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Qual foi o ultimo jogo retro que vc terminou???

Wein

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Terminei mais um do Super Scope, dessa vez foi o Bazooka Blitzkrieg.

Ao contrário dos outros dois que joguei esse é altamente mediano, a movimentação automática é extremamente lenta, poucos e repetitivos inimigos pra matar, os gráficos são bem medianos...

A precisão da bazooka é boa, tem dois tipos de tiro, o normal e um míssel que tem munição limitada, a dificuldade também é elevada, os inimigos pegam cover, os helicópteros se movimentam bastante e tals, o jogo tem alguns powerups pra coletar na fase que recupera vida, da escudo, enche a munição e etc.

Jogo curto, 5 fases apenas, terminei em uns 30 minutos.






 


LuxEtUmbra0

Bam-bam-bam
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Terminei mais um do Super Scope, dessa vez foi o Bazooka Blitzkrieg.

Ao contrário dos outros dois que joguei esse é altamente mediano, a movimentação automática é extremamente lenta, poucos e repetitivos inimigos pra matar, os gráficos são bem medianos...
SunsetRiders naquelas sequências entre fases dá para usar o Super Scope ou não?
 
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Prey original. Nota 4 ou 5. O uso original de portais e gravidade nesse jogo não salva o resto.

Esse jogo passou por um problema muito parecido com Duke Nukem Forever. Desenvolvimento todo mal feito e um jogo bem mal feito. A história não tem pé nem cabeça. Oq nativos indígenas americanos tem a ver com aliens devoradores? Até o duke nukem que mistura mulheres com aliens tem mais sentido. Tem muita coisa que parece reaproveitada do Duke Nukem Forever e do Quake 4. Armas, estilo, ambiente, inimigos, paleta de cores. Esse jogo não precisava nem dos gráficos 3D, o gameplay dele é da época do doom 1 e duke 3D. Nunca vi armas que vc simplesmente não sabe oq faz e quando usa também não entende, design horroroso.

O jogo começa sem explicação de nada e as armas, health, nada é explicado. Nem mesmo o tema do jogo faz sentido. Vc do nada ganha o poder de projeção astral e oq isso tem a ver com alienígenas que devoram planetas? O poder de projeção ajuda a atravessar campos de força e um espírito pode atacar aliens e também ser morto por eles. hum?!?! Os puzzles são muito estúpidos. Tem um terminal com senha e a senha tá na sua frente numa sala anterior. Nossa, isso não é um puzzle. A parte dos portais eu já conhecia do unreal 1. Não souberam usar essa tecnologia pra criar um ambiente legal. O ambiente fica totalmente confuso com gravidade que muda de direção e dá tontura no jogador. Vc enfrenta espíritos de crianças que ficam falando "eu não gosto de vc". ein?!?!?! Até a barra de vida é mal feita. No Max Payne vc entende q quando o corpo fica todo vermelho vc morre. Nesse Prey é ao contrário, todo vermelho é vida cheia. Ha?!?! O espírito pode pegar munição mas não armas. Ué???

Esse jogo parece aqueles filmes bem trash. Parece inspirado em filmes como A Esfera, O Enigma do Horizonte, Independence Day. Quem fez os levels desse jogo gostou do Independence Day, cheio de lugares gigantescos com raios azuis igualzinho o filme. A ambientação é completamente sem sal. Não tem nada que ajude a indicar o caminho, é tudo sem cor, sem profundidade. Tem partes q vc não sabe oq fazer pq não tem nem indicação e nem narração. A parte artística desse jogo é totalmente genérica, sem personalidade. Até o doom 1 tinha mapas com tema bem feito.

O único puzzle criativo do jogo foi aquele cubo com energia azul. O resto é tão óbvio.

A trilha sonora é extremamente genérica. Tem aquele som de orquestra mas é só. Não tem personalidade, não tem ambientação, não tem alma. É o mais clichezão possível.

Eu quase zerei. No final desisti e só vi o resto em vídeo. Jogo mais sem nexo que eu já vi. Cruzes. Parece mais um techdemo jogável pq nada faz sentido.
 

