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Tópico oficial Governo dos EUA - Joe Biden - 2021-2024

nando3d

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Com 78 anos de idade, Joe Biden foi eleito no dia 07/11/2020 e se tornou o presidente (46º) mais idoso de toda a história dos Estados Unidos.
Com vasta experiência política, o democrata é formado em história, ciência política e direito. Ele foi vice-presidente de Barack Obama entre 2009 e 2017. Antes disso, entre 1973 e 2009, Biden exerceu seis mandatos consecutivos como senador do Estado de Delaware, onde viveu quase toda a sua vida. Esses anos foram antecedidos por uma tragédia pessoal: algumas semanas após a eleição, sua esposa Neilia e sua filha de um ano de idade Naomi foram mortas em um acidente de carro. Apesar de ter considerado renunciar ao cargo para cuidar dos outros dois filhos, Beau e Hunter, Biden acabou se tornando o sexto senador mais jovem do país. Ele se casou novamente três anos depois, com a atual esposa Jill. O seu desejo de se tornar presidente dos Estados Unidos é antigo. Biden concorreu à nomeação da sua chapa para as eleições presidenciais em 1988 e 2008, sem sucesso. Em 2016, ele desistiu da candidatura após a recente morte do seu filho Beau, aos 46 anos devido a um câncer no cérebro. Agora, ele chega ao cargo mais alto do país sendo considerado um democrata moderado, que acredita no valor do bipartidarismo e deve abrir diálogo com os republicanos, além de dar continuidade ao trabalho que foi feito durante o governo Obama.

AS PROPOSTAS DE JOE BIDEN

– Saúde
Suas propostas na área da saúde são os exemplos mais claros de dar continuidade ao trabalho que foi feito durante o governo Obama. Uma das prioridades de Biden é fazer com que o Affordable Care Act ou “Obamacare” alcance uma parcela ainda maior da população norte-americana. A lei federal controla os preços dos planos de saúde e torna os serviços mais acessíveis. Considerando o contexto atual, o democrata também prometeu agir diferente de Donald Trump no que diz respeito à pandemia de coronavírus: uma de suas promessas é a distribuição gratuita de testes e da futura vacina contra a Covid-19 pelo país.

– Economia
Para aplacar os efeitos econômicos do coronavírus, Biden pretende conceder empréstimos aos pequenos negócios e encaminhar mais dinheiro diretamente às famílias através do seguro social. Além disso, ele apoia o aumento do salário mínimo em nível federal para US$ 15 a hora, o que se tornou bastante popular entre os eleitores mais jovens. Também deve acontecer um aumento na taxação sobre os norte-americanos mais ricos, ou seja, que recebem mais de US$ 400 mil por ano. A ideia é que, quanto mais o indivíduo ganhar acima desse limite, mais impostos ele deverá pagar.

– Racismo
À luz das recentes manifestações contra o racismo estrutural nos Estados Unidos, Joe Biden afirmou durante a sua campanha que o problema deve ser lidado com programas econômicos e sociais que apoiem essas minorias. Por isso, ele afirmou querer criar um fundo de investimentos para negócios comandados por pessoas negras e também reformular a justiça criminal.

– Criminalidade
Essa transformação da justiça criminal se daria através da diminuição das penas, da implementação de programas de reabilitação para os presos e até mesmo da descriminalização da maconha. As propostas vão contra o posicionamento de Biden ao longo da década de 1990, quando ele defendia punições duras contra os criminosos no Senado. Por fim, o democrata também promete diminuir a criminalidade no país mudando as regras para compras de armas. Seriam implementadas verificações de antecedentes mais rígidas, além da proibição da venda online e da limitação do número de armamento por pessoa. Biden também quer proibir que qualquer pessoa condenada por um crime de ódio possa adquirir uma arma.


– Meio Ambiente
O mais novo presidente dos Estados Unidos também é um grande defensor das fontes de energia alternativas limpas: uma de suas maiores ambições é que o país se torne totalmente livre de emissões de gás carbono até 2050, plano que se for elevado adiante exigirá um investimento pesado em infraestrutura e desagradará as empresas de petróleo norte-americanas. Lembrando ainda que Biden ganhou as manchetes brasileiras ao falar em uma possível interferência contra as queimadas e a destruição da Amazônia.

