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Naughty Dog trabalha em remake de The Last of Us; Bend Studio com projeto original + Days Gone sem sequência

:Fofo:

Bam-bam-bam
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Estranho falarem que a Sony é a unica que investe no mesmo tipo de jogo, sendo que das 3 empresas de videogames é a unica investindo pesado no VR e jogos.
 


jakotsu

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Já achava que Demon Souls ainda não precisava de remake. TLOU 1 menos ainda.

É um jogo muito lindo mesmo para os padrões de hoje. Parece que foi lançado no PS4 em vez do PS3.
 

DanBann

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Vou falar o que é estranho de verdade: Altos papos de remake mas nenhum anúncio de Shadow of the Colossus Remaster pra PS5?Como é que pode a Sony deixar um console dela sem SotC?Não é possível, tem alguma coisa errada aqui.
 

nominedomine

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Já achava que Demon Souls ainda não precisava de remake. TLOU 1 menos ainda.

É um jogo muito lindo mesmo para os padrões de hoje. Parece que foi lançado no PS4 em vez do PS3.
Demon's ao menos tinha a desculpa de era um jogo que ficou preso no PS3. Existia a demanda.

Vou falar o que é estranho de verdade: Altos papos de remake mas nenhum anúncio de Shadow of the Colossus Remaster pra PS5?Como é que pode a Sony deixar um console dela sem SotC?Não é possível, tem alguma coisa errada aqui.
Remaster do remake, será que já rolou isso? É algo praticamente inevitável hoje em dia com tantos remakes por ai.

edit: lembrei aqui, já rolou o remaster do remake do primeiro RE.
 

XINTSUAI2

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Mas é isso que eu acho triste, não precisa ser um em detrimento do outro, existe espaço para também investir em jogos menores também que atingem um publico mais especifico. Essa superioridade toda que a Sony tem em jogos AAA no momento, dificilmente ela consegue sustentar para sempre, eventualmente ela vai sentir falta desses jogos menores como um diferencial.

O Asobi Team é um bom exemplo de algo que poderia dar certo, ter estúdios satélites menores trabalhando em jogos mais simples.

Como que a Sony manter um time como o Evolution Studios era insustentável com mais de 115m de consoles vendidos mas Forza Horizon é o grande sucesso da MS na geração com 50m de console vendidos? Cagada feita pela Sony.

Bloodborne e Persona são exemplos dos tipo de parceria que podem dar certo também. Apesar das coisas não estarem indo bem lá, o mercado Japonês ainda é muito importante para a Sony especialmente pelo fato do Xbox não ter presença nenhuma lá(mas isso vem mudando com o crescimento do mercado de PC lá, que acaba colocando os jogos no Xbox também).

A parceria com a Quantic Dream é outra que foi muito boa ao longo dos anos e a Sony já não tem mais.

Ao somar tudo isso, fica extremamente pobre focar só em Uncharted, God of War, Horizon, Spider-man, etc.
Então, eu não acho que a Sony vai parar com essas produções de médio porte não. Mas deve fazer isso atraves de Third e Second parties, e Indies. Os Studios First mesmo devem estar se movendo para projetos de Grande porte.

Days Gone mesmo é um AAA em nível de produção (independente da nota).

Astrobot mesmo, não acho que precise parar de existir, mas podem subir o nível de produção para um Ratchet. A Franquia é boa demais. Mas da pra fazer um jogo com enredo, longo, mundos grandes e mega detalhados e etc.
 

Rodrilg

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Esse remake do The Last of Us não seria na verdade um reboot da história? A Sony não deve ter gostado das críticas que recebeu no TLOU 2 e pode estar pensando em refazer tudo...
 


jakotsu

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Remaster do remake, será que já rolou isso? É algo praticamente inevitável hoje em dia com tantos remakes por ai.

edit: lembrei aqui, já rolou o remaster do remake do primeiro RE.
O que rolou foi remake do remaster.

Agora seria um remaster do remake do remaster. :klol
 

Majima-San

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Esse relato me lembra e muito a Rockstar, pode ver que parece que eles descartaram tudo que não dê um +95 no metacritic, por isso só tem GTA e RDR hoje.
Mr Bones approves, foco em games gigantes, que ela sempre teve, a la Legend of Dragoon, Syphon Filter e Gran Turismo do PS1, ou God of War, Ratchet e Jak do PS2.


Uma fatia dos consumidores mais seletista, e que, por consequência, joga menos por ano, vai se sentir acolhida, mas não é o húmus da plataforma, e sim, além de suprir o rancho AAA, que ajudou a criar na década de 90, também providenciar games menores. Esses títulos puxam poucos consumidores, sim, mas com o contrabalanço de que esses sujeitos que gostam dos atípicos em geral gastam muito dentro da plataforma, comprando até meia centena de games por ano.


Pra não citar a Rockstar, que já foi vitimada dessa forma e tem um caso mais dramático, eu prefiro uma geração com 10 Games Blockbusters + 10 Triple As menos megalomaníacos + 30 Double As + 35 Pequenos + 30 Games Minúsculos, como é a média dela, no lugar duma geração com 25 Blockbusters e mais nada, embora respeite quem não concorde.

