O que há de Novo?
  • Novo tema VIP está disponível
    Visitante, um novo tema com fundo escuro agora está disponível para aqueles que contribuíram com doações ao fórum e têm o status VIP. Veja os detalhes aqui.


[Oficial] Welcome Refugees =] Saiba o que está Acontecendo na Europa e no Mundo



constatine

Bam-bam-bam
Mensagens
4.514
Reações
21.982
Pontos
294
Universidade de Pernambuco cita ameaças e cancela palestra de ativista judeu
https://www.tercalivre.com.br/grupo-antissemita-ameca-e-universidade-de-pernambuco-cancela-evento/
https://www.diariodepernambuco.com.br/noticia/vidaurbana/2019/08/confederacao-israelita-do-brasil-divulga-nota-sobre-palestra-cancelada.html


A folha de São Paulo está de parabéns :kjoinha. Nunca vi um jornal tão empenhado em distorcer a realidade, passar pano e apoiar coisa errada (e olha que falo no geral. Nesse caso em especifico dever ser de alguém mexendo os pauzinhos na linha editorial).
https://www1.folha.uol.com.br/mundo/2019/08/universidade-de-pernambuco-cita-ameacas-e-cancela-palestra-de-ativista-judeu.shtml
 

Metal God

Ei mãe, 500 pontos!
Mensagens
29.604
Reações
21.124
Pontos
744
Atualmente, que pensa diferente é taxado como criminoso. Vejam o caso do Eric Zemmour, na França. Ele é odiado por pensar diferente dessa galerinha 'in', progressista e tal...

