquilo, tanto que eu folheie lá pro final só pra ver se acontecia algo inesperado e advinha, a porra da história fica num ciclo infinito dessas piadinhas com personagens clichês chatos pra caraleo.

Resumo da ópera: gastei R$ 15,90 nessa buc&ta quando podia ter levado o celular e descobrido na hora que aquilo era um cocô.

PS: 50% da compra foi por causa dessa capa que provavelmente deve ter ocupado todo o esforço do autor pra ter esquecido da história.
 


Dreamscape

Bam-bam-bam
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"O mesmo autor de Another"

O anime é top, mas o mangá deve ser uma bosta.
 

PocketCrocodile

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O mangá de Trigun
Na verdade até tinha internet pra ver, eu que não vi
Comprei uns 5 na mão de um cara que tava vendendo bem barato no Orkut
Quando fui ler eu consegui só ler, a arte é, na maioria das vezes, "ilegível"
Todo mangá dele é assim. Como eu vi o anime eu pensei que o manga tivesse o mesmo nível
 

Billy_louco

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Não eram as histórias que eram ruins e sim os formatos ou as publicações toscas do início da publicação de mangás no Brasil

Ranma 1/2 da Animanga que era em formato americano




Dark Angel que vinha grampeado igual Gibi da Mônica




O bizarríssimo Megaman Brasileiro que devo ter até hoje em algum lugar



Alita pirata original lol



E comparado com os mangás de hoje o Mangá do Akira em formato americano e colorido fico em dúvida se eram ultimate fodas ou ruims ... :kpensa


 


Dreamscape

Bam-bam-bam
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Acho que já falei disso aqui, mas o único mangá que eu tive na vida foi um mangá do Dragon Ball comprando na banca de 4 reais.

Barato na época, acho que hoje deve custar uns 10 reais. Slá.
 

extra skater

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Não sei se alguém lembra disso aqui, Sword Galé, adaptado como "Guerreiros Errantes." Ruim pra caralho e, pra piorar, acredito que teve uma edição porca e isso prejudicou ainda mais o negócio. Acredito, aliás, que não foi licenciado.



Outro lixo lançado por aqui foi a adaptação de quatro edições de Ozanari Dungeon/Jovens Guerreiros.
Esse, sim, com certeza sem licenciamento. Foram quatro edições desse treco aqui.
Ambos, Jovens Guerreiros e Guerreiros Errantes, edição de José Roberto Pereira, o saudoso (pra alguns nem tanto assim...) e lendário (para o bem e para o mal) José Roberto Pereira.



Também teve o Superalmanaque Mangá, que era um mix de três mangás, um deles era Bakuretsu Hunters. Só teve uma edição. Acredito que mais um sem licenciamento. E em sendo da Mythos, bem capaz de ter sido editado pelo José Roberto Pereira também.



E por fim, Jam! As Justiceiras. Alguém lembra disso?


Aliás, esse eu tenho em casa, vou verificar se também não foi o José Roberto Pereira que editor.

Grande José Roberto Pereira, o rei do mangá pirata porcamente editado.
Deus o tenha!

Não eram as histórias que eram ruins e sim os formatos ou as publicações toscas do início da publicação de mangás no Brasil

Ranma 1/2 da Animanga que era em formato americano




Dark Angel que vinha grampeado igual Gibi da Mônica




O bizarríssimo Megaman Brasileiro que devo ter até hoje em algum lugar



Alita pirata original lol



E comparado com os mangás de hoje o Mangá do Akira em formato americano e colorido fico em dúvida se eram ultimate fodas ou ruims ... :kpensa


Ranma 1/2 (parece que sem licenciamento) e Akira, adaptações da adaptação americana, na verdade!
Esse Gunm pirata aí é edição do supramente citado José Roberto Pereira, o primeiro autor do Megaman brasuca (devidamente licenciado).
 

Alberon

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Não sei se alguém lembra disso aqui, Sword Galé, adaptado como "Guerreiros Errantes." Ruim pra caralho e, pra piorar, acredito que teve uma edição porca e isso prejudicou ainda mais o negócio. Acredito, aliás, que não foi licenciado.



Outro lixo lançado por aqui foi a adaptação de quatro edições de Ozanari Dungeon/Jovens Guerreiros.
Esse, sim, com certeza sem licenciamento. Foram quatro edições desse treco aqui.
Ambos, Jovens Guerreiros e Guerreiros Errantes, edição de José Roberto Pereira, o saudoso (pra alguns nem tanto assim...) e lendário (para o bem e para o mal) José Roberto Pereira.