Retroviews

Supra-sumo
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DoReMi Fantasy, plataforma da Hudson para Super Nintendo. É muito bonito e tem uma trilha muito agradável. Para mim está quase no mesmo nível que os grandes jogos de plataforma do console. Merecia uma versão ocidental, imagino que não saiu pois é um jogo que foi aparecer já as vésperas do lançamento Nintendo 64.

Muitos classificam como fácil mas eu não concordo completamente: Posso destacar os chefes dos mundos 5 e 6 e as fases dos mundos 6 e 7 como dos momentos que exigem mais atenção e cuidado. O que pega é que ele é como Donkey Kong, Kirby e Mario e você pode voltar a fases que já concluiu antes para acumular vidas ou pegar itens, então ele é logicamente menos puxado que um jogo sem esse recurso. A cada mundo o Milon aprende uma habilidade nova, o que torna as coisas menos repetitivas.

De desvantagem é mais que algumas habilidades são usadas em poucos momentos do jogo, e o encerramento. No original só tem uma seqüência de créditos mesmo. Foi uma decisão sem muito sentido, porque o jogo é cheio de diálogos entre os estágios. Na tradução os ROM hackers resolveram inventar um e o resultado ficou ainda mais esquisito.
 


Vaçago

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Super Fantasy Zone
Shmup colorido com um sistema diferente, ao invés de ir da esquerda pra direita até chegar no chefe, você é livre pra ir pra esquerda ou direita e tem que matar certos inimigos pra o chefe da fase aparecer. As fases em si geralmente são fáceis mas alguns chefes são bem difíceis.



Zero Wing
O jogo ficou meio famoso só por causa da frase 'All your base are belong to us', e talvez essa nem seja a pior frase do jogo. O diálogo inteiro é uma comédia.
O jogo em si é bem basicão, sistema de powerups simples, nenhuma música chamou minha atenção, o visual de alguns chefes é bacana. Realmente não achei nada de mais nele.
 

Leira

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Cel Damage (Gamecube)

Apesar do jogo dividir opiniões, esse combat racing é um dos meus preferidos do GC. São 3 modos de jogo e você libera o final ficando em primeiro lugar em todos eles e em todas as pistas com o mesmo personagem (cada um tem o seu final). Terminei com o meu preferido, que é o diabinho da capa (Sinder). Mesmo no modo Normal, o jogo é difícil e requer prática e habilidade, além de um pouquinho de sorte. Você passa rage, mas é muito bom :ksorriso


203843
 

Retroviews

Supra-sumo
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Super Mario Land. Nunca fui de jogar muito Game Boy e Game Boy Color, só fui tomar conhecimento desse jogo quando do lançamento daquele homebrew de SNES em homenagem a esse game.

Provavelmente é o Mario mais curto da história, mas o mais diferente, seja em personagens, inimigos ou mecânicas. Uma peça curiosa de história. Gostei que cada fase é bem diferente uma da outra. Pra estender o tempo útil do jogo ele tem aquela história de que se você jogar duas vezes seguidas, na segunda corrida é mais difícil. Vou fazer isso mais tarde.
 

GFOLDSCHOOL

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Thor : God of Thunder - Versão NDS - WayForward


