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[Mídias] Quem lacra, não lucra.



GFOLDSCHOOL

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Eu curti, no geral, o primeiro filme.

Mas o que me incomodou nele não foi ter copiado o filme IV, foi ele ter ignorado o filme VI para poder copiar o IV.

Tipo, a Nova República? Destruída com um tiro.
O Império? Sei lá, mas veja que legal essa Nova Ordem, que é tipo uma Aliança Rebelde mas do mal.
Princesa Leia? Não, general Leia.
Han Solo, general e campeão da República? Não, ele largou tudo e virou contrabandista de novo.
Luke, herói da República e líder da nova Academia Jedi? Não, sumiu, nem sei quem é.

Basicamente fizeram o mesmo que Starcraft 2, ignoraram várias partes do final da trama anterior pra poder recontar a história original, mas que por isso perde parte do impacto.


Cara, parece que pegaram um projeto de 2 bilhões de dólares e pensaram "Vamos economizar 100 mil dólares (,05%) se contratarmos estagiários pra roteirizar" e deu no que deu. Realmente, nem música os filmes novos tem.


Não só você.

Mas basta ver que muita gente - normalmente as pessoas menos educadas - adora a lacração e não cansa de atacar quem não gosta do filme. Basta ir no link e prestar atenção nos comentários... Tipo, três caras simplesmente falam que os filmes não os agradaram... Os filmes... E os defensores da tolerância tão lá, xingando e agredindo os caras. Tipo, não é defendendo o filme, é atacando quem não gostou. Aí os fãs antigos não dão dinheiro pra Disney e ninguém lá entende o que tá acontecendo.


Pior que eu fico pensando, os mesmos caras que escreveram e dirigiram Spiderman (aquele desenho incrível) foram demitidos porque o filme do Solo deles seria muito ruim... Será mesmo? Ou seria ruim para o lacre que a Disney queria?
Esses são defeitos inegáveis que com certeza pesaram negativamente na experiência do filme.
Poderiam ter feito ao menos os acontecimentos como a introdução da Primeira Ordem de modo mais cadenciado,gradual,pra colocar mais contexto e peso dramático no filme.

Muitas das ações ali não senti nenhuma empatia porque não estava acostumado o suficiente pra me importar com certos personagens.

Sobre lacração,Disney é boba demais,empresa capitalista,faz dinheiro pra caralho com tudo quanto é coisa,e fica lacrando pra agradar a tal da agendinha.

Eu vou dar uma olhada nesses comentários ai, mas pelo seu post já até sei o que esperar.


Nesse ponto eu discordo.Essa cópia me incomodou bastante.Não só o roteiro, mas toda essa temática de aliança rebelde/resistência lutando contra o império/primeira ordem.Pra mim, esse filme foi muito preguiçoso.Ao menos a trilogia prequel inovou na história e nos vilões.

Sobre as prequels, eu devo ser o único nesse fórum que gosta dessa trilogia.Me julguem.:obrigue

Ps: Não só a trilogia prequel, eu também gosto bastante do desenho the clone wars.Acho ele bem melhor que o rebels, que é na minha opinião, a única coisa boa que a Disney fez com essa franquia.
O problema é que inovou a um grande custo.
George Lucas saiu fazendo as coisas na doidera (é só ver os bastidores da criação dos filmes) e deu no que deu.
Muito CGI (o terceiro filme parece jogo de tanto cenário falso que tem) ,e muito CGI ruim pra todo canto,enredo mal desenvolvido, atuações toscas dos atores (culpa do diretor porque tinha ator/atriz muito bom ali nas prequels),personagens fracos (com exceção do Palpatine), diálogos rasos,etc.
Pode ver que o Rian Johnson seguiu uma ideia parecida de "foda-se vou fazer do meu jeito" e deu errado também.

Penso que inovação por si só não quer dizer nada.
No episódio 7 eu achei até meio diferente o modo como eles fizeram as cenas de ação e a fotografia num geral,ficou mais dinâmico do que os filmes antigos mas sem ser tosco igual a maioria dos filmes hollywoodianos atuais.
E a jogada segura foi uma boa ,porque a franquia voltava de uma trilogia que querendo ou não o público considera um fracasso.
Aí era melhor fazer isso msm do que inovar.

Eu acho que a única coisa boa nas prequels são as músicas,John Williams salvou muitos momentos ali,apesar que existem boas ideias nos três filmes (e por vezes execuções bacanas tipo a luta com o Darth Maul no ep. 1),e confesso que os filmes são muito mais "Star Wars" do que o filme do Rian Johnson ou essa desgraça do filme do Han Solo.

Ps: Aqui vamos discordar muito também, detesto Clone Wars e Rebels,pelos mesmos motivos que critico as prequels e esses 2 ultimos filmes ae ;apesar que o primeiro tinha uma animação tecnicamente foda pra época.

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Axel_DM

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Tenho minhas opiniões contra a prequel, mas tenho que admitir, depois de ver a trilogia mouse, a prequel passou a ser muuuuuuito menos pior na minha opinião.

Tem um video, Star Wars - Saved in edition que mostra um fato: George Lucas criou um universo e personagens incríveis, mas ele não era nenhum gênio e, sem ajuda, teria sido apenas outro desconhecido na indústria.

Guerra nas Estrelas - Salvos na edição (com legenda)

No vídeo você percebe que George Lucas se cercou de pessoas habilidosas, que inclusive impediram ele de seguir vários caminhos que teriam sido um erro. Principalmente na edição. Só que isso gerou uma certa amargura nele. Star Wars, Uma Nova Esperança não é o filme dele, é um filme dele e da ex esposa, que soube colocar o que dava resultado e tirar o que não dava. Tanto que os dois melhores filmes de toda a franquia (IMHO) são justamente o VI e o V, em que ela atuou pra conter as idéias dele.

Da trilogia original, o mais fraco foi justamente o VI, que ele dirigiu e editou.

Então, quando ele foi lançar a trilogia prequel, ele não lançou como um cara inteligente, capaz de criar um universo e personagens incríveis, ele lançou como o diretor cujo único filme 100% dele foi sempre dito ser o pior de todos. Então ele não ouviu ninguém, querendo provar que ele sabia criar filmes. E deu no que deu. Se o cara é um gênio criando o universo (e o expandindo) ele é péssimo com coisas menores.

