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Tópico oficial Qual o último jogo que vc Terminou/fechou/zerou? [+ Independente da plataforma]

Cubo de gelo

Habitué da casa
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Trepang2, nota 7. Mas esse jogo nunca valeria 50U$. Tem conteúdo e duração de menos para pagar por um jogo inteiro. Esse jogo é mais um DLC, uma expansão dado o conteúdo que tem e a duração.

O level design desse jogo é o que eu gostaria de fazer. Cenários de prédios, instalações militares e cenários urbanos. Ele segue a mesma fórmula do F.E.A.R. com levels lineares e com alguns corredores alternativos. Mas ele é muito mais linear do que o F.E.A.R. Você passa por uma porta, ela fecha e não deixa mais voltar. Você não pode mais voltar e pegar armor e health. Fizeram isso de propósito para aumentar a dificuldade do jogo. A ambientação é muito bem feita. Tem cadeiras, tanques de gás, madeiras, laboratórios, texturas de pedras. Tudo é bem fotorrealista. Tem pilares para se proteger, caixas para se proteger, variação de altura com mezaninos e ataques por cima. Não é o level design sem nexo do Duke Nukem Forever ou do Prey. Também não é confuso com o Shadow Warrior. Não é um corredor como o Bulletstorm.

Esse jogo é quase uma cópia do F.E.A.R. até os sons e músicas são parecidos. "Suppressive fire!!" é idêntico. Inimigos jogando granadas também é. Mas se a intenção era misturar horror com ação não deu certo. O F.E.A.R. tem as aparições da ALMA e a temática sobrenatural. Mas nesse jogo ficou uma dosagem de terror com ação muito desequilibrada. No F.E.A.R. tem corpos caindo, luzes apagando, sombras, aparições, objetos voando com poderes sobrenaturais. Nesse Trepang tentaram imitar, mas bem forçado. Tem uma parte que num corredor aparece uma sombra que te pega, tira vida e te joga de volta para o começo. Demorei pra entender que não era pra atirar, mas se esconder e deixar ela passar. Outro ponto dissonante é que tem muita variação abrupta. Áreas sem inimigos seguidas de outras com um exército.

O jogo inteiro é escuro demais. Se é pra ser escuro sem ter fantasmas, sem caixas voando, gritos e outras coisas de filme de terror. Ficou muito forçado ser escuro numa tentativa de criar clima de terror se a música não combina com terror e não tem aqueles elementos de terror do F.E.A.R. A ALMA, os mutantes passando numa janela, armários caindo, luzes balançando. No F.E.A.R. tinham momentos que você alucinava e era justo quando você pulava num poço, um corredor escuro, ao abrir uma porta. No Trepang imitaram isso no level da "Horizon underground facility" mas fizeram bem pior. Você é transportado para um lugar todo amarelo que não tem nada. Como se fosse um cenário de treino de combate. Não acrescenta em nada na história. No F.E.A.R. servia pra contar a história do jogo com flashbacks. O level do castelo por exemplo não tem sentido nenhum ser escuro daquele jeito. Não tem nada de terror lá. Tem um subchefe numa área de treinamento totalmente sem luz. Poderiam ter aproveitado a escuridão para fazer armadilhas e emboscadas, mas não tem isso no jogo.

Quando aparece o primeiro chefe do jogo, numa apresentação das experiências mutantes, o cenário é todo escuro mas não tem terror, só sangue. Quando você cai e tem que escapar do veneno é tudo tão escuro que fica impossível ver o caminho. Eu morri lá sem ver o caminho. Na missão secundária numa casa no meio do nada acontece a mesma coisa. O lugar ali dos computadores é todo escuro e um labirinto. Não dá pra ver nada. Quando você desliga os monitores aparecem umas bolas vermelhas que te perseguem e fica difícil sem munição suficiente e num lugar todo fechado e escuro. Inventaram de desligar o som ali. Se a intenção era deixar o jogo mudo para assustar o jogador não deu certo. Eu achei que aquilo fosse um bug do jogo.

Eu joguei com gamma no 100 mesmo. Depois fui ver os mesmos levels com gamma 140. O jogo que é assim mesmo. Gamma estourado deixa tudo branco e vc perde no contraste.

O gameplay ficou dúbio. Tentaram fazer combate frenético e mais táctico ao mesmo tempo. Carregar duas shotgun, duas pistolas ou dois fuzis incentiva um jogo mais frenético. Mas esse é o problema de filosofia desse jogo. Me mostrou que um jogo que tenta fazer duas coisas opostas ao mesmo tempo não consegue fazer direito as duas. Terror e stealth é o oposto de ação frenética e dual wield. Level escuro e fechado incentiva stealth. Já level aberto e iluminado incentiva um combate frenético. Tentaram misturar as duas coisas. O F.E.A.R. 2 não tinha rasteira, chutes, nem agarrar inimigos e combinava muito mais com terror. Também tinham fases de controlar armas de guerra remotas e metralhadoras de tanques, coisas que não puseram no trepang2. Esse que é um problema desse jogo, na falta de criatividade de oferecer mais desafio puseram simplesmente ondas de inimigos e uma dificuldade exagerada na base de inimigos com muita vida, pouca munição, jogador que morre com poucos tiros e armas que que espalham demais os tiros e dão coice muito forte.

