O que há de Novo?


Carros Elétricos (Híbridos) - quem tem?



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#37
Nissan não costuma pisar na bola quando se trata de lançamentos. Por enquanto nada oficial, mas to aqui com a carteira na mão!
Precisa ver o nível de incentivo do governo, essas montadoras, mesmo as japonesas que são mais saudáveis , no Brasil estão muito mal acostumadas e só se esforçam na base do incentivo do governo
 


BlueWingedTiger

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#43
Alguém sabe quanto custa pra trocar as baterias e depois de quanto tempo isso é necessário?
O prius tem uma duração média de uns 12 anos, o custo é caro, na faixa de uns 20-70 mil dependendo do modelo, se me lembro bem, as baterias de um Tesla custam algo em torno de uns 20.000 USD.
 

$delúbio$

Bam-bam-bam
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#44
https://motor1.uol.com.br/news/234505/nissan-kicks-epower-hibrido-tecnologia/


MAR 01, 2018 em 11:02

1
POR: REDAÇÃO, Redação

Marca estuda versão do SUV compacto para nosso país, ainda sem data de estreia
No Salão de Tóquio de 2017, apuramos que a Nissan que a marca estuda vender uma versão híbrida do Kicks em nosso mercado. José Luis Valls, chairman da marca na América Latina, revelou ao Motor1.com que o SUV compacto usaria o sistema e-Power, que a fabricante estreou no hatch Note e, neste semana, passou a equipa a minivan Serena no Japão.

Leia também:
Desta forma, o Nissan Kicks híbrido com o e-Power seria equipado com o motor elétrico do antigo Leaf, de 80 kW (109 cv) e 25,9 kgfm de torque. A principal diferença é que o sistema tem uma bateria de menor capacidade, de 1.5 kWh, ao contrário dos 30 kWh do hatch totalmente elétrico. Guarda menos carga, mas também é muito mais leve e barata, ajudando a manter o preço do carro em um nível mais aceitável.


Quando a bateria fica sem carga, ao invés de plugar o carro na tomada como no caso do Leaf, o sistema e-Power usa um motor 1.2 de 3 cilindros para reabastecer a bateria. E só para isso: o 1.2 não move as rodas, servindo exclusivamente como gerador. Segundo a Nissan, é mais eficiente do que os sistemas híbridos convencionais, já que o motor a combustão opera por menos tempo – muitos híbridos limitam o modo elétrico a até 50 km/h.

Além disso, o motor a combustão tem gerenciamento otimizado para trabalhar sempre na rotação ideal para gerar energia. Se o carro estiver no Modo de carga, ele trabalha ao máximo para encher a bateria. No modo Manner, ele fica totalmente quieto (segundo a marca, para não acordar os vizinhos). O rendimento varia de acordo com o carro. O Note e-Power registrou 34 km/l em testes do Japão, enquanto a nova Serena e-Power faz 26,2 km/l. Este valor varia conforme o peso e aerodinâmica do veículo.




Assim como o Leaf, os carros com o sistema e-Power são capazes de usar o pedal do acelerador também para reduzir a velocidade (bastando tirar o pé do pedal), diminuindo a quantidade de vezes em que o motorista precisa mover o pé para o pedal do freio.

Embora esta opção ainda esteja restrita ao Japão, já vem conquistando o seu espaço. O Note e-Power foi o carro mais vendido no país em janeiro. A marca estuda a um tempo levar essa tecnologia para outros veículos ao redor do mundo e o Kicks é um deles – até fizeram pedido de registro de patente no INPI. Também há planos de vender a tecnologia para outras empresas. Apesar disso, a Nissan ainda estuda se o Kicks e-Power é viável, então não há uma data certa de lançamento.
 

$delúbio$

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#45
https://forum.outerspace.com.br/ind...létrico-com-célula-de-etanol-etanagua.484173/

https://www.noticiasautomotivas.com.br/nissan-sofc-completa-primeiro-periodo-de-testes-no-brasil/
Nissan SOFC completa primeiro período de testes no Brasil
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Desenvolvido sobre a van elétrica e-NV200, a Nissan criou o conceito de Célula de Combustível de Óxido Sólido (SOFC), o primeiro do mundo que funciona através de energia elétrica de bioetanol.

A tecnologia da Célula de Combustível e-Bio, combinada com um sistema de propulsão elétrica e baterias de 24 kWh, garante autonomia de mais de 600 km para o Nissan e-NV200, o que é muito bom para um veículo comercial urbano e com emissão zero, já que tanto o processo do e-Bio quanto a propulsão em si não geram emissões de poluentes.

Essa tecnologia permite obter eletricidade da combinação de oxigênio com um combustível, que no caso é o etanol, mas pode ser também o gás natural. O Nissan SOFC iniciou seus testes no Brasil por conta da larga infraestrutura de abastecimento. Com apenas 30 litros no tanque, a van é abastecida 100% com etanol, mas este pode receber um grande percentual de água, que pode chegar a 55%, conforme divulgado anteriormente.



Com baixo custo de manutenção e operação, o Nissan SOFC se mostra una proposta eficiente para um veículo híbrido sem impacto ambiental e que se aproveita de uma infraestrutura já instalada (no caso do Brasil), embora possa obter energia também de outros tipos de combustíveis.
 

$delúbio$

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#46
https://motor1.uol.com.br/news/1450...-veiculo-de-celula-de-combustivel-com-etanol/

Tecnologia reúne etanol, hidrogênio e eletricidade para mover veículos
Em evento realizado nesta terça-feira (9) no estádio do Pacaembu, em São Paulo (SP), a Nissan celebrou o primeiro ano de testes do SOFC. Trata-se do primeiro carro do mundo movido a célula de combustível a utilizar etanol.

