O que há de Novo?


TÓPICO OFICIAL DO PRESIDENTE DA REPÚBLICA JAIR MESSIAS BOLSONARO

Qual será a moeda nova agora com Bolsonaro?

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STF contra Bolsonaro
Brasil 05.11.18 08:20

O STF deve barrar quase todas as propostas de Jair Bolsonaro para o combate à criminalidade, do endurecimento das penas à revisão da maioridade penal. “Ministros da Corte ouvidos por O Globo disseram que não mudarão a jurisprudência com o novo governo.

Segundo um ministro do STF, o endurecimento penal defendido pelo presidente eleito vai encontrar uma barreira no Supremo porque a superlotação dos presídios não permite uma política de encarceramento maciço. Dessa posição, segundo esse ministro, o Supremo não irá recuar (…).

Outro foco de potencial conflito entre Bolsonaro e o STF é a progressão de penas. Para o presidente eleito, a regra precisa acabar. Ou seja, por ele, se alguém for preso no regime fechado, não poderá progredir para o regime semiaberto depois de cumprido um sexto da pena, como estabelece a Lei de Execução Penal.” Sergio Moro vai ter muito trabalho com essa gente.
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STF contra o povo, e ainda tem gente que defende essa merda.
É só abrir várias valas e tiro na cara, simples.
 


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Dividir o país em dois e manter quem quer ser uma Venezuela e deixar um lado, onde a democracia será vigente, é ser pior que esse caras aqui:?

Mesmo com as ameaças de morte claras e evidentes, as redes sociais só sabem banir as contas voltadas a direita... contra o discurso de ódio.
Essas eleições me fizeram pensar mais em um movimento separatista entre sul e norte.
 
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Bloodstained

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Moro quer integrantes da força-tarefa da Lava Jato no ministério
Para colocar em prática a promessa de uma "agenda anticorrupção e anticrime", Moro terá o maior orçamento da pasta nesta década


PLANOS - O juiz Sergio Moro: proposta de uma “forte agenda anticorrupção e anticrime organizado”

O juiz Sérgio Moro vai levar para o Ministério da Justiça integrantes da força-tarefa da Operação Lava Jato. O magistrado já avalia nomes ligados à Polícia Federal, que voltará a ficar sob o comando da pasta, e à Receita Federal. Para colocar em prática a promessa de uma “agenda anticorrupção e anticrime”, Moro terá o maior orçamento da pasta nesta década. Serão R$ 4,798 bilhões em 2019, 47% a mais do que a dotação autorizada para este ano. Ao mesmo tempo, herdará um déficit de pessoal em órgãos como a Polícia Rodoviária Federal.

Na quinta-feira passada (1), o magistrado aceitou o convite do presidente eleito, Jair Bolsonaro, para integrar o futuro governo. Antes da oficialização do seu nome, Moro e Bolsonaro conversaram na sala da casa do deputado na Barra da Tijuca, no Rio.

Por meia hora, a discussão teve a participação do economista Paulo Guedes, que vai comandar o novo Ministério da Economia. Depois, por 40 minutos, Bolsonaro e Moro ficaram sozinhos discutindo pontos prioritários do governo. Após o encontro, em coletiva, Bolsonaro disse que eles estavam alinhados: “Chegamos a um acordo de 100% em tudo”.

Além de nomes da Polícia Federal e da Receita, o juiz tem afirmado a interlocutores que gostaria de contar com “um ou dois nomes” ligados ao Ministério Público Federal, mas admite que a participação de representantes desse braço da Lava Jato é “mais complicada” porque dependeria de exoneração de cargos.

Moro deve começar a analisar a estrutura do ministério assim que a equipe de transição começar a repassar os dados. Na terça-feira (6), ele concede a primeira entrevista coletiva para falar dos seus planos à frente da pasta.

Orçamento
Moro vai assumir uma pasta ampliada e com órgãos de combate à corrupção que estão atualmente em outros ministérios, como a PF e parte do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf). Por conta disso, ganhou também um orçamento mais robusto. Os R$ 4,7 bilhões que terá à disposição dizem respeito apenas a gastos discricionários, ou seja, despesas de custeio e investimento que poderão ser livremente administradas pelo chefe da pasta. Os valores não são comprometidos, por exemplo, com salários de servidores, inscritos na categoria de gasto obrigatório.