O bullet time só carrega com kills. Stamina para correr e dar rasteira esgota rápido demais. As armas tem um spread e um recoil realista demais e isso deixa muito difícil acertar tiros. Tem decisão de design muito conflitante entre si nesse jogo. Eu desisti de jogar no very hard. Os inimigos tem vida demais e você não tem munição suficiente pra atirar. Além de poder carregar apenas duas armas por vez. De novo, esse jogo ficou com uma identidade meio stealth, meio ação frenética e acabou ficando em cima do muro. Pelo que vi dos jogadores elogiando, o jogo é fácil se você dominar todos os movimentos.

O Max Payne 3 tem um problema parecido por causa do realismo das animações. Fizeram um sistema de animação de pulo e bullet time que de tão cinematográfico o Max acaba caindo e batendo de um jeito que atrapalha pra escapar dos tiros e explosões.

O equilíbrio desse jogo ficou mal feito. Antes de um chefe você tem uma sala com várias armas, armor, health. Daí quando você passa uma porta, ela fecha e não abre mais. Então pra que sobrar tanto health, munição e armor se quando chega no chefe você não pode mais voltar???????? É na hora que você enfrenta o chefe que fica faltando.......

Esse jogo parece e é um protótipo. Começou como um projeto para aprender unreal engine e é isso mesmo. Um projeto amador. Precisaria de vários milhões e umas 30 ~ 50 pessoas para ter roteiro decente, diretor de cinematics, produtor de som, blablabla. Que é o que o F.E.A.R. 2 e o Max Payne 3 tinham.

Eu não fiz todas as missões secundárias, só duas e não tenho vontade de zerar no rage mode não. Eu dei uma passada pelos reviews do Steam e os negativos são mais honestos do que os positivos. Costumam ter mais detalhes sobre as falhas do jogo.
 

Santeria

Bam-bam-bam
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Por um segundo pensei que eu tinha terminado FF16. :kzonzo


Terminei Dead Space e agora fiquei com vontade de jogar o Remake. Incrível como ele bebe do Enigma de outro mundo, um filmasso.

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Tens bom gosto, pra jogos e pra música!!

Tô virando o Dead Space remake e put* que pariu, que jogasso!!!

Nunca toquei no original. Será que é muito diferente ou é daqueles remares fiéis ao extremo?
 

Vaynard

Lenda da internet
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Ruined King é o primeiro jogo da Riot Forge. A iniciativa da Riot de "emprestar" a IP pra outras empresas lançarem jogos single player. Hoje existem mais alguns, como Mageseeker e o Convergence.

Ruined King conta a história sobre as Cursed Islands e seu Rei, o Viego, um personagem muito presente na jungle no LoL. Uma espécie de Arthas, mas que se tornou o que se tornou por causa do amor à sua rainha.

Ruined King conta com 6 personagens da série, Illaoi, Braum, Yasuo, Miss Fortune, Ahri e Pyke.
Minha party a maior parte do tempo foi Yasuo, Illaoi e MF, consegui uma sinergia muito boa com esse time, Illaoi e sem dúvida a melhor tank/healer e os outros 2 despejando dano.

O jogo aproveita bem a lore do mundo dos piratas e das sombras, contando com várias participações ao longo do jogo como o Maokai e o Gangplank e seu sistema de batalha é muito bom e dinâmico, lembrando um pouco e até melhorando o estilo consagrado do Grandia.

Zerei em 27 horas fazendo mais de 70% das side quests no nível máximo. Pra quem gosta de RPG e de LoL, Ruined King é aprovadíssimo. Se interessou mas não conhece muito de LoL? Jogue Battle Chasers, um jogo do mesmo estilo na mesma pegada, um grande jogo e que vive baratinho
 

Tião esqueletico

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Zerei ontem com a minha filha de 8 anos

Caramba , esse jogo não é tão fácil, conseguimos pegar 3 estrelas em todos os níveis

Moldei bem minha filha para jogos desafiantes , ela está quase no mesmo nível que eu em games com 8 anos , um completo absurdo

Ela domina quase todos estilos de jogos( impressionante ver ela jogando FPS , é que eu nao assisto youtubers e nem tenho saco para canais , mas daria para monetizar com isso fácil hehe ) com exceção de jogos de luta , onde ela não tem noção de realizar combos , mas aí é covardia porque no meu tempo eu tive os fliperamas de bairro como escola


No mais, baita jogão, só achei curto

10/10
 

Craudiao

Ei mãe, 500 pontos!
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Terminei o jogo "Good Girl Gone Bad"
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Esse é um jogo visual novel adulto onde você jogo um período entre um ano a um ano e meio na vida de Ashley, uma universitária comum que recebe em um curto período diversos problemas que afetam sua vida.
Primeiramente devo destacar que as escolhas, grande parte das vezes são realmente por caminhos bem distintos e suas escolhas realmente tem um forte impacto na história, você ter duas "barras" (representada por números) a "Good" e a "Bad" e dependendo de quanto cada uma está, liberam ou bloqueiam algumas opções, assim como também tem a "dinheiro" e "fama" que liberam opções de adquirir algo e/ou aparecerem oportunidades.
O jogo do possui imagens estáticas, e o visual é cartunesco, porém é muito bem feito e as imagens representam muito bem a cena em questão.
Sobre a história, você joga com a Ashley, uma nerd universitária com uma bolsa de estudos e namora ainda com seu primeiro namorado desse o final do ensino médio.
Ashley enfrenta logo no início do jogo diversos problemas, sua mãe abandona o lar, seu pai está desempregado a um ano e passa o dia deitado no sofá, a universidade cancela todas as bolsas de estudo e seu namorado resolve fazer trabalho comunitário na Somália e só a avisa dias antes da partida.
A partir daí que você parte, pode realmente continuar a ser quem é e também pode ser corromper.

