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Tópico Informal do Desemprego da OS - Compartilhe seus perrengues aqui

Insane Metal

Mil pontos, LOL!
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Após 6 anos sendo feito de trouxa na mesma empresa, finalmente, consegui outro emprego. Meu salário dobrou.

Obrigado @Digoo , @Ryu-san , @Piga, @Sicalc e todos os outros que acompanharam minha saga por aqui.

Isso veio após um pesado investimento em educação e consultoria de entrevistas.

Demorou, mas veio. Meu conselho é investir em vocês mesmos e fazer bons negócios enquanto ainda há chance.
Aí sim b*ceta! :rox

Não acompanhei a sua saga mas é sempre bom ver gente evoluindo e crescendo! Parabéns manolo!
 


Salsicha Rogers

Maconheiro que resolve mistérios com cachorro
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Poderia dizer qual sua área, cargo e oq seria ser feito de trouxa?
6 anos é um bom tempo, não teve nada de bom?
Cargo: Customer Excellence
Ser feito de trouxa:
  • durante 6 anos falar inglês fluentemente e manter contato diário com os escritórios dos EUA e da Índia e ser adorado por ambos os escritórios enquanto todas as possibilidades de viagens a trabalho ou de interação estratégica são negadas e vê os amiguinhos do gerente que não sabem falar nem "good morning" indo e gastando com whisky e put* no TravelMoney da empresa
  • durante 6 anos levar o trabalho dos outros nas costas
  • durante 6 anos ter entrado como assistente júnior, virado analista júnior em 2017 e nunca mais ter saído dessa categoria, apesar de constantes trabalhos elogiados pelos clientes e pela diretoria do exterior
  • durante 6 anos ter aumentos limitados a 10%
  • durante 6 anos não ter participação de lucro
  • durante 6 anos ser o culpado de TODA cagada que acontece com a plataforma do cliente por representar a empresa perante a ele, graças à ineficácia do nosso sistema inútil
  • durante 6 anos ter constantemente valores errados depositados na conta e ter que devolver para o financeiro
  • durante 6 anos reorganizar um processo cujo faturamento bruto beira os 6 milhões de dólares e ganhar 150 reais em gasolina como bonificação
  • durante 6 anos trabalhar com uma ferramenta antiquada em DOS e ver uma empresa péssima ser contratada simplesmente porque o product owner da empresa era amigo do líder do time de desenvolvedores dessa empresa que contratamos (pasme, trocaram a ACCENTURE por esse lixo) por 3 milhões de reais. O projeto NUNCA saiu do lugar desde 2018
  • durante 6 anos ser constantemente diagnosticado com síndrome de burnout e escutar todo tipo de chantagem emocional e jogo psicológico pra não afastar do trabalho
  • durante 4 destes 6 anos ter que aguentar um diretor indiano que acha que aqui possui a mesma falta de leis trabalhistas e escravidão moderna do que a Índia
"Ah, mas pq não pediu a conta?" Simples, preciso trabalhar.

O que trago de positivo foi a experiência, o jogo de cintura com o cliente criado e, claro, a experiência, visto que é relacionada com o que vou fazer agora. Além das amizades. Conheci muita gente boa que vou levar pra vida inteira, inclusive americanos.
 

CoyoteBoicote

Bam-bam-bam
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Cargo: Customer Excellence
Ser feito de trouxa:
  • durante 6 anos falar inglês fluentemente e manter contato diário com os escritórios dos EUA e da Índia e ser adorado por ambos os escritórios enquanto todas as possibilidades de viagens a trabalho ou de interação estratégica são negadas e vê os amiguinhos do gerente que não sabem falar nem "good morning" indo e gastando com whisky e put* no TravelMoney da empresa
  • durante 6 anos levar o trabalho dos outros nas costas
  • durante 6 anos ter entrado como assistente júnior, virado analista júnior em 2017 e nunca mais ter saído dessa categoria, apesar de constantes trabalhos elogiados pelos clientes e pela diretoria do exterior
  • durante 6 anos ter aumentos limitados a 10%
  • durante 6 anos não ter participação de lucro
  • durante 6 anos ser o culpado de TODA cagada que acontece com a plataforma do cliente por representar a empresa perante a ele, graças à ineficácia do nosso sistema inútil
  • durante 6 anos ter constantemente valores errados depositados na conta e ter que devolver para o financeiro
  • durante 6 anos reorganizar um processo cujo faturamento bruto beira os 6 milhões de dólares e ganhar 150 reais em gasolina como bonificação
  • durante 6 anos trabalhar com uma ferramenta antiquada em DOS e ver uma empresa péssima ser contratada simplesmente porque o product owner da empresa era amigo do líder do time de desenvolvedores dessa empresa que contratamos (pasme, trocaram a ACCENTURE por esse lixo) por 3 milhões de reais. O projeto NUNCA saiu do lugar desde 2018
  • durante 6 anos ser constantemente diagnosticado com síndrome de burnout e escutar todo tipo de chantagem emocional e jogo psicológico pra não afastar do trabalho
  • durante 4 destes 6 anos ter que aguentar um diretor indiano que acha que aqui possui a mesma falta de leis trabalhistas e escravidão moderna do que a Índia
"Ah, mas pq não pediu a conta?" Simples, preciso trabalhar.

