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[ ArquivOS ] Historia Outerspaciana (+poste sua historia/tretas/causos aqui)

Mega_X

Ei mãe, 500 pontos!
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resolvo entrar aqui e vejo anos de história, nem conhecia o post... vou tirar meu sábado para curtir isso aqui hehe
 


Noct

Habitué da casa
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Para sempre nos lembrarmos desse dia histórico:


Pois não é sempre que sofremos um ataque hacker otaku.
 

Zett.

Bam-bam-bam
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Tem umas músiquinhas de J-pop melhores do essa que o hacker tetudo escolheu.
 

Silverock®

Bam-bam-bam
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La vem o wall of text...

Eu em 99 fiz curso de computação aquele curso que muitos faziam na época de Windows, office e etc e foi nesse curso que conheci as páginas do Uol e Terra sobre games e comecei a acessar compulsivamente, nessa época eu tinha dado um tempo com as revistas de games, porém nessa época nem imaginava que existia forums para trocar uma ideia e etc, nessa época lugar para trocar ideia que eu sabia nesse tipo de site era apenas o bate-papo e com a galera conhecida usava o ICQ, mas alguns anos depois acho que no final de 2001 se não me engano que era o ultimo ano meu do curso técnico de processamento de dados que fiz na época eu passei a conhecer os forums de games, primeiro fiz meu cadastro na uol mas perdi a conta original em menos de 1 ano ai começo de 2003 fiz novamente um 2º cadastro lá (que tenho até hoje e ainda posto as vezes lá) e também no mesmo dia fiz aqui, mas confesso que aqui postava pouco, na época o forum uol ainda era um lugar bom para se postar e eu ficava mais por lá mas passava aqui tb porém em 2005 eu vim pro Japão (onde estou até hoje), entre final de 2005 até meados de 2008 eu fiquei sem net isso mesmo morando no Japão eu sem net, parecia que estava em uma caverna assim como hoje eu não uso smartphone morando aqui..kkk. Mas em 2009 eu voltei a usar net com tudo e acessar os forum novamente e infelizmente perdi a senha do meu cadastro original daqui, lembrei do uol mas não daqui, nessa época tb fiz cadastro em vários outros forums alguns dos quais ainda posto até hoje tb outros que ja abandonei a tempos, tb no final desse ano comecei a fazer minhas vendas de games pela net, os anos se passaram eu fiz esse cadastro aqui e adotei esse como meu forum BR principal ja que foi onde encontrei uma turma legal para trocar ideia, geralmente fico e sempre fiquei na pasta retro mesmo lá no começo a mais de 15 anos qdo ainda nem me considerava um Retrogamer eu sempre me identifiquei com a pasta retro de tudo qto é forum que participo, curiosamente um tempo atrás coisa de 2 anos talvez, alguém quotou meu antigo nickname por engano tentando quotar esse aqui, como o nikck era praticamente o mesmo desse aqui eu ao ver fiquei surpreso que meu perfil original ainda estava ativo e tentei ai máximo até conseguir recuperar o mesmo, porém ao acessar a conta ela estava zerada, é como se tivesse feito o cadastro e nunca usado, e como esse nick aqui eu ja tava usando tinha algum com a vendas que faço e tal resolvi manter esse e apagar o outro e entrei em contato com um moderador que acho que foi o Luciano mas não tenho certeza o mesmo falou que teve perfil que sofreram com bugs ou algo do tipo na mudança do forum anos atrás e o meu provavelmente foi um deles e por isso estava como se fosse uma conta zerada mesmo com a data certa lá de 2003 no cadastro, enfim acabei pedindo para deletar aquele perfil e mantive esse
Agora treta eu tive minhas desavenças com istas doentes , se tem algo que não consigo entender até hoje é cara doente por tal plataforma, acredito que seja o mesmo tipo de cara que é doente por futebol, religião e agora politica, mas tive uma treta feia uns 3 a 4 anos atrás na pasta retro com um turminha do Seganet que veio bagunçar aqui, foi literalmente uma panela que veio de lá para cá, felizmente alguns foram banidos nessa treta e os que sobraram vazaram daqui e nunca mais voltaram, curioso é que nessa treta teve 2 caras principais que tretaram comigo e ano passado um deles tretou novamente em um grupo do face que participo pelo mesmo assunto de sempre, praticamente foi esculachado e sumiu de lá tb, tem gente que nunca muda, ja o outro sumiu e nunca mais vi na net em lugar algum pouca coisa depois da treta o que me leva a pensar hoje em dia se não era um clone pois nem no seganet mais o cara posta desde daquela época, mas pode ser que não sei lá
Antigamente eu curtia fazer tópicos na area retro mas com o tempo e migração do povo para as redes sociais acabei perdendo o tesão da coisa, e deve ter nem 1 ano que acompanho bem leve mais lendo mesmo essas outras areas do forum como vale tudo, politica e etc..etc
 


LordHawk

Ser evoluído
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Quando eu era pequeno, sempre ia na casa de um primo rico meu.

