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Bloodstained: Ritual of the Night [sucessor de Castlevania de Koji Igarashi]

Alucardo Sama

Bam-bam-bam
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Estava afim de pegar a versão switch também, mas vi uma galera pegando o game pra switch, porém não vejo ninguem falando da versão dele.

Será que ficou tão zoado assim que tão jogando pra debaixo do pano? :kwow

Não estou achando nem gameplay e nem opinião da galera que pegou.
Parece que tão com vergonha de falar. :klol

Pior que esse game grita pra ser jogado no switch, se eu tivesse a versão switch já teria jogando 3x mais do que joguei no pc.
 


Zeorymer

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Pro pessoal que queria jogar o jogo no difícil e não está liberado digitem nightmare como nome do jogador e pronto, ou se quiser começar o jogo com a espada Dominuis digite Akuma.

Vou aproveitar esse bug da atualização que impediu uma porrada de nego de prosseguir no jogo por conta de um item que não aparece mais e vou começar no modo difícil pq to achando muito mamão com açúcar.
Não é Bug, cheat codes faz parte do jogo ta no Kick, é igual vc colocar Richard no SotN.

Edit: Errei aqui falei do bug pensando cheat, mais a do item é bug então... espero que não tenha isso na versão PC, pq a atualização ocorreu só no PS4 né?
 


Bloodstained

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“Bloodstained: Ritual of the Night” é o retorno triunfal de Igarashi


Todos estávamos carentes de Koji Igarashi e seus Castlevanias. Após a Konami desistir dos jogos da franquia, fomos tomados por um certo vazio das obras do diretor em um gênero que ele mesmo cunhou, conhecido como metroidvania. Vejam bem, não que jogos desse estilo pararam de serem produzidos; tivemos obras de arte como “Hollow Knight”, por exemplo. Porém, o toque de Igarashi, conhecido especialmente por sua obra prima “Castlevania: Symphony of the Night” não estava lá. Faltava algo. Todos sabíamos disso.

Felizmente devo dizer que a espera acabou. Finalmente temos um jogo do diretor, renovado em uma franquia nova, conhecida como “Bloodstained” e totalmente livre das imposições da Konami. O jogo foi lançado no dia 18 de junho deste ano, após diversos problemas em sua produção, que levou praticamente 5 anos, financiada pela plataforma Kickstarter. E devo dizer que talvez estejamos perto de algo do nível de “Symphony of the Night”.

Desta vez, ao invés de termos um protagonista masculino, característica quase universal de seus jogos (com exceção de “Castlevania: Order of Ecclesia”), agora contamos com a protagonista Miriam, conhecida como “Shardbinder”, produto de um processo alquímico que permite que a mesma absorva a essência dos demônios, conhecida como “shards”. Ela e seu amigo Gebel são os únicos sobreviventes de um experimento macabro ocorrido há 10 anos atrás, que quase levou o mundo a ser tomado pela escuridão. Miriam ficou adormecida por todo esse tempo, até que um Castelo (!?!!) demoníaco surge do nada e ela desperta, se sentindo compelida a combater os demônios que começam a perambular pelas imediações.


Embora possa parecer uma premissa desinteressante, a história prende o jogador e os personagens ao longo do jogo possuem diálogos e interações coerentes, com reviravoltas e referencias que os fãs de IGA irão entender. Porém o principal aspecto do jogo é sua similaridade com “Symphony of the Night”, ao mesmo tempo que trás coisas inovadoras pro gênero, podendo ser considerada uma ode ao gênero metroidvania, ou agora conhecido também como IGAVANIA.

O estilo do diretor é perceptível em todos os aspectos do jogo, desde os inimigos até o level design e o visual da protagonista. Assim que o jogo começa, você sabe que está jogando um jogo de Igarashi. A jogabilidade é muito responsiva e o peso e a movimentação do personagem estão ideais, algo difícil de ser alcançado em jogos do gênero. As semelhanças com SOTN não param por aí: até as cores do mapa e menu de equipamentos nos remetem ao game antigo, nitidamente uma homenagem a um jogo que fez tanto sucesso e marcou gerações.

As mecânicas relacionadas aos shards são uma referência a jogos como “Aria of Sorrow” e “Dawn of sorrow”: a cada inimigo derrotado, há uma chance de que ele dê o shard para você, dando uma vasta gama de possibilidades para que o jogador crie suas próprias combinações. Existem 5 tipos de shards no jogo, desde efeitos passivos até magias de ataque. Além disso, somos contemplados com um sistema interessante de crafting e de armas, sendo variadas e cada qual possuindo um estilo único de jogo. Confesso que as botas de kung fu me prenderam no início.