É muita má vontade pra dizer que isso é tudo igual.
A diversidade de line up proprietária é questão pura de matemática, ela é a mais variada do mercado, porque dá pra pôr na ponta do lápis, antes de tudo, e é mais diversa que thirds também, Activision, Ubisoft, EA, Bethesda, o que seja, porque tem entes em todos os escopos e está inclusive no mercado indie + VR. Não lhe falta quase nada

As semelhanças em estética, gamedesign, clima, jogabilidade, gameplay e estilo entre o primeiro Pokémon de 1996 e Pokémon SwSh de 2019, separados por quase 3 décadas, mesmo considerando a mudança de 2D pra 3D, são maiores que as semelhanças entre God of War 2018 e TLOUS.


Da mesma forma, as franquias Kirby, Wario, Yoshi, Super Mario Wii e Donkey Kong Country se parecem mais entre si (não estou falando dentro da mesma série, e sim inter-franchises), esteticamente e quanto ao gamedesign inclusive, que qualquer semelhança que haja entre Horizon e Spiderman, dois Open Worlds (que não é gênero, e sim arquitetura), um um RPG, e outro um Action-Adventure, ou Death Stranding e Ghost of Tsushima.


Ademais, eu não citaria perspectivas, o número de games em terceira pessoa da Nintendo é 100%, ela não tem nenhum jogo em outra visão ativo, enquanto a Sony teve, essa geração, Killzone, Blood and Truth, Predator Hunting Grounds, Iron Man VR, Firewall Zero Hour, Farpoint, Here They Lie, The Impatient, RIGS Mechanized Assault e mais uma meia dezena de jogos em primeira pessoa, enquanto seguiu produzindo os seus 2Ds marotos


vou brincar de prever o futuro.


De fato, até então, esse enfoque não se mostrou, nem sombra de perda de diversidade, os AA e As first continuaram saindo pós 2017, que seria o Deadline suposto da mudança de filosofia, mais que em qualquer outra plataforma:



  • 2018: Frantics, Déraciné, Firewall Zero Hour, The Impatient, Astrobot Rescue Mission, Knowledge is Power Decades, Chimparty
  • 2019: Medievil, Concrete Genie, Erica, Blood & Truth, Everybody’s Golf VR, Immortals Jade Cypher
  • 2020: Patapon 2, Predator, Iron Man VR, Sackboy, Astro’s Playroom
Etc


E tampouco a alta produtividade, outra característica da Sony como softhouse, desde o lançamento do PS5, temos 12 games anunciados para a janela mais imediata, em diversos escopos e gêneros (Miles Morales, MLB, Demon’s Souls, Sackboy, Astro’s Playroom, Destruction Allstars, Returnal, Ratchet and Clank, GT 7, GoW, Horizon II).

Uma hipótese que vem ocorrendo é que se está tentando uma correção de curso, já que na verdade foi o Shawn Layden que disse querer menos jogos, mas de maior escopo ainda, lá em 2019




Mas entendo que ainda possa ser fruto de gestões passadas. Entretanto, reitero que, se cair a produtividade e a diversidade (sem evidência prática por enquanto, conforme você disse, o primeiro sinal ruim é a re-estruturação do Japan Studio pra se transformar numa equipe de games típicos, mas o resultado disso ainda não apareceu em 2021), a chance de todo esse império ir pras cucuias é grande. Se for o caso, que pelo menos terceirizem os projetos menores, como a Nintendo faz, assim procedendo ainda dura uns aninhos no trono
 

[[Solid_Snake]]

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nao faz sentido nenhum um remake do Last of Us a essa altura.. é relativamente novo e super acessível. É do tipo q faz diferença nenhuma ter outra roupagem com o remaster para o ps4 na esquina.

Talvez num ps7 ou ps8... mas enfim "p
Acho que podem lançar esse remake em uma coletânea, junto do TLOU2+Left Behind, com ray tracing e os c***lho a 4, 60fps etc pegando o embalo da série. Suponho eu que a ideia deles seja essa.

Além disso tem o Factions ai, que pelo jeito como eles haviam dito, virou um jogo muito maior que apenas um modo online. To achando que vai ser a nova investida da Sony pras tentar um jogo de destaque online que há tempos ela havia desistido.
 

nominedomine

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Então, eu não acho que a Sony vai parar com essas produções de médio porte não. Mas deve fazer isso atraves de Third e Second parties, e Indies. Os Studios First mesmo devem estar se movendo para projetos de Grande porte.

Days Gone mesmo é um AAA em nível de produção (independente da nota).

Astrobot mesmo, não acho que precise parar de existir, mas podem subir o nível de produção para um Ratchet. A Franquia é boa demais. Mas da pra fazer um jogo com enredo, longo, mundos grandes e mega detalhados e etc.
Ai já acho meio errado, acho que tem espaço para jogos menores e com mais liberdade para serem criativos. Nem tudo precisa de ser um AAA, tipo a própria ideia de um jogo de plataforma AAA já é bem perigosa.