O que trago de positivo foi a experiência, o jogo de cintura com o cliente criado e, claro, a experiência, visto que é relacionada com o que vou fazer agora. Além das amizades. Conheci muita gente boa que vou levar pra vida inteira, inclusive americanos.
Kralho!
:keehk
E tu ainda ficou 6 anos? Tá maluco...
Precisar trabalhar todo mundo precisa, só posso dizer que eu no seu lugar não duraria mais que um ano. Por menos que isso eu já mandava meia dúzia tomar no meio do cool. E após tudo isso quando vc pulou fora, teve pelo menos contra proposta ou nem ligaram?
 

Salsicha Rogers

Maconheiro que resolve mistérios com cachorro
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Kralho!
:keehk
E tu ainda ficou 6 anos? Tá maluco...
Precisar trabalhar todo mundo precisa, só posso dizer que eu no seu lugar não duraria mais que um ano. Por menos que isso eu já mandava meia dúzia tomar no meio do cool. E após tudo isso quando vc pulou fora, teve pelo menos contra proposta ou nem ligaram?
Teve contrataproposta, mas não chegou nem perto do que a outra empresa me ofereceu.
 


Helghast Trooper

Bam-bam-bam
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  • durante 6 anos levar o trabalho dos outros nas costas
  • durante 6 anos ter entrado como assistente júnior, virado analista júnior em 2017 e nunca mais ter saído dessa categoria, apesar de constantes trabalhos elogiados pelos clientes e pela diretoria do exterior
  • durante 6 anos ter aumentos limitados a 10%
  • durante 6 anos não ter participação de lucro
  • durante 6 anos ser o culpado de TODA cagada que acontece com a plataforma do cliente por representar a empresa perante a ele, graças à ineficácia do nosso sistema inútil
  • durante 6 anos ter constantemente valores errados depositados na conta e ter que devolver para o financeiro
  • durante 6 anos reorganizar um processo cujo faturamento bruto beira os 6 milhões de dólares e ganhar 150 reais em gasolina como bonificação
  • durante 6 anos trabalhar com uma ferramenta antiquada em DOS e ver uma empresa péssima ser contratada simplesmente porque o product owner da empresa era amigo do líder do time de desenvolvedores dessa empresa que contratamos (pasme, trocaram a ACCENTURE por esse lixo) por 3 milhões de reais. O projeto NUNCA saiu do lugar desde 2018
  • durante 6 anos ser constantemente diagnosticado com síndrome de burnout e escutar todo tipo de chantagem emocional e jogo psicológico pra não afastar do trabalho
  • durante 4 destes 6 anos ter que aguentar um diretor indiano que acha que aqui possui a mesma falta de leis trabalhistas e escravidão moderna do que a Índia
"Ah, mas pq não pediu a conta?" Simples, preciso trabalhar.

O que trago de positivo foi a experiência, o jogo de cintura com o cliente criado e, claro, a experiência, visto que é relacionada com o que vou fazer agora. Além das amizades. Conheci muita gente boa que vou levar pra vida inteira, inclusive americanos.

trabalho com analise de dados ha 2 anos e tb so recebo elogios, nada mais e o salario ó....

fui ver propostas de outras empresas no linkdin e estao pedindo coisa absurda de conhecimento e nao duvido q o salario seja basicao tb.
 

Sgt. Kowalski

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Taxa de desemprego do Brasil deve ficar entre as maiores do mundo em 2022; veja ranking​




A taxa de desemprego do Brasil deve ficar entre as maiores do mundo em 2022, segundo levantamento da agência de classificação de risco Austin Rating, elaborado a partir das novas projeções do Fundo Monetário Internacional (FMI) para a economia global.
No ranking, que inclui as projeções do FMI para um conjunto de 102 países, o Brasil aparece com a 9ª pior estimativa de desemprego no ano (13,7%), bem acima da média global prevista para o ano (7,7%), da taxa dos emergentes (8,7%) e é a 2ª maior entre os membros do G20 – atrás só da África do Sul (35,2%).

A taxa média de desemprego no Brasil em 2021 foi de 13,2%, contra 13,8% em 2020, segundo os dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O levantamento da Austin mostra que o Brasil registrou a 16ª pior taxa de desemprego do mundo em 2021. No ano anterior, tinha ficado na 22ª posição no ranking.

A agência faz uma projeção menos pessimista que a do FMI para o desemprego do Brasil em 2022. Estima uma taxa média de 13%, o que colocaria o Brasil na 11ª posição no ranking.

“Ainda que a estatística tenha algum ajuste, a realidade não se muda. Ainda será uma posição lamentável”, afirma o economista-chefe da Austin Rating, Alex Agostini, autor do levantamento.

Outros países emergentes têm taxas previstas em patamares bem menores. A projeção para a China, por exemplo, é de uma taxa de desemprego de 3,7% em 2022. Para a Rússia, que está em guerra, a estimativa é de 9,3%. Na América do Sul, Argentina (9,2%) e Chile (7%). o desemprego também tem patamar mais baixo.

"Quando a gente pega aqueles países que são diretamente comparáveis com o Brasil, como Grécia, Peru e até a própria Argentina todos esses tem uma perspectiva melhor", destaca Agostini.

Desde 2016, o desemprego no Brasil supera os dois dígitos. A mínima da série histórica do IBGE foi registrada em 2014, quando ficou em 6,9%.


O que pesa nas perspectivas para o Brasil​



Em seu último relatório de expectativas para a economia global, o FMI passou a projetar uma alta do PIB (Produto Interno Bruto) do Brasil de 0,8% neste ano – desempenho mais otimista que o esperado pelo mercado financeiro brasileiro, que estima atualmente um avanço de 0,65%. Paralelamente, o FMI passou a prever uma inflação de 8,2% no Brasil em 2022.

