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[Japan] Você é um hikikomori?

Rocha Loures

Bam-bam-bam
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Fotos revelam as vidas isoladas dos reclusos sociais do Japão
Uma fotógrafa explora o mundo escondido dos hikikomori – e os laços pessoais que os trazem de volta.

Fuminori Akoa, 29, está em seu quarto há um ano. “De acordo com ele, é um grande homem e poderia fazer coisas extraordinárias, mas nem sempre tenta o seu máximo”, explica a fotógrafa Maika Elan, que o visitou com uma assistente social. “Ele muda seus hobbies e objetivos frequentemente e diz que, aos poucos, se perdeu.”


Um teta da outer




No Japão, observa a fotógrafa Maika Elan, “há sempre dois lados opostos. É moderno e tradicional, vibrante e muito solitário. Restaurantes e bares estão sempre cheios, mas se você prestar atenção, a maioria está repleto de clientes comendo sozinhos. E nas ruas, não importa a hora, você verá funcionários exaustos saindo dos escritórios.”

É possível dizer que o oposto das pessoas que vivem vidas solitárias em público são aquelas que escolhem se isolar do mundo. Conhecidos como hikikomori, essas pessoas, na maioria homens, não participaram da sociedade ou mostraram qualquer desejo de fazerem isso, por pelo menos um ano. Eles dependem de seus pais para cuidarem deles. Em 2016, o censo japonês estimou o número em 540 mil pessoas entre 15 e 39 anos. Mas pode facilmente ser o dobro desse montante. Como muitos preferem manter-se totalmente escondidos, eles permanecem não contabilizados.

Elan, que é vietnamita, ouviu falar sobre os hikikomori pela primeira vez durante sua estadia em Tóquio de seis meses para uma residência artística. Ela entrou em contato com uma mulher japonesa chamada Oguri Ayako, que trabalhava com a Novo Começo, uma organização sem fins lucrativos com o foco em tirar os hikikomori da reclusão.

A pedido dos pais – e com um custo aproximado de 26 mil reais por ano – mulheres como a Ayako entram em contato regularmente com os reclusos, começando por cartas. O processo leva meses – eles abrem as cartas, depois as respondem, em seguida conversam pelo telefone, através da porta fechada, até que, finalmente, permitem que elas entrem. Muitos outros passos são necessários até que eles se aventurem a sair com elas. O objetivo é levá-los para morar no dormitório da Novo Começo e participar de um programa de formação profissional.

Ayako, cujo trabalho de ‘irmã de aluguel’ pode ser melhor descrito como o de uma assistente social, diz que já ajudou entre quarenta e cinquenta a saírem do isolamento durante a sua carreira de uma década.

Elan acompanhou Ayako durante visitas para onze diferentes hikikomori e, após cinco ou seis visitas, eles permitiram que ela tirasse fotos. “No início, achei que eram preguiçosos e egoístas”, ela admite, mas com o tempo, após conhecê-los, ela aprendeu como eles podem ser atenciosos e perspicazes. “Há tantas pessoas por aí trabalhando até o esgotamento. Os hikikomori, de certa forma, trazem o Japão a um equilíbrio.
A situação não é única no Japão, embora seja mais extrema aqui. Elan cita diversas razões para isso: um número crescente de famílias tem apenas um filho em quem eles depositam todos os seus sonhos e esperanças, poucos têm um modelo masculino já que seus pais trabalham dia e noite, tradicionais papéis sociais de gênero continuam atribuindo muita, se não toda, a responsabilidade financeira da casa ao patriarca, entre outras razões.

Mas outra explicação poderia ser encontrada na mudança cultural do país, que está saindo de uma sociedade com mentalidade coletiva para uma mais individualista, especialmente entre as gerações mais jovens que buscam maneiras de se expressar. “No Japão, onde ainda se preza pela uniformidade e onde reputações e aparências são primordiais, a rebelião chega de forma muda, como os hikikomori”, ela disse.