Eu queria ver a Sony bancando um JRPG dela também ou mais jogos japoneses no geral, não necessariamente AAAs e ela esta indo no caminho inverso disso. No passado a Sony tinha toda uma biblioteca de jogos mais simples para PSP e PSVita, somada a um lineup mais diverso do próprio console deles. Se você for ver o número caiu drasticamente.

Quando você aumenta o orçamento você obriga o jogo a ter que fazer um sucesso generalizado, sendo que as vezes ele funciona bem e se paga com um orçamento menor ao mesmo tempo que bomba com um super orçamento.

Esse Destruction All-Starts mesmo parece um jogo que errou gravemente neste aspecto, faltou humildade.
 
Ultima Edição:

Majima-San

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Esse remake do The Last of Us não seria na verdade um reboot da história?
Vá saber, mas devem querer meter num pack com o 2 + o multiplayer no PS5, a aproveitar o release da série de TV


Justiça seja feita, pelo relato do Jasão Xereca, foi a gestão Shawn Layden que deu o start pra esse remake inútil, e o Hermano Rústico, atual Boss do Playstation Studios, avaliou corretamente a empreitada, e considerou que era desperdício de tempo e recurso. Está no texto do OP.


Mas depois, infelizmente, acabou podando essa escolha do VASG, e transferindo o projeto pra ND, sabe-se lá por que.

Vamos ver o resultado prático dessa gestão, chances de faturar como nunca, às custas dum risco de desconfiança da base hardcore + debandada geral num futuro, sendo erros grandes os sinais de padronização a la Nintendo (ou Microsoft, que frustramente tentou na geração One) e os lançamentos pra PC, ainda dá tempo de voltar atrás com as duas coisas, faturar um pouco menos, mas garantir o futuro e manter o espírito da plataforma
 

Mim

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Acho que podem lançar esse remake em uma coletânea, junto do TLOU2+Left Behind, com ray tracing e os c***lho a 4, 60fps etc pegando o embalo da série. Suponho eu que a ideia deles seja essa.

Além disso tem o Factions ai, que pelo jeito como eles haviam dito, virou um jogo muito maior que apenas um modo online. To achando que vai ser a nova investida da Sony pras tentar um jogo de destaque online que há tempos ela havia desistido.
bom.. é legal pra quem é fanático pelo jogo. Eu adoro mas não a esse ponto. Tenho já o original, remastered e steelbook do 2 então já deu, saturou.
 

nominedomine

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Vá saber, mas devem querer meter num pack com o 2 + o multiplayer no PS5, a aproveitar o release da série de TV


Justiça seja feita, pelo relato do Jasão Xereca, foi a gestão Shawn Layden que deu o start pra esse remake inútil, e o Hermano Rústico, atual Boss do Playstation Studios, avaliou corretamente a empreitada, e considerou que era desperdício de tempo e recurso. Está no texto do OP.


Mas depois, infelizmente, acabou podando essa escolha do VASG, e transferindo o projeto pra ND, sabe-se lá por que.

Vamos ver o resultado prático dessa gestão, chances de faturar como nunca, às custas dum risco de desconfiança da base hardcore + debandada geral num futuro, sendo erros grandes os sinais de padronização a la Nintendo (ou Microsoft, que frustramente tentou na geração One) e os lançamentos pra PC, ainda dá tempo de voltar atrás com as duas coisas, faturar um pouco menos, mas garantir o futuro e manter o espírito da plataforma
O erro do Herman foi não matar essa abominação.

bom.. é legal pra quem é fanático pelo jogo. Eu adoro mas não a esse ponto. Tenho já o original, remastered e steelbook do 2 então já deu, saturou.
Quem é fanático pelo jogo já esta mais que satisfeito, só falta o multi do dois que foi prometido.
 

Rodrilg

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Vá saber, mas devem querer meter num pack com o 2 + o multiplayer no PS5, a aproveitar o release da série de TV


Justiça seja feita, pelo relato do Jasão Xereca, foi a gestão Shawn Layden que deu o start pra esse remake inútil, e o Hermano Rústico, atual Boss do Playstation Studios, avaliou corretamente a empreitada, e considerou que era desperdício de tempo e recurso. Está no texto do OP.


Mas depois, infelizmente, acabou podando essa escolha do VASG, e transferindo o projeto pra ND, sabe-se lá por que.

Vamos ver o resultado prático dessa gestão, chances de faturar como nunca, às custas dum risco de desconfiança da base hardcore + debandada geral num futuro, sendo erros grandes os sinais de padronização a la Nintendo (ou Microsoft, que frustramente tentou na geração One) e os lançamentos pra PC, ainda dá tempo de voltar atrás com as duas coisas, faturar um pouco menos, mas garantir o futuro e manter o espírito da plataforma
Ah, não sabia disso. Realmente fazer um remake do TLOU sem mudar nada é uma decisão bem caça níquel. Vamos ver o que vai surgir...
 

XINTSUAI2

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Ai já acho meio errado, acho que tem espaço para jogos menores e com mais liberdade para serem criativos. Nem tudo precisa de ser um AAA, tipo a própria ideia de um jogo de plataforma AAA já é bem perigosa.