– Política Externa
O posicionamento do democrata Joe Biden em relação à Amazônia e as emissões de gás carbônico demonstram a sua intenção de mudar a forma como os Estados Unidos se portam no cenário internacional daqui para a frente. Durante os últimos quatro anos, Donald Trump impôs o ideal do “America First”, que coloca o país em uma posição mais isolacionista e menos intervencionista. De acordo com o professor de Relações Internacionais da FAAP, Carlos Gustavo Poggio, o republicano, “como homem de negócios, tinha uma visão contábil das relações internacionais e não percebia os benefícios da liderança norte-americana no mundo”. Daí o afastamento de organizações mundiais como a ONU e a OTAN, criadas pelo próprio Estados Unidos após a Segunda Guerra Mundial. Com a eleição de Biden, é provável que agora o país tente reparar o relacionamento com outros países e instituições globais, além de reestabelecer algumas alianças estratégicas, principalmente com as nações europeias através do fim das políticas migratórias restritivas implementadas por Trump. No entanto, é consenso entre democratas e republicanos a necessidade de terminar com as chamadas “forever wars” e a visão da China como grande inimiga nacional, o que provavelmente se manterá nos próximos quatro anos.


 


Godot

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Minhas apostas (vou atualizar aos poucos por aqui):

  • Abertura para imigrantes. Aquela taxa de sponsorship reduzir a preço de banana e com o tempo ficar mais fácil tirar o green card (torço muito por isso).
  • Crise economica por conta do assistencialismo de USD$2k. BRL valorizar a voltar ao patamar de 3 reais.
  • Nova guerra no Oriente Médio.
  • Biden morrer em 2023 de COVID22 e a KAMALAnazi assumir o governo.
  • Kamala ser a primeira presidentA norte americana, mas por ser muié, será impeachada em 2024.
 

carlos222

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Iniciar a 3 guerra mundial.
Invadir o brasil.
Destruir o que sobrou do oriente médio.
Destruir o padrão dólar.

anotem e me cobrem.
 


olifante666

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Ele é patético, mas uma boa cortina de fumaça. Inocente de quem acha que é ele que vai governar.
 

Pingu77

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Vamos ver o que vem por aí, não dá para saber ainda.

Mas o choro dos dilmistas trumpistas gritando "é górpi!" nos EUA foi algo impagável.

c
 

Sgt. Kowalski

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Governo Biden pode ser ponto de virada na cooperação internacional, diz Sérgio Duarte




Decepcionados com os resultados de ações multilaterais, alguns países, “principalmente os mais poderosos”, se afastaram, nos anos recentes, da comunidade internacional e adotaram políticas isoladas para enfrentar problemas mundiais. Contudo, a eleição de Joe Biden à presidência dos Estados Unidos, cujo mandato se inicia no próximo dia 20 de janeiro, pode representar a reversão do processo de “ensimesmamento” das nações, de acordo com o embaixador aposentado Sérgio Duarte.

Em entrevista ao UM BRASIL, uma realização da FecomercioSP, Duarte avalia que divergências em relação à segurança internacional e às políticas de preservação do meio ambiente derivaram para outras pautas, minando ações globais conjuntas, como o combate à pandemia de covid-19.

“A vitória do candidato democrata Joe Biden talvez modifique um pouco essa tendência ao ensimesmamento, no entendimento de que também é do interesse de um país se relacionar cooperativamente com o restante da comunidade internacional”, conjectura o diplomata.

“No período recente – não apenas nos Estados Unidos, mas em outros países também –, houve um afastamento em relação às organizações da comunidade internacional. Talvez até porque essas organizações não tenham correspondido inteiramente às expectativas dos países”, pondera.

Duarte, que foi embaixador do Brasil na China, na Áustria e no Canadá e alto representante da Organização das Nações Unidas (ONU) para Assuntos de Desarmamento, explica que organismos internacionais, como a Organização Mundial da Saúde (OMS), não impõem ordens aos países, de modo que o enfraquecimento do multilateralismo não é uma desobediência.

“As Nações Unidas não é soberana. Soberanos são os países que a formam. As Nações Unidas não mandam em ninguém”, pontua.
Especificamente sobre a expectativa de ver mais colaboração dos Estados Unidos em relação a temas de interesse mundial sob a presidência de Joe Biden, o embaixador ressalta que isso não deve ser confundido com a política externa norte-americana.