Fiz 3 finais, todos bem diferente e no final, mostra como cada um ficou, é bem interessante notar que a vida de todos realmente acaba sendo afetadas pelas suas ações, únicos que não vi diferença foi o final de sua mãe e seu pai além de sua "amiga" popular.
Só para constar, dos 3 finais fiz dois como santinha e um como safadinha.

Foi estranho jogar esse tipo de jogo como mulher, mas o jogo em si é muito bom e recomendo muito se curte o gênero VN, pois é difícil encontrar jogos assim cuja suas escolhas realmente importam e tem consequências de curto e longo prazo.
 

Hellskah

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Terminei o jogo "Good Girl Gone Bad"
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Esse é um jogo visual novel adulto onde você jogo um período entre um ano a um ano e meio na vida de Ashley, uma universitária comum que recebe em um curto período diversos problemas que afetam sua vida.
Primeiramente devo destacar que as escolhas, grande parte das vezes são realmente por caminhos bem distintos e suas escolhas realmente tem um forte impacto na história, você ter duas "barras" (representada por números) a "Good" e a "Bad" e dependendo de quanto cada uma está, liberam ou bloqueiam algumas opções, assim como também tem a "dinheiro" e "fama" que liberam opções de adquirir algo e/ou aparecerem oportunidades.
O jogo do possui imagens estáticas, e o visual é cartunesco, porém é muito bem feito e as imagens representam muito bem a cena em questão.
Sobre a história, você joga com a Ashley, uma nerd universitária com uma bolsa de estudos e namora ainda com seu primeiro namorado desse o final do ensino médio.
Ashley enfrenta logo no início do jogo diversos problemas, sua mãe abandona o lar, seu pai está desempregado a um ano e passa o dia deitado no sofá, a universidade cancela todas as bolsas de estudo e seu namorado resolve fazer trabalho comunitário na Somália e só a avisa dias antes da partida.
A partir daí que você parte, pode realmente continuar a ser quem é e também pode ser corromper.

Fiz 3 finais, todos bem diferente e no final, mostra como cada um ficou, é bem interessante notar que a vida de todos realmente acaba sendo afetadas pelas suas ações, únicos que não vi diferença foi o final de sua mãe e seu pai além de sua "amiga" popular.
Só para constar, dos 3 finais fiz dois como santinha e um como safadinha.

Foi estranho jogar esse tipo de jogo como mulher, mas o jogo em si é muito bom e recomendo muito se curte o gênero VN, pois é difícil encontrar jogos assim cuja suas escolhas realmente importam e tem consequências de curto e longo prazo.
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Taki

Bam-bam-bam
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Tens bom gosto, pra jogos e pra música!!

Tô virando o Dead Space remake e put* que pariu, que jogasso!!!

Nunca toquei no original. Será que é muito diferente ou é daqueles remares fiéis ao extremo?
Pelo que o meu amigo disse, eles melhoraram muito o remake, deram mais qualidade de vida e acrescentaram bastante coisa na história também.
 

Satin Chic

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Esse aqui me surpreendeu bastante também! Primeiro ponto positivo é a história dele que gostei demais e nos prende no jogo para descobrirmos cada detalhe dela, inclusive acho que fechou alguns pontos no jogo, mas outros ficaram bem abertos para um continuação e isso eu achei muito bom também. Como é um jogo brasileiro, uma coisa que é incomum no jogo e eu achei legal é que os locais e nomes dos personagens são comuns à nossa cultura, apesar de não ser um ponto importante, é interessante ver personagens com nomes que conhecemos e jogos ambientados no Brasil.
A jogabilidade é ok, mas nesse tipo de jogo não é algo que é o maior foco. Entretanto, acho que poderiam ter feito um trabalho melhor nos chefes e deixar as lutas mais interessantes, pois são bem tranquilas de se vencer, os chefes tem poucos padrões e você se liga em seus movimentos com pouco tempo de batalha.
Em relação aos puzzles tem alguns que eu deixei passar no jogo, mas fiz a grande maioria. Tem uns que são interessantes e trazem algumas coisas que não vi em outros jogos e outros puzzles que são iguais ou lembram bastante de jogos clássicos como Resident Evil ou Silent Hill. Gostei de como dão dicas no jogo seja utilizando as mecânicas e explorando os cenários ou atráves de textos e imagens nos files do jogo.
Visual muito bonito e com cenários bem modelados, os personagens são ok e a parte da trilha sonora também é boa. Recomendo bastante pra quem gosta de um survivor horror, 10h mais ou menos para se terminar o jogo.
Larguei esse jogo no primeiro chefe. Lembro de ficar quase 10 minutos diretos atirando e correndo e ele simplesmente não morria. Pior que eu achei a ambientação e puzzles bem legais mas a jogabilidade muito ruim. Acho que se ele fosse um walking simulator com puzzles eu teria gostado mais.
 

