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Humans of Religião da Paix | Decepticons atacam novamente

oleoleole

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Governo da Alemanha aconselha judeus a não usarem peça religiosa em público
O comissário de antissemitismo do governo alemão, Felix Klein, aconselhou que homens judeus não usem o quipá em público em todos os lugares do país, devido ao aumento de crimes antissemitas.

Por G1
26/05/2019 10h22 Atualizado há uma hora


O governo da Alemanha aconselhou, neste sábado (25), à comunidade judia que não use o quipá — item religioso de vestuário que homens da religião usam na cabeça — em público em todos os lugares do país, devido ao aumento na quantidade de crimes antissemitas.
Um dos motivos seria a imigração, para a Alemanha, de pessoas de países muçulmanos, afirmou o ministro das Relações Exteriores do país, Heiko Maas, em entrevista ao jornal. Em 2015, o país recebeu mais de 1 milhão de pedidos de asilo, principalmente dos que fugiam da guerra na Síria.


Ministro alemão de Relações Exteriores, Heiko Maas — Foto: Thomas Samson / AFP

"Não posso aconselhar aos judeus que usem o quipá em todos os lugares da Alemanha o tempo inteiro. Infelizmente preciso dizer isso", afirmou o comissário de antissemitismo do país, Felix Klein, segundo o jornal "Die Welt".

Um dos motivos seria a imigração, para a Alemanha, de pessoas de países muçulmanos, afirmou o ministro das Relações Exteriores do país, Heiko Maas, em entrevista ao jornal. Em 2015, o país recebeu mais de 1 milhão de pedidos de asilo, principalmente dos que fugiam da guerra na Síria.

"Muitas das pessoas que vieram para cá já tinham, desde cedo, introjetado clichês antissemitas", afirmou Maas. "Essas caricaturas ficam internalizadas e não se perdem com a passagem pela fronteira", disse.

Por outro lado, o ministro também alertou sobre o aumento do preconceito contra muçulmanos. "Em uma Europa livre e tolerante, nós precisamos proteger de ofensas uma mulher cobrindo a cabeça tanto quanto um homem usando um quipá", lembrou.

O número de ataques contra judeus na Alemanha cresceu de 1.504 em 2017 para 1.648 em 2018, diz a Deutsche Welle — um aumento de 10%. No ano passado, um homem usando a Estrela de Davi, que aparece na bandeira de Israel, foi espancado no centro de Berlim. Algumas semanas antes, um jovem sírio de 19 anos atacou um israelense árabe e o amigo dele ainda à luz no dia. Ambos usavam quipás, e o ataque foi presumido como sendo antissemita.


O ministro do Interior da Bavária, Joachim Herrmann. — Foto: DW/R. Oberhammer

O ministro do Interior do estado da Bavária, Joachim Herrmann, discordou do alerta do comissário de antissemitismo e encorajou os judeus alemães a usarem o quipá, afirmando que isso faz parte da liberdade religiosa.

"Todos podem e devem usar o quipá, não importa onde ou quando quiserem", afirmou no sábado (25). "Se nós cedermos ao antissemitismo, entregamos o jogo à ideologia de direita", disse.

Klein sugeriu que a polícia, professores e advogados sejam melhor treinados para reconhecer o que constitui o antissemitismo.

Fonte: https://g1.globo.com/mundo/noticia/2019/05/26/governo-da-alemanha-aconselha-judeus-a-nao-usarem-peca-religiosa-em-publico.ghtml
 


Mokvwap

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Governo da Alemanha aconselha judeus a não usarem peça religiosa em público
O comissário de antissemitismo do governo alemão, Felix Klein, aconselhou que homens judeus não usem o quipá em público em todos os lugares do país, devido ao aumento de crimes antissemitas.

Por G1
26/05/2019 10h22 Atualizado há uma hora


O governo da Alemanha aconselhou, neste sábado (25), à comunidade judia que não use o quipá — item religioso de vestuário que homens da religião usam na cabeça — em público em todos os lugares do país, devido ao aumento na quantidade de crimes antissemitas.
Um dos motivos seria a imigração, para a Alemanha, de pessoas de países muçulmanos, afirmou o ministro das Relações Exteriores do país, Heiko Maas, em entrevista ao jornal. Em 2015, o país recebeu mais de 1 milhão de pedidos de asilo, principalmente dos que fugiam da guerra na Síria.


Ministro alemão de Relações Exteriores, Heiko Maas — Foto: Thomas Samson / AFP

"Não posso aconselhar aos judeus que usem o quipá em todos os lugares da Alemanha o tempo inteiro. Infelizmente preciso dizer isso", afirmou o comissário de antissemitismo do país, Felix Klein, segundo o jornal "Die Welt".

Um dos motivos seria a imigração, para a Alemanha, de pessoas de países muçulmanos, afirmou o ministro das Relações Exteriores do país, Heiko Maas, em entrevista ao jornal. Em 2015, o país recebeu mais de 1 milhão de pedidos de asilo, principalmente dos que fugiam da guerra na Síria.

"Muitas das pessoas que vieram para cá já tinham, desde cedo, introjetado clichês antissemitas", afirmou Maas. "Essas caricaturas ficam internalizadas e não se perdem com a passagem pela fronteira", disse.

Por outro lado, o ministro também alertou sobre o aumento do preconceito contra muçulmanos. "Em uma Europa livre e tolerante, nós precisamos proteger de ofensas uma mulher cobrindo a cabeça tanto quanto um homem usando um quipá", lembrou.

O número de ataques contra judeus na Alemanha cresceu de 1.504 em 2017 para 1.648 em 2018, diz a Deutsche Welle — um aumento de 10%. No ano passado, um homem usando a Estrela de Davi, que aparece na bandeira de Israel, foi espancado no centro de Berlim. Algumas semanas antes, um jovem sírio de 19 anos atacou um israelense árabe e o amigo dele ainda à luz no dia. Ambos usavam quipás, e o ataque foi presumido como sendo antissemita.


O ministro do Interior da Bavária, Joachim Herrmann. — Foto: DW/R. Oberhammer

O ministro do Interior do estado da Bavária, Joachim Herrmann, discordou do alerta do comissário de antissemitismo e encorajou os judeus alemães a usarem o quipá, afirmando que isso faz parte da liberdade religiosa.

"Todos podem e devem usar o quipá, não importa onde ou quando quiserem", afirmou no sábado (25). "Se nós cedermos ao antissemitismo, entregamos o jogo à ideologia de direita", disse.

Klein sugeriu que a polícia, professores e advogados sejam melhor treinados para reconhecer o que constitui o antissemitismo.

Fonte: https://g1.globo.com/mundo/noticia/2019/05/26/governo-da-alemanha-aconselha-judeus-a-nao-usarem-peca-religiosa-em-publico.ghtml
Os anti-semitas são os alemães brancos que ficam postando discurso de ódio na internet, que fique claro. Muçulmanos não tem nada a ver com isso.
 

Ero_Seenin

Spaaaaaace Geek
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"Todos podem e devem usar o quipá, não importa onde ou quando quiserem", afirmou no sábado (25). "Se nós cedermos ao antissemitismo, entregamos o jogo à ideologia de direita", disse.

Claro Alemanha, a culpa é da "direita", que quer justamente acabar com essa farra da imigração.

Tem nada a ver com vocês importando fanáticos aos milhões não.
 

Damyen

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"Todos podem e devem usar o quipá, não importa onde ou quando quiserem", afirmou no sábado (25). "Se nós cedermos ao antissemitismo, entregamos o jogo à ideologia de direita", disse.

Claro Alemanha, a culpa é da "direita", que quer justamente acabar com essa farra da imigração.

Tem nada a ver com vocês importando fanáticos aos milhões não.
  • Ninguém fala sobre antissemitismo
  • Abrem as pernas para a imigração de muçulmanos.
  • Casos de antissemitismo disparam
  • Coloque a culpa na direita
Essa turma da esquerda é uma piada.
 


constatine

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ALEMANHA- Muçulmano que estuprou e matou garota de 14 anos reclama que a TV da prisão só tem 23 canais.
81154

Ali Bashar (22 anos), nascido no Iraque, entrou ilegalmente na Alemanha e teve o pedido de asilo rejeitado. Em maio de 2018 estuprou uma adolescente chamada Suzana, estrangulando-a em seguida. Foi preso, mas não foi deportado. Reclama que a prisão serve pão ruim e que a TV só tem 23 canais. Não mostra sinais de arrependimento.
https://politikstube.com/susannas-moerder-klagt-ueber-haftbedingungen-brot-schmeckt-nicht-fernseher-hat-nur-23-programme/
https://searchlight-germany.blogspot.com/2019/06/susannas-killer-is-complaining-about.html






Grã-Bretanha: Novos condenados dentro da gangue muçulmana de aliciamento sexual, estupro e prostituição de menores.
81155


Gangue formada predominantemente por paquistaneses, que diziam para suas vítimas que a religião deles permitia aliciá-las às prostituição. Mohammed Akram, 33 anos, e Usman Khalid, 31 anos, foram sentenciados em até 22 anos de prisão, no julgamento do caso da menor chamada de 'Garota N', aliciada quando tinha 11 anos, tendo passado de mão-em-mão pelos membros da gangue. Até o momento, a Operação Tendersea condenou e encarcerou 21 homens, num total de 267 anos de prisão.
O escândalo da rede de aliciadores sexuais muçulmanos paquistaneses é que a polícia e os serviços sociais esconderam o fato por vários anos, pois queriam evitar de serem chamados de racistas e islamófobos.
https://www.dailymail.co.uk/news/article-7169599/Child-abusers-jailed-sexually-exploiting-girl-groomed-gang-age-11.html






REINO UNIDO. Um afegão que pede asilo no país e que se chama Samiulahaq Akbari, (32 anos) perguntava para as pessoas qual era a nacionalidade delas.

81156

Quando alguém respondia que era nativo (inglês), o muçulmano atacava com uma faca. Só parou de agredir as pessoas depois que um homem revidou os ataques. A primeira vítima entre os nativos foi Nicholas Speight, agredido em janeiro. Ele não teve ferimentos, mas atribui a sorte ter conseguido chutar o agressor. Todos os ataques tinham a intenção de ferir apenas nativos britânicos.
https://www.dailymail.co.uk/news/article-7204663/Afghan-asylum-seeker-fuelled-desire-kill-English-people.html
https://www.jihadwatch.org/2019/07/uk-muslim-migrant-attacks-people-with-knife-after-asking-their-nationality-wanted-to-kill-english-people





ESTADOS UNIDOS - Miss Michigan perde a coroa e é barrada no concurso mundial de beleza por postar no Twitter comentários anti islam.
A estudante Kathy Zhu, de 20 anos, havia demonstrado seu apoio a Trump e recentemente criticou uma associação islâmica que convidava estudantes para testarem o uso do hijab (véu). A perseguição a miss culminou na perda da coroa quando ela disse que o hijab simboliza opressão às mulheres.
81158
https://www.detroitnews.com/story/news/politics/2019/07/19/u-m-college-republican-loses-beauty-crown-over-insensitive-tweets/1776855001/
https://www.jihadwatch.org/2019/07/miss-michigan-world-america-loses-beauty-crown-for-noting-hijab-makes-women-oppressed-under-islam






Mesquita progressista de Paris terá protagonismo feminino
Por razão de segurança, idealizadoras não divulgam o endereço e evitam sessões de fotos
16.jul.2019 às 2h00
81157
https://www1.folha.uol.com.br/mundo/2019/07/mesquita-progressista-de-paris-tera-protagonismo-feminino.shtml






Autor de tiroteio em Utrecht atuou motivado por "humilhações" ao islã
01/07/2019 12h48

Haia, 1 jul (EFE).- O cidadão turco Gökmen Tanis, detido pelo tiroteio ocorrido em março na cidade de Utrecht, na Holanda, que deixou quatro mortos, reconheceu nesta segunda-feira ter agido por vingança pelas "humilhações" ao profeta e ao Corão, as "piadas com a fé" e o "massacre" de muçulmanos no Oriente Médio.