Temido, atacado, processado, Eric Zemmour povoa o cenário intelectual e político francês com sua visão de mundo ultraconservadora, em luta contra o politicamente correto, a imigração e a esquerda. Autor de best-sellers como “Suicídio francês”, radialista, figura carimbada de debates televisivos, colunista do jornal “Le Figaro”, ele não teme os conflitos. Nesta entrevista, concedida no café Saint-Augustin, em Paris, reduto de jornalistas e intelectuais, ele mostra a virulência da sua verve.
Caderno de Sábado – É difícil a vida de um polemista na França?
Éric Zemmour –
Antes de mais nada, sou chamado de polemista para não ser chamado de intelectual. É uma guerra de palavras. O termo intelectual é reservado para a esquerda. Intelectual é todo aquele que defende as suas ideias na esfera pública por meio de artigos, livros e intervenções na mídia. É a definição dada por Régis Debray, que gentilmente reconhece a minha condição de intelectual. Para a esquerda, sou polemista. O intelectual não defende o senso comum dominante. Ele o contraria. É o meuy caso. A vida de um intelectual como eu é penosa. Tenho de enfrentar pessoas que recorrem ao insulto e não aos argumentos. É gente que se situa pretensamente no moralismo e na virtude, não no racional. Michelet, falando de Robespierre, dizia que era o representante das ideias prontas. Vivemos atualmente sob a hegemonia das ideias prontas sustentadas por jornalistas, universitários, parte dos políticos. Eles não enxergam real. Preferem pregar moral. É nova religião dos Direitos do Homem. Por fim, quando digo algo que escandaliza, não encontro contestação ao que exprimo, mas ao meu direito de fazê-lo. Surgem grandes campanhas para questionar o meu direito de falar em rádio, televisão, etc. O resultado é que tenho sido boicotado há mais de um ano por todas as emissoras públicas.
CS – A crítica ao politicamente correto é o seu campo de guerra?
Zemmour –
Não. O politicamente correto é uma ideologia criada nos anos 1960 nas universidades dos Estados Unidos com o objetivo de colocar interesses de minorias sexuais, raciais e étnicas acima de tudo. É o campo de batalha de grupos feministas, antirracistas, LGBT, entre outros, determinados a impor suas regras à maioria. Trata-se de destruir a norma majoritária. É o contrário da democracia. Nada mais é do que a vontade das minorias de dominar o povo. Um retorno ao Antigo Regime. Precisamos dar nome aos bois, chamar gato de gato: essas pessoas se tomam por novos aristocratas, negam a democracia, são protegidas pela oligarquia judiciária. O politicamente é uma ideologia de dominação pelas minorias.
CS – Quem seriam os principais beneficiários?
Zemmour –
Como eu disse, homossexuais, os gays, como se diz, as feministas, os movimentos antirracistas e de defesa do islamismo. Todos os que proíbem qualquer crítica aos seus representados. Novos aristocratas.
CS – Para o senhor, raças humanas existem, mas sem hierarquia entre elas?
Zemmour –
Os rótulos não me importam. Raça, tipo, etnia, tanto faz. A palavra raça não pode mais ser usada por ter sido empregada por Hitler na sua defesa de uma raça pura. Se ele tivesse falado mesa, então mesa seria um termo tabu. Raça é uma categoria criada por cientistas para classificar a humanidade fora do universalismo cristão. No começo, representava um progressismo de esquerda. Posso garantir que não faço hierarquias entre as pessoas. Sei, no entanto, que existem brancos, negros, etc. Assim como existem povos, nações, civilizações diferentes. São dados de realidade.
CS – É falso acusá-lo de racista?
Zemmour –
Acusa-se qualquer um por qualquer coisa de racismo. São insultos, não argumentos. Qualquer afirmação que contrarie a agenda dessas minorias politicamente corretas é desqualificada de racismo. Quem é contra o multiculturalismo e a favor da integração dos diferentes, é acusado de racismo. A estratégia consiste em considerar hostil às próprias pessoas toda rejeição à ideologia sustentada pretensamente em nome delas. Quem é contra o casamento gay, vira homofóbico. Se afirma que não tem como integrar o islamismo na república francesa, vira islamofóbico. Se entende que o igualitarismo feminista é destrutor da estrutura familiar tradicional, passar a ser machista e misógino. Não pode haver mais debate racional. O insulto e a condenação moral é que tudo condicionam.
CS – A revolta de maio de 1968 tem influência na situação atual?
Zemmour –
Maio de 68 é detonador de tudo isso. O discurso dominante em 68 era marxista. Foi adaptado depois. Nos anos 1970, houve a impregnação que ainda persiste pela qual se passou a atacar a sociedade francesa. Esse modelo vinha de longe, com raízes profundas, oriundas de uma vontade de desconstrução do cristianismo, da adoção do consumismo norte-americano.
