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TÓPICO OFICIAL DO PRESIDENTE DA REPÚBLICA JAIR MESSIAS BOLSONARO

Qual será a moeda nova agora com Bolsonaro?

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Adam Sandler

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Se o Carlos ou alguém da proximidade dele frequentar isso aqui recomende ao Bolsonaro não fazer conjecturas sobre coisas benéficas a população, nesse momento é importante concentrar os esforços na reforma da previdência, sei que existem inúmeros conselhos para melhorar o Brasil mas gestão é feita por etapas, não se joga um monte de possibilidades na mídia gerando expectativas e alimentando os inimigos que tentarão fazer a pressão contrária.
 

Tauron

Bam-bam-bam
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Olavo pode e tem que continuar falando o que ele acha, mas poderia fazer isso privadamente para o presidente, assim evita a chateação da imprensa e dos membros do governo
É isso aí, Bolsonaro não está sendo tutelado por ninguém, ele está governando da forma como ele entende que deve governar, se ele achar necessário ele chuta o Santos Cruz e pronto, o momento é o lado de cá fechar e somar e não ficar incentivando luta na lama pra petista ficar batendo palma e folha publicando "crise no governo" "crise no governo"...
 


ssj4ac

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Na escola que o Flávio Bolsonaro aprendeu roubar o Lulinha era professor kkkk


PF aponta que firma de Lulinha recebeu R$ 103 milhões, diz jornal

Cervejaria Petrópolis e empresas ligadas à Oi são as principais remetentes do dinheiro, aponta laudo da PF


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Sgt. Kowalski

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Bolsonaro volta atrás e nega ‘acordo’ com Moro por vaga no STF

DALLAS - O presidente Jair Bolsonaro voltou atrás e negou que tenha feito um acordo prévio com Sérgio Moro para que o então juiz da Lava Jato aceitasse integrar o governo com a perspectiva de uma cadeira como ministro do Supremo Tribunal Federal no futuro. “Não teve nenhum acordo, nada. Nunca ninguém me viu com Moro. (…) Só vim conversar com Sérgio Moro depois de eleito presidente da República”, disse Bolsonaro, em Dallas, durante transmissão ao vivo nas redes sociais.
Sérgio Moro
O ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro Foto: ERNESTO RODRIGUES/ESTADÃO

No domingo, ele afirmou em entrevista à Rádio Bandeirantes, que esperava cumprir seu “compromisso” de indicar o ex-juiz da Lava Jato para uma vaga no STF. No dia seguinte, Moro afirmou que não impôs “nenhuma condição” quando aceitou convite de Jair Bolsonaro para fazer parte do governo.
Hoje, Bolsonaro minimizou a história e afirmou que “sempre falava” que o País precisa de “alguém com perfil de Sérgio Moro” no STF. “E mais: mais um momento eu tenho, e todo mundo tem, com toda a certeza, para elogiar Sergio Moro. Ele abriu mão de 22 anos de magistratura. Tinha tranquilo lá, mais poucos anos ele se aposentava pelo teto e ia cuidar da vida dele. Podia advogar, ministrar palestras, cuidar da vida dele. Ele preferiu abrir mão de 22 anos de magistratura”, afirmou.
 

Sgt. Kowalski

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Governo terá de buscar votos no recesso branco



4-5 minutos



Presidente Jair Bolsonaro. FOTO: MARCOS CORREA/PR
O governo federal terá de correr contra o relógio para aprovar a reforma da Previdência antes que a conjuntura política e econômica possa se tornar ainda mais desfavorável ao presidente, a ponto de contaminar as articulações em curso. Pelos cálculos mais otimistas no cronograma atual, Planalto e Economia terão 20 dias para virar votos entre a aprovação do texto na Comissão Especial e a apreciação do projeto no plenário. Há mais um complicador: esse período curto deve coincidir com os festejos juninos, o recesso branco do Congresso.
Contabilidade. Onyx Lorenzoni, capitão da articulação política, tem contado o número de parlamentares que recebe para rebater as críticas de que não dialoga. Já foram 386 desde o início do governo – ou 2,8 por dia.
Alívio. Os deputados que estão tocando a reforma da Previdência na Comissão Especial acharam boa a ida do ministro da Educação à Câmara. Com isso, a oposição direcionou suas atenções para ele e, na comissão, as audiências ocorreram com menos embates.
Corre. Há uma movimentação na Câmara para apresentar uma emenda à PEC da Previdência com o texto idêntico ao que muda a aposentadoria dos militares. Deputados estão incomodados com a demora no andamento desse projeto.
A lista. São ao menos cinco os deputados cotados para substituir o líder Major Vitor Hugo: Aguinaldo Ribeiro (PP-PB), Cláudio Cajado (PP-BA), João Campos (PRB-GO), João Roma (PRB-BA) e Marco Feliciano (Pode-SP).
Os russos. Joice Hasselmann já procurou alguns. Só tem um problema: Jair Bolsonaro ainda não está convencido da necessidade de mudar a liderança.
Consolação. Caso a mudança se concretize, a ideia é arrumar alguma relatoria importante, ou outro posto para Vitor Hugo (PSL-GO). Está no radar a presidência da Comissão Especial dos militares ou o comando de um ministério menor.
Timing. Colegas de Roma acham que não é o momento de ele assumir o posto porque acumulou desentendimentos na tramitação da MP que reduziu ministérios.
 