Em declarações diante do juiz, e após ser forçado a comparecer ao tribunal apesar da sua reiterada rejeição, Tanis, de 37 anos, explicou que se recusa a cooperar com a Justiça porque ele "não é um democrata, nem reconhece a legitimidade da corte" e lamentou que os promotores "continuem fazendo perguntas, embora já tenha deixado claro várias vezes".

Segundo o acusado, "o profeta Maomé está sendo humilhado com caricaturas, o Corão está sendo escrito no corpo de mulheres nuas e estão fazendo um filme sobre isso. E os soldados holandeses estão matando os muçulmanos na Líbia, na Síria, na Chechênia, no Afeganistão, em todas as partes".

Os supostos insultos ao islã e a suposta violência ocidental contra os muçulmanos foram os motivos de Tanis para atirar em várias pessoas em um bonde em Utrecht no último dia 18 de março, matando quatro pessoas.

"Não permito que ninguém zombe da nossa fé. Vocês realmente acreditavam que não faríamos nada como vingança?", disse.

Para o atirador, a Europa está "mantendo as fronteiras fechadas para afogar melhor os muçulmanos na água" e, perguntado pelo juiz sobre se essa era uma razão para matar holandeses inocentes, o acusado respondeu: "E quem são vocês para matar os muçulmanos?".

Tanis, que entrou algemado na sala do tribunal, teve um comportamento "infeliz e indesejável" ao se recusar a cooperar com a Justiça, segundo o juiz, que exigiu que escolha um advogado, dadas as "fortes suspeitas" sobre ele.

"Não há suspeitas, já confessei", respondeu o detido.

Entre as declarações diante do juiz e confissões anteriores de Tanis lidas hoje pelo magistrado, a promotoria holandesa conclui que tem cada vez mais provas para crer que ele tinha motivações terroristas, embora ainda não o acuse formalmente disso, à espera das conclusões do exame psiquiátrico ao qual será submetido.

Segundo o promotor, Tanis era conhecido como "uma pessoa difícil, que consome drogas, um criminoso que não queria receber ajuda, mas não havia nenhuma razão para vigiá-lo mais de perto nem nada que indicasse que o suspeito pudesse ser culpado das acusações que pesam hoje sobre ele".

À espera do fim das investigações policiais do caso, a grande pergunta da Justiça é se Tanis é um terrorista motivado por uma ideologia ou se sua atuação também foi influenciada por um possível transtorno psicológico. EFE
https://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/efe/2019/07/01/autor-de-tiroteio-em-utrecht-atuou-motivado-por-humilhacoes-ao-isla.htm

Lógica islâmica: "Se vocês zombarem da minha religião, eu mato vocês"...
 

constatine

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Síria: Jihadistas Muçulmanos estupram em grupo, torturam e apedrejam até a morte virgem cristã de 60 anos de idade
Os responsáveis são membros do al-Nusra, ligado à al-Qaeda (mencionados pelo governo Obama como "combatentes da liberdade"). A vítima, Susan Grigor, era uma armênia étnica, provavelmente descendente dos armênios que sobreviveram ao genocídio turco-islâmico e se refugiaram na Síria (RaymondIbrahim)










Grã-Bretanha: Polícia identifica 600 membros de grupos muçulmanos proibidos envolvidos em massacres da jihad, e deixa todos eles livres
81170


"Os defensores da organização al-Muhajiroun (ALM) de Anjem Choudary realizaram atrocidades, incluindo o ataque à ponte de Londres, 7/7 atentados a bomba e assassinato de Lee Rigby, enquanto outros lutaram por Isis, al-Qaeda e o Taleban no exterior". No entanto, nenhum deles foi processado. No ataque da jihad em London Bridge, “suspeitos foram presos mas não acusados”. Enquanto isso, “mais de uma dúzia de pessoas foram processadas por pertencer ao grupo terrorista neonazi Ação Nacional”. Por que a disparidade? Porque as autoridades podem processar com segurança os neonazistas sem temer que tais processos lhes tragam acusações de “racismo” e “islamofobia”. Mas a comunidade muçulmana na Grã-Bretanha os tem tão intimidados e intimidados que não ousam se mover contra os jihadistas. E isso, a longo prazo, será a morte da Grã-Bretanha.
https://www.independent.co.uk/news/uk/home-news/uk-terror-attacks-prosecutions-anjem-choudary-alm-police-bombings-a8968956.html





A ex-ativista muçulmana Sarah Haider diz que os liberais ocidentais estão tornando as coisas piores
81175

https://europaemchamas.wordpress.com/2019/06/18/sarahhaider/






Indonésia: cidadãos aposentados presos por compatilharem versos da Bíblia
81176

Dois cristãos foram presos em fevereiro por distribuir folhetos evangélicos na ilha de Sumatra. Andreas Sarno e Bintang Sirait distribuíram várias cópias de um livreto sobre Jesus Cristo em uma região de maioria muçulmana perto de sua casa na cidade de Jambi, algo que Andreas tem feito regularmente desde sua aposentadoria parcial há cinco anos. Quando os dois homens fizeram uma pausa para o café, vários rapazes confrontaram-nos e disseram-lhes que os folhetos eram heréticos. Membros de um grupo muçulmano radical vieram e os levaram para uma delegacia de polícia, onde foram interrogados e detidos por 20 dias antes de serem transferidos para a prisão.
https://www.icommittopray.com/request/1895/andreas-and-bintang

Estupro,violência e homicídio não é crime mas falar da Bíblia é...






Muçulmano diz que vai conquistar a Suécia e que benefício de bem-estar-social que ele recebe do governo sueco é dinheiro de Alá.
https://www.jihadwatch.org/2019/07/video-muslim-migrant-says-he-moved-to-sweden-to-work-for-islamic-takeover-lives-on-welfare-as-jizya






IRÃ PRENDE 8 CRISTÃOS, ENVIANDO-OS AO CONFINAMENTO SOLITÁRIO
Autoridades do Ministério da Inteligência invadiram as casas de oito iranianos CONVERTIDOS AO CRISTIANISMO em 1º de julho, na cidade de Bushehr, no sul do país, levando-os para o confinamento solitário. As autoridades iranianas não têm permitido aos advogados de defesa acesso aos cristãos presos.
Segundo a lei islâmica é um crime um muçulmano deixar o islamismo. Maomé mesmo disse: "quem deixar o Islã, mate-o"[Bukhari, 9:84:57]
https://english.shabtabnews.com/2019/07/10/security-forces-arrest-8-christians-sending-them-to-solitary-confinement/
http://www.thetower.org/crackdown-on-christians-in-iran-continues-with-eight-more-arrests/
https://endtimeheadlines.org/2019/07/iran-regime-arrests-8-christians-sending-them-to-solitary-confinement/






Banda Heavy Metal "Sepultura" é impedida de cantar no Líbano por ter feito show em Israel
81180

A banda brasileira, também acusada de fazer "adoração ao demônio", havia realizado um show em Israel, onde gravou um vídeo em apoio a esse país".
"O motivo foi por "insultar os cristãos, serem adoradores do diabo, terem realizado um show em Israel e terem gravado um vídeo em apoio a esse país". O Líbano não reconhece o Estado de Israel e não tem relações ele, que é considerado "inimigo".
https://g1.globo.com/pop-arte/musica/noticia/2019/04/29/sepultura-e-impedido-de-cantar-no-libano-primeira-vez-que-tivemos-entrada-bloqueada-em-um-pais.ghtml




Banda de heavy metal iraniana é condenada a 14 anos de prisão e 74 chibatadas
Segundo o decreto oficial, os artistas são acusados de propagar ideias contrárias ao regime iraniano
81181
https://rollingstone.uol.com.br/noticia/banda-de-heavy-metal-iraniana-e-condenada-14-anos-de-prisao-e-74-chibatadas/







Grã-Bretanha: crimes à facadas se ampliam em Londres e arredores ... alguma correlação com o pedido do Estado Islâmico? (A Inglaterra costumava ser um lugar seguro)

Três adolescentes esfaqueados, um deles até a morte
https://londonstreets.org/three-teenagers-stabbed-one-dead/

Homem esfaqueado em Canning
https://londonstreets.org/breaking-news-stabbing-in-cannin…/

Homem esfaqueado até a morte em Grennwich
https://londonstreets.org/man-stabbed-to-death-in-greenwich/
 

Martel

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vejam como o Islã terá um Aggiornamento. Isso é estratégia da Babel da Religião Universal (que na verdade é política e antropocêntrica.)
 

Aet3rnus

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Germany: 28-year-old Kosovo-Albanian pushed a 34-year-old mother in front of an arriving train out of “desire to kill”

Procedimento padrão... se fosse minha esposa esperaria ele sair da prisão, e ele irá sair, iria faze-lo se arrepender de ter acordado naquela manhã de domingo. Faria questão de garantir que recitasse todos os versos proibidos do Alcorão, e somente terminaria o servido depois de ficar convencido que toda e qualquer esperança havia se esvaído em seus olhos.
 
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constatine

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Menina cristã é estuprada e forçada a casamento islâmico no Paquistão
No começo de maio, Neha Pervaiz, de 15 anos, conseguiu fugir da casa onde foi forçada a viver com seu 'marido' muçulmano.
81731
A ONG Movimento de Solidariedade e Paz estimou que entre 100 e 700 meninas cristãs são sequestradas, violentadas e forçadas a casamentos islâmicos no Paquistão todos os anos. (Foto: Pakistan Megachurch)

Uma adolescente cristã no Paquistão alega ter sido espancada, estuprara, forçada a se converter ao islamismo e a se casar com um muçulmano de 45 anos, enquanto mulheres de minorias religiosas no país de maioria muçulmana continuam a enfrentar extrema perseguição por causa de seu gênero e fé.

Neha Pervaiz, uma jovem de 15 anos que mora no bairro Ittehad Town, em Karachi, disse recentemente ao ucanews.com sobre como foi forçada a um casamento islâmico no mês passado, quando foi à casa de sua tia para ajudar a cuidar de um parente doente.

"Fui levada por minha tia, uma muçulmana convertida, para sua casa em 28 de abril para ajudá-la a cuidar de seu filho doente", disse Pervaiz à ucanews.com, uma agência que cobre exclusivamente notícias católicas na Ásia. "Mas lá me pediram para casar com um muçulmano chamado Imran. Quando recusei, eles me espancaram e ameaçaram matar meu irmão menor, que estava comigo".

Pervaiz alegou que ela foi levada para uma sala, onde foi estuprada por Imran, que estava divorciado.

"Eles então me pressionaram a me converter ao Islã e me casar com Imran", acrescentou ela.

No dia seguinte, Pervaiz disse que ela foi levada perante um clérigo islâmico, onde foi forçada a recitar o Alcorão e recebeu um novo nome: Fátima. Então, em 30 de abril, Pervaiz disse que foi levada a um tribunal, onde ela se tornou legalmente casada com Imran.

Mas no dia 5 de maio, Pervaiz conseguiu fugir de casa com a ajuda da filha de Imran. Durante todo o tempo em que ela esteve longe de seus pais, a mãe de Pervaiz disse que não sabia o que estava acontecendo com a filha.

"Fiquei chocada ao saber o que havia acontecido com minha filha, pois estava com a impressão de que ela estava na casa de sua tia para ajudá-la", disse Jamila Masih ao site.

Contexto

O que aconteceu com Pervaiz não é incomum na nação do sul da Ásia, onde incontáveis garotas de minorias religiosas são sequestradas, estupradas e forçadas a se converter ao Islã e a casarem-se com homens mais velhos.