Em casa eu não tinha hora pra nada, comia porcaria, falava besteira em casa, aprontava, corria, gritava, fingia que ia dormir pra passar a madrugada toda jogando, etc. Quando ia na casa do meu primo era uma frescurada só, não podia correr, não podia falar alto, refrigerante era um copo por dia, até o pó do Nescau era regulado, tinha que ir beijar o pai dele quando ele chegava do trabalho, tinha que ir até o portão quando ele ia trabalhar, tinha que rezar antes de dormir, não podia assistir cavaleiros do zodícado pq era violento, etc. Era tudo tão certinho que eu sentia uma espécie de incomodo, ficava horrorizado pelo meu primo conseguir aceitar tudo aquilo sem se revoltar.

A minha necessidade de acabar com aquela melação era tanta que comecei a cometer pequenos delitos que normalmente eu nunca havia feito, comecei a trocar as coisas de lugares sem que ninguem soubesse que fui eu, cortava os fios da TV, sumia com a pilha de aparelhos, cheguei até a pegar dinheiro da bolsa da minha tia - queimando logo em seguida-, eu nem sabia oq fazer com dinheiro, eu só queria causar uma desestabilização naquele local. Ai um dia minha caiu, minha tia disse
 

sega.saturn

Bam-bam-bam
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A minha necessidade de acabar com aquela melação era tanta que comecei a cometer pequenos delitos que normalmente eu nunca havia feito, comecei a trocar as coisas de lugares sem que ninguem soubesse que fui eu, cortava os fios da TV, sumia com a pilha de aparelhos, cheguei até a pegar dinheiro da bolsa da minha tia - queimando logo em seguida-, eu nem sabia oq fazer com dinheiro, eu só queria causar uma desestabilização naquele local. Ai um dia minha caiu, minha tia disse
Cara ficu estranho essa frase, cade o final da historia parece que você não terminou. Que fim levou voce e seu primo hoje? Trabalham e estudam o que?
 

Emperor

Bam-bam-bam
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Acho que ele quis dizer que um dia a casa dele caiu e a tia contou para os pais :klolz
 

Ataru

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Quando eu era pequeno, sempre ia na casa de um primo rico meu.

Em casa eu não tinha hora pra nada, comia porcaria, falava besteira em casa, aprontava, corria, gritava, fingia que ia dormir pra passar a madrugada toda jogando, etc. Quando ia na casa do meu primo era uma frescurada só, não podia correr, não podia falar alto, refrigerante era um copo por dia, até o pó do Nescau era regulado, tinha que ir beijar o pai dele quando ele chegava do trabalho, tinha que ir até o portão quando ele ia trabalhar, tinha que rezar antes de dormir, não podia assistir cavaleiros do zodícado pq era violento, etc. Era tudo tão certinho que eu sentia uma espécie de incomodo, ficava horrorizado pelo meu primo conseguir aceitar tudo aquilo sem se revoltar.

A minha necessidade de acabar com aquela melação era tanta que comecei a cometer pequenos delitos que normalmente eu nunca havia feito, comecei a trocar as coisas de lugares sem que ninguem soubesse que fui eu, cortava os fios da TV, sumia com a pilha de aparelhos, cheguei até a pegar dinheiro da bolsa da minha tia - queimando logo em seguida-, eu nem sabia oq fazer com dinheiro, eu só queria causar uma desestabilização naquele local. Ai um dia minha caiu, minha tia disse
Top 10 unfinished animes
 

Decepticon

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O ano era 1998.

Estava eu em minha primeira vista à casa da nova namorada. Pais sentados à mesa, hora do jantar, um belo agnoline, todos conversando, animados, um vinho, quando algo demoníaco começou a fervilhar em meuestômago. Vinha e voltava, como em uma montanha-russa bostóide, pronta para descarrilar.

Tentando não parecer deselegante (afinal como poderia cometer uma anarquia no banheiro dos pais da nova namorada justamente na primeira visita) solicitei educadamente aonde ficava o lavabo; afinal, eu havia sido criado com toda a educação do mundo e necessitava limpar suas delicadas mãos de ogro.

