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TÓPICO OFICIAL DO PRESIDENTE DA REPÚBLICA JAIR MESSIAS BOLSONARO

Qual será a moeda nova agora com Bolsonaro?

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- SEAN -

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“Renan não dá”

Sobre a possibilidade de Renan Calheiros voltar à presidência do Senado, um senador reeleito disse ao G1:

“Eu teria muita dificuldade de votar em Renan Calheiros. Os senadores que se elegeram com o discurso da renovação e da ética também.”

Um senador novato acrescentou:

“Renan não dá. É o candidato do mais do mesmo.”

Ninguém se identificou. Eles sabem lidar com Renan.
 

HarambeIsNotDead

Supra-sumo
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Ano que vem aquela limpeza básica nesse INEP. Quero ver o ENEM dando um 180° na próxima, com perguntas de tom conservador e um tema que vá na guela da esquerda. É guerra cultural, esse foi o ultimo ataque da putada comunista, agora é a nossa vez. :rox
Ano que vem vai ser Pitú edition : está com medo?
 

Coffinator

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Bolsonaro e a promessa do fim do ‘toma lá, dá cá’
Brasil 05.11.18 11:14

Os jornais continuam ouvindo especialistas que não acreditam que Jair Bolsonaro conseguirá governar sem “toma lá, dá cá”.O cientista político Enrico Ribeiro, coordenador legislativo da Queiroz Assessoria Parlamentar e Sindical, disse ao Correio Braziliense:

“Ou ele recorre ao fisiologismo político, ainda que de outra forma, ou se inviabiliza. A partir do momento em que subir a rampa, botar a faixa e sentar na cadeira de presidente, ele precisará jogar igual aos donos do poder, ou perderá.”

E mais:

“Lideranças do centrão sabem jogar bem o jogo político. Sabem a hora de pressionar, tensionar e aliviar. O que Bolsonaro pode fazer é negociar de maneira parcelada. Em primeiro momento, sinaliza para a população o que prometeu em campanha. Depois, cumpre o que sempre foi feito e coloca indicações nos cargos de segundo e terceiro escalões.”
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Conseguirá o mito derrotar o sistema? PT continuará chorando? A esquerda vai continuar com a narrativa no país? Vamos ver o que vem por aí, não dá pra saber ainda.
 

Vim do Futuro

Bam-bam-bam
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O outro Brasil
Brasil 05.11.18 10:51

O pacote de Sergio Moro, entre outras coisas, “acaba com o fundão eleitoral, impõe limites ao autofinanciamento de campanhas políticas, submete partidos à lei sobre lavagem de dinheiro, reduz a abrangência do foro privilegiado e eleva as penas dos corruptos”, diz Josias de Souza. E mais:

“Proíbe a concessão de indulto ou anistia a condenados por corrupção, estende a exigência de ficha limpa a todo o serviço público, obriga a realização de concurso para o preenchimento dos chamados cargos comissionados
.”

Se ele conseguir aprovar essas medidas, a despeito do STF e do Congresso Nacional, o Brasil ganha algumas décadas.
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Choro e ranger de dentes, vai ser uma luta hercúlea pra passar isso.
Rapaz.... Isso é um sonho. Devo estar dormindo e lendo estas coisas.
 

Joey Tribbiani

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Tudo conspira para que o STF se imiscua em quase todas as reformas de recrudescimento das leis, para o combate da criminalidade, nos atos do Executivo e do Legislativo. Agora é que a carapuça da Juristocracia irá se revelar de vez, intervindo em funções típicas dos outros poderes.

Sinceramente, fico muito curioso e pago para ver.

Se depender dos onze, já previamente mancomunados, vão tentar tirar toda a paciência do Bolsonaro, a fim de lhe arrancar alguma manifestação autoritária, na pretensão de descredenciá-lo junto a opinião pública interna e externa. Algo que duvido muito que aconteça. O Bolsonaro não é ingênuo e sabe que eles farão isso.

