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Tópico Informal do Desemprego da OS - Compartilhe seus perrengues aqui

deep dog

Bam-bam-bam
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toda vez q penso em sair do meu trampo na empresa pessima q estou, vejo este topico e mudo de ideia e prefiro continuar um pouco la por conta do um salario minimo q ganho pelo menos eh alguma coisa e eh proximo da minha residencia.
no que trabalha vei?

situação tá foda mesmo... eu tenho uns estresses onde to trabalhando devido a falta de organização e tal, mas quando penso em ficar desempregado, bate o desespero
 


Prava

Bam-bam-bam
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Enquanto isso, a unidade JBS da minha cidade desistiu de contratar brasileiros e agora está indo pra Argentina buscar os bonecos pra trabalhar.

Se ninguém quis é pq o problema é o trabalho a não as pessoas. Esse emprego aí deve ser uma b*sta de trabalho semi-escravo.

Se a JBS (que é Bilionária) desse uma bonificação de 600R$ preencheria essas vagas em 1 dia. Mas melhorar o salário pra quê né, melhor correr atrás de estrangeiro que aceite trabalhar pelo menor salário possível.
 

Prava

Bam-bam-bam
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Acredito que o home office vai sobreviver em algumas áreas (tecnologia), ao meu ver é uma situação de win-win, o patrão economiza na infraestrutura e aluguel do espaço, repassa parte do valor ao funcionário e o mesmo aproveita de mais flexibilidade e menos desperdício de tempo no trânsito, difícil é colocar isso na cabeça de alguém que nasceu nos anos 70, 80...

Eu vi essa opinião em outro fórum e eu concordo com ela é a seguinte:

Todo diretor ou ocupante de cargos superiores de uma empresa é um Sociopata. Geralmente é um Boomer.

E como todo Sociopata doente ele precisa exercer o poder sobre os seus subordinados. Não é questão de dinheiro, pois Home Office se economiza mais, a produtividade é melhor devido ao tempo do empregado ser melhor aproveitado.

Mas o Psicopata não se aguenta em estar na casa dele sem mandar em ninguém ou não exercer o poder sobre ninguém, ele definha, ele fica na mansão dele entrando em depressão. Ele quer atenção, ele quer validação e no Home Office ele perde todo aquele contato humano que ele precisa.

Por isso vemos CEOs lamentando "aquela empresa era minha vida" sim, quem não quer mandar em outras pessoas e ter puxa-sacos no pé 8 horas por dia?
 
Ultima Edição:

Herminium

Bam-bam-bam
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Eu vi essa opinião em outro fórum e eu concordo com ela é a seguinte:

Todo diretor ou ocupante de cargos superiores de uma empresa é um Sociopata. Geralmente é um Boomer.

E como todo Sociopata doente ele precisa exercer o poder sobre os seus subordinados. Não é questão de dinheiro, pois Home Office se economiza mais, a produtividade é melhor devido ao tempo do empregado se melhor aproveitado.

Mas o Psicopata não se aguenta em estar na casa dele sem mandar em ninguém ou não exercer o poder sobre ninguém, ele definha, ele fica na mansão dele entrando em depressão. Ele quer atenção, ele quer validação e no Home Office ele perde todo aquele contato humano que ele precisa.

Por isso vemos CEOs lamentando "aquela empresa era minha vida" sim, quem não quer mandar em outras pessoas e te rpuxa-sacos no pé 8 horas por dia?

Você tirou as palavras do meu teclado, sem tirar e por nada, inclusive com alguns amigos que conversamos frequentemente chegamos a essa mesma conclusão, TUDO igual, os boomers, a sensação deles de mostrar o tamanho do pau comparado aos outros gestores, que tem que de vez em quando dar esporro só pra mostrar que manda, é impressionante.

Infelizmente isso só vai mudar a hora que, se, os que tem, no geral, de 15-30 hoje chegar no poder e tentar implementar essas idéias "mais novas".

Enquanto isso o que veremos será esse show de horrores de gestão e ideias retrógradas que vemos em 99% dos casos, que inclusive foi o que me aconteceu na penúltima empresa que trabalhei de certo modo.
 

Devilsamus DF

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Eu vi essa opinião em outro fórum e eu concordo com ela é a seguinte:

Todo diretor ou ocupante de cargos superiores de uma empresa é um Sociopata. Geralmente é um Boomer.

E como todo Sociopata doente ele precisa exercer o poder sobre os seus subordinados. Não é questão de dinheiro, pois Home Office se economiza mais, a produtividade é melhor devido ao tempo do empregado se melhor aproveitado.

Mas o Psicopata não se aguenta em estar na casa dele sem mandar em ninguém ou não exercer o poder sobre ninguém, ele definha, ele fica na mansão dele entrando em depressão. Ele quer atenção, ele quer validação e no Home Office ele perde todo aquele contato humano que ele precisa.

