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Tópico Informal do Desemprego da OS - Compartilhe seus perrengues aqui

maquinarama

Bam-bam-bam
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as atendentes de telemarketing da editora aqui ao lado ganham mais que isso e sem contar a comissão.
Emprego na área de Ti no Rio de Janeiro no momento vc só consegue vaga de mais de R$2.000 com indicação. Essas vagas nem estão sendo mais divulgadas.

Só não saio daqui Pq minha esposa é concursada municipal, Senão já tinha vazado.



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Maximu's

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Mas claro que o mercado informal do BR é muito maior e mais cobiçado. O cara faz escola, depois vai pra faculdade, faz pós-graduação e se mata para um salário de 2k com 600 de desconto na folha. Se mata de trampo e ainda tem que dar sorte para ser reconhecido.

A irmã da minha namorada ganha mais de 2k no mês como babá, fora que ela ganha VR e VT. As mamães? Todas da alta sociedade de CTBA, hora ou outra elas vivem dando roupas a ela porque não usam ou estão “velhas”, e vive andando de A&C, Hilfinger, Zara e o c***lho a 4.

Agora ela começou a fazer um curso de cozinheira no Centro Europeu, melhor escola para isso em CTBA, pois esta cansada de ser babá.

Vou ver estagio na cozinha, trabalha se terça a domingo, ganhando 1.2k. Expliquei para ela que seria difícil no começo ganhar menos e ralar mais. Ela nem deu ouvido, acha absurdo huehuehuehuebr. Ainda quer trabalhar na cozinha e ser cozinheira.

Esse é o nivel do BR...
 

Dr. Pregos

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Emprego na área de Ti no Rio de Janeiro no momento vc só consegue vaga de mais de R$2.000 com indicação. Essas vagas nem estão sendo mais divulgadas.

Só não saio daqui Pq minha esposa é concursada municipal, Senão já tinha vazado.



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Aqui no DF é assim também. Área de ti que ganha mais de 2k só peixada.

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Insane Metal

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Não sei se rio ou se choro (acho que choro mesmo):

Com recuperação lenta, Brasil deve criar em 2018 menos da metade dos empregos previstos
Previsão inicial de até 1 milhão de vagas com carteira foi revisada por economistas para uma faixa entre 350 mil e 450 mil. País só deve recuperar patamar pré-crise a partir de 2021.
https://g1.globo.com/economia/notic...-menos-da-metade-dos-empregos-previstos.ghtml
 

Dr. Pregos

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Tendência viadinha de RH, na qual seu endividamento supõe que "ain, se você não sabe gerir suas finanças, como pode trabalhar no financeiro (ou onde quer que seja) da nossa empresãn?"

Rh é coisa de mocinhas da cabecinha de vento.
Rh é sempre a mesma coisa: uma patricinha baladeira e um viadao metido a psicólogo, daí a patricinha baladeira sempre coloca as amiguinhas dela.

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maquinarama

Bam-bam-bam
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Rh é sempre a mesma coisa: uma patricinha baladeira e um viadao metido a psicólogo, daí a patricinha baladeira sempre coloca as amiguinhas dela.

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Essa ramo de RH tem muita mulher gostosa. No LinkedIn vc vê cada uma.

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Landstalker

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Rh é sempre a mesma coisa: uma patricinha baladeira e um viadao metido a psicólogo, daí a patricinha baladeira sempre coloca as amiguinhas dela.

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giphy-downsized-large.gif


Putz, bicho, não aguentei aqui =D. Pior que é isso mesmo, vendo o que você escreveu formou-se a imagem na minha mente e as últimas pessoas que vi do RH encaixavam direitinho nesse perfil.

:kfeliz
 

Solid Dante

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Essas minas de RH são mega gatas mesmo, teve uma que me entrevistou uma vez que chegava a ser surreal de tão linda que era.
 

Atlante

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Pois é, mulher de RH é quase sempre gostosa mesmo. A única vez que foi diferente foi o viadaum clássico mesmo.
 

maquinarama

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Pois é, mulher de RH é quase sempre gostosa mesmo. A única vez que foi diferente foi o viadaum clássico mesmo.
Atlante, aproveitando seu Nick. Hoje eu vi o excelente documentário do canal infinito de nome conexão Atlante. Documentário como a moda antiga. Excelente. Altamente recomendado.

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yugi moto

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Sei como é... fiquei de outubro de 2015 até setembro de 2017 sem nada, depois consegui arranjar um trabalho legal, só que 6 meses depois me mandaram embora por corte de custos. Foda, se não tiver uma cabeça equilibrada, você vai a loucura.
A vontade de muitos é isso aqui
gif-segunda-feira-no-trabalho-homem-pulando-a-janela-humortalouco.gif

Estou a Quase 8 meses sem trabalho
 

Megabyte 2.0

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E eu achava que em 2018 as coisas iriam melhorar ou amenizar, mas parece que está é piorando. As coisas que mais vejo é gente saindo da faculdade sem emprego e gente que trabalha com o c* na mão com medo de ser chutado e tendo que aturar um salário que não condiz com a sua profissão; enfim, quem acha legal isso são as poucas empresas que estão indo bem nesta crise, que podem escolher a dedo quem contratar e qual salário ofertar. Eu chuto que, na melhor hipótese, vai demorar mais de uma década para o Brasil começar a melhorar e voltar a ser como era (em meados de 2010). Cara, eu era adolescente e, me lembro que explodiam de lojas nas ruas, chovia empregos muito emprego e sempre tinha gente comprando. Aos poucos eu fui vendo uma ou outra loja fechar, e devagarzinho uma rua foi ficando vazia, dando lugar à placas de : "aluga-se esse ponto". Vejo que começarei 2019 desempregado ... eu digo, essa nova geração está saindo frustrado.


