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Tópico Informal do Desemprego da OS - Compartilhe seus perrengues aqui

Vlaew

Bam-bam-bam
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Depende, pelo tempo desde que você assinou a carteira pela primeira vez teria direito. Eu tive duvida se teria quando recebi pela primeira vez, se era 5 anos por tempo total trabalhado ou a partir do primeiro registro, felizmente não é pela soma de tempo de todos os trabalho.

Agora tem um porém que ferra mesmo com aqueles que ganham pouco, para ter direito deve ter trabalhado pelo menos 30 dias registrado no ano anterior e a soma total dos valores recebidos no ano não pode ultrapassar dois salários mínimos mensais. Eu como me recuso fazer horas extras normalmente recebo o PIS, meus amigos que excediam seus horários perdiam o direito pelo complemento ultrapassar a média necessária.

Resumindo, se começou a trabalhar registrado em 2013, trabalhou pelo menos 30 dias registrado no ano passado e a soma não ultrapassou dois salários mínimos, você deve ter direito ao PIS.
Valeu pela atenção velho

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Sgt. Kowalski

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Medo do desemprego sobe e chega a maior nível desde 1996, diz CNI
5-6 minutos

Medo do desemprego cresceu mais para os homens, pessoas com menor grau de instrução e entre quem ganha até 1 salário mínimo.

Por Marta Cavallini, G1

10/07/2018 10h25 Atualizado há 4 horas

Medo do desemprego cresce entre os menos instruídos e quem ganham menos (Foto: BOM DIA BRASIL )

Pesquisa divulgada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) mostra que o medo do desemprego cresceu em junho entre os brasileiros e chegou ao mesmo nível de 1996, quando começou a série histórica.

O Índice do Medo do Desemprego subiu para 67,9 pontos em junho, 4,2 pontos acima do registrado em março.

O índice de 67,9 pontos é o maior valor da série histórica iniciada em maio de 1996, empatado com os valores registrados em maio de 1999 e em junho de 2016. O índice está 18,3 pontos acima da média histórica de 49,6 pontos. O indicador varia de 0 a 100 pontos. Quanto maior o índice, maior o medo do desemprego.

“O medo do desemprego voltou para o maior nível que tinha alcançado durante a crise porque a recuperação da economia está muito lenta e as pessoas ainda não perceberam a queda da inflação e a melhora no emprego”, afirma o gerente-executivo de Pesquisas e Competitividade da CNI, Renato da Fonseca.

De acordo com a pesquisa, o medo do desemprego cresceu mais para os homens e as pessoas com menor grau de instrução. Entre março e junho, o indicador subiu 5,6 pontos para os homens e 2,8 pontos para as mulheres.

Para os brasileiros que têm até a 4ª série do ensino fundamental, o índice subiu 10,4 pontos entre março e junho e alcançou 72,4 pontos. Entre os que possuem educação superior, o índice subiu 0,6 ponto e passou de 59,9 para 60,5 pontos.

O índice de medo do desemprego é maior entre quem ganha até 1 salário mínimo - subiu 7,4 pontos de março para junho. O menor é entre quem ganha mais de 5 salários mínimos - 55,2 pontos.

O medo de perder o emprego é maior entre quem mora na periferia - 73,9 pontos - e no Nordeste (74,1 pontos).

Em relação à faixa etária, o medo de ficar sem trabalho é maior entre as idades de 16 a 24 anos (70,8 pontos).

O levantamento ouviu 2 mil pessoas em 128 municípios entre os dias 21 e 24 de junho.

Evolução do índice de medo do desemprego (Foto: Reprodução/CNI)

O levantamento mostra ainda que a satisfação com a vida também diminuiu para 64,8 pontos, o menor nível desde junho de 2016, quando alcançou 64,5 pontos. Quanto menor o indicador, menor é a satisfação com a vida.

“Isso é reflexo do aumento do desemprego e de outras questões que envolvem a baixa expectativa sobre a melhora da situação financeira das pessoas e até mesmo as incertezas políticas”, avalia Fonseca. “Os dois indicadores mostram que as perspectivas da população para o futuro são pessimistas. As pessoas ainda não estão confiantes de que o país está saindo da crise”, analisa.

Conforme a pesquisa, queda do índice de satisfação com a vida foi maior na região Sul, onde o indicador caiu 5,3 pontos entre março e junho e ficou em 63,8 pontos. Nas demais regiões, a retração foi inferior a 2,3 pontos. Nos estados do Sul, o índice é menor do que o das demais regiões.
 

Sgt. Kowalski

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Cerca de 6 mil pessoas fazem fila por emprego no centro de SP
6-8 minutos
Cleide Silva, O Estado de S.Paulo

16 Julho 2018 | 13h09

Cerca de 6 mil pessoas foram na manhã desta segunda-feira, 16, à sede do Sindicato dos Comerciários de São Paulo, na região do Vale do Anhangabaú, região central de São Paulo, em busca de uma das 1,8 mil vagas que estão sendo oferecidas por empresas do setor.

As primeiras pessoas chegaram ao local ainda no domingo, a partir das 23h30, segundo informou o presidente do sindicato e da União Geral dos Trabalhadores (UGT), Ricardo Patah. “Nunca vi tanta gente aqui antes”, disse.