No episódio III, logo no começo do filme eu estava empolgadíssimo. Finalmente uma cena de guerra com milhares de naves. Jedi pilotando caças contra naves gigantes... Fiquei super feliz de ver o que eu sempre curti nos livros em tela e... Com 5 minutos de filme, os inimigos lançam mísseis contra Anakim que, ao invés de explodir e acabar com ele, soltam dróides. Os dróides estão armados com laser e matam Anakim, presa fácil na nave? Não. Eles começam a desmontar a nave. Putz, que balde d'água fria. Isso sem falar da transformação de Anakim em Vader. Uma hora ele é um jedi, amigo do Palpatine. Cinco minutos depois ele tá matando crianças. Achei despropositado. Ou se deveria ter, desde o começo, mostrando a influencia de Palpatine sobre ele aumentando, e ele se mostrando certo vez após vez contra os jedi sempre errados ou teria que haver um motivo mais plausível dele se colocar contra seus antigos amigos e crianças.

Lucas parece não ter o feeling para lidar com sentimentos. Os personagens dele agem como ele quer que eles ajam, não como eles agiriam por si. Isso é ruim quando se é roteirista, mas quando se é roteirista, diretor e produtor, dá no que deu.

O pior de tudo é que a trilogia sequela(da) faz exatamente o mesmo. Não sabem cuidar dos personagens de forma a que eles sejam pessoas que agem para resolver os desafios. Todos eles são bonecos que agem de acordo com o que a trama precisa que eles ajam.
O problema é que inovou a um grande custo.
George Lucas saiu fazendo as coisas na doidera (é só ver os bastidores da criação dos filmes) e deu no que deu.
Muito CGI (o terceiro filme parece jogo de tanto cenário falso que tem) ,e muito CGI ruim pra todo canto,enredo mal desenvolvido, atuações toscas dos atores (culpa do diretor porque tinha ator/atriz muito bom ali nas prequels),personagens fracos (com exceção do Palpatine), diálogos rasos,etc.
Pode ver que o Rian Johnson seguiu uma ideia parecida de "foda-se vou fazer do meu jeito" e deu errado também.

Penso que inovação por si só não quer dizer nada.
No episódio 7 eu achei até meio diferente o modo como eles fizeram as cenas de ação e a fotografia num geral,ficou mais dinâmico do que os filmes antigos mas sem ser tosco igual a maioria dos filmes hollywoodianos atuais.
E a jogada segura foi uma boa ,porque a franquia voltava de uma trilogia que querendo ou não o público considera um fracasso.
Aí era melhor fazer isso msm do que inovar.

Eu acho que a única coisa boa nas prequels são as músicas,John Williams salvou muitos momentos ali,apesar que existem boas ideias nos três filmes (e por vezes execuções bacanas tipo a luta com o Darth Maul no ep. 1),e confesso que os filmes são muito mais "Star Wars" do que o filme do Rian Johnson ou essa desgraça do filme do Han Solo.

Ps: Aqui vamos discordar muito também, detesto Clone Wars e Rebels,pelos mesmos motivos que critico as prequels e esses 2 ultimos filmes ae ;apesar que o primeiro tinha uma animação tecnicamente foda pra época.

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Eu entendo e respeito o motivo de vocês não gostarem da trilogia prequel.Reconheço que ela não é perfeita(e o the clone wars também não é), mas eu sou bastante saudosista com esses filmes e com o desenho.

Eu conheci a saga star wars em 2002, quando teve o festival no SBT.

O primeiro filme que eu assisti do inicio ao fim foi o retorno do jedi( mas sem entender direito a história).Na semana seguinte passou a ameaça fantasma.Anos depois eu acabei assistindo o ataque dos clones quando passou na Record, num domingo de noite.

Depois disso eu assisti o the clone wars na TV Globinho e no Cartoon Network.Foi depois de tudo isso que eu assisti a saga completa e na ordem cronológica quando passou na Band no final de 2009.

Como você podem ver, eu meio que "conheci" star wars através das prequels e do desenho the clone wars.
 

Goris

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Eu entendo e respeito o motivo de vocês não gostarem da trilogia prequel.Reconheço que ela não é perfeita(e o the clone wars também não é), mas eu sou bastante saudosista com esses filmes e com o desenho.

Eu conheci a saga star wars em 2002, quando teve o festival no SBT.

O primeiro filme que eu assisti do inicio ao fim foi o retorno do jedi( mas sem entender direito a história).Na semana seguinte passou a ameaça fantasma.Anos depois eu acabei assistindo o ataque dos clones quando passou na Record, num domingo de noite.

Depois disso eu assisti o the clone wars na TV Globinho e no Cartoon Network.Foi depois de tudo isso que eu assisti a saga completa e na ordem cronológica quando passou na Band no final de 2009.

Como você podem ver, eu meio que "conheci" star wars através das prequels e do desenho the clone wars.
Que bom.

Eu tenho minhas críticas aos problemas da trilogia prequela, mas assim mesmo, assisti todos no cinema, justamente porque entendia que eram erros de quem tentava acertar. Bem diferente da Disney.

Se tirassem a parte infantil (que Lucas e a Disney adoram) a trilogia seria excelente. Algumas cenas, como Ioda lutando, me deixaram super animado. Eu falo dos pontos negativos porque, infelzimente, me desagradaram muito. Mas teve bons momentos.
 

YSolaire

Habitué da casa
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Eu entendo e respeito o motivo de vocês não gostarem da trilogia prequel.Reconheço que ela não é perfeita(e o the clone wars também não é), mas eu sou bastante saudosista com esses filmes e com o desenho.

Eu conheci a saga star wars em 2002, quando teve o festival no SBT.

O primeiro filme que eu assisti do inicio ao fim foi o retorno do jedi( mas sem entender direito a história).Na semana seguinte passou a ameaça fantasma.Anos depois eu acabei assistindo o ataque dos clones quando passou na Record, num domingo de noite.

Depois disso eu assisti o the clone wars na TV Globinho e no Cartoon Network.Foi depois de tudo isso que eu assisti a saga completa e na ordem cronológica quando passou na Band no final de 2009.

Como você podem ver, eu meio que "conheci" star wars através das prequels e do desenho the clone wars.
Eu tb acabei conhecendo Star Wars pelas prequels. Comecei com a ameaça fantasma, mas foi só durante o lançamento do episodio 3 que eu cai de cabeça na historia de Star Wars.

As prequels não são perfeitas, tem um monte de erro e coisas toscas, mas elas expandiram o universo de uma forma incrível. Até hoje as coisas que eu mais gosto de star wars são relacionadas entre o episodio 2 e o 3.

O episodio 7 foi um bom recomeço, mas até hoje n consigo engolir que 30 anos depois do episodio 6 o universo ainda está a mesma coisa. De como a nova republica é incompetente. Vendo os novos filmes da a sensação que todo o sacrifico dos personagens na trilogia clássica não serviu para nada pq tudo continua a mesma coisa!

Eles deveriam ter feito essa nova saga se passando a uns 100 anos depois do episodio 6.
 