Hj recebo uma ligação de uma vaga para administrador de servidores, administração de servidores em nuvem e ainda suporte a usuários por 1450,00. tá de sacanagem esse mercado de TI.

Um dia desses eu estava conversando com um amigo sobre a área da T.I e pelo visto tem muita gente desapontada com o rumo disso. Ele mesmo está pensando em largar o curso - e olhe que ele está quase terminando . Cara, essa área é muita ingrata, tem empresa querendo contratar especialista para pagar mal e para exercer função geral (fazer de tudo, até café).

Tem um outro conhecido que terminou a faculdade e fez um concurso de nível médio ( ao menos ganhar os R$1000,00 sem tanta dificuldade e sem dificuldade de ter que babar o patrão) hahaha.
 

Silent Len

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Enquanto continuo na corrida do concurso a ideia de colocar uma banca na rua e vender alguma coisa só aumenta. Vejo pelo meu vizinho que vende coisas simples como guarda-chuvas e bolsas e tira seu troquinho. Meu último currículo enviado foi em dezembro, teve entrevista em janeiro, não tive resposta e de pirraça parei de procurar. Tenho o telefone da última analista do RH guardado aqui, será que devo declamar algumas palavras doces? :kdiabo

Essas minas de RH são mega gatas mesmo, teve uma que me entrevistou uma vez que chegava a ser surreal de tão linda que era.
Já conheci várias nessas andanças, tirando duas ou três o resto eram bonitas (e cheirosas) mesmo, maioria com jeito de patricinha. A que mais "deu química" foi uma psicóloga (dona da agência terceirizada que fez a primeira parte da seleção) que deveria ter passado dos 50 anos e era bem simplona, na primeira entrevista só com nós dois. Pena que esse processo seletivo não foi 100% idôneo.
 

pavomba

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Eu fico ferrado da cara com estes empregadores que fazem cu doce para contratar quem está endividado, estes dias no jornal local disseram que 45% das pessoas da região estão com o nome no SCPC e Serasa, mas também, querem que as pessoas paguem as contas como? No fim das contas o mercado que os repudia sai perdendo pelo número muito expressivo de pessoas sem condições, ato que fica mais evidente com as quedas frequentes nos períodos de festas ou pelos vários espaços vagos em shoppings.

Claro que as empresas podem contratar quem elas quiserem mas que os RH costumam selecionar mal pra cacete, acredito que isso fique evidente para a maioria que trabalhou ou trabalha por aqui, tanto que reclamamos bastante disso. haha

RH no brasil é um encosto, tanto que eu mesmo fiz um tópico de perguntas bestas que fazem e nego achou que tava certo, simplesmente são extremamente aleatórias que isso não passa pela cabeça da pessoa.

Sem contar casos como o da imagem

38136117_673010243033363_9001880865457831936_n.png


Hj recebo uma ligação de uma vaga para administrador de servidores, administração de servidores em nuvem e ainda suporte a usuários por 1450,00. tá de sacanagem esse mercado de TI.

Oferta farta + malandragem, por isso que estão registrando boom na informalidade sem expectativa de redução tão cedo, nego entra no informal e ganha o mesmo trabalhando com algo mais simples, alguns até mesmo conseguem dar a volta por cima nas finanças.
 

Insônia

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Hj recebo uma ligação de uma vaga para administrador de servidores, administração de servidores em nuvem e ainda suporte a usuários por 1450,00. tá de sacanagem esse mercado de TI.
Area de tecnologia é bom fora do Brasil.
Tá uma m**** o mercado de T.I. mesmo.

Senhores, não falem esses absurdos senão os "especialistas" no mercado de TI da OS, vão vir aqui dizer que a área está ótima e vocês que são uns desqualificados.

Essas minas de RH são mega gatas mesmo, teve uma que me entrevistou uma vez que chegava a ser surreal de tão linda que era.

Tem uma japonesinha aqui no Rh que só de pensar nela me causa ereções.
 

Grose

Bam-bam-bam
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@pavomba @Atlante @Fabricio Figueredo

Normalmente sou aquele que fica do lado de quem sofre preconceito, entretanto, quando envolve o pessoal do RH é diferente, gosto de falar mal deles, até hoje só conheci duas meninas que me dei bem da área, isso porque elas admitiram que era uma b*sta trabalhar com isso e não viam a hora de cair fora para investir em outra coisa, lembrei de um cara com trejeitos homossexuais que também era bacana, o resto...