Leia também:





Para a pesquisa, a Nissan utilizou como protótipo um utilitário NV200, que abastecido 100% com etanol (tanque de 30 litros) pode carregar uma bateria de 24kWh para uma autonomia de mais de 600 km. O interessante é que a célula de combustível funciona 100% com etanol ou água misturada ao etanol. Após o processo de conversão em energia elétrica, as emissões são apenas de carbono-neutro, não nocivos a atmosfera.

Esta tecnologia “Célula de Combustível e-Bio” conta um gerador de potência movido por meio de uma SOFC (Solid Oxide Fuel Cell), que se utiliza da reação de diversos combustíveis com oxigênio, incluindo etanol e gás natural, para produzir eletricidade. No caso do protótipo brasileiro, seu desenvolvimento foi anunciado em junho do ano passado no Japão, mas o veículo só foi revelado ao mundo em agosto.






Escolhido pela marca japonesa por ser um dos principais produtores mundiais de etanol e ter uma infraestrutura consolidada para o abastecimento com o combustível vegetal, o Brasil teve a primazia de fazer os primeiros testes do veículo em todo o mundo. Neste primeiro período de testes, ficou comprovado que a tecnologia se adapta muito bem ao combustível brasileiro e ao uso cotidiano.

Como o SOFC ainda é um protótipo e não está homologado para circular nas ruas, dirigimos o modelo em um pequeno espaço fechado, suficiente apenas para impressões iniciais. Na prática, é um NV200 sem modificações na cabine, a não ser pelo monitor instalado no lugar do sistema de som e pela célula de combustível no porta-malas.






Ao volante o comportamento é típico de um carro elétrico, com aceleração instantânea e rodagem silenciosa. Não custa ressaltar que a propulsão é 100% elétrica, pois o etanol passa por um processo químico dentro do tanque para ser transformado em energia elétrica para recarregar as baterias.

Parte do “Nissan Intelligent Power”, a célula de combustível e-Bio é mais uma tecnologia que vai ajudar a diversificar as opções de extração de energia. Ela vai complementar a propulsão 100% elétrica, junto com o e-Power, que utiliza a gasolina, entre outros combustíveis, para gerar eletricidade, se adaptando às necessidades de cada mercado.

Fotos: autor

Especificações - e-Bio – Protótipo de Veículo Movido a Célula de Combustível

Veículo de Base

e-NV200

Capacidade da Bateria

24 kWh

Fonte de Energia

Eletricidade, Etanol

Capacidade do Tanque

30 litros

Rendimento da SOFC

5 kW

Autonomia

Superior a 600 km

Nissan SOFC
 

tonyr2d2

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#47
https://motor1.uol.com.br/news/1450...-veiculo-de-celula-de-combustivel-com-etanol/

Tecnologia reúne etanol, hidrogênio e eletricidade para mover veículos
Em evento realizado nesta terça-feira (9) no estádio do Pacaembu, em São Paulo (SP), a Nissan celebrou o primeiro ano de testes do SOFC. Trata-se do primeiro carro do mundo movido a célula de combustível a utilizar etanol.

Leia também:





Para a pesquisa, a Nissan utilizou como protótipo um utilitário NV200, que abastecido 100% com etanol (tanque de 30 litros) pode carregar uma bateria de 24kWh para uma autonomia de mais de 600 km. O interessante é que a célula de combustível funciona 100% com etanol ou água misturada ao etanol. Após o processo de conversão em energia elétrica, as emissões são apenas de carbono-neutro, não nocivos a atmosfera.

Esta tecnologia “Célula de Combustível e-Bio” conta um gerador de potência movido por meio de uma SOFC (Solid Oxide Fuel Cell), que se utiliza da reação de diversos combustíveis com oxigênio, incluindo etanol e gás natural, para produzir eletricidade. No caso do protótipo brasileiro, seu desenvolvimento foi anunciado em junho do ano passado no Japão, mas o veículo só foi revelado ao mundo em agosto.






Escolhido pela marca japonesa por ser um dos principais produtores mundiais de etanol e ter uma infraestrutura consolidada para o abastecimento com o combustível vegetal, o Brasil teve a primazia de fazer os primeiros testes do veículo em todo o mundo. Neste primeiro período de testes, ficou comprovado que a tecnologia se adapta muito bem ao combustível brasileiro e ao uso cotidiano.

Como o SOFC ainda é um protótipo e não está homologado para circular nas ruas, dirigimos o modelo em um pequeno espaço fechado, suficiente apenas para impressões iniciais. Na prática, é um NV200 sem modificações na cabine, a não ser pelo monitor instalado no lugar do sistema de som e pela célula de combustível no porta-malas.






Ao volante o comportamento é típico de um carro elétrico, com aceleração instantânea e rodagem silenciosa. Não custa ressaltar que a propulsão é 100% elétrica, pois o etanol passa por um processo químico dentro do tanque para ser transformado em energia elétrica para recarregar as baterias.

Parte do “Nissan Intelligent Power”, a célula de combustível e-Bio é mais uma tecnologia que vai ajudar a diversificar as opções de extração de energia. Ela vai complementar a propulsão 100% elétrica, junto com o e-Power, que utiliza a gasolina, entre outros combustíveis, para gerar eletricidade, se adaptando às necessidades de cada mercado.