A mãe da bela indicou então uma portinha abaixo da escada que dava acesso ao segundo andar; fui caminhando, de forma apertada, um pé na frente do outro em direção ao lavabo da salvação. Ao entrar pude sentir o cheiro de banheiro recém-limpo; o esfíncter sorriu, quase liberando o que já carregava com tanto pesar e esforço.

Fechei a porta, com cautela, já medindo o quanto de barulho poderia fazer. Acendi a luz, e comecei a conferir o local.

Pia, ok. Chuveiro, ok, Espelho, ok, Armário, ok. Espelho, ok.

Algo estava faltando.

Olhando novamente, percebi a falta do que mais importava naquele momento. Privada.

Era um lavabo. Não um banheiro.

Mil imagens de banheiro permearam minha mente naquele momento. A possibilidade de ter um banheiro logo ali em cima, ou do lado assombrou meus pensamentos; não conseguia tirar as imagens da cabeça. Privada. Descarga. Pato Purific. Papel higiênico.

Era o que bastava para o esfíncter sorrir mais uma vez, e marmota resolver por a cabeça pra fora da toca. Tentei comprimir, mas senti algo já espinhando as paredes da bunda; era a cabeça do bolo fecal. Tinha que agir rápido.

Enquanto ia tirando a calça, olhei pelo ralo do chuveiro. Era fixo no chão, aparafusado. E as grades muito finas. Além do mais, ligar o chuveiro iria oscilar a tensão e fazer o barulho característico.

Haviam algumas toalhas, pensei até em cagar em uma delas. Mas o que faria depois? Guardaria nos bolsos e levaria embora? Mostraria para todos na hora da janta?

Foi então o que poderia ser a salvação: a pia. Sim, a pia. Não custava torcer por um ralo largo.

Com efeito. Não só largo, mas não havia ralo. Parecia ter sido cortado. Ótimo; já planejei como seria a cagada. Ligaria a torneira, e ia cagando junto, para amolecer a merda. Depois socaria com uma escova de dentes que ali estava, fazendo uma pasta, até descer tudo. Tinha que dar certo.

Medi o tamanho, e teria que ficar na ponta dos pés, para que pudesse acertar com meu orifício direto no centro da pia. Liguei a torneira e joguei um sabão, para poder besuntar a passagem da bosta pelo cano. Fechei o olho e expeli com a força de mil sóis!

Páááá!!!!! Foi o barulho que ouviram na mesa. Seguido de um "Aiiiii!", muito fino, mas muito másculo.

"O que foi, o que foi?", perguntava a nova namorada, já chegando perto da porta do banheiro. Ouvi também um "Está tudo bem?". Era a mãe dela.

A situação ali dentro não era nada boa. A pia descolou da parede, no momento pós cagada, aonde relaxei meu corpo de ébano, queimado pelo sol. Na queda da pia, sobrou a base, que abriu um corte na lateral da nádega esquerda. Além disso, uma mistura de água, sangue e bosta começou a se alastrar pelo banheiro.

Começaram a bater na porta. Resumunguei um inaudível "Já vou, calma, já vou!". Pensei, pensei, e perecebi que não havia mais jeito.

Caguei tudo o que podia, no chão mesmo. Lavei a bunda, tirei o que pude do sangue e dos dejetos. Vesti a calça (ensopada e melecada). Molhei o rosto, cabelos e abri a porta, num rompente. Arfava. Todos estavam com olhar arregalado, e levaram um susto. Notei que ainda não tinham percebido a mistura de meus fluídos e dejetos que já teimavam em sair pela soleira da porta.

Cumprimentei o pai, agradeci a mãe, despedi-me da moça, ali na porta mesmo. Aleguei ter sérios problemas mentais, e fui embora para casa. Ao sair, ouvi o pai gritar "Mas que merda é essa aqui!!".

Cheguei em casa, cagado, cortado, mas feliz.
 

_dreh_

Ei mãe, 500 pontos!
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O ano era 1998.

Estava eu em minha primeira vista à casa da nova namorada. Pais sentados à mesa, hora do jantar, um belo agnoline, todos conversando, animados, um vinho, quando algo demoníaco começou a fervilhar em meuestômago. Vinha e voltava, como em uma montanha-russa bostóide, pronta para descarrilar.

Tentando não parecer deselegante (afinal como poderia cometer uma anarquia no banheiro dos pais da nova namorada justamente na primeira visita) solicitei educadamente aonde ficava o lavabo; afinal, eu havia sido criado com toda a educação do mundo e necessitava limpar suas delicadas mãos de ogro.

A mãe da bela indicou então uma portinha abaixo da escada que dava acesso ao segundo andar; fui caminhando, de forma apertada, um pé na frente do outro em direção ao lavabo da salvação. Ao entrar pude sentir o cheiro de banheiro recém-limpo; o esfíncter sorriu, quase liberando o que já carregava com tanto pesar e esforço.