Porém, acredito que isso será resolvido por pressão popular ou até nos bastidores. Porque o Bolsonaro e o seu governo não têm rabo preso com o STF. Duvido muito que o STF terá tanto cinismo, ousadia e frieza para enfrentar, por meio de invencionices jurídicas, uma população engajada, um mercado financeiro entusiasmado, uma economia em crescimento e a diplomacia de Bolsonaro com grandes e prestigiadas potências mundiais.

Os onze vão ensaiar algumas medidas para estudarem a reação destes atores, talvez com um premeditado e orquestrado apoio do estamento midiático. Mas acredito que não resistirão. Alguém deles começará a ceder, e depois os demais.

Estou com boas esperanças de que o Bolsonaro não colocará apenas dois ministros, mas acredito que um ou dois se aposentarão por decisão pessoal. Carmen Lúcia é uma delas, pois já teria falado a respeito anteriormente.
 
Ultima Edição:


Coffinator

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Bolsonaro deixa votação do Estatuto do Desarmamento para 2019
Brasil 05.11.18 11:52

O deputado federal Rogério Peninha Mendonça (MDB-SC) afirmou nas redes sociais que recebeu uma ligação de Jair Bolsonaro pedindo para deixar para 2019 o projeto de lei de sua autoria que revoga o Estatuto do Desarmamento.

“Se forçássemos a barra para votar esse ano, haveria risco de a proposta ser rejeitada – e um trabalho de 6 anos iria pelo ralo. A composição do novo Congresso é mais conservadora. Com os novos deputados, as chances de aprovarmos o PL 3722 são bem maiores.

Bolsonaro disse que precisará de mim para fazer o meio de campo entre o governo e a bancada do MDB em votações importantes a partir de 2019. É com alegria – e sabendo do peso que esta responsabilidade traz – que aceito a missão.”
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EU QUERO MINHA GLOCK MINHA VIDA, PORRA!
 

ptsousa

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Só essa obrigação de concurso que pode ser prejudicial. A não ser que a contratação seja pelo regime CLT e temporário, atrelado ao tempo de governo.
Esse concurso não é o concurso público normal, até porque o cargo é de livre nomeação e livre exoneração. Nem será contratação CLT tb.

Esse concurso é mais nos moldes que o Zema vai fazer em Minas. Um processo seletivo (análise de currículo, alguma discursiva, entrevista e etc), por assim dizer.
 

BCoisa

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Tem que acabar essa desgraça de fundo partidário para ontem.

A vitória do Bolsonaro mostrou pra todo mundo que um partido não precisa de mais de 30 milhões de reais para um candidato se eleger.

Acaba com essa merda e que cada um faça sua campanha do próprio bolso.
 

Oh Dae-su

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Por mim, colocaria o Moro pra achar sujeira dos Ministros do STF, e a medida que forem achando, já avisam a maioria dos parlamentares que vai rolar impeachment. Daí vão impeachando um por um, até que a gangrena tenha sido totalmente expurgada.
Mas acha que ele nao está la pra isso tb?
Olha o Joao Plenário que ficava falando mal do Moro e agora parece uma puta. Tudo isso foi muito bem pensado, Moro blinda demais o Bolsonaro.
 

Coffinator

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Moro em férias
Brasil 05.11.18 12:22
O juiz Sergio Moro enviou hoje pela manhã ao corregedor regional da Justiça Federal da 4ª Região, desembargador federal Ricardo Teixeira do Valle Pereira, um ofício comunicando que estará em férias até encaminhar seu pedido de exoneração. O TRF-4 confirma que sua substituta, a juíza federal substituta Gabriela Hardt, estará “na titularidade plena” da 13ª Vara Federal de Curitiba.


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Não pediu exoneração agora pra juízona enrabar legal o molusco. Menino ixpertinho.
 

Pinguim 55

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Eu sinceramente duvido que o PT só gastou 37 milhões nesta eleição.