Fotos: autor

Especificações - e-Bio – Protótipo de Veículo Movido a Célula de Combustível

Veículo de Base

e-NV200

Capacidade da Bateria

24 kWh

Fonte de Energia

Eletricidade, Etanol

Capacidade do Tanque

30 litros

Rendimento da SOFC

5 kW

Autonomia

Superior a 600 km

Nissan SOFC
Pô, só conhecia o E-power, esse SOFC não. Que tesão!
 

alucardlv1313

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#48
Aproveitando o embalo do tópico...eu sempre cogitei a ideia de bicicletas elétricas para ir trabalhar, o duro é q ainda são muito caras, pouca autonimia, e com motor fraco (pra mim teria q ser uma de 800w pra cima).
Esses dias vi uma moto chinesa chamada M3.










Vi novas sendo vendidas na casa dos 8.700,00, até achei um cara na internet vendendo uma por 4.300,00 mas como era longe achei melhor nao arriscar.
A moto tem motor de 3000w q faz ela chegar a 70km/h, sua bateria tem autonomia de 40 a 60km (dependendo do trajeto).
Apesar da autonomia baixa, eu arriscaria pegar uma pra trabalhar viu...e tb apesar de ter um visal no mínimo estranho :klol
 

Leo Skorpio

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#49
Minha preocupação é justamente as baterias. São extremamente caras! Gostaria de um Fusion Hybrid, mas na faixa de preço que quero comprar, só daria pra comprar um 2014. Aí penso que já são 4 anos de bateria, se por algum acaso ela pifar na minha mão, é praticamente "PT". O custo de uma nova - pelo que pesquisei - fica na faixa de 40 mil reais! :kwow
 

Leo Skorpio

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#50
Aproveitando o embalo do tópico...eu sempre cogitei a ideia de bicicletas elétricas para ir trabalhar, o duro é q ainda são muito caras, pouca autonimia, e com motor fraco (pra mim teria q ser uma de 800w pra cima).
Esses dias vi uma moto chinesa chamada M3.










Vi novas sendo vendidas na casa dos 8.700,00, até achei um cara na internet vendendo uma por 4.300,00 mas como era longe achei melhor nao arriscar.
A moto tem motor de 3000w q faz ela chegar a 70km/h, sua bateria tem autonomia de 40 a 60km (dependendo do trajeto).
Apesar da autonomia baixa, eu arriscaria pegar uma pra trabalhar viu...e tb apesar de ter um visal no mínimo estranho :klol
Nunca tinha ouvido falar. Hoje uso uma XTZ 125 pro dia-a-dia. Provavelmente ainda é uma opção melhor pela disponibilidade de peça e tal, mas fiquei curioso. Vou dar uma pesquisada nessa M3.
 

BlueWingedTiger

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#51
Minha preocupação é justamente as baterias. São extremamente caras! Gostaria de um Fusion Hybrid, mas na faixa de preço que quero comprar, só daria pra comprar um 2014. Aí penso que já são 4 anos de bateria, se por algum acaso ela pifar na minha mão, é praticamente "PT". O custo de uma nova - pelo que pesquisei - fica na faixa de 40 mil reais! :kwow
por isso que elas tem garantia de 8 anos rsrsrsrsrs.
 

Hitokiri-Ken

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#52
por isso que elas tem garantia de 8 anos rsrsrsrsrs.
muitos taxis nos states são híbridos desde meados de 2000 e nem apresentaram sinal de desgaste na bateria como falam, inclusive os melhores foram da Ford com o Escape

e nos elétricos conforme a tecnologia evolui a bateria fica mais em conta e você até consegue fazer upgrade de autonomia como foi no caso do Zoe que quase dobra a autonomia com a bateria nova
 

Leo Skorpio

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#53
por isso que elas tem garantia de 8 anos rsrsrsrsrs.
Hehehehe. Pois é, mas como pretendo ficar uns 5 anos com o carro (ao menos a intenção é essa, acabo sempre trocando antes. :P ), aí fica aquele receio de pegar um veículo com mais de 3 anos. Ainda mais na Ford que pelo que pesquisei a bateria é BEM mais cara que a da Toyota.
 

BlueWingedTiger

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#57
pois é, como disseram ai, o problema é so quando for trocar a bateria D=

só não fechei ainda, porque achei o Lexus muito baixo, mas to realmente pensando em trocar por um desses ai
vc pode usar pneus um pouco mais altos que deve resolver (meu pai tinha feito isso no Fit da minha mãe uns anos atrás e resolveu o problema da altura em relação ao solo).

ou fazer isso
https://www.carrosnaweb.com.br/opiniaolista.asp?fabricante=Lexus&modelo=CT200H

Dependendo de quanto vc roda por dia/onde roda compensa muito, tem alguns trechos de SP que vc fica mais de 4 horas parado no trânsito e usando só o motor elétrico gera uma boa economia no combustível.
 
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#58
vc pode usar pneus um pouco mais altos que deve resolver (meu pai tinha feito isso no Fit da minha mãe uns anos atrás e resolveu o problema da altura em relação ao solo).

ou fazer isso
https://www.carrosnaweb.com.br/opiniaolista.asp?fabricante=Lexus&modelo=CT200H

Dependendo de quanto vc roda por dia/onde roda compensa muito, tem alguns trechos de SP que vc fica mais de 4 horas parado no trânsito e usando só o motor elétrico gera uma boa economia no combustível.
os dois reviews falam justamente do negócio de ser baixo, achei legal que um pediu pra levantar o carro e a Lexus fez

vou esperar mais uns meses pra ver o que a Toyota faz em relação ao CH-R, caso eles não façam nada, eu penso no que fazer, esteticamente achei esse carro bem legal, mas com os alagamentos de São Paulo e as ruas esburacadas (eu passo em uma rua que tem buraco no mesmo lugar há 3 anos) eu não confio em carros baixos
 

antonioli

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#59
Não sei até onde isto irá prestar mas

Programa do governo vai abater imposto de carros elétricos e híbridos
Renúncia tributária anual será de R$ 1,5 bilhão e valerá por 15 anos.
O presidente Michel Temer pretende anunciar na próxima semana o Rota 2030, programa de incentivos para o setor automobilístico.