Superd7br

Bam-bam-bam
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Que surpresa!!!

O prefeito esquerdista de Nova Iorque se lançou candidato a Presidência dos EUA.
O vagabundo queria usar o Bolsonaro de trampolim.

Agora tá explicado!
Se a candidatura dele vingar nas prévias vou ser obrigado a torcer pro Trump...
 

xDoom

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Bolsonaro volta atrás e nega ‘acordo’ com Moro por vaga no STF

DALLAS - O presidente Jair Bolsonaro voltou atrás e negou que tenha feito um acordo prévio com Sérgio Moropara que o então juiz da Lava Jato aceitasse integrar o governo com a perspectiva de uma cadeira como ministro do Supremo Tribunal Federalno futuro. “Não teve nenhum acordo, nada. Nunca ninguém me viu com Moro. (…) Só vim conversar com Sérgio Moro depois de eleito presidente da República”, disse Bolsonaro, em Dallas, durante transmissão ao vivo nas redes sociais.
Sérgio Moro
O ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro Foto: ERNESTO RODRIGUES/ESTADÃO

No domingo, ele afirmou em entrevista à Rádio Bandeirantes, que esperava cumprir seu “compromisso” de indicar o ex-juiz da Lava Jato para uma vaga no STF. No dia seguinte, Moro afirmou que não impôs “nenhuma condição” quando aceitou convite de Jair Bolsonaro para fazer parte do governo.
Hoje, Bolsonaro minimizou a história e afirmou que “sempre falava” que o País precisa de “alguém com perfil de Sérgio Moro” no STF. “E mais: mais um momento eu tenho, e todo mundo tem, com toda a certeza, para elogiar Sergio Moro. Ele abriu mão de 22 anos de magistratura. Tinha tranquilo lá, mais poucos anos ele se aposentava pelo teto e ia cuidar da vida dele. Podia advogar, ministrar palestras, cuidar da vida dele. Ele preferiu abrir mão de 22 anos de magistratura”, afirmou.
Título: Bolsonaro volta atrás e nega

Realidade: Bolsonaro desmente jornalixos que falam que eles combinaram isso antes da eleição.
 

marciofz

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Na escola que o Flávio Bolsonaro aprendeu roubar o Lulinha era professor kkkk


PF aponta que firma de Lulinha recebeu R$ 103 milhões, diz jornal

Cervejaria Petrópolis e empresas ligadas à Oi são as principais remetentes do dinheiro, aponta laudo da PF


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Mas e o Queiroz?

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Tauron

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Globo e Folha começaram a construir uma narrativa pró-impeachment hoje, vão soltando editoriais e análises de jornalistas amestrados tentando impor a pauta pro congresso.

Os blogs da agitprop petista já replicaram a narrativa, os deputados e senadores petistas e auxiliares vão começar a falar de impeachment sem parar.

Bolsonaro precisa de uma agenda positiva e mais do que nunca, de apoio parlamentar.
 

Aion_

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Bolsonaro volta atrás e nega ‘acordo’ com Moro por vaga no STF

DALLAS - O presidente Jair Bolsonaro voltou atrás e negou que tenha feito um acordo prévio com Sérgio Moropara que o então juiz da Lava Jato aceitasse integrar o governo com a perspectiva de uma cadeira como ministro do Supremo Tribunal Federalno futuro. “Não teve nenhum acordo, nada. Nunca ninguém me viu com Moro. (…) Só vim conversar com Sérgio Moro depois de eleito presidente da República”, disse Bolsonaro, em Dallas, durante transmissão ao vivo nas redes sociais.
Sérgio Moro
O ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro Foto: ERNESTO RODRIGUES/ESTADÃO