Tenho a impressão que passou dos 100 milhões.
 

antonioli

O Exterminador de nicknames
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Tem que acabar essa desgraça de fundo partidário para ontem.

A vitória do Bolsonaro mostrou pra todo mundo que um partido não precisa de mais de 30 milhões de reais para um candidato se eleger.

Acaba com essa merda e que cada um faça sua campanha do próprio bolso.
Deve ser o dinheiro do filho do ditador do país da África que eles estavam contando e acabou se fodendo e fodendo com eles.
 

Bloodstained

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Segurança de Bolsonaro será maior do que a de outros presidentes
Etchegoyen afirmou que, além de político já ter sofrido um atentado, ainda 'existem ameaças' que preocupam. Carro aberto na posse pode ser descartado


Jair Bolsonaro sempre é acompanhado por segurança reforçada

O ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), general Sérgio Etchegoyen, encomendou a sua equipe um estudo para reforçar a segurança de Jair Bolsonaro (PSL) e sua família a partir da posse do novo presidente, em 1° de janeiro. O motivo do pedido, além do atentado sofrido na campanha, são as frequentes ameaças identificadas pela inteligência do governo.

Etchegoyen não fala em números ou estratégias por questões de segurança, mas já avisou que “obviamente” haverá um rigor muito maior no controle a tudo que tem a ver com o presidente eleito. “O esquema que está sendo preparado para receber um presidente que já sofreu um atentado será muito diferente e muito mais severo do que qualquer outro titular do Planalto já viu ou teve”, afirmou o general.

O capitão da reserva teve sua segurança reforçada pela Polícia Federal durante a campanha, após ser vítima de uma facada no dia 6 de setembro, em Juiz de Fora (MG). Segundo informações da área de inteligência, as ameaças continuaram mesmo após a eleição. “O GSI não comenta detalhes de sua responsabilidade com a segurança presidencial, mas confirma que existem ameaças que efetivamente preocupam”, disse o ministro.

A segurança de Bolsonaro após a posse será chefiada pelo general Luiz Fernando Estorilho Baganha. Ele assumirá o cargo no lugar do general Nilton Moreno, que hoje está à frente da montagem da estrutura de proteção ao presidente eleito.

Durante a campanha, o candidato foi avisado que corria risco. Aliados, inclusive, citaram as ameaças como justificativa para que Bolsonaro não participasse dos debates eleitorais na reta final. Anunciado como futuro ministro da Defesa, o general da reserva Augusto Heleno chegou a divulgar um vídeo na véspera da eleição com o alerta para uma “real ameaça de atentado terrorista” contra Bolsonaro, articulada por uma “organização criminosa”.

Na semana passada, com Bolsonaro já eleito, a Agência Brasileira de Inteligência (Abin) e a PF se reuniram para discutir o novo esquema reforçado que irá vigorar durante o governo de transição. Atualmente, uma equipe de 55 homens da PF se reveza na proteção ao presidente eleito. A informação é de que as ameaças partiram de diferentes fontes, inclusive de facções criminosas como PCC e Comando Vermelho. Ameaças interceptadas por escuta telefônica também estão sendo investigadas.

A ideia é adotar no Brasil algumas das medidas usadas para proteger os presidentes americanos, em que os cuidados com segurança chegam a níveis máximos. As tradicionais entrevistas nas quais o presidente fica rodeado por repórteres, por exemplo, devem acabar. Os preparativos de viagens e contato com o público também serão repensados.

A equipe de Bolsonaro estuda ainda abandonar o tradicional desfile em carro aberto na cerimônia de posse. O veículo que costuma ser utilizado no percurso pela Esplanada dos Ministérios é um Rolls-Royce que o Brasil recebeu de presente do governo britânico, em 1953. Em entrevista à emissora Rede Vida, na quinta-feira, o presidente eleito afirmou que vai seguir “rigorosamente” as recomendações da área de inteligência na posse.