A expectativa do governo se deve ao consenso entre o Ministério da Fazenda e o da Indústria (Mdic) sobre os detalhes da nova política para o setor.

Temer tem pressa porque o programa é um dos entraves das negociações de livre comércio entre o Mercosul e a União Europeia.

Existe a preocupação de que o novo programa não reproduza a versão anterior, que foi condenada pela OMC (Organização Mundial do Comércio) por protecionismo.

As condições do Rota 2030 estão descritas em uma medida provisória, segundo técnicos que participaram das discussões.

A renúncia tributária anual será de R$ 1,5 bilhão por 15 anos.

Esse valor engloba todos os incentivos para o setor: reduções de alíquotas de IPI (imposto sobre produtos industrializados) para veículos elétricos e híbridos e a criação de um fundo que será abastecido com a receita do recolhimento do Imposto de Importação de autopeças.

As montadoras alegam que o programa não é uma política de subsídio, mas sim um plano de incentivo para investimento de tecnologia e novos produtos no país.

Para pôr fim às dúvidas de que haverá protecionismo, as regras serão as mesmas para quem produz localmente ou para importadores.

Quem aderir e fizer investimentos em inovação poderá gerar créditos de até 30% do valor dos veículos para abater no Imposto de Renda ou na CSLL (Contribuição Social sobre Lucro Líquido).

O descumprimento vai gerar uma multa de 20% sobre as vendas --tanto para montadoras quanto para importadores.

O abatimento chegará a 40% caso realizem investimentos em áreas consideradas estratégicas pelo governo.

Entram na lista inovações na área de propulsão (como motores movidos a biocombustíveis), nanotecnologia, conectividade, big data e inteligência artificial (veículos autônomos).

Para o governo, isso atende à reclamação de montadoras de que não havia mais estímulo para a manutenção no país de centros de pesquisa com o fim do Inovar-Auto (versão anterior do programa).

Para estimular o aumento da frota de veículos menos poluentes, o governo reduziu as alíquotas de IPI de elétricos e híbridos.

Dependendo do peso e da eficiência do motor, haverá três faixas de IPI: 7%, 11% e 18% no caso dos veículos elétricos; 9%, 11% e 18% para os híbridos. Hoje eles são taxados em até 25%.

Os fabricantes de veículos convencionais que baterem a meta de eficiência (15%) ganharão descontos de um ponto percentual no IPI.

Se for a 17%, ganharão dois pontos percentuais a mais --limite máximo.

Para financiar projetos de mobilidade urbana, será criado um fundo com recursos provenientes da arrecadação do Imposto de Importação de autopeças.

Estima-se que, inicialmente, o fundo conte com R$ 250 milhões —valor correspondente aos 2% de imposto que incide sobre as importações no ano.

A medida provisória prevê também o lançamento do Programa Nacional de Eletromobilidade, que definirá o marco regulatório em um mercado com presença mais forte de veículos elétricos e híbridos.

Um grupo de trabalho já criado estuda, por exemplo, se caberá à iniciativa privada ou ao governo construir postos de recarga de carros no país.

No ano passado, o Brasil registrou somente 3 mil veículos dessa categoria.

Dados do Ministério da Indústria indicam que a China produziu 1 milhão de motores elétricos e sinalizou que, em 2022, colocará 5 milhões por ano nas ruas —capacidade atual de toda a indústria brasileira. Ou seja, os chineses estão empurrando o mercado global para esse tipo de produto (Folha de S.Paulo, 14/6/18)

http://www.brasilagro.com.br/conteu...r-imposto-de-carros-eletricos-e-hibridos.html
 

doraemondigimon

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#60
Aproveitando o embalo do tópico...eu sempre cogitei a ideia de bicicletas elétricas para ir trabalhar, o duro é q ainda são muito caras, pouca autonimia, e com motor fraco (pra mim teria q ser uma de 800w pra cima).
Esses dias vi uma moto chinesa chamada M3.










Vi novas sendo vendidas na casa dos 8.700,00, até achei um cara na internet vendendo uma por 4.300,00 mas como era longe achei melhor nao arriscar.
A moto tem motor de 3000w q faz ela chegar a 70km/h, sua bateria tem autonomia de 40 a 60km (dependendo do trajeto).
Apesar da autonomia baixa, eu arriscaria pegar uma pra trabalhar viu...e tb apesar de ter um visal no mínimo estranho :klol
Uai! Eu teria coragem de comprar. Já se acha revenda delas no Brasil?

(uma das coisas que eu faria era pegar aquela com a carenagem branca e colar o nome "Daileon" ou "Cybarian" e sair desfilando com ela na rua):kbeca

EDITADO

Além do que, pra mim.... Só serviria essa:

https://rnaimports.com/produto/moto-eletrica-gt-70/

Pelo TAMANHO (e PESO equivalente...), essa aí me aguenta!
 
Ultima Edição:

Dig Joy

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#61
Aqui em Goias irá abrir uma fabrica de carros elétricos.