OmegaRider

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Larguei esse jogo no primeiro chefe. Lembro de ficar quase 10 minutos diretos atirando e correndo e ele simplesmente não morria. Pior que eu achei a ambientação e puzzles bem legais mas a jogabilidade muito ruim. Acho que se ele fosse um walking simulator com puzzles eu teria gostado mais.
Realmente demora um pouco a matar alguns dos chefes e o pior é que você não tem um feedback claro se tá acertando o inimigo no local certo, se tá dando dano mesmo e se ele tá morrendo. Apesar disso, todos os chefes tem poucos padrões de movimento, o que deixa tudo mais tranquilo.
Perto da metade eu também parei de matar qualquer inimigo, pois quase fiquei sem recurso ao final dessa primeira batalha de chefe, então poupei muita munição e os upgrades também devem dar uma ajudada no dano que você dá.
 

kinslayer10

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Battlefield 3 (PS3)

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A campanha é curta, o enredo é simples e clichê mas interessante, onde o protagonista SGT Blackburn está sendo interrogado sob suspeita de afiliação com terroristas e precisa narrar os acontecimentos para provar a sua inocência e impedir um atentando terrorista com arma nuclear aconteça e se inicie um conflito global. O gameplay é diversificado com fases em combates intensos, furtivo e com veículos. Para a campanha individualmente daria nota 7, mas merece mais como um todo incluindo o multiplayer que faz dele pra mim ser o melhor Battlefield.
Um remake desse jogo com as tecnologias na geração atual seria sensacional.

NOTA: 8,5/10
 

mlooborte

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Não gostei muito.

A história não é ruim, o vilão é interessante e o mundo do jogo também. O mundo sempre tem conflitos territoriais, a parte de "preconceito" que o jogo destaca é interessante. A parada com os cristais e a causa pela qual você luta também é legal. O problema do jogo, pra mim, é a forma como tudo é contado, começando pelos personagens ruins e dublagem péssima em inglês. Quanto mais o jogo passa pior vai ficando, com aquelas paradas tipo "você é vilão e é solitário, vou ganhar de você porque tenho amiguinhos". As side quests são muito ruins também.

Tecnicamente também achei um desastre, FFVII Remake é muito mais bonito. Nem em 30fps o jogo bate 4k. Se os gráficos fossem absurdos beleza, justificaria, mas não são, me lembra um pouco Forspoken. O ápice são as lutas com os Eikons, algumas lutas são maravilhosas, embora as vezes tenha tanta partícula na tela que fica difícil entender o que tá acontecendo.

A trilha sonora é ótima e o sistema de batalha é legal.
Dinheiro faz pouco sentido no jogo, nunca vi isso ser tão mal aproveitado.
 
Ultima Edição:

Santeria

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Não gostei muito.

A história não é ruim, o vilão é interessante e o mundo do jogo também. O mundo sempre tem conflitos territoriais, a parte de "preconceito" que o jogo destaca é interessante. A parada com os cristais e a causa pela qual você luta também é legal. O problema do jogo, pra mim, é a forma como tudo é contado, começando pelos personagens ruins e dublagem péssima em inglês. Quanto mais o jogo passa pior vai ficando, com aquelas paradas tipo "você é vilão e é solitário, vou ganhar de você porque tenho amiguinhos". As side quests são muito ruins também.

Tecnicamente também achei um desastre, FFVII Remake é muito mais bonito. Nem em 30fps o jogo bate 4k. Se os gráficos fossem absurdos beleza, justificaria, mas não são, me lembra um pouco Forspoken. O ápice são as lutas com os Eikons, embora as vezes tenha tanta partícula na tela que fica difícil entender o que tá acontecendo.

A trilha sonora é ótima e o sistema de batalha é legal.
Dinheiro faz pouco sentido no jogo, nunca vi isso ser tão mal aproveitado.
Engraçado, vejo a galera elogiar a dublagem desse game, mas eu achei fraca demais também. Parece que as vozes saem dessincronizadas com as expressões dos personagens, sei lá.

E a história vai perdendo força conforme tu avança mesmo. Na verdade, já faz uns dias que eu virei e cada vez mais eu gosto menos do jogo, parando pra pensar sobre. Dei 8.5 aqui no tópico mas hoje eu daria menos, com certeza.
 

mlooborte

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Engraçado, vejo a galera elogiar a dublagem desse game, mas eu achei fraca demais também. Parece que as vozes saem dessincronizadas com as expressões dos personagens, sei lá.

E a história vai perdendo força conforme tu avança mesmo. Na verdade, já faz uns dias que eu virei e cada vez mais eu gosto menos do jogo, parando pra pensar sobre. Dei 8.5 aqui no tópico mas hoje eu daria menos, com certeza.
Acho que peguei meio pesado com a dublagem, tem muito personagem com dublagem boa, principalmente até metade do jogo, com destaque para o Cid.

Depois que aparece a Mid (que foi a que mais me irritou) que pra mim ficou complicado. Como eu fui jogando fazendo todas as side quests, tive que lidar com muito NPC de voz irritante.
 

Santeria

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Acho que peguei meio pesado com a dublagem, tem muito personagem com dublagem boa, principalmente até metade do jogo, com destaque para o Cid.

Depois que aparece a Mid (que foi a que mais me irritou) que pra mim ficou complicado. Como eu fui jogando fazendo todas as side quests, tive que lidar com muito NPC de voz irritante.
A voz do Cid é boa mesmo.

Essas sides eu desisti de fazer. As únicas que valiam a pena eram aquelas que te davam itens relevantes, que apareciam com um + no mapa. No mais, puto lixo pra encher linguiça.
 

Sieg Wahrheit

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CHAINED ECHOES

Outro ótimo jogo estilo jRPG, além de Sea of Stars.

Esse é mais maduro e tem uma escrita melhor no geral, só achei que ficou um pouco forçado pro final.