Troca na guarda
A PF ficará com Bolsonaro até 31 de dezembro. A equipe do GSI, formada em parte por militares do Exército, será reforçada para assumir a função na virada do ano. Caso haja alguma solicitação, há a possibilidade de que a “passagem de bastão” seja antecipada. Mais de 800 pessoas trabalham neste setor.

A segurança será ampliada não só pelas ameaças, mas também pela quantidade de pessoas a serem protegidas. Bolsonaro é casado e tem cinco filhos. Todos têm direito à segurança da Presidência. Serão montados escritórios no Rio de Janeiro para dar infraestrutura à família tanto de Bolsonaro quanto do seu vice, general Hamilton Mourão, que têm casa na capital fluminense.


Fonte
 

Ice_Breaker

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Bolsonaro deixa votação do Estatuto do Desarmamento para 2019
Brasil 05.11.18 11:52

O deputado federal Rogério Peninha Mendonça (MDB-SC) afirmou nas redes sociais que recebeu uma ligação de Jair Bolsonaro pedindo para deixar para 2019 o projeto de lei de sua autoria que revoga o Estatuto do Desarmamento.

“Se forçássemos a barra para votar esse ano, haveria risco de a proposta ser rejeitada – e um trabalho de 6 anos iria pelo ralo. A composição do novo Congresso é mais conservadora. Com os novos deputados, as chances de aprovarmos o PL 3722 são bem maiores.

Bolsonaro disse que precisará de mim para fazer o meio de campo entre o governo e a bancada do MDB em votações importantes a partir de 2019. É com alegria – e sabendo do peso que esta responsabilidade traz – que aceito a missão.”
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EU QUERO MINHA GLOCK MINHA VIDA, PORRA!
Tá certo isso aí. Estavam querendo votar num estatuto do desarmamento light agora final do ano, pura jogada pra fuder a população. Aí um novo só poderia ser votado daqui a 6 anos.
Já tava preocupado com essa porra. Ainda bem que adiaram.
 

da19x

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O outro Brasil
Brasil 05.11.18 10:51

O pacote de Sergio Moro, entre outras coisas, “acaba com o fundão eleitoral, impõe limites ao autofinanciamento de campanhas políticas, submete partidos à lei sobre lavagem de dinheiro, reduz a abrangência do foro privilegiado e eleva as penas dos corruptos”, diz Josias de Souza. E mais:

“Proíbe a concessão de indulto ou anistia a condenados por corrupção, estende a exigência de ficha limpa a todo o serviço público, obriga a realização de concurso para o preenchimento dos chamados cargos comissionados.”

Se ele conseguir aprovar essas medidas, a despeito do STF e do Congresso Nacional, o Brasil ganha algumas décadas.
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Choro e ranger de dentes, vai ser uma luta hercúlea pra passar isso.
Se conseguirem passar isso aí, vai melhorar MUITA coisa.
Eu sinceramente duvido que o PT só gastou 37 milhões nesta eleição.

Tenho a impressão que passou dos 100 milhões.
Pode ter certeza que sim. A campanha de dilma 2014 passou o bilhão, segundo relatos.
 

- SEAN -

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Bolsonaro e a agenda comum com a Itália para combater o crime organizado

No encontro com o embaixador italiano Antonio Bernardini, além de dizer que “fará o máximo dentro da minha capacidade” para extraditar o terrorista Cesare Battisti, o presidente eleito Jair Bolsonaro conversou… sobre uma agenda comum para combater o crime organizado. As máfias italianas são muito atuantes no Brasil.

Assim como Paulo Guedes, presente ao encontro, ele também disse a Bernardini sobre privatizações e a sua vontade de abrir o país na área comercial.
 

Okira

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Tudo conspira para que o STF imiscua em quase todas as reformas de recrudescimento das leis, para o combate da criminalidade, nos atos do Executivo e do Legislativo. Agora é que a carapuça da Juristocracia irá se revelar de vez, intervindo em funções típicas dos outros poderes.

