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Por que Deus EX Mankind Divided é tão underrated?

Dream of Mirrors

Supra-sumo
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Eu joguei logo que lançou, na época assinava um serviço de aluguel e fiquei um mês com o jogo em casa no meu PS4.

Eu achei bem legal, nunca tinha terminando nenhum dos anteriores, até tinha o primeiro no PC acho que de alguma revista, mas nunca tinha jogado, no entanto era sempre curioso pela série. Cheguei a jogar o Human Revolution, mas nunca fui longe. O Mankind Divided deu pra me divertir, tanto que finalizei o game.

Ele é um dos jogos mais baratos que podemos encontrar em qualquer uma das duas plataformas.
Me ajudem a entender porque ele é tão esnobado ou até mesmo odiado.
 


Radamanthys Wyvern

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Eu joguei e achei uma porcaria. Mal otimizado, cenarios internos feios, toda hora tendo que ler emails e raramente um combate. Acho que não agradou nem o nicho que se atrai por stealth, imagine o publico geral.
 

TanebadoX

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Eu curti o game por ser fã da franquia, mas ficou bem aquém do human revolution. Parece que ele termina quando está engrenando, é meio estranho, me deu uma impressão de inacabado. Eu curti o stealth e a atmosfera, principalmente os gráficos, são fodassos.
 


Oniblack

Bam-bam-bam
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Zerei pq gosto da temática e do gênero, tem seus momentos, acredito que se for jogado calmamente e com bastante tempo, da pra se aproveitar melhor.

Mas confesso que teve algumas partes muito chatas e apesar do decorrer do game ser bom, o final deixou a desejar.
 

chubilubi

Bam-bam-bam
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Acredito que o ritmo do jogo não é para todo mundo.
Existem n detalhes em texto (o que é bem mau visto por parcela de jogadores, se não a maioria).
Eu gosto da história e do universo de Deus EX....mas convenhamos que o jogo peca pela falta de ritmo e emoção.
Ao mesmo que parece grande, o jogo passa uma impressão de ser pequeno em sua escala.
São vários fatores que juntos prejudicam demais a experiência de jogo.
 

Majima-San

Bam-bam-bam
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Parte do problema com esse game vem da errônea interpretação de seu gênero. Tem gente que o encara achando se tratar dum First Person Shooter, só porque a gente vê a arminha na tela e dá pra estoporar uns maloqueiros com um tambor modernoso de 38 nos peitos.

Esse game é um RPG Full, e poucos jogos vão tão profundamente nos tropes do gênero quanto ele. Ele é mais RPG que 90% das estrelas que mais se afamam como representantes do estilo.


Como qualquer RPG (vale também para certa linhagem de Adventures), seu design se beneficia enormemente do elemento Slow Burn, é aquela coisa meticulosa, com muito texto pra se ler (grande virtude do gênero, aliás, a maior de todas), exploração do tipo cata-sucata e arromba-gaveta, múltiplos personagens, caminhos, shops, conversas e desfechos.

Isso aqui é pra ser jogado no mood correto: como é um jogo muito Hardcore, que assinala cada caixinha em cada elemento que compõe um trampo dessa vertente, deve ser encarado com o devido set of mind, leia-se, deve ser jogado de forma Hardcore. Isso significa paciência e dedicação: leia todos os textos do Database, esgote todas as opções de diálogos, converse com todos os NPCs do cenário, faça todas as side quests, loote tudo, use da economia do game, ande vagarosamente pelos cenários, explorando cada seixo e trinca, dê SAVE a cada 3 passos, e, caso um desfecho não lhe agrade, dê Load, etc etc etc.


Como qualquer jogo muito Hardcore, ele não é nada Pick Up and Play, é pra se jogar de preferência sozinho, com a sala vazia, deixando o telefone na gaveta do banheiro.

Isso vai valer para qualquer RPG e para Adventures também, quando você vir alguém reclamando que Horizon (RPG), Ghost of Tshushima (Adventure), Zelda BOTW (Adventure), Fallout 4 (RPG), Xenoblade (RPG), Persona (RPG), Days Gone (Adventure) ou Skyrim (RPG) têm o início lento, saiba que na verdade se trata duma grande virtude. Vale para Death Stranding também, e seu gênero inclassificável, tão único, mas chamemo-lo de "Atypical Adventure".