Eu queria ver a Sony bancando um JRPG dela também ou mais jogos japoneses no geral, não necessariamente AAAs e ela esta indo no caminho inverso disso. No passado a Sony tinha toda uma biblioteca de jogos mais simples para PSP e PSVita, somada a um lineup mais diverso do próprio console deles. Se você for ver o número caiu drasticamente.

Quando você aumenta o orçamento você obriga o jogo a ter que fazer um sucesso generalizado, sendo que as vezes ele funciona bem e se paga com um orçamento menor ao mesmo tempo que bomba com um super orçamento.

Esse Destruction All-Starts mesmo parece um jogo que errou gravemente neste aspecto, faltou humildade.
Mas então, é o que falei, não precisam deixar de existir. Mas pra isso vc pode chamar uma Housemarke, Second party ou Indie. A Sony geralmente quando publica ela adquire a franquia.
 

Falken

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Essa atual administração da Sony vai matar todo um legado construído ao longo de anos, tudo em nome da ganância. Estão completamente perdidos e desconexos do que realmente fez o Playstation ser o que é hoje.

Que lástima.
 

nominedomine

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Mas então, é o que falei, não precisam deixar de existir. Mas pra isso vc pode chamar uma Housemarke, Second party ou Indie. A Sony geralmente quando publica ela adquire a franquia.
Acho que é muito sem sentido se limitar a somente grandes produções internas, o preço disso inevitavelmente será pago um dia. Não da para ser completamente cirúrgico você nunca sabe de onde vão vir os sucessos. O passado da Sony inclui muitos sucessos de jogos que ninguém esperava.

Como a Media Molecule vai existir dentro disso? De onde vão sair os jogos de VR? Estúdio que flopar com um jogo será fechado?
 

ptsousa

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Não é...os motivos são outros. E de novo: playstation nunca foi isso. Veja a geração PS3. Sequencias e mais sequencias de diversas franquias.
Mesmo com vendas mornas, é bom lembrar. A filosofia era de que esses jogos AA eram importantes para agregar ao portfolio.

O que a Sony tá fazendo seria como se a Nintendo enterrasse Xenoblade depois de ter vendido menos de 1 milhão no Wii e menos ainda no WiiU. Mas mesmo assim lançou Xenoblade 2 no Switch que tá acima de 2 milhões e a Nintendo tá expandindo o estúdio e tudo.


O time principal de Mario Kart fez ARMS, outra franquia nova e experimental. O time que fez os Marios 2D da série New foi fazer Splatoon, outra franquia nova e experimental e de um gênero que a Nintendo não tinha. O time que fez o Mario 3D World pegaram parte dele e deixaram fazer Captain Toad (um spin-off).

Mesmo a Nintendo contratando second parties para fazer alguns jogos (Luigi's Mansion (agora a Nintendo comprou a Next Level Games), Fire Emblem, e etc), ela não priva as suas firsts de fazerem jogos menores e experimentais.

A Nintendo, além dos conhecidos plataforma 2D e 3D, tem JRPG, tem RTS, tem Adventure, tem Shooter, tem board game, tem Hack n' slash, ação, luta, party game, simulador, corrida arcade, puzzle e o zarai, só tô sentindo falta de Fatal Frame (que agora é metade da Nintendo, logo é exclusivo) aparecer. O do Wii U foi bem bom.

Eu mesmo queimei a língua com Ghost of Tsushima. Esperava um donwgrade monstro nos gráphicos mas não chegou a ser tanto. O jogo, apesar de diferente das versões inicialmente mostradas em demos, ainda é muito bonito. O combate é foda, tem o mundo aberto e exploração estilo Assassins Creed (chorem haters uahahah).

Também a Sucker Punch fez um excelente trabalho de ambientação e arte, tão bons quando AC, com o plus de fazerem algo no Japão feudal mas não no período Sengoku que sempre envolve Nobunaga e os senhores feudais.

Os próximos jogos sim poderiam ser no período Sengoku e no Bakumatsu.
Se seguir a lógica, GoT II vai ser na segunda invasão mongol e deve aparecer o Hojo Tokimune
 

ZEEHKAEV

Bam-bam-bam
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Uma pequena equipe que participou da criação do jogo original tinha grandes ambições para fazer o remake do The Last of Us, e se planejou para isso, mas a Sony lhes retirou o trabalho, e o entregou para a nova equipe do aclamado estudio "Naughty Dog" que não é mais composto pela equipe que criou o jogo.


181134

O Grupo de Serviço de Artes Visuais da Sony, há muito tempo é um herói desconhecido de muitos jogos Playstation.

A operação em San Diego ajuda a terminar os jogos projetados em outros estúdios de propriedade da Sony com animação, arte ou outro conteúdo e desenvolvimento, os retoques finais. Mas há cerca de três anos atrás, um punhado de influentes figuras dentro do grupo de serviços de artes visuais decidiu que eles queriam ter mais controle criativo e direção, para criar novas franquias além de continuar as que eles ajudaram a concluir, em vez de apoiar e apenas fazer retoques e efeitos visuais em investimentos gigantes em franquias que já estavam consolidadas, como o Homem-Aranha e Uncharted.