Fechei a porta, com cautela, já medindo o quanto de barulho poderia fazer. Acendi a luz, e comecei a conferir o local.

Pia, ok. Chuveiro, ok, Espelho, ok, Armário, ok. Espelho, ok.

Algo estava faltando.

Olhando novamente, percebi a falta do que mais importava naquele momento. Privada.

Era um lavabo. Não um banheiro.

Mil imagens de banheiro permearam minha mente naquele momento. A possibilidade de ter um banheiro logo ali em cima, ou do lado assombrou meus pensamentos; não conseguia tirar as imagens da cabeça. Privada. Descarga. Pato Purific. Papel higiênico.

Era o que bastava para o esfíncter sorrir mais uma vez, e marmota resolver por a cabeça pra fora da toca. Tentei comprimir, mas senti algo já espinhando as paredes da bunda; era a cabeça do bolo fecal. Tinha que agir rápido.

Enquanto ia tirando a calça, olhei pelo ralo do chuveiro. Era fixo no chão, aparafusado. E as grades muito finas. Além do mais, ligar o chuveiro iria oscilar a tensão e fazer o barulho característico.

Haviam algumas toalhas, pensei até em cagar em uma delas. Mas o que faria depois? Guardaria nos bolsos e levaria embora? Mostraria para todos na hora da janta?

Foi então o que poderia ser a salvação: a pia. Sim, a pia. Não custava torcer por um ralo largo.

Com efeito. Não só largo, mas não havia ralo. Parecia ter sido cortado. Ótimo; já planejei como seria a cagada. Ligaria a torneira, e ia cagando junto, para amolecer a merda. Depois socaria com uma escova de dentes que ali estava, fazendo uma pasta, até descer tudo. Tinha que dar certo.

Medi o tamanho, e teria que ficar na ponta dos pés, para que pudesse acertar com meu orifício direto no centro da pia. Liguei a torneira e joguei um sabão, para poder besuntar a passagem da bosta pelo cano. Fechei o olho e expeli com a força de mil sóis!

Páááá!!!!! Foi o barulho que ouviram na mesa. Seguido de um "Aiiiii!", muito fino, mas muito másculo.

"O que foi, o que foi?", perguntava a nova namorada, já chegando perto da porta do banheiro. Ouvi também um "Está tudo bem?". Era a mãe dela.

A situação ali dentro não era nada boa. A pia descolou da parede, no momento pós cagada, aonde relaxei meu corpo de ébano, queimado pelo sol. Na queda da pia, sobrou a base, que abriu um corte na lateral da nádega esquerda. Além disso, uma mistura de água, sangue e bosta começou a se alastrar pelo banheiro.

Começaram a bater na porta. Resumunguei um inaudível "Já vou, calma, já vou!". Pensei, pensei, e perecebi que não havia mais jeito.

Caguei tudo o que podia, no chão mesmo. Lavei a bunda, tirei o que pude do sangue e dos dejetos. Vesti a calça (ensopada e melecada). Molhei o rosto, cabelos e abri a porta, num rompente. Arfava. Todos estavam com olhar arregalado, e levaram um susto. Notei que ainda não tinham percebido a mistura de meus fluídos e dejetos que já teimavam em sair pela soleira da porta.

Cumprimentei o pai, agradeci a mãe, despedi-me da moça, ali na porta mesmo. Aleguei ter sérios problemas mentais, e fui embora para casa. Ao sair, ouvi o pai gritar "Mas que merda é essa aqui!!".

Cheguei em casa, cagado, cortado, mas feliz.
kkkkk
apesar da ficção, rolei de rir!
kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
agora louça cortada de pia, vaso, etc, MATA!!!
 

Zett.

Bam-bam-bam
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Bem elaborada a fanfic mas já li isso em algum outro lugar, só não me lembro onde.
Nota 7,5 por trazer essa "bela" história de cagada mas infelizmente, o amigo só deu um Ctrl+C e Ctrl+V.
 

Decepticon

Veterano
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Bem elaborada a fanfic mas já li isso em algum outro lugar, só não me lembro onde.
Nota 7,5 por trazer essa "bela" história de cagada mas infelizmente, o amigo só deu um Ctrl+C e Ctrl+V.
Sou user de outros fóruns, a história e true, mas só agora "bostei" por aqui, por não frequentar esse fórum (coisa que vou fazer daqui pra frente).
 