Axel_DM

Bam-bam-bam
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O episodio 7 foi um bom recomeço, mas até hoje n consigo engolir que 30 anos depois do episodio 6 o universo ainda está a mesma coisa. De como a nova republica é incompetente. Vendo os novos filmes da a sensação que todo o sacrifico dos personagens na trilogia clássica não serviu para nada pq tudo continua a mesma coisa!

Eles deveriam ter feito essa nova saga se passando a uns 100 anos depois do episodio 6.
Isso é umas das coisas que mais de deixou irritado no episódio 7.E eu concordo, deveriam ter feito essa nova trilogia se passando uns 100 anos no futuro.Seria top ver a nova ordem jedi e o Luke bem velho como o grão mestre.

Uma trilogia do the old republic, mostrando a época dos antigos jedi e das guerras sith seria legal também.
 

constatine

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Foi mordida pelo mostro que ela mesma alimentou.
https://revistamonet.globo.com/Filmes/noticia/2019/08/atriz-sarah-silverman-e-demitida-de-filme-apos-esquete-com-blackface-viralizar-nas-redes.html






Streamers femininas não estão nada contentes com o código de vestimenta do Mixer
84038

O Mixer certamente agora é a plataforma de streaming mais falada do momento (foi mal, Twitch), ainda mais depois da transferência do Ninja.

E a medida que mais pessoas chegam na plataforma de streaming da Microsoft, algumas das políticas começam a ser questionadas, dessa vez, mais especificamente a de vestimenta.

O Mixer tem umas regras bem rígidas quanto o que os streamers podem ou não vestir durante uma live, muitas pessoas vem as considerando até ''misóginas''.

Uma das regras implicam em não poder usar roupas conhecidas como 'tomara que caia' se estiver transmitindo para determinadas faixas etárias.

Como referência, uma roupa parecida com essa que Michelle Obama está vestindo só seria permitida para um público acima de 18 anos.


Usuários também se manifestaram dizendo que preferem as regras nada claras do Twitch do que as do Mixer que forçam as mulheres a se vestirem como se estivessem num colégio de freiras.

Mas nem todo mundo é contrário a isso, teve também as que afirmaram que o Mixer só está sendo sensato e que não pede nada além do que se espera da vestimenta para um local de trabalho.

E você, de que lado está?
https://www.gamevicio.com/noticias/2019/08/streamers-femininas-nao-estao-nada-contentes-com-o-codigo-de-vestimenta-do-mixer





Lógico que estão bravas. Agora vão ter que aprender a jogar e ter carisma, já que não poderão apelar para o decotão.
 
Ultima Edição:

Agito

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Foi mordida pelo mostro que ela mesma alimentou.
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Streamers femininas não estão nada contentes com o código de vestimenta do Mixer
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O Mixer certamente agora é a plataforma de streaming mais falada do momento (foi mal, Twitch), ainda mais depois da transferência do Ninja.

E a medida que mais pessoas chegam na plataforma de streaming da Microsoft, algumas das políticas começam a ser questionadas, dessa vez, mais especificamente a de vestimenta.

O Mixer tem umas regras bem rígidas quanto o que os streamers podem ou não vestir durante uma live, muitas pessoas vem as considerando até ''misóginas''.

Uma das regras implicam em não poder usar roupas conhecidas como 'tomara que caia' se estiver transmitindo para determinadas faixas etárias.

Como referência, uma roupa parecida com essa que Michelle Obama está vestindo só seria permitida para um público acima de 18 anos.


Usuários também se manifestaram dizendo que preferem as regras nada claras do Twitch do que as do Mixer que forçam as mulheres a se vestirem como se estivessem num colégio de freiras.

Mas nem todo mundo é contrário a isso, teve também as que afirmaram que o Mixer só está sendo sensato e que não pede nada além do que se espera da vestimenta para um local de trabalho.

E você, de que lado está?
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Lógico que estão bravas. Agora vão ter que aprender a jogar e ter carisma, já que não poderão apelar para o decotão.
Essa Michele Obama deve ter mais testosterona que eu e metade dos caras aqui do fórum juntos, mulher com cara de macho do caralho.
 

johnhartigan

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Streamers femininas não estão nada contentes com o código de vestimenta do Mixer
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O Mixer certamente agora é a plataforma de streaming mais falada do momento (foi mal, Twitch), ainda mais depois da transferência do Ninja.

E a medida que mais pessoas chegam na plataforma de streaming da Microsoft, algumas das políticas começam a ser questionadas, dessa vez, mais especificamente a de vestimenta.

O Mixer tem umas regras bem rígidas quanto o que os streamers podem ou não vestir durante uma live, muitas pessoas vem as considerando até ''misóginas''.

Uma das regras implicam em não poder usar roupas conhecidas como 'tomara que caia' se estiver transmitindo para determinadas faixas etárias.

Como referência, uma roupa parecida com essa que Michelle Obama está vestindo só seria permitida para um público acima de 18 anos.


Usuários também se manifestaram dizendo que preferem as regras nada claras do Twitch do que as do Mixer que forçam as mulheres a se vestirem como se estivessem num colégio de freiras.

Mas nem todo mundo é contrário a isso, teve também as que afirmaram que o Mixer só está sendo sensato e que não pede nada além do que se espera da vestimenta para um local de trabalho.

E você, de que lado está?
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O Mixer certamente agora é a plataforma de streaming mais falada do momento (foi mal, Twitch), ainda mais depois da transferência do Ninja.

E a medida que mais pessoas chegam na plataforma de streaming da Microsoft, algumas das políticas começam a ser questionadas, dessa vez, mais especificamente a de vestimenta.

O Mixer tem umas regras bem rígidas quanto o que os streamers podem ou não vestir durante uma live, muitas pessoas vem as considerando até ''misóginas''.

Uma das regras implicam em não poder usar roupas conhecidas como 'tomara que caia' se estiver transmitindo para determinadas faixas etárias.

Como referência, uma roupa parecida com essa que Michelle Obama está vestindo só seria permitida para um público acima de 18 anos.


Usuários também se manifestaram dizendo que preferem as regras nada claras do Twitch do que as do Mixer que forçam as mulheres a se vestirem como se estivessem num colégio de freiras.

Mas nem todo mundo é contrário a isso, teve também as que afirmaram que o Mixer só está sendo sensato e que não pede nada além do que se espera da vestimenta para um local de trabalho.

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Lógico que estão bravas. Agora vão ter que aprender a jogar e ter carisma, já que não poderão apelar para o decotão.
Até que tá bom.Pelo menos isso já corta um pouco as asinhas dessas streamers "gamers" que vendem pack de pezinho.