Primeira coisa que vi nos comentários:
Não chega nem a 120 KM por hora, não vale a pena comprar esse lixo.
Só serve pra andar na cidade, quem vai comprar essa bosta?

Carros e motos elétricos estão longe de ser a realidade do brasil, todos querem carros para ostentar, queimar pneu e combustível.
Uma coisa que deveria somente um meio de transporte, perdeu totalmente o sentido...
 

Dig Joy

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#62
https://www.emaisgoias.com.br/goias-tera-a-primeira-fabrica-de-veiculos-eletricos-do-pais/
Goiás terá a primeira fábrica de veículos elétricos do País

Planta será instalada em Goianésia e deve gerar 250 empregos diretos para a produção de motos, carros e furgões. Investimentos serão de R$ 240 milhões

Com investimentos fixos de R$ 240 milhões, no prazo de cinco anos até a instalação total, e proposta de geração de 250 empregos diretos em Goianésia, a indústria Electro Motors do Brasil vai entregar ao mercado brasileiro, no próximo dia 20, o primeiro de quatro modelos de moto elétrica nacional, um veículo totalmente produzido em Goiás.

Será o primeiro projeto automotivo desta primeira fase de implantação da planta industrial, que totalizará quatro modelos de motos, dois modelos de scooters e dois modelos de bicicletas, todos movidos à eletricidade. Nas próximas etapas vão produzir também dois modelos de veículos furgões (utilitários) e dois modelos de automóveis, estes programados para chegarem ao mercado em 2019.

“Começamos com projeto para desenvolver oito modelos de veículos totalmente movidos a energia limpa, a eletricidade, cuja produção inicial será de mil unidades ao mês”, adiantou o empresário Carlos Eduardo Barbosa Pinto, que se associou a outro empresário, Wander Barcellos Belizario e juntos vão desenvolver projetos da chinesa Zotye Motors de motos, bicicletas.

O projeto industrial de enquadramento no programa estadual Produzir, de incentivos fiscais, foi aprovado na reunião ordinária desta terça-feira, dia 12, presidida pelo secretário de Desenvolvimento Leandro Ribeiro, que é presidente do Conselho Deliberativo dos programas Produzir/Fomentar. O empresário declarou a importância dos incentivos fiscais recebidos do programa Produzir, do Governo do Estado, e também incentivos da prefeitura de Goianésia.

“Eles nos ajudam a concretizar nosso projeto empresarial”, disse. Segundo ele, somados os apoios recebidos em Goianésia e também pelo Governo do Estado com os incentivos fiscais, as vantagens da logística e localização do município para a instalação da indústria pesaram muito para os resultados positivos desse projeto”, afirmou Carlos Eduardo.

Ele acrescentou vantagens como o fato de “investirmos num projeto de veículo elétrico, ajuda a fugir da crise. Vamos trabalhar um novo nicho de mercado, uma nova tecnologia e e uma novidade que promete ser a tendência de mercado automotivo, que é o movido a eletricidade. Estamos fazendo planejamento para passar à margem das crises”, finalizou o empresário.

Reunião
Na reunião desta terça-feira, dia 12, foram aprovados pelo Conselho do Produzirinvestimentos que somam R$ 9,1 milhões de oito projetos de indústrias dos ramos de laticínios, transporte e logística, alimentos, bebidas e automobilística, para os municípios de Goianésia, Goiânia, Trindade, Anápolis, Itumbiara, Itauçu e Uruana. A proposta é de geração de cerca de 400 novos empregos diretos nestes projetos.

Os maiores investimentos estão previstos para Itauçu, R$ 3,1 milhões para o Laticínio Formosa. Em Trindade, a Cervejaria Epica vai investir R$ 1,5 milhão, na implantação de nova indústria de bebidas e geração de empregos, e soma-se a estes, o investimento do Laticínio EPP, em Uruana, cujos investimentos diretos chegam a R$ 1,2 milhão.

O secretário Leandro Ribeiro comemorou a chegada de mais indústrias para Goiás, além da ampliação de plantas já instaladas, como o laticínio em Uruana. “Em Goiás respondemos a todos os momentos econômicos com muito trabalho, atraindo investimentos, empresas de primeiro mundo como a nova automobilística de veículos elétricos que começa a operar em Goianésia nos próximos dias. Nada de crise. Mas muitos esforços do Governo e do povo goiano para desenvolver Goiás”, finalizou.
 

doraemondigimon

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#63
https://www.emaisgoias.com.br/goias-tera-a-primeira-fabrica-de-veiculos-eletricos-do-pais/
Goiás terá a primeira fábrica de veículos elétricos do País

Planta será instalada em Goianésia e deve gerar 250 empregos diretos para a produção de motos, carros e furgões. Investimentos serão de R$ 240 milhões
É aquele carrinho de golf sem portas e mais feio que peidar na cara da avó, cadeirante e cega?:knojo

Eu ainda encararia as motos ou os carros elétricos que tem nesse site:

https://rnaimports.com/

Mesmo com um consumo estipulado como 'alto', esses aí compensariam pra mim!
 

B.E.A.S.T

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#64
Uai! Eu teria coragem de comprar. Já se acha revenda delas no Brasil?

(uma das coisas que eu faria era pegar aquela com a carenagem branca e colar o nome "Daileon" ou "Cybarian" e sair desfilando com ela na rua):kbeca

EDITADO

Além do que, pra mim.... Só serviria essa:

https://rnaimports.com/produto/moto-eletrica-gt-70/

Pelo TAMANHO (e PESO equivalente...), essa aí me aguenta!