Prós :
  • Visuais sensacionais, uma das pixel arts mais bonitas que já vi, e não é brincadeira. Os personagens tem animações muito ricas e expressivas, bastante detalhados e se complementam bem demais com os cenários, que lembram os grandes jogos 2D da era 32 bits. A WayForward, como sempre, faz um trabalho sensacional nesse sentido.
  • Boss battles muito criativas, principalmente para um beat'em up. São desafiantes e na maioria das vezes fazem um excelente uso das duas telas do DS.
  • Boa variedade de combos e uma interação bacana com cenários dão a sensação de que você está mesmo controlando o Thor. Gostei muito da possibilidade de fazer o chamado "juggling", em que você fica aplicando golpes no ar pra não deixar o inimigo cair.Existem algumas gemas que podem ser equipadas ao decorrer do jogo, que dão características interessantes, como aumentar a velocidade do personagem ou aumentar o dano contra os inimigos enquanto eles
  • As músicas são boas e transmitem uma sensação de epicidade ao decorrer do jogo. Destaque para os temas das boss battles, que são excelentes. Um deles é um heavy metal pauleira que fica ainda melhor no chefão final.
  • Alguns modos extras legaizinhos abrem se você cumprir os requisitos.
Contras :
  • Design de inimigos infelizmente é repetitivo, reaproveitaram os sprites do início até o fim. Ao invés de pelo menos colocarem efeitos elementares para eles como justificativa, só variaram as cores mesmo e ficou por isso.
  • Igualmente repetitivo é o combate. Por mais variado que seja, em um certo momento começa a ficar cansativo porque o jogo não te coloca (salvo raras exceções) em situações diferentes nem muda o comportamento dos inimigos de forma que você seja forçado a explorar outras possibilidades do combate.
  • Cutscenes são um pouco cansativas no começo e não tem como cortar.
  • Níveis não são muito desafiantes.
Veredito :
Os prós sobrepõem os contras e portanto, é um jogo divertido que dá pra terminar em algumas poucas horas (duração normal para um beat em up), valeu a pena principalmente pelos visuais, as boss battles e as músicas.
Dou nota 7/10 pra ele.

Spider Man : Web of Shadows - Versão NDS - Gryptonite Games
Prós :

  • Combos, combos, combos, e depois mais combos. Cara, é inacreditável o tanto de combo que dá pra fazer nesse jogo. Enquanto outros jogos do gênero utilizam apenas alguns combos mais básicos pros personagens, aqui você usa todo o arsenal do Homem-Aranha, com teias, pulos, rolagens, chutes e socos, com direito a interação com o cenário. Como se não bastasse isso, ao decorrer do jogo você pode ir comprando mais habilidades que dão ainda mais possibilidades...tanto pro Homem-Aranha comum quanto pro Simbionte, que possuem algumas características bem distintas. Falando assim não tem como mostrar tudo, quem quiser vai ter que jogar pra entender isso.
  • IA do jogo é por incrível que pareça, muito boa. Em jogos de beat em up comuns os inimigos ficam apenas te esperando pra atacar, mas aqui cada um tem um comportamento próprio e vão te dar trabalho do início ao fim. Ficou dando combo por muito tempo sem sair do lugar? Vem um cachorro pulando na sua direção pra acabar com seu combo. Não tá usando a esquiva pra estender os combos? Vem um desses simbiotes aí da gif atirando em você. Mais pro final tem inimigo que não te dá trégua mesmo e vai te matar mesmo se você ficar bobeando.
  • Sistema de teia de aranha bastante intuitivo, muito natural para usar até se estiver jogando no touch (no caso dos jogadores de Android ou IOS).
  • Boss battles desafiantes e desafio no geral bem balanceado. Existe um sistema em que você coleta umas orbs pra reviver. Gostei da ideia porque contrabalanceia a alta dificuldade nos inimigos e bosses.
  • Apesar de ser um jogo beat em up, possui um mapa e acaba funcionando mais como um Metroidvania. Não é lá um mapa muito criativo como o de Super Metroid ou Hollow Knight, mas é funcional e dá bastante possibilidades para speedruns.
  • Possui New Game +
  • Animações muito bonitas e fluídas.
  • Músicas são curtas mas passam bem a atmosfera do jogo.
Contras :

  • É verdade que a IA é boa, mas tem horas em que o jogo utiliza uma dificuldade artificial que é irritante. Por exemplo, não tem frame de invisibilidade. Se você cair e levantar logo em seguida, um inimigo pode vir e te derrubar novamente. Outro lance é que alguns inimigos tiram dano demais, mesmo se tiver pegado todos os upgrades.
  • Como eu disse acima, o mapa não é dos mais criativos. Para quem quer apenas fazer um speedrun ou está mais engajado no combate, é mais do que o suficiente, mas para quem procura um bom Metroidvania, não vai encontrar muita coisa aqui.
  • Inimigos são repetitivos, igual ao jogo do Thor.
  • Jogo é curto demais para um Metroidvania, em 4 horas dá pra fazer 100% tranquilo.
Veredito : provavelmente um dos melhores jogos do Homem-Aranha, muito divertido, bom até para passar o tempo só pra fazer uns combos nos inimigos.
Nota 8/10 pra esse.