Por isso vemos CEOs lamentando "aquela empresa era minha vida" sim, quem não quer mandar em outras pessoas e te rpuxa-sacos no pé 8 horas por dia?
Já reparei que os Boomers vivem para trabalhar. Eles não tem nenhuma atividade fora do local de trabalho, não possuem nenhum hobby.

Geralmente quando aposentam, adoecem e morrem logo.

Enviado de meu SM-G770F usando o Tapatalk
 

Metal God

Ei mãe, 500 pontos!
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Se ninguém quis é pq o problema é o trabalho a não as pessoas. Esse emprego aí deve ser uma b*sta de trabalho semi-escravo.

Se a JBS (que é Bilionária) desse uma bonificação de 600R$ preencheria essas vagas em 1 dia. Mas melhorar o salário pra quê né, melhor correr atrás de estrangeiro que aceite trabalhar pelo menor salário possível.
Isso é um fator a ser considerado, o salário. Questão complicada. O problema que essa queda de braço nunca é vencida pelo trabalhador. Triste situação.
 


Prava

Bam-bam-bam
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Você tirou as palavras do meu teclado, sem tirar e por nada, inclusive com alguns amigos que conversamos frequentemente chegamos a essa mesma conclusão, TUDO igual, os boomers, a sensação deles de mostrar o tamanho do pau comparado aos outros gestores, que tem que de vez em quando dar esporro só pra mostrar que manda, é impressionante.

Infelizmente isso só vai mudar a hora que, se, os que tem, no geral, de 15-30 hoje chegar no poder e tentar implementar essas idéias "mais novas".

Enquanto isso o que veremos será esse show de horrores de gestão e ideias retrógradas que vemos em 99% dos casos, que inclusive foi o que me aconteceu na penúltima empresa que trabalhei de certo modo.

Não duvido que até os mais novos se viciem em puxação de saco e contato humano diário mas serão poucos, visto que a nova geração é mais caseira e vive na Internet além de ter outros hobbys.

Outro fato é que você nunca vê chão de fábrica se lamentar que a empresa era a vida dele muito pelo contrário, peão quando se aposenta paga rodada no boteco.

Já reparei que os Boomers vivem para trabalhar. Eles não tem nenhuma atividade fora do local de trabalho, não possuem nenhum hobby.

Bem lembrado.

No máximo hobby de Boomer é ir na padaria tomar um café e falar de política. São poucos os que realmente tem um hobby meu tio Boomer tem paixão por PCs e tecnologia, mas ele montava PCs nos anos 80.
 

Herminium

Bam-bam-bam
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No máximo hobby de Boomer é ir na padaria tomar um café e falar de política. São poucos os que realmente tem um hobby meu tio Boomer tem paixão por PCs e tecnologia, mas ele montava PCs nos anos 80.

De fato tem isso também, essa geração que está em cargos de chefe e diretoria no geral não tem hobby algum, de todos que eu conheço, o hobby deles é ficar em casa vendo televisão e literalmente, apenas isso, nenhum deles costuma viajar, jogar algo, tentar conhecer coisas novas, fazer curso de algo que tem curiosidade, são realmente raros, por isso que são esse monte de pnc quando estão no poder, vivem pra isso e apenas isso e querem que a geração atual que tem como aproveitar a vida, de certo modo, querem que fique igual eles se dedicando a uma empresa 20h por dia e esteja disponível pra empresa no sábado e domingo.

É estúpido, eu realmente não sei mais pra onde correr, porque sei que se conseguir algo de novo vou passar pelas mesmas coisas de sempre e em pouco tempo vou estar aborrecido com o que andam pagando por aí.
 

Prava

Bam-bam-bam
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É estúpido, eu realmente não sei mais pra onde correr, porque sei que se conseguir algo de novo vou passar pelas mesmas coisas de sempre e em pouco tempo vou estar aborrecido com o que andam pagando por aí.

Tenho esse mesmo pensamento.

O ambiente corporativo no Brasil é um lixo completo. 80% das profissões poderiam estar agora em Home Office mas não está pq esse bando de de Boomer velho pnc quer brincar de chefinho.
 