Meu primeiro emprego perdi por fofoca de um desses, nunca puxei o saco de chefe, pelo contrário, trabalho reclamando e mesmo assim os chefes costumam ir com a minha cara, o dessa empresa fazia questão de me cumprimentar, até questionavam quando não me viam para confraternizar. Acho que ele ficou com ciúmes, isso faz mais de dez anos e no tempo que eu estava lá a empresa estava prosperando com quase 100 funcionários no quadro, hoje diminuiu muito e estão em menos de 10, entre eles esse encosto do RH. haha

Engraçado que toda área possui seus esteriótipo, normalmente vejo que quem trabalha com RH costuma ser bastante falso, fingem interesse na caruda e f**a-se, imagino que é para não se envolver demais ou por presunção, de qualquer forma existe maneiras infinitamente mais equilibradas para lidar com esta pompa. :/
 

borciollix

Ser evoluído
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O mais foda de estar desemprego e sem renda pra pensar em fazer algo é de sentir um completo inútil pra você mesmo, sua família e por aí vai. Falta de dinheiro é mt grave também, mas a falta de propósito, de se sentir contribuindo com algo é complicado, fora que o tempo passa e não volta, sem grana não da pra "viver".

Por falar em RH, fiz uma entrevista ontem e sim, uma mulher do RH com toda pompa me entrevistou. Eu percebi que quando eu respondia as perguntas dela, aliás perguntas bem clichês, ela analisava meu gestos com as mãos, pra onde eu olhava... parecia que estava num teste de mentira. Isso me irritou e acho q ela percebeu.. mas não botei fé nessa vaga dps disso. E pior, no final ela disse que essa vaga só foi divulgada externamente porquê todo o pessoal da área não quis a posição e ninguém indicou. Resumindo, estamos todos fu...

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Ultima Edição:

Atlante

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Atlante, aproveitando seu Nick. Hoje eu vi o excelente documentário do canal infinito de nome conexão Atlante. Documentário como a moda antiga. Excelente. Altamente recomendado.

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Dei uma pesquisada aqui. Sei só um pouquinho sobre Teosofia (de onde vem o conceito da raça Atlante), mas sempre achei interessante, apesar de não me envolver com o oculto, essas coisas. Meu nome Atlante nem é inspirado por isso. É só uma homenagem ao Oceano, hehe

Vou dar uma olhada, sim... pelo que vi, o documentário é dividido em partes. Torna mais fácil de assistir. Valeu pela dica :kjoinha
 

Atlante

Bam-bam-bam
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@pavomba @Atlante @Fabricio Figueredo

Normalmente sou aquele que fica do lado de quem sofre preconceito, entretanto, quando envolve o pessoal do RH é diferente, gosto de falar mal deles, até hoje só conheci duas meninas que me dei bem da área, isso porque elas admitiram que era uma b*sta trabalhar com isso e não viam a hora de cair fora para investir em outra coisa, lembrei de um cara com trejeitos homossexuais que também era bacana, o resto...

Meu primeiro emprego perdi por fofoca de um desses, nunca puxei o saco de chefe, pelo contrário, trabalho reclamando e mesmo assim os chefes costumam ir com a minha cara, o dessa empresa fazia questão de me cumprimentar, até questionavam quando não me viam para confraternizar. Acho que ele ficou com ciúmes, isso faz mais de dez anos e no tempo que eu estava lá a empresa estava prosperando com quase 100 funcionários no quadro, hoje diminuiu muito e estão em menos de 10, entre eles esse encosto do RH. haha

Engraçado que toda área possui seus esteriótipo, normalmente vejo que quem trabalha com RH costuma ser bastante falso, fingem interesse na caruda e f**a-se, imagino que é para não se envolver demais ou por presunção, de qualquer forma existe maneiras infinitamente mais equilibradas para lidar com esta pompa. :/
Geralmente, me irrita mais a lógica misteriosa, e às vezes, obviamente retardada das seleções. Já passei por algumas boas entrevistadoras, que faziam perguntas objetivas, do jeito que entendemos ser o correto.

Já dentro das empresas, trabalhei numa onde o RH era praticamente a área mais importante (imagine a pompa), e em outra menor, onde a gerente de RH era uma pessoa boa. Ela foi transferida, e para seu lugar, veio uma daquelas que finge ser agradável e tal, mas que é responsável por toda medida que termina por foder o funcionário.
 

Sgt. Kowalski

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Desemprego cai para 12,4%, mas ainda atinge 13 milhões de pessoas, diz IBGE
4-5 minutos
O desemprego no país foi de 12,4%, em média, no segundo trimestre do ano, de acordo com dados do IBGE.

O índice caiu em relação ao trimestre anterior (13,1%), e também na comparação com o mesmo período do ano passado (13%).

Segundo o IBGE, o número de desempregados no Brasil foi de 13 milhões de pessoas. Isso representa queda de 5,3% em relação ao primeiro trimestre. Na comparação com o mesmo período de 2017, são 520 mil desempregados a menos, uma queda de 3,9%.


Os dados foram divulgados nesta terça-feira (31) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) e fazem parte da Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios) Contínua.

Os trabalhadores brasileiros continuaram mostrando forte desânimo, com 65,642 milhões de pessoas fora da força de trabalho, contra 64,868 milhões no trimestre até maio. Neste grupo entram os trabalhadores que desistiram de procurar uma colocação.

"Quem entra no mercado de trabalho hoje no Brasil é via informalidade. Ao se somar todas as parcelas informais, podemos dizer que cerca de 40% da mão de obra hoje do mercado é informal. E isso vem só aumentando", disse à agência Reuters Cimar Azeredo, coordenador da pesquisa.

Vagas com carteira e rendimento
O número de empregados com carteira de trabalho assinada (32,8 milhões) ficou estável em relação ao trimestre anterior (janeiro a março de 2018). Na comparação com o trimestre de abril a junho de 2017, houve queda de 1,5% (-497 mil pessoas). É o menor volume registrado deste no início da pesquisa, em 2012.