Foram distribuídas senhas e, no início da tarde, os organizadores passaram a informar às pessoas que tinham senhas acima do número 3 mil a retornarem em outro dia. Com a procura acima das expectativas – eram esperadas 5 mil pessoas – a central decidiu prorrogar o "mutirão do emprego", como é chamado o evento, para a semana toda. O atendimento de hoje se encerra às 17h.

O mutirão é uma parceria inédita da UGT com várias empresas para oferecer as vagas. Em troca, a entidade pretende sindicalizar a maioria dos trabalhadores que conseguirem emprego e, com isso, obter recursos com mensalidades de associados para se manter após a reforma trabalhista, que acabou com a obrigatoriedade do imposto sindical.

++Lapa, em SP, tem ‘quadrilátero do desemprego’

“Essa é uma resposta à reestruturação que estamos fazendo para continuar com nosso trabalho sindical”, afirmou Patah. Segundo ele, a sindicalização será voluntária, mas, ao chegar ao sindicato o interessado em uma vaga receberá folhetos, assistirá filmes e será abordado por sindicalistas em um trabalho de convencimento. “Vamos mostrar a estrutura que oferecemos, com médicos, dentistas, lazer.”

++Mais pobres dependem mais de aposentados

O atendimento será feito das 9h às 17h na sede do sindicato, ao lado da estação do metrô Anhangabaú. O grupo Pão de Açúcar terá mil vagas a serem preenchidas. Também estão com oferta de empregos a Droga Raia/Drogasil (25 vagas), Supermercado Hirota (11), Telhanorte (360), Calçados Clovis (22), Carrefour (85), Include Quality (70 para jovens aprendizes), Supermercado da Praça (30), Santil (3), Makro Atacadista (20) e outras (200).

Há vagas para diversas cidades da Grande São Paulo – inclusive para pessoas com deficiência – vendedor, atendente, para auxiliar, assistente de RH, analista, motorista, cozinheiro, operador de caixa, repositor, estoquista, recepcionista, agente de fiscalização, balconista, entre outras.
 

Raposaroxa

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Cerca de 6 mil pessoas fazem fila por emprego no centro de SP
6-8 minutos
Cleide Silva, O Estado de S.Paulo

16 Julho 2018 | 13h09

Cerca de 6 mil pessoas foram na manhã desta segunda-feira, 16, à sede do Sindicato dos Comerciários de São Paulo, na região do Vale do Anhangabaú, região central de São Paulo, em busca de uma das 1,8 mil vagas que estão sendo oferecidas por empresas do setor.

As primeiras pessoas chegaram ao local ainda no domingo, a partir das 23h30, segundo informou o presidente do sindicato e da União Geral dos Trabalhadores (UGT), Ricardo Patah. “Nunca vi tanta gente aqui antes”, disse.

Foram distribuídas senhas e, no início da tarde, os organizadores passaram a informar às pessoas que tinham senhas acima do número 3 mil a retornarem em outro dia. Com a procura acima das expectativas – eram esperadas 5 mil pessoas – a central decidiu prorrogar o "mutirão do emprego", como é chamado o evento, para a semana toda. O atendimento de hoje se encerra às 17h.

O mutirão é uma parceria inédita da UGT com várias empresas para oferecer as vagas. Em troca, a entidade pretende sindicalizar a maioria dos trabalhadores que conseguirem emprego e, com isso, obter recursos com mensalidades de associados para se manter após a reforma trabalhista, que acabou com a obrigatoriedade do imposto sindical.

++Lapa, em SP, tem ‘quadrilátero do desemprego’

“Essa é uma resposta à reestruturação que estamos fazendo para continuar com nosso trabalho sindical”, afirmou Patah. Segundo ele, a sindicalização será voluntária, mas, ao chegar ao sindicato o interessado em uma vaga receberá folhetos, assistirá filmes e será abordado por sindicalistas em um trabalho de convencimento. “Vamos mostrar a estrutura que oferecemos, com médicos, dentistas, lazer.”

++Mais pobres dependem mais de aposentados

O atendimento será feito das 9h às 17h na sede do sindicato, ao lado da estação do metrô Anhangabaú. O grupo Pão de Açúcar terá mil vagas a serem preenchidas. Também estão com oferta de empregos a Droga Raia/Drogasil (25 vagas), Supermercado Hirota (11), Telhanorte (360), Calçados Clovis (22), Carrefour (85), Include Quality (70 para jovens aprendizes), Supermercado da Praça (30), Santil (3), Makro Atacadista (20) e outras (200).

Há vagas para diversas cidades da Grande São Paulo – inclusive para pessoas com deficiência – vendedor, atendente, para auxiliar, assistente de RH, analista, motorista, cozinheiro, operador de caixa, repositor, estoquista, recepcionista, agente de fiscalização, balconista, entre outras.
Assisti essa reportagem hoje na TV...
Moro no centro, passei por la pra resolver umas coisas, a fila atravessava o bairro, bizarro demais.

E tem gente que acredita que "votar direito" vai mudar alguma coisa...
Enquanto não acabarem com as regalias desses filhos da put* dos politicos e começar a prender bandido de colarinho branco e deixar eles apodrecendo nada vai mudar.
E isso pq nem veio mesmo as consequencias dessa greve idiota dos caminhoneiros, até o final do ano vai ficar bem pior :suxx:suxx:suxx
 

quemsoueu

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Tem alguma pesquisa que fale o numero de pessoas formadas sem emprego?
 


