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Metal é coisa de branco pobre?

O Rei Rubro

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"Metal" tem tantas variáveis, e tanta gente gente diferente que curte um ou mais estilos que podem ser classificados como "metal", que essa generalização é só pode ser feita por quem não entende da matéria.

Eu gosto de muitos estilos de "metal" - mas acho essa denominação "metal" varzeana. Tu pode chamar Angra e Hypocrysy de metal, mas existe um abismo claro entre os dois. E eu fico com Hypocrysy. Angra parece banda de mulher.

Mas os estilos que mais gosto são os mais podres mesmo, do tipo: deixe a sua esperança do lado de fora.

Sobre a classe social: meus amigos do tempo que eu arrastava corrente pelas ruas, são todos uns miseráveis. E até hoje são, e até hoje somos amigos. Mas eles escolheram ser vagabundos, e por isso continuam na mesma. Nenhuma crítica, apenas uma parada óbvia. Cada um faz o que quer do seu caminho. Quando eu entrei na faculdade, comecei a ter contato com pessoas que também curtiam "metal" (essa bosta de definição generalista de novo) mas que já tinham outra visão de vida. O interessante é que aí sim, o estilo do "metal" era pouco interessante pra mim: essa bandinhas de Metal melódico de gente limpinha com cabelos esvoaçantes e querendo parafrasear Senhor dos Anéis.

Acho que o metal de "pobre mesmo" é mais o metal extremo (o mais legal) porque a própria concepção sonora e de conteúdo de mensagem o metal extremo é notoriamente ignorante, e casa mais com pessoas de pouca instrução. Mas pra mim, este sim é o verdadeiro metal: com rifs que derretem o cérebro dos mais fracos, vocais que remetem a espíritos grotescos aprisionados em sua própria malignidade e com letras que escrotizam geral e são divertidamente cafonas:

Black is the night, metal we fight
Power amps set to explode.
Energy screams, magic and dreams
Satan records the first note.
We chime the bell, chaos and hell
Metal for maniacs pure.
Faster than steel, fortune on wheels
Brain haemorrhage is the cure.
 


trevz

Ei mãe, 500 pontos!
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O metal tem muitas vertentes, e existem bandas com qualidade e bandas medíocres.

No metal devemos escutar praticamente todos os instrumentos de maneira limpa, fazer este som limpo define a qualidade instrumental da banda, outros quesitos são letras, qualidade vocal, etc..

Na minha opinião temos por exemplo Iron Maiden que possui uma limpeza sem igual em suas músicas, conseguimos separar os instrumentos, não são músicas sujas.

Por outro lado temos algumas vertentes como TrashMetal que pelo amor, não dá pra entender nada (tanto instrumentalmente quanto vocal).

Não tem estereótipo de classe para música, isso é bem particular, mas uma coisa eu digo. Nunca vi gente burra procurar ouvir músicas de qualidade, nesse ponto sou preconceituoso mesmo, quem escuta música ruim não tem um intelecto evoluído!
É THRASH, não TRASH.

Mais respeito e menos bobagem.
 

PocketCrocodile

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O metal tem muitas vertentes, e existem bandas com qualidade e bandas medíocres.

No metal devemos escutar praticamente todos os instrumentos de maneira limpa, fazer este som limpo define a qualidade instrumental da banda, outros quesitos são letras, qualidade vocal, etc..

Na minha opinião temos por exemplo Iron Maiden que possui uma limpeza sem igual em suas músicas, conseguimos separar os instrumentos, não são músicas sujas.

Por outro lado temos algumas vertentes como TrashMetal que pelo amor, não dá pra entender nada (tanto instrumentalmente quanto vocal).

Não tem estereótipo de classe para música, isso é bem particular, mas uma coisa eu digo. Nunca vi gente burra procurar ouvir músicas de qualidade, nesse ponto sou preconceituoso mesmo, quem escuta música ruim não tem um intelecto evoluído!
 

malaquias

Habitué da casa
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É THRASH, não TRASH.

Mais respeito e menos bobagem.
Mals o erro, mas o que quis dizer é que Thrash Metal tem um som sujo o que é um fato, porém quando eu disse que pessoas burras ouvem músicas ruins não me referi ao Thrash Metal e sim estilos rendáveis, vendidos.
 