O relatório do FMI não faz análise específica da economia brasileira, mas destacou que o Banco Central aumentou a taxa básica de juros (Selic) em quase 10 pontos percentuais no ano passado, "o que pesará sobre a demanda doméstica".

Apesar da queda do desemprego no país em 2021, a recuperação do mercado de trabalho tem desacelerado nos último meses, com o crescimento do número de ocupados mostrando interrupção.

Na visão dos analistas, o desemprego tende a permanecer em patamares elevados em 2022 em meio à inflação persistente, juros ainda em trajetória de alta, renda em queda das famílias e incertezas relacionadas à situação fiscal do país e disputa eleitoral.

O mercado, porém, faz uma previsão menos sombria que a do FMI. O Itaú, por exemplo, revisou neste mês suas projeções de taxa de desemprego de 12,7% para 12,2% ao final deste ano, e de 13% para 12,8% ao final do ano que vem.

Já a LCA Consultores estima um índice em torno de 11% neste ano. "O cenário do mercado de trabalho em 2022 dependerá da atividade econômica, diferentemente do que ocorreu em 2020 e em 2021 em que estava mais atrelado ao cenário sanitário", afirma o economista Bruno Imaizumi.

"Iniciamos o ano com a taxa de desemprego em um patamar observado pré-pandemia. Projetamos um crescimento de 3,75 milhões de pessoas a mais ocupadas para 2022, mas isso não vai fazer com que a taxa de desemprego caia pois também esperamos que muitas pessoas voltem a procurar emprego", acrescenta o economista da LCA, lembrando que a taxa de desemprego no trimestre encerrado em fevereiro ficou em 11,2%.

Média anual do desemprego no Brasil — Foto: Economia g1

Apesar da piora nas perspectivas para o crescimento global em 2022, em razão da guerra na Ucrânia e do choque de preços no mundo todo, sobretudo da energia e combustíveis, a recuperação mais lenta da economia brasileira reflete principalmente problemas domésticos acumulados nos últimos anos como baixa competitividade, poucos ganhos de produtividade e sucessivas crises econômicas.

Agostini destaca que o crescimento médio anual do PIB do Brasil foi de 0,4% nos últimos 10 anos, bem abaixo dos 3% da média global, e dos 3,5% dos Brics, e dos 1,2% dos países desenvolvidos.

"O Brasil cresce pouco e tem uma necessidade muito grande. O problema fiscal tem afastado os investimentos, tem sido uma preocupação e tem fomentado inclusive mais inflação e juros altos", afirma o economista-chefe da Austin. "Estamos tropeçando nas próprias pernas. Os problemas domésticos se sobrepõem aos problemas externos”.

Vale lembrar que o IBGE considera como desempregado para o cálculo da taxa oficial do país apenas os trabalhadores que efetivamente procuraram emprego nos últimos 30 dias anteriores à realização da pesquisa. Além dos 12 milhões de desocupados, o Brasil reúne atualmente um total de 4,7 milhões de desalentados – pessoas aptos a trabalhar mas que desistiram temporariamente de procurar uma vaga, além 6,6 milhões de subocupados por insuficiência de horas trabalhadas.

No Brasil, 33 milhões de pessoas sobrevivem com no máximo 1 salário mínimo


No Brasil, 33 milhões de pessoas sobrevivem com no máximo 1 salário mínimo
 

Felipe1459

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Taxa de desemprego do Brasil deve ficar entre as maiores do mundo em 2022; veja ranking​




A taxa de desemprego do Brasil deve ficar entre as maiores do mundo em 2022, segundo levantamento da agência de classificação de risco Austin Rating, elaborado a partir das novas projeções do Fundo Monetário Internacional (FMI) para a economia global.
No ranking, que inclui as projeções do FMI para um conjunto de 102 países, o Brasil aparece com a 9ª pior estimativa de desemprego no ano (13,7%), bem acima da média global prevista para o ano (7,7%), da taxa dos emergentes (8,7%) e é a 2ª maior entre os membros do G20 – atrás só da África do Sul (35,2%).

A taxa média de desemprego no Brasil em 2021 foi de 13,2%, contra 13,8% em 2020, segundo os dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O levantamento da Austin mostra que o Brasil registrou a 16ª pior taxa de desemprego do mundo em 2021. No ano anterior, tinha ficado na 22ª posição no ranking.

A agência faz uma projeção menos pessimista que a do FMI para o desemprego do Brasil em 2022. Estima uma taxa média de 13%, o que colocaria o Brasil na 11ª posição no ranking.



Outros países emergentes têm taxas previstas em patamares bem menores. A projeção para a China, por exemplo, é de uma taxa de desemprego de 3,7% em 2022. Para a Rússia, que está em guerra, a estimativa é de 9,3%. Na América do Sul, Argentina (9,2%) e Chile (7%). o desemprego também tem patamar mais baixo.



Desde 2016, o desemprego no Brasil supera os dois dígitos. A mínima da série histórica do IBGE foi registrada em 2014, quando ficou em 6,9%.


O que pesa nas perspectivas para o Brasil​



Em seu último relatório de expectativas para a economia global, o FMI passou a projetar uma alta do PIB (Produto Interno Bruto) do Brasil de 0,8% neste ano – desempenho mais otimista que o esperado pelo mercado financeiro brasileiro, que estima atualmente um avanço de 0,65%. Paralelamente, o FMI passou a prever uma inflação de 8,2% no Brasil em 2022.