Michael Mumbauer, que assumiu a direção do Grupo de Serviços de Artes Visuais em 2007, recrutou um grupo de cerca de 30 desenvolvedores, internamente e de estúdios vizinhos de jogos, para formar uma nova unidade de desenvolvimento dentro da Sony. A ideia era expandir algumas das franquias mais bem sucedidas da empresa, e a equipe começou a trabalhar em um remake de The Last Of Us (2013) para o PlayStation 5, jogo que antes haviam participados somente de etapas finais de produção, efeitos visuais e acabamento.

Mas a Sony nunca reconheceu plenamente a existência da equipe, nem deu-lhes o financiamento ou apoio, de acordo com as pessoas envolvidas.
O estúdio nunca tem ou terá seu próprio nome. Em vez disso, a Sony moveu a autoridade do projeto ao seu criador original, o aclamado estudio Naughty Dog, um estúdio de propriedade da Sony atrás de muitos dos jogos mais vendidos da empresa e uma série de televisão HBO em desenvolvimento.

Derrotados, a liderança do pequeno grupo se separou, de acordo com entrevistas com oito pessoas familiarizadas com a operação.
Muitos, incluindo Mumbauer, deixaram a empresa inteiramente, se demitindo. Mumbauer se recusou a comentar e outros pediram para não serem nomeados discutindo informações privadas. Um representante para a Sony se recusou a comentar ou fornecer entrevistas.

181132
O fracasso da equipe destaca a complexa hierarquia do desenvolvimento de videogames e, em particular, a abordagem conservadora da Sony para fazer jogos para o PlayStation 5. O conglomerado japonês possui cerca de uma dúzia de estúdios em todo o mundo como parte de seu rótulo de Playstation studios, mas nos últimos anos priorizou em dizer que alguns jogos foram feitos por seus desenvolvedores mais bem sucedidos. Estúdios como Santa Monica, Caifornia- e Guerrilha Games de Amsterdã gastam dezenas de milhões de dólares para fazer jogos com a expectativa de que os investimentos paguem exponencialmente.

E eles geralmente conseguem. Hits incluindo God Of War 2018 e The Last of US Part II (2020) são exclusivos dos consoles de Playstation, ajudando a Sony a vender cerca de 114 milhões do PS4. A rival Microsoft levou a abordagem oposta, contando com uma ampla variedade de estúdios para alimentar seu serviço de assinatura similar ao Netflix, o Xbox Game Pass, que permite aos usuários pagar uma taxa mensal para acesso ilimitado a uma variedade de jogos.


O foco da Sony em blockbusters exclusivos veio à custa de equipes menores internas e estúdios de nicho, as pequenas empresas dentro da organização PlayStation não tem espaço nem nome, levando a alta rotatividade de funcionários e menos escolha para os jogadores.


Na semana passada, a Sony reorganizou um escritório de desenvolvimento no Japão, resultando em saídas em massa de pessoas que trabalharam em jogos menos conhecidos, mas aclamados, como a Gravity Rush e o Everybody's Golf.
A empresa informou os desenvolvedores que não quer mais produzir jogos menores que só são bem sucedidos no Japão, o único interesse é em franquias Globais, Bloomberg relatou.

Esta fixação em equipes que agitam o mercado está criando uma revolta na Sony Game Studios.

A Sony Bend, baseada em Oregon, mais conhecida pelo jogo Days Gone lançado em 2019, tentou, sem sucesso, colocar uma continuação naquele ano, de acordo com as pessoas familiarizadas com a proposta. Embora o primeiro jogo tenha sido lucrativo, seu desenvolvimento havia sido demorado e a recepção da crítica foi mista, então Days Gone 2 não foi visto como uma opção interessante e descartado.


Em vez disso, uma equipe da Sony Bend (Days Gone) foi trasnferida para a Naughty Dog, para trabalhar com um jogo multiplayer, enquanto um segundo grupo foi designado para trabalhar em um novo jogo desconhecido que também será assinado pela Naughty Dog somente. Alguns funcionários, incluindo os principais lideres, estavam infelizes com este arranjo e se demitiram.

Os desenvolvedores da Bend temiam estavam lentamente sendo absorvidos pelo Naughty Dog, e a liderança do estúdio pediu para ser retirado do projeto desconhecido. Eles tiveram seu pedido atendido, no mês passado e agora estão trabalhando em um novo jogo próprio que farão parte de uma nova franquia.


Enfatizar somente grandes sucessos também pode ser contraproducente, assim como fazer que Naghty Dog assine diversos projetos pelo seu nome, porque às vezes os jogos que começam pequenos podem se transformar em sucessos maciços.

Em 2020, a Sony não colocou muito esforço de marketing por trás do Dreams, jogo de criação de videogames peculiares, desenvolvido pela Molecule, que pertence ao grupo Playstation no Reino Unido e como resultado, a
PlayStation pode ter perdido sua própria versão do Roblox, uma ferramenta de criar jogos incrível, ou seu próprio Minecraft. A empresa-mãe Roblox Corp. foi publicada na Bolsa no início deste ano e agora é avaliada em US $ 45 bilhões, quase 1/4 do Capital da Sony Games Division inteira.