Não sei se jogo o Shattered Dimensions de NDS, que é da mesma empresa...se jogar eu faço a review aqui depois.
 

Wein

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Dei um tempo de Super Scope e terminei Spawn do SNES.

Fiquei surpreso com algumas coisas e decepcionados em outras, tinha pouca memória desse jogo, lembro de ter alugado ele certa vez mas não avancei muito.

Graficamente o jogo é bonito demais, talvez um dos jogos sidescrollers mais bonitos do SNES, as fases tem aquela pegada meio "suja" de Spawn, as animações são muito boas, a trilha sonora da uma ambientação bem legal pras fases também, a música é meio tensa e tals, te deixa no clima, principalmente quando você vai pras fases no inferno.

As cutscenes com aquela pegada de HQ também são muito bem feitas, lembra bastante o Maximum Carnage.

Porém o jogo tem pra mim duas falhas que atrapalharam a experiência, a movimentação e os golpes são MUITO lentos, as hitbox são bem bugados (típico de jogo da Acclaim) e a dificuldade é muito aleatória, tem fases insanamente dificeís e outras muito fáceis. Alguns chefes são apelões pra cacete e outras você mata em 4 hits.

Se o jogo fosse um pouco mais polido na jogabilidade com certeza teria virado um clássico do SNES, do jeito que saiu é um jogo apenas bom.







203932
 

Axel:

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Dei um tempo de Super Scope e terminei Spawn do SNES.

Fiquei surpreso com algumas coisas e decepcionados em outras, tinha pouca memória desse jogo, lembro de ter alugado ele certa vez mas não avancei muito.

Graficamente o jogo é bonito demais, talvez um dos jogos sidescrollers mais bonitos do SNES, as fases tem aquela pegada meio "suja" de Spawn, as animações são muito boas, a trilha sonora da uma ambientação bem legal pras fases também, a música é meio tensa e tals, te deixa no clima, principalmente quando você vai pras fases no inferno.

As cutscenes com aquela pegada de HQ também são muito bem feitas, lembra bastante o Maximum Carnage.

Porém o jogo tem pra mim duas falhas que atrapalharam a experiência, a movimentação e os golpes são MUITO lentos, as hitbox são bem bugados (típico de jogo da Acclaim) e a dificuldade é muito aleatória, tem fases insanamente dificeís e outras muito fáceis. Alguns chefes são apelões pra cacete e outras você mata em 4 hits.

Se o jogo fosse um pouco mais polido na jogabilidade com certeza teria virado um clássico do SNES, do jeito que saiu é um jogo apenas bom.







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Também joguei e curti bastante, apesar de não ter conseguido ido muito longe.Pena que o personagem já não tá mais em evidencia, porque seria da hora se fizessem um jogo dele para os consoles da atualidade.
 

Wein

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Também joguei e curti bastante, apesar de não ter conseguido ido muito longe.Pena que o personagem já não tá mais em evidencia, porque seria da hora se fizessem um jogo dele para os consoles da atualidade.
Fui jogando aos poucos, como o jogo tem password e continue infinito fui indo sem pressa.

Só depois que terminei que descobri um special que enche a vida, o jogo tem um monte de golpe secreto, acho que a única forma de você ficar sabendo desses golpes é pelo manual do jogo pois ingame não explica nada.

O último que saiu foi um Spawn de PS2, pelo vídeo que o AVGN fez parece um clone de God of War até competente, mas nunca joguei.
 

O Rei Rubro

RIP AND TEAR
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Voltei a brincar com (acho) primeiro Metroidvania que eu joguei na vida, quando o termo nem existia ainda. O jogo se passa em algo tipo....década de 30, acerca nas buscas em ambiente selvagens de um cientista que se isolou do mundo por caçoarem dele que ele havia previsto que o planeta iria ser destruído por um meteoro, e sua missão é escolher entre 5 exploradores diferentes cada um com diferenças de gameplay e cada um representando um país, e encontrar o professor que diz a lenda, tem como evitar a destruição da terra - depois de descobrirem que vai rolar mesmo o meteroro -. Bem humorado e absurdo - onde em dado momento você precisa pegar um aspirador de pó e montar nele para chegar até as nuvens, e diversas referências ciêntíficas surreais, tudo isso em 34 kb e ainda tem uma (isso, só uma) trilha sonora que roda o jogo inteiro sem parar, mas você vai ficar assoviando ela enquanto der um cagão minutos mais tarde.