O relatório do FMI não faz análise específica da economia brasileira, mas destacou que o Banco Central aumentou a taxa básica de juros (Selic) em quase 10 pontos percentuais no ano passado, "o que pesará sobre a demanda doméstica".

Apesar da queda do desemprego no país em 2021, a recuperação do mercado de trabalho tem desacelerado nos último meses, com o crescimento do número de ocupados mostrando interrupção.

Na visão dos analistas, o desemprego tende a permanecer em patamares elevados em 2022 em meio à inflação persistente, juros ainda em trajetória de alta, renda em queda das famílias e incertezas relacionadas à situação fiscal do país e disputa eleitoral.

O mercado, porém, faz uma previsão menos sombria que a do FMI. O Itaú, por exemplo, revisou neste mês suas projeções de taxa de desemprego de 12,7% para 12,2% ao final deste ano, e de 13% para 12,8% ao final do ano que vem.

Já a LCA Consultores estima um índice em torno de 11% neste ano. "O cenário do mercado de trabalho em 2022 dependerá da atividade econômica, diferentemente do que ocorreu em 2020 e em 2021 em que estava mais atrelado ao cenário sanitário", afirma o economista Bruno Imaizumi.



Média anual do desemprego no Brasil — Foto: Economia g1

Apesar da piora nas perspectivas para o crescimento global em 2022, em razão da guerra na Ucrânia e do choque de preços no mundo todo, sobretudo da energia e combustíveis, a recuperação mais lenta da economia brasileira reflete principalmente problemas domésticos acumulados nos últimos anos como baixa competitividade, poucos ganhos de produtividade e sucessivas crises econômicas.

Agostini destaca que o crescimento médio anual do PIB do Brasil foi de 0,4% nos últimos 10 anos, bem abaixo dos 3% da média global, e dos 3,5% dos Brics, e dos 1,2% dos países desenvolvidos.



Vale lembrar que o IBGE considera como desempregado para o cálculo da taxa oficial do país apenas os trabalhadores que efetivamente procuraram emprego nos últimos 30 dias anteriores à realização da pesquisa. Além dos 12 milhões de desocupados, o Brasil reúne atualmente um total de 4,7 milhões de desalentados – pessoas aptos a trabalhar mas que desistiram temporariamente de procurar uma vaga, além 6,6 milhões de subocupados por insuficiência de horas trabalhadas.

No Brasil, 33 milhões de pessoas sobrevivem com no máximo 1 salário mínimo


No Brasil, 33 milhões de pessoas sobrevivem com no máximo 1 salário mínimo
Esses índices de desemprego mostram apenas os números brutos ou é possível filtrar por profissão ou nível de escolaridade?

Onde trabalho estamos procurando profissionais de nível técnico e está muito difícil achar, mesmo com salários até levemente acima do mercado.
 

Tião esqueletico

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Esses índices de desemprego mostram apenas os números brutos ou é possível filtrar por profissão ou nível de escolaridade?

Onde trabalho estamos procurando profissionais de nível técnico e está muito difícil achar, mesmo com salários até levemente acima do mercado.
Isso que eu iria comentar

Trabalho com vendas técnicas de equipamentos industriais

Reativei a Catho há 3 semanas , pois agora eles possuem um plano free mais compacto e restrito

De lá para cá recebi em torno de 8 propostas

É o que sempre falo nesse tópico, para quem é qualificado e tem experiência , não faltam vagas


Curiosidade , qual seria a vaga que sua empresa esta contratando e localização?
 

Felipe1459

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Isso que eu iria comentar

Trabalho com vendas técnicas de equipamentos industriais

Reativei a Catho há 3 semanas , pois agora eles possuem um plano free mais compacto e restrito

De lá para cá recebi em torno de 8 propostas

É o que sempre falo nesse tópico, para quem é qualificado e tem experiência , não faltam vagas


Curiosidade , qual seria a vaga que sua empresa esta contratando e localização?
Técnico Eletrotécnico e Técnico Mecânico Industrial, Porto Alegre.
 

Metal God

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Na cidade onde moro, no noroeste do RS, há vagas de trabalho para vendedora de loja, repositor de mercadoria e entregador em supermercado, operador de produção em unidade da JBS. São trabalhos que não pagam bem, é verdade, líquido deve dar uns 1400, 1500, mas são vagas de emprego que não estão preenchidas, porque o povo não quer trabalhar, prefere ficar desempregado.

Semana passada, amigo meu, servidor público, que ganhava bruto 2k, pediu exoneração, porque no final do mês não sobrava nada e trabalhava demais. Agora, ganhando R$ 0,00, vai sobrar o quê, pedi pra ele. Me respondeu que fará bicos por aí.

Sinceramente, tem horas que eu penso que esses números de desemprego deveriam ser divulgados com maiores explicações, porque dentro desse monte de gente sem ocupação, estão esses que não querem trabalhar e esse ilustre amigo.
 

Darth_Tyranus

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Na cidade onde moro, no noroeste do RS, há vagas de trabalho para vendedora de loja, repositor de mercadoria e entregador em supermercado, operador de produção em unidade da JBS. São trabalhos que não pagam bem, é verdade, líquido deve dar uns 1400, 1500, mas são vagas de emprego que não estão preenchidas, porque o povo não quer trabalhar, prefere ficar desempregado.