Sgt. Kowalski

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País deixa de criar 80% das vagas de trabalho previstas
Flavia Lima
4-6 minutos
Embora o número de vagas com carteira assinada seja positivo no ano, o ritmo de contratações tem mostrado forte desaceleração nos últimos três meses, um sinal cada vez mais firme de interrupção do que parecia ser uma melhora gradual do emprego formal identificada ao longo do ano passado.

No início de 2018, o ritmo de geração de vagas no mercado formal de trabalho era compatível com algo perto de 750 mil novos postos neste ano.

Desde março, no entanto, a desaceleração tem sido tão brusca que, mantido o ritmo registrado a partir daquele mês, o mercado de trabalho pode fechar 2018 com um saldo líquido de apenas 220 mil vagas com carteira.

O número é considerado pífio por economistas —cerca de 20% do previsto. As estimativas no final de 2017 apontavam a criação de 1 milhão de novos postos com carteira.

O levantamento é da LCA Consultores com base nos dados do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), feito com exclusividade para a Folha.

"No começo do ano, não parecia irreal um saldo de 1 milhão de novas vagas em 2018, dado o que se previa para a economia", diz Cosmo Donato, economista da LCA.

Donato revisou suas projeções e agora espera a criação de 500 mil novas vagas com carteira neste ano.

A estimativa, porém, tende ser revista para baixo, em meio ao ambiente de incertezas e recuperação lenta. "Não é o nosso cenário principal, mas não acho impossível encerrar o ano com demissões líquidas", afirma Donato.

As contas do economista Marcelo Gazzano, da consultoria ACPastore, também apontam para uma deterioração importante da geração de vagas com carteira assinada.

Segundo Gazzano, a média de 40 mil vagas criadas entre outubro e dezembro caiu para uma média de 24 mil vagas entre março e maio.

Como foram perdidos 3 milhões de postos formais durante a crise, mantido o ritmo atual, o mercado de trabalho levaria nada menos do que dez anos para se recompor.

Para fazer este tipo de previsão, os especialistas em mercado de trabalho não usam os dados brutos do Caged, mas lançam mão de um ajuste estatístico (conhecido como dado dessazonalizado).

O ajuste exclui as flutuações que refletem as particularidades de cada mês --como a alta das vendas no Natal ou a queda da produção no Carnaval-- e permite a comparação entre períodos.

Assim, ainda que os dados brutos do Caged apontem para a criação de 344,7 mil vagas formais entre janeiro e maio, eles não são bons para entender para onde está indo o mercado de trabalho.

Nos dados ajustados, é possível ver que o saldo de demissões líquidas desacelerou ao longo de 2017, fazendo com que o mercado de trabalho deixasse o fundo do poço.

Mas o que causa apreensão entre os economistas é que ele parecia avançar no começo deste ano, mas perdeu fôlego.

O cenário trágico está intimamente ligado à lenta reação da atividade econômica, em um círculo vicioso que parece difícil de ser quebrado.

Em dezembro de 2017, as previsões de crescimento econômico indicavam alta de 2,7% em 2018, chegando, em março, a atingir quase 3%, segundo acompanhamento semanal do Banco Central.

De lá para cá, as projeções para o PIB (Produto Interno Bruto) vêm caindo e hoje não passam de 1,5%-- com reflexos óbvios sobre expectativas para o mercado de trabalho.

Segundo Gazzano, a queda do emprego formal afeta a capacidade de consumo das famílias e compromete a retomada. Ao representar cerca de 65% do PIB, o consumo determina o fôlego da economia.

Ao mesmo tempo, ressalta Donato, da LCA, um cenário externo tumultuado, incertezas eleitorais e eventos, como a paralisação dos caminhoneiros, atingem a confiança dos empresários que, em meio ao alto nível de ociosidade de suas empresas, não veem razão para investir e contratar.

Setor a setor, a construção civil é, sem dúvida, o que causa mais preocupação.

"Não quer dizer que a gente voltou para a crise", diz Donato. O problema, diz ele, é que o mercado de trabalho parou de demitir, mas não ingressou numa recuperação robusta a ponto de recuperar as vagas perdidas durante a crise. "Na verdade, parecemos muito longe disso", conclui.
 

Piga

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@Sgt. Kowalski
Nada de surpreendente. O contrário seria. Num país que nem o nosso, onde o nosso Governo toma 40% direta e/ou indiretamente do faturamento bruto das empresas, principalmente das médias e pequenas que são as maiores criadores de vagas do país, só os loucos, corajosos e os sem noção mante´m hoje em dia uma empresa aberta no Brasil. Pra não dizer que é choro, diversas multinacionais estão picando a mula daqui. FNAC, Indian Motocycles, Mabe (que fabricava os eletrodomésticos GE, Dako e Continental) entre outras, além daquelas que já encolheram bastante como Wallmart e Carrefour. Estamos indo rumo a venezuelização.
 
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Faço 26 sábado agora, quando tinha 18 pensava que teria uma vida totalmente diferente de hoje, é um tapa na cara a cada dia que passa, mas acho que se foder faz parte.