Mesmo com as severas restrições fiscais que impactam o orçamento federal, o valor disponível em 2019 para Justiça e Segurança Pública será inclusive maior que os R$ 4,693 bilhões do orçamento de 2016, ano no qual os gastos nas áreas foram inflados pela organização dos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro.

O aumento de recursos para as duas áreas vai na contramão do arrocho no Orçamento do próximo ano. O gasto discricionário total para 2019 terá uma redução de R$ 13,432 bilhões em relação ao volume disponível neste ano. Entre as áreas que terão menos recursos para gastos administrativos e investimentos estão Transportes, Integração Nacional, Cidades, Turismo e Desenvolvimento Social.

A diferença é explicada pela atenção maior que o tema da segurança pública ganhou no governo de Michel Temer, que em fevereiro deste ano criou um ministério próprio para a área.

Outros órgãos que podem ser incorporados pelo superministério de Moro também terão verba maior no ano que vem. Para 2019, os recursos previstos para a Controladoria-Geral da União (CGU) somarão R$ 110,843 milhões, um crescimento de 16% em relação a este ano e o maior valor desde que o órgão passou a ter orçamento próprio, em 2013.

Déficit
Mesmo neste cenário de um orçamento maior, Moro terá de administrar déficit de pessoal em alguns dos órgãos sob a tutela da superpasta. Responsável pelas investigações de combate ao crime organizado ligado ao narcotráfico e ao desvio de verbas públicas, prioridades do futuro ministro, a PF tem um déficit de ao menos 4 mil vagas, segundo a Associação Nacional dos Delegados de Polícia Federal (ADPF).

A entidade diz que a previsão legal é de um quadro de funcionários com aproximadamente 15.200 policiais e 3.100 servidores administrativos. Atualmente, há apenas um concurso em andamento que prevê a contratação para 500 vagas. Já no Coaf, órgão responsável por mapear e informar as autoridades sobre transações financeiras suspeitas, há um déficit histórico de pessoal. O conselho é composto por 40 pessoas. Uma proposta para aumento do efetivo já havia sido encaminhada para o Ministério da Fazenda.

Só cadeia não resolve
O criminalista Antônio Cláudio Mariz de Oliveira afirma que o juiz Sérgio Moro, da Operação Lava Jato, “reúne amplas condições para assumir o Ministério da Justiça”, mas chama a atenção para o fato de que a competência da pasta “não se restringe às questões relativas à segurança pública”.

Com mais de 40 anos de atuação nos tribunais, ex-secretário da Segurança de São Paulo e ex-presidente da OAB-SP, Mariz chegou a ser cotado para assumir a pasta quando Michel Temer assumiu à Presidência, em 2016, mas acabou ficando de fora porque já havia atuado na Lava Jato como defensor. Ele afirma que a agenda contra o crime, para ter legitimidade, “tem de estar ao lado da agenda em defesa dos direitos e das garantias previstas na Constituição”.

“Se assim não for, a ação do Ministério da Justiça se transformará em meramente repressiva, punitiva, própria da atuação policial, e não de um ministério comprometido com a ordem jurídica e com o estado de direito”, afirma o advogado.

Moro aceitou na quinta-feira passada (1) o convite do presidente eleito, Jair Bolsonaro, para assumir o superministério da Justiça, que vai absorver as atividades do Ministério da Segurança.

“O juiz Sérgio Moro reúne amplas condições para assumir o Ministério da Justiça”, considera Mariz. “Preparado juridicamente, foi um juiz extremamente operoso e trabalhador. No entanto, preocupou-me sua fala no sentido de que sua agenda será marcada pelo combate à corrupção e ao crime organizado.”

O criminalista afirma que, “em primeiro lugar, ele (Moro) deve lembrar que a competência do Ministério da Justiça é ampla, não se restringe às questões relativas à segurança pública”.