No domingo, ele afirmou em entrevista à Rádio Bandeirantes, que esperava cumprir seu “compromisso” de indicar o ex-juiz da Lava Jato para uma vaga no STF. No dia seguinte, Moro afirmou que não impôs “nenhuma condição” quando aceitou convite de Jair Bolsonaro para fazer parte do governo.
Hoje, Bolsonaro minimizou a história e afirmou que “sempre falava” que o País precisa de “alguém com perfil de Sérgio Moro” no STF. “E mais: mais um momento eu tenho, e todo mundo tem, com toda a certeza, para elogiar Sergio Moro. Ele abriu mão de 22 anos de magistratura. Tinha tranquilo lá, mais poucos anos ele se aposentava pelo teto e ia cuidar da vida dele. Podia advogar, ministrar palestras, cuidar da vida dele. Ele preferiu abrir mão de 22 anos de magistratura”, afirmou.
Eu queria ter um dia a paciência do Moro para aturar um chefe desses :(
 

Aion_

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Globo e Folha começaram a construir uma narrativa pró-impeachment hoje, vão soltando editoriais e análises de jornalistas amestrados tentando impor a pauta pro congresso.

Os blogs da agitprop petista já replicaram a narrativa, os deputados e senadores petistas e auxiliares vão começar a falar de impeachment sem parar.

Bolsonaro precisa de uma agenda positiva e mais do que nunca, de apoio parlamentar.
Ele já teve 5 meses para fazer isso, não apenas não conseguiu como ainda deixou tudo pior. Não vai ser agora com bolsa caindo, dólar subindo, investigação sobre o filho e protestos que ele vai conseguir.
 

Sgt. Kowalski

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Se Congresso não aprovar crédito, governo pode não pagar o Bolsa Família



BRASÍLIA - Sem um bom relacionamento no Congresso, o governo corre o risco de ficar sem dinheiro para pagar benefícios assistenciais, como o Bolsa Família, a partir do segundo semestre. Parlamentares têm resistido em aprovar um crédito extra no valor de R$ 248,9 bilhões solicitado pela equipe econômica de Jair Bolsonaro, que pede urgência na liberação para não descumprir a chamada regra de ouro – que impede a emissão de dívida para o pagamento de despesas correntes.
Paulo Guedes
O ministro da Economia, Paulo Guedes Foto: Sergio Lima/AFP

Nem mesmo o apelo do ministro da Economia, Paulo Guedes, feito nesta semana em reunião na Câmara, surtiu efeito. Embora parlamentares reconheçam a necessidade de liberar os recursos, o assunto esbarra no descontentamento com a articulação do Planalto. Deputados e senadores ouvidos pelo Estadão/Broadcast condicionam a aprovação do projeto a um diálogo maior com o Executivo e cobram esclarecimentos sobre o tamanho do crédito solicitado pelo governo. A desconfiança é de que a equipe de Bolsonaro apresenta um quadro pior do que realmente é.
O projeto que libera os recursos foi encaminhado pelo governo ao Congresso em março e desde então está parado na Comissão Mista de Orçamento. O prazo para o colegiado analisar o pedido vai até novembro, mas o governo tem pressa e quer a votação do texto até o mês que vem. De acordo com Guedes, sem o crédito, os pagamentos de subsídios vão parar em junho, de benefícios assistenciais, em agosto, e do Bolsa Família, em setembro. Guedes declarou que o recurso também será usado para pagar a Previdência, o Benefício de Prestação Continuada (BPC) e o Plano Safra, temas sensíveis aos congressistas. “Estamos à beira de um abismo fiscal”, disse o ministro em reunião na terça-feira, 14.

Segundo a consultoria Bites, especializada em análise de dados no universo digital, a busca pelo termo Bolsa Família aumentou nas 24 horas após as declarações do ministro. As perguntas mais frequentes eram “bolsa família vai acabar” e suas variações. Questionado sobre o risco de ficar sem dinheiro para pagar os beneficiários, o Ministério da Cidadania, responsável pelo programa, respondeu apenas que “o governo federal cumprirá seus compromissos”.
Relator do projeto, o deputado Hildo Rocha (MDB-MA) afirmou que pretende apresentar um parecer sobre o pedido apenas no mês que vem. “É necessária toda uma articulação política forte em cima. Eles (o governo) não estão fazendo articulação política”, disse.
Parlamentares também passaram a questionar o valor do crédito após o secretário adjunto do Tesouro Nacional, Otavio Ladeira, citar um cálculo conservador que aponta a necessidade de, no mínimo, R$ 146,7 bilhões para pagar as despesas.
“Na hora que chegarmos à conclusão de que há uma sedimentação de informações suficientes, colocaremos em votação”, disse o presidente da comissão, senador Marcelo Castro (MDB-PI).
Segundo o Tesouro, porém, os R$ 248,9 bilhões se referem às despesas previstas no projeto de lei orçamentária de 2019. Já o valor de R$ 146 bilhões é o que faltaria, segundo dados de hoje, para cumprir a regra de ouro. O valor é menor do que o calculado no ano passado porque hoje o governo pode contar com outros recursos que não estavam previstos, como o lucro do Banco Central de 2018. Ainda assim, o pagamento das despesas que somam R$ 248,9 bilhões dependem da aprovação do projeto para ser feito, já que não há autorização no orçamento deste ano.