“O que diferencia basicamente os republicanos dos democratas são as suas visões internas, não tanto as externas. Os interesses permanentes dos Estados Unidos são bastante compartilhados entre os dois partidos”, salienta.
 

nando3d

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Ja não tinha topico pra ele? :kpensa

Anyway, pra mim o choro é injustificado. Os EUA não vão virar uma Cuba ou Coreia do Norte.
Não sei, achei que não tinham criado por conta desse pós-eleição conturbado.

Se já existir, podem mesclar.
 

The Kong

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– Criminalidade
Essa transformação da justiça criminal se daria através da diminuição das penas, da implementação de programas de reabilitação para os presos e até mesmo da descriminalização da maconha. As propostas vão contra o posicionamento de Biden ao longo da década de 1990, quando ele defendia punições duras contra os criminosos no Senado. Por fim, o democrata também promete diminuir a criminalidade no país mudando as regras para compras de armas. Seriam implementadas verificações de antecedentes mais rígidas, além da proibição da venda online e da limitação do número de armamento por pessoa. Biden também quer proibir que qualquer pessoa condenada por um crime de ódio possa adquirir uma arma.
vixe...
 

Insane Metal

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Desejo boa sorte. Vai ser difícil reverter a loucura que está por lá... essa divisão que o Trump ajudou a formar nos últimos anos. Não tenho a menor ideia se o cara presta ou não, mas pelo que vi ele não parece ser completamente retardado mental igual o Trump, então pode ser um bom sinal.
 

Azz01

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Eu posso estar errado mas acredito que o Biden não vai ferrar tanto com o país como muitos acham, que lógica teria isso ? Não apoio nenhum pouco esse cara mas nao vou torcer pra ele ferrar com o país e deixar milhões na crise como muitos querem
 
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Monogo

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Nao vai mudar picas, o que pode acontecer é de se ter mais intervencoes militares.

Mas quem liga pra acoes qnd se fala o que vc quer ouvir?
 

JmB!

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Eu não faço a mínima ideia do que acontecerá lá...
O que me preocupa é como ficarão as coisas aqui... Não que tivesse algo com o Trump, mas coisas como sanções econômicas seria algo que nos colocaria em uma situação de plena desgraça.

T+
 

ptsousa

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Eu não faço a mínima ideia do que acontecerá lá...
O que me preocupa é como ficarão as coisas aqui... Não que tivesse algo com o Trump, mas coisas como sanções econômicas seria algo que nos colocaria em uma situação de plena desgraça.

T+
Não acho que vá mudar lá muita coisa quanto a isso.

Biden é da ala moderada, se aliou aos mais radicais democratas pois a missão era tirar o Trump a qualquer custo e depois ver como agradar os diferentes grupos dentro dos democratas.

Biden não vai sancionar o Brasil para jogá-lo no colo da China de vez. Brasil é estrategicamente importante pros EUA, tanto que nada vai mudar no acordo de alcântara, por exemplo.

IMO, será um governo com muito discurso bonito, algumas marketices, mas tocado sobriamente nos pontos mais críticos. O que for além disso, vai depender de como equalizarem as vontades dos grupos democratas no executivo, na câmara e no senado.


Agora, se o véio for pro bico do urubu, aí a coisa muda de figura pois a Kamala é da ala mais radical mesmo.
 

Baneman

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Não acho que vá mudar lá muita coisa quanto a isso.

Biden é da ala moderada, se aliou aos mais radicais democratas pois a missão era tirar o Trump a qualquer custo e depois ver como agradar os diferentes grupos dentro dos democratas.

Biden não vai sancionar o Brasil para jogá-lo no colo da China de vez. Brasil é estrategicamente importante pros EUA, tanto que nada vai mudar no acordo de alcântara, por exemplo.

IMO, será um governo com muito discurso bonito, algumas marketices, mas tocado sobriamente nos pontos mais críticos. O que for além disso, vai depender de como equalizarem as vontades dos grupos democratas no executivo, na câmara e no senado.


Agora, se o véio for pro bico do urubu, aí a coisa muda de figura pois a Kamala é da ala mais radical mesmo.
Basicamente isso

165425
 

Baralho

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Tem 2 pendências de imediato.
Realinhar os Eua na Oms (menos difícil, a priori) e no acordo de Paris (esse mais complicado, embora factível, enfrentando um influente lobby interno).
O Brasil está demorando pra se ligar, se antes já era complicado pelo cenário interno, agora então, com essas mudanças externas (primeiro na Argentina, o Chile tá no processo e os Estados Unidos caíram tb) complicou mais. E não é um bom momento pra ficar isolado.
 
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