Também teve o Superalmanaque Mangá, que era um mix de três mangás, um deles era Bakuretsu Hunters. Só teve uma edição. Acredito que mais um sem licenciamento. E em sendo da Mythos, bem capaz de ter sido editado pelo José Roberto Pereira também.



E por fim, Jam! As Justiceiras. Alguém lembra disso?


Aliás, esse eu tenho em casa, vou verificar se também não foi o José Roberto Pereira que editor.

Grande José Roberto Pereira, o rei do mangá pirata porcamente editado.
Deus o tenha!



Ranma 1/2 (parece que sem licenciamento) e Akira, adaptações da adaptação americana, na verdade!
Esse Gunm pirata aí é edição do supramente citado José Roberto Pereira, o primeiro autor do Megaman brasuca (devidamente licenciado).


Eu nem sabia que existia isso. :kwow
Mas como funcionava isso?
Eles só traduziam as histórias ou cagavam colocando "brasileirices" no meio?
Esse negócio de "história completa" e "mais de 100 páginas" é bem amador mesmo. :klol
 

extra skater

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Eu nem sabia que existia isso. :kwow
Mas como funcionava isso?
Eles só traduziam as histórias ou cagavam colocando "brasileirices" no meio?
Esse negócio de "história completa" e "mais de 100 páginas" é bem amador mesmo. :klol
Rapaz, que eu lembre foi só traduzido mesmo. Não lembro de adaptações com brasileirices, o que às vezes pode cair bem, mas geralmente vai mal mesmo. De repente Jam! tem uma ou outra, só revendo pra saber.
Aliás, por pior que tenham sido as edições, lembro que o Ranma 1/2 da Animangá tinha um ou outro texto melhor que o da JBC (a edição da JBC era bem melhor, claro).

Mas funcionava de uma forma muito simples: os caras tinham a edição japonesa, digitalizavam, traduziam e publicavam na cara dura mesmo, se garantindo no "os japas nunca vão saber." E nunca souberam mesmo. No caso de Gunm/Battle Angel Alita, deu merda porque a JBC tinha os direitos e foi pra cima.

Tanto que a da JBC saiu com essa alfinetada aqui:


Teve outro caso que deu merda, que foi uma revistinha de Street Fighter que a Escala publicou. Essa aqui:


Quase deu merda porque a Capcom tinha representação no Brasil através de uma empresa chamada Character e a Character foi pra cima.
Mas aí a Escala desenrolou e saiu bem, fez um acordo com a Character, pagou pelos direitos autorais dessa edição e ainda fechou o licenciamento de publicações de Street Fighter no Brasil. Foi assim que eles publicaram aquela série de 20 edições que começou com as estórias gringas da Malibu e depois partiu pra produção nacional com o Alexandre Nagado.



Aliás, a Character foi a mesma empresa que licenciou o já mecionado Megaman brasuca.
 

Billy_louco

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Não sei se alguém lembra disso aqui, Sword Galé, adaptado como "Guerreiros Errantes." Ruim pra caralho e, pra piorar, acredito que teve uma edição porca e isso prejudicou ainda mais o negócio. Acredito, aliás, que não foi licenciado.



Outro lixo lançado por aqui foi a adaptação de quatro edições de Ozanari Dungeon/Jovens Guerreiros.
Esse, sim, com certeza sem licenciamento. Foram quatro edições desse treco aqui.
Ambos, Jovens Guerreiros e Guerreiros Errantes, edição de José Roberto Pereira, o saudoso (pra alguns nem tanto assim...) e lendário (para o bem e para o mal) José Roberto Pereira.



Também teve o Superalmanaque Mangá, que era um mix de três mangás, um deles era Bakuretsu Hunters. Só teve uma edição. Acredito que mais um sem licenciamento. E em sendo da Mythos, bem capaz de ter sido editado pelo José Roberto Pereira também.



E por fim, Jam! As Justiceiras. Alguém lembra disso?


Aliás, esse eu tenho em casa, vou verificar se também não foi o José Roberto Pereira que editor.

Grande José Roberto Pereira, o rei do mangá pirata porcamente editado.
Deus o tenha!