A estética atrai os fãs de Cyberpunk e Shooter, e vai lá jogador de Overwatch e Splatoon entrar em bêco europeu oriental fuzilando geral os nacionalistas eslavos, só pra morrer em 4 segundos, ou sair pulando que nem uma galinha com o ovo entravado na cloaca, cenário afora, até o próximo Way Point, sem se deixar adsorver em seu mundo e ambiente.

Chorar é a solução.


Entre os "gamers" (bleh), o problema desse jogo é esse. Entre os críticos, queremos crer que saibam o que analisam (pior que não sabem), ninguém duma redação razoável vai dar Mankind Divided pra jogador de Fortnite, ele vai zerar a nota dizendo que é chato. Então, entre reviewers, o problema dele se dividiu em dois:


  • Ele é inferior ao primeiro
  • Tem muitos problemas técnicos.
Ainda assim, foi bem avaliado, porque é de fato excelente.
 

renbh

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Acho que é um bom jogo, competente e que merece a média que teve, mas além de ser inferior ao primeiro em alguns aspectos foi lançado em uma época onde se esperava que os RPGs apresentassem uma evolução e isso, de fato, o jogo não entrega.

Não entro no mérito de falhas técnicas porque isso todo RPG tem, Witcher 3 mesmo tem sua carga de problemas e a mesma galera que critica outros games dá uma bela passada de pano quando falam de jogos favoritos. Só acho que ele passou da época, por mais que seja bom fica a impressão que é um pouquinho datado. É a mesma sensação do último game de Tomb Raider, é meu preferido, mas entendo quem diz que rolou um desgaste.
 

Sr. Anonymous

Supra-sumo
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Alguns comparam com Mass Effect. Tenho certa curiosidade no jogo, tentarei jogar a versão completa que tem no PS3 e se curtir jogo o do PS4 que já tenho pela Plus.
 
Ultima Edição:

Dream of Mirrors

Supra-sumo
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Parte do problema com esse game vem da errônea interpretação de seu gênero. Tem gente que o encara achando se tratar dum First Person Shooter, só porque a gente vê a arminha na tela e dá pra estoporar uns maloqueiros com um tambor modernoso de 38 nos peitos.

Esse game é um RPG Full, e poucos jogos vão tão profundamente nos tropes do gênero quanto ele. Ele é mais RPG que 90% das estrelas que mais se afamam como representantes do estilo.


Como qualquer RPG (vale também para certa linhagem de Adventures), seu design se beneficia enormemente do elemento Slow Burn, é aquela coisa meticulosa, com muito texto pra se ler (grande virtude do gênero, aliás, a maior de todas), exploração do tipo cata-sucata e arromba-gaveta, múltiplos personagens, caminhos, shops, conversas e desfechos.

Isso aqui é pra ser jogado no mood correto: como é um jogo muito Hardcore, que assinala cada caixinha em cada elemento que compõe um trampo dessa vertente, deve ser encarado com o devido set of mind, leia-se, deve ser jogado de forma Hardcore. Isso significa paciência e dedicação: leia todos os textos do Database, esgote todas as opções de diálogos, converse com todos os NPCs do cenário, faça todas as side quests, loote tudo, use da economia do game, ande vagarosamente pelos cenários, explorando cada seixo e trinca, dê SAVE a cada 3 passos, e, caso um desfecho não lhe agrade, dê Load, etc etc etc.


Como qualquer jogo muito Hardcore, ele não é nada Pick Up and Play, é pra se jogar de preferência sozinho, com a sala vazia, deixando o telefone na gaveta do banheiro.

Isso vai valer para qualquer RPG e para Adventures também, quando você vir alguém reclamando que Horizon (RPG), Ghost of Tshushima (Adventure), Zelda BOTW (Adventure), Fallout 4 (RPG), Xenoblade (RPG), Persona (RPG), Days Gone (Adventure) ou Skyrim (RPG) têm o início lento, saiba que na verdade se trata duma grande virtude. Vale para Death Stranding também, e seu gênero inclassificável, tão único, mas chamemo-lo de "Atypical Adventure".