CS – O senhor é um nacionalista?
Zemmour –
Nacionalismo é outro termo que virou tabu. Assim como patriota. Defender a nação francesa me cai bem. Ser nacionalista na França de hoje não é querer declarar guerra à Alemanha, mas ser contra a invasão islâmica, contra a desnaturação do seu país. É questão de sobrevivência.
CS – Para o senhor, a imigração pode destruir a França?
Zemmour –
Sim. É preciso parar a entrada de imigrantes, suprimir o reagrupamento familiar, o direito de solo, as ajudas sociais, expulsar os delinquentes estrangeiros. Em seguida, é fundamental restabelecer os mecanismos de integração que, durante a III república, que não era um regime nazista, mas uma democracia, obrigava o estrangeiro a escolher, ou virava francês ou voltava para casa. Três milhões de italianos entraram na França entre 1870 e 1940. Um milhão ficou. Dois milhões retornaram. Eles queriam continuar italianos. Não conseguiam se adaptar ao modo francês. Depois de 1980, com o multiculturalismo, temos uma colonização invertida. O estrangeiro quer impor o seu modo de vida. Viver como se estivesse no seu país, estando no estrangeiro, isso se chama colonização. Era o que faziam os franceses na Argélia ou os ingleses na Índia. É o que ocorre.
CS – Os intelectuais de esquerda não enxergam isso na sua opinião?
Zemmour –
Por múltiplas razões, a esquerda não quer ver a realidade. Alguns, detestam a França. É um ódio de si e da sua cultura. Para outros, o imigrante, especialmente o árabe muçulmano, substituiu o proletário como personagem messiânico. Por fim, há os ingênuos que, privilegiados, acham que tudo está bem, pois nas escolas de seus filhos não há salas cheias de alunos vindos de fora, suas filhas não são insultadas nas ruas por usar saia, os seus modos de vida não foram modificados. Não vem que em torno deles se ergue uma república islâmica. Eu defendo as minhas ideias.
CS – Partidariamente?
Zemmour –
Não. Nas eleições, não indico em quem votar, mas faço as minhas escolhas. Fui demitido muitas vezes por causa das minhas posições. Quase perdi meu emprego no jornal Le Figaro, em 2013. A nova direção, contudo, tem me dado tranquilidade para escrever. Sofro muitos processos na justiça. É uma técnica que se utiliza de juízes ideologizados. Depois se fala assim: esse homem não pode ser convidado para se exprimir na mídia, pois foi condenado pela justiça, como se eu tivesse matado ou roubado.
CS – O que pensa de Donald Trump e de Jair Bolsonaro?
Zemmour –
Os dois integram a onda populista mundial. Populismo para mim é o grito do povo que não quer morrer. O povo não quer ser dissolvido na globalização. Não quer ser controlado em casa por estrangeiros, quer decidir o seu destino. Quer defender sua identidade, seu modo de vida, ameaçados pela universalização do modelo de vida americano e pela imigração: globalização por cima e por baixo. Mesmo os Estados Unidos sofrem. Quando li Samuel Huntington, tive a impressão de me reler. O que ele diz em relação à imigração mexicana nos Estados Unidos vale para a imigração africano e árabe na França. A islamização é ainda mais grave. O populismo é uma revolta contra o politicamente correto. Há alguns anos, o Brasil era apontado pelos bem-pensantes de Paris como exemplo de país multicultural. Agora, não se fala mais nisso. A globalização representa um perigo mortal para as identidades nacionais. Uniformiza os modos de vida. Muda povos e a maneira de viver dos povos. Não deixa nada incólume.
CS – A globalização não resultado da lei do mercado? Como reagir a ela?
Zemmour –
Pelo protecionismo. A China é muito protecionista. O Japão, do seu jeito, também. Os Estados Unidos começam a tornar-se mais protecionistas. Na Europa, o problema é a dependência da Alemanha, que depende das suas exportações. Os alemães não adotam medidas protecionistas por medo de represálias contra a exportação dos seus carros. Os preços podem aumentar, certo, mas é preciso escolher o que se quer: uniformização e produtos medíocres ou a salvaguarda da sua produção e da sua qualidade.
CS – Qual a sua opinião sobre a Frente Nacional de Marine Le Pen?
Zemmour –
É um instrumento extraordinário de resistência ao politicamente correto e, ao mesmo tempo, um álibi para que o sistema impeça a vitória das forças dos seus adversários. Serve para que agitem o espantalho do fascismo assustando as pessoas, especialmente as mais desinformadas.
Leiam no spoiler ou diretamente neste link.
 