Bellri Zenam

Veterano
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O metal tem muitas vertentes, e existem bandas com qualidade e bandas medíocres.

No metal devemos escutar praticamente todos os instrumentos de maneira limpa, fazer este som limpo define a qualidade instrumental da banda, outros quesitos são letras, qualidade vocal, etc..

Na minha opinião temos por exemplo Iron Maiden que possui uma limpeza sem igual em suas músicas, conseguimos separar os instrumentos, não são músicas sujas.

Por outro lado temos algumas vertentes como TrashMetal que pelo amor, não dá pra entender nada (tanto instrumentalmente quanto vocal).

Não tem estereótipo de classe para música, isso é bem particular, mas uma coisa eu digo. Nunca vi gente burra procurar ouvir músicas de qualidade, nesse ponto sou preconceituoso mesmo, quem escuta música ruim não tem um intelecto evoluído!
Não existe conceito de "qualidade instrumental" em contracultura.

Músicos de Tech Death Metal tocam mais que os caras do Maiden e você vai continuar achando que é barulho.

 


Dark Texugo

Bam-bam-bam
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A única coisa do metal que não gosto é quando tem o vocal gutural.
E respondendo sua pergunta, não, não é coisa de pobre.
Eu até curto mas se vier aquela choradeira limpa no refrão, mas esses ai são mais moderninhos. Nem tanto na verdade, uns Fear Factory da vida acho divertido.
O cara começa monstrão ai vem o lado sensível no refrão.
 

lorenço

Bam-bam-bam
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Eu até curto mas se vier aquela choradeira limpa no refrão, mas esses ai são mais moderninhos. Nem tanto na verdade, uns Fear Factory da vida acho divertido.
O cara começa monstrão ai vem o lado sensível no refrão.
vc aguenta ouvir merdas tipo isso?:
 

LuxEtUmbra0

Bam-bam-bam
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Metal está em todos gêneros, etnias e classes sociais e a complexidade de composição/letras independem destes fatores. Deixa de acompanhar tosqueira no YT. :kkk

e parando para pensar nunca achei metal liricamente muito sofisticado
Posso te indicar bandas que contrariam isso haha. Uns exemplos seguem.

Todo um álbum conceitual sobre Yggdrasil.
[There are two races of gods. The Vanir-gods of Vanaheim belong to an old stock of gods, maybe even older than the Asir. They live on fertile fields and near the sea. They are known for their power over life and happiness and the seed is their symbol. The lord and lady, Frej and Freja, are the rulers of Vanaheim and they are united in the sacred marriage which brings life to the arable and pasture lands. Not known to everyone is the secret lore of witchcraft which the Vanir - gods teach the chosen ones.]

Take the seed of Frej
Put it in the sacred soil
make it come alive
And fertility will rise.

Enter Vanaheim
Where dead will come alive.

Magic of Freja
Take you to another world
By the trance of sejd
(The) sibyl see into your soul.

Enter Vanaheim
And you will know thy self.

Vana-king and queen,
Lord and Lady of the gods
If you sacrifice
They'll release your fylgia.

Enter Vanaheim
And find your totem-beast.

By the seed of Ing
(Your) fylgia will take you high
Find it in your blood
From the days of Vanir war.

Enter Vanaheim
And you will fly in the fair fields
With the gods, forever.

Todos álbuns conceituais.
The Splendour of a Thousand Swords Gleaming Beneath the Blazon of the Hyperborean Empire (Part: III) 07:20 Hide lyrics
THE ANTEDILUVIAN ORACLE:
Behold glorious Hyperborea, gleaming jewel of the north; an eon-veiled kingdom forever steeped in ancient legendry and the renown of its martial splendour...
but of late, an ill wind whispers malignly through its opulent labyrinth of marbled citadels...