Pior que na situação que anda o país não sei até que ponto compensa correr atrás do tempo perdido.

Pq acha q n vale a pena correr atrás do tempo perdido?
 

Grose

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Quase sempre quando estou batendo perna no centro tem filas quilométricas de candidatos para lugares que oferecem meia dúzia de vagas, até pensei em participar mas nunca entrei numa dessas, me desanimava só de pensar no tempo perdido. :/

A situação parecia ter melhorado quando me chamaram para 4 entrevistas no começo do mês, o tempo passou e pelo jeito não deu em nada, de novo. Parece piada mas acho que preciso fazer uns tópicos estilo Danito, neste último fizeram testes práticos conosco e eu evidentemente fui muito bem, por saber da área, era só organizar uma estante pelos códigos, fazer umas embalagens de correio, separar mercadoria, coisa típica de logística, ainda assim nada. Altas vezes pensei em chegar numa entrevista e falar tudo errado, fazer um teste prático avacalhado, quem sabe assim. :S
 

Insônia

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@Grose vc é de SP? Se for, tem bastante vagas na área de logística na região da Lapa/água branca os salários são meio bunda (padrão da área), só melhoram um pouco se vc tiver curso de empilhadeira.
Anos atrás ia na 12 de outubro, lá tinha várias agências e deixava uns currículos por lá. Hoje em dia nem sei se rola essa esquema de agência e entrega de currículo impresso, mas ali era o point pra logística.
 

Grose

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@Grose vc é de SP? Se for, tem bastante vagas na área de logística na região da Lapa/água branca os salários são meio bunda (padrão da área), só melhoram um pouco se vc tiver curso de empilhadeira.
Anos atrás ia na 12 de outubro, lá tinha várias agências e deixava uns currículos por lá. Hoje em dia nem sei se rola essa esquema de agência e entrega de currículo impresso, mas ali era o point pra logística.
Eu sou de Curitiba mas valeu pela dica.

Pois é, no meu último emprego estava trabalhando de comprador de livros, mas acho chato demais estes serviços administrativos, ficar sentado na frente do PC, só por prazer e em casa, com metas então, pior ainda, prefiro ficar me ferrando fisicamente, já que é para trabalhar e me sinto mal em qualquer área, que eu seja o lixo humano mais desprezível, o colaborador desgarrado, a representação máxima da derrocada do ser animalesco. É isto que o trabalho me representa, ao menos estarei aproveitando ao máximo. Eu não falto, não chego atrasado e faço tudo que me pedem, me resigno pela podridão, sou a maçã podre entre todas as podres. UU

Este é o meu manifesto, por mais contraditório que pareça. hahaha

Agora que eu linkei seu nick ao ver a assinatura, Vash the Stampede. Saudades de Trigun e animes similares...
 
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@Grose vc é de SP? Se for, tem bastante vagas na área de logística na região da Lapa/água branca os salários são meio bunda (padrão da área), só melhoram um pouco se vc tiver curso de empilhadeira.
Anos atrás ia na 12 de outubro, lá tinha várias agências e deixava uns currículos por lá. Hoje em dia nem sei se rola essa esquema de agência e entrega de currículo impresso, mas ali era o point pra logística.

Essas agências de bairro não servem pra muita coisa. A internet engoliu elas. Pra arranjar um trampo bom mesmo, só com QI ou QP, infelizmente. Mais da metade das vagas não são divulgadas...
 

doraemondigimon

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Torcerei por você, jovem.

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Obrigado pela força (e não foi só a sua!). Quando saí do sindicato (lá pro dia 23 de junho, mais ou menos), já fui cercado por um amigo que ia lá direto e havia me prometido um emprego A TRÊS ANOS ATRÁS (juro!).

Esse emprego ainda não havia saido pelos seguintes motivos:

  • A pessoa que me prometeu essa vaga, sofreu um ataque cardíaco que quase o levou deste mundo. Gastou mais de 300.000 R$ no seu tratamento completo e teve que fazer coisa de 4 operações pra conseguir estar aqui. Nessa, ele ficou mais de 2 anos parado pra recuperação.
  • Arrumaram um sócio pra empresa dele. O problema é que o cara simplesmente fugiu com a grana de um serviço (coisa de R$ 40.000,00) e ainda fez ilegalidades no nome da empresa. Ele só foi descobrir tudo o que houve, quase um ano depois que esse carinha entrou com a sociedade.
Agora, estamos reerguendo a empresa, com fé de que estamos no rumo certo. Graças a Deus, ontem foi fechado o primeiro negócio da empresa que irá tirá-lo do vermelho (e eu estou no meio dessa!)

Pra ficar mais interessante, este que vos tecla que ouvia coisas no serviço como "ele é vagabundo", "não faz o serviço com qualidade", "inútil", "lento" e outras coisas a mais, teve não apenas esse chamado, mas TRÊS (isso mesmo, três chamados a mais) pra trabalho em outros locais!