Ultima Edição:

arqueiro182

Bam-bam-bam
Mensagens
8.541
Reações
32.069
Pontos
353
A parte em negrito tá com cara de teoria da conspiração.
E a União Europeia? Já é a implementação disso.

Holanda, Espanha, Portugal, Alemanha... tem autonomia ZERO economicamente falando.

Tudo que eles fizerem tem que beijar a mão da UE e da ONU primeiro. Tentaram implementar o controle social também e quase estão conseguindo. Os países isrão existir normalmente mas sem nenhuma autonomia.
 

arqueiro182

Bam-bam-bam
Mensagens
8.541
Reações
32.069
Pontos
353
Atualmente, que pensa diferente é taxado como criminoso. Vejam o caso do Eric Zemmour, na França. Ele é odiado por pensar diferente dessa galerinha 'in', progressista e tal...

Temido, atacado, processado, Eric Zemmour povoa o cenário intelectual e político francês com sua visão de mundo ultraconservadora, em luta contra o politicamente correto, a imigração e a esquerda. Autor de best-sellers como “Suicídio francês”, radialista, figura carimbada de debates televisivos, colunista do jornal “Le Figaro”, ele não teme os conflitos. Nesta entrevista, concedida no café Saint-Augustin, em Paris, reduto de jornalistas e intelectuais, ele mostra a virulência da sua verve.
Caderno de Sábado – É difícil a vida de um polemista na França?
Éric Zemmour –
Antes de mais nada, sou chamado de polemista para não ser chamado de intelectual. É uma guerra de palavras. O termo intelectual é reservado para a esquerda. Intelectual é todo aquele que defende as suas ideias na esfera pública por meio de artigos, livros e intervenções na mídia. É a definição dada por Régis Debray, que gentilmente reconhece a minha condição de intelectual. Para a esquerda, sou polemista. O intelectual não defende o senso comum dominante. Ele o contraria. É o meuy caso. A vida de um intelectual como eu é penosa. Tenho de enfrentar pessoas que recorrem ao insulto e não aos argumentos. É gente que se situa pretensamente no moralismo e na virtude, não no racional. Michelet, falando de Robespierre, dizia que era o representante das ideias prontas. Vivemos atualmente sob a hegemonia das ideias prontas sustentadas por jornalistas, universitários, parte dos políticos. Eles não enxergam real. Preferem pregar moral. É nova religião dos Direitos do Homem. Por fim, quando digo algo que escandaliza, não encontro contestação ao que exprimo, mas ao meu direito de fazê-lo. Surgem grandes campanhas para questionar o meu direito de falar em rádio, televisão, etc. O resultado é que tenho sido boicotado há mais de um ano por todas as emissoras públicas.
CS – A crítica ao politicamente correto é o seu campo de guerra?
Zemmour –
Não. O politicamente correto é uma ideologia criada nos anos 1960 nas universidades dos Estados Unidos com o objetivo de colocar interesses de minorias sexuais, raciais e étnicas acima de tudo. É o campo de batalha de grupos feministas, antirracistas, LGBT, entre outros, determinados a impor suas regras à maioria. Trata-se de destruir a norma majoritária. É o contrário da democracia. Nada mais é do que a vontade das minorias de dominar o povo. Um retorno ao Antigo Regime. Precisamos dar nome aos bois, chamar gato de gato: essas pessoas se tomam por novos aristocratas, negam a democracia, são protegidas pela oligarquia judiciária. O politicamente é uma ideologia de dominação pelas minorias.
CS – Quem seriam os principais beneficiários?
Zemmour –
Como eu disse, homossexuais, os gays, como se diz, as feministas, os movimentos antirracistas e de defesa do islamismo. Todos os que proíbem qualquer crítica aos seus representados. Novos aristocratas.
CS – Para o senhor, raças humanas existem, mas sem hierarquia entre elas?
Zemmour –
Os rótulos não me importam. Raça, tipo, etnia, tanto faz. A palavra raça não pode mais ser usada por ter sido empregada por Hitler na sua defesa de uma raça pura. Se ele tivesse falado mesa, então mesa seria um termo tabu. Raça é uma categoria criada por cientistas para classificar a humanidade fora do universalismo cristão. No começo, representava um progressismo de esquerda. Posso garantir que não faço hierarquias entre as pessoas. Sei, no entanto, que existem brancos, negros, etc. Assim como existem povos, nações, civilizações diferentes. São dados de realidade.
CS – É falso acusá-lo de racista?
Zemmour –
Acusa-se qualquer um por qualquer coisa de racismo. São insultos, não argumentos. Qualquer afirmação que contrarie a agenda dessas minorias politicamente corretas é desqualificada de racismo. Quem é contra o multiculturalismo e a favor da integração dos diferentes, é acusado de racismo. A estratégia consiste em considerar hostil às próprias pessoas toda rejeição à ideologia sustentada pretensamente em nome delas. Quem é contra o casamento gay, vira homofóbico. Se afirma que não tem como integrar o islamismo na república francesa, vira islamofóbico. Se entende que o igualitarismo feminista é destrutor da estrutura familiar tradicional, passar a ser machista e misógino. Não pode haver mais debate racional. O insulto e a condenação moral é que tudo condicionam.