Sinceramente, fico muito curioso e pago para ver.

Se depender dos onze, já previamente mancomunados, vão tentar tirar toda a paciência do Bolsonaro, a fim de lhe arrancar alguma manifestação autoritária, na pretensão de descredenciá-lo junto a opinião pública interna e externa. Algo que duvido muito que aconteça. O Bolsonaro não é ingênuo e sabe que eles farão isso.

Porém, acredito que isso será resolvido por pressão popular ou até nos bastidores. Porque o Bolsonaro e o seu governo não têm rabo preso com o STF. Duvido muito que o STF terá tanto cinismo, ousadia e frieza para enfrentar, por meio de invencionices jurídicas, uma população engajada, um mercado financeiro entusiasmado, uma economia em crescimento e a diplomacia de Bolsonaro com grandes e prestigiadas potências mundiais.

Os onze vão ensaiar algumas medidas para estudarem a reação destes atores, talvez com um premeditado e orquestrado apoio do estamento midiático. Mas acredito que não resistirão. Alguém deles começará a ceder, e depois os demais.

Estou com boas esperanças de que o Bolsonaro não colocará apenas dois ministros, mas acredito que um ou dois se aposentarão por decisão pessoal. Carmen Lúcia é uma delas, pois já teria falado a respeito anteriormente.
Para ter um protesto pedindo o fim do STF ou impeachment de membros corruptos é logo ali. A população está saturada desses ministros, todo mundo já está de "saco cheio".
 

Oh Dae-su

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Lobão defendendo o Magno Malta foi interessante, até eu me pergunto de onde saiu esta campanha de "Magno Malta Não", se não existe outros interesses por trás de outra turno pq foi muito do nada.
 

Coffinator

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Novo pedido de liberdade de Lula chega ao STF
Brasil 05.11.18 12:54

Como previsto, a defesa de Lula pediu ao STF que o criminoso seja solto. Advogados acusam o juiz Sergio Moro, futuro ministro da Justiça, de perda de imparcialidade para processar o ex-presidente. O relator do novo HC será o ministro Edson Fachin. Confira aqui a íntegra do pedido.
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Moro tem que acabar com essas chicanas jurídicas, essa porra só piora o ambiente do país.
 

billpower

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Moro tem que acabar com essas chicanas jurídicas, essa porra só piora o ambiente do país.
EEHEH. Coitado do Moro. Ele não é super herói também. Tem que saber até onde o alcance que um Ministro da Justiça pode chegar e isso daí, infelizmente, não está nas mãos dele.
 

Mynduim

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Primeira imitação do Moro que eu vejo, e está igualzinho :klol

Esperando alguém da esquerda reclamar que o Moro tá rindo da imitação do Lula.
 

Coffinator

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Um nome não político para o Ministério da Agricultura
Brasil 05.11.18 13:34

O Antagonista soube que Luiz Antônio Nabhan Garcia vai se reunir amanhã em Brasília, na sede da Aprosoja Brasil, com outros integrantes da entidade para tratar da indicação para o Ministério da Agricultura do novo governo.

À noite, Nabhan deverá se encontrar com Jair Bolsonaro e dizer a ele que se coloca à disposição do cargo, uma vez que o presidente eleito tem demonstrado que não quer indicar um político para a área.

Nabhan é o atual presidente da União Democrática Ruralista e apostou em Bolsonaro desde antes do início da campanha.
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Nabhan parece bom, mas Noban seria melhor ainda.
 