“Outras questões existem, como a dos índios, a questão fundiária, a questão penitenciária, fronteiras, entre outras.” Para ele, a agenda tem de seguir a “defesa dos direitos e das garantias previstas na Constituição”.

“Cadeia, por si só, não resolverá”, afirma o criminalista.


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O outro Brasil
Brasil 05.11.18 10:51

O pacote de Sergio Moro, entre outras coisas, “acaba com o fundão eleitoral, impõe limites ao autofinanciamento de campanhas políticas, submete partidos à lei sobre lavagem de dinheiro, reduz a abrangência do foro privilegiado e eleva as penas dos corruptos”, diz Josias de Souza. E mais:

“Proíbe a concessão de indulto ou anistia a condenados por corrupção, estende a exigência de ficha limpa a todo o serviço público, obriga a realização de concurso para o preenchimento dos chamados cargos comissionados.”

Se ele conseguir aprovar essas medidas, a despeito do STF e do Congresso Nacional, o Brasil ganha algumas décadas.
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Choro e ranger de dentes, vai ser uma luta hercúlea pra passar isso.
 

nEstle

Habitué da casa
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Segundo um ministro do STF, o endurecimento penal defendido pelo presidente eleito vai encontrar uma barreira no Supremo porque a superlotação dos presídios não permite uma política de encarceramento maciço. Dessa posição, segundo esse ministro, o Supremo não irá recuar (…).
Que merda de argumento. Então é melhor deixar bandido fora da cadeia já que não tem lugar? O supremo quando quer legislar parece um bando de retardado. Sobre o voto impresso parece que o problema era se desse algum erro na máquina o mesario poderia ver o voto. Nem conseguem argumentos decentes para seguir a agenda deles.
 


Bloodstained

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Pqp

Que esgoto, que raiva




Redação modelo 1:

Liberdade Coercitiva
A partir de meados do século XX, inicia-se uma nova fase de processos tecnológicos: a Terceira Revolução Tecnológica e o advento da internet. Se o ambiente virtual, outrora, assustava por ser desconhecido, atualmente os usuários estão imersos no ciberespaço, onde, por exemplo, compram, vendem, se relacionam e dão permissões de acesso às suas informações indiscriminadamente. Nesse sentido, não é razoável que indivíduos não tenham amplos poderes sobre seus dados pessoais, o que acarreta hostilidade e insegurança na internet.

A priori, é importante ressaltar que a amplitude do ambiente virtual pode ser danosa à liberdade. Os algoritmos de sites e aplicativos agem de forma coercitiva: captam aspectos do internauta e criam uma bolha, um simulacro de lugar confortável, em que músicas, postagens, páginas são sugeridas ao usuário, fazendo, assim, com que ele perca autonomia de escolha e seja submissível e influenciável. Assim, no período eleitoral brasileiro, o então presidenciável Jair Bolsonaro foi beneficiado por empresas que compraram pacotes de envio de mensagens por whatsapp para a disseminação de Fake News,dentre os compradores, Luciano Hang, dono da Havan, conforme noticiado na “Folha de São Paulo” e no “El País”.

Outrossim, a utilização de dados para manipular sujeitos podem causar o “Efeito de Manada”. Dessa forma, indivíduos de um grupo reagem da mesma forma, embora não haja direção planejada, deixando clara a perspectiva alienada e a propensão a ser massa de manobra. Fabrício Benevenuto, professor da UFMG explica que essa padrão comportamental é baseado na vontade de o indivíduo se isentar de responsabilidades quaisquer e dar mérito às escolhas dos outros indivíduos. Sendo assim, o Marco Civil da internet, que visa a regulamentação das tramitações online a fim de preservar o cidadão não dá conta dessa tarefa, pois é nessa esfera que a propagação e utilização de informações para doutrinar os seres.

Impende, portanto, que a manipulação dos dados das pessoas é uma questão de liberdade de pensamento e, por isso, direito do cidadão. Cabe ao Ministério da Educação a implementação de programas e alterações nos currículos básicos a fim de que haja literacia digital, para que todos sejam autônomos.