Um, de uma empresa da área da construção pesada. Um dos que levavam o povo pra fazer acertos no sindicato ficou sabendo e avisou pro chefe dele, que me telefonou perguntando se eu queria trabalhar no RH dele (salário de R$ 1.600,00). Também fui chamado por um dono de uma empresa de dedetização que está investindo em caminhões de carga de água potável pra Goiânia e regiões. Iria ficar na área de RH e controle de logística (salário de R$ 3.000,00 - esse ainda não abriu a nova empresa) e um prefeito de uma cidade do interior QUER que eu cuide da rádio local (salário de 3.500,00, mais deslocamento e hospedagem nos finais de semana)

Ou seja, estou muito feliz com o que está acontecendo e obrigado por ter tantos amigos que pensam bem de mim!

Essas agências de bairro não servem pra muita coisa. A internet engoliu elas. Pra arranjar um trampo bom mesmo, só com QI ou QP, infelizmente. Mais da metade das vagas não são divulgadas...

Eu concordo com essa afirmação. Não gostaria que acontecesse isso, e olha que eu sofri bastante devido a minha aparência (lembrando, sou um tetudo de 130kg, mas em fase de emagrecimento...) e isso sempre me atrapalhou pra conseguir empregos porque, eu tinha o conhecimento, mas não sou bonitinho pra sair ficando na frente de todos!
 

Raposaroxa

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Obrigado pela força (e não foi só a sua!). Quando saí do sindicato (lá pro dia 23 de junho, mais ou menos), já fui cercado por um amigo que ia lá direto e havia me prometido um emprego A TRÊS ANOS ATRÁS (juro!).

Esse emprego ainda não havia saido pelos seguintes motivos:

  • A pessoa que me prometeu essa vaga, sofreu um ataque cardíaco que quase o levou deste mundo. Gastou mais de 300.000 R$ no seu tratamento completo e teve que fazer coisa de 4 operações pra conseguir estar aqui. Nessa, ele ficou mais de 2 anos parado pra recuperação.
  • Arrumaram um sócio pra empresa dele. O problema é que o cara simplesmente fugiu com a grana de um serviço (coisa de R$ 40.000,00) e ainda fez ilegalidades no nome da empresa. Ele só foi descobrir tudo o que houve, quase um ano depois que esse carinha entrou com a sociedade.
Agora, estamos reerguendo a empresa, com fé de que estamos no rumo certo. Graças a Deus, ontem foi fechado o primeiro negócio da empresa que irá tirá-lo do vermelho (e eu estou no meio dessa!)

Pra ficar mais interessante, este que vos tecla que ouvia coisas no serviço como "ele é vagabundo", "não faz o serviço com qualidade", "inútil", "lento" e outras coisas a mais, teve não apenas esse chamado, mas TRÊS (isso mesmo, três chamados a mais) pra trabalho em outros locais!

Um, de uma empresa da área da construção pesada. Um dos que levavam o povo pra fazer acertos no sindicato ficou sabendo e avisou pro chefe dele, que me telefonou perguntando se eu queria trabalhar no RH dele (salário de R$ 1.600,00). Também fui chamado por um dono de uma empresa de dedetização que está investindo em caminhões de carga de água potável pra Goiânia e regiões. Iria ficar na área de RH e controle de logística (salário de R$ 3.000,00 - esse ainda não abriu a nova empresa) e um prefeito de uma cidade do interior QUER que eu cuide da rádio local (salário de 3.500,00, mais deslocamento e hospedagem nos finais de semana)

Ou seja, estou muito feliz com o que está acontecendo e obrigado por ter tantos amigos que pensam bem de mim!



Eu concordo com essa afirmação. Não gostaria que acontecesse isso, e olha que eu sofri bastante devido a minha aparência (lembrando, sou um tetudo de 130kg, mas em fase de emagrecimento...) e isso sempre me atrapalhou pra conseguir empregos porque, eu tinha o conhecimento, mas não sou bonitinho pra sair ficando na frente de todos!
Rapaizzzz, aqui é uma mistura de felicidade ( por saber que tem user com oportunidade sobrando ) com uma inveja monstra :kkk
Ainda bem q nem todo mundo ta na miséria do desemprego, é oq um conhecido meu falava e sempre tomei como verdade, "a vida é feita de contatos".

Boa sorte em seja la qual você escolher.
 
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skydog

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Cheguei!!!

Depois de muita chibatada nas costas, meus serviços não foram mais necessários! patraomaislindodessemundoqueeuamoobrigaduportudoseucabrito
 

Wastelander

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Aproveitando o tópico, tenho 2 irmãos que não terminaram a faculdade e hoje trabalham em empregos ganhando na faixa de mil e poucos.

Pra quem só terminou ensino médio o que vocês recomendariam a fazer para ganhar maiores salários ? Investir em cursos técnicos do Senai por exemplo seria uma boa ?
Uma coisa q sempre indico, INDEPENDENTE da área: Faça um curso de vendas. De preferência um bom (coisa que não tem aqui na minha região =/).

Pq pelo menos 50% do seu tempo você está vendendo alguma coisa, seja o seu currículo numa entrevista, seu papo interessante pra uma ficada, suas idéias para o seu chefe. E claro que não é o que todo mundo quer, mas shoppings normalmente tem falta de mão de obra qualificada de vendas - então se o cara for bom, consegue uma boquinha pra não morrer de fome.
 