WHAT HAS GONE BEFORE:

Episode I:

THE SPLENDOUR OF A THOUSAND SWORDS GLEAMING BENEATH THE BLAZON OF THE HYPERBOREAN EMPIRE

{To be found on the second Bal-Sagoth album; “Starfire Burning Upon The Ice-Veiled Throne of Ultima Thule”}

Episode II:

THE DARK LIEGE OF CHAOS IS UNLEASHED AT THE ENSORCELLED SHRINE OF A’ZURA-KAI (THE SPLENDOUR OF A THOUSAND SWORDS GLEAMING BENEATH THE BLAZON OF THE HYPERBOREAN EMPIRE: Part: II)

{To be found on the third Bal-Sagoth album; “Battle Magic”}

NOW...

Episode III:

CRY HAVOC FOR GLORY, AND THE ANNIHILATION OF THE TITANS OF CHAOS! (THE SPLENDOUR OF A THOUSAND SWORDS GLEAMING BENEATH THE BLAZON OF THE HYPERBOREAN EMPIRE: Part: III)

ALTARUS: And so, it ends. You have learned much, young Xerxes. Your training is nigh on complete. The years which you have spent here at the Praxeum have been difficult ones, but the reward of elucidation you have gained far outweighs the hardship you have endured. Many lessons have you learned, not least of which is that knowledge is never without its price, my neophyte.

XERXES: Yes, master Altarus. I have heeded your tutelage well, and your wisdom has been a great balm to me during the many trials I have undergone. I can now command the Mists of the Oracle, and the Great Eye of the Universe opens at my bidding. And yet, before I am placed before the final scrutiny of the Elders, I ask that I be allowed to gaze into the sidereal vista once more, to witness the final outcome of that great struggle which has so captivated me during my studies at the Praxeum.

ALTARUS: Ah yes... the epic conflict between the Dark Liege of Chaos and the royal Scion of proud Hyperborea. Very well, my young apprentice. Command the starscape to divulge its mysteries...
look deep into the fathomless mists, and the ruinous carnage of A’zura-Kai shall once again be arrayed before thine curious gaze. Aye Xerxes, thrice you have summoned the besieged and benighted vista of Hyperborea...
now pay heed, for the final battle is at hand!

Chapter 7: The Last Stand Against Chaos.

ALTARUS: And a crimson sun rose slowly over the Field of Blood... and such were the corpse-mounds of the dead that they aspired to touch that ireful orb. Slithering shadows nuzzled the massed bodies of the slain, as the King rallied the survivors of the battle against Chaos to one final act of defiance...

LORD ANGSAAR: Impertinent mortal wormcast! Do you truly aspire to prevail against me? I am the Bane of the Atlantean Kings, the Scourge of Lemuria, Arch-Foe of the Immortals of Ultima Thule! Long before man hurled himself squamously from the primordial ooze, I waged war with gods and thwarted eternity!

ALTARUS: Lord Angsaar, the Dark Liege of Chaos, was poised on the brink of ultimate victory. By insidious manipulation, he had carefully drawn the forces of Hyperborea to battle at the Shrine of A’zura-Kai, pitting his legions of ravening wraiths against the stalwart forces of the Hyperborean Empire, and during the fray his agents of evil had seized the Ninth Crystal of Mera from the grasp of the King. With the cosmic energies of the Shrine magnifying the empyreal power of the Ninth Crystal, Angsaar triumphantly performed the arcane rite that would sunder the sorcerous fetters which had hitherto kept his physical incarnation confined within the ancient Chamber of Slumber. Summoning the interdimensional portal which the mystic power of the Shrine allied with the sorceries of the Crystal could generate, Angsaar channelled his fiendish presence from his darksome prison directly to the death-gorged Field of Blood. Thus was the spell of confinement woven countless aeons ago by Angsaar’s immortal nemesis broken, and on that fateful day the dread Chaos-Liege strode the world of mortal men once more. The King, flanked by the few valiant survivors of the ruinous Wraith-onslaught, stood defiant before the withering glare of Chaos...

LORD ANGSAAR: Ah, great King of Hyperborea! My mystic shackles are at last broken... I am free once more! Your army is lost, your realm is mine... it shall be blessed with the honour of being the first to fall before my renewed onslaught! Bow to me in obeisance!

THE KING: Never! For too long your diseased machinations have hung like a black pall over glorious Hyperborea... you have invaded my very dreams and sown the virulent seeds of base treachery within my court. It ends here, arch-fiend!