Ranma 1/2 (parece que sem licenciamento) e Akira, adaptações da adaptação americana, na verdade!
Esse Gunm pirata aí é edição do supramente citado José Roberto Pereira, o primeiro autor do Megaman brasuca (devidamente licenciado).
Sim eu sei que era a versão americana do Akira, o do Ranma de verdade não sei, ná época eu ia na loja da Animanga e conversava com a dona, ela dizia que tinha todas as licenças

caceta tinha esquecido que tbm tenho essa porcaria


Aliás era tão escasso mangas nessa época que comprava qq coisa que saia
 

extra skater

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o do Ranma de verdade não sei, ná época eu ia na loja da Animanga e conversava com a dona, ela dizia que tinha todas as licenças
Pode ver que Ranma é todo ocidentalizado, a leitura está da esquerda para a direita e as onomatopeias estão em inglês. É só comparar com as edições americanas e depois ver as edições que a JBC adaptou.
E a edição americana não foi simplesmente invertida, foi redesenhada.
(isso não é uma crítica, o trabalho ficou bom, as edições da Animangá é que foram porcas mesmo)

Sobre o licenciamento, eu li isso em algum lugar. Quando achar a fonte, coloco.
Mas se a dona dizia que tinha as licenças, fica uma palavra contra a outra. Aí, se não tiver prova, fico com a declaração oficial mesmo.
 

Agent13

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Eu tenho as 4 edições da Escala. :klolwtf

Anos 2000 era bizarro. Você via uma caralhada de revistas de Anime/Mangá (Ultra Jovem inside). Maioria era de editora Escala e aparecia em qualquer lojinha de 1,99, supermercado e até em rodoviária. Se o cara for observador, achava uma Gamers Book (consegui a do MGS, as duas do Xenogears e do Breath of Fire III) :khuebr
 

Seladonia

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Blade of the Immortal.


Lembro que tinha achado legalzinho quando li durante a adolescência, tava lendo uns negócio de samurai (Vagabond e Lobo Solitário) ai inventei de comprar 2 volumes daqueles duplos que tavam vendendo aqui... só não joguei no lixo pq paguei por eles.

Um dia tento descobrir se alguem quer comprar eles.
Blade of the Immortal e Vinland Saga são 2 que quero me livrar da minha coleção, Vinland tenho todos volumes lançados no BR então deve ser mais fácil pra revender do que volume avulso.
 

Kaiketsu_Zubat

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Não eram as histórias que eram ruins e sim os formatos ou as publicações toscas do início da publicação de mangás no Brasil

Ranma 1/2 da Animanga que era em formato americano




Dark Angel que vinha grampeado igual Gibi da Mônica




O bizarríssimo Megaman Brasileiro que devo ter até hoje em algum lugar



Alita pirata original lol



E comparado com os mangás de hoje o Mangá do Akira em formato americano e colorido fico em dúvida se eram ultimate fodas ou ruims ... :kpensa


Megaman BR foi bom, eu ria muito com esse " mangá" , aliás ele e o Hypercomix aí que era um fanzine de paródia eram muito bons em sua época, não sei hoje mas creio que ainda seja interessante.
102220
 

Kaiketsu_Zubat

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Rapaz, que eu lembre foi só traduzido mesmo. Não lembro de adaptações com brasileirices, o que às vezes pode cair bem, mas geralmente vai mal mesmo. De repente Jam! tem uma ou outra, só revendo pra saber.
Aliás, por pior que tenham sido as edições, lembro que o Ranma 1/2 da Animangá tinha um ou outro texto melhor que o da JBC (a edição da JBC era bem melhor, claro).

Mas funcionava de uma forma muito simples: os caras tinham a edição japonesa, digitalizavam, traduziam e publicavam na cara dura mesmo, se garantindo no "os japas nunca vão saber." E nunca souberam mesmo. No caso de Gunm/Battle Angel Alita, deu merda porque a JBC tinha os direitos e foi pra cima.

Tanto que a da JBC saiu com essa alfinetada aqui:


Teve outro caso que deu merda, que foi uma revistinha de Street Fighter que a Escala publicou. Essa aqui:


Quase deu merda porque a Capcom tinha representação no Brasil através de uma empresa chamada Character e a Character foi pra cima.
Mas aí a Escala desenrolou e saiu bem, fez um acordo com a Character, pagou pelos direitos autorais dessa edição e ainda fechou o licenciamento de publicações de Street Fighter no Brasil. Foi assim que eles publicaram aquela série de 20 edições que começou com as estórias gringas da Malibu e depois partiu pra produção nacional com o Alexandre Nagado.