Ps: Se é pra ver mulher gostosa igual essa loira aí, que seja em sites adequados.:ksafado
 

Darkx1

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O mais importante da Sarah Silverman é que ela tem um programa dedicado a falar mal do Trump.

Tipo um Greg News feminino.

Não concordo com a demissão (ainda mais porque ela se posicionou contra isso), mas é um retrato do que o falso moralismo e paranoia esta se tornando Hollywood.


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Hobgoblin

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http://nagado.blogspot.com/2018/09/music-girls-eromanga-sensei-e.html


Music Girls, Eromanga Sensei e a propaganda ideológica em animê

É hora de pisar no pantanoso território das questões ideológicas, sexuais e políticas na cultura pop japonesa.


84178
Music Girls: Uma série que, de maneira
aparentemente inocente, cumpre um papel
de abrir caminho para a Ideologia de Gênero.



O Japão tem na indústria da animação um importante produto de exportação e sua estética própria já conquistou fãs por todo o planeta. Mas a Terra do Sol Nascente é um país com uma cultura que se desenvolveu originalmente sem contato com a moral e os valores judaico-cristãos que moldaram a civilização ocidental. Por isso, ainda que possua seus próprios e rígidos códigos de conduta social, é natural que diferenças culturais sejam percebidas quando se tem contato com obras de entretenimento criadas para o público japonês.

A violência das produções orientais sempre incomodou educadores ocidentais e muito já estudou sobre isso. Há, inclusive, um célebre livro chamado Brincando de Matar Monstros (Editora Conrad, 2004), que aponta o efeito catártico do consumo de entretenimento violento, o que serviria para amenizar e manter sob controle impulsos violentos ao invés de incentivar sua prática.

Ainda assim, é comum que produções japonesas sofram algum tipo de censura ou alteração quando são distribuídas no ocidente. Isso não ocorre apenas com relação a imagens violentas. Acontece também com cenas maliciosas ou picantes, bastante comuns em animações para adolescentes.

Vale aqui lembrar que, culturalmente, a nudez nunca teve no Japão o mesmo peso que tem no ocidente. Só para exemplificar, já foram muito comuns por lá as casas de banho coletivo, onde famílias inteiras se banhavam em espaços públicos. E em certas comunidades litorâneas, existiam as mergulhadoras chamadas de ama, que até a metade do século passado, trabalhavam seminuas, cobrindo apenas a parte de baixo de seus corpos. As questões aqui apresentadas não têm relação com pudor ou puritanismo, mas vão um pouco mais fundo em questões de sexualidade.

84179
Ilustração em ukiyo-ê representando uma casa de banho, datada de 1868.

Voltando ao mundo dos animês, muitos dos problemas de cortes e críticas de educadores contra obras japonesas surgiram devido ao desconhecimento de que muitas produções são voltadas ao público juvenil e adulto, e não apenas ao infantil. Isso vale tanto para violência quanto, principalmente, para situações maliciosas e eventuais cenas de nudez em animês. Sem ter que recorrer a uma censura, não é nada que uma classificação indicativa consciente não possa resolver.

Com o advento do streaming legendado oficialmente, as classificações indicativas foram deixadas de lado por alguns serviços (como no popular Crunchyroll, por exemplo) e é possível consumir produções japonesas não só com pouca defasagem em relação à sua exibição original, como também ver em sua totalidade, sem cortes e restrições.

E isso tem acontecido em um período em que questões políticas delicadas têm sido introduzidas em várias produções, como militância de gênero.

Na série Music Girls (2018), veiculada no portal Crunchyroll, que explora de forma romanceada e bem-humorada os bastidores do universo das estrelas idol, o blogueiro Patrick Raymundo (Outros Papos) apontou fragmentos de discurso da Ideologia de Gênero, a controversa teoria que diferencia gênero sexual do sexo biológico. Seus militantes tentam vincular as definições de masculino e feminino como imposições sociais passíveis de modificação por decisões individuais e autoimagem. O grande problema apontado por muitos é esse discurso ser introduzido a crianças e adolescentes.

No episódio 6, duas das integrantes das Music Girls conhecem Natsuki-sensei (Mestre Natsuki), o sisudo compositor de sucessos com quem estavam trabalhando através da gravadora. Ele diz que consegue escrever músicas para meninas cantarem porque dentro dele "vive uma garota de 17 anos".


84180
Music Girls: Uma pitada de Ideologia de Gênero,
introduzindo o tema para uma audiência jovem.


Claro que ele falava metaforicamente, mas ao invés de mencionar empatia, pesquisa e criatividade, ele usou um discurso bem alinhado à Ideologia de Gênero. A tradução até usou o termo "lacrei" numa frase, o que até soou engraçado ao combinar com a imagem bizarra que as meninas imaginaram, com o velho vestido de garota colegial. Em crise criativa, o velho compositor se reconecta com o sentimento feminino ao dançar junto com uma das meninas. Nada se fala sobre mudança de gênero ou coisas assim, apenas lida com o sentimento de vivenciar outro gênero em sua imaginação. Pode soar exagero ver alguma intenção oculta, mas vale ressaltar alguns pontos.

A história é bem conduzida, inclusive no sentido de defender uma linha de pensamento sem usar de agressividade. As questões de gênero e visibilidade LGBTQ (perdoem-me, não consigo acompanhar as mudanças dessas siglas cada vez mais herméticas) estão muito em pauta atualmente no Japão e essa série parece interessada em dialogar com essa militância e atrair simpatia para uma causa. No ocidente, séries como Steven Universe se alinham perfeitamente na linguagem politicamente correta da Ideologia de Gênero. Mesmo que timidamente, o Japão pode começar a seguir essa trilha perigosa.

A questão da disforia de gênero - na qual a pessoa não se identifica com seu sexo biológico - acaba sendo vista por muitos como se fosse algo normal, com as meninas associando suas atitudes e as de suas amigas com outros gêneros e idades. E essa condição psicológica não é nem normal e nem brincadeira, no que concordam psicólogos e médicos das mais variadas vertentes. A disforia de gênero, abordada de forma inocente em Music Girls, é um problema psicológico sério, não muito comum e nem algo que seja livre de tratamento psiquiátrico, pois causa transtornos emocionais e demanda um longo processo de autoconhecimento. E sabe-se que, geralmente, desaparece com a aceitação do sexo biológico na puberdade, sem a necessidade de caros e arriscados tratamentos hormonais.