Semana passada, amigo meu, servidor público, que ganhava bruto 2k, pediu exoneração, porque no final do mês não sobrava nada e trabalhava demais. Agora, ganhando R$ 0,00, vai sobrar o quê, pedi pra ele. Me respondeu que fará bicos por aí.

Sinceramente, tem horas que eu penso que esses números de desemprego deveriam ser divulgados com maiores explicações, porque dentro desse monte de gente sem ocupação, estão esses que não querem trabalhar e esse ilustre amigo.
O numero de desempregados é baseado apenas nas pessoas que continuamente procuram vagas em agências de emprego. Não é o número total. "Nem-nem", pessoas que vivem de bico, pessoas que trabalham sem carteira assinada, famílias que vivem orbitando algum aposentado ou pessoa com deficiência etc, estes não entram nas estatísticas.

Não acredito que as pessoas não queiram trabalhar, mas sim que não é atraente trabalhar. Salários são baixos, a carga horaria é alta e a pessoa se incomoda muito indo pra lá e pra cá de ônibus e com colegas que só querem puxar o tapete. Infelizmente trabalhar não compensa mais.

Nos EUA está acontecendo esse fenômeno do movimento antitrabalho, em resposta as empresas oferecem salários mais atraentes ou até mesmo um brinde, como um iPhone "grátis". Aqui as empresas reclamam que não conseguem preencher as vagas e fica por isso mesmo, não tentam deixar o emprego mais atraente.
 

Metal God

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Nos EUA está acontecendo esse fenômeno do movimento antitrabalho, em resposta as empresas oferecem salários mais atraentes ou até mesmo um brinde, como um iPhone "grátis". Aqui as empresas reclamam que não conseguem preencher as vagas e fica por isso mesmo, não tentam deixar o emprego mais atraente.
Trabalhar nunca foi e nunca será atraente. As pessoas trabalhavam porque precisam. Me parece que o povo tá é muito mal acostumado e acomodado.
 
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O numero de desempregados é baseado apenas nas pessoas que continuamente procuram vagas em agências de emprego. Não é o número total. "Nem-nem", pessoas que vivem de bico, pessoas que trabalham sem carteira assinada, famílias que vivem orbitando algum aposentado ou pessoa com deficiência etc, estes não entram nas estatísticas.

Não acredito que as pessoas não queiram trabalhar, mas sim que não é atraente trabalhar. Salários são baixos, a carga horaria é alta e a pessoa se incomoda muito indo pra lá e pra cá de ônibus e com colegas que só querem puxar o tapete. Infelizmente trabalhar não compensa mais.

Nos EUA está acontecendo esse fenômeno do movimento antitrabalho, em resposta as empresas oferecem salários mais atraentes ou até mesmo um brinde, como um iPhone "grátis". Aqui as empresas reclamam que não conseguem preencher as vagas e fica por isso mesmo, não tentam deixar o emprego mais atraente.
Rapaz... Os americanos não conseguiriam tankar o Brasil nem um dia sequer, dei uma lida nos relatos do r/antiwork e as vagas que alguns deles reclamam são melhores que 90% das disponíveis aqui, eu sei que os problemas deles são reais e que eles devem sim reclamar, mas chega a ser bizarro ver alguém reclamando que o carro da empresa tem mais de oito anos de fabricação, pra mim qualquer lata velha com ar condicionado já é luxo rsrsrsr
 

HuezinXD

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Na cidade onde moro, no noroeste do RS, há vagas de trabalho para vendedora de loja, repositor de mercadoria e entregador em supermercado, operador de produção em unidade da JBS. São trabalhos que não pagam bem, é verdade, líquido deve dar uns 1400, 1500, mas são vagas de emprego que não estão preenchidas, porque o povo não quer trabalhar, prefere ficar desempregado.

Semana passada, amigo meu, servidor público, que ganhava bruto 2k, pediu exoneração, porque no final do mês não sobrava nada e trabalhava demais. Agora, ganhando R$ 0,00, vai sobrar o quê, pedi pra ele. Me respondeu que fará bicos por aí.

Sinceramente, tem horas que eu penso que esses números de desemprego deveriam ser divulgados com maiores explicações, porque dentro desse monte de gente sem ocupação, estão esses que não querem trabalhar e esse ilustre amigo.
Acho que o pessoal não aceita mais ser "escravo" trabalhar de segunda a segunda para ganhar um salário que não da pra nada. Não é só no Brasil isso. Na Europa já tinha gente que ficava vivendo com o auxilio e só viajando pela UE. EUA tão pagando um valor bem mais alto por hora agora por ter menos pessoas querendo trabalhar em alguns empregos. Ainda mais depois dos auxilios. Ai tu vê na redes sociais todo mundo com suas vidas de luxo, ganhando rios de dinheiro. Tu vai querer ficar de seg a seg, não ter tempo pra nada pra ganhar pouco ? Antes tinha a muleta de "guerreiro"
 

Sir Bovino Gadoso

Bam-bam-bam
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Saí da fila ainda bem, entreguei a documentação toda, agora estou esperando falarem o dia que vou começar, mas ainda estou com medo de dar algo errado, só acredito o dia que passar da porta da empresa pre dentro com o uniforme.

Minha cidade é fraca demais de emprego, eu entrava no indeed todo dia.
 
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Saí da fila ainda bem, entreguei a documentação toda, agora estou esperando falarem o dia que vou começar, mas ainda estou com medo de dar algo errado, só acredito o dia que passar da porta da empresa pre dentro com o uniforme.