CS – A revolta de maio de 1968 tem influência na situação atual?
Zemmour –
Maio de 68 é detonador de tudo isso. O discurso dominante em 68 era marxista. Foi adaptado depois. Nos anos 1970, houve a impregnação que ainda persiste pela qual se passou a atacar a sociedade francesa. Esse modelo vinha de longe, com raízes profundas, oriundas de uma vontade de desconstrução do cristianismo, da adoção do consumismo norte-americano.
CS – O senhor é um nacionalista?
Zemmour –
Nacionalismo é outro termo que virou tabu. Assim como patriota. Defender a nação francesa me cai bem. Ser nacionalista na França de hoje não é querer declarar guerra à Alemanha, mas ser contra a invasão islâmica, contra a desnaturação do seu país. É questão de sobrevivência.
CS – Para o senhor, a imigração pode destruir a França?
Zemmour –
Sim. É preciso parar a entrada de imigrantes, suprimir o reagrupamento familiar, o direito de solo, as ajudas sociais, expulsar os delinquentes estrangeiros. Em seguida, é fundamental restabelecer os mecanismos de integração que, durante a III república, que não era um regime nazista, mas uma democracia, obrigava o estrangeiro a escolher, ou virava francês ou voltava para casa. Três milhões de italianos entraram na França entre 1870 e 1940. Um milhão ficou. Dois milhões retornaram. Eles queriam continuar italianos. Não conseguiam se adaptar ao modo francês. Depois de 1980, com o multiculturalismo, temos uma colonização invertida. O estrangeiro quer impor o seu modo de vida. Viver como se estivesse no seu país, estando no estrangeiro, isso se chama colonização. Era o que faziam os franceses na Argélia ou os ingleses na Índia. É o que ocorre.
CS – Os intelectuais de esquerda não enxergam isso na sua opinião?
Zemmour –
Por múltiplas razões, a esquerda não quer ver a realidade. Alguns, detestam a França. É um ódio de si e da sua cultura. Para outros, o imigrante, especialmente o árabe muçulmano, substituiu o proletário como personagem messiânico. Por fim, há os ingênuos que, privilegiados, acham que tudo está bem, pois nas escolas de seus filhos não há salas cheias de alunos vindos de fora, suas filhas não são insultadas nas ruas por usar saia, os seus modos de vida não foram modificados. Não vem que em torno deles se ergue uma república islâmica. Eu defendo as minhas ideias.
CS – Partidariamente?
Zemmour –
Não. Nas eleições, não indico em quem votar, mas faço as minhas escolhas. Fui demitido muitas vezes por causa das minhas posições. Quase perdi meu emprego no jornal Le Figaro, em 2013. A nova direção, contudo, tem me dado tranquilidade para escrever. Sofro muitos processos na justiça. É uma técnica que se utiliza de juízes ideologizados. Depois se fala assim: esse homem não pode ser convidado para se exprimir na mídia, pois foi condenado pela justiça, como se eu tivesse matado ou roubado.
CS – O que pensa de Donald Trump e de Jair Bolsonaro?
Zemmour –
Os dois integram a onda populista mundial. Populismo para mim é o grito do povo que não quer morrer. O povo não quer ser dissolvido na globalização. Não quer ser controlado em casa por estrangeiros, quer decidir o seu destino. Quer defender sua identidade, seu modo de vida, ameaçados pela universalização do modelo de vida americano e pela imigração: globalização por cima e por baixo. Mesmo os Estados Unidos sofrem. Quando li Samuel Huntington, tive a impressão de me reler. O que ele diz em relação à imigração mexicana nos Estados Unidos vale para a imigração africano e árabe na França. A islamização é ainda mais grave. O populismo é uma revolta contra o politicamente correto. Há alguns anos, o Brasil era apontado pelos bem-pensantes de Paris como exemplo de país multicultural. Agora, não se fala mais nisso. A globalização representa um perigo mortal para as identidades nacionais. Uniformiza os modos de vida. Muda povos e a maneira de viver dos povos. Não deixa nada incólume.
CS – A globalização não resultado da lei do mercado? Como reagir a ela?
Zemmour –
Pelo protecionismo. A China é muito protecionista. O Japão, do seu jeito, também. Os Estados Unidos começam a tornar-se mais protecionistas. Na Europa, o problema é a dependência da Alemanha, que depende das suas exportações. Os alemães não adotam medidas protecionistas por medo de represálias contra a exportação dos seus carros. Os preços podem aumentar, certo, mas é preciso escolher o que se quer: uniformização e produtos medíocres ou a salvaguarda da sua produção e da sua qualidade.
CS – Qual a sua opinião sobre a Frente Nacional de Marine Le Pen?
Zemmour –
É um instrumento extraordinário de resistência ao politicamente correto e, ao mesmo tempo, um álibi para que o sistema impeça a vitória das forças dos seus adversários. Serve para que agitem o espantalho do fascismo assustando as pessoas, especialmente as mais desinformadas.
Leiam no spoiler ou diretamente no neste link.
CS – A crítica ao politicamente correto é o seu campo de guerra?