Decepticon

Veterano
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Depois do “rebosteio” causado pelo minha pequena anarquia em banheiros alheios, decidi não mais me aventurar daquela forma, e sempre pedir ao anfitrião o que realmente necessitava.
Pois bem, depois de algum tempo e alguma dignidade recuperada, arrumei outra namorada. Passado algum tempo, ganhei a confiança dos pais dela, e fui convidado a dormir na casa deles após um churrasco no qual tomei umas cervejas; eles não queriam que eu estivesse ao volante alcoolizado.
Ao oferecer o pernoite, já me informaram que eu dormiria no sótão, juntamente com os dois irmãos menores dela. Sem problemas, afirmei, já imaginando um plano de copular com a moça.
Cortei o álcool por ali mesmo, senão depois não conseguiria fazer nada; parti para a água, na tentativa de me hidratar e conseguir ter uma noite digna de um garanhão robusto.
Pois bem, já passava de meia noite, minha namorada já havia se recolhido. Estava eu, o pai dela e mais alguns parentes randômicos por ali; a mãe dela juntamente com mais algumas tias e primas cuidavam da louça.
Resolvi que iria “dormir”; coloquei a culpa na bebida, e ia bocejando e cumprimentando a todos, avisando que estava com muito sono.
Ao apertar a mão do futuro ex-sogro, ele já me fitou nos olhos, e percebeu a intenção de coito com a filha dele. Já chamou os menores, e foi nos direcionando ao sótão.
Durante os 2 lances de escada, ele foi me lembrando que gostava de caçar, que gostava de esfolar os animais que caçava; tentando me amedrontar. Eu dava as repostas de forma randômica, pensando em uma forma de descer as escadas sem fazer rangidos. Sim, a escada parecia uma baleia no cio; a cada pisada, um grito.
Pois bem, chegando até o quarto, os outros dois rebentos já estavam dormindo. Havia duas camas no local, era um sótão bem grande, aproximadamente 35m². Apenas uma das camas era uma bi-cama. O pai dela puxou o estrado, com colchão, sem lençol nem nada e resmungou um grotesco “boa noite”. Ao sair, me jogou uma almofada na cara, e desligou a luz. Corri para a porta, e vi que ele plantou uma cadeira na esquina do corredor, a fim de tentar proteger a já deflorada periquita de sua filha.
É, pelo visto, nada de um coito noturno. Fui deitar um pouco entristecido, mas haveriam outras oportunidades. Fechei os olhos e adormeci.
Acordo, suado. E com uma dor agudíssima na bexiga. Estava muito, mas muito apertado. Precisava ir ao banheiro, mas não me lembrava de nenhum banheiro nos andares superiores; apenas o da suíte da minha namorada e o banheiro da cozinha.
Pé ante pé, fui até a porta. “Nhéééééééééc!!!!!”, rangeu a maldita. Um vulto na esquina do corredor sombreou, permeando a meia-luz que vinha dele. Era o pai dela, ainda me esperando. Fechei a porta.
Nessa altura, meu pênis já começava a adormecer. Estava prestes a urinar em mim mesmo. Precisava agir rápido, mas o pai dela estava de guarda, a casa rangia a cada passo, e eu estava prestes a me mijar inteiro. Maldita cerveja. Se eu tivesse ao menos uma fralda...
Sim, era isso! Quase me urinei com a excitação da ideia; resolvi segurar o prepúcio para evitar algo pior, enquanto arquitetava meu plano, que consistia em:
a) Urinar na minha cama;
b) Derrubar cuidadosamente o irmão da minha namorada que dormia na cama superior a minha para a minha cama;
c) Rolar ele um pouco na urina;
d) Deitar feliz e ter o resto da minha noite de sono.