Segue a formula básica de metroidvania, onde áreas só se acessa com item tal e até mesmo cada personagem tem um caminho levemente personalizado dentro do sandbox do jogo que é um só para todos. Bem genial para a época que foi lançado, 1987. Joguei versão de MSX, mas é original do ZX Spectrum. Sugiro baixar um walkthrough e se enroscar dar uma espiada. Como todo jogo dessa época...os developers não estavam muito interessados em facilitar a vida do jogador, todavia, se souber o que precisa ser feito para cada personagem, termina em 20 minutos.





 
Ultima Edição:

Axel:

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Fui jogando aos poucos, como o jogo tem password e continue infinito fui indo sem pressa.

Só depois que terminei que descobri um special que enche a vida, o jogo tem um monte de golpe secreto, acho que a única forma de você ficar sabendo desses golpes é pelo manual do jogo pois ingame não explica nada.

O último que saiu foi um Spawn de PS2, pelo vídeo que o AVGN fez parece um clone de God of War até competente, mas nunca joguei.
É bom ficar sabendo disso.Depois vou procurar mais sobre esses golpes secretos.

Ps: Assisti um pouco do gameplay de ps2 e curti bastante.Eu diria que tá mais pra um clone de devil may cry, por causa do uso de armas de fogo.
 

Vaçago

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204234

Gaiares

Mais um jogo na minha nova empreitada de conhecer shmups, gênero até então completamente ignorado por minha pessoa. Esse é, tecnicamente, o melhor dos que joguei até agora. Gráficos, jogabilidade, músicas, tudo é excelente. O que me incomodou foi a dificuldade injusta pra cacete em alguns trechos, exigindo precisão milimétrica, sorte, Deus, orixás, e tudo mais o que foi possível para que eu terminasse algumas fases.

Esse também tem cutscenes e história assim como Gley Lancer, porém ele só tem uma no início e uma no final. Não são tão boas quanto as do Gley Lancer, mas aquele estilão de anime dos anos 80/90 está lá então eu gosto porque sou fanboy disso.
No geral ainda gosto um pouco mais do Gley Lancer do que dele, por ser quase tão bom quanto no quesito técnico e por ser mais acessível à um noob como eu.
 

O Rei Rubro

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Gaiares

Mais um jogo na minha nova empreitada de conhecer shmups, gênero até então completamente ignorado por minha pessoa. Esse é, tecnicamente, o melhor dos que joguei até agora. Gráficos, jogabilidade, músicas, tudo é excelente. O que me incomodou foi a dificuldade injusta pra cacete em alguns trechos, exigindo precisão milimétrica, sorte, Deus, orixás, e tudo mais o que foi possível para que eu terminasse algumas fases.

Esse também tem cutscenes e história assim como Gley Lancer, porém ele só tem uma no início e uma no final. Não são tão boas quanto as do Gley Lancer, mas aquele estilão de anime dos anos 80/90 está lá então eu gosto porque sou fanboy disso.
No geral ainda gosto um pouco mais do Gley Lancer do que dele, por ser quase tão bom quanto no quesito técnico e por ser mais acessível à um noob como eu.
Esse jogo é muito bom. Mas se até hoje eu ainda não entendi o porque da mina pelada na capa. Imagina então em 1990...a capa por si só me fazia alugar esse jogo.
 

Vaçago

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Esse jogo é muito bom. Mas se até hoje eu ainda não entendi o porque da mina pelada na capa. Imagina então em 1990...a capa por si só me fazia alugar esse jogo.
Ué, o motivo é pra fazer o jogo vender mais. Desde que o mundo é mundo a molecada (e muitos adultos, embora alguns não admitam) ficam mais atraídos por um produto se ele tiver uma mulher pelada na capa. É instintivo.
 