O lançamento do último de nós Parte II foi atrasado para 2020 de 2019 e a Naughty Dog precisava do grupo de serviços de artes visuais para polir o jogo. A maior parte da equipe de Mumbauer, juntamente com alguns dos 200 ou mais outros funcionários do grupo de serviços de artes visuais, foi designado para apoiar a Naughty Dog, que assinou o projeto e atrasou qualquer plano de um jogo assinado Grupo de Artes Visuais.

Mas para aqueles que queriam que independência e jogos novos ficaram desapontados .
Até o final de 2020, a maior parte da equipe superior da equipe que trabalhou em The Last Of Us Part 2 já havia se demitido, incluindo Mumbauer e o diretor do jogo, David Hall. Hoje, o projeto T1X permanece no desenvolvimento da nova Naughty Dog com a assistência do grupo de suporte de artes visuais da Sony. O futuro do restante da equipe de Mumbauer, que hoje em dia é chamado de forma de brincadeira como Naughty Dog South (pois não pode ter um nome) permanece pouco claro.




 

nominedomine

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Mesmo com vendas mornas, é bom lembrar. A filosofia era de que esses jogos AA eram importantes para agregar ao portfolio.

O que a Sony tá fazendo seria como se a Nintendo enterrasse Xenoblade depois de ter vendido menos de 1 milhão no Wii e menos ainda no WiiU. Mas mesmo assim lançou Xenoblade 2 no Switch que tá acima de 2 milhões e a Nintendo tá expandindo o estúdio e tudo.


O time principal de Mario Kart fez ARMS, outra franquia nova e experimental. O time que fez os Marios 2D da série New foi fazer Splatoon, outra franquia nova e experimental e de um gênero que a Nintendo não tinha. O time que fez o Mario 3D World pegaram parte dele e deixaram fazer Captain Toad (um spin-off).

Mesmo a Nintendo contratando second parties para fazer alguns jogos (Luigi's Mansion (agora a Nintendo comprou a Next Level Games), Fire Emblem, e etc), ela não priva as suas firsts de fazerem jogos menores e experimentais.

A Nintendo, além dos conhecidos plataforma 2D e 3D, tem JRPG, tem RTS, tem Adventure, tem Shooter, tem board game, tem Hack n' slash, ação, luta, party game, simulador, corrida arcade, puzzle e o zarai, só tô sentindo falta de Fatal Frame (que agora é metade da Nintendo, logo é exclusivo) aparecer. O do Wii U foi bem bom.



Se seguir a lógica, GoT II vai ser na segunda invasão mongol e deve aparecer o Hojo Tokimune
Esses jogos menores eram a calda longa da biblioteca da Sony. Talvez nenhum individualmente faça grande diferença mas a soma de todos eles faz diferença sim.

Um dos jogos mais importantes da ultima década saiu de uma parceria do Japan Studio com a From Software e resultou em dois dos exclusivos mais marcantes da Sony(que ela usou para vender o PS5) e isso para a Sony pelo visto não vale nada.

Esse descaso todo da Sony pela própria história terá que ter um preço, ela simplesmente descartou quase tudo que precedeu o PS4.
 

Raazy

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Remake de jogo recente? parabens sony e a bixa louca do neil, otima decisão ÇIM....pra q investir em novas ip ou dlc do 2? Nheeeeeeee :facepalm
 

matgaudio

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ta certo, Days Gone não tem que ter sequencia mesmo, fez 1 tá bom, bola pra frente em outro projeto. Tlou tbm não tinha que ter sequencia, não diretamente, poderiam explorar o mundo de outras maneiras. Agora o medo é cagarem de vez com o TLOU nesse remake...

galera falando 'sdds', 'jogo top' mas nem comprou, aí é foda.
 

ptsousa

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Esses jogos menores eram a calda longa da biblioteca da Sony. Talvez nenhum individualmente faça grande diferença mas a soma de todos eles faz diferença sim.
A frase é meio clichê mas se aplica: a união faz a força. A grande força do Playstation, o pilar no qual foi construído se resume em duas coisas: liberdade e variedade. E, desde 2016, a gente tá vendo a Sony cada vez mais se afastar disso...

Sem contar que permitir que os seus estúdios internos trabalhem em jogos de estilos diferentes só melhora a qualidade geral do time.

Tem que haver um equilíbrio entre financiar jogos para uma third, subcontratar uma second e permitir os seus estúdios internos de trabalharem em projetos menores.
 

Rodrigo Zé do Cx Jr

Lenda da OS desde 2000
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Choro e mundo corporativo não combinam.
Nenhuma empresa é obrigada a porra nenhuma, eles que arranjem outra coisa pra fazer.
 

leonardo__cruz

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Já tem um tópico sobre o assunto...

O mais engraçado é que cada vez a notícia vai ficando mais distorcida.
 

Kise Ryota

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Sony’s Obsession With Blockbusters Is Stirring Unrest Within PlayStation Empire
Jason Schreier




(Bloomberg) -- Sony Corp.’s Visual Arts Service Group has long been the unsung hero of many hit PlayStation video games. The San Diego-based operation helps finish off games designed at other Sony-owned studios with animation, art or other content and development. But about three years ago, a handful of influential figures within the Visual Arts Service Group decided they wanted to have more creative control and lead game direction rather than being supporting actors on popular titles such as Spider-Man and Uncharted.