A estética atrai os fãs de Cyberpunk e Shooter, e vai lá jogador de Overwatch e Splatoon entrar em bêco europeu oriental fuzilando geral os nacionalistas eslavos, só pra morrer em 4 segundos, ou sair pulando que nem uma galinha com o ovo entravado na cloaca, cenário afora, até o próximo Way Point, sem se deixar adsorver em seu mundo e ambiente.

Chorar é a solução.


Entre os "gamers" (bleh), o problema desse jogo é esse. Entre os críticos, queremos crer que saibam o que analisam (pior que não sabem), ninguém duma redação razoável vai dar Mankind Divided pra jogador de Fortnite, ele vai zerar a nota dizendo que é chato. Então, entre reviewers, o problema dele se dividiu em dois:


  • Ele é inferior ao primeiro
  • Tem muitos problemas técnicos.
Ainda assim, foi bem avaliado, porque é de fato excelente.
muito bom!

pois então, tu mencionou algo que eu acho uma grande qualidade do jogo que são as várias possibilidades de tu abordar uma missão, não existe apenas um ou dois caminhos pra resolver uma parada. é mais recompensador pra quem pensa e planeja antes. em todas as missões do jogo eu fiquei com a sensação de que poderia ter abordado ela de maneiras diferentes.

pra pegar um exemplo de jogo que vi mencionarem essa possibilidade: comecei a jogar metal gear phantom pain recentemente e li em alguns lugares que tu pode abordar as missões de maneira x, y ou z, mas, pelas seis horas de jogo até agora, e comparando dois jogos que tem o elemento de espionagem como central no gameplay, mankind divided me parece trazer muito mais variedade nesse quesito. no metal gear (fiz seis missões) senti muito cedo uma repetição do padrão e já sei que um método é mais rápido e menos enfadonho que outros. é tudo (até agora) deserto, posso deixar uns guardas pra trás, posso chegar pela frente ou pelos flancos e deu, sem muitos desafios diferente de derrubar guardas em pontos chave.

no mankind divided eu tenho a sensação de que o jogo dá mais variedade e criatividade ao jogador. achei um baita jogo também, mas queria entender diferentes pontos de vista sobre ele pois acho que ele é um pouco subestimado.

estou pensando em aproveitar que está barato e comprar pra jogar de novo.
 

tortinhas10

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Eu dei nota 10 para ele, achei um jogo perfeito. Primeiro que gosto de jogo que te dê liberdade e diálogos que você quer, segundo que a jogabilidade é gostosa e terceiro que você pode fazer uma missão de uns cinco jeitos diferentes (e não é exagero). Além de tudo isso, a história é legal, os personagens são legais, o tema é legal

Enviado de meu moto g(8) usando o Tapatalk
 

TanebadoX

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Parte do problema com esse game vem da errônea interpretação de seu gênero. Tem gente que o encara achando se tratar dum First Person Shooter, só porque a gente vê a arminha na tela e dá pra estoporar uns maloqueiros com um tambor modernoso de 38 nos peitos.

Esse game é um RPG Full, e poucos jogos vão tão profundamente nos tropes do gênero quanto ele. Ele é mais RPG que 90% das estrelas que mais se afamam como representantes do estilo.


Como qualquer RPG (vale também para certa linhagem de Adventures), seu design se beneficia enormemente do elemento Slow Burn, é aquela coisa meticulosa, com muito texto pra se ler (grande virtude do gênero, aliás, a maior de todas), exploração do tipo cata-sucata e arromba-gaveta, múltiplos personagens, caminhos, shops, conversas e desfechos.

Isso aqui é pra ser jogado no mood correto: como é um jogo muito Hardcore, que assinala cada caixinha em cada elemento que compõe um trampo dessa vertente, deve ser encarado com o devido set of mind, leia-se, deve ser jogado de forma Hardcore. Isso significa paciência e dedicação: leia todos os textos do Database, esgote todas as opções de diálogos, converse com todos os NPCs do cenário, faça todas as side quests, loote tudo, use da economia do game, ande vagarosamente pelos cenários, explorando cada seixo e trinca, dê SAVE a cada 3 passos, e, caso um desfecho não lhe agrade, dê Load, etc etc etc.


Como qualquer jogo muito Hardcore, ele não é nada Pick Up and Play, é pra se jogar de preferência sozinho, com a sala vazia, deixando o telefone na gaveta do banheiro.