======================

Olhaí a narrativa prontinha e embalada pro pessoal dos Brasil247 da vida soltar um "Bolso vai acabar com o Bolsa Familia" e replicar isso infinitamente nos zapzap da vida.
 

ChaosRaptor

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Ele já teve 5 meses para fazer isso, não apenas não conseguiu como ainda deixou tudo pior. Não vai ser agora com bolsa caindo, dólar subindo, investigação sobre o filho e protestos que ele vai conseguir.
Dolar subindo = Guerra comercial entre US e china que esta fudendo com tudo.
Investigaçao = trouxeram essa m**** de volta apos terem descoberto as maracutaias do presutinho e do lulinha, e agora o dirceu
Protestos = manipulçao do c***lho e todo mundo viu que era so choro e lula livre

Tem isentão nesse topico que votou no bolso so para fazer querer se misturar ao povão, para um mes depois começarem a falar m**** e postar materia do Lacrestão sem opinião formada.
 

♈he Øne

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Se Congresso não aprovar crédito, governo pode não pagar o Bolsa Família



BRASÍLIA - Sem um bom relacionamento no Congresso, o governo corre o risco de ficar sem dinheiro para pagar benefícios assistenciais, como o Bolsa Família, a partir do segundo semestre. Parlamentares têm resistido em aprovar um crédito extra no valor de R$ 248,9 bilhões solicitado pela equipe econômica de Jair Bolsonaro, que pede urgência na liberação para não descumprir a chamada regra de ouro – que impede a emissão de dívida para o pagamento de despesas correntes.
Paulo Guedes
O ministro da Economia, Paulo Guedes Foto: Sergio Lima/AFP

Nem mesmo o apelo do ministro da Economia, Paulo Guedes, feito nesta semana em reunião na Câmara, surtiu efeito. Embora parlamentares reconheçam a necessidade de liberar os recursos, o assunto esbarra no descontentamento com a articulação do Planalto. Deputados e senadores ouvidos pelo Estadão/Broadcast condicionam a aprovação do projeto a um diálogo maior com o Executivo e cobram esclarecimentos sobre o tamanho do crédito solicitado pelo governo. A desconfiança é de que a equipe de Bolsonaro apresenta um quadro pior do que realmente é.
O projeto que libera os recursos foi encaminhado pelo governo ao Congresso em março e desde então está parado na Comissão Mista de Orçamento. O prazo para o colegiado analisar o pedido vai até novembro, mas o governo tem pressa e quer a votação do texto até o mês que vem. De acordo com Guedes, sem o crédito, os pagamentos de subsídios vão parar em junho, de benefícios assistenciais, em agosto, e do Bolsa Família, em setembro. Guedes declarou que o recurso também será usado para pagar a Previdência, o Benefício de Prestação Continuada (BPC) e o Plano Safra, temas sensíveis aos congressistas. “Estamos à beira de um abismo fiscal”, disse o ministro em reunião na terça-feira, 14.