“Quanto mais tempo os hikikomori permanecem de fora da sociedade, mais eles se tornam cientes de seu fracasso social,” explica Elan. “Eles perdem qualquer autoestima e confiança que poderiam ter e a perspectiva de saírem de casa torna-se cada vez mais assustadora. Trancar-se no quarto faz com que eles se sintam ‘seguros’.”
Elan pretende continuar este projeto com um maior foco nas irmãs de aluguel. Estas mulheres, estranhas para os hikikomori, podem ser a solução de seus problemas. Para comprovar sua teoria, Elan acabou de descobrir que um dos hikikomori que fotografou, Ikuo Nakamura, casou-se com sua irmã de aluguel, Oguri Ayako. Ele agora deseja se tornar um irmão de aluguel, ajudando outros como ele.



Chujo, 24, tornou-se um hikikomori há dois anos. Ele tem sonhos de se tornar um cantor de ópera, mas como é o filho mais velho, sua família quer que ele entre para o negócio da família. Trabalhou em um escritório por um ano, mas o estresse era tanto que ele sofria de dores estomacais. Ele também comparava a sua situação com a de seu irmão mais novo, que podia fazer o que quisesse. Descontente, ele se comportava mal, gerando uma maior repreensão de sua família, o que intensificava o seu sentimento de vergonha. Ele se trancou em seu quarto por um ano até que seus pais o forçaram a participar de um programa de apoio.




Situação foda, deve ser o jeito deles quando abate a depressão.


 


j0kk3r

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Sempre que vejo algo sobre esse assunto eu lembro do anime NHK ni Youkoso, que inclusive é um dos melhores animes que já assisti.

Eu não sou Hikikomori, mas minha vontade de ter convívio social é 0. Quando eu fiquei solteiro por exemplo, era casa-trabalho-casa-academia e SÓ. Tenho vários amigos e eles sempre me chamam pra sair, mas meu livrinho de desculpas pra ficar em casa jogando vídeo game sempre foi muito extenso.

Aliás, quando um amigo aparece pra jogar vg ou fazer algo em casa eu curto bastante. Fazia muuuuuito isso quando mais novo, virava noites jogando com meus amigos, vídeo game, rpg... e claro, já saí muito também. Mas sei lá, sempre precisei de um empurrão quando se trata de fazer coisas que envolvam mais pessoas.
 

Kaiji

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não, eu saio para trabalhar, pego cocotas no tinder e ando de long da pracinha. :)
 

Ekto

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Não, não é por vontade própria mas eu ainda saio de casa
 

Atlante

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Lol eu tambem não... se minha vida social não é perfeita, ao menos tenho uns amigos, jogo bola com eles, quando possível saímos pra beber, e bem ou mal, rola uma ou outra nega por aê.

Isso é coisa de Japão, São Paulo, essas metrópoles... Aqui na minha provinciana Salvador, a ignorância é uma benção. Para o bem ou para o mal. Hue
 

proximus-one

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Respondendo ao título do topic: Uns 98% da OS é hikikimongo ou seja lá como diabos se escreve isso. :kkk
 


Giant Enemy Crab

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Lol eu tambem não... se minha vida social não é perfeita, ao menos tenho uns amigos, jogo bola com eles, quando possível saímos pra beber, e bem ou mal, rola uma ou outra nega por aê.

Isso é coisa de Japão, São Paulo, essas metrópoles... Aqui na minha provinciana Salvador, a ignorância é uma benção. Para o bem ou para o mal. Hue
Pode ter e você desconhece por motivos óbvios.

Até para o opressor governo japonês é difícil estimar a quantidade de hikikomoris, imagina pra um governo várzea que é o Bostil.
É isso é infelizmente um mal do ocidente também.


tetando pelo bugtalk enquanto suicido pessoas
 

geist

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Eles dependem de seus pais para cuidarem deles.