Segundo o IBGE, o rendimento médio do trabalhador ficou em R$ 2.198 no trimestre de abril a junho, resultado considerado estável em relação ao trimestre anterior e em relação ao mesmo trimestre do ano passado.

Informalidade
A pesquisa mostrou também o aumento de 2,6% no número de empregados no setor privado sem carteira assinada em relação ao trimestre anterior, chegando a 11 milhões de pessoas. Na comparação com o mesmo trimestre do ano anterior, houve elevação de 3,5%, ou mais 367 mil pessoas.

Recuperação lenta
O mercado de trabalho vem mostrando dificuldade de recuperação diante do crescimento da economia que perde força, sobretudo após a greve dos caminhoneiros no final de maio, que afetou o abastecimento em todo o país.

Pesquisa Focus mais recente do Banco Central, que ouve cerca de uma centena de economistas todas as semanas, mostrou que as expectativas para crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) para este ano estavam em 1,5%, metade do que era esperado alguns meses antes.

Metodologia da pesquisa
A Pnad Contínua é realizada em 211.344 casas em cerca de 3.500 municípios. O IBGE considera desempregado quem não tem trabalho e procurou algum nos 30 dias anteriores à semana em que os dados foram coletados.

Existem outros números sobre desemprego apresentados pelo Ministério do Trabalho, com base no Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados). Os dados são mais restritos porque consideram apenas os empregos com carteira assinada.

(Com Reuters)
 

HuezinXD

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Trabalhar no Brasil é complicado mesmo, os caras confundem muito o pessoal com o trabalho. PQP. Querem saber da sua vida e etc.
 

Sgt. Kowalski

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Procurar emprego também custa – e pode sair bem caro
Felipe Siqueira
7-9 minutos

Ter o emprego dos sonhos é difícil, mas não impossível. A questão é que para chegar lá o caminho pode ser custoso, literalmente. Mais da metade dos jovens, 56%, têm alguma empresa que consideram como “lugar dos sonhos” para trabalhar futuramente, mas apenas 5% deles estão, de fato, onde almejam, de acordo com pesquisa feita pela Cia de Talentos, especializada em recrutamento. Geralmente, é necessário participar de processos seletivos e entrevistas, e os gastos desse ir e vir podem pesar no orçamento de estudantes ou recém-formados.

Os custos são ainda mais elevados se as posições a que o candidato concorre forem fora de sua cidade ou região. Por exemplo, quando o estudante do Nordeste é chamado para uma etapa presencial de entrevista no Sudeste e tem de arcar com passagens de avião ou ônibus e hospedagem. “A gente recomenda que, nas datas das etapas finais, eles procurem se acomodar em casa de família para economizar”, diz a sócia-diretora da Cia de Talentos, Paula Esteves.

Esta situação de ter uma entrevista fora do Estado de origem aconteceu com o estudante de último ano de Engenharia da Computação Thiago Pina Soares, de 24 anos. Ele precisou sair de Belém (PA) para participar de um processo seletivo em uma empresa de Curitiba (PR). Só com passagem e hospedagem, Thiago pagou cerca de R$ 3 mil para fazer a segunda fase da seleção, valor que corresponde a metade do salário inicial oferecido pela empresa à vaga de Trainee. Foram quatro dias na capital do Paraná.

Thiago acabou sendo aprovado para a terceira etapa, também presencial, mas não teve como voltar a Curitiba. “Os voos do Norte do País são bem caros”, conta o universitário. “Pedi que abrissem uma exceção para o processo ser online, mas disseram que seria injusto com os demais concorrentes. Não pude ir por questão financeira.”

Em média, segundo levantamento da Catho, empresa que oferece serviço de vagas, pessoas que estão em busca de estágio ou trainee gastam cerca de R$ 300 ao mês. Esta conta leva em consideração gastos com transporte, alimentação, impressão de currículos e internet móvel. A empresa afirma, ainda, que os candidatos procuram emprego pessoalmente três vezes por semana, em média, o que pesa no bolso. Por dia, a média é de R$ 25. Agora, se for considerar a despesa com banda larga da residência, o custo é de mais R$ 50 ao mês, totalizando R$ 350. Se você quiser assinar o serviço premium do site de carreiras, acrescente pelo menos mais R$ 59,90, que é pacote inicial da Catho, somando R$ 410 mensais para buscar um emprego.

“No caso de alimentação, é mais econômico e mais saudável levar um lanche para não ter que gastar na rua”, aconselha a líder do site Infojobs, Ana Paula Prado. A página, também especializada em recrutamento, tem planos que variam de R$ 32,90 (por mês, no plano anual) a R$ 62,90 (plano mensal).

Já o LinkedIn tem muitas de suas funcionalidades gratuitas. Mas dá para incrementar o seu perfil fazendo um upgrade de conta. O Premium Career, que custa R$ 49,99 por mês, já garante destaque e possibilidade de entrar em contato com recrutadores, além de se comparar a outros candidatos.

Há também como fazer uso do aplicativo SINE Fácil, do Ministério do Trabalho. A plataforma de empregos é gratuita e ajuda profissionais de diferentes áreas a se colocar ou recolocar no mercado de trabalho. A plataforma está disponível na Apple Store e na Play Store, via mobile.