Aliás, a Character foi a mesma empresa que licenciou o já mecionado Megaman brasuca.

Esse quadrinho do Street Fighter junto com o de MK eram boas, mas envelheceram mal demais put* merda.....
Os quadrinhos parecem aqueles desenhos que a gente faz na parede ao invés de pixar hehehe, mas quando a gente é moleque gosta de tudo mesmo.
 

Billy_louco

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Megaman BR foi bom, eu ria muito com esse " mangá" , aliás ele e o Hypercomix aí que era um fanzine de paródia eram muito bons em sua época, não sei hoje mas creio que ainda seja interessante.
Visualizar anexo 102220
Kceta tinha essa coisa aí tbm

O megaman BR não foi muito bom, ele tinha algumas partes boas, algumas partes bizarras e umas merdas, tinha muito artista por isso era inconstante

Agora pqp tinha esquecido totalmente dessa hupercomix devo ter até hj esse treco em casa

Não era nessa que a Saori dava pro saga que era broxa e no final o mestre dos Shiryu comia a Shun rei, os cavaleiros as rayearth e o seya o cu da chunli?

Esse negócio era um semi hentai
 

Kaiketsu_Zubat

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Kceta tinha essa coisa aí tbm

O megaman BR não foi muito bom, ele tinha algumas partes boas, algumas partes bizarras e umas merdas, tinha muito artista por isso era inconstante

Agora pqp tinha esquecido totalmente dessa hupercomix devo ter até hj esse treco em casa

Não era nessa que a Saori dava pro saga que era broxa e no final o mestre dos Shiryu comia a Shun rei, os cavaleiros as rayearth e o seya o cu da chunli?

Esse negócio era um semi hentai
Era isso mesmo hehehe, mas essa carniça foi só nos cinco primeiros números e até o fim da Hypercomix na edição 13 ou 14 elas mantiveram só as piadas de duplo sentido maneirando na putcharia.
Eu tive umas 8 edições dela e da Animax que é da mesma editora a finada Magnum e também tinha como editor o polêmico e também finado José Roberto Pereira, aliás não só ele tinha o Sérgio Peixoto que também era um bom editor e que dava pra ver que era apaixonado por anime e mangá, pena que nem tanto por Tokusatsus, aliás essa revista Animax era anos luz melhor que a Herói ou Heróis do Futuro ( bleargh) que são suas contemporâneas.
Até hoje eu conseguiria lê-las isso sem dúvidas.
 

Billy_louco

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Era isso mesmo hehehe, mas essa carniça foi só nos cinco primeiros números e até o fim da Hypercomix na edição 13 ou 14 elas mantiveram só as piadas de duplo sentido maneirando na putcharia.
Eu tive umas 8 edições dela e da Animax que é da mesma editora a finada Magnum e também tinha como editor o polêmico e também finado José Roberto Pereira, aliás não só ele tinha o Sérgio Peixoto que também era um bom editor e que dava pra ver que era apaixonado por anime e mangá, pena que nem tanto por Tokusatsus, aliás essa revista Animax era anos luz melhor que a Herói ou Heróis do Futuro ( bleargh) que são suas contemporâneas.
Até hoje eu conseguiria lê-las isso sem dúvidas.
Cara as revistias da época eram ruins pra karalho mas realmente a animax era melhor, mas elas tinha informações beeeem ruins mas era o que tinha na época tipo se fala sem que Cavaleiros era hentai passava a ser pq ninguém tinha muita informação

Como eu era parte da colônia japa tinha notícias pelos amigos e mangás e revistas que o pessoal trazia do Japão melhores que as revistas

Quanto a hypercomix só lembro de verdade das putarias, não lembro em qual número que era mas aparecia até o pau do seya quadriculado que a Marin/saori/venha cobra chupava(Não lembro quem), acho que eu era um pervertidinho kkkkkkk
 

extra skater

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@Kaiketsu_Zubat Mas aí você tem que diferenciar o seguinte... Street Fighter, a partir da edição #4, era totalmente produzido no Brasil. Primeiro pelo Marcelo Cassaro, depois pelo Alexandre Nagado. Mortal Kombat era importado direto da gringa.
Eu gostava de Street Fighter, mas concordo que envelheceu mal.
Mas Mortal Kombat eu já achava tosco naquela época. A primeira série, Sangue & Trovão, até que era legal. Mas desde lá já tinha uma mania horrível, não sei se vão lembrar aqui, de colocar os personagens sempre se referindo a si mesmos na terceira pessoa. put* merda, isso dava muita agonia!