Mecânicas interessantes (overdrive, armaduras, cristais), bons cenários e mapa mundi, mas menus pouco práticos de lidar e muitos tutoriais.

Trilha sonora espetacular.

NOTA 8
 
Ultima Edição:

mlooborte

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CHAINED ECHOES

Outro ótimo jogo estilo jRPG, além de Sea of Stars.

Esse é mais maduro e tem uma escrita melhor no geral, só achei que ficou um pouco forçado pro final.

Mecânicas interessantes (overdrive, armaduras, cristais), bons cenários e mapa mundi, mas menus pouco práticos de lidar e muitos tutoriais.

Trilha sonora espetacular.

NOTA 8
Preciso jogar esse, Sea of Stars é lindo, mas é ordinário
 

Majima-San

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JOGO ZERADO: Esperma-Man: Milhas Moralizadoras

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FICHA TÉCNICA
Softhouse: Sony
Developer: Insomniac Games
Ano de Lançamento: 2020
Plataforma Jogada: Playstation 5

ESCALA DE QUALIDADE
Genre MasterShit - Péssimo - Ruim - Ordinário - Ok - Bom - Ótimo - Excelente - Genre Masterpiece

MINI REVIEW:
Jogo justo e aconchegante, construído como Confort Food para o período natalino, Esperma-Man: Milhas Moralizadoras é de fato ótimo, o personagem é bem executado, o gameplay é pristino e variado, o traversal praticamente define um subgênero, e a apresentação audiovisual é de primeira categoria.

Mesmo sendo curto, dosa bem, para a construção do conto que a sequência numerada em seguida carreia, as demonstrações de seu próprio mundo fictício. Eu não tenho notícias para dar a ninguém sobre as contrapartes desses personagens nos gibis ou nos filmes, tenho preconceito contra super-heróis, não sei se há alguém original para o game, mas o que tem aqui é bom, embora típico, em especial a antagonista feminina.

Já o antagonista masculino é chavônico, parece ter sido dublado pelo Joel de TLOUS, e tem desenvolvimento pueril.

O final é MGS4-triano, e a platina está trancada por detrás de um New Game + que, em função de um backlog cada vez mais descontrolado, eu não tenho a disposição pra buscar
 

Sieg Wahrheit

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Duke Nukem 3D: 20th Anniversary World Tour

Jogo base mais as DLCs, pacotão completo.

Excelente FPS.

É bastante desafiador, tanto no combate quanto na progressão dos cenários, incluindo várias passagens secretas, puzzles, itens escondidos, etc.

Destaque pro humor típico da série.

NOTA 8
 

Majima-San

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JOGO ZERADO: 1,2 Tóba Imundo Merda

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FICHA TÉCNICA
Softhouse: Nintendo
Developer: Nintendo EPD + NDcube
Ano de Lançamento: 2023
Plataforma Jogada: Nintendo Switch

ESCALA DE QUALIDADE
Genre MasterShit
- Péssimo - Ruim - Ordinário - Ok - Bom - Ótimo - Excelente - Genre Masterpiece

MINI REVIEW:
1,2 Tóba Imundo Merda é o produto de videogame mais falho que joguei, o próprio lançamento foi reptício, entregue ao final do verão hiperbóreo, numa desova suspeita, envergonhada, desleixada

A ideia central do game é MAG-uiana, e envolve elementos extra-console: ao alvejar, à concretude da vida real, um Mega Multiplayer para até 100 pessoas, superficializa-se cada unidade do que significa um videogame, transformando a proposta que poderia ser interessante numa coleção bisonha de brincadeiras fracas.

Não sei dizer se é justo dar a esses games da Nintendo a mesma marreta que dou a projetos mais sofisticados: grande parte da produção da empresa é direcionada a crianças e ultra-casuais, e não se deveria esperar muito do gameplay, da arte ou da execução de uma bandeja de picolés de limão sem graça, da mesma forma que os ninhos não se importam se as antenas do Dinkie Winkie estão tortas na telinha da TV.

Mas eu fui até o Quad-Multi, explorando mais fundo 1,2 Tóba Imundo Merda, e o registro em filme da jogatina com minha esposa e cunhados é indigno e embaraçoso.

Um "problema" que eu vejo nesse game é o contexto de seu subgênero. Ele é ao mesmo tempo o fim da picada, e a gota d'água. A Nintendo está com muitas coleções de Mini Games ativas em seu pipeline, tem Clubhouse Games, tem GBG, tem dois Warios, tem os Wii Sports, tem os Mario Parties, e me parece que o game novo da Princesa Peach também vai ser uma, INFELIZMENTE.

Pelo menos, o preço foi equilibrado ao escopo, mas isso não dignifica, tampouco me faz ter vontade de recomendar, a quem quiser experimentar, qualquer outra coisa que não seja um passe bem longe
 

Metal God

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O final é MGS4-triano, e a platina está trancada por detrás de um New Game + que, em função de um backlog cada vez mais descontrolado, eu não tenho a disposição pra buscar
Eu só joguei no New Game+ até o momento em que consegui liberar todos os uniformes, não tenho lembrança de ser necessário fechar o jogo inteiro novamente. Se não me engano, esse troféu é apenas para quem quer 100% de tudo, a platina vem antes desses 100%.
 

Majima-San

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Eu só joguei no New Game+ até o momento em que consegui liberar todos os uniformes, não tenho lembrança de ser necessário fechar o jogo inteiro novamente. Se não me engano, esse troféu é apenas para quem quer 100% de tudo, a platina vem antes desses 100%.