Bloodstained

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O cacoete do velho PT
O PT não desce do pedestal


VENHAM A MIM - Manifestação na Avenida Paulista, na terça-feira 30: disputa entre PT e PDT pelos antibolsonarista

“Pau que nasce torto não tem jeito, morre torto”. O popular ditado cai bem nesse momento sobre a cúpula do PT. O novo governo nem começou e o partido volta ácido e mal humorado, a confirmar o lema que o distingue há três décadas – “se hay gobierno, soy contra”. Assim pensa: “o único governo que prestou e deve ser reconhecido como o melhor do país em todos os tempos foi o nosso”. Não há como argumentar com mentes empedernidas, que continuam a se orgulhar das “vestes imaculadas” de um corpo enlameado pelo mensalão e pelo petrolão.

O PT não desce do pedestal. Na noite da derrota, Fernando Haddad inverteu a aritmética, elevou aos píncaros da glória seus 47 milhões de votos, convocou a militância para resistir e não ter medo, avocando-se como o professor-guerreiro “que não foge à luta, nem teme quem adora a liberdade à própria morte”. A ferocidade voltou à garganta de Gleisi Hoffmann ao destilar a raiva do “Nós e Eles”.

A democracia pressupõe jogo dos contrários. O embate de ideias é salutar para um sistema que preza a liberdade. Esse é o cerne da nossa Constituição que, aliás, o PT se recusou a assinar. Convém lembrar: no início da redemocratização o partido não votou em Tancredo Neves para presidente, não apoiou Itamar Franco na transição nem o Plano Real, que estabilizou a moeda.

Uma viseira histórica estreitou o olhar petista: no Brasil há uma banda sadia, a deles, e uma banda podre, o resto. O feitiço virou contra o feiticeiro, vítima da dualidade que cultivou. E voltará a semear com a disposição já manifesta de fazer “oposição por oposição”. Ocorre que boa parte dos partidos de centro-esquerda não mais perfilará ao lado do PT, caso do PDT de Ciro Gomes.

O petismo poderá adensar a oposição, caso o governo Bolsonaro seja um fracasso. A recíproca é verdadeira. Se ganhar aplausos, a administração Bolsonaro queimará o estoque de força do PT. Voltar às ruas com mobilizações e discurso crítico, sem esperar resultados, é um risco. Que pode ser evitado caso o partido faça uma reflexão capaz de apontar erros cometidos e definir rumos a seguir. Alas do PT disputarão a condição de interlocutores do amanhã. Se a verborragia azeda dos petistas persistir, sob a bandeira do “Lula livre”, é possível prever o acirramento dos ânimos.

O país precisa de horizontes claros. Do novo governante, espera-se também uma palavra moderada, acolhedora, de respeito à Constituição. A linha divisória será mais forte ou mais tênue se os extremos contiverem suas agressões recíprocas. O Brasil não merece a eterna campanha de luta pelo poder. Demandas prementes podem ser atendidas, como nas áreas da saúde, segurança pública, educação e mobilidade.

Enxugar a máquina administrativa, promover reformas fundamentais, criar empregos, adotar a meritocracia, melhorar a autoestima dos brasileiros, enfim, expandir o Produto Interno Bruto da Felicidade – são desafios que devem receber o apoio de todos. Ser contra apenas para voltar ao poder é politicagem.

É hora de lembrar a lição do Barão do Barão do Amazonas, vencedor da Batalha Naval de Riachuelo: “O Brasil espera que cada um cumpra o seu dever”.


Fonte
 

Bloodstained

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Editorial do Estadão: Sergio Moro na Justiça
A ânsia nacional de moralização dos hábitos políticos e administrativos não pode ser frustrada


Se for confirmado o desenho do Ministério da Justiça projetado por Bolsonaro, Sergio Moro terá autoridade extraordinária em áreas importantes

Ao escolher o juiz Sergio Moro para o Ministério da Justiça, o presidente eleito Jair Bolsonaro foi coerente com seu discurso de campanha, fortemente marcado pela promessa de combate à corrupção — e, como se sabe, esse combate, simbolizado pela Operação Lava Jato, teve naquele magistrado um de seus próceres nos últimos quatro anos. “Sua agenda anticorrupção, anticrime organizado, bem como respeito à Constituição e às leis, será o nosso norte!”, escreveu Bolsonaro no Twitter ao dar a notícia, ainda em tom marcadamente eleitoral.