Paralelamente, O Marco civil da internet deve ser repensado pelo Poder Judiciário a fim de aumentar fiscalização das corporações que se utilizem de informações com má fé e penalizá-las, quando necessário, visando o bem estar social conforme prevista na Constituição Federal de 88.

O modelo 2 é criticando o Trump, que raiva desses filhos da puta mentirosos

Fonte: El Pais e Foice de SP, pqp canalhas
Questões utilizando matérias oriundas da Falha de São Paulo, El Pais e até mesmo a Carta Capital, trazendo assuntos abertamente relacionados à agenda progressista. Atualmente o ENEM é apenas Exame Nacional de Ensino Marxista e nada mais. :kclassic Ainda bem que não há doutrinação, não é mesmo? Puta merda. :facepalm
 

Bloodstained

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Bolsonaro: ‘Estamos todos no mesmo barco’
Presidente eleito pede união de brasileiros, publica foto de FHC em seu perfil no Twitter e recebe mimos da Tropa de Choque


Bolsonaro recebe homenagem do Batalhão de Choque da PM do Rio de Janeiro - 04/11/2018

Em mensagem pelo Twitter, o presidente eleito, Jair Bolsonaro, conclamou o país à união e defendeu que “todos estamos no barco”. O texto reflete sua preocupação com a oposição ferrenha que deverá enfrentar no Congresso e na sociedade dos partidos de esquerda e de centro que não apoiaram a sua candidatura e dos cidadãos que votaram, em geral contra sua eleição.

“Para colocarmos o Brasil no caminho da prosperidade é preciso compreender que todos estamos no mesmo barco, e que trabalhar para prejudicá-lo é prejudicar a si próprio. Se cada um levar consigo estes valores, certamente chegaremos em posição destaque no mundo. Conto com vocês!”, postou.

A mensagem vem seguida de uma foto do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso sentado descontraidamente em uma poltrona com o livro “The Prisoner of the State” (O Prisioneiro do Estado), de Zhao Ziyang. Não há nenhum texto acompanhando a foto.


Pela manhã, o presidente eleito participou de um culto na Igreja Batista Atitude, no Recreio dos Bandeirantes, zona oeste do Rio, acompanhado por sua mulher, Michele. Em discurso no templo, Bolsonaro disse que tem o “firme propósito de mudar a política brasileira” e que será presidente de todos”. Emocionado quando houve menção ao atentado que durante a campanha eleitoral, em Juiz de Fora (MG), ele disse que vai buscar atender a “todos aqueles que necessitam”.

Tietagem
Um grupo de dez agentes do Batalhão de Choque da Polícia Militar (PM) do Rio de Janeiro homenageou neste domingo (4) o presidente eleito Jair Bolsonaro. Os policiais, que fazem parte da escolta presidencial, presentearam Bolsonaro com um capacete branco e a camiseta preta, que faz parte do uniforme da tropa.

Em sua casa, na Barra da Tijuca, Bolsonaro agradeceu, posou para fotografia com o grupo de policiais e fez uma confissão. “Quero um dia pilotar essa moto”, disse o presidente eleito, referindo-se aos veículos dos batedores.

De acordo com assessores, não há previsão de mais atividades na agenda do presidente eleito neste domingo. Mas ainda é possível que ele faça uma transmissão ao vivo, por meio de rede social. Pelo Twitter, o presidente eleito publicou mensagem nesta tarde em favor da união de esforços.

Os moradores do condomínio onde mora o presidente eleito Jair Bolsonaro, na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, e os simpatizantes que vão ao local têm recebido atenção especial. Ao sair e entrar na área, o comboio reduz a velocidade e, em algumas ocasiões, Bolsonaro desce do carro, acena e sorri.

Ao retornar no começo da tarde de hoje (4) do culto na Igreja Batista Atitude, no Recreio, na zona oeste, o comboio com carros e agentes da Polícia Federal parou. O presidente eleito desceu do automóvel em que estava, acenou e sorriu para simpatizantes que o chamavam de mito e aproveitaram para fazer selfies.

Bolsonaro se prepara para na terça-feira (6) ir a Brasília, onde ficará até o dia 8. Ele pretende se reunir com o presidente, Michel Temer, e também com os chefes do Supremo Tribunal Federal (STF), da Câmara dos Deputados e do Senado.