Paula Esteves, da Cia de Talentos, ressalta que é preciso ter foco para reduzir o impacto dos gastos na busca por emprego. “É importante pensar nas empresas em que se tem real interesse, para aí sim investir no processo seletivo”, diz. “Às vezes, a pessoa se perde em meio a tantos processos, o que acaba não sendo tão proveitoso.” Segundo ela, os recrutadores estão começando a se conscientizar sobre essas dificuldades do lado do candidato, para redução de custos e maior eficiência. “As companhias de maior porte fazem os candidatos se deslocarem no máximo duas vezes.”

Mesmo diante de uma taxa de desemprego alta, como hoje no Brasil, em que cerca de 13,7 milhões de pessoas procuraram vagas no primeiro trimestre deste ano, segundo o IBGE, é necessário manter a calma. “Os jovens tentam qualquer vaga e eu entendo o desespero”, afirma o diretor-geral do LinkedIn na América Latina, Milton Beck. Ele conta que costuma pedir que os jovens se coloquem no lugar do empregador. “Você acha que tem as características necessárias? Ou joga o nome para ver se por milagre alguém chama você?”, indaga Beck. “Esse método, geralmente, não dá certo. É melhor se candidatar a menos vagas, fazer networking, procurar vaga específica e entender mais sobre a empresa.”

A supervisora da área de Assessoria de Carreiras da Catho, Luana Marley, indica que o candidato olhe bem a descrição da vaga e veja se tem ao menos 70% das qualificações. “Precisa entender se tem o perfil da vaga”, diz.

Para quem desconfia dos sites de emprego e prefere tentar acionar as empresas que mais gosta diretamente, o superintendente nacional do CIEE, Luiz Gustavo Coppola, alerta que esta pode não ser a saída mais eficiente. “Não é produtiva a busca porta a porta. Hoje, as áreas de Recursos Humanos estão cada vez mais enxutas. Não têm condições de fazer o primeiro contato pessoalmente.”

Confira dicas de especialistas sobre como as redes sociais podem te ajudar na procura de vagas de emprego:

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Confira como utilizar da melhor forma a plataforma LinkedIn, segundo especialistas

  • Perfil atualizado
Não sonegue informações. “A dica é colocar todas, não só as que acha importantes”, diz Paulo Silvestre, top 10 influencer do site. “Vai saber o que o recrutador quer!”

  • Networking
Siga empresas e notícias do seu setor. “Convide colegas que trabalham no lugar que você almeja e personalidades da área”, diz Milton Beck, do LinkedIn.

  • Comentários
Curta, compartilhe, comente publicações. “O site valoriza quem se dedica à rede”, revela Silvestre. Isso ajuda a deixar o algoritmo do site satisfeito e aumenta as chances de seu perfil aparecer no topo da lista.

  • Saiba postar
No LinkedIn, tudo deve ser mais relacionado a aprendizado e a carreiras. “Não é uma rede para falar do churrasco no fim de semana, mas, sim, de qual curso deve fazer, onde procurar emprego”, diz Beck.

  • Opinião
“A cereja do bolo é publicar conteúdo na rede”, conta Silvestre. Produza posts, artigos e vídeos sobre os assuntos da sua área. Assim, os recrutadores começam a entender quem é você.
 

Solid Dante

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Procurar emprego também custa – e pode sair bem caro
Felipe Siqueira
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Ter o emprego dos sonhos é difícil, mas não impossível. A questão é que para chegar lá o caminho pode ser custoso, literalmente. Mais da metade dos jovens, 56%, têm alguma empresa que consideram como “lugar dos sonhos” para trabalhar futuramente, mas apenas 5% deles estão, de fato, onde almejam, de acordo com pesquisa feita pela Cia de Talentos, especializada em recrutamento. Geralmente, é necessário participar de processos seletivos e entrevistas, e os gastos desse ir e vir podem pesar no orçamento de estudantes ou recém-formados.

Os custos são ainda mais elevados se as posições a que o candidato concorre forem fora de sua cidade ou região. Por exemplo, quando o estudante do Nordeste é chamado para uma etapa presencial de entrevista no Sudeste e tem de arcar com passagens de avião ou ônibus e hospedagem. “A gente recomenda que, nas datas das etapas finais, eles procurem se acomodar em casa de família para economizar”, diz a sócia-diretora da Cia de Talentos, Paula Esteves.

Esta situação de ter uma entrevista fora do Estado de origem aconteceu com o estudante de último ano de Engenharia da Computação Thiago Pina Soares, de 24 anos. Ele precisou sair de Belém (PA) para participar de um processo seletivo em uma empresa de Curitiba (PR). Só com passagem e hospedagem, Thiago pagou cerca de R$ 3 mil para fazer a segunda fase da seleção, valor que corresponde a metade do salário inicial oferecido pela empresa à vaga de Trainee. Foram quatro dias na capital do Paraná.

Thiago acabou sendo aprovado para a terceira etapa, também presencial, mas não teve como voltar a Curitiba. “Os voos do Norte do País são bem caros”, conta o universitário. “Pedi que abrissem uma exceção para o processo ser online, mas disseram que seria injusto com os demais concorrentes. Não pude ir por questão financeira.”