Faço aqui a ressalva de saber que a maioria das produções citadas é voltada ao público juvenil, apesar de muitas crianças assistirem. E a Ideologia de Gênero é apontada por inúmeros médicos e psicólogos como algo agressivo à formação de uma criança ou adolescente saudável, alimentando e incentivando dúvidas sobre sua identidade em uma fase altamente influenciável da vida. E além disso, acaba despertando a sexualidade em idade cada vez mais tenra, quando a criança deveria estar mais preocupada em brincar e estudar, não em saber que há muitas formas de fazer sexo.

E é a infância que tem sido muito visada por setores da mídia no sentido de incentivar sua erotização precoce. Muito se fala sobre o funk carioca, mas até inocentes animações podem trabalhar pela erotização da infância e adolescência.


84181
Eromanga Sensei: Uma protagonista de 12 anos
que é tímida e hábil em desenhar cenas eróticas.


Em tempos recentes, há o caso do animê Eromangá Sensei (2017), também do Crunchyroll. Nele, o personagem Masamune Izumi é um jovem escritor de livros eróticos e que tem uma parceria inusitada. Seus livros são ilustrados por um desenhista misterioso que trabalha via internet, que ninguém sabe quem é na verdade. Acontece que o tal Eromanga Sensei (ou "Mestre do mangá erótico") é na verdade sua irmã de criação Sagiri Izumi, que após a morte de sua mãe, ficou reclusa em seu quarto. Eles vivem sob o mesmo teto, sem adultos por perto e possuem como elo de ligação um trabalho que envolve interesse pelo sexo. Ele, através da literatura e ela, pelos desenhos.

Sagiri é linda, meiga e tímida, não se deixando ver e vivendo reclusa da sociedade em seu quarto, numa típica situação chamada no Japão de hikikomori. Isolada do mundo, mas vivendo sob o mesmo teto de Masamune, Izumi cria suas fantasias eróticas, algumas vezes olhando o próprio corpo no espelho para inspirar posições. E Masamune tenta lidar com emoções conflitantes enquanto tenta se reaproximar de sua única ligação familiar vivendo sob o mesmo teto. Eles não são irmãos de fato, mas o detalhe fundamental é que Sagiri tem apenas doze anos.

84182
Eromanga Sensei:
Desenho fofinho para
uma história cheia
de nuances sexuais.

Ela se tornou um ícone de fofura entre os fãs, mesmo flertando com o gênero lolita complex, os mangás pornográficos com crianças protagonizando cenas de sexo. Claro que em Eromanga Sensei ninguém chega às vias de fato, mas o fetiche é bastante óbvio e explorado até os limites. Com isso, temos uma série em que o fan service se baseia em devaneios sexuais com uma pré-adolescente de expressões pueris e infantilizadas.

Para quem acompanha discussões políticas sobre o papel da mídia, sabe que há um movimento global para atenuar a visão negativa sobre a pedofilia e sexualizar crianças, estimulando e permitindo uma vida sexual cada vez mais precoce. Por mais que se argumente que é apenas um desenho, é a criação de situações que estimula o imaginário. E a militância progressista que luta pelos "direitos sexuais" de crianças e adolescentes sabe bem disso.

O Japão sempre foi muito liberal nesse aspecto, e erotismo com meninas menores de idade era veladamente permitido, não só em mangá e animê, mas até através de ensaios fotográficos. Conforme já relatado aqui, até 2015 o Japão permitia, sem muito alarde, a venda de livros e revistas com ensaios de nudez adolescente e pré-adolescente. Até hoje, jovens idols de 12, 13 anos, posam em trajes de banho, com poses sensuais - mas sempre com carinha de inocente, afinal, "a malícia está nos olhos de quem vê", podem dizer os hipócritas que faturam com isso. E nos mangás, animês e nas ilustrações de alguns livros de light novels, o apelo é ainda maior e muito mais ousado.

O contato com o ocidente foi diminuindo isso, chegando ao mundo editorial. Restrições foram criadas, títulos adultos que exploravam esse filão lucrativo foram perseguidos, fechados e passou-se a discutir a erotização excessiva e cada vez mais precoce, seja em representações gráficas ou com modelos reais. Ainda assim, a erotização de situações envolvendo personagens adolescentes ou pré-adolescentes em obrasmainstream tem cada vez mais exemplos em tempos recentes.


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Koyume, da série Comic Girls: Uma personagem divertida que,
em um momento de dúvida, ganha um empurrãozinho de uma
professora para buscar romance nos braços de uma amiga.


Em Comic Girls (2018), já resenhada neste blog, o telespectador acompanha a vida de quatro adolescentes que trilham o caminho tortuoso e sacrificado de se viver de produzir histórias em quadrinhos. E é uma série com passagens muito interessantes, abordando situações reais da produção para um mercado altamente competitivo. Uma das situações apresentadas é que uma das meninas, assim como em Eromanga Sensei, publica histórias eróticas de sucesso, mesmo tendo apenas 15 anos.

E durante o desenrolar da trama, duas das garotas começam e ter dúvidas sobre o que sentem uma pela outra. E surge uma professora delas que incentiva as duas meninas a suplantarem a amizade para tentarem viver um romance, discursando que isso é normal e fazendo torcida.

O tema do homossexualismo (quase sempre feminino) já era abordado em produções japonesas há bastante tempo, mas geralmente sem militância. Inclusive, é comum a cena em que uma menina tímida fica ruborizada na presença de uma garota mais decidida e falante, ou ainda, com atributos físicos mais destacados.

No clássico Sailor Moon (1992), há um casal de heroínas lésbicas, as guerreiras Sailor Urano e Sailor Netuno. A série original, vista em partes na TV Manchete, TV Record e Cartoon Network, já mostrava esse casal aparecendo na terceira fase da saga, intitulada Sailor Moon S (1994). [Nota: Sempre que menciono Sailor Moon neste blog, estou me referindo à série clássica dos anos 1990, que é a que assisti e tenho como referência.]

As situações com elas são apresentadas de modo natural, sem alarde. As heroínas estão inseridas no contexto da história e em momento algum se faz discurso ideológico ou apologia à opção sexual delas. Todos se aceitam, respeitam e entendem, sem a chamada "lacração", que é o discurso ideológico recheado de frases de efeito para tentar encerrar uma discussão. Não se trata de discutir aqui o respeito às diferentes orientações, mas sim debater o uso da cultura pop como ferramenta de divulgação de ideias políticas.


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Sailor Netuno e Sailor Urano: Discretas e apaixonadas.


Caso semelhante foi visto em Izetta - A Última Bruxa (2016), onde as duas protagonistas vivem um romance que é construído ao longo da série. Tanto Sailor Moon quanto Izetta trazem casais homossexuais retratados em histórias sem militância, como algo que existe na sociedade. O que é bastante diferente de se levar isso para o campo da propaganda ideológica, apresentando conceitos controversos como se fossem conselhos ditos por personagens pretensamente sábios. Esse foi o ponto de Music Girls que despertou atenção.