Em 2014, a ONG Movimento de Solidariedade e Paz estimou que entre 100 e 700 meninas cristãs são sequestradas, violentadas e forçadas a casamentos islâmicos no Paquistão todos os anos.

O Paquistão, país de maioria muçulmana (96% da população), é o quinto pior país do mundo com relação à perseguição religiosa, de acordo com a Portas Abertas (USA). Ele também foi nomeado no ano passado pelo Departamento de Estado dos EUA como um "país de preocupação especial", devido às suas violações à liberdade religiosa.

"A conversão forçada de mulheres jovens hindus e cristãs ao islamismo e ao casamento, muitas vezes por meio de trabalho forçado, continua sendo um problema sistêmico", alertou a Comissão sobre Liberdade Religiosa Internacional dos EUA em seu relatório anual de 2019. "Várias instituições independentes, incluindo a Comissão Nacional de Justiça e Paz e a Comissão de Direitos Humanos do Paquistão, reconhecem que cerca de 1.000 jovens são forçadas a se converter ao islamismo a cada ano".

A USCIRF observou que as mulheres hindus e cristãs são particularmente vulneráveis por causa da “marginalização da sociedade e da falta de proteção legal para as minorias religiosas, combinadas com normas societais e culturais profundamente patriarcais".

A USCIRF, uma comissão de vigilância bipartidária e com mandato parlamentar, também criticou o governo do Paquistão por não julgar adequadamente os autores de crimes contra minorias religiosas.

No caso de Pervaiz, a polícia relutou em registrar a queixa da família, mas o caso foi apresentado no dia 13 de maio, com a ajuda de um pastor local.

O pastor Ghazala Shafiq, da Igreja do Paquistão, disse ao ucanews.com que o casamento era ilegal pelo fato de Pervaiz ter apenas 15 anos.

"Meninas com menos de 18 anos de idade são consideradas menores e os que fazem isso são puníveis de acordo com o Código Penal do Paquistão. Vamos lutar por ela no tribunal", disse o pastor.

No mês passado, o Supremo Tribunal de Lahore ordenou o retorno de uma adolescente cristã que foi sequestrada e forçada a um casamento islâmico em março.

"Fui estuprada e maltratada pelo meu captor, mas ele não matou meu espírito", disse Shalet Masih à Associação Cristã Paquistanesa Britânica. "Eu falei no tribunal e testemunharei de novo e de novo, até que esse monstro seja preso. Ele não deveria poder fazer isso com mais ninguém, nunca mais".

No início deste mês, um relatório da Associated Press revelou que centenas de garotas cristãs no Paquistão foram traficadas para a China por meio de uma operação na qual pastores paquistaneses são pagos para encontrar noivas para homens chineses entre as comunidades empobrecidas que eles pastoreiam.

Os pais das meninas vítimas de tráfico sexual supostamente recebem entre US$ 3.500 e U $ 5.000 e são informados de que suas filhas "se casarão com ricos cristãos convertidos".
https://guiame.com.br/gospel/missoes-acao-social/menina-crista-e-estuprada-e-forcada-casamento-islamico-no-paquistao.html
https://www.ucanews.com/news/pakistani-christian-teen-raped-forcibly-converted-to-islam/85195
https://www.christianpost.com/news/christian-teen-raped-forcibly-converted-and-forced-into-islamic-marriage-in-pakistan.html






Cristã paquistanesa é jogada do 2º andar de prédio após recusar conversão ao Islamismo
81732

Mais um caso de violência contra a mulher no Paquistão. Desta vez aconteceu com Binish Paul, cristã de apenas 18 anos que frequenta a escola pública. Em 22 de agosto, um jovem muçulmano chamado Taheer Abbas atirou-a do telhado do segundo andar de uma loja; tudo porque a jovem se recusou a casar com ele e se converter ao islamismo. Conforme relata o advogado de Binish Paul, Tabassum Yousaf, em entrevista à Fundação Pontifícia ACN.
“Durante meses, Taheer pressionou Binish a se converter ao islamismo, mas ela sempre se recusou. Isso culminou no ato violento, através do qual a jovem sofreu severas fraturas em suas pernas e espinha. Frequentemente, em ocorrências semelhantes, a família fica numa posição difícil. Os pais da jovem chamaram a patrulha local, mas os policiais se recusaram a apresentar acusações. Além disso, o diretor do hospital recusou-se a emitir o relatório médico necessário para documentar os ferimentos. Ademais, receberam sérias ameaças da família do agressor. Se o caso não fosse encerrado, todos seriam acusados de blasfêmia”, disse o advogado, que também é cristão. Felizmente, o defensor apresentou as acusações diretamente ao tribunal para que o hospital fosse obrigado a fornecer um relatório médico; o que tornou possível prender o homem em 24 de agosto”.
Minoria religiosa teme ameaças e aguarda assistência jurídica
“O principal problema é que, quando ataques semelhantes acontecem em nossa comunidade eclesial, os cristãos no Paquistão, que geralmente pertencem aos grupos sociais mais pobres, não estão cientes de seus direitos. Por exemplo, quase ninguém sabe que você pode apresentar acusações nos tribunais. A recusa da polícia em abrir um caso, juntamente com ameaças dos parentes e amigos dos criminosos, garante que muitas famílias nem sequer denunciem os crimes que sofreram”, disse Yousaf.
Há muitos casos de jovens cristãs sendo forçadas a se converter; no entanto, isso nunca chega ao conhecimento público. O próprio advogado sofreu repressão quando ainda estava na faculdade de Direito. “Também fui pressionado por um jovem muçulmano, amigo meu. Felizmente, minha família e meus irmãos me protegeram. Mulheres cristãs e jovens, vêm de circunstâncias simples; no entanto, são impotentes contra seus agressores”, disse. De acordo com Yousaf, apenas na cidade de Karachi (sul do Paquistão), a cada ano ocorrem cerca de 15 a 30 casos semelhantes aos experimentados por Binish. E o número de vezes que incidentes como esse são relatados à polícia, pode ser contado em uma mão. “Muitas pessoas têm medo porque a comunidade muçulmana ameaça estuprar ou matar as mulheres dessas famílias”, informa.
“No Paquistão, é difícil receber justiça se você é membro de uma minoria religiosa”, disse Yousaf. Os juízes estão sob pressão dos partidos políticos. “Eles não oferecem aos nossos irmãos e irmãs na fé, uma assistência jurídica adequada e justa. Muitos membros de grupos minoritários nem sequer sabem que têm os mesmos direitos que os muçulmanos. Como solicitador católico, considero importante que eles tenham acesso a mais informações nessa área e recebam assistência legal. Eu estou prestando este serviço para Deus e minha Igreja!”.
https://www.acn.org.br/noticias/crista-paquistanesa-e-jogada-do-2o-andar-de-predio-apos-recusar-conversao-ao-islamismo/





PAQUISTÃO: Criança assassinada por dívida de cerca de 2 euros está a chocar a comunidade cristã
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Uma criança cristã, de 11 anos de idade, que trabalhava num aterro de lixo em Faisalabad, no Paquistão, foi assassinada na passada quinta-feira pelo seu patrão, um muçulmano, por causa de uma dívida de 180 rupias, ou seja, cerca de 2 euros.

A criança, identificada como Badal Masih, terá sido espancada até à morte quando procurava saldar a dívida que tinha contraído junto do patrão. Segundo relatou posteriormente a mãe de Masih, a criança terá afirmado que se recusava também a continuar a trabalhar no lixo, o que terá enfurecido o patrão dando origem às agressões.

A família de Badal Masih é muito pobre e, por essa razão, a criança decidiu trabalhar para ajudar de alguma forma a economia doméstica. O trabalho no aterro de lixo era pago de forma absolutamente miserável. Segundo a agência de notícias AsiaNews, Badel Masih receberia o equivalente a 50 rupias por dia, o que equivale a cerca de 60 cêntimos.

Dias antes de ter sido assassinada, a criança pediu um empréstimo de 180 rupias ao patrão, pouco mais de 2 euros, para despesas urgentes em casa. Na quinta-feira, dia 11 de Julho, o patrão, identificado como Ifran, exigiu o pagamento da dívida. Badal Masih regressou a casa, pediu o dinheiro à mãe e regressou à lixeira para saldar a dívida afirmando também que iria deixar de trabalhar para Ifran.

Segundo a AsiaNews, enfurecido, Ifran e um seu irmão, Akram, agrediram então a criança “com ferocidade, atingindo-a na cabeça com barras de ferro”. Os gritos da criança alertaram os vizinhos que chamaram a polícia. A mãe de Badal Masih apresentou queixa contra os dois homens tendo afirmado que o filho teria sido também violentado. A autópsia, porém, escreve a AsiaNews, não confirma ter havido violência sexual.

Este caso que está a indignar a comunidade cristã mereceu de imediato a condenação de Joel Amir, um dirigente político paquistanês que pertence ao governo regional do Punjab e que recentemente esteve em Lisboa, na sede da Fundação AIS a denunciar precisamente a situação de insegurança e de secundarização a que as minorias religiosas estão sujeitas no Paquistão.

Sobre este caso, Joel Amir condenou “o acto desumano de extrema tortura e de presumível violação” da criança, sublinhando que “esta é a mentalidade doentia” da sociedade paquistanesa, que classifica de “cruel” pois “não considera os membros das minorias religiosas como seres humanos”.

Acrescentando que “os pedófilos estão a arruinar a imagem do Paquistão no mundo”, Joel Amir pediu ao governo para tomar “medidas severas” contra os culpados, “levando-os à Justiça”, pois eles devem “ser punidos de acordo com a lei”.

PA | Departamento de Informação da Fundação AIS | info@fundacao-ais.pt
https://www.fundacao-ais.pt/noticias/detail/id/5362/
http://www.asianews.it/news-en/An-11-year-old-Christian-child-killed-by-his-boss-over-a-paltry-sum-of-money-in-Faisalabad-47520.html





Washington: Nova lei estadual exige que professores remarquem exames para o jejum dos muçulmanos
Sob a nova lei, faculdades e universidades públicas na região de Evergreen devem acomodar estudantes que, “devido à observância de feriados religiosos, esperam estar ausentes ou passar por dificuldades significativas durante certos dias do curso ou programa”. Acomodações razoáveis explicadas na legislação incluem exames ou atividades de reescalonamento.
81734
https://europaemchamas.wordpress.com/2019/07/14/leiexigeprofessoresemarcem





Professor do Alcorão que abusou da menina é poupado da prisão para ajudar sua família.
19 Mar 2014
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Então, Tommy Robinson foi mandado para uma prisão britânica de alta segurança por uma infração civil trivial e geralmente ignorada. Mas o professor do Alcorão Suleman Maknojioa que abusou sexualmente de uma menina de 11 anos foi poupado seu tempo de prisão. Qualquer outra pessoa percebe claramente a inconsistência no sistema de da justiça no Reino Unido.
Um professor muçulmano no Reino Unido que molestou sexualmente de uma garota enquanto ensinava a ela que o Alcorão evitou a prisão depois de alegar que sua família dependia dele porque sua esposa fala “muito pouco inglês”
No dia em que foi preso, Maknojioa, pai de seis filhos, deveria ensinar 30 crianças em uma mesquita perto de sua casa em Blackburn, Lancashire.
https://www.telegraph.co.uk/news/uknews/law-and-order/10707279/Koran-teacher-who-abused-girl-is-spared-jail-to-help-his-family.html





Gritando "Allahu Akbar, nós matamos infiel, precisamos matar mais", muçulmanos ABATE 5 cristãos incluindo MÃE GRÁVIDA de seis meses.

A comunidade da aldeia de Ancha, na região do Governo Local de Bassa, no estado de Plateau, estava confusa em 15/7/2019, pois Margaret Wakili, uma mulher grávida de 27 anos, foi morta por pastores Fulani.