Minha cidade é fraca demais de emprego, eu entrava no indeed todo dia.
Mesmo caso da minha, cidade dormitório... as pessoas só vão pra dormir pq trabalhar mesmo não dá, só tem algumas industrias de alimento e uma de aço, pelo menos fica relativamente perto de BH, o fluxo de gente se deslocando pra lá de manhã é absurdo.
 

Fantasma na Máquina

Bam-bam-bam
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Saí da fila ainda bem, entreguei a documentação toda, agora estou esperando falarem o dia que vou começar, mas ainda estou com medo de dar algo errado, só acredito o dia que passar da porta da empresa pre dentro com o uniforme.

Minha cidade é fraca demais de emprego, eu entrava no indeed todo dia.
E aí?
 

Sgt. Kowalski

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Brasil perde 2,8 milhões de trabalhadores com carteira em 8 anos; informalidade e conta própria crescem​


O emprego com carteira assinada tem perdido protagonismo e espaço no mercado de trabalho brasileiro. A participação desta modalidade no total da população ocupada no setor privado ficou em 38,1% no 1º trimestre de 2022 e segue bem distante do pico de 43% alcançado em 2014.
Segundo levantamento da LCA Consultores, a partir dos dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio (PNAD) do IBGE, o número de trabalhadores com carteira assinada diminuiu em 2,8 milhões entre 2014 e 2022, enquanto que o de trabalhadores por conta própria ou sem registro em carteira aumentou em 6,3 milhões em 8 anos.

Em números absolutos, o contingente atual de trabalhadores com carteira assinada no 1º trimestre de 2022 totalizou 36,3 milhões, contra 39,1 milhões no 1º trimestre de 2014.

O cálculo considera a soma dos trabalhadores do setor privado no regime CLT e domésticos com carteira assinada, sem incluir trabalhadores do setor público, que emprega 11,2 milhões, o correspondente a uma fatia de 11,8% dos ocupados.

LEIA TAMBÉM:

Mesmo com o aumento do número de brasileiros com emprego formal nos últimos meses, o percentual dos ocupados com carteira assinada permanece abaixo do patamar pré-pandemia (38,7%). Veja no gráfico abaixo:

"É um movimento de precarização do mercado de trabalho mesmo", resume Bruno Imaizumi, da LCA Consultores, autor do levantamento.

Em 8 anos, a categoria que mais ganhou participação no mercado de trabalho foi a de trabalhadores por conta própria, que saltou de 22,5% para 26,5% do total de ocupados, seguida pelo emprego sem carteira assinada, que passou de 11,6% para 12,8%. Juntas, as duas modalidades representam 39,3% do total de brasileiros com trabalho, mais do que o contingente com carteira assinada, totalizando 37,5 milhões.

De 2014 a 2022, a população com alguma ocupação no país cresceu 4,1% (3,8 milhões de pessoas a mais). Ou seja, a geração de renda e a expansão do mercado de trabalho têm sido puxada pela informalidade e pelo chamado empreendedorismo de necessidade.

O encolhimento da fatia de brasileiros com carteira assinada reflete não só a sucessão de crises econômicas nos últimos anos, mas também as transformações tecnológicas e estruturais no mercado de trabalho, além da busca por trabalhos mais flexíveis.


Sem carteira por opção para ganhar mais​



Maria Cristina dos Santos, de 49 anos, decidiu abrir mão da carteira assinada após mais de 10 anos trabalhando como empregada doméstica, faxineira, cobradora, entre outras ocupações. Desde o final do ano passado, ela passou a atuar como diarista, cobrando R$ 170 por dia de serviço.

"Eu trabalhava numa casa de família e dormia no emprego. Tinha dia que eu começava às sete e esticava até às 9 horas da noite. Como diarista eu mesmo faço o meu horário e ganho bem mais, diz.

Por ora, ela ainda não decidiu se formalizar como Microempreendedor Individual (MEI). Mas, mesmo sem a cobertura da Previdência Social e outros benefícios da CLT, ela afirma que atuar na informalidade está valendo mais a pena.

"As empresas estão pagando muito pouco. Oferecem 1 salário mínimo e, depois de todos os descontos, você recebe R$ 900. O que dá para um chefe de família fazer com isso?", afirma.

A diarista sonha cursar enfermagem para buscar no futuro um trabalho de melhor remuneração. Mas, por ora, o seu foco é conseguir mais uma casa para fazer faxina, para ter 5 diárias fixas por semana. "Estou procurando, é que está difícil mesmo", diz.

Qualidade das vagas novas de emprego piora no Brasil


Qualidade das vagas novas de emprego piora no Brasil


'Única solução era inovar'​



Letícia Emanuele Nogueira, de 26 anos, ficou cerca de 4 anos em empregos com carteira assinada, mas, quando chegou a pandemia, ela e o marido passaram a fazer parte das estatísticas de desemprego e do empreendedorismo de necessidade.

Sem renda e com dois filhos pequenos, o casal decidiu abrir um negócio na área de TI e design. Os dois uniram suas especialidades e passaram a prestar serviços de formatação e manutenção de computadores, desenvolvimento web e design gráfico.

Letícia Emanuele Nogueira decidiu abriu o próprio negócio após ficar desempregada — Foto: Arquivo pessoal

“Vimos que a única solução era inovar para conseguir renda, e foi o que fizemos. Abrimos o nosso próprio negócio”, conta.