Com a autonomia de 85 km , eu rodo 2 dias e meio de casa ao trabalho.Como tenho tomada em ambos os locais, me atende bem.Achei o preço meio salgado.
 
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#65
Vejam que os lobistas de usineiros já querem melar mais uma vez a igualdade de IPI para carros elétricos:
___
https://www.noticiasagricolas.com.b...-celula-de-etanol-ampliando.html#.WyfSm1VKj6o
Os veículos eletrificados caminham em desenvolvimento, mas o potencial mais conhecido é da bateria carregada em ponto de eletricidade. Com o carro elétrico dotado de uma célula de etanol, mais viável porque temos a tecnologia do biocombustível, o Brasil estaria dando passo para ser tornar também um jogador global e dominando um processo que começa no campo. Pesquisas com essa células estariam bem avançadas nos centros de pesquisas e se as montadoras a adotarem, os investimentos seriam menores e menor, portanto, a renúncia fiscal.
________

A campanha contra o carro elétrico é forte, principalmente em sites como esse onde se expressam as opiniões dos usineiros de etanol, onde ficam reclamando contra os supostos """subsídios """para carro elétrico.

Se esquecem que na verdade a intenção é IGUALAR O TRIBUTO IPI DO CARRO ELÉTRICO,QUE POR DÉCADAS FOI INSANA E PREGUIÇOSAMENTE FIXADO EM 25%, PARA O MESMO PATAMAR DO CARRO FLEX. E que essa redução de IPI não significa perda de receita, pois a arrecadação de IPI de carros elétricos é praticamente nula no país, justamente pela tributação totalmente desproporcional.

Se esquecem convenientemente que por décadas e décadas os usineiros de alcool receberam incentivos, subsídios, empréstimos com juro vô para neto de Bancos públicos (muitos não pagos, anistiados, sempre naquele "acordo" típico entre "donos do poder" e "amigos do rei").

E agora ficam reclamando que carro elétrico não pode ter o imposto igualado aos flex, que seria 'inadequado para os interesses nacionais'...

Na hora de receber o butim dos favores fiscais para o Proalcool nenhum desses usineiros pensou no interesse nacional.

Quando, no final dos anos 80, chegaram ao patamar de 90% da frota de carros exclusivamente movida a etanol, nenhum deles pensou no interesse nacional; preferiram exportar açúcar, de modo que em menos de 5 anos a situação se inverteu: nos anos 90 os consumidores abandonaram o carro a alcool, e os usineiros foram chorar mais uma vez no governo federal, conseguiram ampliar a adição de derivado de cana na gasolina. Em 2003-2004 começaram a ser fabricados carros flexfuel, baseada na tecnologia norte-americana desevolvida para rodar com E85, 'acoxambrada' no Brasil para rodar com qualquer proporção de etanol gasolina, com tanquinho auxiliar - através da importação de tecnologia pronta, mais uma vez.

Preferem espalhar a mentira de que o projeto quer dar subsidios aos carro elétrico, escondendo a verdade de que se vai IGUALAR o imposto do carro elétrico aos demais carros, e que as perdas de arrecadação seriam inexpressivas, pois as vendas de carros elétricos são quase NULAS no país, principalmente pelo tratamento tributário totalmente sem base na sanidade.

Ao invés de investirem fortemente o dinheiro deles mesmos para, em colaboração com as empresas automobilísticas estrangeiras que estão desenvolvendo a célula de etanol, dar uma nova utilidade para o derivado de cana, preferem espalhar opiniões enviesadas e lançar toda sorte de impedimentos, barreiras e dificuldades contra a igualdade tributária do carro elétrico.

E o pior é perceber que a empresa líder no desenvolvimento da célula de etanol para motores elétricos é a NISSAN, com sede no Japão, país que NÃO TEM UM PÉ DE CANA.

Aqui no Brasil, com esse monte de terras tomadas por canaviais e grandes usineiros mais acostumados a favores, lobbies, jogadas de gabinetes, plantação de notinhas e notícias enviesadas na imprensa amestrada, eles pouco ou nada fazem de concreto para implantar essa tecnologia. Preferem impedir a modernização das leis que prejudicam o carro elétrico.
 
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#66
Uai! Eu teria coragem de comprar. Já se acha revenda delas no Brasil?

(uma das coisas que eu faria era pegar aquela com a carenagem branca e colar o nome "Daileon" ou "Cybarian" e sair desfilando com ela na rua):kbeca

EDITADO

Além do que, pra mim.... Só serviria essa:

https://rnaimports.com/produto/moto-eletrica-gt-70/

Pelo TAMANHO (e PESO equivalente...), essa aí me aguenta!
esse site deles é tão porco, cheio de erros de português ou conflito de termos, explicação com patada (lol?) que me afasta bem do possível pensamento de comprar uma moto deles
 
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#67
Vejam que os lobistas de usineiros já querem melar mais uma vez a igualdade de IPI para carros elétricos:
___
https://www.noticiasagricolas.com.b...-celula-de-etanol-ampliando.html#.WyfSm1VKj6o
Os veículos eletrificados caminham em desenvolvimento, mas o potencial mais conhecido é da bateria carregada em ponto de eletricidade. Com o carro elétrico dotado de uma célula de etanol, mais viável porque temos a tecnologia do biocombustível, o Brasil estaria dando passo para ser tornar também um jogador global e dominando um processo que começa no campo. Pesquisas com essa células estariam bem avançadas nos centros de pesquisas e se as montadoras a adotarem, os investimentos seriam menores e menor, portanto, a renúncia fiscal.
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A campanha contra o carro elétrico é forte, principalmente em sites como esse onde se expressam as opiniões dos usineiros de etanol, onde ficam reclamando contra os supostos """subsídios """para carro elétrico.