Em média, segundo levantamento da Catho, empresa que oferece serviço de vagas, pessoas que estão em busca de estágio ou trainee gastam cerca de R$ 300 ao mês. Esta conta leva em consideração gastos com transporte, alimentação, impressão de currículos e internet móvel. A empresa afirma, ainda, que os candidatos procuram emprego pessoalmente três vezes por semana, em média, o que pesa no bolso. Por dia, a média é de R$ 25. Agora, se for considerar a despesa com banda larga da residência, o custo é de mais R$ 50 ao mês, totalizando R$ 350. Se você quiser assinar o serviço premium do site de carreiras, acrescente pelo menos mais R$ 59,90, que é pacote inicial da Catho, somando R$ 410 mensais para buscar um emprego.

“No caso de alimentação, é mais econômico e mais saudável levar um lanche para não ter que gastar na rua”, aconselha a líder do site Infojobs, Ana Paula Prado. A página, também especializada em recrutamento, tem planos que variam de R$ 32,90 (por mês, no plano anual) a R$ 62,90 (plano mensal).

Já o LinkedIn tem muitas de suas funcionalidades gratuitas. Mas dá para incrementar o seu perfil fazendo um upgrade de conta. O Premium Career, que custa R$ 49,99 por mês, já garante destaque e possibilidade de entrar em contato com recrutadores, além de se comparar a outros candidatos.

Há também como fazer uso do aplicativo SINE Fácil, do Ministério do Trabalho. A plataforma de empregos é gratuita e ajuda profissionais de diferentes áreas a se colocar ou recolocar no mercado de trabalho. A plataforma está disponível na Apple Store e na Play Store, via mobile.

Paula Esteves, da Cia de Talentos, ressalta que é preciso ter foco para reduzir o impacto dos gastos na busca por emprego. “É importante pensar nas empresas em que se tem real interesse, para aí sim investir no processo seletivo”, diz. “Às vezes, a pessoa se perde em meio a tantos processos, o que acaba não sendo tão proveitoso.” Segundo ela, os recrutadores estão começando a se conscientizar sobre essas dificuldades do lado do candidato, para redução de custos e maior eficiência. “As companhias de maior porte fazem os candidatos se deslocarem no máximo duas vezes.”

Mesmo diante de uma taxa de desemprego alta, como hoje no Brasil, em que cerca de 13,7 milhões de pessoas procuraram vagas no primeiro trimestre deste ano, segundo o IBGE, é necessário manter a calma. “Os jovens tentam qualquer vaga e eu entendo o desespero”, afirma o diretor-geral do LinkedIn na América Latina, Milton Beck. Ele conta que costuma pedir que os jovens se coloquem no lugar do empregador. “Você acha que tem as características necessárias? Ou joga o nome para ver se por milagre alguém chama você?”, indaga Beck. “Esse método, geralmente, não dá certo. É melhor se candidatar a menos vagas, fazer networking, procurar vaga específica e entender mais sobre a empresa.”

A supervisora da área de Assessoria de Carreiras da Catho, Luana Marley, indica que o candidato olhe bem a descrição da vaga e veja se tem ao menos 70% das qualificações. “Precisa entender se tem o perfil da vaga”, diz.

Para quem desconfia dos sites de emprego e prefere tentar acionar as empresas que mais gosta diretamente, o superintendente nacional do CIEE, Luiz Gustavo Coppola, alerta que esta pode não ser a saída mais eficiente. “Não é produtiva a busca porta a porta. Hoje, as áreas de Recursos Humanos estão cada vez mais enxutas. Não têm condições de fazer o primeiro contato pessoalmente.”

Confira dicas de especialistas sobre como as redes sociais podem te ajudar na procura de vagas de emprego:

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Confira como utilizar da melhor forma a plataforma LinkedIn, segundo especialistas

  • Perfil atualizado
Não sonegue informações. “A dica é colocar todas, não só as que acha importantes”, diz Paulo Silvestre, top 10 influencer do site. “Vai saber o que o recrutador quer!”

  • Networking
Siga empresas e notícias do seu setor. “Convide colegas que trabalham no lugar que você almeja e personalidades da área”, diz Milton Beck, do LinkedIn.

  • Comentários
Curta, compartilhe, comente publicações. “O site valoriza quem se dedica à rede”, revela Silvestre. Isso ajuda a deixar o algoritmo do site satisfeito e aumenta as chances de seu perfil aparecer no topo da lista.

  • Saiba postar
No LinkedIn, tudo deve ser mais relacionado a aprendizado e a carreiras. “Não é uma rede para falar do churrasco no fim de semana, mas, sim, de qual curso deve fazer, onde procurar emprego”, diz Beck.

  • Opinião
“A cereja do bolo é publicar conteúdo na rede”, conta Silvestre. Produza posts, artigos e vídeos sobre os assuntos da sua área. Assim, os recrutadores começam a entender quem é você.

Nem precisa ser empresa dos sonhos não pra custar caro, basta morar em uma cidade que não tenha nada, e ter que ir para outras cidades fazer entrevistas.

É o caso de muitos aqui da baixada santista que trabalham com TI, e que tem que ir pra SP fazer entrevista, é foda, é um dinheiro do c***lho que vai embora.
 

HuezinXD

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Nem precisa ser empresa dos sonhos não pra custar caro, basta morar em uma cidade que não tenha nada, e ter que ir para outras cidades fazer entrevistas.

É o caso de muitos aqui da baixada santista que trabalham com TI, e que tem que ir pra SP fazer entrevista, é foda, é um dinheiro do c***lho que vai embora.
e as vezes (quase sempre) a pessoa nem resposta tem.
 