Por volta das 7 da manhã, Margaret levou um pouco de comida para o marido, Wakili Ayuba, na fazenda, mas, infelizmente, para ele, esse foi o último alimento que ele recebeu de sua esposa.

Narrando sua provação, o marido do falecido, Wakili disse a Zongo Lawrence, secretário de publicidade da Associação de Desenvolvimento Juvenil Miango, que ele estava na fazenda com sua esposa quando o infeliz incidente ocorreu.

Ele disse:

"No início da manhã de hoje, fui à fazenda plantar milho e minha esposa veio à fazenda para me trazer comida. Depois que ela me deu a comida, ela me ajudou a plantar o milho da Guiné. Mas enquanto estávamos trabalhando, ela levantou a cabeça e viu alguns homens. Ela então me notificou sobre eles. "

"Quando eu levantei minha cabeça, vi 8 Fulanis. Eu então disse a ela que deveríamos correr imediatamente. Minha esposa estava grávida de 6 meses, então ela não podia correr mais rápido. 6 deles perseguiram ela enquanto 2 me perseguiam. Corri rápido e cruzei Quando atravessei, percebi que eles mataram minha esposa e estavam gritando: "Allahu Akbar, nós matamos o infiel, precisamos matar mais." Ao ouvi-los dizer isso, eu tomei meus calcanhares e corri mais rápido. Eles atiraram em mim enquanto cantavam 'Allahu Akbar', mas eu consegui escapar. "

"Quando cheguei à minha aldeia, nosso povo saiu e foi assim que fui salvo."

"Os Fulani que fizeram isso vieram de Hayin Rukuba."

Margaret é sobrevivida por seu marido, dois filhos, seus pais e outros parentes.

Que a sua alma descanse em paz.
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Estados Unidos. Ilhan Omar chama a questão sobre condenar a mutilação genital feminina de"chocante"

A representante democrata do Minnesota, Ilhan Omar, reagiu a um moderador durante um painel de discussão na Conferência de 2019 do Coletivo Muçulmano de Educação do Cáucaso, na terça-feira, chamando sua pergunta de “espantosa”.

O Presidente dos Muçulmanos por Valores Progressistas, Ani Zonneveld, supostamente pediu à congressista para condenar a prática de mutilação genital feminina praticada por algumas comunidades muçulmanas.

Depois de chamar sua pergunta de “chocante”, Omar continuou expressando frustração por ser repetidamente solicitada a condenar diferentes grupos e práticas, dizendo: “Devo fazer uma programação? Tipo, isso precisa ser repetido a cada cinco minutos? Eu deveria estar tipo: "então hoje eu esqueci de condenar a Al Qaeda, então aqui está a da Al Qaeda. Hoje eu esqueci de condenar [mutilação genital feminina], então aqui vai. Hoje eu esqueci de condenar o Hamas, então aqui vai. ”É uma questão muito frustrante que surge. Você pode procurar meu registro. Votei em projetos que estão fazendo exatamente o que você está me pedindo para fazer.”
https://gellerreport.com/2019/07/ilhan-omar-fgm.html

Ela achou chocante a pergunta e não a mutilação.





Suécia: Migrantes muçulmanos violentam e estupram garota, perguntam por que ela não fugiu pela escada se ela não quisesse.
O Tribunal de Recurso de Svea decidiu que duas crianças chamadas refugiadas serão deportadas para o mundo árabe depois de terem violado brutalmente uma rapariga em Estocolmo, entre risos e chamadas felizes. Isto apesar do fato de que o Conselho de Migração sueco considerou que havia obstáculos para deportar os homens.

Entre 15 e 16 de dezembro de 2018 em Kungsholmen, em Estocolmo, uma garota que nasceu em 2001 foi exposta a estupro e estupro. Dois dos chamados refugiados desacompanhados, Abdalrahman e Ali, que afirmam ter nascido em 1999 e 1998, foram presos pouco mais de três dias depois.

Os dois homens têm autorização de residência e o Conselho de Migração da Suécia considerou que havia obstáculos à deportação, escreveu Aftonbladet anteriormente.

A garota conheceu uma menina durante a noite e eles foram a uma loja para comprar bebidas alcoólicas. Eles conheceram Ali, que vendeu uma garrafa de bebida para eles. Abdalrahman veio e pediu um isqueiro.

A dupla fez as meninas irem ao apartamento de Ali, onde começaram a beber.

Quando Ali ou Abdalrahman queriam brincar de verdade ou desafio, a garota escolheu o desafio, fazendo com que Abdalrahman lhe pedisse para beber mais. Depois de jogar por um tempo, ela disse a todos que não poderia lidar com mais álcool porque se sentia tão mal. Então Abdalrahman ficou irritado e gritou que ela iria beber mais.

Quando a menina estava realmente bêbada, a dupla árabe violentou-a várias vezes em meio a risos. Quando Ali a violava ”Abdalrahman começou a sorrir e fotografar seu abdômen com a câmera móvel. A garota podia ver que ele estava logado no Snapchat, mas não viu se ele enviou a foto para ninguém. No interrogatório, Abdalrahman disse que ele tem 40.000 seguidores no Snapchat.

Ali perguntou por que a menina estuprada, “quando estava na sacada com a [namorada] após o abuso inicial, não usou uma escada de incêndio próxima e assim tentou fugir”, segundo o veredicto…
https://www.friatider.se/alis-ifr-gas-ttande-varf-r-flydde-inte-flickan-brandstegen-om-hon-inte-ville-bli-gruppv-ldtagen-av
https://www.jihadwatch.org/2019/07/sweden-muslim-migrants-violently-rape-girl-ask-why-she-didnt-run-away-down-fire-escape-if-she-didnt-want-it
 

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Perseguição: onde os cristãos são vítimas de opressão e violência

José Li, Frederick, Samuel e Neemias relatam a violência sofrida; cristianismo corre risco em parte do Oriente Médio e enfrenta governos extremistas na Ásia

Por Julia Braun
19 out 2018, 15h25 - Publicado em 19 out 2018, 08h00


Perseguição cristã no mundo

83223

ALTA - EXTREMA - SEVERA



RankingPaísCategoriaFonte da perseguiçãoSituação
Coreia do NorteEXTREMAParanoia ditatorialaumentou
AfeganistãoEXTREMAOpressão islâmicaaumentou
SomáliaEXTREMAOpressão islâmicaigual
SudãoEXTREMAOpressão islâmicaigual
PaquistãoEXTREMAOpressão islâmicadiminuiu
EritreiaEXTREMAParanoia ditatorialaumentou
LíbiaEXTREMAOpressão islâmicaaumentou
IraqueEXTREMAOpressão islâmicaigual
IêmenEXTREMAOpressão islâmicaigual
10ºIrãEXTREMAOpressão islâmicaigual
11ºÍndiaEXTREMANacionalismo religiosoaumentou
12ºArábia SauditaSEVERAOpressão islâmicaaumentou
13ºIlhas MalvinasSEVERAOpressão islâmicaaumentou
14ºNigériaSEVERAOpressão islâmicadiminuiu
15ºSíriaSEVERAOpressão islâmicadiminuiu
16ºUzbequistãoSEVERAParanoia ditatorialaumentou
17ºEgitoSEVERAOpressão islâmicaaumentou
18ºVietnãSEVERAOpressão comunistadiminuiu
19ºTurcomenistãoSEVERAParanoia ditatorialaumentou
20ºLaosSEVERAOpressão comunistaaumentou
21ºJordâniaSEVERAOpressão islâmicaaumentou
22ºTajiquistãoSEVERAParanoia ditatorialaumentou
23ºMalásiaSEVERAOpressão islâmicaaumentou
24ºMianmarSEVERANacionalismo religiosoaumentou
25ºNepalSEVERANacionalismo religiosonovo país na lista
26ºBruneiSEVERAOpressão islâmicaigual
27ºQatarSEVERAOpressão islâmicadiminuiu
28ºCazaquistãoSEVERAParanoia ditatorialaumentou
29ºEtiópiaSEVERAOpressão islâmicadiminuiu
30ºTunísiaSEVERAOpressão islâmicaaumentou
31ºTurquiaSEVERAOpressão islâmicaaumentou
32ºQuêniaSEVERAOpressão islâmicadiminuiu
33ºButãoSEVERANacionalismo religiosoaumentou
34ºKuwaitSEVERAOpressão islâmicaaumentou
35ºRepública Centro-AfricanaSEVERAOpressão islâmicaaumentou
36ºPalestinaSEVERAOpressão islâmicadiminuiu
37ºMaliALTAOpressão islâmicaigual
38ºIndonésiaALTAOpressão islâmicaaumentou
39ºMéxicoALTACorrupção organizadaaumentou
40ºEmirados Árabes UnidosALTAOpressão islâmicaaumentou
41ºBangladeshALTAOpressão islâmicadiminuiu
42ºArgéliaALTAOpressão islâmicaigual
43ºChinaALTAOpressão comunistaigual
44ºSri LankaALTANacionalismo religiosoaumentou
45ºAzerbaijãoALTAParanoia ditatorialnovo país na lista
46ºOmãALTAOpressão islâmicaaumentou
47ºMauritâniaALTAOpressão islâmicaaumentou
48ºBahreinALTAOpressão islâmicaaumentou
49ºColômbiaALTACorrupção organizadaaumentou
50ºDIjibutiALTAOpressão islâmicadiminuiu
Fontes: Portas Abertas

https://veja.abril.com.br/mundo/perseguicao-onde-os-cristaos-sao-vitimas-de-opressao-e-violencia/
 

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Adoram criticar o Islã, mas os nossos cristãos daqui dão aulas de intolerância religiosa.

https://theintercept.com/2017/09/20/ataques-a-religioes-de-matriz-africana-fazem-parte-da-nova-dinamica-do-trafico-no-rio/

Não há dúvidas de que esses ataques partem de adeptos de religiões protestantes (cristãos).

O que têm a dizer sobre isso?
 

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Não há dúvidas de que esses ataques partem de adeptos de religiões protestantes (cristãos).

O que têm a dizer sobre isso?
"Humans of Religião da Paix | Decepticons atacam novamente"


Esta esperando o que para criar um tópico só para isso? Vou adorar ver a carnificina que cristãos andam fazendo em nome da religião!
No mais. Vem poluir o tópico não, Vai fazer masturbação onde o tema se mantem.
 

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“Vivemos sob constante tensão”, diz cardeal sobre cristãos no Paquistão
Joseph Coutts é arcebispo de Karachi e cardeal do Paquistão, quinto país do mundo em perseguição aos seguidores do cristianismo

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Cardeal Joseph Coutts: religioso já foi vítima de ameaças e recebe proteção policial 24 horas ao dia - 10/05/2019 (Heitor Feitosa/VEJA.com)

A cristã Asia Bibi teve de deixar o Paquistão e se refugiar no Canadá após ser condenada pela lei da blasfêmia e passar oito anos no corredor da morte. A mãe de cinco filhos é apenas uma das muitas vítimas da controversa legislação paquistanesa e da perseguição cada vez mais violenta contra os seguidores do cristianismo no país.

Segundo a organização de monitoramento e trabalho humanitário Portas Abertas, com sede na Holanda, o Paquistão é o quinto país do mundo onde os cristãos sofrem mais oposição à prática de sua fé. A nação só perde para Coreia do Norte, Afeganistão, Somália e Sudão.
Atualmente, os seguidores do cristianismo representam 1,59% da população do país, onde 96,28% de seus habitantes se declaram muçulmanos. Os cristãos compõem um grupo maior apenas que os hindus, budistas, qadianis e outros seguidores de variações do islamismo, estes também vítimas de organizações extremistas islâmicas.