Se esquecem que na verdade a intenção é IGUALAR O TRIBUTO IPI DO CARRO ELÉTRICO,QUE POR DÉCADAS FOI INSANA E PREGUIÇOSAMENTE FIXADO EM 25%, PARA O MESMO PATAMAR DO CARRO FLEX. E que essa redução de IPI não significa perda de receita, pois a arrecadação de IPI de carros elétricos é praticamente nula no país, justamente pela tributação totalmente desproporcional.

Se esquecem convenientemente que por décadas e décadas os usineiros de alcool receberam incentivos, subsídios, empréstimos com juro vô para neto de Bancos públicos (muitos não pagos, anistiados, sempre naquele "acordo" típico entre "donos do poder" e "amigos do rei").

E agora ficam reclamando que carro elétrico não pode ter o imposto igualado aos flex, que seria 'inadequado para os interesses nacionais'...

Na hora de receber o butim dos favores fiscais para o Proalcool nenhum desses usineiros pensou no interesse nacional.

Quando, no final dos anos 80, chegaram ao patamar de 90% da frota de carros exclusivamente movida a etanol, nenhum deles pensou no interesse nacional; preferiram exportar açúcar, de modo que em menos de 5 anos a situação se inverteu: nos anos 90 os consumidores abandonaram o carro a alcool, e os usineiros foram chorar mais uma vez no governo federal, conseguiram ampliar a adição de derivado de cana na gasolina. Em 2003-2004 começaram a ser fabricados carros flexfuel, baseada na tecnologia norte-americana desevolvida para rodar com E85, 'acoxambrada' no Brasil para rodar com qualquer proporção de etanol gasolina, com tanquinho auxiliar - através da importação de tecnologia pronta, mais uma vez.

Preferem espalhar a mentira de que o projeto quer dar subsidios aos carro elétrico, escondendo a verdade de que se vai IGUALAR o imposto do carro elétrico aos demais carros, e que as perdas de arrecadação seriam inexpressivas, pois as vendas de carros elétricos são quase NULAS no país, principalmente pelo tratamento tributário totalmente sem base na sanidade.

Ao invés de investirem fortemente o dinheiro deles mesmos para, em colaboração com as empresas automobilísticas estrangeiras que estão desenvolvendo a célula de etanol, dar uma nova utilidade para o derivado de cana, preferem espalhar opiniões enviesadas e lançar toda sorte de impedimentos, barreiras e dificuldades contra a igualdade tributária do carro elétrico.

E o pior é perceber que a empresa líder no desenvolvimento da célula de etanol para motores elétricos é a NISSAN, com sede no Japão, país que NÃO TEM UM PÉ DE CANA.

Aqui no Brasil, com esse monte de terras tomadas por canaviais e grandes usineiros mais acostumados a favores, lobbies, jogadas de gabinetes, plantação de notinhas e notícias enviesadas na imprensa amestrada, eles pouco ou nada fazem de concreto para implantar essa tecnologia. Preferem impedir a modernização das leis que prejudicam o carro elétrico.
parece que vai sair, vi uma notícia no estadão esses dias

to só esperando essa redução do IPI pra ver como o mercado vai se movimentar, até o ano que vem eu pego pelo menos um híbrido
 

$delúbio$

Bam-bam-bam
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#68
Governo anunciou ontem oficialmente o Rota 2030, que entre outras medidas, trará novas alíquotas de IPI para elétricos e híbridos. As alíquotas para este segmento vão variar de 7% a 20%.
Espero que pelo menos os elétricos puros e os híbridos, com elétricos associados a motores à combustão menores, fiquem com tarifas menores. Não vai adiantar quase nada reduzir as alíquotas de um elétrico puro de 25% para 20%...
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https://g1.globo.com/carros/noticia...-das-regras-do-rota-2030-rendera-multas.ghtml

Michel Temer assinou nesta quinta-feira (5), em cerimônia no Palácio do Planalto, a medida provisória que cria o novo regime automotivo brasileiro, o Rota 2030 Mobilidade e Logística.
Trata-se de um programa de incentivo a montadoras e de um conjunto de regras que as fabricantes deverão seguir para usufruirem desses estímulos, incluindo aumento da segurança e melhoria no consumo de combustível dos carros (leia mais detalhes abaixo).
Segundo o Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (Mdic), o regime foi dividido em 3 ciclos de investimentos, ao longo de 15 anos.
O plano era esperado para o começo do ano, mas atrasou devido a um impasse entre o Mdic e a Fazenda.
Por se tratar de uma medida provisória, o Rota 2030 só entrará em vigor ao ser publicado no "Diário Oficial da União". A MP precisa ser aprovada pelo Congresso Nacional em 120 dias, sob o risco de perder a validade.