Segundo a consultoria Bites, especializada em análise de dados no universo digital, a busca pelo termo Bolsa Família aumentou nas 24 horas após as declarações do ministro. As perguntas mais frequentes eram “bolsa família vai acabar” e suas variações. Questionado sobre o risco de ficar sem dinheiro para pagar os beneficiários, o Ministério da Cidadania, responsável pelo programa, respondeu apenas que “o governo federal cumprirá seus compromissos”.
Relator do projeto, o deputado Hildo Rocha (MDB-MA) afirmou que pretende apresentar um parecer sobre o pedido apenas no mês que vem. “É necessária toda uma articulação política forte em cima. Eles (o governo) não estão fazendo articulação política”, disse.
Parlamentares também passaram a questionar o valor do crédito após o secretário adjunto do Tesouro Nacional, Otavio Ladeira, citar um cálculo conservador que aponta a necessidade de, no mínimo, R$ 146,7 bilhões para pagar as despesas.
“Na hora que chegarmos à conclusão de que há uma sedimentação de informações suficientes, colocaremos em votação”, disse o presidente da comissão, senador Marcelo Castro (MDB-PI).
Segundo o Tesouro, porém, os R$ 248,9 bilhões se referem às despesas previstas no projeto de lei orçamentária de 2019. Já o valor de R$ 146 bilhões é o que faltaria, segundo dados de hoje, para cumprir a regra de ouro. O valor é menor do que o calculado no ano passado porque hoje o governo pode contar com outros recursos que não estavam previstos, como o lucro do Banco Central de 2018. Ainda assim, o pagamento das despesas que somam R$ 248,9 bilhões dependem da aprovação do projeto para ser feito, já que não há autorização no orçamento deste ano.

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Olhaí a narrativa prontinha e embalada pro pessoal dos Brasil247 da vida soltar um "Bolso vai acabar com o Bolsa Familia" e replicar isso infinitamente nos zapzap da vida.
Torço para que isso aconteça. Iria ficar felizaço com o PT voltando ao poder.
 

Dr. Pregos

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Dolar subindo = Guerra comercial entre US e china que esta fudendo com tudo.
Investigaçao = trouxeram essa m**** de volta apos terem descoberto as maracutaias do presutinho e do lulinha, e agora o dirceu
Protestos = manipulçao do c***lho e todo mundo viu que era so choro e lula livre

Tem isentão nesse topico que votou no bolso so para fazer querer se misturar ao povão, para um mes depois começarem a falar m**** e postar materia do Lacrestão sem opinião formada.
Pode ver que são notícias requentadas. E como falei: o MP do RJ já abriu o sigilo há muito tempo ilegalmente.
 

Aion_

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Dolar subindo = Guerra comercial entre US e china que esta fudendo com tudo.
Investigaçao = trouxeram essa m**** de volta apos terem descoberto as maracutaias do presutinho e do lulinha, e agora o dirceu
Protestos = manipulçao do c***lho e todo mundo viu que era so choro e lula livre

Tem isentão nesse topico que votou no bolso so para fazer querer se misturar ao povão, para um mes depois começarem a falar m**** e postar materia do Lacrestão sem opinião formada.
O Real está perdendo valor em relação a todas as moedas importantes, guerra comercial é a "crise internacional" da Dilma. É melhor começarem a pensar duas vezes o apoio ao Bolsonaro, porque nesse ritmo ele vai cagar a imagem da direita assim como a Dilma fez com a esquerda.
 

ChaosRaptor

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O Real está perdendo valor em relação a todas as moedas importantes, guerra comercial é a "crise internacional" da Dilma. É melhor começarem a pensar duas vezes o apoio ao Bolsonaro, porque nesse ritmo ele vai cagar a imagem da direita assim como a Dilma fez com a esquerda.
f**a-se o REAL
Ja esta na hora de trocarmos essa praga, volte a ser cruzado, reis, Dollar BR, o que for. O Real fracassou, e tudo isso graças a mafia petralha.
 

♈he Øne

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O Real está perdendo valor em relação a todas as moedas importantes, guerra comercial é a "crise internacional" da Dilma. É melhor começarem a pensar duas vezes o apoio ao Bolsonaro, porque nesse ritmo ele vai cagar a imagem da direita assim como a Dilma fez com a esquerda.
Olha o governo já fez o que tinha para fazer. Depende do congresso agora.
 

edineilopes

Retrogamer
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Esse papo de protesto pela educação colou, não pode ser subestimado. Se ficarem indo às ruas com frequência, vai parecer mesmo que existe um caos e que o povo está mesmo contra o governo. A imprensa, para variar, repercute e agiganta essa palhaçada.

Neste sentido, tem que agradecer pelo PT ser tão guloso e querer encaixar LulaLIvre, ajuda a deslegitimar estes protestos de idiotas.
 

xDoom

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Visualizar anexo 73102

Já deixaram até o powerpoint pronto para o Dalagnol kkkk
Imóveis é notícia requentada de 2018, citam os mesmos imóveis e adivinha só... não deu em nada

Jornalista é uma criatura burra, igual eles falavam que a mulher do açaí era funcionária fantasma, não era, eles que são burros e não possuem conhecimento sobre legalidade. O mesmo ocorre agora com essa requentada de narrativa.
 
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