O cardeal Joseph Coutts, arcebispo de Karachi, explica que a tensão contra os cristãos no país se tornou maior nas últimos 25 anos, com a ascensão da ideologia islâmica extremista em todo o Oriente Médio e em outras regiões do mundo.

“Vimos o crescimento gradual de um novo tipo de Islã, muito mais militante e pronto para usar da violência”, afirma o religioso, que visitou o Brasil e participou da Assembleia Geral da CNBB em maio. “Agora vivemos em constante tensão, sempre nos perguntando quando será o próximo ataque”.

Os atentados contra igrejas destacam a situação precária dos cristãos do Paquistão. Em setembro de 2013, um ataque suicida reivindicado pelos talibãs paquistaneses contra a Igreja de Todos os Santos, em Peshawar, matou 81 pessoas. Dois anos depois, explosões atingiram dois templos próximos em Lahore, matando 15.

Em 2016, terroristas de um grupo filiado ao Talibã atacaram o parque Gulshan-e-Iqbal, também em Lahore, onde cristãos celebravam a Páscoa. No ano seguinte, jihadistas armados e homens-bomba atacaram a Igreja Metodista do Memorial Bethel na cidade de Quetta, no oeste do país, matando mais nove pessoas.

A violência não se restringe a atos terroristas contra templos. Uma média de 700 mulheres e crianças cristãs são raptadas, violentadas e convertidas ao islamismo todos os anos, segundo a Portas Abertas. Os seguidores dessa fé e outras minorias religiosas também sofrem discriminação no dia a dia e são frequentemente preteridos nas seleções para postos de trabalho e em vagas para escolas e universidades de maioria muçulmana.

Para o arcebispo da maior cidade do país, a violência se intensificou com o apoio aos terroristas do Talibã pelo governo paquistanês durante a investida soviética no Afeganistão, entre 1979 e 1989. Mais recentemente, aumentou com a invasão dos Estados Unidos ao país após os atentados de 11 de setembro de 2001.
“Nunca precisamos de proteção antes, mas agora em toda missa ou encontro nas igrejas católicas do país há policiais fazendo a segurança e controlando a entrada de pessoas”, conta o cardeal Coutts.

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Forças de segurança paquistanesas fazem patrulha do lado de fora da Igreja de Todos os Santos de Peshawar, alvo de ataques suicidas em 23 de setembro de 2013. (Samir Raziq/Anadolu Agency/Getty Images)

Joseph Coutts foi nomeado cardeal pelo papa Francisco durante o consistório de 28 de junho de 2018. Antes de servir como arcebispo de Karachi, o religioso foi bispo auxiliar da diocese de Hyderabad e bispo de Faisalabad. Também foi presidente da Conferência Episcopal do Paquistão e presidente do Caritas Paquistão.

Lei da Blasfêmia
O caso de Asia é só mais um lembrete da violência contra os cristãos e outras minorias religiosas do Paquistão. A mulher de 48 anos foi denunciada em 2009 por supostamente ter insultado o profeta Maomé durante uma discussão com duas mulheres em Punjab, na fronteira com a Índia.

A acusação tomou como base a lei da blasfêmia, que agrupa várias outras regras contidas no Código Penal e inspirada diretamente na Sharia, a norma religiosa muçulmana, para punir qualquer ofensa contra Alá, Maomé ou ao Corão.

A rígida legislação foi estabelecida na época em que o Paquistão era uma colônia britânica e voltou a valer no país nos anos 1980, implantada pelo ditador Mohammad Zia-ul-Haq sem aprovação parlamentar. Desde então, foram registradas mais de 1.000 acusações por blasfêmia, um crime que pode ser punido com a pena de morte, embora nenhum condenado tenha sido executado pela Justiça do país até hoje.

Ainda que a norma tenha a intenção de proteger a honra do Profeta Maomé e do Livro Sagrado, ela pode ser facilmente usada de maneira imprópria. É muito fácil para um muçulmano acusar alguém de blasfêmia, mesmo sem provas consistentes.

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Nunca se soube exatamente o que aconteceu com Asia naquela discussão com as duas mulheres e muito menos se a paquistanesa, de fato, blasfemou o profeta. Após a denúncia, contudo, ela e sua família passaram a ser vítimas de forte opressão e violência.

Até Salmaan Taseer, governador de Punjab, a província mais poderosa do Paquistão, foi morto como consequência da lei da blasfêmia e de sua intolerância. Ele visitou Asia na prisão e prometeu ajudá-la em seu caso. Apesar de seguir o islamismo, Taseer foi assassinado na capital paquistanesa, Islamabad, pelo seu próprio guarda-costas, incentivado por muçulmanos fanáticos.

Muitos dos envolvidos no julgamento da cristã também foram vítimas de ameaças e acabaram sendo influenciados, segundo Coutts. A decisão de libertá-la e absolvê-la da pena de morte só veio oito anos depois, quando o caso ganhou repercussão internacional e foi revisto pela Suprema Corte do país. Na última instância, constatou-se que os depoimentos das principais testemunhas ouvidas eram inconsistentes.

O caso de Asia não é o único entre a comunidade cristã e até mesmo entre muçulmanos moderados. Legisladores e membros do governo já tentaram fazer modificações na lei, mas o governo controlado por muçulmanos sunitas e as ameaças sofridas pelos grupos radicais impedem qualquer mudança.

Em 2010, a deputada Sherry Rehman, do Partido Popular do Paquistão (PPP), apresentou um projeto de lei para incluir uma emenda na lei. Seu objetivo era fazer com que todos os casos passassem obrigatoriamente pela Suprema Corte.

O projeto passou por uma primeira comissão parlamentar, mas foi abandonado em 2011, após pressão de grupos religiosos. Rehman passou a receber ameaças constantes e, para protegê-la, o governo a nomeou embaixadora nos Estados Unidos.

No mesmo ano, o então ministro de Minorias e único cristão no gabinete do governo, Clement Shahbaz Bhatti, foi assassinado por membros do Talibã paquistanês após protestar contra a norma. O Vaticano recebeu o pedido de sua beatificação em 2016.

Ameaças e proteção constante

O próprio cardeal Joseph Coutts já foi vítima de ameaças e recebe proteção policial 24 horas ao dia por ordem do governo paquistanês. Sua casa, localizada em um complexo da Igreja Católica, é sempre guardada por uma van e quatro agentes.

“Eles sabem que se algo acontecer comigo será um incidente internacional”, afirma Coutts. “E o Paquistão já tem uma imagem ruim no exterior.”
O arcebispo recebeu ameaças pela primeira vez quando ainda era responsável pela diocese de Faisalabad. Na época, desenvolveu laços com clérigos muçulmanos e chegou a participar de uma festa de Natal com um imã muçulmano da cidade em sua Madrasa, escola ou casa de estudos islâmicos.

Ao final do evento, em que os dois grupos religiosos falaram em esforços para consolidar a paz entre as comunidades, Coutts recebeu uma série de telefonemas intimidadores. “Recebi também uma carta assinada por ‘Tigres Islâmicos’, que ameaçaram me matar e arrancar minha língua”, conta. “Nunca descobrimos a qual grupo radical os autores pertenciam”.

O cardeal hoje lidera uma batalha para tentar tornar o Paquistão uma nação igualitária para todas as vertentes religiosas. Graças aos esforços de sua comunidade, os livros escolares de Karachi passaram a incluir citações do fundador do país, Muhammad Ali Jinnah, sobre a convivência pacífica dos povos.

A convite da entidade ACN (Ajuda à Igreja que Sofre), Joseph Coutts esteve no Brasil entre os dias 5 e 12 de maio e participou da 57ª Assembleia Geral da CNBB em Aparecida do Norte, onde também falou sobre os desafios dos cristãos no Paquistão.
https://veja.abril.com.br/mundo/vivemos-sob-constante-tensao-diz-cardeal-sobre-cristaos-no-paquistao/
 

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"Hoje, essas três mulheres foram sentenciadas a 55 anos de prisão por uma manifestação pacífica contra o uso obrigatório do véu no Irão."





Na nova lei o Irão irá condenar as mulheres iranianas a 10 anos de prisão por compartilhar vídeos de remoção hijab.

Os governantes iranianos enlouquecem quando as mulheres começaram a se rebelar contra a lei da Sharia.
De acordo com uma nova lei no Irão, as mulheres enfrentarão 10 anos de prisão por compartilhar vídeos de remoção do hijab.
O anúncio nomeou especificamente o ativista de direitos humanos Masih Alinejad, que desde 2014 vem convidando as mulheres iranianas a postarem fotos de si mesmas sem o hijab nas mídias sociais e filmar os ataques e assediadores que estão sofrendo sob a hashtag
http://www.thepolitics.online/2019/07/breaking-iranian-women-sentenced-to-10.html





Índia: O zelador da mesquita admite ter queimado um Alcorão e fingido um “crime de ódio”
A polícia resolveu um caso de sacrilégio que durou um mês no qual se alegava que livros religiosos, incluindo o Alcorão, foram queimados em uma mesquita na vila de Khanpur Dhadda perto de Nakodar. Segundo a polícia, o zelador da mesquita estava por trás do incidente e ele queimou livros de física e inglês.

O superintendente sênior da polícia Navjot Singh Mahal, disse que recebeu uma queixa de Mukhtiar Ali em 6 de julho que quando ele chegou à mesquita às 5 da manhã, a fechadura do portão de entrada foi aberta. Dentro da mesquita, ele encontrou o Alcorão, textos religiosos, colchões e lençóis pousados no chão.

“O queixoso suspeitava que Sharif Mohammad era o apelido de Vicky, morador da mesma aldeia. Nós prendemos Vicky e o questionamos, mas o libertamos quando foi estabelecido que ele era inocente ”, disse a policia.

Mas as pistas apontadas para Shaukat Ali, o zelador da mesquita. Depois que polícia o prendeu e sendo confrontado com provas contra ele, o zelador confessou seus crimes...Como ele estava alimentando um rancor contra contra Sharif por estar administrando um mazzar (mausoléu) e por estar ganhando mais do que ele o Alcorão queimado foi colocado na mesquita" para incriminar Sharif. Disse a polícia.






Muçulmano que assassinou homem na rua alemã com espada postou confissão islâmica antes do ato.
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Ontem, imagens da conta do Facebook de Issa Muhammad vieram à tona na Internet, o que, pelo menos, não deixou dúvidas de um modo perturbador para a fidelidade do assassino a Allah. "Em nome de Allah, o Misericordioso - Toda alma vai morrer", escreveu ele, e sob ela, "Crença no Todo-Poderoso Allah".

Até que ponto este post fornece informações sobre seu estado mental ou psicológico no momento do crime, se Issa Muhammad possivelmente agiu por motivação religiosa ou pelo menos estava em transe, ainda terá que ser esclarecido.

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O posto parece um manifesto autoproclamado e, pelo menos - juntamente com o modo escolhido de matar e a rotina assustadora que o ofensor seguiu - lançou dúvidas sobre o fato de que era um mero ato de relacionamento. A escolha das palavras é mais uma reminiscência de uma carta de confissão islamista. A entrada revela de qualquer modo que, para os muçulmanos devotos, a violência crua e o islamismo não são, infelizmente, uma contradição.
https://gellerreport.com/2019/08/muslim-slaughtered-broad-daylight-4allah.html/
https://www.citizenfreepress.com/column-2/update-on-sword-attack-in-germany-interesting-details/
 

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https://theintercept.com/2017/09/20/ataques-a-religioes-de-matriz-africana-fazem-parte-da-nova-dinamica-do-trafico-no-rio/

Não há dúvidas de que esses ataques partem de adeptos de religiões protestantes (cristãos).

O que têm a dizer sobre isso?
Vc primeiro, o que vc tem a dizer sobre o Islã?
 