Sorrindo diabolicamente, aproximei-me da minha cama. Meu pênis parecia um balão de aniversário, as veias protuberantes e azuladas pulsavam. Soltei o prepúcio, e urinei como um mastodonte, por todo o colchão; sacudi bem, para que não ficasse nenhuma gotícula em minha cueca que pudesse me incriminar.
Fui até o moleque e o peguei cuidadosamente. O fedor da urina já permeava pelo ambiente. Ele estava bem suado também. Coloquei-o na cama, rolei para um lado, rolei para outro; ele não acordou. Ótimo, fui deitar na cama dele, mas na hora que pus a mão... colchão molhado. O moleque havia mijado no colchão também.
Não acreditei na minha falta de sorte. Ali estava eu, com dois colchões mijados. E o dele estava pior que o meu, escorria a urina por baixo da cama. Até no travesseiro tinha mijo.
Em desespero, surgiu minha outra opção. O outro moleque. Mas como explicar que ele fora dormir no meu colchão, já que a cama dele ficava longe? Minha mente maligna entrou em ação novamente; removi o moleque para o colchão original dele, e puxei o estrado para o outro lado. Contaria uma história que o pequeno estaria com medo de dormir, e eu estava contando uma história para ele; algo que soasse com alguma veracidade.
Fiz o trabalho milímetro a milímetro. Cada puxada, um rangido. Antes de colocar o rebento sobre o meu colchão, conferi a parte de baixo da cama, e tudo estava seco, pelo menos ao toque. Peguei o moleque no colo, e ele peidou. Ok, sem problema, tive que aguentar o cheiro, e colocar ele na cama... e que peido fedorento.... espera... melado....
Pois é. Não era um peido. Era o fim de uma cagada, que ele resolveu bufar no momento que o peguei, até deitá-lo na cama.
Sim, agora estava eu, com minha cama cagada e mijada, um dos moleques com a cama mijada e o outro com a cama cagada, no meio da noite. E um psicopata esperando qualquer movimento meu para me arrancar a cabeça do pescoço.
Esperei amanhecer, sentado no chão, até ouvir as primeiras movimentações na casa. Desci correndo, o quarto estava cheirando a reduto de mendigos, e eu via manchas marrons e amarelas na minha roupa. Busquei a porta, e não olhei pra trás, mesmo minha namorada me chamando para tomar o café.
Vi eles tempos depois, mas nem parei para cumprimentar.
 

Decepticon

Veterano
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Galerê, preciso do help de vcs.

Dia 22/07 amigo meu procurou 1070 TI na OLX. Achou, 2100. Negociou por 1950.

Falou que ia buscar no mesmo dia, o cara falou que tinha que esperar até dia 13/08, pq o cara tinha comprado outra placa de video e ia chegar e instalar e whatever.

ok, ele falou pra mim e eu resolvi falar com o cara no whats como interessado. Falei e o cara falou que tinha um SLI de 1070ti, que uma tava vendida mas tinha outra disponivel. Falou o preço, falei blz to indo buscar, ai ele contou a mesma historia. Falei pra ele, ue, mas se vc tem sli, me entrega uma que eu preciso dela urgente, nao pode? Ele falou que era ruim tirar uma do sli e tal, mas depois falou que ja tinha entregue ela... um rolo.

Passei pro meu amigo a situação mas ele, movido pelo preço baixo, resolveu comprar. Me chamou pra ir junto, peguei o chico preto e rumamos. O cara mora super bem, apto alto padrão. Ok, entramos.

O cara na correria queria entregar a vga, tinha removido do gabinete. Falei mas a gente quer testar, ele falou ah cara to na correria (meu amigo tinha falado pra ele antes que ia testar e tudo). Nesse testa nao testa ele fala, leva ela, nao precisa pagar, testa, confio em vocês. Estranho. Falamos nao, sem testar nao vamos levar, entao vamos embora. Ele pegou a vga e resolveu testar. Ok.

Quarto gamer, pc gamer, rayzer, tela ultra wide... enfim. Cara com filho e tudo, parecia muito gente boa.

Testamos a vga, tudo certo com ela. Ele nao quis entregar a nf, só mostrou, mas a gnete conseguiu bater uma foto. Pagamos e vazamos.

A vga é muito nova, de acordo com a NF comprada em 13/03/2018. Limpíssima, novinha mesmo.

Ok, pegamos a chave do xml e baixamos a danfe. A pvga foi entregue no amapá. Ok, google maps no endereço, sem chance. Peguei o endereço, joguei no google: um hotel.

Sinal de alerta tilintando; a nf sao de duas 1070ti, da ********. Ligamos na ********, falamos o pedido, a nf, o serial da vga e até agora nao retornaram.

Pensei: um fdp que compra duas 1070ti é nerd tetudo. Vamos jogar o nome dele na interwebs. Nada. Joguei o email (ta na nf). Nada. Peguei o cpf e tive que ir num site capeta (o da rf pede data nascimento): outro nome que não bate com o da nf.

Cartão clonado? O que vcs acham?

Aguardemos as cenas dos próximos capítulos; enquanto isso me ajudem a pensar.
 

Jefferson *Anjim*

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Sempre achei que aqui era pra contar causos históricos da outerspace e nao da vida pessoal extraforum...
 

Zett.

Bam-bam-bam
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Galerê, preciso do help de vcs.

Dia 22/07 amigo meu procurou 1070 TI na OLX. Achou, 2100. Negociou por 1950.