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Sgt. Kowalski

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Taxa de desemprego fica abaixo de 10% no Brasil, menor nível desde 2015​



A taxa de desemprego voltou a ficar abaixo de 10% no Brasil, indicou nesta quinta-feira (30) o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).
No trimestre até maio deste ano, o indicador recuou para 9,8%. É o menor nível para esse intervalo desde 2015. À época, a taxa estava em 8,3%, e a economia nacional amargava recessão.
Na série comparável, o indicador não ficava abaixo de 10% desde o fim de 2015. A taxa estava em 9,1% no trimestre até novembro daquele ano.
O novo resultado veio abaixo das estimativas do mercado financeiro. Analistas consultados pela agência Bloomberg projetavam taxa de 10,2%. O indicador estava em 11,2% nos três meses anteriores (dezembro a fevereiro).
O número de desempregados, por sua vez, recuou para 10,6 milhões até maio, de acordo com o IBGE.
O contingente estava em cerca de 12 milhões nos três meses anteriores. Ou seja, o grupo teve saída de 1,4 milhão de pessoas, mas ainda segue em dois dígitos.
Pelas estatísticas oficiais, a população desempregada reúne quem está sem trabalho e segue à procura de novas vagas. Quem não tem emprego e não está buscando oportunidades não entra no cálculo.

População ocupada bate recorde​

Segundo o IBGE, o número de pessoas ocupadas com algum tipo de trabalho no país chegou a 97,5 milhões no trimestre até maio.
É o maior patamar da série histórica, iniciada em 2012. Houve acréscimo de 2,3 milhões de pessoas ocupadas frente a fevereiro (95,2 milhões).
De acordo com Adriana Beringuy, coordenadora de pesquisas por amostra de domicílios do IBGE, o avanço da ocupação pode ser associado ao processo de reabertura de atividades econômicas após a chegada da pandemia.
A pesquisadora citou como exemplo a "recuperação mais tardia" de serviços presenciais, atingidos em cheio pela crise sanitária.
Sinal disso é o crescimento da população ocupada no grupo administração pública, defesa, seguridade social, educação, saúde humana e serviços sociais, destaque no trimestre mais recente.
Houve aumento de 466 mil ocupados nesse setor. O movimento foi impulsionado pela educação, com o retorno das aulas presenciais, conforme o IBGE.
"Foi um crescimento expressivo e não isolado da população ocupada. Trata-se de um processo de recuperação das perdas que ocorreram em 2020, com gradativa recuperação ao longo de 2021", disse Beringuy.
"No início de 2022, houve uma certa estabilidade da população ocupada, que retoma agora sua expansão em diversas atividades econômicas", completou.

RENDA CAI 7,2% EM UM ANO​

Apesar da queda do desemprego, a renda média dos brasileiros ainda dá sinais de fragilidade.
Até maio, o rendimento real habitual do trabalho foi estimado em R$ 2.613. Isso indica relativa estabilidade frente aos três meses anteriores (R$ 2.596), segundo o IBGE.
Já em relação a igual trimestre de 2021 (R$ 2.817), a renda teve queda de 7,2%. O valor de R$ 2.613, verificado até maio de 2022, é o menor para esse período na série histórica, iniciada em 2012.
Conforme Beringuy, a escalada da inflação dificulta a recuperação do indicador. A criação de vagas de trabalho com salários mais baixos também pode explicar o quadro, sinalizou a pesquisadora.
"As ocupações, mesmo aquelas formais, não vêm tendo, necessariamente, expansão do rendimento."

Alta de formais e informais​

Os dados do IBGE integram a Pnad Contínua (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua). São avaliados desde empregos com carteira assinada até os populares bicos.
De acordo com a pesquisa, as duas modalidades vêm mostrando sinais de retomada na ocupação.
O número de empregados com carteira no setor privado subiu para 35,6 milhões, um acréscimo de 981 mil frente ao trimestre anterior.
O contingente nessa situação é o maior desde o período encerrado em fevereiro de 2016 (35,9 milhões), quando o Brasil ainda estava em recessão.
Já o número de empregados sem carteira no setor privado chegou a 12,8 milhões no trimestre até maio. É o maior da série. O grupo teve aumento de 523 mil pessoas na comparação com os três meses anteriores.
"Há um processo de expansão bastante intenso, puxado tanto pelo setor formal quanto pelo informal", afirmou Beringuy.
Do total de 97,5 milhões de ocupados no trimestre até maio, 39,1 milhões eram informais, incluindo categorias como os trabalhadores por conta própria sem CNPJ e os empregadores sem CNPJ, além dos empregados sem carteira.
Com isso, a taxa de informalidade foi estimada em 40,1%. O indicador estava em 40,2% no trimestre até fevereiro.
"Operamos com uma taxa de informalidade bastante elevada", avaliou Beringuy.
A maior marca da série histórica foi de 41%. Esse patamar foi verificado no pré-pandemia, de junho a agosto de 2019.
Segundo a Pnad, o número de desempregados no Brasil chegou a romper a faixa dos 15 milhões no trimestre até maio de 2021, sob efeito da crise sanitária. Com a reabertura da economia, houve um processo de retorno ao trabalho.
 
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