Leticia lembra que no começo não aparecia nenhum cliente e que até dava saudade dos tempos de salário fixo. Somente após 8 meses é que a empreitada começou a dar frutos. Mas, pesando tudo o que aconteceu, ela acha que a mudança trouxe a oportunidade de dar uma guinada em sua vida profissional.

"Olhando para trás, se não tivesse perdido meu emprego CLT talvez não tivesse essa coragem de trabalhar por conta própria", afirma a empreendedora, que está para concluir a faculdade de pedagogia.

Seus planos são continuar com seu negócio – ela está providenciando a papelada para virar MEI – e prestar concurso público. Voltar para a CLT está fora de cogitação. “Mas o futuro é sempre incerto, isso a pandemia me mostrou”, pondera.


Renda em queda no país​



Os dados do Ministério do Trabalho e da Previdência Social mostram que a maioria das vagas com carteira assinada criadas no país oferecem uma remuneração de até 2 salários mínimos. Em março, o salário médio de admissão foi de R$ 1.872,07.

Já a renda média do trabalhador no Brasil foi de R$ 2.467 em março, 8,7% menor que o de 1 ano antes. Os números do IBGE mostram que os trabalhadores por conta própria formalizados, com CNPJ, possuem uma renda média mensal maior a dos trabalhadores com carteira assinada, perdendo apenas para a dos empregadores e trabalhadores do setor público.

Veja no quadro abaixo:


'Uberização'



A perda de protagonismo da carteira assinada tem refletido também transformações do mercado de trabalho não só no Brasil, incluindo maior automação nos processos de produção, flexibilização das relações trabalhistas e a chamada "uberização" (trabalhadores de aplicativos).

"O mundo dele cada vez mais dependente de capital tecnológico, em vez de capital humano, então isso acaba gerando menos vagas formais. Então, a pessoa que está ociosa e precisa buscar alguma fonte de renda, acaba indo para a informalidade", afirma Imaizumi.

A taxa de informalidade medida pelo IBGE atingiu 40,1% da população ocupada no 1º trimestre, se mantendo próxima da máxima histórica de 40,9%, reunindo um total de 38,2 milhões de trabalhadores.

"Sem dúvida, isso traz algumas questões negativas. Há uma maior volatilidade dos rendimentos. O trabalhador deixa de ganhar um salário fixo, e passa a ter uma renda mais flexível ao longo do mês, além de perder benefícios", afirma Daniel Duque, economista do Ibre/FGV, citando o direito a férias remuneradas, 13º salário e o depósito mensal de FGTS (8% do valor do salário).

Taxa de informalidade no Brasil segue alta, e cerca de 1,5 milhão de brasileiros trabalham por meio de aplicativos


Taxa de informalidade no Brasil segue alta, e cerca de 1,5 milhão de brasileiros trabalham por meio de aplicativos


'Pejotização'​



Os economistas chamam a atenção também para o fenômeno da "pejotização", quando um trabalhador atua como pessoa jurídica, sem vínculo empregatício e pagando menos imposto de renda, muitas vezes recebendo uma renda líquida maior.

"Com alternativas como o MEI e o Simples, muitos trabalhadores acabam preferindo isso [atuar como PJ], apesar de perderem alguns benefícios", afirma Duque.

O pesquisador alerta, porém, para a perda de arrecadação federal com migração da força de trabalho para ocupações informais ou com menor tributação. "Se perdem receitas tributárias, de modo que isso gera um impacto fiscal relevante que não é compensado por mudanças em outros impostos", diz.

O número atual de contribuintes para a Previdência Social entre a população ocupada é estimado em 60,2 milhões pelo IBGE, cerca de 700 mil abaixo da máxima de 61 milhões registrada em 2015.

Para Imaizumi, o que mais preocupa, no entanto, é o desemprego persistente no patamar de dois dígitos e a dificuldade de absorção da mão de obra em idade de trabalhar que continua sem conseguir uma ocupação ou simplesmente deixou de procurar um emprego. São 4,6 milhões que simplesmente desistiram de procurar trabalho, os chamados desalentados.

"A economia já voltou para patamares pré-pandemia, mas temos que lembrar que a população em idade de trabalhar cresceu durante esse tempo. A gente vê que tem muita gente ainda fora do mercado de trabalho. Isso sim é preocupante", afirma.
 

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Já não basta fazer dinâmica de grupo online, que não é tão ruim, já que você está em casa e não perde tempo indo lá, ainda me fazem descobrir que, chegando no lugar, eu com expectativas altas, é pra fazer dinâmica DE NOVO e pessoalmente. Minha vontade foi de virar as costas e vir embora, mas como já estava lá, acabei ficando, mas na próxima vou perguntar antes, porque curiosamente, todo emprego que eu tive, NUNCA fiz dinâmica, e curiosamente, TODOS que eu fiz, nunca passei.

Então aprendi a economizar meu tempo, porque eu em dinâmica de grupo é tempo perdido.
 

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Já não basta fazer dinâmica de grupo online, que não é tão ruim, já que você está em casa e não perde tempo indo lá, ainda me fazem descobrir que, chegando no lugar, eu com expectativas altas, é pra fazer dinâmica DE NOVO e pessoalmente. Minha vontade foi de virar as costas e vir embora, mas como já estava lá, acabei ficando, mas na próxima vou perguntar antes, porque curiosamente, todo emprego que eu tive, NUNCA fiz dinâmica, e curiosamente, TODOS que eu fiz, nunca passei.