Já Sergio Moro, ao aceitar o convite, declarou que o fez porque sua ida para o Ministério da Justiça, “na prática, significa consolidar os avanços contra o crime e a corrupção dos últimos anos e afastar riscos de retrocessos por um bem maior”. Ou seja, a Operação Lava Jato, que já tinha assumido traços nitidamente políticos em razão da ação militante de alguns de seus procuradores contra toda a classe política, terá agora status de Ministério.

Mais do que isso: se for confirmado o desenho do Ministério da Justiça projetado por Bolsonaro, Sergio Moro terá autoridade extraordinária em áreas importantes. A pasta poderá absorver o Ministério da Transparência e Controladoria-Geral da União e o Ministério da Segurança Pública, além do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), hoje vinculado ao Ministério da Fazenda.

O futuro ministro, além das funções inerentes à proteção da ordem jurídica, próprias do Ministério da Justiça, poderá ter sob sua gestão a estrutura do Ministério da Segurança Pública, que inclui o comando da Polícia Federal e do sistema penitenciário, e também o controle interno do governo federal para prevenir e combater a corrupção nos diversos órgãos da administração, que é a função do atual Ministério da Transparência. Caso o novo Ministério inclua o Coaf, atuará também na prevenção e combate à lavagem de dinheiro. É um poder e tanto, que poucas pessoas no País estariam preparadas para exercer. Não se sabe se Sergio Moro terá a necessária familiaridade com os meandros da administração pública e o traquejo necessário à convivência sadia com políticos profissionais, por melhor que possa ter sido seu desempenho à frente da Operação Lava Jato.

Ademais, o juiz Sergio Moro sempre se apresentou, ao longo de sua trajetória na Lava Jato, como um magistrado orgulhoso de seu distanciamento do mundo político. Em 2016, Moro chegou a dizer, em entrevista ao Estado, que não tinha a menor intenção de entrar para a política, embora, já na ocasião, muitos fossem os apelos para que mudasse de ideia. “Não, jamais. Jamais. Sou um homem de Justiça e, sem qualquer demérito, não sou um homem da política. Acho que a política é uma atividade importante, não tem nenhum demérito, pelo contrário, existe muito mérito em quem atua na política, mas eu sou um juiz, eu estou em outra realidade, outro tipo de trabalho, outro perfil. Então, não existe esse risco”, disse o magistrado — que, em seguida, ao comentar a fama que havia adquirido por conta da Lava Jato, disse que aquilo não o afetava e citou “um velho ditado do latim que diz sic transit gloria mundi, basicamente ‘a glória mundana é passageira'”.

Ao que parece, o magistrado desconsiderou as lições dessa sábia expressão ao aceitar o convite do presidente eleito. Há muito tempo a Lava Jato vem extrapolando seus limites e objetivos, exercendo influência direta na política ao criminalizar políticos de praticamente todos os partidos — o que, de certa forma, abriu caminho para a ascensão de Jair Bolsonaro, um deputado do baixo clero que construiu sua candidatura com base num violento discurso antissistema.

A nomeação de Sergio Moro para o Ministério da Justiça, com a promessa de concentrar imensos poderes, atende plenamente aos objetivos imediatos de Jair Bolsonaro, materializando suas promessas palanqueiras de combate à corrupção; já para o futuro ministro e para o País, a médio e longo prazos, a manobra oferece substanciais riscos — que oxalá não se concretizem. A ânsia nacional de moralização dos hábitos políticos e administrativos não pode ser frustrada.


Fonte
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O soldado Moro
Moro aceitou o cargo com duas certezas: a de que dará um choque na corrupção sistêmica e a de que o Brasil nunca será como antes. Boa sorte!