Zemmour –
Não. O politicamente correto é uma ideologia criada nos anos 1960 nas universidades dos Estados Unidos com o objetivo de colocar interesses de minorias sexuais, raciais e étnicas acima de tudo. É o campo de batalha de grupos feministas, antirracistas, LGBT, entre outros, determinados a impor suas regras à maioria. Trata-se de destruir a norma majoritária. É o contrário da democracia. Nada mais é do que a vontade das minorias de dominar o povo. Um retorno ao Antigo Regime. Precisamos dar nome aos bois, chamar gato de gato: essas pessoas se tomam por novos aristocratas, negam a democracia, são protegidas pela oligarquia judiciária. O politicamente correto é uma ideologia de dominação pelas minorias.


:kkong


Que entrevista foda.

Ainda tem Franceses com bolas; felizmente.
 


Darth_Tyranus

Bam-bam-bam
Mensagens
1.332
Reações
7.009
Pontos
303
Caralho cara, parece um filme, parece império de Star Wars, a devoção do povo alemão era incrível.

Sent from my MI 9 using Tapatalk
Qualquer semelhança com Star Wars ou qualquer filme contemporâneo NÃO É mera coincidência. Os filmes de Leni Riefenstahl inspiram técnicas e a fotografia em Hollywood e a propaganda política até hoje. Você acha coincidência aqueles vídeos de campanhas que custam milhões com pessoas sorrindo e tomadas de câmera de cima mostrando a grandiosidade dos governo anteriores ou a vontade de fazer o país grande começaram quando? Com o fascismo e o nazismo, os mestres da propaganda, dos canais de comunicação modernos que criam a imagem do homem infalível que realiza a vontade de seu povo, lê o espírito da vontade e usa seu corpo e sua voz como ferramenta para alcançar a glória, que se comunica através do rádio e do cinema (na década de 1930).


No varguismo não tivemos um movimento de cinema consolidado. Já que o que existia por aqui foi resultado dos investimentos da aproximação dos EUA. No entanto, o faceta da comunicação por meio do rádio foi bem desenvolvida. A "Voz do Brasil" nasceu das teorias políticas fascistas de Carl Schmidt e Francismo Campos. Tem uma música recente do Rammstein que aborda a comunicação do rádio no nazismo.