Suzukinha

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Dava muito bem pra fazer umas entrvistas por Skype.
Lembro que uma vez fui de SP pra Campinas pra uma entrevista que poderia muito bem ter sido por Skype.:kbravo
Só tive que falar sobre meus trabalhos anteriores com 3 pessoas (2 mulheres e 1 homem) juntas numa sala minúscula.
:kgrr
 

Sgt. Kowalski

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6 mil pessoas enfrentam frio e chuva em fila para vagas de emprego em SP
7-9 minutos
G1 conta a história de candidatos que concorrem a 4 mil vagas em 27 empresas. Atendimento deve ir até sexta-feira no Vale do Anhangabaú.
Por Marina Pinhoni, G1 SP, São Paulo

06/08/2018 17h46 Atualizado há 16 horas

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Desempregados fazem fila em mutirão de emprego no Vale do Anhangabaú, Centro de São Paulo (Foto: Werther Santana/Estadão Conteúdo)

Quando Rômulo Octavio chegou às 6h desta segunda-feira (6) ao Vale do Anhangabaú, no Centro de São Paulo, uma enorme fila já havia tomado conta do Viaduto do Chá. Mais de 6 mil desempregados enfrentaram o frio e a chuva desde a madrugada em busca de uma oportunidade de trabalho.

Um mutirão organizado pela União Geral dos Trabalhadores (UGT), Sindicato dos Comerciários de São Paulo e Sindicato dos Padeiros em parceria com 27 empresas oferece 4 mil vagas em diversas áreas e perfis, de jovem aprendiz ao ensino superior completo.

Rômulo saiu de sua casa em Guarulhos às 4h, mas por pouco não perdeu a viagem. Foi o último a receber uma das 1.800 senhas que foram distribuídas para atendimento nesta segunda. Quem chegou depois recebeu uma senha diferente para tentar passar pela triagem nos próximos dias.

“Eu saí de longe, peguei várias conduções, andei para chegar aqui, mas dei sorte. Tinha gente na frente da fila que chegou no sábado para não perder o lugar”, diz Rômulo Octavio.
Rômulo Octavio, de 26 anos, era o último na fila do mutirão de emprego em São Paulo (Foto: Marina Pinhoni/G1 )

Aos 22 anos, Rômulo afirma que trabalha fazendo bicos desde o começo do ano. “Não acho trabalho na região onde eu moro. Mas agora minha esposa está grávida. Com carteira assinada é melhor, por isso vim aqui hoje”. Sem ensino superior, ele tem uma vaga na área de logística.

O Brasil tem hoje 13 milhões de desempregados, segundo o IBGE. Mas a quantidade de pessoas na fila do mutirão, que já está na sua segunda edição, surpreendeu até os organizadores.

“Imagino que até sexta-feira ainda vamos continuar os atendimentos. A fila só cresce, principalmente porque é um lugar estratégico na saída do metrô. Mesmo com a chuva tivemos uma procura muito grande”, diz o presidente da UGT, Ricardo Patah.

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Seis mil pessoas vão para o centro de São Paulo em busca de emprego

“Esse tipo de campanha dá uma certa esperança porque muita gente não tem nem o pão para colocar na mesa. É muito triste ver essa questão do desemprego. O brasileiro gosta de trabalhar, quer trabalhar, só precisa de uma oportunidade”, afirma Patah.

O frio não espantou as amigas Bruna Rodrigues e Joyce Cristina, ambas de 22 anos, que vieram de Embu das Artes, na Região Metropolitana. Prevenidas, chamavam atenção na fila enroladas em uma coberta. “Eu já trabalhei como recepcionista e auxiliar de gabinete, mas está difícil arrumar trabalho porque em todo lugar exigem muita experiência”, diz Bruna.

Bruna Rodrigues e Joyce Cristina usaram cobertor para se proteger do frio na fila de mutirão que oferece vagas de emprego em São Paulo (Foto: Marina Pinhoni/G1 )

Mas a situação também não está fácil para quem tem experiência. É o caso de Celso Agostini, de 52 anos. Com curso superior de administração, Celso atuou como bancário por 25 anos até ser demitido em 2014.

“Eu sou artista plástico também. Tentei empreender, mas não deu certo. Quero agora voltar para o mercado formal, mas percebo que minha idade acaba sendo um empecilho para as empresas”, afirmou.

O administrador Celso Agostini aguardava lendo um livro na fila do mutirão do emprego no Centro de São Paulo (Foto: Marina Pinhoni/G1 )

A auxiliar de limpeza da área hospitalar Ivonete Ataíde, de 53 anos, também enfrenta dificuldades para recolocação no mercado. Desempregada há mais de um ano, ela afirma que já entregou diversos currículos sem sucesso.

“Eu tenho experiência, tenho carta de recomendação. Acredito que não esteja conseguindo por causa da idade”, diz.
A auxiliar de limpeza Ivonete Ataíde aguardava ser chamada após triagem de currículo no mutirão de emprego em São Paulo (Foto: Marina Pinhoni/G1)

Gabriel Santana, de 19 anos, foi um dos que chegou muito cedo e conseguiu uma pré-entrevista já por volta das 11h20. Estudante de Direito, ele pleiteia uma vaga como vendedor de consórcios.

“Desde que eu saí do estágio não consigo achar algo na minha área. Mas eu preciso de um trabalho para me manter até me formar e conseguir prestar concursos”, afirma. O currículo dele foi selecionado para uma nova avaliação, desta vez na sede da empresa.