Segundo Bolsonaro, Moro agiu como “soldado, indo à guerra sem medo de morrer”

Eliane Cantanhêde (publicado no Estadão)


Petistas, esquerdistas, condenados, investigados, juristas e advogados reagiram mal à ida do juiz Sérgio Moro para o Ministério da Justiça de Jair Bolsonaro, mas, mais uma vez, eles estão em minoria e, no fim, o PT vai ficar falando sozinho. A grande maioria, principalmente nas redes sociais e no mercado financeiro, não foi só a favor, mas entusiasticamente a favor da novidade.

Segundo Bolsonaro, Moro agiu como “soldado, indo à guerra sem medo de morrer”. De fato, Moro sabia que os ataques seriam implacáveis, mas balançou os prós e contras e assumiu a trincheira com inimigos definidos, objetivos claros e a ambição de reunir todo o aparato federal possível para jogar o combate à corrupção e ao crime organizado no centro do governo e da própria agenda política.

Ao resgatar para a Justiça o recém-criado Ministério da Segurança Pública, Moro terá uma Polícia Federal fortalecida, a Controladoria-Geral da República e, se a lei permitir, também o Coaf, unidade de inteligência para detectar movimentações atípicas e crimes financeiros transnacionais.

Assim, Moro deixa de ser o juiz de Curitiba e passa a ser o principal responsável pelo combate à corrupção na administração pública e o “xerife” contra organizações criminosas que pululam pelo País afora. Lutará também por novas regras anticorrupção, contra a lei de abuso de autoridade e para evitar retrocessos na Lava Jato. Com ele, vai ser difícil “estancar a sangria”.

Moro nem deve ter se dado conta disso, mas pode vir também a ter um papel adicional: funcionar como escudo contra quaisquer ameaças ou investidas verbais contra o estado democrático de direito. Por mais que tenha divergências, até rusgas, com um ministro ou outro, nesse caso cerrará fileiras com o Supremo pela Constituição.

Bolsonaro, que disparou graças à condenação firme à corrupção, prometeu aparato e munição a Moro, seu maior troféu na formação do Ministério. Estava tão feliz pelo golaço que ontem mesmo deu entrevista coletiva, leve, coloquial. Só errou ao barrar os jornais, uma implicância boba. E atiçou a curiosidade ao admitir que tem “pouco contato” com o vice, general Hamilton Mourão, mas isso é outra história.

A ida de Sérgio Moro para a Justiça, porém, ainda vai dar muito pano para a manga da oposição, particularmente do PT. Petistas diziam que “caiu a máscara” de Moro e enumeravam decisões que tomou como magistrado que, segundo eles, prejudicaram diretamente o ex-presidente Lula, preso em Curitiba e impedido pela Lei da Ficha Limpa de concorrer contra Bolsonaro na eleição.

Segundo eles, tudo está explicado. O vazamento da conversa entre a então presidente Dilma Rousseff e Lula às vésperas da nomeação dele para a Casa Civil, com o foro privilegiado de brinde, além da divulgação de parte da delação premiada do ex-ministro Antonio Palocci contra Lula e o PT bem no meio da eleição. Agora, o partido promete passar das palavras aos atos, ou melhor, às ações para tentar até mesmo anular a condenação — logo, a prisão – de Lula.

Não dará em nada, mas chateia, cria saias, ou melhor, “togas-justas” no Supremo e engrossa o discurso de entidades internacionais que até agora ainda querem acreditar que o impeachment de Dilma foi “golpe” e que Lula é “preso político”.

Como se diz no jargão da economia, Moro já tinha precificado essa reação e essas acusações antes de desembarcar no Rio para dizer sim a Jair Bolsonaro. Além da vaidade, da ambição profissional e do sonho de se firmar para sempre como o líder do combate à corrupção — tudo isso legítimo —, Moro aceitou o cargo com duas certezas: a de que dará um choque na corrupção sistêmica e a de que o Brasil nunca será como antes. Boa sorte!


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