Sgt. Kowalski

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Mercado de trabalho não reage e 13% dos brasileiros queimam poupança em gastos do dia a dia
6-8 minutos
O designer Marcos Araújo, 47, está sem trabalhar há dois anos, desde que foi demitido de uma indústria têxtil. De lá para cá, já usou todas as suas economias para pagar as contas e hoje deve R$ 5 mil para vários bancos. "Nem bicos consigo direito. Só aparece um trabalho a cada seis meses. É muito pouco", diz. A situação dele só não é ainda mais difícil porque mora com a mãe e a irmã e, portanto, as contas acabam sendo divididas.

Histórias como a de Marcos se repetiram nos últimos anos diante da forte deterioração do mercado de trabalho. Em junho, 13,3% dos brasileiros queimaram reservas financeiras para bancar as contas do dia a dia, segundo levantamento do Instituto Brasileiro de Economia, da Fundação Getulio Vargas (Ibre/FGV).

Corda no pescoço (Foto: Arte/G1)

Embora a parcela de brasileiros que use recursos guardados já tenha sido maior, sobretudo quando a crise econômica estava mais intensa, os últimos meses têm mostrado uma resistência à queda do indicador e até mesmo uma leve piora.

"Havia uma esperança muito forte de que uma melhora do mercado de trabalho poderia resolver a questão do orçamento doméstico. Essa recuperação não veio e parte desses consumidores foi usando a poupança que tinha para pagar as contas", diz Viviane Seda, economista do Ibre.
A pesquisa do Ibre/FGV leva em conta todos os tipos de reservas financeiras. Para a caderneta de poupança, os dados do Banco Central até mostram que os valores depositados superaram os saques em R$ 5,6 bilhões no mês de junho. No entanto, a economista do Ibre pondera que isso indica apenas que quem ainda tem folga no orçamento está preferindo guardar dinheiro do que gastar.

Mercado de trabalho tem frustrado
Os últimos dados do mercado de trabalho frustraram os analistas. A expectativa era de que a economia brasileira cresceria mais neste ano e, consequentemente, a criação de emprego teria uma recuperação mais robusta, aliviando o orçamento das famílias.

No trimestre encerrado em maio, a taxa de desemprego ficou em 12,7% e atingiu 13,2 milhões de pessoas, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em junho, os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), que levam em conta apenas os emprego com carteira assinada, também mostraram um quadro ruim: a destruição de 661 vagas.

"O mercado de trabalho continua muito ruim. Mesmo com a criação de vagas, milhões de pessoas seguem desempregadas", afirma a economista-chefe do SPC (Serviço de Proteção ao Crédito) Brasil, Marcela Kawauti.

Números do SPC Brasil também mostram um comportamento parecido com os do Ibre. Em maio, a entidade apurou que 40,5% das pessoas consultadas fizeram uso de reserva financeira para diversas finalidades. Desse total, 4,5% utilizaram as reservas porque ficaram desempregadas e 7,4% porque não tinham dinheiro suficiente para pagar as contas.

“Nem sempre o uso de reservas é ruim. Na compra de item de um maior valor, por exemplo, é natural que se use a reserva. O problema é quando essa reserva para a ser usado constantemente e aí a pessoa tem de partir para o crédito", diz Marcela.

Endividamento é maior entre os mais pobres
Consumidores fazem consulta para saber se nome está negativado (Foto: Marcelo Brandt/G1)

O uso de reservas financeiras para o pagamento das contas acaba levando parte dos brasileiros, sobretudo os mais pobres, para um caminho sem volta: o do endividamento.

Em junho, o levantamento do Ibre apontou que 9,8% dos consumidores se declararam endividados. É um indicador que também já foi mais alto, mas tem piorado nos últimos meses.

A análise detalhada dos números mostra que os mais pobres são os mais endividados, enquanto os ricos são os que mais queimam poupança porque têm folga no orçamento. Em junho, na faixa da renda dos que ganham até R$ 2,1 mil, 8,2% usaram reservas para despesas e 15,1% se declararam endividados. No outro extremo, entre os ganham acima de R$ 9,6 mil, 16,1% usaram as economias próprias, mas apenas 3,7% tinham dívidas.

Estresse financeiro dos brasileiros em junho

Faixa de renda Gastam poupança com despesas Estão endividados
Até R$ 2.100 8,2% 15,1%
De R$ 2.100 a R$ 4.800 16,3% 15,5%
De R$ 4.800 a R$ 9.600 15,0% 8,4%
Acima de R$ 9.600 16,1% 3,7%
"As pessoas de mais baixa renda não têm margem para se tornarem consumidores equilibrados. Então elas ainda estão se endividando, porque o mercado de trabalho não deu o retorno esperado. E quem tem margem se tornou mais cauteloso, quem vinha gastando agora está poupando", explica Viviane Seda, do Ibre/FGV.
Cresce inadimplência por desemprego
Um levantamento feito pela Boa Vista SCPC ilustra bem esse quadro da combinação perversa entre piora do mercado de trabalho e dificuldade para acertar as contas.

No primeiro semestre deste ano, 45% dos consumidores inadimplentes consultados pela entidade justificaram o atraso no pagamento das contas por falta de trabalho. Há dois anos, essa fatia era de 32%.