Quando os políticos americanos assistiram ao "Triunfo da Vontade" eles pensaram: "estamos fudidos, não tem como concorrer com esse filho da put@". Em seguida pagaram para diversos cineastas para realizarem as suas próprias propagandas políticas. Estes filmes estão disponíveis na Netflix.

 
Ultima Edição:

Aet3rnus

Bam-bam-bam
Mensagens
724
Reações
2.535
Pontos
248
Beta cuck "em ação".

Esse pai é um fracassado mesmo... Se fosse meu filho eu teria respondido por homicídio privilégiado. É por isso que o Ocidente está caindo, por homens como esse (totalmente afeminado), pq pela forma como ele reage se afastando da gorda com a faca... é uma vergonha.

Eu sei qual é problema da Suécia, Alemanha e França... somente não posso digitar aqui pois seria travado\banido.
 

Mr. Riddle

Ser evoluído
Mensagens
97
Reações
176
Pontos
33
Não consigo ter pena da Suécia nem de país que abre as pernas pra Muçulmano.

Que se fodam todos.
Eu também já passei dessa fase...

Se a Suécia está nessa situação pra lá de crítica, praticamente sem salvação (na minha opinião), é porque escolheu assim.

Não consigo sentir pena desse país. Foram eles que escolheram esse destino para si próprios.
 

arqueiro182

Bam-bam-bam
Mensagens
8.541
Reações
32.069
Pontos
353
Eu também já passei dessa fase...

Se a Suécia está nessa situação pra lá de crítica, praticamente sem salvação (na minha opinião), é porque escolheu assim.

Não consigo sentir pena desse país. Foram eles que escolheram esse destino para si próprios.

Pois é, os caras aceitam até ex-combatente do ISIS, dão grana pra eles se "reintegrarem" a sociedade. Doam casas pra Kebab com 4 esposas e 18 filhos, ainda pagam pra manter todos eles a maioria dos Muslins na Europa não trabalha. Censuram qualquer cidadão que fale alguma coisa é severamente punido.

E eu vou lá me importar ou ficar chorando por eles? Bem feito, Europeus de merda.
 
Ultima Edição:

arqueiro182

Bam-bam-bam
Mensagens
8.541
Reações
32.069
Pontos
353
Alemanha dá 9.000 vistos de permanência e o número de moradores de rua aumenta 150%



https://www.eutimes.net/2019/08/9000-german-residence-permits-given-to-foreigners-family-members-while-homelessness-increased-by-up-to-20/

https://www.dw.com/en/germany-150-percent-rise-in-number-of-homeless-since-2014/a-41376766


-A maioria dos moradores de rua são homens e solteiros (pra variar).
-22.000 crianças são moradoras de rua.
-Aumentou 150% desde que abriram as fronteiras.
-9.000 vistos de permanência... é pouco pra uma população de 80 milhões, mas aposto que a maioria é entre trabalhadores ocidentais (que são quem pagam os impostos pra sustentar essa gente).

Alemanha aos poucos se tornando um Gueto igual a França.
 

scharlie

Bam-bam-bam
Mensagens
3.507
Reações
12.044
Pontos
303
Bom, existem suecos conservadores e nacionalistas.

O partido sueco considerado "fascista" (Sweden Democrats) ganhou 17.5% dos votos nas eleições gerais de 2018, ficando em terceiro lugar.

https://en.wikipedia.org/wiki/2018_Swedish_general_election

Acho que Suécia, França, Alemanha, Inglaterra, Bélgica e Holanda não têm mais "salvação". Nunca mais serão países homogêneos.

O que eu acho que os nacionalistas deveriam tentar é separação das regiões mais homogêneas, incentivando os conservadores a migrarem para essas áreas.

Existiriam, assim, duas Suécias, uma conservadora e homogênea, e a outra esquerdista e cheia de "diversidade". Em um passado recente, existiam duas Alemanhas por questões políticas, e ainda existem duas Coreias.