A trilha sonora é composta por ninguém menos que Michiru Yamane, responsável também por SOTN. Devo dizer que se tornou uma das minhas trilhas preferidas desde já. É impressionante como a compositora consegue dar um toque pessoal a cada área do jogo, desde castelos imponentes até cavernas infernais, cada qual com sua personalidade e musicas adequadas pra situação. Recomendo a compra da trilha assim que sair, para poder apreciar de forma mais “limpa”.

Uma das coisas que mais me preocupava, assim como a muitos jogadores era o quesito gráfico; nos primeiros gameplays, os gráficos pareciam ser bem genéricos e simplórios, o que deixou muitos com o pé atrás. Mas após o último trailer, que inclusive há uma brincadeira do próprio Igarashi, podemos ficar tranquilos, pois os gráficos estão absurdamente bonitos. E não é só isso. O nível de detalhes é impressionante, desde as animações de Miriam para cada arma e item equipados até os inimigos e seus movimentos. Os cenários estão belíssimos, com efeitos parallax e de 2.5d de tirar o fôlego. Realmente fiquei atônito com alguns efeitos de luz e sombra que o jogo apresenta. São muitos detalhes e um nível de polimento que raramente vi em um jogo.

Talvez um dos principais pontos negativos seja a quantidade de slowdowns que ocorrem durante alguns cenários, o que pode incomodar alguns. Outro fator que achei “homenagem demais” foi a impossibilidade de colocar itens de cura em algum botão. O jogador é obrigado a abrir o menu e ir até o item para utiliza-lo. Isso em 1996 era ok, mas não é mais em 2019. Porém não é nada que vai estragar a experiência do jogador, pelo menos não estragou a minha.


Alguns mais radicais vão dizer que é uma cópia de SOTN, enquanto outros, como eu, vão ver como uma homenagem atualizada, seguindo os padrões da atualidade. “Bloodstained: Ritual of the Night” é um jogo especial, produzido por uma equipe que se dedicou em detalhes ínfimos e que no produto final, dão um toque especial ao jogo. Composto por gráficos e jogabilidade excelentes, assim como uma trilha sonora divina, é um jogo obrigatório para quem é fã das obras do diretor Koji Igarashi, e principalmente, do jogo “Symphony of the Night”.


Ficha Técnica:
Ano de lançamento: 2019
Título: Sekiro: Bloodstained: Ritual of the Night
Produtora: 505 Games
Plataforma(s): Xbox One, Playstation 4, Windows, Nintendo Switch (dia 25 de junho)


Fonte
 

krueger01

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Jogando aqui no SWITCH e passei o primeiro Boss. A jogabilidade é bem old school e achei meio travado após ter zerado Salt and sanctuary e hollow Knight a 3 meses atrás, estranhei um pouco.

Enviado de meu Redmi 5 Plus usando o Tapatalk
Estava afim de pegar a versão switch também, mas vi uma galera pegando o game pra switch, porém não vejo ninguem falando da versão dele.

Será que ficou tão zoado assim que tão jogando pra debaixo do pano? :kwow

Não estou achando nem gameplay e nem opinião da galera que pegou.
Parece que tão com vergonha de falar. :klol

Pior que esse game grita pra ser jogado no switch, se eu tivesse a versão switch já teria jogando 3x mais do que joguei no pc.
Tá aí!
Agora é perturbar o @MobiusRJ até ele responder como está o jogo... :klol
 

VRgulino

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ninguém vai reclamar sobre a protagonista feminina matando sem dó demônios machos? :coolface
 

ethan

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O jogo está muito legal, ele tem uma grande quantidade de itens, só que precisa de uns ajustes de “Qualidade de Vida” como por exemplo, como o jogo tem muito itens, não tem um search nas opções para mostrar qual monstro dropa determinado item, tipo olhando no Bestiary não esta informação lá, do que o monstro já dropou, este tipo de ajuste iria melhorar a qualidade de vida.

Tem alguns pontos graficamente falando que poderiam estar um pouco melhor, detalhes de textura mesmo, não no “front” mais no “back” do cenário mais isso é detalhes e não afeta as jogatinas.

Estou curtindo demais a jogabilidade, IGA manja fazer jogo assim, espero realmente que ele continue com este tipo de jogo, fui um banker e estou feliz que o dinheiro que investi deu resultado.

Depois de jogar um pouco o jogo, entrei na steam e comprei a DLC IGA BackPack, fiz questão de comprar para enfrentar o IGA e conseguir a espada X la que não sei como onde achar ainda hahahah

Uma coisa que acho que ta bugado é os gráficos, tipo coloquei Cinematique X Épico e não vi diferença nenhuma, alguém sabe me mostrar a diferença dos dois?