LORD ANGSAAR: Feh! Yield to me, throw down your sword! Obey and I promise that your death shall be swift, if not entirely devoid of suffering!

THE KING: I defy you!

LORD ANGSAAR: Hyperborea shall fall! Your court shall become the heart of my new imperium! Your people shall become my lackeys, bearing the glorious burden of my sovereignty with sweet praise upon their lips!

THE KING: I shall always defy you!

LORD ANGSAAR: Then your pain shall etch a new legend of suffering in the benighted obelisks of the Outer Darkness, and not even that cursed blade of adamantine black steel shall preserve thee! Die!

THE KING: So, the final battle begins! Into the fray we ride! For the eternal glory of Hyperborea!

ALTARUS: And the Chaos-Liege summoned the remnants of his cackling wraith-horde, commanding the unholy brood to once more hurl itself like a black tide against the now bloodied but still razor edged steel of the grim survivors of Hyperborea. With the enchantments of the Ninth Crystal still crackling in the air about the Shrine, the incorporeal frames of the wraiths were once more transmogrified into squamous pseudo-flesh, and thus vulnerable to the biting blades of the King’s depleted war-host. Rallying his forces once more, the Royal Scion of Hyperborea clove into the massed hordes of nethermost horror, his ensorcelled ebon blade hewing five-score left and five-score right, leaving a viscous and noxious trail of sundered fiends in his wake. The Arch-Wraith of Lord Angsaar, that same bestial horror which had smitten the King and seized the Crystal of Mera from his gauntleted fist, swooped screaming from the crimson sky in a bid to extinguish the life-force of the Hyperborean monarch, but the benighted blade of the King was swifter, and with a flash of noisome green light and smoke, the Arch-Wraith’s head rolled to the blood-slaked earth, its leering countenance forever frozen in a grotesque parody of un-death. And once more, like a purifying storm of righteous fury the heroes of Hyperborea dealt steel-cold and martial discipline unto the baying hounds of Chaos.

XERXES: And yet I perceive that the wraith-horde’s number was being ever bolstered by the sorceries of the reborn Chaos-Liege... for every keening horror hacked down by a Hyperborean blade, three more were summoned from the Outer Darkness by the machinations of Angsaar.
Even the courage and the grim determination of the King’s valiant force could not hope to prevail against such an overwhelming foe. But the last, best hope still remained, clutched tightly within the King’s fist! The Shadow-Sword!

ALTARUS: Your perceptions are clear, young Xerxes. The life-essence of Angsaar’s arch-foe was still encased within the stygian sword following their last cataclysmic encounter many aeons past, and that yard of fearsome black steel spoke once more to the King in the same long dead tongue it had burned upon his mind deep within the Mountains of the Dead.One hope remained to defeat Angsaar, but it would carry with it a most terrible price for the King.

Chapter 8: The Return of the Immortal

THE ECHOES OF THE IMMORTAL: Hearken, noble King of Hyperborea. Long ago, before life evolved from the boiling oceans of the primordial sphere, I waged furious and slaughterous battle with the Chaos-Liege over the possession of the sacred Crystals of Mera, shards of such incredible sorcerous potency that even the Empyreal Lexicon itself was no greater a prize. Although I succeeded in smiting the dark one and imprisoning him within his Chamber of Slumber, I was hammered to the brink of dissolution by the abominations of Chaos, and I thus transferred my life-essence into my Sword, that same blade which you now hold in your grasp. I committed my fading energies to concealing the blade from the sight of man until such time as it would once more be needed to bring to bear against Chaos... aye, until such time as Angsaar reawakened. It was I who guided you to the mountainous resting place of the blade when my arch-foe marked you as central protagonist in his scheme to recover the Prime Crystal, o’ King of the North. To utterly destroy the Dark Liege of Chaos, you must join your essence with mine... we must fuse our life-forces and become one so that my full power may be unleashed against Angsaar once more. But this final deed demands the most severe of tolls, o’ noble monarch... To become as one with the immortal essence of the Shadow-Sword is to sacrifice forever your own mortality, and to forsake eternally the world of man. Are you prepared to pay this price, King of Hyperborea?