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Adoram criticar o Islã, mas os nossos cristãos daqui dão aulas de intolerância religiosa.

https://theintercept.com/2017/09/20/ataques-a-religioes-de-matriz-africana-fazem-parte-da-nova-dinamica-do-trafico-no-rio/

Não há dúvidas de que esses ataques partem de adeptos de religiões protestantes (cristãos).

O que têm a dizer sobre isso?


OBS: é bom lembrar que homossexuais e LGBTI são muito bem tratados dentro dos paises muçulmanos.

A cena LGBTI tá BOMBANDO no oriente medio. Os LGBTS que vão para lá "perdem a cabeça com tanta" tolerancia.
 
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Munn Rá

Bam-bam-bam
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Menina cristã é estuprada e forçada a casamento islâmico no Paquistão
No começo de maio, Neha Pervaiz, de 15 anos, conseguiu fugir da casa onde foi forçada a viver com seu 'marido' muçulmano.
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A ONG Movimento de Solidariedade e Paz estimou que entre 100 e 700 meninas cristãs são sequestradas, violentadas e forçadas a casamentos islâmicos no Paquistão todos os anos. (Foto: Pakistan Megachurch)

Uma adolescente cristã no Paquistão alega ter sido espancada, estuprara, forçada a se converter ao islamismo e a se casar com um muçulmano de 45 anos, enquanto mulheres de minorias religiosas no país de maioria muçulmana continuam a enfrentar extrema perseguição por causa de seu gênero e fé.

Neha Pervaiz, uma jovem de 15 anos que mora no bairro Ittehad Town, em Karachi, disse recentemente ao ucanews.com sobre como foi forçada a um casamento islâmico no mês passado, quando foi à casa de sua tia para ajudar a cuidar de um parente doente.

"Fui levada por minha tia, uma muçulmana convertida, para sua casa em 28 de abril para ajudá-la a cuidar de seu filho doente", disse Pervaiz à ucanews.com, uma agência que cobre exclusivamente notícias católicas na Ásia. "Mas lá me pediram para casar com um muçulmano chamado Imran. Quando recusei, eles me espancaram e ameaçaram matar meu irmão menor, que estava comigo".

Pervaiz alegou que ela foi levada para uma sala, onde foi estuprada por Imran, que estava divorciado.

"Eles então me pressionaram a me converter ao Islã e me casar com Imran", acrescentou ela.

No dia seguinte, Pervaiz disse que ela foi levada perante um clérigo islâmico, onde foi forçada a recitar o Alcorão e recebeu um novo nome: Fátima. Então, em 30 de abril, Pervaiz disse que foi levada a um tribunal, onde ela se tornou legalmente casada com Imran.

Mas no dia 5 de maio, Pervaiz conseguiu fugir de casa com a ajuda da filha de Imran. Durante todo o tempo em que ela esteve longe de seus pais, a mãe de Pervaiz disse que não sabia o que estava acontecendo com a filha.

"Fiquei chocada ao saber o que havia acontecido com minha filha, pois estava com a impressão de que ela estava na casa de sua tia para ajudá-la", disse Jamila Masih ao site.

Contexto

O que aconteceu com Pervaiz não é incomum na nação do sul da Ásia, onde incontáveis garotas de minorias religiosas são sequestradas, estupradas e forçadas a se converter ao Islã e a casarem-se com homens mais velhos.

Em 2014, a ONG Movimento de Solidariedade e Paz estimou que entre 100 e 700 meninas cristãs são sequestradas, violentadas e forçadas a casamentos islâmicos no Paquistão todos os anos.

O Paquistão, país de maioria muçulmana (96% da população), é o quinto pior país do mundo com relação à perseguição religiosa, de acordo com a Portas Abertas (USA). Ele também foi nomeado no ano passado pelo Departamento de Estado dos EUA como um "país de preocupação especial", devido às suas violações à liberdade religiosa.

"A conversão forçada de mulheres jovens hindus e cristãs ao islamismo e ao casamento, muitas vezes por meio de trabalho forçado, continua sendo um problema sistêmico", alertou a Comissão sobre Liberdade Religiosa Internacional dos EUA em seu relatório anual de 2019. "Várias instituições independentes, incluindo a Comissão Nacional de Justiça e Paz e a Comissão de Direitos Humanos do Paquistão, reconhecem que cerca de 1.000 jovens são forçadas a se converter ao islamismo a cada ano".

A USCIRF observou que as mulheres hindus e cristãs são particularmente vulneráveis por causa da “marginalização da sociedade e da falta de proteção legal para as minorias religiosas, combinadas com normas societais e culturais profundamente patriarcais".

A USCIRF, uma comissão de vigilância bipartidária e com mandato parlamentar, também criticou o governo do Paquistão por não julgar adequadamente os autores de crimes contra minorias religiosas.

No caso de Pervaiz, a polícia relutou em registrar a queixa da família, mas o caso foi apresentado no dia 13 de maio, com a ajuda de um pastor local.

O pastor Ghazala Shafiq, da Igreja do Paquistão, disse ao ucanews.com que o casamento era ilegal pelo fato de Pervaiz ter apenas 15 anos.

"Meninas com menos de 18 anos de idade são consideradas menores e os que fazem isso são puníveis de acordo com o Código Penal do Paquistão. Vamos lutar por ela no tribunal", disse o pastor.

No mês passado, o Supremo Tribunal de Lahore ordenou o retorno de uma adolescente cristã que foi sequestrada e forçada a um casamento islâmico em março.

"Fui estuprada e maltratada pelo meu captor, mas ele não matou meu espírito", disse Shalet Masih à Associação Cristã Paquistanesa Britânica. "Eu falei no tribunal e testemunharei de novo e de novo, até que esse monstro seja preso. Ele não deveria poder fazer isso com mais ninguém, nunca mais".

No início deste mês, um relatório da Associated Press revelou que centenas de garotas cristãs no Paquistão foram traficadas para a China por meio de uma operação na qual pastores paquistaneses são pagos para encontrar noivas para homens chineses entre as comunidades empobrecidas que eles pastoreiam.

Os pais das meninas vítimas de tráfico sexual supostamente recebem entre US$ 3.500 e U $ 5.000 e são informados de que suas filhas "se casarão com ricos cristãos convertidos".
https://guiame.com.br/gospel/missoes-acao-social/menina-crista-e-estuprada-e-forcada-casamento-islamico-no-paquistao.html
https://www.ucanews.com/news/pakistani-christian-teen-raped-forcibly-converted-to-islam/85195
https://www.christianpost.com/news/christian-teen-raped-forcibly-converted-and-forced-into-islamic-marriage-in-pakistan.html






Cristã paquistanesa é jogada do 2º andar de prédio após recusar conversão ao Islamismo
Visualizar anexo 81732

Mais um caso de violência contra a mulher no Paquistão. Desta vez aconteceu com Binish Paul, cristã de apenas 18 anos que frequenta a escola pública. Em 22 de agosto, um jovem muçulmano chamado Taheer Abbas atirou-a do telhado do segundo andar de uma loja; tudo porque a jovem se recusou a casar com ele e se converter ao islamismo. Conforme relata o advogado de Binish Paul, Tabassum Yousaf, em entrevista à Fundação Pontifícia ACN.
“Durante meses, Taheer pressionou Binish a se converter ao islamismo, mas ela sempre se recusou. Isso culminou no ato violento, através do qual a jovem sofreu severas fraturas em suas pernas e espinha. Frequentemente, em ocorrências semelhantes, a família fica numa posição difícil. Os pais da jovem chamaram a patrulha local, mas os policiais se recusaram a apresentar acusações. Além disso, o diretor do hospital recusou-se a emitir o relatório médico necessário para documentar os ferimentos. Ademais, receberam sérias ameaças da família do agressor. Se o caso não fosse encerrado, todos seriam acusados de blasfêmia”, disse o advogado, que também é cristão. Felizmente, o defensor apresentou as acusações diretamente ao tribunal para que o hospital fosse obrigado a fornecer um relatório médico; o que tornou possível prender o homem em 24 de agosto”.
Minoria religiosa teme ameaças e aguarda assistência jurídica
“O principal problema é que, quando ataques semelhantes acontecem em nossa comunidade eclesial, os cristãos no Paquistão, que geralmente pertencem aos grupos sociais mais pobres, não estão cientes de seus direitos. Por exemplo, quase ninguém sabe que você pode apresentar acusações nos tribunais. A recusa da polícia em abrir um caso, juntamente com ameaças dos parentes e amigos dos criminosos, garante que muitas famílias nem sequer denunciem os crimes que sofreram”, disse Yousaf.
Há muitos casos de jovens cristãs sendo forçadas a se converter; no entanto, isso nunca chega ao conhecimento público. O próprio advogado sofreu repressão quando ainda estava na faculdade de Direito. “Também fui pressionado por um jovem muçulmano, amigo meu. Felizmente, minha família e meus irmãos me protegeram. Mulheres cristãs e jovens, vêm de circunstâncias simples; no entanto, são impotentes contra seus agressores”, disse. De acordo com Yousaf, apenas na cidade de Karachi (sul do Paquistão), a cada ano ocorrem cerca de 15 a 30 casos semelhantes aos experimentados por Binish. E o número de vezes que incidentes como esse são relatados à polícia, pode ser contado em uma mão. “Muitas pessoas têm medo porque a comunidade muçulmana ameaça estuprar ou matar as mulheres dessas famílias”, informa.
“No Paquistão, é difícil receber justiça se você é membro de uma minoria religiosa”, disse Yousaf. Os juízes estão sob pressão dos partidos políticos. “Eles não oferecem aos nossos irmãos e irmãs na fé, uma assistência jurídica adequada e justa. Muitos membros de grupos minoritários nem sequer sabem que têm os mesmos direitos que os muçulmanos. Como solicitador católico, considero importante que eles tenham acesso a mais informações nessa área e recebam assistência legal. Eu estou prestando este serviço para Deus e minha Igreja!”.
https://www.acn.org.br/noticias/crista-paquistanesa-e-jogada-do-2o-andar-de-predio-apos-recusar-conversao-ao-islamismo/





PAQUISTÃO: Criança assassinada por dívida de cerca de 2 euros está a chocar a comunidade cristã
Visualizar anexo 81733
Uma criança cristã, de 11 anos de idade, que trabalhava num aterro de lixo em Faisalabad, no Paquistão, foi assassinada na passada quinta-feira pelo seu patrão, um muçulmano, por causa de uma dívida de 180 rupias, ou seja, cerca de 2 euros.

A criança, identificada como Badal Masih, terá sido espancada até à morte quando procurava saldar a dívida que tinha contraído junto do patrão. Segundo relatou posteriormente a mãe de Masih, a criança terá afirmado que se recusava também a continuar a trabalhar no lixo, o que terá enfurecido o patrão dando origem às agressões.

A família de Badal Masih é muito pobre e, por essa razão, a criança decidiu trabalhar para ajudar de alguma forma a economia doméstica. O trabalho no aterro de lixo era pago de forma absolutamente miserável. Segundo a agência de notícias AsiaNews, Badel Masih receberia o equivalente a 50 rupias por dia, o que equivale a cerca de 60 cêntimos.

Dias antes de ter sido assassinada, a criança pediu um empréstimo de 180 rupias ao patrão, pouco mais de 2 euros, para despesas urgentes em casa. Na quinta-feira, dia 11 de Julho, o patrão, identificado como Ifran, exigiu o pagamento da dívida. Badal Masih regressou a casa, pediu o dinheiro à mãe e regressou à lixeira para saldar a dívida afirmando também que iria deixar de trabalhar para Ifran.

Segundo a AsiaNews, enfurecido, Ifran e um seu irmão, Akram, agrediram então a criança “com ferocidade, atingindo-a na cabeça com barras de ferro”. Os gritos da criança alertaram os vizinhos que chamaram a polícia. A mãe de Badal Masih apresentou queixa contra os dois homens tendo afirmado que o filho teria sido também violentado. A autópsia, porém, escreve a AsiaNews, não confirma ter havido violência sexual.