Parei de ler aqui.
Deixa a teta secar pra ver se nego não se coça. :kjoinha
 

Giant Enemy Crab

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Eles dependem de seus pais para cuidarem deles.

Parei de ler aqui.
Deixa a teta secar pra ver se nego não se coça. :kjoinha
Pior que tem gente que morre de fome e só é descoberto por algum motivo aleatório.


tetando pelo bugtalk enquanto suicido pessoas
 

Maladino

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Eu fiquei assim por um tempo. Foram uns dois ou três anos sem praticamente sair de casa e uma parte considerável sem sair do quarto.

Mas no Japão o problema atinge todo um outro nível. E lá é bem mais fácil viver isolado.

Eles dependem de seus pais para cuidarem deles.

Parei de ler aqui.
Deixa a teta secar pra ver se nego não se coça. :kjoinha
Alguns acabam se coçando. Inclusive é uma das abordagens que o anime que o amigo mais acima comentou usa.

Mas uma parte considerável definha até a morte, encontra alguma maneira de sobreviver (Mesmo que seja na miséria) ou simplesmente se mata.
 

Kaede Monthmrore

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/////////
Eles dependem de seus pais para cuidarem deles.

Parei de ler aqui.
Deixa a teta secar pra ver se nego não se coça. :kjoinha
Cara, quando se quer viver sozinho, a gente topa até ver o cinza do mundo a nossa volta. O ruim é que o Japão é um país difícil de fazer o que você gosta ou aquilo no qual você é bom, o que dificulta para o cidadão.
 

antonioli

O Exterminador de nicknames
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Mas ele fica jogando videogame ou assistindo animes? Considero isso um agravante

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Jogando. Ele é viciado nessas porras online como Ragnarok. Descobri recentemente que, embora chorasse miséria, gastou 545 pratas em três meses com um jogo de celular.
 

OSMattOS

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Vagabundagem agora tem nome chique?:coolface

Uma coisa sei, se a pessoa é hikimori é. Pq as circunstâncias as permite... Não é so questão de mente. Ideal para essa glr é arrumar um trabalho que gostem,mas ten que viver pra descobrir,ai que mora o problema pra muitos.
 

OSMattOS

Bam-bam-bam
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Jogando. Ele é viciado nessas porras online como Ragnarok. Descobri recentemente que, embora chorasse miséria, gastou 545 pratas em três meses com um jogo de celular.
Na minha adolescência tentei muito jogar isso mas ess jogo não me desçia de forma alguma. Acho que por ter tanto hyper e babaçab de ovo acabou contribuindo na minha experiência negativa.
 

Mr.Disco

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Vagabundagem agora tem nome chique?:coolface

Uma coisa sei, se a pessoa é hikimori é. Pq as circunstâncias as permite... Não é so questão de mente. Ideal para essa glr é arrumar um trabalho que gostem,mas ten que viver pra descobrir,ai que mora o problema pra muitos.
Acho que existe trabalho e carreira. Carreira é aquilo que você faria mesmo que não te pagassem; um trabalho você só faz porquê te pagam.

A esmagadora maioria das pessoas tem trabalho. O que eu vejo é que o povo que fica mofando em casa é jovem adulto cínico e narcisista. Eles só trabalham naquilo que querem e só se isso pagar muito.

É um mecanismo não-tão-complexo para nunca ter responsabilidades. Por isso que nem todo mundo que está com problemas quer ser ajudado de fato.
 

Insônia

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Cuidado @Zefiris se a moda pega no Brasil, vão bater na sua porta qualquer dia desses e te arrastar para um emprego e um vida social indesejada.
 

yugi moto

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Eles dependem de seus pais para cuidarem deles.

Parei de ler aqui.
Deixa a teta secar pra ver se nego não se coça. :kjoinha
Nome formal e bonitinho para o que conhecemos aqui como Vagabundos
alias é impressionante como japão é desenvolvido que consegue manter milhares de pessoas nesse estado parasita
japão é realmente esquisito nesses aspectos,até para transar tem que ter incentivo
 

Atlante

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Pode ter e você desconhece por motivos óbvios.