Fonte
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- SEAN -

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“Renan não dá”

Sobre a possibilidade de Renan Calheiros voltar à presidência do Senado, um senador reeleito disse ao G1:

“Eu teria muita dificuldade de votar em Renan Calheiros. Os senadores que se elegeram com o discurso da renovação e da ética também.”

Um senador novato acrescentou:

“Renan não dá. É o candidato do mais do mesmo.”

Ninguém se identificou. Eles sabem lidar com Renan.
 
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Ano que vem aquela limpeza básica nesse INEP. Quero ver o ENEM dando um 180° na próxima, com perguntas de tom conservador e um tema que vá na guela da esquerda. É guerra cultural, esse foi o ultimo ataque da putada comunista, agora é a nossa vez. :rox
Ano que vem vai ser Pitú edition : está com medo?
 

Coffinator

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Bolsonaro e a promessa do fim do ‘toma lá, dá cá’
Brasil 05.11.18 11:14

Os jornais continuam ouvindo especialistas que não acreditam que Jair Bolsonaro conseguirá governar sem “toma lá, dá cá”.O cientista político Enrico Ribeiro, coordenador legislativo da Queiroz Assessoria Parlamentar e Sindical, disse ao Correio Braziliense:

“Ou ele recorre ao fisiologismo político, ainda que de outra forma, ou se inviabiliza. A partir do momento em que subir a rampa, botar a faixa e sentar na cadeira de presidente, ele precisará jogar igual aos donos do poder, ou perderá.”

E mais:

“Lideranças do centrão sabem jogar bem o jogo político. Sabem a hora de pressionar, tensionar e aliviar. O que Bolsonaro pode fazer é negociar de maneira parcelada. Em primeiro momento, sinaliza para a população o que prometeu em campanha. Depois, cumpre o que sempre foi feito e coloca indicações nos cargos de segundo e terceiro escalões.”
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Conseguirá o mito derrotar o sistema? PT continuará chorando? A esquerda vai continuar com a narrativa no país? Vamos ver o que vem por aí, não dá pra saber ainda.
 
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O outro Brasil
Brasil 05.11.18 10:51

O pacote de Sergio Moro, entre outras coisas, “acaba com o fundão eleitoral, impõe limites ao autofinanciamento de campanhas políticas, submete partidos à lei sobre lavagem de dinheiro, reduz a abrangência do foro privilegiado e eleva as penas dos corruptos”, diz Josias de Souza. E mais:

“Proíbe a concessão de indulto ou anistia a condenados por corrupção, estende a exigência de ficha limpa a todo o serviço público, obriga a realização de concurso para o preenchimento dos chamados cargos comissionados
.”

Se ele conseguir aprovar essas medidas, a despeito do STF e do Congresso Nacional, o Brasil ganha algumas décadas.
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Choro e ranger de dentes, vai ser uma luta hercúlea pra passar isso.
Rapaz.... Isso é um sonho. Devo estar dormindo e lendo estas coisas.
 

Joey Tribbiani

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Tudo conspira para que o STF se imiscua em quase todas as reformas de recrudescimento das leis, para o combate da criminalidade, nos atos do Executivo e do Legislativo. Agora é que a carapuça da Juristocracia irá se revelar de vez, intervindo em funções típicas dos outros poderes.

Sinceramente, fico muito curioso e pago para ver.

Se depender dos onze, já previamente mancomunados, vão tentar tirar toda a paciência do Bolsonaro, a fim de lhe arrancar alguma manifestação autoritária, na pretensão de descredenciá-lo junto a opinião pública interna e externa. Algo que duvido muito que aconteça. O Bolsonaro não é ingênuo e sabe que eles farão isso.

Porém, acredito que isso será resolvido por pressão popular ou até nos bastidores. Porque o Bolsonaro e o seu governo não têm rabo preso com o STF. Duvido muito que o STF terá tanto cinismo, ousadia e frieza para enfrentar, por meio de invencionices jurídicas, uma população engajada, um mercado financeiro entusiasmado, uma economia em crescimento e a diplomacia de Bolsonaro com grandes e prestigiadas potências mundiais.