Arte/Atraso (Foto: Arte/G1)

Quando ficou desempregado, Mario de Oliveira, de 50 anos, gastou todas as suas reservas em apenas um ano e ficou inadimplente. "Trabalhava como cozinheiro, mas fui demitido. Em pouco tempo, usei todo o meu dinheiro para continuar fazendo as minhas coisas e para pagar a despesa de duas casas."

Agora, diz que as coisas tem melhorado. Faz pouco tempo começou a costurar.

Mario de Olveira gastou toda a reserva financeira em apenas um ano (Foto: Marcelo Brandt/G1)

Segundo dados da Serasa Experian, 60,4 milhões de brasileiros estavam com o nome negativado por inadimplência em maio (números mais recentes). Em abril, eram 61,2 milhões.
 

Raposaroxa

Bam-bam-bam
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c***lho, 2 anos desempregado...

Eu entrei no meu primeiro ano, ate rola uns bicos, mas a grana é bem curta, mal paga as contas... se eu morasse sozinho estaria fodido!
 
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c***lho, 2 anos desempregado...

Eu entrei no meu primeiro ano, ate rola uns bicos, mas a grana é bem curta, mal paga as contas... se eu morasse sozinho estaria fodido!

Sei como é... fiquei de outubro de 2015 até setembro de 2017 sem nada, depois consegui arranjar um trabalho legal, só que 6 meses depois me mandaram embora por corte de custos. Foda, se não tiver uma cabeça equilibrada, você vai a loucura.
 

geist

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Logo não vai ter mais poupança para recorrer e nem crédito na praça. Aí a porca vai torcer o rabo bonito.
 

Sgt. Kowalski

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Trabalho que não exige qualificação cresce após crise
Clara Cerioni
2 minutos
Mais de 50% dos profissionais que atuam por conta própria em áreas que não exigem nenhuma qualificação trabalham dessa forma devido às consequências da crise econômica.

Essa é a conclusão de um levantamento realizado pelo Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos) com base em pesquisa do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) de 2017.

Desde 2015, as profissões que mais cresceram foram as de ajudantes de construção de edifícios, vendedores ambulantes (exceto os que comercializam comidas) e trabalhadores de agricultura. Todas elas se caracterizam pelas condições precárias de salário e ausência de direitos trabalhistas.

De acordo com a pesquisa, no final do mês os trabalhadores recebem em média R$ 722. O valor é menor do que o salário mínimo, que atualmente é de R$ 954.Mulheres e homens negros são os que menos têm grana. No mês, ganham R$ 491 e R$ 679, respectivamente, em média. Para Gustavo Monteiro, técnico do Núcleo de Produção de Informação do Dieese, há anos esse cenário não era tão preocupante. “Os trabalhadores não têm quase nada de renda e seguem sem nenhuma perspectiva”, diz.
 

geist

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Eu não gosto desse cara, acho que ele viaja nas ideias, mas nesse vídeo aqui ele acertou em cheio. Resolvi compartilhar para quem quer cair fora do Brasil ou ficar aqui mesmo, mas ser visto pelo mercado.
Seja bom, dedicado em sua área de atuação que você será distinto e conseguirá garantir o seu espaço.



No vídeo ele anuncia uma vaga para Portugal. 1600 euros por mês. Achei uma grana muito boa para os padrões portugueses, daria para viver tranquilamente.
 

HuezinXD

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Verdadeira saída para o Brasil. Até triste pensar que um país deste tamanho com tamanha possibilidades esteja tão na m**** assim por causa de individualismo de políticos. Muito potencial desperdiçado.
 

Sgt. Kowalski

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Alta na informalidade não antecipa volta do emprego formal, diz estudo
7-9 minutos
Luciana Dyniewicz, O Estado de S.Paulo

30 Julho 2018 | 05h00

O aumento no número de trabalhadores informais não garante que uma recuperação do mercado formal virá em seguida, ao contrário do que acreditavam muitos economistas no ano passado, quando houve queda no nível de desemprego do País sobretudo entre os trabalhadores sem carteira assinada. Estudo do Credit Suisse obtido com exclusividade pelo Estado aponta que a recuperação do mercado informal antecedeu a do formal em apenas dois de seis períodos de crise desde 1992.

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Segundo vendedores, abordagens da Prefeitura estão mais frequentes Foto: WERTHER SANTANA/ESTADÃO
“Não há evidências de que o mercado informal antecipa a recuperação”, frisa o economista-chefe do banco suíço, Leonardo Fonseca, que analisou o que ocorreu no emprego nos dez trimestres seguidos após seis recessões. Apenas em 1999 e em 2003 a recuperação do informal antecedeu a do formal. Nos outros episódios, houve uma situação (2009) em que o inverso foi registrado e casos (1992 e 1995) de contínua deterioração dos indicadores de trabalhadores com carteira assinada enquanto aumentava o número dos sem carteira. A crise de 2001 teve um comportamento diferente das demais: inicialmente, houve uma melhora nos dois mercados, mas uma nova crise na economia entre 2002 e 2003 fez com que o formal estagnasse e o informal avançasse.

“Tentamos ver se a relação entre recuperação da economia e melhora do mercado informal aconteceu em outras recessões. Não observamos que a população informal reage primeiro e a formal vem depois. Só há relação estatística entre atividade econômica e mercado formal”, acrescenta Fonseca.