Até para o opressor governo japonês é difícil estimar a quantidade de hikikomoris, imagina pra um governo várzea que é o Bostil.
É isso é infelizmente um mal do ocidente também.


tetando pelo bugtalk enquanto suicido pessoas
Rapaz, podemos até ter uns reclusos, mas acho que nosso contexto não combina com isso de hikikomori. Nem na camada de alta renda, é muito menos na baixa. Enfim, fenômeno especifico e estranho. Não consigo entende-lo.

Você sabe algum material sobre isso acontecendo no Ocidente? Fiquei curioso.
 

Giant Enemy Crab

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Rapaz, podemos até ter uns reclusos, mas acho que nosso contexto não combina com isso. Nem na camada de alta renda, é muito menos na baixa. Enfim, fenômeno especifico e estranho. Não consigo entende-lo.
"nosso contexto" em um pais não quer dizer nada.
Principalmente em um igual ao Brasil onde é um surubão de nacionalidades.


edit:
pior que em uma visão simplista da coisa,
eu posso dizer que eu também acho que isso de não sair do quarto pra nada algo estranho por aqui.
 

Lost Angel

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Muitos casos de Hikikimori não são causados por bulliyng, agorafobia e depressão?
 

VinceVega

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Conheço alguns aqui no Brasil mesmo. Seguindo a fórmula, são bancados pelos pais.
 

xogum

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Japão é bizarro, tem essa parada aí de hikkikkomori e tem as "Idol bands" e seus fans retarda de 40 anos:
 

Gentilhomem

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É impressão minha ou isso é um eufemismo para se referir a alguém que é anti-social e possui depressão?
 

iporco

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as vezes eles confudem depressao com introversao. eu queria ser um hikikomori (ainda mais num pais como o japao, nossa).
 

O Rei Rubro

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Acho que não tem buteco no Japão. Ninguém é sozinho quando se tem um buteco por perto.

Aliás: se todo mundo frequentasse buteco, muito dinheiro com remédios para depressão nem seriam gastos. Primeiro, porque quem bebe não se deprime (salvo patologias comprovadas), segundo que ao frequentar um buteco você percebe como tem muita gente mais miserável que você e que não há motivo para se chatear. E na boa: quem bebe...come gente. Pode não ser a coisa mais maravilhosa do mundo a guria...mas melhor do que ficar em casa namorando almofada.
 

Ataru

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as vezes eles confudem depressao com introversao. eu queria ser um hikikomori (ainda mais num pais como o japao, nossa).
De que adianta morar num país como o Japão e não sair do quarto? Comparando quartos, o seu talvez até seja melhor, ou pelo menos mais espaçoso. O mundo do cara é isso. Ele não aproveita absolutamente nada do que o Japão oferece.


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iporco

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De que adianta morar num país como o Japão e não sair do quarto? Comparando quartos, o seu talvez até seja melhor, ou pelo menos mais espaçoso. O mundo do cara é isso. Ele não aproveita absolutamente nada do que o Japão oferece.
e o q o japao oferece? alem da segurança e ser um pais de primeiro mundo, é claro. eu ficaria so jogando videogame e vendo series e filmes (nada de anime, pois nao curto, heheh). talvez umas voltas de bike pelo bairro de vez em quando, mas seria raro. sei q as pessoas de la sao frias e nao sao muito sociaveis. esses apartamentinhos no japao sao comfy demais.
 

Zefiris

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Dá para contar nos dedos da mão quantos dias por ano eu saio de casa desde 2005, mas não tenho depressão. Simplesmente gosto de ficar aqui no computador. A vida é curta demais e tenho prioridades diferentes de outras pessoas. Em vez de vida social e trabalhar, prefiro jogar jogos como Final Fantasy XIV e Hearts of Iron IV (dos quais tenho, respectivamente, quase 9.000 e 1.000 horas de jogo), assistir animes, ler mangás/LN/livros e fapar para hentai.
 