Meus leitores mais atentos sabem que sou de posicionamento político conservador e isso é explicitado em meu blog Reflexo Cultural. Evito trazer questões políticas para o Sushi POP. Mas, lidando com cultura pop japonesa, pesquisando e escrevendo sobre isso há mais de um quarto de século, aprendi a colocar as situações dentro do contexto certo para não dar margem à acusações de preconceito. (Até porque tanto Izetta quanto Comic Girlsforam divulgadas e resenhadas neste blog, sem contar as muitas vezes em que Sailor Moon apareceu por aqui.)

A cultura popular sofre influências das transformações sociais tanto quanto possui papel ativo na promoção de causas políticas e comportamentais. Novelas, filmes, desenhos, séries de TV, quadrinhos e livros contribuem com mudanças sociais na medida em que seus criadores possuam algum tipo de posicionamento político. E todos possuem algum, mesmo sem se darem conta.


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Izetta: Romance em meio aos horrores da guerra.


A inserção de mensagens e discursos políticos tem a missão de alargar a percepção da sociedade na direção de ideologias defendidas por criadores de conteúdo. Negar isso é negar a própria natureza e força das narrativas de entretenimento. No caso, a normalização da pedofilia e a inserção de conceitos da Ideologia de Gênero se colocam no front da chamada guerra cultural. Nesse conceito, bastante estudado por filósofos e historiadores, partidários de esquerda investem para que suas mensagens promovam a desintegração das famílias, gerando indivíduos mais inseguros, sem laços familiares e dependentes do Estado. Lembrando que, na visão socialista, o Estado deve prover o bem-estar social, nivelando as pessoas sob sua tutela na medida em que controla liberdades individuais pesadamente. Falando por alto, esse é o grande problema da engenharia social proposta por filósofos esquerdistas. Os militantes, em sua maioria, apenas se comportam como massa de manobra, como é normal na política.

Não há nada de bonito ou edificante em cultivar o fetiche sexual por uma menina de 12 anos. Mesmo que seja "só um desenho", ela é representada com anatomia realista (exceto o rosto estilizadamente infantil típico de animê, claro) e a obra faz apologia a um comportamento que setores da mídia vêm tratando como apenas uma orientação sexual diferente.

Pode-se argumentar que isso teria um efeito catártico em pedófilos para evitar ações no mundo real (o que já se sabe ser incorreto), mas também pode estar estimulando a ideia e despertando a curiosidade em outros. E também é igualmente nefasto querer difundir pouco a pouco os conceitos da Ideologia de Gênero, tão bem aceitos entre os adeptos do "politicamente correto", esse instrumento de controle social tão presente em nossas vidas que nem nos damos conta.


84186
O portal Crunchyroll representou um avanço e uma conquista
na distribuição de animê pelo mundo, mas tem ignorado a
necessidade de classificações indicativas, que podem
prevenir dores de cabeça no futuro.

A finalidade desses discursos "progressistas" é hedionda e destrutiva. Quanto a isso, este blog e este autor possuem uma posição bastante clara, doa a quem doer. Tanto o fetiche por crianças e pré-adolescentes quanto a doutrinação dentro da teoria de gênero são agendas da esquerda, mesmo que não se assumam como tal.

Para quem não se interessa por discussões políticas, talvez tudo isso mostrado aqui soe como bobagem, mas é importante saber que esse tipo de debate existe entre formadores de opinião e pessoas que são mais esclarecidas, e não meros consumidores passivos e sem coragem de assumir posicionamentos.

Em momento algum defendo que qualquer das séries citadas aqui seja censurada. Sou a favor da liberdade de criação e expressão, tanto quanto sou a favor de classificações indicativas baseadas no senso comum, por mais que isso seja relativo. E também me dou o direito de discutir mais a fundo o que certas obras representam, bem como alertar para que as pessoas que pensam de forma semelhante não deem audiência para tais obras. E, dos casos citados, considero lamentável a instrumentalização da cultura pop para pregar ideologias destrutivas, em nome de uma engenharia social voltada à esquerda.

Aqui, vale lembrar que os exemplos citados são poucos em relação à gigantesca produção da indústria cultural japonesa e que há muitos outros exemplos de títulos com abordagens fora na normatividade heterossexual, feitas sem militância. A ideia aqui foi levantar pontos de modo mais atual e pontual, deixando de lado a evolução histórica dessas questões.

Da mesma forma que atitudes que visam denegrir algum grupo social em obras de cultura pop são alvo de análises, críticas e discussões, acho honesto e produtivo debater as influências de posições políticas e ideológicas na criação de conteúdo.

Discutir coisas assim de vez em quando é interessante, nem que seja para expôr que obras aparentemente despretensiosas e feitas para divertir podem trazer embutidas mensagens políticas condenáveis ou, pelo menos, merecedoras de um olhar crítico e analítico.

Para saber mais:

- Algumas palavrinhas sobre Ideologia de Gênero

- Ideologia de Gênero e o silêncio dos omissos



Vídeos selecionados:

- O filósofo brasileiro Luiz Felipe Pondé, o psicólogo canadense Jordan Peterson e o candidato a deputado federal do MBL (Movimento Brasil Livre)Kim Kataguiri falam suas opiniões sobre a Ideologia de Gênero, com as quais concordo. São vídeos curtinhos, tire um tempo pra ver.






 

Axel_DM

Bam-bam-bam
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Na boa, eu nunca tinha ouvido falar desses animes aí.:klol

Nos animes que eu assisto não tem ideologia de gênero.O máximo que tem são personagens afeminados e muitas vezes caricatos, do nível do Bon Clay, General Blue, vários personagens do jojo e etc.

Ps: Eu não acho que os japoneses fazem isso por militância e sim por zoeira mesmo (pelo menos nesses exemplos que eu citei).
 

scharlie

Bam-bam-bam
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Já vi conservadores e esquerdistas problematizando animes, mas geralmente por motivos diferentes.

Conservadores:
  • "Dragon Ball e Naruto são responsáveis por aumentar a violência entre jovens" (mesma lógica de quem diz que videogames violentos são responsáveis por tiroteios nos EUA)
  • Alguns casos de ofensa à religião (Dragon Ball e qualquer coisa com múltiplos deuses, algumas representações de vida após a morte, paraíso e inferno)
Esquerdistas:
  • "Pokémon incentiva o abuso de animais"
  • Objetificação de personagens femininas
  • Falta de diversidade étnica
  • Mundo heteronormativo
Sobre possíveis casos de pedofilia, lembro de algumas cenas de nudez em Dragon Ball com o Goku e o Gohan crianças, e também com a Bulma adolescente no Dragon Ball original. Acho que essas cenas seriam consideradas inaceitáveis se produzidas hoje.