THE KING: To preserve the sovereignty of my realm and safeguard my people from the forces of darkness? Aye! For my kingship demands no less a commitment! So be it... let this final deed be done!

THE WARRIORS OF HYPERBOREA: Imperius Rex!

LORD ANGSAAR: What futile gesture is this? Curse you, manling! Can you not accept the inevitability of your defeat?

THE KING: Begone, servitor of Chaos! Your nemesis awaits thee! Return to the Outer Darkness!

LORD ANGSAAR: You fool! You cannot comprehend your actions! I offered you sweet oblivion, and instead you have chosen tortuous damnation!

THE KING: I would sooner suffer damnation a thousand times than bend the knee to Chaos!

ALTARUS: And a great stillness descended over the Field of Blood. Grimly, slowly, the King held aloft the Shadow-Sword and spoke those baleful words of power which had been forever branded indelibly upon his soul. Writhing tendrils of night-dark, coruscating energy lanced from the surface of the blade, entwining the King in a pulsating chrysalis of searing sorcerous power. His eyes shone deep crimson with an illuminatory radiance not born of this world, and forces which had lain dormant since before the fall of the Third Moon stirred at last from their aeons-old slumber...

LORD ANGSAAR: No... my eternal nemesis, you will not thwart me! Abominations rise! Destroy these mortals who vex me as the buzzing of gnats vexes a titan! Drag their impudent souls to the abyss!

THE WARRIORS OF HYPERBOREA: Havoc is the cry! Come, fiends of the nether-void... face righteous pattern-welded death!

LORD ANGSAAR: Praise Chaos! By the crystal heart of Mera I shall stand deified!
THE WARRIORS OF HYPERBOREA: Glory eternal! For our King and sacred Hyperborea!

THE KING: Noble warriors of Hyperborea... I salute your steadfast courage. This will be my final command to you. Now come... follow your King into battle one last time. Into the fray we ride... For the eternal glory of Hyperborea!

ANGSAAR: The circle closes... you cannot resist the unparalleled might of Chaos and the exquisite majesty of the Z’xulth! I shall unleash all the terrors of the Outer Darkness against thee! Behold the true extent of my power... My flesh is a shrine wherein all demons dwell!

THE WARRIORS OF HYPERBOREA: Stand fast! Cry havoc for glory and the annihilation of the titans of Chaos! The glory of battle is nigh at last! We fight to the last man!

THE KING: By all the gods of Hyperborea... a legacy shall be wrought by our blades... our legend shall live forever! Hear me, Angsaar! My humanity fades... my mortality dissipates as does the darkness before the glimmering kiss of the dawn! Let us finish it... Let this be our final battle!

ALTARUS: And thus was etched into the eternal codex of the heavens the immortal legend of the Hyperborean Empire.

XERXES: But master Altarus... what was the outcome of the final clash? What effect did the power of the Immortal have upon the King? Did he ultimately defeat Angsaar and the horrors spawned from the Outer Darkness?

ALTARUS: Alas Xerxes, no one knows the final outcome of the battle. Even the Great Eye of the Universe and the Mists of the Oracle are unable to ascertain the fate of the King and his army on that fate-steeped dawn. So much unparalleled and polarized arcane power was unleashed upon the Field of Blood at that instant that it has forever obscured the oracular vista and shielded the truth from the eyes of even the most talented and presentient master of the Praxeum. Today, Hyperborea is but a memory, a glorious legend which rests forever within the same fathomless shark-haunted grave as do mythic Lemuria and fabled Atlantis..

XERXES: I shall make it a priority to ascertain the truth, master. I vow I shall channel all the skills I have learned here at the Praxeum into discovering the final fate of the King of Hyperborea!

ALTARUS: And I believe that you may well succeed, my young apprentice. But whatever the case, one thing is certain. As long as legends endure in the cosmos and the deeds of heroes are celebrated in the annals of eternity, none who gaze in awe beyond the mists and are blessed to behold it shall ever forget the splendour of a thousand swords gleaming beneath the blazon of the Hyperborean Empire.

THE END...?