Os onze vão ensaiar algumas medidas para estudarem a reação destes atores, talvez com um premeditado e orquestrado apoio do estamento midiático. Mas acredito que não resistirão. Alguém deles começará a ceder, e depois os demais.

Estou com boas esperanças de que o Bolsonaro não colocará apenas dois ministros, mas acredito que um ou dois se aposentarão por decisão pessoal. Carmen Lúcia é uma delas, pois já teria falado a respeito anteriormente.
 
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Coffinator

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Bolsonaro deixa votação do Estatuto do Desarmamento para 2019
Brasil 05.11.18 11:52

O deputado federal Rogério Peninha Mendonça (MDB-SC) afirmou nas redes sociais que recebeu uma ligação de Jair Bolsonaro pedindo para deixar para 2019 o projeto de lei de sua autoria que revoga o Estatuto do Desarmamento.

“Se forçássemos a barra para votar esse ano, haveria risco de a proposta ser rejeitada – e um trabalho de 6 anos iria pelo ralo. A composição do novo Congresso é mais conservadora. Com os novos deputados, as chances de aprovarmos o PL 3722 são bem maiores.

Bolsonaro disse que precisará de mim para fazer o meio de campo entre o governo e a bancada do MDB em votações importantes a partir de 2019. É com alegria – e sabendo do peso que esta responsabilidade traz – que aceito a missão.”
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ptsousa

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Só essa obrigação de concurso que pode ser prejudicial. A não ser que a contratação seja pelo regime CLT e temporário, atrelado ao tempo de governo.
Esse concurso não é o concurso público normal, até porque o cargo é de livre nomeação e livre exoneração. Nem será contratação CLT tb.

Esse concurso é mais nos moldes que o Zema vai fazer em Minas. Um processo seletivo (análise de currículo, alguma discursiva, entrevista e etc), por assim dizer.
 

Oh Dae-su

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Por mim, colocaria o Moro pra achar sujeira dos Ministros do STF, e a medida que forem achando, já avisam a maioria dos parlamentares que vai rolar impeachment. Daí vão impeachando um por um, até que a gangrena tenha sido totalmente expurgada.
Mas acha que ele nao está la pra isso tb?
Olha o Joao Plenário que ficava falando mal do Moro e agora parece uma puta. Tudo isso foi muito bem pensado, Moro blinda demais o Bolsonaro.
 

Coffinator

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Moro em férias
Brasil 05.11.18 12:22
O juiz Sergio Moro enviou hoje pela manhã ao corregedor regional da Justiça Federal da 4ª Região, desembargador federal Ricardo Teixeira do Valle Pereira, um ofício comunicando que estará em férias até encaminhar seu pedido de exoneração. O TRF-4 confirma que sua substituta, a juíza federal substituta Gabriela Hardt, estará “na titularidade plena” da 13ª Vara Federal de Curitiba.


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Não pediu exoneração agora pra juízona enrabar legal o molusco. Menino ixpertinho.
 

antonioli

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Tem que acabar essa desgraça de fundo partidário para ontem.

A vitória do Bolsonaro mostrou pra todo mundo que um partido não precisa de mais de 30 milhões de reais para um candidato se eleger.

Acaba com essa merda e que cada um faça sua campanha do próprio bolso.
Deve ser o dinheiro do filho do ditador do país da África que eles estavam contando e acabou se fodendo e fodendo com eles.
 

Bloodstained

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Segurança de Bolsonaro será maior do que a de outros presidentes
Etchegoyen afirmou que, além de político já ter sofrido um atentado, ainda 'existem ameaças' que preocupam. Carro aberto na posse pode ser descartado


Jair Bolsonaro sempre é acompanhado por segurança reforçada

O ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), general Sérgio Etchegoyen, encomendou a sua equipe um estudo para reforçar a segurança de Jair Bolsonaro (PSL) e sua família a partir da posse do novo presidente, em 1° de janeiro. O motivo do pedido, além do atentado sofrido na campanha, são as frequentes ameaças identificadas pela inteligência do governo.