Como se trata apenas de uma animação, e os personagens não representam pessoas reais, acho que os artistas devem ter liberdade para fazer o que quiserem. Se o produto vai ser popular ou não, é outra discussão.
 

kyubi64

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Vez ou outra aparece algum ANALista querendo achar pelo em ovo em animes e querendo causar. Por isso parei de ler reviews e analises. Pra mim vale se a história é boa ou não. Simples assim.


Ps: acho que esse ANALista não viu Kodomo no Jikan ainda :ksafado
 

YuriLopesXtreme

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@scharlie botou um grande ponto, independe do "lado", sempre tem essa bobagem de problematizar sim , mesmo por motivos diferentes, o que é igualmente irritante , igual sobre Videogames e Violência (quem não lembra do deputado do psl falando merda sobre?).

Eu não vi Muse Girls, mas quando li ali a frase "a garota de 17 anos eterna" do senhorzinho no anime e vendo a data (2018) ,a primeira coisa que veio a minha cabeça foi ser uma referencia a Usamin, uma personagem fictícia que tem o complexo de viver eternamente com seus 17 anos uma clara referencia a uma das maiores franquias de Idol no japão que é IDOLM@STER ao lado de Love Live, estão no top(lucram mais que One Piece), vou até assistir depois dessa, se foi só a minha imaginação mesmo rsrs.

84198

E como o scharlie concluiu sobre o artista e liberdade , tenho um ultra concordo meu ali.
 

Arkham Ferreira

Habitué da casa
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Disney está preocupada com o fracasso de bilheteria dos filmes da Fox
Por Rafaela Gomes
Publicado em 13/08/2019 às 22:51
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A milionária compra da Fox, por parte da Disney, já está trazendo alguns dessabores para os executivos da Casa do Mickey. Em meio a tantos sucessos de bilheteria ao longo dos seis primeiros meses de 2019, a empresa está enfrentando sérios problemas com os lançamentos da sua nova aquisição, que estão fracassando nos cinemas.
Segundo a revista Variety, a Walt Disney Co. analisou os dados da Fox neste primeiro trimestre e foi dura em seu posicionamento diante de seus funcionários. Chamando a atenção de maneira pública dentro do estúdio, a empresa deixou claro que o péssimo resultados dos filmes da Fox nesta primeira metade do ano são um sinal de um problema adiante.
De acordo com a publicação, a repreensão pública foi tão severa, que os próprios funcionários da Fox ficaram ainda mais preocupados em relação ao seus respectivos futuros dentro da companhia. E durante o informe a respeito do faturamento do estúdio, feito no dia 06 de agosto, Bob Iger, presidente da Disney, disse que “a performance da Fox foi bem abaixo daquilo que havia sido e bem abaixo daquilo que esperávamos quando fizemos essa aquisição”.
E de acordo com as palavras de um produtor de Hollywood sobre a fatídica reunião, “eu nunca tinha visto um enforcamento público como esse”.
Iger externou a preocupação dos executivos da empresa e, segundo fontes próximas à situação, os chefes do Gabinete Criativo da Disney, Alan Horn e Alan Bergman, ambos estariam frustrados e aflitos pelo péssimo desempenho da Fox nas bilheterias, bem como em relação à viabilidade de vários projetos que se encontram em fase de desenvolvimento.

Em se tratando de desempenho, a Fox não está tendo um ano de 2019 promissor. Seu maior sucesso foi o filme religioso ‘Superação: O Milagre da Fé‘, que chegou aos cinemas em abril. A produção faturou US$ 50 milhões ao redor do mundo, a partir de um orçamento pequeno, de US$ 14 milhões.
Os outros longas da Fox lançados pela Disney não tiveram a mesma jornada de sucesso. ‘X-Men: Fênix Negra‘ , ‘Stuber‘ e ‘Meu Amigo Enzo‘ fracassaram nos cinemas. Este último teve um fim de semana de estreia bem magro, conquistando apenas US$ 8.1 milhão.

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Disney está preocupada com o fracasso de bilheteria dos filmes da Fox
Por Rafaela Gomes
Publicado em 13/08/2019 às 22:51
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A milionária compra da Fox, por parte da Disney, já está trazendo alguns dessabores para os executivos da Casa do Mickey. Em meio a tantos sucessos de bilheteria ao longo dos seis primeiros meses de 2019, a empresa está enfrentando sérios problemas com os lançamentos da sua nova aquisição, que estão fracassando nos cinemas.
Segundo a revista Variety, a Walt Disney Co. analisou os dados da Fox neste primeiro trimestre e foi dura em seu posicionamento diante de seus funcionários. Chamando a atenção de maneira pública dentro do estúdio, a empresa deixou claro que o péssimo resultados dos filmes da Fox nesta primeira metade do ano são um sinal de um problema adiante.
De acordo com a publicação, a repreensão pública foi tão severa, que os próprios funcionários da Fox ficaram ainda mais preocupados em relação ao seus respectivos futuros dentro da companhia. E durante o informe a respeito do faturamento do estúdio, feito no dia 06 de agosto, Bob Iger, presidente da Disney, disse que “a performance da Fox foi bem abaixo daquilo que havia sido e bem abaixo daquilo que esperávamos quando fizemos essa aquisição”.
E de acordo com as palavras de um produtor de Hollywood sobre a fatídica reunião, “eu nunca tinha visto um enforcamento público como esse”.
Iger externou a preocupação dos executivos da empresa e, segundo fontes próximas à situação, os chefes do Gabinete Criativo da Disney, Alan Horn e Alan Bergman, ambos estariam frustrados e aflitos pelo péssimo desempenho da Fox nas bilheterias, bem como em relação à viabilidade de vários projetos que se encontram em fase de desenvolvimento.

Em se tratando de desempenho, a Fox não está tendo um ano de 2019 promissor. Seu maior sucesso foi o filme religioso ‘Superação: O Milagre da Fé‘, que chegou aos cinemas em abril. A produção faturou US$ 50 milhões ao redor do mundo, a partir de um orçamento pequeno, de US$ 14 milhões.
Os outros longas da Fox lançados pela Disney não tiveram a mesma jornada de sucesso. ‘X-Men: Fênix Negra‘ , ‘Stuber‘ e ‘Meu Amigo Enzo‘ fracassaram nos cinemas. Este último teve um fim de semana de estreia bem magro, conquistando apenas US$ 8.1 milhão.

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Bem feito pra Disney.