Michael Mumbauer, who founded the Visual Arts Service Group in 2007, recruited a group of about 30 developers, internally and from neighboring game studios, to form a new development unit within Sony. The idea was to expand upon some of the company’s most successful franchises and the team began working on a remake of the 2013 hit The Last of Us for the PlayStation 5. But Sony never fully acknowledged the team’s existence or gave them the funding and support needed to succeed in the highly competitive video game market, according to people involved. The studio never even got its own name. Instead, Sony moved ownership of the The Last of Us remake to its original creator, Naughty Dog, a Sony-owned studio behind many of the company’s best-selling games and an HBO television series in development.

Deflated, the small group’s leadership has largely disbanded, according to interviews with eight people familiar with the operation. Many, including Mumbauer, have left the company entirely. Mumbauer declined to comment and others asked not to be named discussing private information. A representative for Sony declined to comment or provide interviews.

The team’s failure highlights the complex hierarchy of video game development and in particular, Sony’s conservative approach to making games for the PlayStation 5. The Japanese conglomerate owns about a dozen studios across the world as part of its PlayStation Studios label, but in recent years it has prioritized games made by its most successful developers. Studios such as Santa Monica, California-based Naughty Dog and Amsterdam-based Guerrilla Games spend tens of millions of dollars to make games with the expectation that the investments will pay off exponentially. And they usually do. Hits including 2018’s God of War and 2020’s The Last of Us Part II are exclusive to PlayStation consoles, helping Sony sell some 114 million of the PS4. Rival Microsoft Corp. has taken the opposite approach, relying on a wide array of studios to feed its Netflix-like subscription service, Xbox Game Pass, which allows users to pay a monthly fee for unlimited access to a variety of games.

Sony’s focus on exclusive blockbusters has come at the expense of niche teams and studios within the PlayStation organization, leading to high turnover and less choice for players. Last week, Sony reorganized a development office in Japan, resulting in mass departures of people who worked on less well-known but acclaimed games such as Gravity Rush and Everybody's Golf. The company has informed developers that it no longer wants to produce smaller games that are only successful in Japan, Bloomberg has reported.

This fixation on teams that churn out hits is creating unrest across Sony's portfolio of game studios. Oregon-based Sony Bend, best known for the 2019 open-world action game Days Gone, tried unsuccessfully to pitch a sequel that year, according to people familiar with the proposal. Although the first game had been profitable, its development had been lengthy and critical reception was mixed, so a Days Gone 2 wasn’t seen as a viable option.Instead, one team at the studio was assigned to help Naughty Dog with a multiplayer game while a second group was assigned to work on a new Uncharted game with supervision from Naughty Dog. Some staff, including top leads, were unhappy with this arrangement and left. Bend's developers feared they might be absorbed into Naughty Dog, and the studio’s leadership asked to be taken off the Uncharted project. They got their wish last month and are now working on a new game of their own.

Emphasizing big hits can also be counterproductive because sometimes games that start small can turn into massive successes. In 2020, Sony didn’t put much marketing muscle behind the quirky video game creation system Dreams, by the PlayStation-owned Media Molecule in the U.K. As a result, PlayStation may have missed out on its own version of Roblox, a similar video game tool. Parent company Roblox Corp. went public earlier this year and is now valued at $45 billion. For their first solo project, Mumbauer and his crew wanted to pitch something that would be well received by their bosses at Sony.

Recognizing the risks and expense involved with developing a new game from scratch, they decided to focus on remaking older games for the new PlayStation 5. Remakes are considered a safe bet since it’s cheaper to update and polish an old game than it is to start from scratch, and they can be sold both to nostalgic old fans and curious new ones. The team originally planned on a remake of the first Uncharted game, released by Naughty Dog in 2007. That idea quickly fizzled because it would be expensive and require too much added design work. Instead, the team settled on a remake of Naughty Dog’s 2013 melancholic zombie hit, The Last of Us.

At the time, Naughty Dog was in the thick of development on the sequel, The Last of Us Part II, which would introduce higher-fidelity graphics and new gameplay features. If Mumbauer’s crew remade the first game to have a similar look and feel, the two games could be packaged together for the PlayStation 5. In theory, this would be a less expensive proposition than remaking Uncharted, since The Last of Us was more modern and wouldn’t require too many gameplay overhauls. Then, once Mumbauer’s group had established itself, it could go on to remake the first Uncharted game and other titles down the road.

But pivoting from doing finishing work for other games to making your own is difficult, since original development teams are “competing against hundreds of other teams from all over the world, with varying levels of experiences and successes,” said Dave Lang, founder of Iron Galaxy Studios, which has served as a support team and a development studio.“The people funding the work are often risk-averse, and if they have to pick between a team that’s done it before, and someone trying to do it on their own for the first time, I can see why some people pick the prior developer over the latter,” he said.That’s just what Sony did. Mumbauer’s project, code-named T1X, was approved on a probationary basis, but Sony kept the team’s existence a secret, and refused to give them a budget to hire more people, leading many to wonder if the company was really committed to letting the team build a new studio. Still, the small team kept working and by the spring of 2019 they had completed a section of the game designed to showcase how the rest would look and feel.