Menções honrosas: além do vasto acervo mitológico/cultural/filosófico/religioso do Therion, Alcest, Borknagar, Solefald (tem de escutar todos álbuns e referências fora para conseguir entender referências), Ayreon e suas sagas espaciais, muitas outras bandas com ótimas letras que me fogem agora.
 

Azeon

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Cara, não sei. Mas só sei que acho os metaleiros tão ou mais patéticos que os fãs de pagode/sertanejo e funk. São do mesmo nível. Curto rock demais, porém metal é muito cringe. Olha isso
Eu corro de qualquer "eiro", morando no litoral norte de SP um calor infernal todos os dias e os caras tudo de camiseta preta horrível com capas de CDs, o melhor é que o papo deles era falar mal dos outros, principalmente os pagodeiros... Futil demais e totalmente contrastante com as letras das músicas.
 
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trevz

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vc aguenta ouvir merdas tipo isso?:
Seu pensamento tá muito estereotipado, acontece com alguém que não manja muito sobre o assunto, o que é normal pq se vc não curte o estilo não tem pq manjar mesmo.

--------------------------------

Meus 2 cents sobre o tema:

Sempre fui um cara do metal/rock/derivados e já frequentei muitos bares e shows, posso afirmar que no metal tem todo o tipo de gente, tem os derrotados, porém tem a galera com grana também, cansei de trocar ideia com engenheiros, advogados, médicos, etc. Uma galera que se vc ver no role não imaginaria tais profissões tradicionais.

Também já frequentei outros ambientes, baladas eletrônicas/sertanejo e te digo que esse tipo de role é bem mais 'politico' que a cena do metal, quem tá no bar ouvindo metal não se importa tanto com o que vc faz fora de lá, o cara tá lá só pra curtir um som e beber uma cerveja barata com os amigos, independente se vc ganha 10, 20, 30k, o objetivo é o mesmo, sem julgamento, sem politicagem.

Agora nesses roles de eletrônica e sertanejo o que mais vejo é neguin querendo pagar de rico, passando de carro com vidro aberto na frente do role só pra fazer questão que as minas vejam o carro que o cara tem, usando roupa de marca pra pagar de riquinho, comprando combo de whisky sendo que tá passando perrengue em casa...

Enfim, são mundos diferentes, mas gente chata, pobre e burra tem em todo lugar, principalmente onde a ostentação come solta.
 
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LuxEtUmbra0

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Metal é amplo demais para estereotipar como um único gênero. É uma vertente do rock, e assim como o rock, bastante subdividido. Em toda a sociedade vão ter os "cabeça duras" que "muhhh, não é [insira o estilo musical aqui], não é bom", mas que não refletem o público geral do estilo.

Se querem mais exemplos de diversidade:

Algo mais tranquilo

Sinfônico

Progressivo/outros estilo com partes com coral

Mais para o metal tradicional/hard rock

Meio termo entre folk/acústico e extremo

Indo para o lado do Death/Black
 

Kaiketsu_Zubat

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O metal tem muitas vertentes, e existem bandas com qualidade e bandas medíocres.

No metal devemos escutar praticamente todos os instrumentos de maneira limpa, fazer este som limpo define a qualidade instrumental da banda, outros quesitos são letras, qualidade vocal, etc..

Na minha opinião temos por exemplo Iron Maiden que possui uma limpeza sem igual em suas músicas, conseguimos separar os instrumentos, não são músicas sujas.

Por outro lado temos algumas vertentes como TrashMetal que pelo amor, não dá pra entender nada (tanto instrumentalmente quanto vocal).

Não tem estereótipo de classe para música, isso é bem particular, mas uma coisa eu digo. Nunca vi gente burra procurar ouvir músicas de qualidade, nesse ponto sou preconceituoso mesmo, quem escuta música ruim não tem um intelecto evoluído!
Pois é, não consegui entender o tópico porque música é a coisa mais democrática que existe, há vários estilos e vários sub-estilos que se complementam atingindo várias classes, do mais baixo ao mais alto.
Agora música ruim, tem tanto no meio do Metal como no meio Sertanejo, e nem toda música clássica é boa também.