Então aprendi a economizar meu tempo, porque eu em dinâmica de grupo é tempo perdido.
As de call center eu sempre passei
mas era sempre a mesma besteira
 
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As de call center eu sempre passei
mas era sempre a mesma besteira
Ja passei na de call center tbm, por sorte antes de me ligarem eu arrumei outro melhor, inclusive antes da dinâmica tinha uma prova e eu dei as respostas pra uma loirinha gata que sentou atrás de mim e carreguei ela na dinâmica tbm, tudo isso pra ganhar um abraço e um beijo na bochecha... pqp gado d+
 

Herminium

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Recentemente me inscrevi pra uma de call center da Gol que na descrição da vaga era home office e uma das perguntas que estava escrito que não era eliminatória - era pra saberem qual a distância que eu estaria da base deles, coloquei que eu não era do centro (só tinha opção de centro e interior - sendo que onde moro não é exatamente interior), coloquei interior e não deu 5 minutos pra vir a recusa :klol:klol:klol:klol:klol:klol:klol

eh moli nao, nem isso mais, callcenter, home office e ainda recusam, ai depois reclamam que falta profissional.
 
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Recentemente me inscrevi pra uma de call center da Gol que na descrição da vaga era home office e uma das perguntas que estava escrito que não era eliminatória - era pra saberem qual a distância que eu estaria da base deles, coloquei que eu não era do centro (só tinha opção de centro e interior - sendo que onde moro não é exatamente interior), coloquei interior e não deu 5 minutos pra vir a recusa :klol:klol:klol:klol:klol:klol:klol

eh moli nao, nem isso mais, callcenter, home office e ainda recusam, ai depois reclamam que falta profissional.
Cara, na minha empresa os funcionários estão fazendo uma pressão absurda pro trabalho continuar 100% home office, alguns estão se demitindo porque moram longe e a empresa quer que eles compareçam presencialmente pelo menos 2 dias da semana, poucas empresas vão manter o home office fixo, a maioria só implementou por pressão da pandemia, então é bem provável que futuramente eles queiram uma certa frequência no presencial tbm.

Então as vagas vem com descrição de home office... Pero no mucho.
 

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Cara, na minha empresa os funcionários estão fazendo uma pressão absurda pro trabalho continuar 100% home office, alguns estão se demitindo porque moram longe e a empresa quer que eles compareçam presencialmente pelo menos 2 dias da semana, poucas empresas vão manter o home office fixo, a maioria só implementou por pressão da pandemia, então é bem provável que futuramente eles queiram uma certa frequência no presencial tbm.

Então as vagas vem com descrição de home office... Pero no mucho.

Minha experiência com home office foi razoavelmente boa, porém sinceramente, prefiro escritório, o problema é quantidade infindável de reuniões, meets e a putaquepariu a 4 que é o dia inteiro, várias horas por dia de reuniões que nada se resolve, nada se aproveita e são totalmente descartáveis.

Então não é que exatamente prefiro home office e sim que macacaquearam de propósito, talvez, o tipo de trabalho que era pra ser o futuro, eu senti que rendia bem e muito bem por sinal trabalhando de casa e ir duas vezes por semana pra mim é o ideal, mas se for pra ficar nessa macaquice de reuniões todo santo dia, que era o que mais me desgastava, prefiro perder tempo de trabalhar em escritório mesmo.

Eu já nem conto mais com trabalho remoto, foi como você falou, deixaram no começo por pura pressão, mas não dou mais um ano, estourando dois, pra não existir mais home office, ou se existir, existir igual era de 2019 pra trás.
 
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Minha experiência com home office foi razoavelmente boa, porém sinceramente, prefiro escritório, o problema é quantidade infindável de reuniões, meets e a putaquepariu a 4 que é o dia inteiro, várias horas por dia de reuniões que nada se resolve, nada se aproveita e são totalmente descartáveis.

Então não é que exatamente prefiro home office e sim que macacaquearam de propósito, talvez, o tipo de trabalho que era pra ser o futuro, eu senti que rendia bem e muito bem por sinal trabalhando de casa e ir duas vezes por semana pra mim é o ideal, mas se for pra ficar nessa macaquice de reuniões todo santo dia, que era o que mais me desgastava, prefiro perder tempo de trabalhar em escritório mesmo.

Eu já nem conto mais com trabalho remoto, foi como você falou, deixaram no começo por pura pressão, mas não dou mais um ano, estourando dois, pra não existir mais home office, ou se existir, existir igual era de 2019 pra trás.
Acredito que o home office vai sobreviver em algumas áreas (tecnologia), ao meu ver é uma situação de win-win, o patrão economiza na infraestrutura e aluguel do espaço, repassa parte do valor ao funcionário e o mesmo aproveita de mais flexibilidade e menos desperdício de tempo no trânsito, difícil é colocar isso na cabeça de alguém que nasceu nos anos 70, 80...
 

Metal God

Ei mãe, 500 pontos!
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Enquanto isso, a unidade JBS da minha cidade desistiu de contratar brasileiros e agora está indo pra Argentina buscar os bonecos pra trabalhar.
 

Helghast Trooper

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toda vez q penso em sair do meu trampo na empresa pessima q estou, vejo este topico e mudo de ideia e prefiro continuar um pouco la por conta do um salario minimo q ganho pelo menos eh alguma coisa e eh proximo da minha residencia.
 
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