Este caso que está a indignar a comunidade cristã mereceu de imediato a condenação de Joel Amir, um dirigente político paquistanês que pertence ao governo regional do Punjab e que recentemente esteve em Lisboa, na sede da Fundação AIS a denunciar precisamente a situação de insegurança e de secundarização a que as minorias religiosas estão sujeitas no Paquistão.

Sobre este caso, Joel Amir condenou “o acto desumano de extrema tortura e de presumível violação” da criança, sublinhando que “esta é a mentalidade doentia” da sociedade paquistanesa, que classifica de “cruel” pois “não considera os membros das minorias religiosas como seres humanos”.

Acrescentando que “os pedófilos estão a arruinar a imagem do Paquistão no mundo”, Joel Amir pediu ao governo para tomar “medidas severas” contra os culpados, “levando-os à Justiça”, pois eles devem “ser punidos de acordo com a lei”.

PA | Departamento de Informação da Fundação AIS | info@fundacao-ais.pt
https://www.fundacao-ais.pt/noticias/detail/id/5362/
http://www.asianews.it/news-en/An-11-year-old-Christian-child-killed-by-his-boss-over-a-paltry-sum-of-money-in-Faisalabad-47520.html





Washington: Nova lei estadual exige que professores remarquem exames para o jejum dos muçulmanos
Sob a nova lei, faculdades e universidades públicas na região de Evergreen devem acomodar estudantes que, “devido à observância de feriados religiosos, esperam estar ausentes ou passar por dificuldades significativas durante certos dias do curso ou programa”. Acomodações razoáveis explicadas na legislação incluem exames ou atividades de reescalonamento.
Visualizar anexo 81734
https://europaemchamas.wordpress.com/2019/07/14/leiexigeprofessoresemarcem





Professor do Alcorão que abusou da menina é poupado da prisão para ajudar sua família.
19 Mar 2014
Visualizar anexo 81735
Então, Tommy Robinson foi mandado para uma prisão britânica de alta segurança por uma infração civil trivial e geralmente ignorada. Mas o professor do Alcorão Suleman Maknojioa que abusou sexualmente de uma menina de 11 anos foi poupado seu tempo de prisão. Qualquer outra pessoa percebe claramente a inconsistência no sistema de da justiça no Reino Unido.
Um professor muçulmano no Reino Unido que molestou sexualmente de uma garota enquanto ensinava a ela que o Alcorão evitou a prisão depois de alegar que sua família dependia dele porque sua esposa fala “muito pouco inglês”
No dia em que foi preso, Maknojioa, pai de seis filhos, deveria ensinar 30 crianças em uma mesquita perto de sua casa em Blackburn, Lancashire.
https://www.telegraph.co.uk/news/uknews/law-and-order/10707279/Koran-teacher-who-abused-girl-is-spared-jail-to-help-his-family.html





Gritando "Allahu Akbar, nós matamos infiel, precisamos matar mais", muçulmanos ABATE 5 cristãos incluindo MÃE GRÁVIDA de seis meses.

A comunidade da aldeia de Ancha, na região do Governo Local de Bassa, no estado de Plateau, estava confusa em 15/7/2019, pois Margaret Wakili, uma mulher grávida de 27 anos, foi morta por pastores Fulani.

Por volta das 7 da manhã, Margaret levou um pouco de comida para o marido, Wakili Ayuba, na fazenda, mas, infelizmente, para ele, esse foi o último alimento que ele recebeu de sua esposa.

Narrando sua provação, o marido do falecido, Wakili disse a Zongo Lawrence, secretário de publicidade da Associação de Desenvolvimento Juvenil Miango, que ele estava na fazenda com sua esposa quando o infeliz incidente ocorreu.

Ele disse:

"No início da manhã de hoje, fui à fazenda plantar milho e minha esposa veio à fazenda para me trazer comida. Depois que ela me deu a comida, ela me ajudou a plantar o milho da Guiné. Mas enquanto estávamos trabalhando, ela levantou a cabeça e viu alguns homens. Ela então me notificou sobre eles. "

"Quando eu levantei minha cabeça, vi 8 Fulanis. Eu então disse a ela que deveríamos correr imediatamente. Minha esposa estava grávida de 6 meses, então ela não podia correr mais rápido. 6 deles perseguiram ela enquanto 2 me perseguiam. Corri rápido e cruzei Quando atravessei, percebi que eles mataram minha esposa e estavam gritando: "Allahu Akbar, nós matamos o infiel, precisamos matar mais." Ao ouvi-los dizer isso, eu tomei meus calcanhares e corri mais rápido. Eles atiraram em mim enquanto cantavam 'Allahu Akbar', mas eu consegui escapar. "

"Quando cheguei à minha aldeia, nosso povo saiu e foi assim que fui salvo."

"Os Fulani que fizeram isso vieram de Hayin Rukuba."

Margaret é sobrevivida por seu marido, dois filhos, seus pais e outros parentes.

Que a sua alma descanse em paz.

Visualizar anexo 81736







Estados Unidos. Ilhan Omar chama a questão sobre condenar a mutilação genital feminina de"chocante"

A representante democrata do Minnesota, Ilhan Omar, reagiu a um moderador durante um painel de discussão na Conferência de 2019 do Coletivo Muçulmano de Educação do Cáucaso, na terça-feira, chamando sua pergunta de “espantosa”.

O Presidente dos Muçulmanos por Valores Progressistas, Ani Zonneveld, supostamente pediu à congressista para condenar a prática de mutilação genital feminina praticada por algumas comunidades muçulmanas.

Depois de chamar sua pergunta de “chocante”, Omar continuou expressando frustração por ser repetidamente solicitada a condenar diferentes grupos e práticas, dizendo: “Devo fazer uma programação? Tipo, isso precisa ser repetido a cada cinco minutos? Eu deveria estar tipo: "então hoje eu esqueci de condenar a Al Qaeda, então aqui está a da Al Qaeda. Hoje eu esqueci de condenar [mutilação genital feminina], então aqui vai. Hoje eu esqueci de condenar o Hamas, então aqui vai. ”É uma questão muito frustrante que surge. Você pode procurar meu registro. Votei em projetos que estão fazendo exatamente o que você está me pedindo para fazer.”
https://gellerreport.com/2019/07/ilhan-omar-fgm.html

Ela achou chocante a pergunta e não a mutilação.





Suécia: Migrantes muçulmanos violentam e estupram garota, perguntam por que ela não fugiu pela escada se ela não quisesse.
O Tribunal de Recurso de Svea decidiu que duas crianças chamadas refugiadas serão deportadas para o mundo árabe depois de terem violado brutalmente uma rapariga em Estocolmo, entre risos e chamadas felizes. Isto apesar do fato de que o Conselho de Migração sueco considerou que havia obstáculos para deportar os homens.

Entre 15 e 16 de dezembro de 2018 em Kungsholmen, em Estocolmo, uma garota que nasceu em 2001 foi exposta a estupro e estupro. Dois dos chamados refugiados desacompanhados, Abdalrahman e Ali, que afirmam ter nascido em 1999 e 1998, foram presos pouco mais de três dias depois.

Os dois homens têm autorização de residência e o Conselho de Migração da Suécia considerou que havia obstáculos à deportação, escreveu Aftonbladet anteriormente.

A garota conheceu uma menina durante a noite e eles foram a uma loja para comprar bebidas alcoólicas. Eles conheceram Ali, que vendeu uma garrafa de bebida para eles. Abdalrahman veio e pediu um isqueiro.

A dupla fez as meninas irem ao apartamento de Ali, onde começaram a beber.

Quando Ali ou Abdalrahman queriam brincar de verdade ou desafio, a garota escolheu o desafio, fazendo com que Abdalrahman lhe pedisse para beber mais. Depois de jogar por um tempo, ela disse a todos que não poderia lidar com mais álcool porque se sentia tão mal. Então Abdalrahman ficou irritado e gritou que ela iria beber mais.

Quando a menina estava realmente bêbada, a dupla árabe violentou-a várias vezes em meio a risos. Quando Ali a violava ”Abdalrahman começou a sorrir e fotografar seu abdômen com a câmera móvel. A garota podia ver que ele estava logado no Snapchat, mas não viu se ele enviou a foto para ninguém. No interrogatório, Abdalrahman disse que ele tem 40.000 seguidores no Snapchat.

Ali perguntou por que a menina estuprada, “quando estava na sacada com a [namorada] após o abuso inicial, não usou uma escada de incêndio próxima e assim tentou fugir”, segundo o veredicto…
https://www.friatider.se/alis-ifr-gas-ttande-varf-r-flydde-inte-flickan-brandstegen-om-hon-inte-ville-bli-gruppv-ldtagen-av
https://www.jihadwatch.org/2019/07/sweden-muslim-migrants-violently-rape-girl-ask-why-she-didnt-run-away-down-fire-escape-if-she-didnt-want-it
Cadê as Feministas ?
 

Bloodstained

Ei mãe, 500 pontos!
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Bystanders leap into action and subdue a man suspected of killing a woman, stabbing others in Australia


A man, center, points as he assists police at a building where a person has been found deceased after a man attempted to stab multiple people in Sydney, Australia, Tuesday, Aug. 13, 2019

A man with a history of mental illness is suspected of killing a woman in a Sydney apartment, wounding another woman and trying to stab other people Tuesday afternoon, according to police and witnesses. Authorities commended the bystanders who physically subdued him before he was arrested.

"A number of members of the public physically restrained the offender," Police Superintendent Gavin Wood said. "I want to acknowledge those members of the public who got involved. They were significantly brave people."

The 21-year-old was wielding a 12-inch knife and attempted to stab a number of people near a busy intersection around 2 p.m., witnesses said. He was possibly yelling "Allahu akbar" or "God is great," authorities said.

Paul O'Shaughnessy said he and his brother Luke were working in the office of their recruitment company when they heard yelling from outside. O'Shaughnessy said he heard "extremist" language and the brothers feared it might be a terrorist attack. The two, with their friends Lee Cuthbert and Alex Roberts, began chasing the man, ABC News reported.

"Because obviously, he's wielding a knife," O'Shaughnessy told ABC. "I don't know whether it's an instinct thing or what, but we was like, 'Right, we've just got to try and restrain this guy from doing any more.'"

They began chasing the man and, along with other bystanders, they used a milk crate and a chair to restrain him on the ground. O'Shaughnessy told the Associated Press the man "didn't show any remorse at all."

O'Shaughnessy told ABC that the group of friends has talked about what they would do in a potential attack situation before.

"We talked about it as a team, we said somebody might attack one day and imagine he was in the vicinity what would [we] do?" O'Shaughnessy said.

Prime Minister Scott Morrison said on Twitter that the violence was "deeply concerning" and praised the people who restrained the assailant.


Police have not classified the attack as an act of terrorism, but the suspect had compiled information on his computer about mass killings in North America and New Zealand, New South Wales state Police Commissioner Michael Fuller said.

"It is not currently classed as a terrorist incident. Obviously, as the investigation continues, we will reassess that," New South Wales state Police Commissioner Michael Fuller told reporters.


Fonte
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Tenho certeza que foi tudo um mal entendido. Obviamente o distinto cidadão ficou empolgado ao avistar um cosplayer trajado como seu personagem favorito de Star Wars e disse: "Olha lá o Ackbar!" :kbeca

No mais, é impressionante o esforço que fazem para não admitir o óbvio, né? :kpensa Vejam a mesma notícia veiculada por outro site, que fez até malabarismo linguístico para não impingir ao puto a designação que ele efetivamente merece.


Sydney Stabbing Spree Leaves One Dead, Another Wounded
Civilians used a chair and a milk crate to subdue an assailant in the Australian financial capital’s business district

A woman was killed and another woman wounded when a man went on a stabbing spree in the heart of Sydney, sending Australia’s largest city into lockdown before three men armed only with a chair and a milk crate subdued him.