At that time, Sony was going through a management shuffle and the new boss wasn’t impressed. Hermen Hulst, the former head of Guerrilla Games, was named head of PlayStation’s Worldwide Studios in November 2019. He thought the remake project was too expensive, according to people familiar with the matter, and asked why the planned budget for T1X was so much higher than remakes Sony had made in the past. The reason was that this one was on a brand new graphical engine for the PlayStation 5. Mumbauer needed to hire more people to help rework the graphics on new technology as well as redesign gameplay mechanics. Hulst wasn’t convinced, the people said.

Just when it hoped to enter production on the remake of The Last of Us, Mumbauer’s team got called in to help when another big game fell behind. Release of The Last of Us Part II had been pushed to 2020 from 2019 and Naughty Dog needed the Visual Arts Service Group to polish it off. Most of Mumbauer’s team, along with some of the 200 or so other staff at the Visual Arts Service Group, was assigned to support Naughty Dog, slowing down progress on its own game.

Then, the roles got reversed. Sony sent word that after the completion of The Last of Us Part II, some people from Naughty Dog would help out with T1X. Mumbauer’s team saw this as their short-lived autonomy being stripped. Dozens of Naughty Dog staff were joining the project, and some had actually worked on the original The Last of Us, giving them more weight in discussions about T1X’s direction. The game was moved under Naughty Dog’s budget, which Sony gave more leeway than the Visual Arts Service Group. Soon it was apparent that Naughty Dog was in charge, and the dynamics returned to what they had been for the last decade and a half: The Visual Arts Support Group aiding another team of developers rather than leading.

To Sony, the move made sense. Naughty Dog is “one of the key studios” for Sony’s ability to sell PlayStations, said Bloomberg Intelligence analyst Matthew Kanterman. “Sony’s competitive advantage has always been exclusive content over Microsoft and more new games as well as remakes of classic titles from such a storied team can help sustain demand for PS5.”

But those who had wanted independence were disappointed. By the end of 2020, most of the T1X team’s top staff had left, including Mumbauer and the game’s director, David Hall. Today, the T1X project remains in development at Naughty Dog with assistance from Sony’s Visual Arts Support Group. The future of the remainder of Mumbauer’s team, which has come to be jokingly referred to as Naughty Dog South, remains unclear.
Rapaz, olha isso.

O clima não vai bem por lá não, hein.
 

LuffyKurosaki

Bam-bam-bam
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Days Gone merecia uma sequencia, o primeiro jogo foi bastante legal. Enquanto isso, desnecessário esse remake de TLOU,e pra piorar aposto que vão mudar completamente, pra ficar alinhado com o lixo da história do TLOU2.
 

O Rei Rubro

RIP AND TEAR
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Mesmo com vendas mornas, é bom lembrar. A filosofia era de que esses jogos AA eram importantes para agregar ao portfolio.

O que a Sony tá fazendo seria como se a Nintendo enterrasse Xenoblade depois de ter vendido menos de 1 milhão no Wii e menos ainda no WiiU. Mas mesmo assim lançou Xenoblade 2 no Switch que tá acima de 2 milhões e a Nintendo tá expandindo o estúdio e tudo.


O time principal de Mario Kart fez ARMS, outra franquia nova e experimental. O time que fez os Marios 2D da série New foi fazer Splatoon, outra franquia nova e experimental e de um gênero que a Nintendo não tinha. O time que fez o Mario 3D World pegaram parte dele e deixaram fazer Captain Toad (um spin-off).

Mesmo a Nintendo contratando second parties para fazer alguns jogos (Luigi's Mansion (agora a Nintendo comprou a Next Level Games), Fire Emblem, e etc), ela não priva as suas firsts de fazerem jogos menores e experimentais.

A Nintendo, além dos conhecidos plataforma 2D e 3D, tem JRPG, tem RTS, tem Adventure, tem Shooter, tem board game, tem Hack n' slash, ação, luta, party game, simulador, corrida arcade, puzzle e o zarai, só tô sentindo falta de Fatal Frame (que agora é metade da Nintendo, logo é exclusivo) aparecer. O do Wii U foi bem bom.



Se seguir a lógica, GoT II vai ser na segunda invasão mongol e deve aparecer o Hojo Tokimune
Sony tá fodendo o rolê...parece piada até. Criou uma pusta duma política de fomento a desenvolvimento interno para manter o PS3, e deu resultado, para chegar agora onde já está com um start bom de aceitação de mercado e achar que vai se vender agora apenas "porque é Playstation" e ainda mais caro...e ainda com a concorrência entregando um serviço como o gamepass. Não dá pra entender.

Viagem na maionese total. Se acham que a sapatona maconheira vai se vender ad eternum como Mario se vende...boa sorte pra eles.
 

Guilsben

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Days Gone merecia uma sequencia, o primeiro jogo foi bastante legal. Enquanto isso, desnecessário esse remake de TLOU,e pra piorar aposto que vão mudar completamente, pra ficar alinhado com o lixo da história do TLOU2.
O remake é inutil mesmo, mas a história casa direito com a sequência, mudariam por que?

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