AzraelR

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De que adianta morar num país como o Japão e não sair do quarto? Comparando quartos, o seu talvez até seja melhor, ou pelo menos mais espaçoso. O mundo do cara é isso. Ele não aproveita absolutamente nada do que o Japão oferece.


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É a mesma coisa que morar numa Irlanda da vida, ter um bom transporte público, um país lindo com um bom nível de segurança e não aproveitar. Porra...
Até hoje ainda me sinto meio mal de ter voltado pro Brasil e não ter aproveitado mais aquele país. Gostaria de ter viajado e conhecido mais lugares, mas infelizmente não deu.

e o q o japao oferece? alem da segurança e ser um pais de primeiro mundo, é claro. eu ficaria so jogando videogame e vendo series e filmes (nada de anime, pois nao curto, heheh). talvez umas voltas de bike pelo bairro de vez em quando, mas seria raro. sei q as pessoas de la sao frias e nao sao muito sociaveis. esses apartamentinhos no japao sao comfy demais.
Oloko bicho, Japão é um país fodástico. Cheio de lugares maravilhosos pra conhecer. Só Tóquio já mata a pau.
Sem contar que o transporte público lá é excelente então imagino que não deva ser muito difícil viajar pelo país e conhecer os lugares.

No mais, adoro ver videos 4k no youtube mostrando o Japão.
Tipo esses:

https://www.youtube.com/user/TokyoStreetView/videos?disable_polymer=1

https://www.youtube.com/user/egawauemon/videos?disable_polymer=1

^ Meus 2 canais preferidos do Japão no youtube.

Olha isso véi...




 

Landstalker

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Elan acabou de descobrir que um dos hikikomori que fotografou, Ikuo Nakamura, casou-se com sua irmã de aluguel, Oguri Ayako. Ele agora deseja se tornar um irmão de aluguel, ajudando outros como ele.
:eek: Se os tetas da Outer tivessem lido isso, iriam perceber que há solução pra eles. :rox

Meu irmão é exatamente isso.
Conte-nos mais, você que sempre me ajudou fazendo sugestões de animes.

Acho que não tem buteco no Japão. Ninguém é sozinho quando se tem um buteco por perto.

Aliás: se todo mundo frequentasse buteco, muito dinheiro com remédios para depressão nem seriam gastos. Primeiro, porque quem bebe não se deprime (salvo patologias comprovadas), segundo que ao frequentar um buteco você percebe como tem muita gente mais miserável que você e que não há motivo para se chatear. E na boa: quem bebe...come gente. Pode não ser a coisa mais maravilhosa do mundo a guria...mas melhor do que ficar em casa namorando almofada.
E é verdade, coisas simples como essa podem salvar o dia de qualquer um.
 

Ataru

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e o q o japao oferece? alem da segurança e ser um pais de primeiro mundo, é claro. eu ficaria so jogando videogame e vendo series e filmes (nada de anime, pois nao curto, heheh). talvez umas voltas de bike pelo bairro de vez em quando, mas seria raro. sei q as pessoas de la sao frias e nao sao muito sociaveis. esses apartamentinhos no japao sao comfy demais.
Tudo, ué. O Japão é um país culturalmente tão rico e com tantas atividades externas que fica, ao meu ver, difícil de imaginar alguém fazer uma afirmação dessa. Não estou dizendo que você está errado, mas o Japão, para mim, tem uma infinidade de coisas legais pra fazer.

Pra mim o problema seria o contrário. Eu sou uma pessoa muito espaçosa. Não gosto de lugares apertados. Ficaria bastante sufocado nesses apartamentos. Optaria por ficar a maior parte do tempo fora de casa.


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Topo