Tive a impressão de ter lido em algum lugar que havia troféu para os créditos do New Game +. De qualquer forma, não daria reset no jogo só pra pipocar a Pt, é um produto muito qualificado, com gameplay tão divertida que só de ficar passeando pela cidade batendo na vagabundagem já satisfaz, mas meu backlog é imenso, prefiro partir para o próximo
 

Royal_Salute

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JOGO ZERADO: 1,2 Tóba Imundo Merda

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FICHA TÉCNICA
Softhouse: Nintendo
Developer: Nintendo EPD + NDcube
Ano de Lançamento: 2023
Plataforma Jogada: Nintendo Switch

ESCALA DE QUALIDADE
Genre MasterShit
- Péssimo - Ruim - Ordinário - Ok - Bom - Ótimo - Excelente - Genre Masterpiece

MINI REVIEW:
1,2 Tóba Imundo Merda é o produto de videogame mais falho que joguei, o próprio lançamento foi reptício, entregue ao final do verão hiperbóreo, numa desova suspeita, envergonhada, desleixada

A ideia central do game é MAG-uiana, e envolve elementos extra-console: ao alvejar, à concretude da vida real, um Mega Multiplayer para até 100 pessoas, superficializa-se cada unidade do que significa um videogame, transformando a proposta que poderia ser interessante numa coleção bisonha de brincadeiras fracas.

Não sei dizer se é justo dar a esses games da Nintendo a mesma marreta que dou a projetos mais sofisticados: grande parte da produção da empresa é direcionada a crianças e ultra-casuais, e não se deveria esperar muito do gameplay, da arte ou da execução de uma bandeja de picolés de limão sem graça, da mesma forma que os ninhos não se importam se as antenas do Dinkie Winkie estão tortas na telinha da TV.

Mas eu fui até o Quad-Multi, explorando mais fundo 1,2 Tóba Imundo Merda, e o registro em filme da jogatina com minha esposa e cunhados é indigno e embaraçoso.

Um "problema" que eu vejo nesse game é o contexto de seu subgênero. Ele é ao mesmo tempo o fim da picada, e a gota d'água. A Nintendo está com muitas coleções de Mini Games ativas em seu pipeline, tem Clubhouse Games, tem GBG, tem dois Warios, tem os Wii Sports, tem os Mario Parties, e me parece que o game novo da Princesa Peach também vai ser uma, INFELIZMENTE.

Pelo menos, o preço foi equilibrado ao escopo, mas isso não dignifica, tampouco me faz ter vontade de recomendar, a quem quiser experimentar, qualquer outra coisa que não seja um passe bem longe

Eh sério q vc jogou isso majima? Achei q ninguém do fórum testaria! Parabéns pela coragem! Kkkkk
 

Dark Arisen

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Read Dead Redemption (PC via Yuzu)

Segunda vez na vida que termino esse jogo, dessa vez na versão pra switch que foi lançada há alguns meses.

Esse é um jogo cheio de altos e baixos. O início é incrível, cheio de descobertas e personagens interessantes, depois quando vamos pro méxico fica chato pra porra, melhora quando voltamos pros EUA e termina com algumas das missões mais entendiantes que já joguei num jogo da rockstar

Não pesquisei as mudanças que foram feitas nessa versão mas achei o jogo bem bonito principalemnte a iluminação nos cenários. Cavalgar no por do sol ou em durante uma tempestade sempre me deixava impressionado em quão bonito esse jogo é. A ambientação, cenários e atmosfera do jogo continuam impecáveis até hoje. Também não nitei quase nenhum bug durante a jogatina, foi bem tranquila mesmo nesse emulador.

Sobre a história eu confesso que não curti muito. O Jonh Marston é um bom personagem mas eu sinto que ele tem zero agencia na história, quando chega no méxico ele vira basicamente um pato na mão de qualquer personagem, nunca questiona, e fica o jogo inteiro fazendo ameaças vazias que nunca cumpre. Sobre o final
mesmo sabendo que iria acontecer não deixa de ser impactante e frustrante. O cara é abatido como um animal por crimes que cometeu no passado, mesmo após fazer tudo que mandaram. Ainda bem que deram a aopção de vingar a morte dele

No geral um jogo muito bom quando acerta mas que fica bem repetitivo depois de um tempo. Vale a pena jogar principalmente pelas missões iniciais que são algumas das mais legais e bizarras que a rockstar já feze pela atmosfera do jogo.

Ainda pretendo jogar a expensão undead nightmare mas vou esperar um pouco pra dar aquela respirada e não sofrer tanto com a repetitividade
 
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lakers00

Butcher of Blaviken
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Desde o lançamento eu tive vontade de jogar, mas pelos bugs eu achei melhor esperar. Terminei recentemente, no Steam, o jogo base com o Phantom Liberty.

Jogo espetacular. Gostei mais do que eu imaginava.
Gráficos, história, jogabilidade, ambientação tudo é foda. E Phantom Liberty é a cereja do bolo.

Interessante que eu quase não usei o fast travel, de tão agradável que é dar uma volta pela cidade.


Nota: 9,5
 
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GAME OF THRONES - A TELLTALE GAMES SERIES (PS4)

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Primeiro game com essa pegada de narrativa que de fato joguei. O que temos de gameplay são "QTE"s e "Point and Click". A narrativa é bem interessante, o enredo se encaixa a partir do "casamento vermelho" do seriado, e acompanhamos a "Casa Forrester" aliados dos "Starks", e o jogo mantém bem o clima de tensão igual ao seriado. Depois que finalizei o game consultei forúms e descobri que as escolhas moldam mais o caráter dos personagens e pouco muda suas histórias, apenas mais pro final que realmente existem escolhas mais impactantes. O jogo termina em aberto como muitas pontas soltas. Depois que Telltale faliu e foi refundada não se falou mais na continuação até o momento.