Uma recuperação no número de trabalhadores com carteira assinada, portanto, só vai ocorrer quando a economia voltar a crescer a um ritmo mais expressivo. “O mercado informal tem custos menores. É mais fácil ele reagir. Mas uma retomada do formal só vai acontecer quando a economia se consolidar.”

Se o PIB avançar 2% em média nos próximos anos (o Credit projeta 1,8% para 2018), a taxa de desemprego voltará à casa dos 7%, registrada em 2014, apenas no primeiro trimestre de 2023, apontam cálculos do banco. No trimestre entre março e maio deste ano, o desemprego ficou em 12,7%, atingindo 13,2 milhões de pessoas.

Um ano atrás, o Credit fez uma simulação semelhante que indicava que o patamar poderia ser atingido antes – no terceiro trimestre de 2022. O desempenho pífio no início deste ano, porém, mudou as projeções. Caso o PIB crescesse 4%, em média, a recuperação ocorreria em setembro de 2021.

Consumo
Ao contrário das outras recuperações analisadas, em que a retomada foi impulsionada pelo aumento nas exportações e, depois, nos investimentos, a atual está mais baseada no consumo, o que também reduz o nível de contratação, segundo Fonseca. “Houve, por exemplo, o estímulo do FGTS no ano passado. Há características mais temporárias. O nível de incerteza política também é alto. Isso tudo reflete na expectativa de contratação.”

Para realizar o estudo, o economista usou dados da Pesquisa Mensal do Emprego, feita pelo IBGE até fevereiro de 2016 com informações das regiões metropolitanas de Recife, Salvador, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, São Paulo e Porto Alegre.
 

Grose

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Eu fico ferrado da cara com estes empregadores que fazem cu doce para contratar quem está endividado, estes dias no jornal local disseram que 45% das pessoas da região estão com o nome no SCPC e Serasa, mas também, querem que as pessoas paguem as contas como? No fim das contas o mercado que os repudia sai perdendo pelo número muito expressivo de pessoas sem condições, ato que fica mais evidente com as quedas frequentes nos períodos de festas ou pelos vários espaços vagos em shoppings.

Claro que as empresas podem contratar quem elas quiserem mas que os RH costumam selecionar mal pra cacete, acredito que isso fique evidente para a maioria que trabalhou ou trabalha por aqui, tanto que reclamamos bastante disso. haha
 

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Eu fico ferrado da cara com estes empregadores que fazem cu doce para contratar quem está endividado, estes dias no jornal local disseram que 45% das pessoas da região estão com o nome no SCPC e Serasa, mas também, querem que as pessoas paguem as contas como? No fim das contas o mercado que os repudia sai perdendo pelo número muito expressivo de pessoas sem condições, ato que fica mais evidente com as quedas frequentes nos períodos de festas ou pelos vários espaços vagos em shoppings.

Claro que as empresas podem contratar quem elas quiserem mas que os RH costumam selecionar mal pra cacete, acredito que isso fique evidente para a maioria que trabalhou ou trabalha por aqui, tanto que reclamamos bastante disso. haha
Rh de empresa é uma piada hoje em dia.

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maquinarama

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Hj recebo uma ligação de uma vaga para administrador de servidores, administração de servidores em nuvem e ainda suporte a usuários por 1450,00. tá de sacanagem esse mercado de TI.
 

Sgt. Kowalski

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as atendentes de telemarketing da editora aqui ao lado ganham mais que isso e sem contar a comissão.
 

Atlante

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Eu fico ferrado da cara com estes empregadores que fazem cu doce para contratar quem está endividado, estes dias no jornal local disseram que 45% das pessoas da região estão com o nome no SCPC e Serasa, mas também, querem que as pessoas paguem as contas como? No fim das contas o mercado que os repudia sai perdendo pelo número muito expressivo de pessoas sem condições, ato que fica mais evidente com as quedas frequentes nos períodos de festas ou pelos vários espaços vagos em shoppings.

Claro que as empresas podem contratar quem elas quiserem mas que os RH costumam selecionar mal pra cacete, acredito que isso fique evidente para a maioria que trabalhou ou trabalha por aqui, tanto que reclamamos bastante disso. haha
Tendência viadinha de RH, na qual seu endividamento supõe que "ain, se você não sabe gerir suas finanças, como pode trabalhar no financeiro (ou onde quer que seja) da nossa empresãn?"

Rh é coisa de mocinhas da cabecinha de vento.
 

Landstalker

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Hj recebo uma ligação de uma vaga para administrador de servidores, administração de servidores em nuvem e ainda suporte a usuários por 1450,00. tá de sacanagem esse mercado de TI.

Tá uma m**** o mercado de T.I. mesmo.

Sem querer desmerecer as meninas que trabalham aqui em casa. Temos aqui 3 cuidadoras para a minha avó, fora a cozinheira que trabalha aqui há quase 25 anos. Cada uma dessas cuidadoras recebem 1300 reais pela CLT. Os afazeres delas se resumem a dar banho na minha véa, a comida e as trocas de frauda.
 

HuezinXD

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Única coisa que consigo com score alto no Serasa é bancos me ligando para oferecer cartão de crédito. Agora mesmo o Bradesco me ligou.
 
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