O estudante Gabriel Santana conseguiu agendar uma entrevista para vaga de vendedor no mutirão de emprego em São Paulo (Foto: Marina Pinhoni/G1 )

Jailton Xavier foi um dos sortudos que já saíram do mutirão com a certeza do emprego. Aos 26 anos, ele estava sem emprego há 3 e desde então trabalhava como autônomo. Após ser selecionado para a vaga de ajudante de copeiro em um restaurante, ele foi encaminhado para começar no trabalho já nesta segunda-feira.

“Contei com Deus e a sorte. O trabalho é um pouco longe, mas fazer o que? É triste pensar que muita gente que está aí nessa fila não vai conseguir”, diz.
 

Kampfar

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Hj vou entregar 50 curriculos.Se nao der nada,volto pro PR pro meio do mato.
 

Sr. Marques

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Eu já desisti de ficar entregando currículos, não adianta nada, meu amigo disse que onde ele trabalha tem um pilha de cv e ninguém nem olha. O último que entreguei foi à dois meses atrás. Não tem jeito, a melhor maneira de arrumar emprego é através de contatos e indicações, e como eu praticamente sou morto socialmente e não tenho experiência profissional a chance de arrumar um emprego hoje é quase zero:kbravo. A última entrevista que fui foi tão boa eu me portei tão bem, respondi as perguntas de forma correta e confiante, sem contar que tava fazendo um lindo dia kkk eu tinha certeza que iria conseguir meu primeiro emprego aquele dia mas nem sequer recebi uma resposta.:ksnif
 

Silent Len

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Fui visitar minha prima em uma cidade pequena aqui perto e ela comentou que o lugar estava crescendo em número de casas construídas devido aos novos loteamentos, mas em empregos quase nada. As duas filhas mais novas terminaram o ensino médio há pouco tempo (mas fizeram aquele EM pão com ovo) e agora estão caçando empregos nas lojas locais pra ganhar um pouco mais que o salário mínimo. O problema é que a cada ano que passa pelo menos 250 novinhas entram no mercado de trabalho em uma cidade de 50 mil habitantes, haja lojinha pra empregá-las...

Enquanto isso as mais inteligentes/estudiosas/abastadas vão embora pra continuar estudando e emendar concursos, empregos (mais difícil) ou mestrado. Os meninos idem, também estou nessa estatística.
 

maquinarama

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Eu já desisti de ficar entregando currículos, não adianta nada, meu amigo disse que onde ele trabalha tem um pilha de cv e ninguém nem olha. O último que entreguei foi à dois meses atrás. Não tem jeito, a melhor maneira de arrumar emprego é através de contatos e indicações, e como eu praticamente sou morto socialmente e não tenho experiência profissional a chance de arrumar um emprego hoje é quase zero:kbravo. A última entrevista que fui foi tão boa eu me portei tão bem, respondi as perguntas de forma correta e confiante, sem contar que tava fazendo um lindo dia kkk eu tinha certeza que iria conseguir meu primeiro emprego aquele dia mas nem sequer recebi uma resposta.:ksnif
Já tentou grupos de Telegram? O pessoal de RH costuma a postar vagas com e-mail pessoal nesses grupos

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Dr. Pregos

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Fui visitar minha prima em uma cidade pequena aqui perto e ela comentou que o lugar estava crescendo em número de casas construídas devido aos novos loteamentos, mas em empregos quase nada. As duas filhas mais novas terminaram o ensino médio há pouco tempo (mas fizeram aquele EM pão com ovo) e agora estão caçando empregos nas lojas locais pra ganhar um pouco mais que o salário mínimo. O problema é que a cada ano que passa pelo menos 250 novinhas entram no mercado de trabalho em uma cidade de 50 mil habitantes, haja lojinha pra empregá-las...

Enquanto isso as mais inteligentes/estudiosas/abastadas vão embora pra continuar estudando e emendar concursos, empregos (mais difícil) ou mestrado. Os meninos idem, também estou nessa estatística.
Mas para as novinhas e bonitinhas não falta emprego. Digo isso pois minha vizinha de frente que é marmita de bandido, fichada na polícia e vivia vadiando. Sexta feira eu fui botar o lixo fora e vi ela saindo para trabalhar com uniforme de uma clínica, toda " normalzinha. Já eu nem entrevista sou chamado para levar um não pelo menos.

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trevz

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Eu já desisti de ficar entregando currículos, não adianta nada, meu amigo disse que onde ele trabalha tem um pilha de cv e ninguém nem olha. O último que entreguei foi à dois meses atrás. Não tem jeito, a melhor maneira de arrumar emprego é através de contatos e indicações, e como eu praticamente sou morto socialmente e não tenho experiência profissional a chance de arrumar um emprego hoje é quase zero:kbravo. A última entrevista que fui foi tão boa eu me portei tão bem, respondi as perguntas de forma correta e confiante, sem contar que tava fazendo um lindo dia kkk eu tinha certeza que iria conseguir meu primeiro emprego aquele dia mas nem sequer recebi uma resposta.:ksnif
Pareceu o danito reclamando HEUEHEUEHUEE

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Eu ainda continuo sendo um talento disponível para o mercado, já completaram 3 anos (esse ano não procurei nada)

Nesse tempo que fiquei parado dei uma refletida e decidi tentar ganhar a vida por conta.
 
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