NOTA: 07/10
 

raffa85

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Depois de vários Marios 2D com total falta de ambição e feitos no piloto automático, finalmente a Nintendo resolveu deixar de ser acomodada, e entregou um produto feito com o mesmo capricho e criatividade dos jogos 3D do Mario. Me surpreendeu. Tem cada fase com estética e mecânicas tão malucas e diferentes, que a impressão que me deu, é que os japas desenvolveram esse jogo totalmente chapados. Foge completamente do óbvio e previsível que é toda a série ''New Super Mario Bros.''. A última fase, sem dar spoilers, é um espetáculo, parece um conto de fadas de um livro infantil, daqueles ultra lúdicos, se materializando na sua frente, misturando várias mecânicas com uma sincronia perfeita. A Nintendo quando ta afim, manda muito.
O capricho também se estende ao visual, ao overworld, a animação dos personagens e até as músicas melhoraram (embora ainda goste mais da trilha dos jogos antigos).
De ponto fraco, eu destacaria os embates com o Bowser Jr. Apesar de cada luta introduzir uma mecânica nova, o modo de atacar ele, é sempre o mesmo. Poderiam ter tido um pouco mais de ousadia nessas batalhas. Outra coisa, é que ao meu gosto, achei o novo enredo e esses personagens desse reino das flores, meio boboquinhas. Caguei pra eles kkkk. Sorte que o vilão ainda é o Bowser.

NOTA: 9
 
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Royal_Salute

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Um dos jogos que eu tive maior expectativa em jogar esse ano e que tava na minha lista há um boooom tempo.

É muito raro eu dar nota 9+ pra algum jogo (pra mim só obra-prima mesmo), e por td que tinha lido/visto já de Obra Dinn achei que seria um desses jogos.... vamos lá:

O jogo é bem único, você investiga os acontecimentos de um navio baseado no momento da morte de cada tripulante... tendo como objetivo definir quem era cada tripulante do navio (60 no total), como morreu e por quem. (Ex: capitão Wallace morreu esfaqueado pelo marujo William).

Agora, o que me surpreendeu é que o jogo é BEM difícil, boa parte das dicas não são NADA triviais! Inclusive algumas pistas são mto vagas e rola tb algumas suposições/adivinhações... por exemplo até o sotaque nos diálogos podem ser dicas valiosas (o q fica difícil pra gente definir alguém pelo sotaque irlandês dele). Eu adoro jogos difíceis mas esse até acho q exagerou em deixar algumas coisas mais vagas, e teve um detalhe que não percebi no começo que piorou tb a experiência, vi tb outras pessoas reclamando de alguma suposições. Não se assustem se na primeira vez que percorrer todas memórias ter acertado pouquíssimo dos tripulantes.

A forma de navegar entre as memórias uma primeira vez é muito legal (vc tem q ir até onde ficou o corpo dele no navio)... mas depois que vc quer revisitar elas é um pouco chato ter q ir atrás toda hora... achei tb que a interface poderia ser um pouco + prática em outros pontos, mas no geral nada que atrapalhasse muito a experiência.

E eu tive um probleminha que joguei o jogo em inglês... falo inglês fluente mas msm assim o vocabulário é bem complicado... talvez ajudasse um pouco a experiência ter escolhido português (o jogo tinha essa opção, eu que não vi msm, e não sei se dava pra mudar no meio)... mas o audio ainda seria em ingles, teria apenas legenda/tradução msm.

Agora, dito todos esses detalhe (sempre pontuo o q faltou pro jogo ser um 10/10)........ o jogo é bom d+ sim. É muito único e uma experiência bem legal ir entendendo a história e relacionando as pessoas no navio através das memórias. Não da pra falar mto + que isso pra não dar spoiler. Ahhh, e o gráfico e arte do jogo é bem diferente tb, isso é fácil perceber em qualquer foto/vídeo do jogo.

Nota Final: 8.5 (se eu usasse + quebrado seria um 8.75, mas dou nota de 0,5 em 0,5), bateu na trave mesmo de passar a barreira do 9... mas um BAITA jogo EXCELENTE e diferente do que vemos por aí.

Recomendo d+. É um jogo que pra muito gente vai ser 10/10, mas pra outros talvez não "pegue" tb o estilo... só sugiro não dropar o jogo no começo e ao menos percorrer as memórias 1x. Pra completar o jogo todo com o final completo levei +-10h.

Ps.: Tem pra todos consoles, acabei jogando no Switch e revezei entre docked e mobile.
 

OmegaRider

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SuperMarioBrosWonder.jpg

Finalmente terminei o Super Mario Bros. Wonder!!! Esse é um daqueles jogos que você só quer para quando faz o 100%, pois tudo é muito bem feito.

O jogo é muito divertido e tem um level design incrível, todas as ações que você faz no jogo parecem que foram friamente calculadas para dar tudo certo. E aqui uma coisa que gostei bastante é que foram muito criativos e poucos repetitivos, tanto que usaram vários inimigos diferentes e alguns dos clássicos, mas não ficou repetitivo. Único ponto que acho que poderiam ter explorado mais foram as insígnias, apesar de ter gostado e achado interessante, gostaria de poder ver uma combinação entre pelo menos duas delas sendo usadas ao mesmo tempo. No jogo todo eu usei apenas 2 insígnias e as outras deixei de lado, mas fico imaginando como seria usar duas ou três em um jogo 2D do Mario.