Falou que ia buscar no mesmo dia, o cara falou que tinha que esperar até dia 13/08, pq o cara tinha comprado outra placa de video e ia chegar e instalar e whatever.

ok, ele falou pra mim e eu resolvi falar com o cara no whats como interessado. Falei e o cara falou que tinha um SLI de 1070ti, que uma tava vendida mas tinha outra disponivel. Falou o preço, falei blz to indo buscar, ai ele contou a mesma historia. Falei pra ele, ue, mas se vc tem sli, me entrega uma que eu preciso dela urgente, nao pode? Ele falou que era ruim tirar uma do sli e tal, mas depois falou que ja tinha entregue ela... um rolo.

Passei pro meu amigo a situação mas ele, movido pelo preço baixo, resolveu comprar. Me chamou pra ir junto, peguei o chico preto e rumamos. O cara mora super bem, apto alto padrão. Ok, entramos.

O cara na correria queria entregar a vga, tinha removido do gabinete. Falei mas a gente quer testar, ele falou ah cara to na correria (meu amigo tinha falado pra ele antes que ia testar e tudo). Nesse testa nao testa ele fala, leva ela, nao precisa pagar, testa, confio em vocês. Estranho. Falamos nao, sem testar nao vamos levar, entao vamos embora. Ele pegou a vga e resolveu testar. Ok.

Quarto gamer, pc gamer, rayzer, tela ultra wide... enfim. Cara com filho e tudo, parecia muito gente boa.

Testamos a vga, tudo certo com ela. Ele nao quis entregar a nf, só mostrou, mas a gnete conseguiu bater uma foto. Pagamos e vazamos.

A vga é muito nova, de acordo com a NF comprada em 13/03/2018. Limpíssima, novinha mesmo.

Ok, pegamos a chave do xml e baixamos a danfe. A pvga foi entregue no amapá. Ok, google maps no endereço, sem chance. Peguei o endereço, joguei no google: um hotel.

Sinal de alerta tilintando; a nf sao de duas 1070ti, da ********. Ligamos na ********, falamos o pedido, a nf, o serial da vga e até agora nao retornaram.

Pensei: um fdp que compra duas 1070ti é nerd tetudo. Vamos jogar o nome dele na interwebs. Nada. Joguei o email (ta na nf). Nada. Peguei o cpf e tive que ir num site capeta (o da rf pede data nascimento): outro nome que não bate com o da nf.

Cartão clonado? O que vcs acham?

Aguardemos as cenas dos próximos capítulos; enquanto isso me ajudem a pensar.
 
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A 10 putos anos atrás, lá da epoca do SohDownloads, do Baixar.Org , da epoca da patifaria nos forums de download , voltei agora e nem o email tenho mais da outra conta :/
 

Space-Ghost

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Poxa faz anos que não acompanho o fórum.
Mas pelo que observei ainda tem uma galera lá dos primórdios.
Fórum OS tá no S2 :kpaixao
 

Jay-z

Bam-bam-bam
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Entrei pra saber se o Black Devoratrix chegou a dar uns pegas na sogra dele.
 

Xhunter

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Lembrei de um tópico cabreiro:

 

Taki

Ser evoluído
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Quando eu era pequeno, sempre ia na casa de um primo rico meu.

Em casa eu não tinha hora pra nada, comia porcaria, falava besteira em casa, aprontava, corria, gritava, fingia que ia dormir pra passar a madrugada toda jogando, etc. Quando ia na casa do meu primo era uma frescurada só, não podia correr, não podia falar alto, refrigerante era um copo por dia, até o pó do Nescau era regulado, tinha que ir beijar o pai dele quando ele chegava do trabalho, tinha que ir até o portão quando ele ia trabalhar, tinha que rezar antes de dormir, não podia assistir cavaleiros do zodícado pq era violento, etc. Era tudo tão certinho que eu sentia uma espécie de incomodo, ficava horrorizado pelo meu primo conseguir aceitar tudo aquilo sem se revoltar.

A minha necessidade de acabar com aquela melação era tanta que comecei a cometer pequenos delitos que normalmente eu nunca havia feito, comecei a trocar as coisas de lugares sem que ninguem soubesse que fui eu, cortava os fios da TV, sumia com a pilha de aparelhos, cheguei até a pegar dinheiro da bolsa da minha tia - queimando logo em seguida-, eu nem sabia oq fazer com dinheiro, eu só queria causar uma desestabilização naquele local. Ai um dia minha caiu, minha tia disse
morreu?
 

sparcx86_GHOST

Ei mãe, 500 pontos!
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Ontem o Vinicam criou um topico na tentativa de que todos da pasta Politica me colocassem no Ostracismo virtual.
Dá uma passada lá pois considero histórico. :kjoinha
 

BAKADESU

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O ano era 1998.