PS: E eu acho que é pouco.Essa empresa asquerosa merece mais.
 

edineilopes

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Disney e lacradores que se explodam.
Seu maior sucesso foi o filme religioso
Imagina o dilema. Lacrar e arriscar ir pro olho da rua? Ou tentar ganhar dinheiro com mais filme religioso?
:klol:klol:klol:klol:klol:klol
Bem feito pra Disney.
PS: E eu acho que é pouco.Essa empresa asquerosa merece mais.
Tá F%oda assistir coisas da Disney com filho. Enfiam princesas, lacre ou empoderamento feminino em quase tudo.
Que vão pro inferno.
 

Tauron

Bam-bam-bam
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A Disney vai lentamente percebendo que se exagerar na dose de lacração estraga o produto, no começo a Disney reagiu as críticas na brutalidade, xingou os consumidores críticos de nazistas e machistas etc... e viram que isso não funcionou muito bem, acredito que a lacração vai diminuir um pouco daqui pra frente.

No anódino Vingadores Endgame por exemplo, temos aquela cena ridícula e cafona das heroínas mostrando todo seu "girl power" no embate final, até um esquerdista conseguiu entender que aquela cena era artificial, patética e só foi inserida ali pra pagar pedágio pra militância histérica progressista, mas nesse caso a lacração não chegou ao ponto de estragar o filme, que infelizmente é uma porcaria, pelo menos pros fãs de Thanos(do Jim Starlin).
 

Goris

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Disney está preocupada com o fracasso de bilheteria dos filmes da Fox
Por Rafaela Gomes
Publicado em 13/08/2019 às 22:51
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A milionária compra da Fox, por parte da Disney, já está trazendo alguns dessabores para os executivos da Casa do Mickey. Em meio a tantos sucessos de bilheteria ao longo dos seis primeiros meses de 2019, a empresa está enfrentando sérios problemas com os lançamentos da sua nova aquisição, que estão fracassando nos cinemas.
Segundo a revista Variety, a Walt Disney Co. analisou os dados da Fox neste primeiro trimestre e foi dura em seu posicionamento diante de seus funcionários. Chamando a atenção de maneira pública dentro do estúdio, a empresa deixou claro que o péssimo resultados dos filmes da Fox nesta primeira metade do ano são um sinal de um problema adiante.
De acordo com a publicação, a repreensão pública foi tão severa, que os próprios funcionários da Fox ficaram ainda mais preocupados em relação ao seus respectivos futuros dentro da companhia. E durante o informe a respeito do faturamento do estúdio, feito no dia 06 de agosto, Bob Iger, presidente da Disney, disse que “a performance da Fox foi bem abaixo daquilo que havia sido e bem abaixo daquilo que esperávamos quando fizemos essa aquisição”.
E de acordo com as palavras de um produtor de Hollywood sobre a fatídica reunião, “eu nunca tinha visto um enforcamento público como esse”.
Iger externou a preocupação dos executivos da empresa e, segundo fontes próximas à situação, os chefes do Gabinete Criativo da Disney, Alan Horn e Alan Bergman, ambos estariam frustrados e aflitos pelo péssimo desempenho da Fox nas bilheterias, bem como em relação à viabilidade de vários projetos que se encontram em fase de desenvolvimento.

Em se tratando de desempenho, a Fox não está tendo um ano de 2019 promissor. Seu maior sucesso foi o filme religioso ‘Superação: O Milagre da Fé‘, que chegou aos cinemas em abril. A produção faturou US$ 50 milhões ao redor do mundo, a partir de um orçamento pequeno, de US$ 14 milhões.
Os outros longas da Fox lançados pela Disney não tiveram a mesma jornada de sucesso. ‘X-Men: Fênix Negra‘ , ‘Stuber‘ e ‘Meu Amigo Enzo‘ fracassaram nos cinemas. Este último teve um fim de semana de estreia bem magro, conquistando apenas US$ 8.1 milhão.

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Sabe, andei pensando ultimamente... Na verdade, andei repensando um pensamento de um colega aqui da OS.

A Disney deixou Solo nas mãos de dois diretores, mas logo começou a ver que o filme não seria um bom filme. Na verdade, deixaram soltar na imprensa que o filme seria muito ruim. E, em cima desse ruim, demitiram os diretores e contrataram outro, que fez o filme como a Disney achou que devia ser feito - a um custo exorbitante - e o filme fracassou. Prejuízo milionário. Os diretores demitidos vão e fazem O Homem-Aranha no Aranhaverso, uma das melhores animações da década, talvez entre as melhores do século. Tipo, será que os fracassados que nem conseguiam fazer um filme do Solo bom eram tão ruins e melhoraram para fazer Spideman? Ou será que tem um idiota na Disney que acha que sabe o que está fazendo?

X-Men era um filme falho, Muito SJWismo. Mas será que a alteração da Disney pode não ter piorado ainda mais o que já seria ruim? Porque a Disney alterou algumas partes do filme.

De qualquer forma, muito bom, vamos ver ela caindo e aprendendo que quem lacra não lucra.
 

Axel_DM

Bam-bam-bam
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Tá F%oda assistir coisas da Disney com filho. Enfiam princesas, lacre ou empoderamento feminino em quase tudo.
Que vão pro inferno.
Tá foda mesmo.E o pior que não é só a Disney.O Cartoon Network tá cheio de lacração ultimamente.
Eu tenho pena dessa geração mais nova que vai assistir esse lixo lacrador esquerdista e não vai conhecer ícones como o Pica-Pau e o Pernalonga (as versões raiz).
 

T.Chico

Bam-bam-bam
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Ero manga é tranquilo e não mostra nada que não temos em animes a mais de 20 anos e um desenhista tem que começar jovem não importa o estilo, matéria besta de quem não entende da causa tipo pedir para um cristão fazer reviews de álbuns de Deathmetal, Blackmetal e Grindcore :klolwtf
 

edineilopes

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Tá foda mesmo.E o pior que não é só a Disney.O Cartoon Network tá cheio de lacração ultimamente.
Eu tenho pena dessa geração mais nova que vai assistir esse lixo lacrador esquerdista e não vai conhecer ícones como o Pica-Pau e o Pernalonga (as versões raiz).
Mesmo o Mickey teve sua versão Raiz e não era esse bom moço super politicamente correto, nem a Minnie a namorada perfeita.

Imagina o escândalo que ia ser essa cena, se desenhada hoje...


Ou pior, essa, Minnie desmaiada sendo segurada por Mickey pela calcinha. A indefesa vitima chega a ficar nua alguns quadros. Ia ter lacrador fã da Disney se matando.

Para não ser injusto com a Disney, esta série abaixo Mickey lembra um pouco "as origens" e o roteiro não parece tão comprometido com politicamente correto.
Recomendo.

 
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