Pra vocês verem como música é democrática, eu sou pardo fudido (financeiramente porque meu redondo tá intacto) quando estudava me juntava com negros, brancos e pardos pra jogarmos Play 2 e ouvir Iron Maiden, Ramones e zoar quem ouvia Simple Plan hahahauahauauau e sendo que no nosso meio tinha um Zé que gostava disso e zoava junto, e detalhe ele era negro e do cabelo pichaim.
E mesmo assim todo mundo curtia e cantava Nothing Else Matters tudo errado e se divertia, ia nos bares de rock pra encher a lata de vinho barato que vem naquelas garrafas de plástico e se divertia.
E no final do dia todo mundo lotado de cachaça começava a cantar Raça Negra hauahauah.

Então música boa será música boa independente da sua cor, mesmo amigos meus que dançavam Street Dance gostavam de ouvir um Nirvana, um Iron também....
Eu mesmo por influencia conheci Hip Hop dos anos 80/90 e Reggae dessas mesmas décadas, tudo por causa disso aí, quem nunca ouviu Pass the Dutchie tocando por aí?
I'm a Hoe do Whodini?
Pois é negada, música só tem cor e status social quando a gente quer que ela tenha, pra isso ela tem que ser feita pensando nisso.

E música lixo existe e muito, e só serve pra emburrecer os já emburrecidos consumidores disso aí.
Músicas chicletes são o maior exemplo disso, fazem a música com duas no máximo três estrofes e no máximo colocam 3 acordes pra acompanhar "a letra".
Inclusive Ramones já fez isso com Blitzkrieg Bop e é/foi uma banda conceituadíssima mas o fez por pura zoeira, e até em zoeira a gente acha qualidade como os riffs do Bento em algumas músicas do Mamonas Assassinas ou no Yodel doidão do Hocus Pocus a Focus.

Enfim essa foi minha opinião, vou parar por aqui que já tô me perdendo hehe.
 

lorenço

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Seu pensamento tá muito estereotipado, acontece com alguém que não manja muito sobre o assunto, o que é normal pq se vc não curte o estilo não tem pq manjar mesmo.

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Meus 2 cents sobre o tema:

Sempre fui um cara do metal/rock/derivados e já frequentei muitos bares e shows, posso afirmar que no metal tem todo o tipo de gente, tem os derrotados, porém tem a galera com grana também, cansei de trocar ideia com engenheiros, advogados, médicos, etc. Uma galera que se vc ver no role não imaginaria tais profissões tradicionais.

Também já frequentei outros ambientes, baladas eletrônicas/sertanejo e te digo que esse tipo de role é bem mais 'politico' que a cena do metal, quem tá no bar ouvindo metal não se importa tanto com o que vc faz fora de lá, o cara tá lá só pra curtir um som e beber uma cerveja barata com os amigos, independente se vc ganha 10, 20, 30k, o objetivo é o mesmo, sem julgamento, sem politicagem.

Agora nesses roles de eletrônica e sertanejo o que mais vejo é neguin querendo pagar de rico, passando de carro com vidro aberto na frente do role só pra fazer questão que as minas vejam o carro que o cara tem, usando roupa de marca pra pagar de riquinho, comprando combo de whisky sendo que tá passando perrengue em casa...

Enfim, são mundos diferentes, mas gente chata, pobre e burra tem em todo lugar, principalmente onde a ostentação come solta.
eu sou ecletico mas gosto muito de rock classico e progressivo e muita coisa de metal também.

só que gosto de zoar os metaleiros true q só usam camisa de banda e gostam dessas coisas q beiram o barulho como aquela m**** que postei ali. o cara parece q ta imitando um porco falando
 

Ataru

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Pra mim é a trilha do branco classe média de meia idade que se acha jovem. É tipo esses caras que eram fãs da MTV e que pensam que todo mundo conhece/gosta de Hermes e Renato, sendo que eles saíram do ar há mais de 10 anos.
 

O Rei Rubro

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Pra mim é a trilha do branco classe média de meia idade que se acha jovem. É tipo esses caras que eram fãs da MTV e que pensam que todo mundo conhece/gosta de Hermes e Renato, sendo que eles saíram do ar há mais de 10 anos.
Quem não conhece Hermes e Renato não é feliz de verdade:

 
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