Isso vai valer para qualquer RPG e para Adventures também, quando você vir alguém reclamando que Horizon (RPG), Ghost of Tshushima (Adventure), Zelda BOTW (Adventure), Fallout 4 (RPG), Xenoblade (RPG), Persona (RPG), Days Gone (Adventure) ou Skyrim (RPG) têm o início lento, saiba que na verdade se trata duma grande virtude. Vale para Death Stranding também, e seu gênero inclassificável, tão único, mas chamemo-lo de "Atypical Adventure".

A estética atrai os fãs de Cyberpunk e Shooter, e vai lá jogador de Overwatch e Splatoon entrar em bêco europeu oriental fuzilando geral os nacionalistas eslavos, só pra morrer em 4 segundos, ou sair pulando que nem uma galinha com o ovo entravado na cloaca, cenário afora, até o próximo Way Point, sem se deixar adsorver em seu mundo e ambiente.

Chorar é a solução.


Entre os "gamers" (bleh), o problema desse jogo é esse. Entre os críticos, queremos crer que saibam o que analisam (pior que não sabem), ninguém duma redação razoável vai dar Mankind Divided pra jogador de Fortnite, ele vai zerar a nota dizendo que é chato. Então, entre reviewers, o problema dele se dividiu em dois:


  • Ele é inferior ao primeiro
  • Tem muitos problemas técnicos.
Ainda assim, foi bem avaliado, porque é de fato excelente.
Perfeita colocação. O que mais me decepcionou mesmo foi a história terminar meio que “do nada”, me pareceu um final rushado. Joguei exatamente do jeito que tu descreveu aí. O próprio universo do jogo te instiga a ler tudo que tem pelo cenário e observar os detalhes pra saber que diabos ta acontecendo no mundo, mas mesmo nesse slow pace e jogando na dificuldade mais elevada terminei o jogo beirando as 30 horas. Acho um tanto curto pro gênero e pro padrão da franquia mas ainda considero um bom jogo, bem melhor que muitos da geração.
 

TanebadoX

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muito bom!

pois então, tu mencionou algo que eu acho uma grande qualidade do jogo que são as várias possibilidades de tu abordar uma missão, não existe apenas um ou dois caminhos pra resolver uma parada. é mais recompensador pra quem pensa e planeja antes. em todas as missões do jogo eu fiquei com a sensação de que poderia ter abordado ela de maneiras diferentes.

pra pegar um exemplo de jogo que vi mencionarem essa possibilidade: comecei a jogar metal gear phantom pain recentemente e li em alguns lugares que tu pode abordar as missões de maneira x, y ou z, mas, pelas seis horas de jogo até agora, e comparando dois jogos que tem o elemento de espionagem como central no gameplay, mankind divided me parece trazer muito mais variedade nesse quesito. no metal gear (fiz seis missões) senti muito cedo uma repetição do padrão e já sei que um método é mais rápido e menos enfadonho que outros. é tudo (até agora) deserto, posso deixar uns guardas pra trás, posso chegar pela frente ou pelos flancos e deu, sem muitos desafios diferente de derrubar guardas em pontos chave.

no mankind divided eu tenho a sensação de que o jogo dá mais variedade e criatividade ao jogador. achei um baita jogo também, mas queria entender diferentes pontos de vista sobre ele pois acho que ele é um pouco subestimado.

estou pensando em aproveitar que está barato e comprar pra jogar de novo.
Eu peguei esse phantom pain pra jogar e dropei com 10 horas de jogo, não me desceu. Dou outra chance? Saudades dos Splinter cell antigos...
 

EgonRunner

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Alguns comparam com Mass Effect. Tenho certa curiosidade no jogo, tentarei jogar a versão completa do que tem no PS3 e se curtir jogo o do PS4 que já tenho pela Plus.
pra mim, a história do Deus Ex é melhor, mais focada e mais "humana", ele se parece mais com RPG do que Ação.

Mass Effect tem uma escala maior, não é só a humanidade que está em perigo, mais combates e tem uma ótima interação com os companions (sidequests boas), mas acaba sendo mais Ação que RPG.
 

Takayuki Yagami

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Acho que esse jogo saiu na Plus no passado.
Joguei 1 hora e apaguei.
Mas eu não gosto de jogos em primeira pessoa: 2 bracinhos segurando uma arma.
 
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