Claro que não seria um processo simples e pode acabar em uma guerra civil, mas creio que seja a melhor solução.
 

Big One

Ser evoluído
Mensagens
140
Reações
226
Pontos
43
É foda...

E, se não acontecer nada anormal, pra mim a Europa já era. Por anormal, eu digo algo como os europeus se revoltarem com tudo o que está acontecendo por lá.

Mas eu não acho que isso vá acontecer. Os europeus atuais têm um sangue de barata, que não está escrito. Eles aceitam tudo sem questionar, sem protestar. Mesmo quando são eles os únicos que têm tudo a perder com toda essa situação.
 

Darth_Tyranus

Bam-bam-bam
Mensagens
1.332
Reações
7.009
Pontos
303
O que significa isso? Fake news?
Bandeira falsa são ações movidas para parecerem ter um fundamente específico enquanto na realidade são uma distração ou fonte de discurso baseado em falsos fatos. Um exemplo contundente foram os "ataques nazistas" em 2018 com diversas suásticas pichadas em banheiros de universidades públicas ameaçando minorias.
 

Goris

Ei mãe, 500 pontos!
Mensagens
14.695
Reações
51.318
Pontos
553
O que significa isso? Fake news?
É como o Darth Tyrannus disse, um false flag (falsa bandeira) é quando um grupo, querendo criar uma narrativa, realiza ataques a si mesmo ou a um grupo "aliado".

Por exemplo, um cara é gay e quer passar a narrativa que, no governo Trump, os homofóbicos se tornaram mais corajosos.

Ele paga uns bêbados pra baterem nele, na frente de pessoas, gritando "Sua bichinha" e pronto, ele vai poder dizer que os eleitores do Trump são homofóbicos e as pessoas do grupo dele vão "ter razão" para lutar contra Trump e, sendo ele uma vítima, vai ser chamado para programas, shows, dar um UP na carreira...

O fato acima realmente aconteceu.

Ou, como Tyrannus disse, após Bolsonaro passar para o segundo turno, pessoas ligadas ao PT saíram puxando suásticas e até mesmo se machucando para dizerem que os Bolsonaristas estavam atacando pessoas LGBT...

Claro, o termo false flag existe quase que desde que surgiram as primeiras civilizações organizadas.

Atacar (ou fingir atacar) a própria civilização e culpar os outros.
 
Ultima Edição:

Big One

Ser evoluído
Mensagens
140
Reações
226
Pontos
43
É como o Darth Tyrannus disse, um false flag (falsa bandeira) é quando um grupo, querendo criar uma narrativa, realiza ataques a si mesmo ou a um grupo "aliado".

Por exemplo, um cara é gay e quer passar a narrativa que, no governo Trump, os homofóbicos se tornaram mais corajosos.

Ele paga uns bêbados pra baterem nele, na frente de pessoas, gritando "Sua bichinha" e pronto, ele vai poder dizer que os eleitores do Trump são homofóbicos e as pessoas do grupo dele vão "ter razão" para lutar contra Trump e, sendo ele uma vítima, vai ser chamado para programas, shows, dar um UP na carreira...

O fato acima realmente aconteceu.

Ou, como Tyrannus disse, após Bolsonaro passar para o segundo turno, pessoas ligadas ao PT saíram puxando suásticas e até mesmo se machucando para dizerem que os Bolsonaristas estavam atacando pessoas LGBT...

Claro, o termo false flag existe quase que desde que surgiram as primeiras civilizações organizadas.

Atacar (ou fingir atacar) a própria civilização e culpar os outros.
Eu me lembro do caso da suástica. Aquilo foi mais do que patético...
 

Wayne Gretzky

Mil pontos, LOL!
Mensagens
38.479
Reações
52.484
Pontos
1.024
A partir de 2021 será necessário autorização para brasileiros entrarem na Europa. Quem quiser ir pra lá, que vá logo.
 
Topo