Metas do Rota 2030
A principal medida do novo regime é a concessão de até R$ 1,5 bilhão por ano de crédito tributário à indústria, como um todo, caso as montadoras participantes do Rota 2030 invistam, pelo menos, R$ 5 bilhões em pesquisa e desenvolvimento ao ano.
É um montante semelhante ao oferecido no plano anterior, o Inovar Auto, encerrado em 2017.
Cada empresa receberá crédito equivalente a 10,2% do total investido, que poderá ser usado no abatimento do Imposto de Renda e da Contribuição Social sobre Lucro Líquido (CSLL), o que era o principal ponto de discórdia entre os ministérios.
O programa completo será divulgado nesta sexta, mas algumas outras metas foram adiantadas pelo governo na cerimônia:
  • Eficiência energética - as montadoras serão obrigadas a manter a meta de eficiência energética do programa anterior (Inovar Auto) e deverão melhorar esse patamar em 11% até 2022, reduzindo o consumo de combustível e a emissão de poluentes dos carros;
  • Etiquetagem veicular - veículos comercializados no Brasil receberão etiquetas que informarão de maneira mais direta ao consumidor a eficiênca energética e os equipamentos de segurança instalados;
  • Desempenho estrutural - até 2027, os carros deverão incorporar as chamadas tecnologias assistivas à direção, que auxiliam o motorista na condução.

Incentivo a carros elétricos
Temer também assinou um decreto reduzindo o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para veículos elétricos e híbridos (que têm um motor elétrico e outro a combustão). A medida já tinha sido anunciada no início do ano.
A alíquota passará de 25% para uma faixa que vai de 7% a 20%, em que pagarão menor percentual os veículos que tiverem maior eficiência energética. Para os motores a combustão (veículos regulares) não há redução de IPI.
“A simples divulgação desse ato vai ter repercussão extraordinária no mercado nacional e internacional”, disse o presidente, em um rápido discurso.
“Esse programa vai trazer previsibilidade, melhorar nossa competitividade e trazer segurança jurídica”, disse Antonio Megale, presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), que participou da cerimônia.



Inovar Auto
O atraso na divulgação do Rota 2030 fez com que montadoras pressionassem o governo, dizendo que precisavam conhecer as regras do novo modelo para planejar próximos investimentos no país.
O Brasil estava sem um regime automotivo desde o fim do ano passado, quando terminou o anterior, chamado de Inovar Auto, que foi condenado pela Organização Mundial do Comércio por criar regras menos favoráveis para carros importados.



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https://carros.uol.com.br/noticias/...co-fica-mais-barato-rota-2030-diz-que-sim.htm


Novo regime automotivo promete abrir caminho para investimentos em projetos "verdes"; mas faltou cravar o percentual

O anúncio do "Rota 2030" finalmente permitirá que as montadoras acelerem o planejamento para lançar veículos elétricos e híbridos. Algumas delas, inclusive, já haviam reforçado suas propostas de testes e comercialização de veículos "verdes", como Toyota e General Motors. Antes, BMW, Volkswagen eHyundai haviam divulgado planos, ainda que tímidos -- todos condicionados ao anúncio do regime.


Ficou definido que haverá mudança na alíquota de IPI para os modelos eletrificados. Mas não foi confirmado qual será o novo percentual.

Veja mais:
+ Tudo sobre o "Rota 2030"
+ Tesla Model 3 chega "por conta" ao Brasil por R$ 325 mil


Marcas como a japonesa Nissan (que trará o elétrico Leaf em 2019), sua parceira francesa Renault (que já poderia estar vendendo modelos como o Twizy), a norte-americana Ford, a sueca Volvo e até a chinesa BYD (que testa localmente o sedã e5 e a minivan e6) também surgem como candidatas.

A redução de impostos deve facilitar o caminho para a difusão de carros "verdes" no Brasil. Embora o governo não tenha especificado de quanto será o reajuste na alíquota de IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) para híbridos e elétricos, o ministro de Indústria, Comércio Exterior e Serviços, Marcos Jorge, já havia informado que o imposto cairia de 25% (teto de cobranças) para 7% (o mesmo patamar de modelos 1.0), em janeiro. Vale lembrar também que não há cobrança de imposto de importação para veículos elétricos ou movidos a hidrogênio. No caso dos veículos híbridos, o percentual varia de zero a 7%, dependendo de sua eficiência energética.

Claro, é preciso esperar por ações concretas dessa definição: percentuais reais e data de validade da medida.

A partir daí, esperar pelo movimento do mercado em gerar atrativos financeiros para a compra do elétrico baseado no incentivo inicial -- essas, de fato, serviriam de motivação para que donos de carros com motor comum pensassem na troca por modelos "limpos".

Ainda assim, a faixa de IPI mais adequada, a isenção dos 35% do Imposto de Importação (desde 2015) e iniciativas pontuais de algumas cidades (ainda que haja problemas, como em São Paulo) melhoram o cenário, certamente.

Quando for validada e publicada, a nova lista de alíquotas de IPI para carros de passeio e comerciais leves deverá ser: 7% (modelos 1.0 e híbridos ou elétricos); 11% (acima de 1.0 até 2.0, flex ou a etanol); 13% (acima de 1.0 até 2.0 a gasolina); 18% (acima de 2.0, flex ou a etanol); 25% (acima de 2.0, a gasolina); utilitários (4% e 8%).

Repetimos: esses valores foram os anunciados prematuramente em janeiro e ainda não confirmados pelos governo e pela indústria, face ao "Rota 2030".
 
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#69
vamos ver se baixa o preço agora, essas montadoras ficaram extremamente dependentes dos benefícios do Governo

eu não li o decreto mas acho bem capaz que os carros "normais" tenho conseguido isenção de IPI como foi no passado

tinha que isentar IPI de carro elétrico até que a frota brasileira fosse renovada
 

antonioli

Ei mãe, 500 pontos!
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#70
O foda é que o Rota tem a ver com investirem em pesquisa e tecnologia mas isso eu quero ver acontecer. Quanto aos elétricos e híbridos os caras vão pegar carros que já rodam lá fora e trazer para cá com o IPI mais baixo mas duvido mesmo que invistam em pesquisa por aqui.
 


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