Megaman da Magnum/Estúdio PPA eu tenho até hoje. Acho que completa, ou quase, se não me engano falta a #15.
Lembro que na época eu curtia, hoje acho muito ruim, salvo a arte de algumas edições.
Mas esse Megaman tem umas estórias de bastidores bem toscas que explicam bem por que era aquela cachorrada no fim das contas.

@Billy_louco Semi hentai, não. As primeiras edições de Hypercomix eram hentai mesmo, até com aviso de impróprio pra menores na capa. Depois, a partir da #5 até o final (não sei até que número foi, mas não foram muitos), passou a ser só paródia, sem ser hentai, acho que pra não limitar o público.
 

Frankley

Habitué da casa
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O meu pai tinha uma banca de revista e aí olhei um manga que na capa tinha os cdz, mas nao era uma revista oficial, eu sei que era um tipo de mangá de comédia parodiando os cdz, aí peguei essa revista e estava lendo numa boa. Eu sei que era muuito engraçado, aí chegou naquela parte do hospital que o seiya estava até com perna engessada, a shina chega e de repente começa as cenas de putaria, a shina fazendo 69 no seiya, todo explicito mesmo, antes parece que eu tinha pego mangá voltado pra comédia mesmo de zoar, mas nem esperava que fosse um hentai. Fiquei todo sem jeito e deixei a revista de lado, e pior que ele estava no setor infantil ao lado das revistas da Turma da Mônica:klol.
 

Frankley

Habitué da casa
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Blade of the Immortal.


Lembro que tinha achado legalzinho quando li durante a adolescência, tava lendo uns negócio de samurai (Vagabond e Lobo Solitário) ai inventei de comprar 2 volumes daqueles duplos que tavam vendendo aqui... só não joguei no lixo pq paguei por eles.

Um dia tento descobrir se alguem quer comprar eles.
Blade of the Immortal e Vinland Saga são 2 que quero me livrar da minha coleção, Vinland tenho todos volumes lançados no BR então deve ser mais fácil pra revender do que volume avulso.
Vinldan Saga ruim?! Vinland é muito bom, estou acompanhando mangá, estou gostando muito
 

Seladonia

Ei mãe, 500 pontos!
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Vinldan Saga ruim?! Vinland é muito bom, estou acompanhando mangá, estou gostando muito
Ah é legalzinho.
Mas se perde demais querendo virar Naruto, ai tem uma parte de redenção que o cara tenta virar Samurai X, depois quer virar One Piece...

Eu li o Planetes desse autor e gostei, curto temas espaciais e históricos (e entendo da história dos ""vikings"") então quando apareceu esse manga fui comprando, lá pelo vol.10 percebi que não era exatamente algo que gostava embora tivesse uma sacada ou outra legal. Acho que peguei pensando que leria um Vagabond sobre Vikings, mas esse autor não é tão bom na construção de personagens... e as lutas conseguem ser piores até que umas coisas daquele seriado do Vikings.
:klol

Mas enfim, li tudo e comprei tudo lançado até hoje inclusive.
Mas agora só quero vender a coleção, que ta muito bem conservada.




Tou torcendo pro anime deixar o manga mais famoso, assim fica mais fácil de vender.
 

B - Mark

Bam-bam-bam
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Gen edição 7


Comprei em 2015 por 5 Reais na cidade pequena onde estou morando atualmente.

Aqui não tem banca de jornal e revistaria e os supermercados vendem revistas velhas. Paguei 5 Reais e depois de ler não gostei.

Didi e Lili Geração Mangá 2

Assim como o Gen também comprei em um Supermercado por 2 reais.

Sabia da existência dele através de artigos e peguei para conferir e depois passar para frente

Essa foi a última empreitada do Renato Aragão em Quadrinhos que para mim os melhores foram os da Bloch Editores e da Abril.

Resolvi citar o Didi e Lili Geração Mangá porque no tópico citaram HQs nacionais desenhadas no estilo Mangá como Hypercomix e Megaman.

O site JBOX publicou um artigo sobre ele:
https://www.jbox.com.br/2010/02/24/editora-escala-lanca-didi-em-versao-manga/
 
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