Police said they arrested a 21-year-old man after he allegedly attacked the women in the city’s central business district around lunchtime, sending panicked shoppers fleeing before he was surrounded and eventually taken to the ground at a street intersection.

Television images showed a young man in a bloodied shirt and black hooded sweatshirt being chased through the streets. He leapt onto the hood of a Mercedes-Benz car and waved a large butcher’s knife from its roof. When the car shot forward, the man fell off, and that is when several other men surrounded him. News footage showed his body pinned under a chair and his head under a milk crate while armed police handcuffed him.

“These people are heroes, and I want to acknowledge that,” said Detective Superintendent Gavin Wood, of New South Wales Police. “We will allege the offender has attempted to stab multiple people, luckily unsuccessfully.”


Three men used a milk crate and a chair to subdue the alleged attacker

Police said it was unclear what motivated the attack, which raised fears of a repeat of a terrorist attack in the same Sydney district in 2014. In the attack five years ago, a gunman took several people hostage at a cafe, forcing them to hold up Islamist banners. The ensuing standoff with police ended with three dead, including the gunman.

While the alleged attacker on Tuesday yelled phrases including “God is great” in Arabic, police said his motives were unclear and the man had a history of mental health issues.

“He is by definition at the moment a lone actor,” New South Wales Police Commissioner Mick Fuller said. “Information was found on him that would suggest that he has some ideologies in relation to terrorism, but he has no links to terrorism,” he said, adding that the information was on a computer drive.

Tuesday’s incident had echoes of a 2016 attack in London in which a woman was killed and five others injured in a stabbing spree carried out by a mentally ill man.

The woman wounded Tuesday was stabbed in the back, Mr. Fuller said, while the body of a 21-year-old woman was found shortly afterward in the lobby of an apartment building with her throat slashed.

Lee Cuthbert, a 29-year-old British tourist who helped corner the man and restrain him until police arrived, told Australian media that he and two friends chased him after seeing him on the top of the car. “You just kind of react really, it was surreal, very, very surreal,” Mr. Cuthbert told the Sydney Morning Herald newspaper.


Fonte
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Ele não falou Allahu Akbar não, gente. Ele falou que Deus é Grande em árabe. Ah, e ele não é terrorista não, viu? Ele só tem umas certas ideologias em relação ao terrorismo e mais nada. Puta que o pariu, hein? :kclassic
 

constatine

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Bystanders leap into action and subdue a man suspected of killing a woman, stabbing others in Australia


A man, center, points as he assists police at a building where a person has been found deceased after a man attempted to stab multiple people in Sydney, Australia, Tuesday, Aug. 13, 2019

A man with a history of mental illness is suspected of killing a woman in a Sydney apartment, wounding another woman and trying to stab other people Tuesday afternoon, according to police and witnesses. Authorities commended the bystanders who physically subdued him before he was arrested.

"A number of members of the public physically restrained the offender," Police Superintendent Gavin Wood said. "I want to acknowledge those members of the public who got involved. They were significantly brave people."

The 21-year-old was wielding a 12-inch knife and attempted to stab a number of people near a busy intersection around 2 p.m., witnesses said. He was possibly yelling "Allahu akbar" or "God is great," authorities said.

Paul O'Shaughnessy said he and his brother Luke were working in the office of their recruitment company when they heard yelling from outside. O'Shaughnessy said he heard "extremist" language and the brothers feared it might be a terrorist attack. The two, with their friends Lee Cuthbert and Alex Roberts, began chasing the man, ABC News reported.

"Because obviously, he's wielding a knife," O'Shaughnessy told ABC. "I don't know whether it's an instinct thing or what, but we was like, 'Right, we've just got to try and restrain this guy from doing any more.'"

They began chasing the man and, along with other bystanders, they used a milk crate and a chair to restrain him on the ground. O'Shaughnessy told the Associated Press the man "didn't show any remorse at all."

O'Shaughnessy told ABC that the group of friends has talked about what they would do in a potential attack situation before.

"We talked about it as a team, we said somebody might attack one day and imagine he was in the vicinity what would [we] do?" O'Shaughnessy said.

Prime Minister Scott Morrison said on Twitter that the violence was "deeply concerning" and praised the people who restrained the assailant.


Police have not classified the attack as an act of terrorism, but the suspect had compiled information on his computer about mass killings in North America and New Zealand, New South Wales state Police Commissioner Michael Fuller said.

"It is not currently classed as a terrorist incident. Obviously, as the investigation continues, we will reassess that," New South Wales state Police Commissioner Michael Fuller told reporters.


Fonte
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Tenho certeza que foi tudo um mal entendido. Obviamente o distinto cidadão ficou empolgado ao avistar um cosplayer trajado como seu personagem favorito de Star Wars e disse: "Olha lá o Ackbar!" :kbeca

No mais, é impressionante o esforço que fazem para não admitir o óbvio, né? :kpensa Vejam a mesma notícia veiculada por outro site, que fez até malabarismo linguístico para não impingir ao puto a designação que ele efetivamente merece.


Sydney Stabbing Spree Leaves One Dead, Another Wounded
Civilians used a chair and a milk crate to subdue an assailant in the Australian financial capital’s business district

A woman was killed and another woman wounded when a man went on a stabbing spree in the heart of Sydney, sending Australia’s largest city into lockdown before three men armed only with a chair and a milk crate subdued him.

Police said they arrested a 21-year-old man after he allegedly attacked the women in the city’s central business district around lunchtime, sending panicked shoppers fleeing before he was surrounded and eventually taken to the ground at a street intersection.

Television images showed a young man in a bloodied shirt and black hooded sweatshirt being chased through the streets. He leapt onto the hood of a Mercedes-Benz car and waved a large butcher’s knife from its roof. When the car shot forward, the man fell off, and that is when several other men surrounded him. News footage showed his body pinned under a chair and his head under a milk crate while armed police handcuffed him.

“These people are heroes, and I want to acknowledge that,” said Detective Superintendent Gavin Wood, of New South Wales Police. “We will allege the offender has attempted to stab multiple people, luckily unsuccessfully.”


Three men used a milk crate and a chair to subdue the alleged attacker

Police said it was unclear what motivated the attack, which raised fears of a repeat of a terrorist attack in the same Sydney district in 2014. In the attack five years ago, a gunman took several people hostage at a cafe, forcing them to hold up Islamist banners. The ensuing standoff with police ended with three dead, including the gunman.

While the alleged attacker on Tuesday yelled phrases including “God is great” in Arabic, police said his motives were unclear and the man had a history of mental health issues.

“He is by definition at the moment a lone actor,” New South Wales Police Commissioner Mick Fuller said. “Information was found on him that would suggest that he has some ideologies in relation to terrorism, but he has no links to terrorism,” he said, adding that the information was on a computer drive.

Tuesday’s incident had echoes of a 2016 attack in London in which a woman was killed and five others injured in a stabbing spree carried out by a mentally ill man.

The woman wounded Tuesday was stabbed in the back, Mr. Fuller said, while the body of a 21-year-old woman was found shortly afterward in the lobby of an apartment building with her throat slashed.

Lee Cuthbert, a 29-year-old British tourist who helped corner the man and restrain him until police arrived, told Australian media that he and two friends chased him after seeing him on the top of the car. “You just kind of react really, it was surreal, very, very surreal,” Mr. Cuthbert told the Sydney Morning Herald newspaper.


Fonte
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Ele não falou Allahu Akbar não, gente. Ele falou que Deus é Grande em árabe. Ah, e ele não é terrorista não, viu? Ele só tem umas certas ideologias em relação ao terrorismo e mais nada. Puta que o pariu, hein? :kclassic
Vídeo do muçulmanomerda gritando.
 

Darth_Tyranus

Bam-bam-bam
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Tolerância e amor. (conteúdo pesado no vídeo para alguns espectadores)

Paquistaneses mataram uma vaca em cima bandeira indiana para "possuir" insultar a Índia em seu dia da independência.

 

Mokvwap

Ei mãe, 500 pontos!
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Adoram criticar o Islã, mas os nossos cristãos daqui dão aulas de intolerância religiosa.

https://theintercept.com/2017/09/20/ataques-a-religioes-de-matriz-africana-fazem-parte-da-nova-dinamica-do-trafico-no-rio/

Não há dúvidas de que esses ataques partem de adeptos de religiões protestantes (cristãos).

O que têm a dizer sobre isso?
A questão, caro canhotinho hipócrita praticante de egojob, é que isso é uma exceção entre os cristãos. São pontos fora da curva, que vocês adoram usar pra criar sua realidade lacrativa da bolha dos guerreiros virtuais do mundo melhor em que a dona Maria que vai no culto aos domingos é tão "nociva" ao mundo quanto o muçulmano que envenena todos os cães da redondeza porque afinal, no lívro sagrado deles cães são criaturas imundas que merecem a morte.

Que aliás é questionável, considerando que fora um dos seus vídeos pinçados, todos eles dizem respeito aos traficantes "evangélicos".

No cristianismo esse tipo de intolerância violenta e depredatória acontece muito raramente. Enquanto isso, os muçulmanos são divididos entre aqueles que matam, praticam atentados e desejam a morte aos fiéis de todas as outras religiões - inclusive a morte de muçulmanos de vertentes diferentes das deles -, e os muçulmanos que apoiam os que matam, praticam atentados e desejam a morte aos fiéis de todas as outras religiões - inclusive a morte de muçulmanos de vertentes diferentes das deles. O muçulmano médio é infinitamente mais intolerante e violento do que o cristão médio. E é pelo padrão médio de algum grupo ou sociedade que você classifica esse grupo ou sociedade.
 

Saikyo

Ser evoluído
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Adoram criticar o Islã, mas os nossos cristãos daqui dão aulas de intolerância religiosa.

https://theintercept.com/2017/09/20/ataques-a-religioes-de-matriz-africana-fazem-parte-da-nova-dinamica-do-trafico-no-rio/

Não há dúvidas de que esses ataques partem de adeptos de religiões protestantes (cristãos).

O que têm a dizer sobre isso?
Meu caríssimo robô desonesto, acontece que no cristianismo casos como esses são pontos fora da curva.

No islamismo, são fatos corriqueiros, que volta e meia acabam se repetindo muitas e muitas vezes.

Volte para a oficina, laboratório, etc. Quem consertou você fez um péssimo trabalho.
 

Dreamscape

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Adoram criticar o Islã, mas os nossos cristãos daqui dão aulas de intolerância religiosa.

https://theintercept.com/2017/09/20/ataques-a-religioes-de-matriz-africana-fazem-parte-da-nova-dinamica-do-trafico-no-rio/

Não há dúvidas de que esses ataques partem de adeptos de religiões protestantes (cristãos).

O que têm a dizer sobre isso?
É sério que você tá comparando cristofobia com essa pretensa islamofobia????
só te digo uma coisa: 300 mortos no Sri Lanka

palhaçada.
 

Dreamscape

Veterano
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Ah, o que eu tenho a dizer? Cristianismo não prega isso, esse pessoal aí não são cristãos.

O islamismo prega isso. Quem não faz isso é que não é muçulmano.
 

Eduardo30br

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Adoram criticar o Islã, mas os nossos cristãos daqui dão aulas de intolerância religiosa.

https://theintercept.com/2017/09/20/ataques-a-religioes-de-matriz-africana-fazem-parte-da-nova-dinamica-do-trafico-no-rio/

Não há dúvidas de que esses ataques partem de adeptos de religiões protestantes (cristãos).

O que têm a dizer sobre isso?
Claro, até porque são os cristãos que de fato vêem os seguidores de outras religiões como inimigos que devem ser exterminados (SQN).

Você é sempre tão desonesto assim, cara?
 
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