Axel:

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Esse jogo é muito bom. Mas se até hoje eu ainda não entendi o porque da mina pelada na capa. Imagina então em 1990...a capa por si só me fazia alugar esse jogo.
Ué, o motivo é pra fazer o jogo vender mais. Desde que o mundo é mundo a molecada (e muitos adultos, embora alguns não admitam) ficam mais atraídos por um produto se ele tiver uma mulher pelada na capa. É instintivo.
Bom saber que é propaganda enganosa.

204288
Imagina Brandish, e ela nem é a protagonista hehe. Arte muito boa desse Gaiares falando nele, 2 que tenho que conferir uma hora.
Top demais essa arte.Lembra um pouco o estilo de arte que tinha naquelas hqs/graphic novels que saiam antigamente para o público mais adulto.
 

Vaynard

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Disgaea 4 Ps Vita Midia Fisica - Psvita - Outros Games - Magazine Luiza

Depois de 12 anos, volto a zerar um Disgaea.
Disgaea 4 é jogo maravilhoso e um dos mais sólidos da série.

O ponto forte da série sempre foram 2: gameplay e humor.

Humor fica meio em segundo plano aqui, é um tom mais sério e que usa do humor como ferramenta para fazer críticas ácidas (e inteligentes) a sistemas políticos, sociais e até ambientais (num jogo que se passa no inferno kkkkkk). Em relação aos personagens, o Valvatorez é um excelente protagonista e a história é bem focada nele, que é um vampiro que por causa de uma promessa (ele não quebra promessas), não pode mais chupar sangue e se alimenta de sardinhas e passa o jogo todo falando dos benefícios pro corpo das sardinhas kkkkkkkkkkkkk, mas o núcleo de personagens achei que oscila bastante.

Já o gameplay melhora em absolutamente tudo dos 3 primeiros. É uma evolução em todos os aspectos.
Principalmente nesta versão de Vita, que em relação à versão do PS3, tem todas as dlcs dentro e um absurdo de conteúdo.
Não fiz o grind insano que o jogo coloca pra pra ir pra Land of Carnage e fazer os milhões de reborns e dups nos equipamentos, mas terminei o jogo e fiz todo o conteúdo do post game.

Fiz tudo em aproximadamente 42 horas.
 

Diego89

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Disgaea 4 Ps Vita Midia Fisica - Psvita - Outros Games - Magazine Luiza

Depois de 12 anos, volto a zerar um Disgaea.
Disgaea 4 é jogo maravilhoso e um dos mais sólidos da série.

O ponto forte da série sempre foram 2: gameplay e humor.

Humor fica meio em segundo plano aqui, é um tom mais sério e que usa do humor como ferramenta para fazer críticas ácidas (e inteligentes) a sistemas políticos, sociais e até ambientais (num jogo que se passa no inferno kkkkkk). Em relação aos personagens, o Valvatorez é um excelente protagonista e a história é bem focada nele, que é um vampiro que por causa de uma promessa (ele não quebra promessas), não pode mais chupar sangue e se alimenta de sardinhas e passa o jogo todo falando dos benefícios pro corpo das sardinhas kkkkkkkkkkkkk, mas o núcleo de personagens achei que oscila bastante.

Já o gameplay melhora em absolutamente tudo dos 3 primeiros. É uma evolução em todos os aspectos.
Principalmente nesta versão de Vita, que em relação à versão do PS3, tem todas as dlcs dentro e um absurdo de conteúdo.
Não fiz o grind insano que o jogo coloca pra pra ir pra Land of Carnage e fazer os milhões de reborns e dups nos equipamentos, mas terminei o jogo e fiz todo o conteúdo do post game.

Fiz tudo em aproximadamente 42 horas.
Zerei apenas o terceiro do PS3, mas gosto muito do humor e gameplay na série.

TB desencanei de grind e te tentar fazer muita coisa, pq senão o jogo perde o rumo e eu acabo largando.

Lembro de uma luta opcional da DLC do 3, que vc encontra um herói de um jogo da NIS mesmo ... o char principal pergunta o nome dele e ele não responde, nesse momento um dos personagens da sua equipe diz que ele parece ser um daqueles heróis mudos e sem nome, igual da série terminada em Quest (creio que era Dragon Quest) kkkk.

Muito bom.

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