Etchegoyen não fala em números ou estratégias por questões de segurança, mas já avisou que “obviamente” haverá um rigor muito maior no controle a tudo que tem a ver com o presidente eleito. “O esquema que está sendo preparado para receber um presidente que já sofreu um atentado será muito diferente e muito mais severo do que qualquer outro titular do Planalto já viu ou teve”, afirmou o general.

O capitão da reserva teve sua segurança reforçada pela Polícia Federal durante a campanha, após ser vítima de uma facada no dia 6 de setembro, em Juiz de Fora (MG). Segundo informações da área de inteligência, as ameaças continuaram mesmo após a eleição. “O GSI não comenta detalhes de sua responsabilidade com a segurança presidencial, mas confirma que existem ameaças que efetivamente preocupam”, disse o ministro.

A segurança de Bolsonaro após a posse será chefiada pelo general Luiz Fernando Estorilho Baganha. Ele assumirá o cargo no lugar do general Nilton Moreno, que hoje está à frente da montagem da estrutura de proteção ao presidente eleito.

Durante a campanha, o candidato foi avisado que corria risco. Aliados, inclusive, citaram as ameaças como justificativa para que Bolsonaro não participasse dos debates eleitorais na reta final. Anunciado como futuro ministro da Defesa, o general da reserva Augusto Heleno chegou a divulgar um vídeo na véspera da eleição com o alerta para uma “real ameaça de atentado terrorista” contra Bolsonaro, articulada por uma “organização criminosa”.

Na semana passada, com Bolsonaro já eleito, a Agência Brasileira de Inteligência (Abin) e a PF se reuniram para discutir o novo esquema reforçado que irá vigorar durante o governo de transição. Atualmente, uma equipe de 55 homens da PF se reveza na proteção ao presidente eleito. A informação é de que as ameaças partiram de diferentes fontes, inclusive de facções criminosas como PCC e Comando Vermelho. Ameaças interceptadas por escuta telefônica também estão sendo investigadas.

A ideia é adotar no Brasil algumas das medidas usadas para proteger os presidentes americanos, em que os cuidados com segurança chegam a níveis máximos. As tradicionais entrevistas nas quais o presidente fica rodeado por repórteres, por exemplo, devem acabar. Os preparativos de viagens e contato com o público também serão repensados.

A equipe de Bolsonaro estuda ainda abandonar o tradicional desfile em carro aberto na cerimônia de posse. O veículo que costuma ser utilizado no percurso pela Esplanada dos Ministérios é um Rolls-Royce que o Brasil recebeu de presente do governo britânico, em 1953. Em entrevista à emissora Rede Vida, na quinta-feira, o presidente eleito afirmou que vai seguir “rigorosamente” as recomendações da área de inteligência na posse.

Troca na guarda
A PF ficará com Bolsonaro até 31 de dezembro. A equipe do GSI, formada em parte por militares do Exército, será reforçada para assumir a função na virada do ano. Caso haja alguma solicitação, há a possibilidade de que a “passagem de bastão” seja antecipada. Mais de 800 pessoas trabalham neste setor.

A segurança será ampliada não só pelas ameaças, mas também pela quantidade de pessoas a serem protegidas. Bolsonaro é casado e tem cinco filhos. Todos têm direito à segurança da Presidência. Serão montados escritórios no Rio de Janeiro para dar infraestrutura à família tanto de Bolsonaro quanto do seu vice, general Hamilton Mourão, que têm casa na capital fluminense.


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Bolsonaro deixa votação do Estatuto do Desarmamento para 2019
Brasil 05.11.18 11:52

O deputado federal Rogério Peninha Mendonça (MDB-SC) afirmou nas redes sociais que recebeu uma ligação de Jair Bolsonaro pedindo para deixar para 2019 o projeto de lei de sua autoria que revoga o Estatuto do Desarmamento.

“Se forçássemos a barra para votar esse ano, haveria risco de a proposta ser rejeitada – e um trabalho de 6 anos iria pelo ralo. A composição do novo Congresso é mais conservadora. Com os novos deputados, as chances de aprovarmos o PL 3722 são bem maiores.