Os visuais e animações estão maravilhosos também! Os cenários me impressionaram demais e os novos personagens e inimigos achei que combinaram demais com a série Mario. Uma coisa que achei legal foi que utilizaram alguns inimigos, assets ou fases dos jogos antigos, principalmente do World e do 3. A trilha sonora eu gostei, mas sendo sincero, não guardei uma música na memória, é mais pra ficar ouvindo enquanto joga mesmo.

Eu me impressionei e gostei bastante mesmo do jogo! Além da questão da insígnias, acho que poderiam ter deixado o jogo mais desafiador, mas pensando em um jogo pra tentar agradar todos os públicos, é normal que eles tentem buscar esse equílibrio para o jogo não ser difícil demais para quem não joga tanto e nem monótono demais para jogadores mais acostumados. O desafio mesmo está nas últimas fases do mundo especial, que foi o mundo que mais gostei. Essas novidades de online e outras adições do game design ficaram muito boas, esse jogo aqui na minha lista de favoritos do Mario só fica atrás do World e do 3D World mesmo, acho que supera o 3.
 

RenatoW

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House of The Dead: Remake - PC - 14/06

Esse fui com expectativa alta pelo upgrade nos gráficos, porém é um belo exemplo de bonito e ordinário, achei bem cansativo e no final já estava enjoado.

Nota: 6/10


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37 - Motorstorm RC - PS Vita - 18/06

Baita surpresa de um exclusivo Playstation para PS3 e PS Vita.
O jogo é muito divertido, tem boa jogabilidade e vale muito a pena !

Nota: 8/10

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38 - Magical Quest 2 - Snes - 21/06

Quero zerar essa trilogia de SNES e encarei o segundo com boas expectativas.
O jogo visualmente é bonito igual ao 1, tem boa jogabilidade e só as transformações que achei sem graça.
É um ótimo jogo, mas no geral prefiro o 1.

Nota: 7,5/10
 

Hitmanbadass

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Visualizar anexo 359591

Um dos jogos que eu tive maior expectativa em jogar esse ano e que tava na minha lista há um boooom tempo.

É muito raro eu dar nota 9+ pra algum jogo (pra mim só obra-prima mesmo), e por td que tinha lido/visto já de Obra Dinn achei que seria um desses jogos.... vamos lá:

O jogo é bem único, você investiga os acontecimentos de um navio baseado no momento da morte de cada tripulante... tendo como objetivo definir quem era cada tripulante do navio (60 no total), como morreu e por quem. (Ex: capitão Wallace morreu esfaqueado pelo marujo William).

Agora, o que me surpreendeu é que o jogo é BEM difícil, boa parte das dicas não são NADA triviais! Inclusive algumas pistas são mto vagas e rola tb algumas suposições/adivinhações... por exemplo até o sotaque nos diálogos podem ser dicas valiosas (o q fica difícil pra gente definir alguém pelo sotaque irlandês dele). Eu adoro jogos difíceis mas esse até acho q exagerou em deixar algumas coisas mais vagas, e teve um detalhe que não percebi no começo que piorou tb a experiência, vi tb outras pessoas reclamando de alguma suposições. Não se assustem se na primeira vez que percorrer todas memórias ter acertado pouquíssimo dos tripulantes.

A forma de navegar entre as memórias uma primeira vez é muito legal (vc tem q ir até onde ficou o corpo dele no navio)... mas depois que vc quer revisitar elas é um pouco chato ter q ir atrás toda hora... achei tb que a interface poderia ser um pouco + prática em outros pontos, mas no geral nada que atrapalhasse muito a experiência.

E eu tive um probleminha que joguei o jogo em inglês... falo inglês fluente mas msm assim o vocabulário é bem complicado... talvez ajudasse um pouco a experiência ter escolhido português (o jogo tinha essa opção, eu que não vi msm, e não sei se dava pra mudar no meio)... mas o audio ainda seria em ingles, teria apenas legenda/tradução msm.

Agora, dito todos esses detalhe (sempre pontuo o q faltou pro jogo ser um 10/10)........ o jogo é bom d+ sim. É muito único e uma experiência bem legal ir entendendo a história e relacionando as pessoas no navio através das memórias. Não da pra falar mto + que isso pra não dar spoiler. Ahhh, e o gráfico e arte do jogo é bem diferente tb, isso é fácil perceber em qualquer foto/vídeo do jogo.

Nota Final: 8.5 (se eu usasse + quebrado seria um 8.75, mas dou nota de 0,5 em 0,5), bateu na trave mesmo de passar a barreira do 9... mas um BAITA jogo EXCELENTE e diferente do que vemos por aí.

Recomendo d+. É um jogo que pra muito gente vai ser 10/10, mas pra outros talvez não "pegue" tb o estilo... só sugiro não dropar o jogo no começo e ao menos percorrer as memórias 1x. Pra completar o jogo todo com o final completo levei +-10h.

Ps.: Tem pra todos consoles, acabei jogando no Switch e revezei entre docked e mobile.

A locomoção mata o jogo para mim, é uma perda de tempo enorme quando vc tá meio perdido, dá uma preguiça da porra.

Terminei fazendo o mínimo e não daria nem 6 para esse jogo.
 
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