Então cara, eu jogando aqui na versão PC, não estou tendo atraso nos controle, estou achando a resposta bem adequada, cada arma com a sua.
Entao. É estranho. Mais estranho ainda q pessoal reclamou mto de input lag no Megaman 11 e eu nem senti.

Mas no PS4 o Bloodstained está mtoo bizarro, especialmente p um game com fortes elementos de plataforma.
 
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poderes de monstros bis até agora imo estou no tipo o "clockwork tower" do SOTN
(Y) Do quadro, ele solta 4 livros que ficam te circundando dando dano e eles ficam te circundando enquanto tiverem livros, quanto mais você upa, mais livros começam a te circundar
(RT)Do bicho chato que fica voando logo no começo do jogo após a vila, você solta 3 flechas que você pode mirar, quanto mais você upa as flechas, mais flechas você solta e mais forte elas ficam
(RB)Do lobisomen- ele forma um escudo na sua frente, defendendo de ataques frontais.
Familiar- A espada... É o mesmo esquema do SOTN, entendedores entenderão :ksafado
Edit: pelo que eu vi de monstro dropando, eu não achei ainda mas eu tenho certeza de que tem uma espada parecida com a crissaegrim, achei uma fake dela, igual tinha no SOTN...
tem uma quest que vc pega ela em uma das estantes, fiquei com ela e não devolvi pra quest pq era side :kkk
 

Zeorymer

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Entao. É estranho. Mais estranho ainda q pessoal reclamou mto de input lag no Megaman 11 e eu nem senti.

Mas no PS4 o Bloodstained está mtoo bizarro, especialmente p um game com fortes elementos de plataforma.
Cara no Mega tem sim, joguei na casa do meu irmão... e tinha um Inutlag mostro, ai meu irmão depois procurou na internet e isso é um bug, e vc tinha que fazer alguma coisa para não ocorrer este input, er a bizarro cara.
 

AliceInChains

Habitué da casa
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Comprei a versão física do Switch dias atrás. Comecei a jogar ontem por volta da meia noite e só parei às 2:00 porque estava morto de sono.

O jogo está rodando lisinho no híbrido da Nintendo. Como não ligo para 30/60 quadros, para mim o jogo está perfeito. Não presenciei nenhuma queda de frame ou slowdown. Apenas uma ou outra demora nas transições de telas mas acho que isso será corrigido no patch day one.
 

Bloodstained

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Nota-se o grande conhecimento do reviewer sobre a franquia. Esquece do melhor dos games dele no DS.
"Jornalistas" de games, meu caro Darkx... Não dá para dar muito crédito a essas criaturas, mas ao menos esse não ficou preso num tutorial de Cuphead, sem conseguir saltar de uma plataforma para a outra. :klol
 

Land Stalker

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Comprei a versão física do Switch dias atrás. Comecei a jogar ontem por volta da meia noite e só parei às 2:00 porque estava morto de sono.

O jogo está rodando lisinho no híbrido da Nintendo. Como não ligo para 30/60 quadros, para mim o jogo está perfeito. Não presenciei nenhuma queda de frame ou slowdown. Apenas uma ou outra demora nas transições de telas mas acho que isso será corrigido no patch day one.
Bom saber, participei do kickstarter e escolhi a versão Switch (pra mim, melhor coisa que tem é esse tipo de jogo em portátil, dá esquecer da vida; basta lembrar dos Castlevania de GBA e DS).
 

Zé Dorguinha

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Parece que esse jogo está bom, alguém que está jogando confirma?

Se tiver pegarei pra jogar em True 4k no xonao x.
 

Zeorymer

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Passei o Boss Dragão de duas Cabeças, muito bem feito! com salto duplo agora as coisas ficaram mais fáceis

Agora sim a coisa tá boa :coolface
Onde da para mudar a roupa?, tipo achei o monstro que muda a cor o cabelo, a cor dos olhos etc, mais a roupa ainda não achie.
 

Flavio Branford

NERF THIS
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Onde da para mudar a roupa?, tipo achei o monstro que muda a cor o cabelo, a cor dos olhos etc, mais a roupa ainda não achie.
Não tem NPC pra mudar a roupa (pelo menos até aonde joguei kkk)

É com o Fragmento da Lilin que a Mirian se transforma nela dai ela fica com esse visual
 

slashf

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Vcs me venderam, peguei pra Pc já que no switch tá muito caro ainda. Se for na linha de Sotn como alguns falaram vou curtir muito

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