Estava eu em minha primeira vista à casa da nova namorada. Pais sentados à mesa, hora do jantar, um belo agnoline, todos conversando, animados, um vinho, quando algo demoníaco começou a fervilhar em meuestômago. Vinha e voltava, como em uma montanha-russa bostóide, pronta para descarrilar.

Tentando não parecer deselegante (afinal como poderia cometer uma anarquia no banheiro dos pais da nova namorada justamente na primeira visita) solicitei educadamente aonde ficava o lavabo; afinal, eu havia sido criado com toda a educação do mundo e necessitava limpar suas delicadas mãos de ogro.

A mãe da bela indicou então uma portinha abaixo da escada que dava acesso ao segundo andar; fui caminhando, de forma apertada, um pé na frente do outro em direção ao lavabo da salvação. Ao entrar pude sentir o cheiro de banheiro recém-limpo; o esfíncter sorriu, quase liberando o que já carregava com tanto pesar e esforço.

Fechei a porta, com cautela, já medindo o quanto de barulho poderia fazer. Acendi a luz, e comecei a conferir o local.

Pia, ok. Chuveiro, ok, Espelho, ok, Armário, ok. Espelho, ok.

Algo estava faltando.

Olhando novamente, percebi a falta do que mais importava naquele momento. Privada.

Era um lavabo. Não um banheiro.

Mil imagens de banheiro permearam minha mente naquele momento. A possibilidade de ter um banheiro logo ali em cima, ou do lado assombrou meus pensamentos; não conseguia tirar as imagens da cabeça. Privada. Descarga. Pato Purific. Papel higiênico.

Era o que bastava para o esfíncter sorrir mais uma vez, e marmota resolver por a cabeça pra fora da toca. Tentei comprimir, mas senti algo já espinhando as paredes da bunda; era a cabeça do bolo fecal. Tinha que agir rápido.

Enquanto ia tirando a calça, olhei pelo ralo do chuveiro. Era fixo no chão, aparafusado. E as grades muito finas. Além do mais, ligar o chuveiro iria oscilar a tensão e fazer o barulho característico.

Haviam algumas toalhas, pensei até em cagar em uma delas. Mas o que faria depois? Guardaria nos bolsos e levaria embora? Mostraria para todos na hora da janta?

Foi então o que poderia ser a salvação: a pia. Sim, a pia. Não custava torcer por um ralo largo.

Com efeito. Não só largo, mas não havia ralo. Parecia ter sido cortado. Ótimo; já planejei como seria a cagada. Ligaria a torneira, e ia cagando junto, para amolecer a merda. Depois socaria com uma escova de dentes que ali estava, fazendo uma pasta, até descer tudo. Tinha que dar certo.

Medi o tamanho, e teria que ficar na ponta dos pés, para que pudesse acertar com meu orifício direto no centro da pia. Liguei a torneira e joguei um sabão, para poder besuntar a passagem da bosta pelo cano. Fechei o olho e expeli com a força de mil sóis!

Páááá!!!!! Foi o barulho que ouviram na mesa. Seguido de um "Aiiiii!", muito fino, mas muito másculo.

"O que foi, o que foi?", perguntava a nova namorada, já chegando perto da porta do banheiro. Ouvi também um "Está tudo bem?". Era a mãe dela.

A situação ali dentro não era nada boa. A pia descolou da parede, no momento pós cagada, aonde relaxei meu corpo de ébano, queimado pelo sol. Na queda da pia, sobrou a base, que abriu um corte na lateral da nádega esquerda. Além disso, uma mistura de água, sangue e bosta começou a se alastrar pelo banheiro.

Começaram a bater na porta. Resumunguei um inaudível "Já vou, calma, já vou!". Pensei, pensei, e perecebi que não havia mais jeito.

Caguei tudo o que podia, no chão mesmo. Lavei a bunda, tirei o que pude do sangue e dos dejetos. Vesti a calça (ensopada e melecada). Molhei o rosto, cabelos e abri a porta, num rompente. Arfava. Todos estavam com olhar arregalado, e levaram um susto. Notei que ainda não tinham percebido a mistura de meus fluídos e dejetos que já teimavam em sair pela soleira da porta.

Cumprimentei o pai, agradeci a mãe, despedi-me da moça, ali na porta mesmo. Aleguei ter sérios problemas mentais, e fui embora para casa. Ao sair, ouvi o pai gritar "Mas que merda é essa aqui!!".

Cheguei em casa, cagado, cortado, mas feliz.
Mano chorei de rir , é muito sério isso cara, se for se detalhou de forma explendida pode até virar um escritor famoso kkk
 
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