Bolsonaro disse que precisará de mim para fazer o meio de campo entre o governo e a bancada do MDB em votações importantes a partir de 2019. É com alegria – e sabendo do peso que esta responsabilidade traz – que aceito a missão.”
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Tá certo isso aí. Estavam querendo votar num estatuto do desarmamento light agora final do ano, pura jogada pra fuder a população. Aí um novo só poderia ser votado daqui a 6 anos.
Já tava preocupado com essa porra. Ainda bem que adiaram.
 

da19x

Bam-bam-bam
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Brasil 05.11.18 10:51

O pacote de Sergio Moro, entre outras coisas, “acaba com o fundão eleitoral, impõe limites ao autofinanciamento de campanhas políticas, submete partidos à lei sobre lavagem de dinheiro, reduz a abrangência do foro privilegiado e eleva as penas dos corruptos”, diz Josias de Souza. E mais:

“Proíbe a concessão de indulto ou anistia a condenados por corrupção, estende a exigência de ficha limpa a todo o serviço público, obriga a realização de concurso para o preenchimento dos chamados cargos comissionados.”

Se ele conseguir aprovar essas medidas, a despeito do STF e do Congresso Nacional, o Brasil ganha algumas décadas.
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Choro e ranger de dentes, vai ser uma luta hercúlea pra passar isso.
Se conseguirem passar isso aí, vai melhorar MUITA coisa.
Eu sinceramente duvido que o PT só gastou 37 milhões nesta eleição.

Tenho a impressão que passou dos 100 milhões.
Pode ter certeza que sim. A campanha de dilma 2014 passou o bilhão, segundo relatos.
 

- SEAN -

Ei mãe, 500 pontos!
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Bolsonaro e a agenda comum com a Itália para combater o crime organizado

No encontro com o embaixador italiano Antonio Bernardini, além de dizer que “fará o máximo dentro da minha capacidade” para extraditar o terrorista Cesare Battisti, o presidente eleito Jair Bolsonaro conversou… sobre uma agenda comum para combater o crime organizado. As máfias italianas são muito atuantes no Brasil.

Assim como Paulo Guedes, presente ao encontro, ele também disse a Bernardini sobre privatizações e a sua vontade de abrir o país na área comercial.
 

Okira

Bam-bam-bam
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Tudo conspira para que o STF imiscua em quase todas as reformas de recrudescimento das leis, para o combate da criminalidade, nos atos do Executivo e do Legislativo. Agora é que a carapuça da Juristocracia irá se revelar de vez, intervindo em funções típicas dos outros poderes.

Sinceramente, fico muito curioso e pago para ver.

Se depender dos onze, já previamente mancomunados, vão tentar tirar toda a paciência do Bolsonaro, a fim de lhe arrancar alguma manifestação autoritária, na pretensão de descredenciá-lo junto a opinião pública interna e externa. Algo que duvido muito que aconteça. O Bolsonaro não é ingênuo e sabe que eles farão isso.

Porém, acredito que isso será resolvido por pressão popular ou até nos bastidores. Porque o Bolsonaro e o seu governo não têm rabo preso com o STF. Duvido muito que o STF terá tanto cinismo, ousadia e frieza para enfrentar, por meio de invencionices jurídicas, uma população engajada, um mercado financeiro entusiasmado, uma economia em crescimento e a diplomacia de Bolsonaro com grandes e prestigiadas potências mundiais.

Os onze vão ensaiar algumas medidas para estudarem a reação destes atores, talvez com um premeditado e orquestrado apoio do estamento midiático. Mas acredito que não resistirão. Alguém deles começará a ceder, e depois os demais.

Estou com boas esperanças de que o Bolsonaro não colocará apenas dois ministros, mas acredito que um ou dois se aposentarão por decisão pessoal. Carmen Lúcia é uma delas, pois já teria falado a respeito anteriormente.
Para ter um protesto pedindo o fim do STF ou impeachment de membros corruptos é logo ali. A população está saturada desses ministros, todo mundo já está de "saco cheio".
 


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